<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[RIO DE JANEIRO]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-06-28T23:09:48+02:00</updated>		<entry>			<title>NITEROI-RJ: PREDIO DO MOINHO VAI VIRAR POLO DE EMPRESAS OFFSHORE</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Niteroi, em primeiro plano, e Rio de Janeiro ao fundo</p>
<p></p>
<p><strong>O GLOBO NITERÓI</strong></p>
<p></p>
<p><strong>Prédio do Moinho vai virar polo de
offshore</strong></p>
<p>Mudança faz parte da
expansão portuária da cidade</p>
<p>
As concessionárias que administram o Porto de
Niterói  Nitport e Nitshore  estão investindo na
expansão portuária da cidade. O grande marco dessa empreitada foi a
compra do prédio do Moinho Atlântico, que há cinco anos estava
desativado na Avenida Feliciano Sodré. Ele ganhará elevadores
panorâmicos e salas envidraçadas para abrigar empresas que prestam
serviço ao setor offshore  um investimento de R$ 50 milhões.
Atualmente, há cerca de 80 firmas satélites envolvidas com as
atividades do porto. A expectativa é de que elas se instalem no
edifício, para onde também serão transferidos os escritórios das
petroleiras e das próprias concessionárias. A primeira fase de
obras começou há três meses e será concluída em março do ano que
vem. Todo o projeto, no entanto, ficará pronto em 2012.
Vamos construir um condomínio de empresas offshore. Estamos
solicitando à prefeitura o alvará e já temos seis clientes com
áreas reservadas, diz o diretor comercial da Nitshore,
Wilson Coutinho.
A expansão trará em seu rastro a criação de novos postos de
trabalho  a estimativa é de que o polo gere 600 empregos
diretos e mais 1.800 indiretos. O Porto de Niterói é hoje uma
importante base de apoio às atividades das bacias de Campos e
Santos, e , de acordo com as projeções, também será a principal do
Comperj, em Itaboraí.


<strong>Porto longe da crise</strong></p>
<p>Prédio do Moinho Atlântico será transformado em polo de
empresas offshore
Ludmilla de Limaludmilla.lima@oglobo.com.br

Oprédio do Moinho Atlântico, na Avenida Feliciano
Sodré, há cinco anos um elefante branco na entrada da cidade, será
revitalizado. O imóvel, de 11 andares e construído na década de 50,
passará por um ousado projeto de engenharia para abrigar
escritórios de petroleiras que operam no Porto de Niterói e de
empresas que prestam serviços ao setor offshore. A virada na
história do edifício, que chama atenção de quem chega a Niterói,
começou há oito meses, quando as concessionárias que administram o
Porto  Nitport e Nitshore  compraram o Moinho, que
virou parte do plano de expansão portuária.
Entre as novidades que vão revolucionar a arquitetura do antigo
moinho estão a instalação de elevadores panorâmicos e salas
envidraçadas no lugar dos silos de farinha. Também será implantado
um heliponto no terraço.
O diretor comercial da Nitshore, Wilson Coutinho, calcula um
investimento de R$ 50 milhões no polo, cuja primeira etapa de obras
começou há três meses e será concluída em março do ano que vem.
Todo o projeto levará três anos para ficar pronto.
 O prédio ficará bem moderno.

Ele vai ganhar um desenho mais leve e uma área envidraçada
grande.

Mesmo os silos estão passando por uma análise de engenharia, para
dar lugar a salas com vidros e elevadores panorâmicos. Todo o
projeto vai valorizar o prédio e a entrada da cidade 
adianta o diretor.
Pelas contas das duas arrendatárias, hoje são de 80 e 82 empresas
satélites envolvidas com as atividades do porto  prestadores
de serviços que vendem produtos como peças e acessórios para a
perfuração de poços de petróleo. Todas poderão se instalar no
prédio. Também serão transferidos para o edifício os escritórios
das petroleiras e das próprias concessionárias.

Para abrir espaço para operações no porto, o atual prédio de
escritórios será demolido, restando apenas a antiga estação
ferroviária, que será restaurada.

Projeção de mais de dois mil empregos

A estimativa é de que o polo gere 600 empregos diretos e 1.800
indiretos.
 Vamos construir um condomínio de empresas offshore. Estamos
solicitando à prefeitura o alvará e já temos seis clientes com
áreas reservadas  afirma Coutinho.

A decisão pela aquisição do prédio do Moinho Atlântico, que
pertencia à empresa J. Macêdo, dona da marca de farinha de trigo
Dona Benta, foi uma consequência do crescimento das atividades do
porto. Antes de as concessionárias assumirem os terminais, há três
anos, o volume de atracações era de 18 a 20 por ano. No primeiro
ano de concessão, esse número chegou a 600. E, apesar da retração
este ano  que pouco atingiu os negócios no porto, segundo o
diretor da Nitshore  o volume baterá a casa de 1.800 navios,
podendo passar de duas mil atracações.

 Os contratos offshore são feitos anos antes e têm prazos
para exploração. A crise não atingiu tanto a demanda 
explica Coutinho.

O Porto de Niterói é hoje uma importante base de apoio às
atividades das bacias de Campos e Santos. Um empresa que atua no
présal já opera no local. E, de acordo com as projeções, o porto
será a principal base de apoio do Complexo Petroquímico do Rio de
Janeiro (Comperj), em Itaboraí. De olho no futuro, já está em
estudo a ampliação do cais  de 480 metros  em mais
140 metros. O aumento permitirá ao porto receber, simultaneamente,
até 18 navios atracados de popa. A capacidade atual é de 12. Devido
à necessidade de expansão, foi adquirida uma área em Guaxindiba, em
São Gonçalo, que já funciona como suporte, o chamado Porto
Seco.
O presidente da Firjan Leste-Fluminense compara a notícia sobre o
Moinho com o anúncio da revitalização da zona portuária do Rio:
 Vai gerar riqueza para a cidade porque o movimento do porto
aumentará, e os escritórios vão provocar a revitalização da área,
que se tornará atrativa para negócios.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno,
tem a mesma opinião:  Niterói reúne diversos estaleiros,
sendo uma importante área de apoio offshore. Com toda certeza,
receberá investimentos por conta da corrida para a exploração da
área do pré-sal e também da implantação do Comperj.

De acordo com o prefeito, Jorge Roberto Silveira, o projeto casa
com os planos da prefeitura de revitalizar todo o Centro.

 É significativo que em frente ao lugar que sofrerá essa
transformação esteja subindo um edifício residencial que já é um
sucesso de vendas. Revitalizar é dar vida de novo, ou seja, é
colocar gente morando ali, trabalhando ali.
A transformação do velho moinho sinaliza nessa direção  diz
ele.
<strong>
Região já teve seu auge</strong></p>
<p>

O Moinho Atlântico S/A foi construído na década de
50 a reboque da valorização da área iniciada com os projetos
urbanísticos dos anos 20. O plano era que a iniciativa privada
ocupasse a Avenida Feliciano Sodré com edifícios, atraindo
investimentos.
Segundo a professora de História da UFF Ismênia Martins, hoje a
região em nada lembra o esplendor que tinha na época. Nas primeiras
décadas foram construídos o porto, que passou a operar com a
importação de trigo para o Moinho, e a ferrovia. Na área havia a
Praça Renascença, que não existe mais, e o Instituto de Fomento e
Economia Agrícola (hoje prédio do TCE).


<strong>
Indústria naval se prepara para uma nova
fase</strong></p>
<p>
Empresas do setor realizam obras e
modernizam sua infraestrutura para receber as encomendas do
pré-salLudmilla de Lima e
Rafael Galdoludmilla.lima@oglobo.com.br e rafael.galdo@oglobo.com.br</p>
<p>Os executivos da
indústria naval de Niterói não têm dúvidas: os próximos meses serão
cruciais e podem marcar uma nova fase de expansão do setor.
Há expectativas de abertura de novas licitações para construção de
plataformas e embarcações de apoio offshore para a exploração do
petróleo no présal, além de navios do Programa de Modernização e
Expansão da Frota (Promef) da Transpetro.
Perspectivas que motivam os investimentos, que nos próximos meses
chegarão a R$ 355 milhões apenas de quatro das grandes empresas do
setor.
Um dos projetos mais audaciosos, a construção de um dique seco pelo
estaleiro Mac Laren Oil, deve começar a ganhar formas nos próximos
45 dias, segundo a previsão da presidente da empresa, Gisela Mac
Laren. Segundo ela, a estrutura será a primeira do tipo no país e
consumirá R$ 140 milhões. Depois de pronta, possibilitará a
construção e o reparo de plataformas de última geração e vai gerar
até oito mil empregos.

 É um empreendimento que consolida Niterói como a capital da
indústria naval no país. E começará a ser construído num ano muito
importante, com as licitações, por exemplo, das plataformas para o
pré-sal da Petrobras, como as P-58 e P-62  afirma Gisela,
que prepara o projeto para concorrer a uma nova licitação da
P-61.

Já a Ultratec, que constrói módulos de plataformas, prevê
investimentos de cerca de R$ 25 milhões nos próximos 12 meses para
a modernização de sua área industrial, aumentando assim a
capacidade produtiva. De acordo com Mauro Augusto da Cruz,
executivo da empresa, as mudanças vão gerar novos empregos,
chegando a 1.500 por turno. E há a possibilidade de se abrir um
turno noturno. Hoje a Ultratec tem 1.200 empregados.

 Estamos concorrendo às unidades da P-58 e P-62 e aguardamos
com grande expectativa os módulos para os oito FPSOs (navio de
exploração e armazenamento de petróleo) do présal  afirma
ele.

Na fábrica da inglesa Weellstream, que produz dutos flexíveis para
plataformas, a expectativa é de inaugurar em julho o seu projeto de
expansão.

Foram aportados US$ 65 milhões para aumentar a área da unidade, na
Ilha da Conceição, que chegou aos 42 mil metros quadrados e 470
funcionários diretos e 200 terceirizados.

 Já estamos desenvolvendo, em parceria com universidades,
tecnologias para os dutos do pré-sal. A fábrica é uma das cinco
únicas que produzem esses dutos no mundo, e a de Niterói é a mais
moderna delas  afirma Luiz Antonio Gomes Araújo, presidente
da empresa no Brasil.


</p>
<p><strong>
Secretário quer qualificar mão de
obra</strong></p>
<p>

Recém-empossado na nova Secretaria municipal de
Indústria Naval, Milton Carlos Lopes, o Cal, concorda que Niterói
será beneficiada pela exploração do pré-sal, mas afirma que a
cidade ainda precisa preparar melhor sua mão de obra para abastecer
a indústria naval. De acordo com ele, com esse objetivo, a
prefeitura pretende instalar na futura sede da pasta, no Centro
Social Urbano (em reformas), na Ilha da Conceição, uma série de
cursos profissionalizantes e de aprimoramento para os trabalhadores
do setor.

 Não mediremos esforços.
Buscaremos a parceria dos estaleiros para, com a iniciativa
privada, implantar esses cursos  afirma Cal.

Apesar da crise mundial, o secretário acredita que o setor
apresente um crescimento próximo de 5% este ano.

<strong>
Mauá se reestrutura para construir navios e abrirá
nova unidade</strong></p>
<p>
Estaleiro venceu licitações de embarcações do Promef
da Transpetro

No Estaleiro Mauá, o maior da cidade e que sozinho emprega 5.300
trabalhadores do setor naval, o momento é de renovação.
Após 12 anos apenas reparando e produzindo plataformas e barcos de
apoio offshore, a empresa está se reestruturando para construir
também navios. Os quatro primeiros já começaram a sair do papel:
cada um de cerca de 45 mil toneladas de porte bruto, como parte do
Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da
Transpetro.
Outros três estão em fase final de contratação. Cinco serão
disputados pela empresa em licitação.
E o Mauá ainda aguarda a concorrência para construir navios
patrulha da Marinha.
Para isso, afirma Domingos D'Arco, presidente do estaleiro,
estão sendo investidos US$ 30 milhões em julho, com a compra de
novos equipamentos. O estaleiro ainda tem financiamentos aprovados
de US$ 114 milhões do Fundo da Marinha Mercante.
E, nos próximos dois meses, deve abrir sua quarta unidade, no
Gradim, em São Gonçalo.

 Temos tecnologia para construir plataformas e estamos
criando a estrutura para navios. Essa é uma demonstração de que
acreditamos no que foi anunciado, apesar de um cenário atual
nebuloso, com atrasos em licitações e as ameaças de a CPI da
Petrobras atrapalhar o andamento das novas contratações 
ressalva D'Arco.
Nesse sentido, ele alerta que o setor sofre com a falta de
continuidade das encomendas.
E admite, inclusive, que pode haver demissões nos próximos meses,
quando o estaleiro finalizar parte da plataforma de Mexilhão, e
enquanto as próximas licitações da Petrobras, do Promef e da
Marinha ainda estiverem indefinidas.
Mas afirma: após esse período, os postos de trabalho devem ser
recuperados.
De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e
Reparação Naval e Offshore (Sinaval), a crise econômica mundial
reduziu o ritmo de encomendas desde outubro passado. A entidade
acredita, no entanto, que o setor no Brasil foi menos afetado,
blindado pelos financiamentos do Fundo da Marinha Mercante e pelas
encomendas da Transpetro.
Além disso, mantém expectativas positivas quanto à Petrobras, que
prevê investimentos de US$ 174,4 bilhões entre 2009 e 2013, sendo
59% em exploração e produção de petróleo. Desse valor, com base em
cálculos da Firjan, o deputado estadual Rodrigo Neves, presidente
na Alerj da Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento
Regional, aponta que o estado do Rio deve ficar com um total de 40%
a 50%.

 Niterói está numa situação privilegiada. Fica próximo dos
maiores campos do pré-sal e do Comperj e detém a tecnologia de
produção dos equipamentos e da construção naval. Nenhuma outra
região concentra tantos elementos da cadeia produtiva do petróleo
 diz Rodrigo.

</p>
				</div>			</content>			<id>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/423266/NITEROI-RJ-PREDIO-DO-MOINHO-VAI-VIRAR-POLO-DE-EMPRESAS-OFFSHORE/</id>			<link href="http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/423266/NITEROI-RJ-PREDIO-DO-MOINHO-VAI-VIRAR-POLO-DE-EMPRESAS-OFFSHORE/" />			<author>				<name>riodejaneiro</name>				<uri>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-28T23:09:24+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>CABRAL: TODOS OS TRENS TERAO AR CONDICIONADO DENTRO DE 8 ANOS</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Supervia, Rio de Janeiro-RJ</p>
<p></p>
<p><strong>PORTAL DO
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO</strong></p>
<p></p>



26/06/2009 14h19



<strong>Cabral na China: <em>ar condicionado em
todos os trens do Rio em 8 anos</em></strong>


<em>Do Núcleo de
Imprensa</em>
<p>Fechar a maior compra de trens para transporte de
passageiros feita pelo Governo do Rio de Janeiro nos últimos 40
anos, conquistar mais votos para a cidade sediar as Olimpíadas de
2016, e atrair investimentos diretos e indústrias internacionais
para o estado. Estes são apenas alguns dos compromissos que o
governador Sérgio Cabral terá durante a missão empresarial e
governamental que vai liderar à China e a Cingapura, entre os dias
29 de junho e 04 de julho de 2009.</p>
<p>Antes de embarcar, nesta sexta-feira (26/6), ele
disse que, em oito anos, tem a expectativa de colocar ar
condicionado em todos os trens do Rio.</p>
<p>O primeiro compromisso, em Pequim, será em
benefício da população que precisa de transporte de massa. Cabral
será recebido na Assembleia Popular Nacional, o parlamento chinês,
onde assinará contrato para a entrega de 30 trens (120 carros), que
serão repassados à Supervia como parte do processo de modernização
do sistema ferroviário metropolitano. A compra utilizará recursos
do Banco Mundial (Bird) e terá contrapartida do governo estadual,
ao custo de US$ 165 milhões.</p>
<p>- Nosso governo planeja e age permanentemente
para oferecer melhores condições de vida aos trabalhadores.
Garantir um transporte de massa digno é uma das maneiras de atender
às justas reivindicações de nosso povo. Esses 30 trens são modernos
e terão ar condicionado. Nós pegamos a Supervia com 10 trens com ar
no primeiro mês de governo. Hoje, já são 46. E agora virão mais 30,
somando 76 trens. A minha expectativa é de, em oito anos, colocar
ar condicionado em todos os trens que rodam no estado. Vamos também
dobrar o número de trens do Metrô  afirmou o
governador.</p>
<p>O Metrô Rio vai formalizar a compra de 19 trens
(114 carros), que aumentarão a frota em 63%. A aquisição faz parte
de um pacote de investimentos de R$ 1,15 bilhão da concessionária.
Além da compra das composições, o projeto Metrô Século XXI inclui a
construção de duas novas estações e a extensão da linha 2. Essas
medidas vão permitir que o metrô passe de 550 mil passageiros/dia
para mais de 1,1 milhão.</p>
<p>A missão à China não termina aí. A agenda inclui
encontros com empresários e autoridades para trazer ao Rio grandes
montadoras de automóveis - inclusive de carros elétricos -
siderúrgicas, estaleiros e empresas que tenham interesse em
construir hotéis, visando a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de
2016). Cabral e comitiva vão se esforçar ainda para atrair
investimentos no sistema de transporte de passageiros, em habitação
popular, infraestrutura aeroportuária e portuária, e na construção
de indústria de transformação de lixo em energia
elétrica.</p>
<p>Enquanto a maior parte dos países está em
recessão por conta da crise econômica global, a China tem uma
enorme reserva financeira e está em busca de projetos e locais
seguros para investir. De olho nesse filão, Cabral - acompanhado
por secretários de Estado e empresários do Rio - atravessará o
continente para tentar convencer os chineses de que o Rio é o
estado onde eles devem aplicar as suas economias.</p>
<p>Na condição de um dos principais cabos eleitorais
da campanha para o Rio sediar os Jogos Olímpicos de 2016, o
governador Sérgio Cabral vai se reunir com o prefeito de Pequim,
onde foram realizadas as Olimpíadas de 2008. Ele quer trocar
experiências que possam ser aproveitadas na candidatura e no caso
de a cidade ser eleita, em 2 de outubro, a sede dos Jogos. Em
Cingapura, Cabral terá ainda encontro com membro do Comitê Olímpico
Internacional (COI) para reforçar o projeto carioca.</p>
<p>A delegação governamental oficial é composta pelo
governador e pelos secretários Joaquim Levy (Fazenda), Júlio Bueno
(Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços), Júlio
Lopes (Transportes) e Marilene Ramos (Ambiente).</p>
<p>Esta missão faz parte dos esforços do Governo do
Rio de Janeiro para atrair investimentos estrangeiros diretos e a
instalação de empresas internacionais em território fluminense,
visando à geração de emprego e ao incremento da arrecadação
fiscal.</p>
<p>O Governo do Estado está decidido a executar um
trabalho pró-ativo de inserção internacional, que promova uma
ampliação da presença do Estado no exterior, que gere resultados
concretos do ponto de vista econômico-comercial e que possibilite o
estabelecimento de iniciativas frutíferas de cooperação
internacional, por meio do intercâmbio de experiências
bem-sucedidas com outras administrações locais.</p>




<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/421505/CABRAL-TODOS-OS-TRENS-TERAO-AR-CONDICIONADO-DENTRO-DE-8-ANOS/</id>			<link href="http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/421505/CABRAL-TODOS-OS-TRENS-TERAO-AR-CONDICIONADO-DENTRO-DE-8-ANOS/" />			<author>				<name>riodejaneiro</name>				<uri>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-27T03:17:13+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>ORDEM PUBLICA - MAIS PREDIOS CONSTRUIDOS ILEGALMENTE VAO ABAIXO NO RECREIO DOS BANDEIRANTES</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Rio de Janeiro-RJ</p>
<p></p>
<p><strong>JORNAL DO BRASIL</strong></p>
<p>Prefeitura demole prédio no Recreio
</p>
<p>RIO - A Secretaria
Especial da Ordem Pública (Seop) derrubou um prédio irregular de
três andares na Rua 2 W, lote 11, quadra 165, no Recreio, na Zona
Oeste, na manhã desta quinta-feira. O dono do imóvel, em fase de
construção, desde 2002 recebia notificações.</p>
<p>A operação começou
por volta das 7h com uma equipe de 120 pessoas e o auxílio de uma
retroescavadeira.</p>
<p>O imóvel não atendia
ao afastamento mínimo frontal e apresentava taxa de ocupação
incorreta (mais unidades do que o permitido), fora outras
irregularidades apontadas em parecer técnico da Secretaria
Municipal de Meio Ambiente, como retirada de vegetação nativa e
ausência de rede de esgoto. Em abril, a Seop já havia demolido dois
prédios construídos irregularmente na mesma rua.</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>13:29 - 25/06/2009</p>

				</div>			</content>			<id>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/420504/ORDEM-PUBLICA-MAIS-PREDIOS-CONSTRUIDOS-ILEGALMENTE-VAO-ABAIXO-NO-RECREIO-DOS-BANDEIRANTES/</id>			<link href="http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/420504/ORDEM-PUBLICA-MAIS-PREDIOS-CONSTRUIDOS-ILEGALMENTE-VAO-ABAIXO-NO-RECREIO-DOS-BANDEIRANTES/" />			<author>				<name>riodejaneiro</name>				<uri>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-26T06:20:13+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>CABRAL DECIDE QUE PAVAO-PAVAOZINHO SERAO AS NOVAS FAVELAS A SEREM PACIFICADAS</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Rio de Janeiro-RJ</p>
<p></p>
<p><strong>VEJA</strong></p>
<div>25 de junho de 2009</div>
<div>
<h2>No coração de Ipanema</h2>
<h2>
Sergio
Cabraljá definiu qual é próxima a favela carioca que ganhará
um policiamento permanente, tal qual outros dois morros da zona sul
carioca játêm (Dona Marta e Chapéu Mangueira), livrando-as
dos traficantes - uma inédita e bem sucedida medida de segurança
pública, que estendeu-se aindaà Cidade de Deus.</h2>
</div>
<div>
<p>Será o
Cantagalo-Pavão-Pavãozinho, um complexo de duas favelas localizadas
em Copacabana e Ipanema. A ocupação permanente acontecerá até o
final do ano. Livrar esses dois bairros do tráfico é uma vitória a
ser comemorada.</p>
<p>Para o ano que vem, a
ambição é maior: fazer o mesmo na mais famosa favela carioca, a
Rocinha. A ideia é botar o policiamento permanente ainda no
primeiro trimestre.</p>
<p>Ou seja, antes do
início da campanha eleitoral, para que a ocupação não seja acusada
de ser peça de campanha- embora, com certeza, vá se
transformar exatamente nisso: num estandarte vivo de uma bem
sucedida política de segurança. Aliás, o governo do Rio de Janeiro
tem em mãos uma pesquisa mostrando a extraordinária aprovação da
operação de ocupação permamente, tanto dentro das favelas ocupadas
quanto nas regiões em torno.</p>
<p>Se a ocupação
permanente do complexo Cantagalo-Pavão-Pavãozinho está 100%
acertada, a da Rocinha não: por causa do seu tamanho, a secretaria
de Segurança não sabe ainda se terá efetivo suficiente. Os
policiais que participam dessas operações fazem parte de novos
efetivos que estão sendo treinados e formados especialmente para a
missão.</p>
</div>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/420500/CABRAL-DECIDE-QUE-PAVAO-PAVAOZINHO-SERAO-AS-NOVAS-FAVELAS-A-SEREM-PACIFICADAS/</id>			<link href="http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/420500/CABRAL-DECIDE-QUE-PAVAO-PAVAOZINHO-SERAO-AS-NOVAS-FAVELAS-A-SEREM-PACIFICADAS/" />			<author>				<name>riodejaneiro</name>				<uri>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-26T06:07:14+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>TECNOLOGIA - LIXO QUE ERA JOGADO NA BAIA DE GUANABARA AGORA VIRA ENERGIA ELETRICA NA UFRJ</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Cidade Universitaria- URFJ, Rio de Janeiro-RJ</p>
<p></p>
<p><strong>PORTAL DO
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO</strong></p>
<p></p>



25/06/2009 19h14



<strong>Usina transforma lixo da Baía de Guanabara em
energia elétrica</strong>


<em>Da
Redação</em>
<p>Mais um
empreendimento pode se somar ao projeto do Governo do Estado de
recuperação dos canais do Fundão e do Cunha dentro de um programa
maior de limpeza da Baía de Guanabara: parte dos resíduos
recolhidos na Baía que até dois meses atrás tinham como destino a
Usina de Triagem e Compostagem da Comlurb, em Paciência, hoje
abastece a Usinaverde, na Ilha do Fundão, que o transforma em
energia elétrica.</p>
<p>O lixo recolhido por
meio de uma parceria entre a Federação dos Pescadores do Estado e a
Petrobras na área dos canais e no entorno da Ilha do Fundão ganha
outro aliado para eliminá-lo por completo com as obras de dragagem
desta área da Baía de Guanabara.</p>
<p>Instalada em um
terreno da Fundação Bio-Rio/UFRJ, o protótipo da Usinaverde tem
capacidade para processar 30 toneladas de lixo, por dia, com uma
geração de energia que seria suficiente para atender 20 mil
habitantes.</p>
<p>Atualmente, a
Usinaverde opera com 40 toneladas de lixo por semana, que geram
energia para manter a empresa em funcionamento. O importante,
ressalta o gerente de operações, Jorge Nascimento, é livrar o meio
ambiente de produtos nocivos, como o chorume produzido nos
lixões.</p>
<p>Em escala
industrial, a Usinaverde é capaz de produzir 3,4 megawatts de
energia a partir de 150 toneladas de lixo por dia, o que seria
suficiente para atender a cerca de 13 mil residências.</p>
<p>O processo de
geração de energia por tratamento térmico do lixo passa por duas
etapas: a primeira separa o lixo, já que apenas matéria orgânica e
resíduos não-recicláveis (papel e plástico que tiveram contato com
matéria orgânica) são encaminhados para incineração. Esses
materiais são, então, fragmentados e triturados, dando forma ao
Combustível Derivado dos Resíduos (CDR).</p>
<p>Na segunda etapa, o
CDR é incinerado e os gases quentes são aspirados para uma caldeira
de recuperação, onde é produzido o vapor que aciona o turbogerador
(com potência efetiva de 0,6 MW, por tonelada de lixo tratado). Os
gases limpos são, então, lançados na atmosfera. Já os resíduos
inertes podem ser aproveitados na produção de material de
construção. Com 150 toneladas de lixo por dia, é possível fabricar
pisos e tijolos para 28 casas populares de 50m2 por mês.</p>
<p>A nova tecnologia é
uma alternativa já adotada em outros países. Os aterros sanitários,
até mesmo os mais controlados, são uma ameaça ao meio ambiente por
causa da contaminação do solo. Além isso, há também a questão da
escassez de terrenos disponíveis para sua instalação. As usinas de
tratamento térmico do lixo exigem áreas menores e operam sem odor e
ruído.</p>
<p>- Esse tipo de
investimento é muito mais adequado para uma proposta sustentável de
tratamento do lixo. Nas tecnologias estrangeiras de tratamento
térmico de lixo o gasto de eletricidade é maior e os custos são
muitos caros. Mas, a nossa proposta, genuinamente brasileira,
permite maior economia de energia e o processo de filtragem
desenvolvido também reduz o custo de operação - completa
Nascimento.</p>




				</div>			</content>			<id>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/420487/TECNOLOGIA-LIXO-QUE-ERA-JOGADO-NA-BAIA-DE-GUANABARA-AGORA-VIRA-ENERGIA-ELETRICA-NA-UFRJ/</id>			<link href="http://riodejaneiro.spaceblog.com.br/420487/TECNOLOGIA-LIXO-QUE-ERA-JOGADO-NA-BAIA-DE-GUANABARA-AGORA-VIRA-ENERGIA-ELETRICA-NA-UFRJ/" />			<author>				<name>riodejaneiro</name>				<uri>http://riodejaneiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-26T05:36:13+02:00</updated>		</entry></feed>