<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] predadoranimal : <![CDATA[Policia Militar do Estado da Bahia]]></title>		<link>http://predadoranimal.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Policia Militar do Estado da Bahia]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 14:44:12 +0200</pubDate>		<image>			<title>predadoranimal.spaceblog.com.br</title>			<link>http://predadoranimal.spaceblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/spaceblog.com.br/p/pr/predadoranimal/images/mn/1206490666_regular.png</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Corpo de Bombeiros do Estado recebe 31 carros novos]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Corpo de Bombeiros de Salvador e
outras 12 cidades da Bahia ganharam novas unidades móveis na
manhã desta terça-feira, 8. Trinta e um
veículos dos tipos autobomba-tanque (ABT),
aeródromo(AER), auto-rápido urbano (AC) e
auto-florestal (AF) foram entregues hoje ao Corpo de Bombeiros,
pelo governador Jaques Wagner. Os novos veículos irão
para as cidades de Salvador (Iguatemi e Barrroquinha), Paulo
Afonso, Feira de Santana, Itabuna, Jequié, Simões
Filho, Lauro de Freitas, Lençóis, Senhor do Bonfim,
Juazeiro, Vitória da Conquista, Porto Seguro e
Ilhéus.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira as características
dos novos carros de Bombeiros:</p>
<p style="text-align: justify;">O ABT, destinado ao combate de
incêndios, é dotado de mangueiras, escada simples,
esguicho e fardamento especial para o bombeiro. O AER, que combate
incêndios em aeroportos e arredores, possui uma base de
espuma para poder se aproximar das naves em chamas.</p>
<p style="text-align: justify;">O AC é mais ágil e
menor do que os carros convencionais. Ele foi projetado para fazer
o combate ao fogo e também o resgate e salvamento. O
veículo conta com os mesmos utensílios do ABT e
além de macas, respiradores, equipamentos de salvamento em
altura e aquático.</p>
<p style="text-align: justify;">O AF é munido de
equipamentos padrão, tal qual o auto-bomba, mais
equipamentos específicos, dentre eles a bomba costal, que
é manual, levada nas costas, permitindo que o bombeiro
enfrente o fogo a pé. Conta também com abafadores,
parecidos com uma vassoura, que, quando batidos no chão,
retiram o ar e acabam com o incêndio.</p>
]]></description>			<link>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/119809/Corpo-de-Bombeiros-do-Estado-recebe-31-carros-novos/</link>			<comments>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/Corpo-de-Bombeiros-do-Estado-recebe-31-carros-novos-08042008-144651-lp-119809.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/119809/Corpo-de-Bombeiros-do-Estado-recebe-31-carros-novos/</guid>			<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 14:46:51 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Segurança Pública pede socorro!]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style=
"font-size: 7.5pt;">Sexta-feira, 22 de
Fevereiro de 2008
COMANDANTES GERAIS DAS POLÍCIAS MILITARES DO BRASIL - CARTA
ABERTA
RIO DE JANEIRO

21 de fevereiro de 2008

Eu, Paulo Ricardo Paúl, cidadão brasileiro, natural
do Rio de Janeiro, nascido em 27 de julho de 1957, Coronel de
Polícia do serviço ativo, incorporado em 26 de
fevereiro de 1976, lotado na Diretoria Geral de Pessoal, sem
função e tendo como última
função a de Corregedor Interno, publicamente,
solicito aos Coronéis de Polícia do Brasil, no
exercício da função de Comandantes Gerais, que
desenvolvam as seguintes providências, em respeito à
honra pessoal, ao decoro da classe e ao pundonor Policial
Militar:

1. Reúnam os Comandantes, Chefes e Diretores de todas as
Organizações Policiais Militares e leiam essa Carta
Aberta;
2. Determinem que cada Comandante, Chefe ou Diretor reúna os
Oficiais sob suas ordens e leia essa Carta Aberta;
3. E que os Oficiais reúnam todos os Praças sob suas
ordens e leiam essa Carta Aberta.

'A gloriosa e heróica Polícia Militar do Estado do
Rio de Janeiro, gênese de todas as Polícias Militares
do Brasil, se encontra sob 'intervenção' do Poder
Executivo Estadual.
Uma 'intervenção' que tem por objetivo manter
excluídos da cidadania os Militares de Polícia, que
percebem salários famélicos e que trabalham sob as
piores condições possíveis.
Essa foi a resposta dada à mobilização
cívica promovida pelos 'Coronéis Barbonos' e pelos
'40 da Evaristo', que cobravam o resgate da cidadania do Policial
Militar, através da concessão de salários
dignos e de adequadas condições de trabalho.
O Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro arrisca a sua vida
diariamente em defesa do cidadão fluminense, recebendo menos
de R$ 30,00 (trinta reais) por dia, metade do que recebe uma
diarista para limpar uma residência de classe
média.
O Chefe do Poder Executivo, diante das justas
reivindicações feitas para o resgate da cidadania do
Policial Militar - que recebe o segundo pior salário do
Brasil -, responde com a inércia própria dos que
esquecem as promessas, o que faz com que a
mobilização cívica ganhe as ruas e receba o
apoio da Sociedade Fluminense.
Atos cívicos ocorreram ordeira e pacificamente, comparecendo
Oficiais e Praças, todos de folga, em trajes civis e
desarmados.
A população aplaude os nossos pleitos.
Os nossos direitos constitucionais estavam sendo exercidos sem
causar qualquer transtorno ao cidadão fluminense.
Impotente para reverter o maciço apoio da Sociedade
Fluminense, surge o autoritarismo e o arbítrio, como
tentativas de enfraquecer a nossa mobilização
cívica.
O nosso digno e competente Comandante Geral - Coronel de
Polícia Ubiratan de Oliveira Angelo - foi 'arrancado' da
função no terrível dia 29 de janeiro de
2008.
Sob um 'regime intervencionista', a troca do Comando Geral ocorreu
sob as vistas do Secretário de Segurança e entre
quatro paredes, longe da tropa, da população
fluminense e da mídia, impedida de cobrir o evento.
Um ato de autoritarismo sem precedentes na história
brasileira e na heróica história das Polícias
Militares.
No auge do exercício de uma postura antidemocrática,
é imposto como Comandante Geral da PMERJ um dos
Coronéis Barbonos, coronel que desde o início da
mobilização cívica participou de todos os atos
e assinou todos os documentos, inclusive o compromisso de
não assumir o Comando Geral, em nenhuma
hipótese.
Ele assume e simultaneamente fere de morte a sua honra pessoal, o
que determina a sua indicação para submissão
à análise ética do Conselho de
Justificação, na conformidade da lei, o que
não ocorrerá nesse período de
exceção.
E a partir desse dia, com a imposição de um comando
sem qualquer legitimidade junto aos Oficiais e aos Praças,
temos assistido toda a sorte de arbitrariedades e de oportunismos,
interna corporis.
A honra pessoal foi posta de lado, como se pudesse ser guardada no
armário do alojamento.
Tenham certeza, Policiais Militares do Brasil, temos lutado contra
tudo isso, com todas as armas que a legislação
permite e que a dignidade exige.
Temos buscado o Judiciário e o Ministério
Público, além de todos os recursos
administrativos.
Porém, essa é uma luta muito difícil, uma luta
contra o poder!
Um poder que tudo pode na sua onipotência.
Um poder que faz e desfaz decretos segundo os seus interesses
pessoais, com o claro objetivo de constranger os Oficiais
mobilizados civicamente.
Ameaças passam a fazer parte do vocabulário
castrense, com o objetivo de cercear a nossa cidadania.
E a palavra 'traição' passou a habitar a
caserna.
Lutamos uma 'guerra' contra a opressão civil, uma verdadeira
'ditadura de terno e gravata'.
Lutamos e continuaremos lutando, pois não conhecemos
derrotas.
E continuaremos lutando até o restabelecimento da honra
institucional e da nossa honra pessoal, não tenham
dúvidas sobre isso.
As ofensas dirigidas publicamente a Coronéis de
Polícia, citados como chatos, sindicalistas,
irresponsáveis e que não desejam trabalhar,
não ficarão sem respostas a altura, tenham
certeza.
Realizaremos tantos atos cívicos quantos forem
necessários para mobilizar toda a sociedade fluminense
&ndash; o cliente dessa insegurança pública &ndash;
na luta pelo resgate da cidadania do Policial Militar.
Por derradeiro, esclareço a motivação dessa
'Carta Aberta': o pedido para que tomem todas as providências
cabíveis para evitar que os dias de terror vivenciados na
gloriosa e heróica Polícia Militar do Estado do Rio
de Janeiro nunca ocorram na Polícia Militar que vocês
escolheram para servir, para amar e para morrer, se preciso
for!
Façam ecoar o nosso brado por todo esse país
continente, esse Brasil que afunda no lamaçal dos
escândalos políticos de cada dia, nos escândalos
de terno e gravata:

'JUNTOS SOMOS FORTES!'



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA</span>                                    

obs: Juntos somos fortes, se referi aos
oficias?Pois é, os praças estão sem
união. Quando estaremos unido?Precisamos lutar por
melhor condição de vida,</p>
]]></description>			<link>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/119178/Seguran-a-P-blica-pede-socorro/</link>			<comments>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/Seguranca-P-blica-pede-socorro--06042008-235949-lp-119178.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/119178/Seguran-a-P-blica-pede-socorro/</guid>			<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 23:59:49 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Polícia fica sem investigar 50 mortes e 5,5 mil ocorrências]]></title>			<description><![CDATA[<div class="nm_jornalista" style="text-align: justify;">
<div class="subtitulo_noticia">Prejuízos à população em 6 dias de
greve serão minimizados com reforço no
atendimento</div>
</div>
<div class="nm_jornalista" style="text-align: justify;">Marcelo Brandão</div>
<div class="nm_jornalista" style="text-align: justify;"></div>
<div id="corpo_noticia" class="corpo_texto" style=
"text-align: justify;">
<p>Cerca de 5.500 ocorrências deixaram de ser
registradas nos seis dias de greve dos policiais civis, enquanto 50
mortes, entre homicídios e latrocínios, ficaram sem
ser investigadas apenas nas delegacias da região
metropolitana de Salvador (RMS). Mas o número de pessoas sem
atendimento foi muito maior, em todo estado, durante o
período. Entretanto, a Polícia Civil não
forneceu os dados sobre as 417 delegacias do interior e as 41
unidades especializadas, espalhadas pela Bahia. O delegado chefe
Joselito Bispo admitiu o prejuízo causado à
população pela paralisação, mas planeja
ações extras para atender à demanda
reprimida.</p>
<p>Entre as 31 delegacias situadas na RMS, uma
média de 900 ocorrências são registradas
diariamente, segundo informou a delegada Marilda Marcela da Luz,
vice-diretora do Departamento de Polícia Metropolitana
(Depom). Este número multiplicado pelos seis dias de greve
dos policiais civis, somaria uma estimativa de 5.400 queixas que
deixaram de ser registradas pela população no
período de greve.</p>
<p>As ocorrências não notificadas
vão desde furtos, assaltos, arrombamentos, agressões,
ameaças, até casos de menor gravidade, como perda de
documentos, brigas de vizinhos e outros. Apenas casos greves como
homicídios, latrocínios e estupros foram registrados,
mas não foram investigados pelos agentes em greve. Todas as
apurações de crimes ficaram paradas durante o
período, segundo representantes do Sindicato dos Policiais
Civis (Sindpoc).</p>
<p>A informação sobre a
paralisação total das investigações
coincide com dados levantados pelo Correio de Bahia. A reportagem
visitou quase todas delegacias da região metropolitana de
Salvador, nos seis dias de greve, encontrando os policiais do
Serviço de Investigação de braços
cruzados nas unidades. No setor de registro de ocorrência, a
situação era a mesma: salas de atendimento vazias e
os agentes parados.</p>
<p>Estratégias - O delegado-chefe Joselito
Bispo reuniu todos os diretores de departamentos da polícia,
ontem pela manhã, no dia seguinte ao fim da greve, para
traçar as estratégias de atendimento à
população e de retomada das atividades policiais. Ele
reconheceu que as investigações sobre os crimes foram
prejudicadas pela paralisação, mas acredita que
problemas podem ser sanados com incremento das ações
da SSP.</p>
<p>Bispo contou que pediu aos diretores da
polícia que cobrem maior empenho dos seus subordinados,
delegados e agentes que exercem cargos de coordenadores. O delegado
chefe espera poder motivar os policiais civis em
operações extras, onde agentes e delegados recebem
pagamentos complementares. Ele garantiu que a
instituição tem dinheiro para pagar
operações como Pró-vida, que combate crimes
como homicídios, e Visão Noturna, de repressão
a roubos de carros, geralmente realizadas durante à
noite.</p>
<p>Sobre o atendimento à
população nas delegacias, Bispo garantiu que vai
reforçar os plantões das unidades, caso seja
informado de uma demanda maior. &ldquo;Colocaremos mais atendentes
para registrar queixas caso haja um fluxo maior que o normal, mas
não acredito que isso vai acontecer&rdquo;,
explicou.</p>
<p>***</p>
<p>Estado de greve pode acabar segunda</p>
<p>Carmen Azevêdo</p>
<p>O estado de greve dos policiais civis pode acabar
na próxima segunda-feira, quando a categoria vai discutir em
assembléia a proposta recebida ontem pelo governo do estado,
após mais de quatro horas de reunião na Secretaria da
Administração do estado. Além de garantir que
não haverá desconto dos dias parados nem
punição aos grevistas, o governo se comprometeu a
apresentar, até o fim do mês, proposta que reveja as
promoções da categoria, congeladas há mais de
dez anos, e a definir um grupo de trabalho para discutir uma das
principais reivindicações da categoria: a
elaboração e aprovação de uma Lei
Orgânica. A assembléia está marcada para as
10h, na Associação dos Funcionários
Públicos, na Rua Carlos Gomes.</p>
<p>O objetivo é que, no prazo máximo
de quatro meses &ndash; até julho &ndash;, o projeto seja
apresentado. Ele trará definições como plano
de cargos e salários, revisão das
funções dos policiais civis com enfoque maior nas
investigações. A reunião foi realizada um dia
depois que os policiais civis suspenderam por 72 horas a greve que
durou seis dias. A condição dos grevistas para que a
categoria permanecesse no trabalho é que o governo abrisse o
canal de negociação e atendesse às
reivindicações do grupo. Agora, os sindicalistas
já aceitam que o projeto de lei 17.111/08, aprovado na
Assembléia Legislativa da Bahia, na última
terça-feira, não sofra
alterações.</p>
<p>***</p>
<p>Movimento fraco nas delegacias</p>
<p>No primeiro dia após a greve da
Polícia Civil nas delegacias visitadas pela reportagem, o
movimento de pessoas era normal. Alguns funcionários
atribuíram o fluxo, abaixo do esperado, ao desconhecimento
da população de que a paralisação havia
terminado. A Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos
(DRFR), na Baixa do Fiscal, foi uma exceção. Segundo
a delegada Neide Barreto, o fluxo pela manhã praticamente
dobrou. &ldquo;Só pela manhã foram registradas 30
ocorrências, enquanto que a média diária
é essa&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Delegacia de
Repressão a Furtos e Roubos de Veículos, no Caminho
das Árvores, uma das funcionárias, que não
quis ser identificada, informou que o aumento do número de
apresentações (recuperação de
veículos roubados pela polícia) cresceu depois da
greve. &ldquo;Temos uma média de 5, 6
apresentações por dia, e hoje (ontem) já
encontramos 15 veículos&rdquo;, disse.</p>
</div>
]]></description>			<link>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/118112/Pol-cia-fica-sem-investigar-50-mortes-e-5-5-mil-ocorr-ncias/</link>			<comments>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/Policia-fica-sem-investigar-50-mortes-e-5-5-mil-ocorrencias-04042008-143023-lp-118112.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/118112/Pol-cia-fica-sem-investigar-50-mortes-e-5-5-mil-ocorr-ncias/</guid>			<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 14:30:23 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[PM fecha 13 módulos em bairros violentos]]></title>			<description><![CDATA[<p>Medo ou descaso?</p>
<div><em><strong>
Por Maria Célia
Vieira</strong></em></div>
<p></p>
<div style="text-align: justify;">
   Bairros como Engomadeira, Arenoso, Palestina, Nova
Brasília, Derba, Castelo Branco, São Marcos,
Sussuarana Velha, Novo Marotinho e Estrada Velha do Aeroporto
aparecem entre as localidades mais violentas da cidade e
estão sempre presentes nos noticiários, como
cenários de assaltos e homicídios. Precisam e merecem
mais atenção dos poderes públicos, mas,
paradoxalmente, foram exatamente nestas comunidades que a
Polícia Militar fechou 13 módulos, deixando a
população entregue à própria sorte. A
violência é tão grande e a audácia dos
bandidos tamanha, que nem mesmo estes equipamentos são
respeitados pela malandragem. Vários módulos
já foram metralhados e os próprios policiais se
sentem inseguro. Mas esta não foi a justificativa da PM para
fechá-los. A ação é atribuida à
falta de efetivo. O resultado é que as
populações destes bairros periféricos vivem na
mais completa insegurança. Sem ter a quem apelar, os
cidadãos entregam a alma a Deus e pedem pela
proteção divina.
  Misto  de raiva, insegurança e
impotência. Lá se vai  uma bolsa, um carro, uma
vida. A polícia está na área, mas não
naquela hora. Os módulos instalados pela PM estão
ali, mas não a serviço do povo. Assim é a
rotina de quem mora ou trabalha na Engomadeira,
Federação, Barra ou Cajazeiras. A Polícia
Militar confirma o fechamento de 13 desses módulos.
Desconversa quando o assunto é a reativação.
Diz que tem outros quatro  funcionando 
precariamente e atende perfeitamente às necessidades do
povo. E o soteropolitano pergunta: será? 
  São 100 equipamentos espalhados pela cidade diz
o Comando de Policiamento da Capital (CPC). Mas, muitos
perderam  sua função, e,  policiais
descontentes com salário e atividades  marcam horas e
passos  sem poderem se mexer. Falta de contingente é o
argumento  usado para explicar o caos. Acenam com uma
possibilidade de melhoria  a partir de janeiro, com a
liberação,  pela Academia de Policia Militar, de
3.200 novos  policiais. Sabem que  será apenas um
paliativo, já que o déficit chega a 17 mil homens, de
acordo com os cálculos  feitos pela Assessoria de
Imprensa da PM. 
  Essa realidade  fica escancarada logo no Porto da
Barra. Um documento vindo do Comando informa  que  o
módulo funciona  parcialmente. Entretanto, o
cenário é bem outro. Tapumes  cercam 
a  área tomada de entulhos. Sobre eles
&ldquo;jaz&rdquo; uma placa da PM  a denunciar que a
área tem dono. Ou teve. Os comerciantes  não
acreditam -  e nem querem - que  o equipamento 
deixou de funcionar. &ldquo;Não está fechado para
reforma&rdquo;? Pergunta a vendedora  da &ldquo;Só
Arte&rdquo;, Ana Lucia Andrade, 43 anos, com os olhos arregalados,
não querendo ouvir uma notícia ruim. Por lá,
os pivetes tiram o sossego de moradores, lojistas e turistas.
&ldquo;A presença da  PM dá uma certa
tranqüilidade&rdquo;, argumenta  o  vendedor,
  &ldquo;Artesanato do Porto&rdquo;, Elton Macedo, 25
anos, que reclama da ausência dos homens fardados,
principalmente  pela manhã. 


  
<div>
Traficantes metralham módulo em
Engomadeira</div>

<div>
   ; No rol de  descontinuidade do serviço
uma das mais prejudicadas é a comunidade  da
Engomadeira. O módulo foi metralhado por traficantes, como
informa a população. Ninguém se atreve ser
identificado temendo retaliação. A unidade, que
deveria ser ponto de referência para segurança, abriga
moradores de rua, viciados e figuras nada ilustres. Baixa do
Nanã, Babilônia e Lajinha são algumas das
invasões que circundam aquele bairro. Os motoristas que
fazem ponto no Largo da Engomadeira confessam temer o turno
noturno. &ldquo;É bem difícil trabalhar aqui&rdquo;
diz um deles, sussurrando que &ldquo;nem policial tem coragem de
ficar&rdquo;.
  &ldquo;Seu&rdquo; Dodô, como Apolônio
Francisco Duarte , 64 anos, gosta de ser chamado, tem um
comércio no largo. Acha que o módulo traria mais
tranqüilidade a todos, já que &ldquo;no bairro tem
pessoas de todo tipo e ante qualquer alteração a
polícia estaria pronta para intervir&rdquo;.
  Na Rua Numa Pompilho Bittencourt, Loteamento Jardim
Brasília, em Pernambués, a calmaria do lugar esconde
a efervescência de sua vizinhança. &ldquo;Temos todo
reflexo da Invasão Saramandaia e Baixa do Manu e um
módulo policial é necessário&rdquo; conversa o
administrador Eduardo Azevedo, 34 anos. Vizinho da unidade policial
desativada ele conta que os moradores se reuniram e cotizaram a
reconstrução do prédio, mas não
adiantou muito, já que serve apenas para policiais tirarem
uma soneca vez em quando.
  O módulo da Palestina inexiste, e os moradores
confirmam que o tráfico de drogas preocupa e a vida agitada
dos vizinhos alojados nas invasões Baixo Calabetão e
Santo Inácio chega a preocupar.
  Em Sussuarana Velha apenas uma lâmpada acesa
às 16 hora , uma mochila e uma velha Bíblia, mostram
que alguém esteve naquele módulo e gosta de
desperdiçar energia.
  No bairro de São Marcos uma
construção antiga com janelas pequenas, sem qualquer
visibilidade e portas fechadas, confirma a
desativação, mesmo que a comunidade insista na
necessidade e continuidade deste serviço. Em Novo Marotinho
o cenário se repete. Instalado defronte à Escola
Municipal Novo Marotinho, apenas um carro estacionado na entrada
lateral dá indício de que alguém esteve por
ali. No cômputo geral, todos querem apenas policiamento,
segurança e tranqüilidade.


  
<div>
No Imbuí, população vive com
medo de assaltos</div>

<div style="text-align: justify;">  
; Cinqüenta mil moradores e um módulo depredado,
ineficaz. Saidinhas bancárias, roubo de  carros,
assaltos a  agências bancárias e caixas
eletrônicos viraram rotina no Imbuí. Na manhã
de quarta-feira, por exemplo, uma loja de jóias foi invadida
e saqueada. E nada de polícia. Instalado na Praça
Nossa Senhora Aparecida, o equipamento de segurança
não serve literalmente para nada. Já o 
rotularam como propaganda enganosa.
  Não está ainda desativado, mas é
como se não existisse,  comenta um dos moradores mais
antigos daquela área, o aposentado Glardistone Santos, 75
anos. Quando a população precisa de socorro, os
policiais que eventualmente estiverem no local dizem que não
podem abandonar o posto, sob pena de ver o módulo invadido
por marginais. É a própria polícia
encurralada, com medo dos bandidos. Gritos, choros,
palavrões, desespero e  sentimentos correlatos os
policiais já cansaram de ouvir. Por
determinações superiores, nada podem fazer.
  Apenas preservam o patrimônio totalmente
danificado. As portas nunca foram trocadas ao longo dos
últimos anos. &rdquo;Tapeação de conserto
já fizeram  aos montes, mas o que se precisa, nada foi
realizado&rdquo; diz um dos policiais que na tarde do último
dia 25, &ldquo;jogava conversa fora&rdquo; com o parceiro de turno,
para &ldquo;matar o tempo&rdquo;.  Tal e qual a porta do
sanitário o colete a prova de bala  está ali
há quase duas décadas. &ldquo;Trocam apenas a
capa&rdquo;, diz o policial mais velho que prefere o anonimato. Por
lá são oito  PMs  para plantões em
duplas, por 12 horas. O patrimônio que  preservam
é um monte de quinquilharias, Rádio UHF, mesa de
madeira comida pelos cupins, revólveres calibre 38 e
munição. Apenas o bebedouro é novo, e a
água  é bancada pelos próprios militares
que trabalham no local. 
  O futuro do módulo ninguém sabe, mas a
comunidade quer é policiamento. Não interessa manter
uma estrutura sem qualquer condição de uso.
&ldquo;Estamos entregues às escopetas e metralhadoras dos
bandidos. Violência  ao meio-dia é normal&rdquo;,
relata uma moradora, que foi assaltada dentro de um
salão  de beleza. &ldquo;Entraram no salão,
levaram dinheiro, pertences e documentos. No módulo nada
puderam fazer, porque não tinham viaturas, e a ordem era
para ficar ali.Esse é o nosso dia-a- dia&rdquo;. Para
comprovar o fato, apresenta uma ocorrência com os
detalhes.
  Os policiais não estão nas ruas do
bairro. Sentados em cadeiras doadas pela comunidade e comerciantes
gastam o tempo vendo televisão, tomando conta de nada.
&ldquo;São 50 mil moradores, seis shoppings, escolas, 
faculdades. E  a cidadania, onde fica? &ldquo;Nosso direito de
ir e vir com segurança está maquiado&rdquo;,
sentencia o aposentado Glardistone Santos, sentindo-se aviltado.
Não vê mérito em pagar em dia o imposto ou
cumprir os deveres de cidadão .</div>
</div>
</div>
]]></description>			<link>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/118108/PM-fecha-13-m-dulos-em-bairros-violentos/</link>			<comments>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/PM-fecha-13-m-dulos-em-bairros-violentos-04042008-142626-lp-118108.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/118108/PM-fecha-13-m-dulos-em-bairros-violentos/</guid>			<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 14:26:26 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Governo ignora policiais e aprova reajuste]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O governo usou ontem os
instrumentos que pôde para enfraquecer o movimento dos
policiais militares, que ameaçam seguir o exemplo dos
policiais civis e entrar em greve contra a proposta de reajuste
salarial linear de 4,46% oferecida pelo Executivo ao funcionalismo
público. Um deles foi o de apelar para oficiais da PM, que
se pronunciaram contra a greve. Mas o mais forte instrumento foi o
de antecipar a votação dos dois projetos de lei que
regulamentavam o aumento, aprovado pelos deputados por volta das
22h, pelo placar de 37 votos a favor e 11 contra.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Os policiais civis &ndash; leia-se
agentes, escrivães, peritos e legistas &ndash; decidiram
manter a greve, mesmo com a aprovação dos projetos,
que agora seguem para sanção do governador Jaques
Wagner.
Apesar da obstrução de quase dez horas da
oposição, que queria um reajuste linear de 9,21%,
como defendiam os policiais civis e militares, o governo não
teve dificuldades para aprovar os projetos, pois tem ampla maioria
na Assembléia. Apenas um governista votou contra a proposta:
o deputado Tadeu Fernandes (PSB), um dos representantes dos
trabalhadores da segurança pública na Casa. O outro
representante, deputado Fábio Santana (PMDB), não
compareceu à votação.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Além de votar contra o
governo, Tadeu Fernandes fez um discurso duro contra a proposta de
reajuste. Ele afirmou que não poderia votar contra a
própria consciência. Os oposicionistas também
fizeram discursos duros, na presença de políciais
civis e militares que compareceram à sessão e vaiaram
os governistas, acusando o governo de mentir para os servidores ao
não conceder um aumento de 9,21%. Disseram, inclusive, que a
votação dos projetos ontem, dia 1º de abril,
tinha &ldquo;caráter simbólico&rdquo;, em
função da passagem do Dia da Mentira.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Experientes - Para votar os dois
projetos &ndash; um que tratava especificamente dos servidores da
educação e o outro dos demais trabalhadores &ndash;,
o governo usou de expedientes regimentais como o de derrubar
sessões para agilizar a tramitação e o de
impedir que parlamentares da base governista usassem a tribuna para
discursar. A oposição, por sua vez, tentou em
vão impedir a votação, através de
pedidos de verificação de quorum, e com discursos
inflamados pelos policiais presentes. O presidente da
Assembléia, Marcelo Nilo (PSDB), chegou a ameaçar
expulsar os manifestantes das galerias da Casa por conta do
barulho. Os manifestantes aplaudiam os oposicionistas e davam as
costas para os governistas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A oposição
também apresentou emendas aos projetos, relatados pelo
deputado Paulo Câmera (PTB). Uma delas elevava o valor do
reajuste para 9,21%, mesmo percentual de aumento concedido pelo
governo federal ao salário mínimo &ndash; o aumento
de 4,46% oferecido pelo Executivo baiano corresponde apenas
às perdas inflacionárias do ano passado. A emenda foi
rejeitada pelo relator. A bancada da minoria alegou que o governo
tem dinheiro em caixa para conceder um aumento maior, por conta do
superávit de cerca de R$700 milhões anunciados pela
Secretaria da Fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Outra emenda apresentada, e
rejeitada, foi a do deputado Tadeu Fernandes, que obrigava o
governo a conceder o mesmo percentual de reajuste para as
gratificações do funcionalismo público. Desde
1997 existe a vinculação entre o salário base
e as gratificações, regra extinta pelo governo Wagner
este ano. Além dos servidores da segurança
pública, várias categorias, a exemplo dos auditores
fiscais, já criticaram a atual administração
por conta do fim da vinculação. Eles alegam que, para
garantir que nenhum servidor ganhará abaixo do
salário mínimo, a atual administração
simplesmente tirou recursos das gratificações e
incorporou aos vencimentos bases, fazendo uma
&ldquo;maquiagem&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">***</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Categoria faz pressão na
Assembléia</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Carmen Azevêdo</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Faixas e um apitaço
estridente tomaram conta da entrada da Assembléia
Legislativa da Bahia (ALB), no CAB, no início da tarde de
ontem. Mais de uma centena de policiais civis e militares
adentraram o prédio em direção ao
plenário onde estava prevista a votação da
proposta de reajuste salarial dos servidores públicos. O
clima entre a categoria foi esquentando na medida em que os
servidores souberam que a proposta poderia ser votada ontem mesmo,
como de fato aconteceu, e os ânimos se acirraram ainda mais
no início da noite. Só após as 20h os
policiais deixaram o prédio da Assembléia em
repúdio ao início da votação.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O movimento da Polícia
Militar (PM) ficou enfraquecido. PMs que preservaram sua identidade
informaram que o comando geral da corporação havia
ordenado a líderes sindicais que deixassem o local e
evitassem os protestos sob pena de sofrerem punições.
O comando geral nega o fato. Na sexta-feira, a PM volta a se reunir
em assembléia na Associação dos Subtenentes e
Sargentos da Polícia Militar, nos Barris, para definir os
próximos passos do movimento.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Ainda na tarde de ontem, cerca de
40 representantes dos dois grupos acompanharam os trabalhos no
plenário. Enquanto os pronunciamentos de parlamentares, da
oposição e do governo, se alternavam, eles davam as
costas em desacordo ou aplaudiam os discursos. Enquanto isso,
outros agentes da Polícia Civil e PMs tentavam ingressar no
recinto, mas foram impedidos pelo policiamento da Casa Legislativa.
Do lado de fora, o apitaço continuava.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Com o transcorrer da tarde, foram
mais de dez reuniões entre sindicalistas e parlamentares.
Distribuídos na Galeria dos Ex-Presidentes, o movimento
parecia fragmentado. Segundo militares, policiais da
Associação dos Praças da Polícia
Militar (APPM) e Sociedade Beneficente de Subtenentes e Sargentos
(SBSS-PM) foram deixando o local seguindo a ordem do comando geral
da PM. Um dos PMs reforçou que líderes de
associações mais representativas da categoria
estariam receosos com possíveis medidas de
retaliação do comando.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A possibilidade de
paralisação da PM foi acirrada anteontem quando os
praças decretaram estado de greve e operação
tartaruga. A decisão foi tomada em assembléia
realizada na Associação dos Subtenentes e Sargentos
da Polícia Militar da Bahia, nos Barris. A medida foi
adotada sem a aprovação dos oficiais,
responsáveis pelo comando.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Precipitação -
Algumas associações de policiais militares
consideraram o estado de greve precipitado, antes da
aprovação do projeto de reajuste. A
afirmação é de Geraldo Pereira, presidente da
Associação de Sargentos de Ilhéus (com cerca
de 300 integrantes). O diretor jurídico da
Associação de Policiais de Jequié e
Região (Aspojer), soldado Deyvison Batista, disse que o
radicalismo do movimento só prejudica a
população.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A exemplo dos policiais civis, os
PMs reivindicam índice de 9,21%. Na Bahia, existem 27 mil
PMs, sendo 14 mil em Salvador. Os números incluem os
bombeiros. Segundo os manifestantes, há um déficit de
17 mil homens no estado. A última greve da Polícia
Militar foi realizada em julho de 2001.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">***</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Secretário defende
percentuais</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Em defesa da proposta de reajuste
para o funcionalismo público, o governo baiano alega que os
percentuais aplicados aos servidores com nível superior na
área da Segurança Pública variam de 17% a 25%.
O governo admite, portanto, que houve uma política de
valorização dos funcionários com nível
superior, como os delegados da Polícia Civil e oficiais da
PM, o que gerou críticas por parte das demais categorias do
setor, que cobraram igualdade.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O governo alega que, ano passado,
as carreiras de nível médio, como agentes,
escrivães e peritos da Polícia Civil e os
praças da PM tiveram aumentos entre 11% a 17,28%.
Superiores, portanto, aos 4,5% concedidos aos oficiais da PM,
delegados e peritos de nível superior da Polícia
Civil naquele ano. Neste ano, a decisão foi a de viabilizar
a recuperação salarial dos servidores de nível
superior da segurança pública, aplicando reajustes
entre 17% e 25%. &ldquo;Somados os reajustes de 2007 e 2008, os
policiais acumularão ganhos consideráveis. Na PM, os
praças acumulam aumento de 20% a 23%. Para os oficiais, os
ganhos acumulados serão de 24,38% a 26%. Na Polícia
Civil, os agentes, escrivães e peritos técnicos
somarão, em outubro próximo, aumento de
20,12%&rdquo;, disse o secretário da
Administração, Manoel Vitório.</p>
]]></description>			<link>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/117408/Governo-ignora-policiais-e-aprova-reajuste/</link>			<comments>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/Governo-ignora-policiais-e-aprova-reajuste-02042008-202628-lp-117408.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/117408/Governo-ignora-policiais-e-aprova-reajuste/</guid>			<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 20:26:28 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>