<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://predadoranimal.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://predadoranimal.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Policia Militar do Estado da Bahia]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://predadoranimal.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-03-04T14:44:12+01:00</updated>		<entry>			<title>Corpo de Bombeiros do Estado recebe 31 carros novos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O Corpo de Bombeiros de Salvador e
outras 12 cidades da Bahia ganharam novas unidades moveis na
manha-feira, 8. Trinta e um
veiculos dos tipos autobomba-tanque (ABT),
aerodromo(AER), auto-rapido urbano (AC) e
auto-florestal (AF) foram entregues hoje ao Corpo de Bombeiros,
pelo governador Jaques Wagner. Os novos veiculos iro
para as cidades de Salvador (Iguatemi e Barrroquinha), Paulo
Afonso, Feira de Santana, Itabuna, Jequie, Simes
Filho, Lauro de Freitas, Lenois, Senhor do Bonfim,
Juazeiro, Vitoria da Conquista, Porto Seguro e
Ilheus.</p>
<p>Confira as caracteristicas
dos novos carros de Bombeiros:</p>
<p>O ABT, destinado ao combate de
incendios, e dotado de mangueiras, escada simples,
esguicho e fardamento especial para o bombeiro. O AER, que combate
incendios em aeroportos e arredores, possui uma base de
espuma para poder se aproximar das naves em chamas.</p>
<p>O AC e mais agil e
menor do que os carros convencionais. Ele foi projetado para fazer
o combate ao fogo e tambem o resgate e salvamento. O
veiculo conta com os mesmos utensilios do ABT e
alem de macas, respiradores, equipamentos de salvamento em
altura e aquatico.</p>
<p>O AF e munido de
equipamentos padro, tal qual o auto-bomba, mais
equipamentos especificos, dentre eles a bomba costal, que
e manual, levada nas costas, permitindo que o bombeiro
enfrente o fogo a pe. Conta tambem com abafadores,
parecidos com uma vassoura, que, quando batidos no cho,
retiram o ar e acabam com o incendio.</p>
				</div>			</content>			<id>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/119809/Corpo-de-Bombeiros-do-Estado-recebe-31-carros-novos/</id>			<link href="http://predadoranimal.spaceblog.com.br/119809/Corpo-de-Bombeiros-do-Estado-recebe-31-carros-novos/" />			<author>				<name>predadoranimal</name>				<uri>http://predadoranimal.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-04-08T14:48:51+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Segurança Pública pede socorro!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>Sexta-feira, 22 de
Fevereiro de 2008
COMANDANTES GERAIS DAS POLICIAS MILITARES DO BRASIL - CARTA
ABERTA
RIO DE JANEIRO

21 de fevereiro de 2008

Eu, Paulo Ricardo Paul, cidado brasileiro, natural
do Rio de Janeiro, nascido em 27 de julho de 1957, Coronel de
Policia do servio ativo, incorporado em 26 de
fevereiro de 1976, lotado na Diretoria Geral de Pessoal, sem
funo e tendo como ultima
funo a de Corregedor Interno, publicamente,
solicito aos Coroneis de Policia do Brasil, no
exercicio da funo de Comandantes Gerais, que
desenvolvam as seguintes providencias, em respeito a
honra pessoal, ao decoro da classe e ao pundonor Policial
Militar:

1. Reunam os Comandantes, Chefes e Diretores de todas as
Organizaes Policiais Militares e leiam essa Carta
Aberta;
2. Determinem que cada Comandante, Chefe ou Diretor reuna os
Oficiais sob suas ordens e leia essa Carta Aberta;
3. E que os Oficiais reunam todos os Praas sob suas
ordens e leiam essa Carta Aberta.

'A gloriosa e heroica Policia Militar do Estado do
Rio de Janeiro, genese de todas as Policias Militares
do Brasil, se encontra sob 'interveno' do Poder
Executivo Estadual.
Uma 'interveno' que tem por objetivo manter
excluidos da cidadania os Militares de Policia, que
percebem salarios famelicos e que trabalham sob as
piores condies possiveis.
Essa foi a resposta dada a mobilizao
civica promovida pelos 'Coroneis Barbonos' e pelos
'40 da Evaristo', que cobravam o resgate da cidadania do Policial
Militar, atraves da concesso de salarios
dignos e de adequadas condies de trabalho.
O Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro arrisca a sua vida
diariamente em defesa do cidado fluminense, recebendo menos
de R$ 30,00 (trinta reais) por dia, metade do que recebe uma
diarista para limpar uma residencia de classe
media.
O Chefe do Poder Executivo, diante das justas
reivindicaes feitas para o resgate da cidadania do
Policial Militar - que recebe o segundo pior salario do
Brasil -, responde com a inercia propria dos que
esquecem as promessas, o que faz com que a
mobilizao civica ganhe as ruas e receba o
apoio da Sociedade Fluminense.
Atos civicos ocorreram ordeira e pacificamente, comparecendo
Oficiais e Praas, todos de folga, em trajes civis e
desarmados.
A populao aplaude os nossos pleitos.
Os nossos direitos constitucionais estavam sendo exercidos sem
causar qualquer transtorno ao cidado fluminense.
Impotente para reverter o macio apoio da Sociedade
Fluminense, surge o autoritarismo e o arbitrio, como
tentativas de enfraquecer a nossa mobilizao
civica.
O nosso digno e competente Comandante Geral - Coronel de
Policia Ubiratan de Oliveira Angelo - foi 'arrancado' da
funo no terrivel dia 29 de janeiro de
2008.
Sob um 'regime intervencionista', a troca do Comando Geral ocorreu
sob as vistas do Secretario de Segurana e entre
quatro paredes, longe da tropa, da populao
fluminense e da midia, impedida de cobrir o evento.
Um ato de autoritarismo sem precedentes na historia
brasileira e na heroica historia das Policias
Militares.
No auge do exercicio de uma postura antidemocratica,
e imposto como Comandante Geral da PMERJ um dos
Coroneis Barbonos, coronel que desde o inicio da
mobilizao civica participou de todos os atos
e assinou todos os documentos, inclusive o compromisso de
no assumir o Comando Geral, em nenhuma
hipotese.
Ele assume e simultaneamente fere de morte a sua honra pessoal, o
que determina a sua indicao
a analise etica do Conselho de
Justificao, na conformidade da lei, o que
no ocorrera nesse periodo de
exceo.
E a partir desse dia, com a imposio de um comando
sem qualquer legitimidade junto aos Oficiais e aos Praas,
temos assistido toda a sorte de arbitrariedades e de oportunismos,
interna corporis.
A honra pessoal foi posta de lado, como se pudesse ser guardada no
armario do alojamento.
Tenham certeza, Policiais Militares do Brasil, temos lutado contra
tudo isso, com todas as armas que a legislao
permite e que a dignidade exige.
Temos buscado o Judiciario e o Ministerio
Publico, alem de todos os recursos
administrativos.
Porem, essa e uma luta muito dificil, uma luta
contra o poder!
Um poder que tudo pode na sua onipotencia.
Um poder que faz e desfaz decretos segundo os seus interesses
pessoais, com o claro objetivo de constranger os Oficiais
mobilizados civicamente.
Ameaas passam a fazer parte do vocabulario
castrense, com o objetivo de cercear a nossa cidadania.
E a palavra 'traio' passou a habitar a
caserna.
Lutamos uma 'guerra' contra a opresso civil, uma verdadeira
'ditadura de terno e gravata'.
Lutamos e continuaremos lutando, pois no conhecemos
derrotas.
E continuaremos lutando ate o restabelecimento da honra
institucional e da nossa honra pessoal, no tenham
duvidas sobre isso.
As ofensas dirigidas publicamente a Coroneis de
Policia, citados como chatos, sindicalistas,
irresponsaveis e que no desejam trabalhar,
no sem respostas a altura, tenham
certeza.
Realizaremos tantos atos civicos quantos forem
necessarios para mobilizar toda a sociedade fluminense
 o cliente dessa insegurana publica 
na luta pelo resgate da cidadania do Policial Militar.
Por derradeiro, esclareo dessa
'Carta Aberta': o pedido para que tomem todas as providencias
cabiveis para evitar que os dias de terror vivenciados na
gloriosa e heroica Policia Militar do Estado do Rio
de Janeiro nunca ocorram na Policia Militar que voces
escolheram para servir, para amar e para morrer, se preciso
for!
Faam ecoar o nosso brado por todo esse pais
continente, esse Brasil que afunda no lamaal dos
escandalos politicos de cada dia, nos escandalos
de terno e gravata:

'JUNTOS SOMOS FORTES!'



PAULO RICARDO PAUL
CORONEL DE POLICIA</span> 

obs: Juntos somos fortes, se referiaos
oficias?Poiso sem
uniQuando estaremos unido?Precisamos lutar por
melhor condio de vida,</p>
				</div>			</content>			<id>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/119178/Seguran-a-P-blica-pede-socorro/</id>			<link href="http://predadoranimal.spaceblog.com.br/119178/Seguran-a-P-blica-pede-socorro/" />			<author>				<name>predadoranimal</name>				<uri>http://predadoranimal.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-04-07T00:01:12+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Polícia fica sem investigar 50 mortes e 5,5 mil ocorrências</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>
<div>Prejuizos a populao em 6 dias de
greve sero no
atendimento</div>
</div>
<div>Marcelo Brando</div>
<div></div>
<div>
<p>Cerca de 5.500 ocorrencias deixaram de ser
registradas nos seis dias de greve dos policiais civis, enquanto 50
mortes, entre homicidios e latrocinios, ficaram sem
ser investigadas apenas nas delegacias da regio
metropolitana de Salvador (RMS). Mas o numero de pessoas sem
atendimento foi muito maior, em todo estado, durante o
periodo. Entretanto, a Policia Civil no
forneceu os dados sobre as 417 delegacias do interior e as 41
unidades especializadas, espalhadas pela Bahia. O delegado chefe
Joselito Bispo admitiu o prejuizo causado a
populao, mas planeja
aes extras para atender a demanda
reprimida.</p>
<p>Entre as 31 delegacias situadas na RMS, uma
media de 900 ocorrencias so registradas
diariamente, segundo informou a delegada Marilda Marcela da Luz,
vice-diretora do Departamento de Policia Metropolitana
(Depom). Este numero multiplicado pelos seis dias de greve
dos policiais civis, somaria uma estimativa de 5.400 queixas que
deixaram de ser registradas pela populao no
periodo de greve.</p>
<p>As ocorrencias no notificadas
ves,
ameaas, ate casos de menor gravidade, como perda de
documentos, brigas de vizinhos e outros. Apenas casos greves como
homicidios, latrocinios e estupros foram registrados,
mas no foram investigados pelos agentes em greve. Todas as
apuraes de crimes ficaram paradas durante o
periodo, segundo representantes do Sindicato dos Policiais
Civis (Sindpoc).</p>
<p>A informao sobre a
paralisaes
coincide com dados levantados pelo Correio de Bahia. A reportagem
visitou quase todas delegacias da regio metropolitana de
Salvador, nos seis dias de greve, encontrando os policiais do
Servios
cruzados nas unidades. No setor de registro de ocorrencia, a
situao era a mesma: salas de atendimento vazias e
os agentes parados.</p>
<p>Estrategias - O delegado-chefe Joselito
Bispo reuniu todos os diretores de departamentos da policia,
ontem pela manh, no dia seguinte ao fim da greve, para
traar as estrategias de atendimento a
populao e de retomada das atividades policiais. Ele
reconheceu que as investigaes sobre os crimes foram
prejudicadas pela paralisao, mas acredita que
problemas podem ser sanados com incremento das aes
da SSP.</p>
<p>Bispo contou que pediu aos diretores da
policia que cobrem maior empenho dos seus subordinados,
delegados e agentes que exercem cargos de coordenadores. O delegado
chefe espera poder motivar os policiais civis em
operaes extras, onde agentes e delegados recebem
pagamentos complementares. Ele garantiu que a
instituio tem dinheiro para pagar
operaes como Pro-vida, que combate crimes
como homicidios, e Viso
a roubos de carros, geralmente realizadas durante a
noite.</p>
<p>Sobre o atendimento a
populao nas delegacias, Bispo garantiu que vai
refores das unidades, caso seja
informado de uma demanda maior. Colocaremos mais atendentes
para registrar queixas caso haja um fluxo maior que o normal, mas
no acredito que isso vai acontecer,
explicou.</p>
<p>***</p>
<p>Estado de greve pode acabar segunda</p>
<p>Carmen Azevedo</p>
<p>O estado de greve dos policiais civis pode acabar
na proxima segunda-feira, quando a categoria vai discutir em
assembleia a proposta recebida ontem pelo governo do estado,
apos mais de quatro horas de reunio na Secretaria da
Administrao do estado. Alem de garantir que
no havera desconto dos dias parados nem
punio aos grevistas, o governo se comprometeu a
apresentar, ate o fim do mes, proposta que reveja as
promoes da categoria, congeladas ha mais de
dez anos, e a definir um grupo de trabalho para discutir uma das
principais reivindicaes da categoria: a
elaborao de uma Lei
Organica. A assembleia esta marcada para as
10h, na Associao dos Funcionarios
Publicos, na Rua Carlos Gomes.</p>
<p>O objetivo e que, no prazo maximo
de quatro meses  ate julho , o projeto seja
apresentado. Ele trara definies como plano
de cargos e salarios, reviso das
funes dos policiais civis com enfoque maior nas
investigao foi realizada um dia
depois que os policiais civis suspenderam por 72 horas a greve que
durou seis dias. A condio dos grevistas para que a
categoria permanecesse no trabalho e que o governo abrisse o
canal de negociao e atendesse as
reivindicaes do grupo. Agora, os sindicalistas
ja aceitam que o projeto de lei 17.111/08, aprovado na
Assembleia Legislativa da Bahia, na ultima
tero sofra
alteraes.</p>
<p>***</p>
<p>Movimento fraco nas delegacias</p>
<p>No primeiro dia apos a greve da
Policia Civil nas delegacias visitadas pela reportagem, o
movimento de pessoas era normal. Alguns funcionarios
atribuiram o fluxo, abaixo do esperado, ao desconhecimento
da populao havia
terminado. A Delegacia de Represso a Furtos e Roubos
(DRFR), na Baixa do Fiscal, foi uma exceo. Segundo
a delegada Neide Barreto, o fluxo pela manh praticamente
dobrou. So pela manh foram registradas 30
ocorrencias, enquanto que a media diaria
e essa.</p>
<p>Na Delegacia de
Represso a Furtos e Roubos de Veiculos, no Caminho
das Arvores, uma das funcionarias, que no
quis ser identificada, informou que o aumento do numero de
apresentao de
veiculos roubados pela policia) cresceu depois da
greve. Temos uma media de 5, 6
apresentaes por dia, e hoje (ontem) ja
encontramos 15 veiculos, disse.</p>
</div>
				</div>			</content>			<id>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/118112/Pol-cia-fica-sem-investigar-50-mortes-e-5-5-mil-ocorr-ncias/</id>			<link href="http://predadoranimal.spaceblog.com.br/118112/Pol-cia-fica-sem-investigar-50-mortes-e-5-5-mil-ocorr-ncias/" />			<author>				<name>predadoranimal</name>				<uri>http://predadoranimal.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-04-04T14:31:56+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>PM fecha 13 módulos em bairros violentos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Medo ou descaso?</p>
<div><em><strong>
Por Maria Celia
Vieira</strong></em></div>
<p></p>
<div>
 Bairros como Engomadeira, Arenoso, Palestina, Nova
Brasilia, Derba, Castelo Branco, So Marcos,
Sussuarana Velha, Novo Marotinho e Estrada Velha do Aeroporto
aparecem entre as localidades mais violentas da cidade e
esto sempre presentes nos noticiarios, como
cenarios de assaltos e homicidios. Precisam e merecem
mais ateno dos poderes publicos, mas,
paradoxalmente, foram exatamente nestas comunidades que a
Policia Militar fechou 13 modulos, deixando a
populao entregue a propria sorte. A
violencia e to grande e a audacia dos
bandidos tamanha, que nem mesmo estes equipamentos so
respeitados pela malandragem. Varios modulos
ja foram metralhados e os proprios policiais se
sentem inseguro. Mas esta no foi a justificativa da PM para
fecha-los. A ao e atribuida a
falta de efetivo. O resultado e que as
populaes destes bairros perifericos vivem na
mais completa insegurana. Sem ter a quem apelar, os
cidados entregam a alma a Deus e pedem pela
proteo divina.
a e
impotencia. La se vai uma bolsa, um carro, uma
vida. A policia esta na area, mas no
naquela hora. Os modulos instalados pela PM esto
ali, mas no do povo. Assim e a
rotina de quem mora ou trabalha na Engomadeira,
Federao, Barra ou Cajazeiras. A Policia
Militar confirma o fechamento de 13 desses modulos.
Desconversa quando o assunto e a reativao.
Diz que tem
precariamente e atende perfeitamente as necessidades do
povo. E o soteropolitano pergunta: sera?
o 100 equipamentos espalhados pela cidade diz
o Comando de Policiamento da Capital (CPC). Mas, muitos
perderam policiais
descontentes com salario e atividades marcam horas e
passos sem poderem se mexer. Falta de contingente e o
argumento usado para explicar o caos. Acenam com uma
possibilidade de melhoria a partir de janeiro, com a
libera pela Academia de Policia Militar, de
3.200 novos sera apenas um
paliativo, ja que o deficit chega a 17 mil homens, de
acordo com os calculos feitos pela Assessoria de
Imprensa da PM.
 fica escancarada logo no Porto da
Barra. Um documento vindo do Comando informa o
modulo funciona parcialmente. Entretanto, o
cenario e bem outro. Tapumes
a area tomada de entulhos. Sobre eles
jaz uma placa da PM a denunciar que a
area tem dono. Ou teve. Os comercianteso
acreditam -
deixou de funcionar. No esta fechado para
reforma? Pergunta a vendedora da So
Arte, Ana Lucia Andrade, 43 anos, com os olhos arregalados,
no querendo ouvir uma noticia ruim. Por la,
os pivetes tiram o sossego de moradores, lojistas e turistas.
A presen PM da uma certa
tranquilidade, argumenta vendedor,
Artesanato do Porto, Elton Macedo, 25
anos, que reclama da ausencia dos homens fardados,
principalmente



<div>
Traficantes metralham modulo em
Engomadeira</div>

<div>
o
uma das mais prejudicadas e a comunidade da
Engomadeira. O modulo foi metralhado por traficantes, como
informa a populao. Ninguem se atreve ser
identificado temendo retaliao. A unidade, que
deveria ser ponto de referencia para segurana, abriga
moradores de rua, viciados e figuras nada ilustres. Baixa do
Nano algumas das
invases que circundam aquele bairro. Os motoristas que
fazem ponto no Largo da Engomadeira confessam temer o turno
noturno. E bem dificil trabalhar aqui
diz um deles, sussurrando que nem policial tem coragem de
ficar.
Seu Dodo, como Apolonio
Francisco Duarte , 64 anos, gosta de ser chamado, tem um
comercio no largo. Acha que o modulo traria mais
tranquilidade a todos, ja que no bairro tem
pessoas de todo tipo e ante qualquer alterao a
policia estaria pronta para intervir.
Na Rua Numa Pompilho Bittencourt, Loteamento Jardim
Brasilia, em Pernambues, a calmaria do lugar esconde
a efervescencia de sua vizinhana. Temos todo
reflexo da Invaso Saramandaia e Baixa do Manu e um
modulo policial e necessario conversa o
administrador Eduardo Azevedo, 34 anos. Vizinho da unidade policial
desativada ele conta que os moradores se reuniram e cotizaram a
reconstruo
adiantou muito, ja que serve apenas para policiais tirarem
uma soneca vez em quando.
O modulo da Palestina inexiste, e os moradores
confirmam que o trafico de drogas preocupa e a vida agitada
dos vizinhos alojados nas invaso e
Santo Inacio chega a preocupar.
Em Sussuarana Velha apenas uma lampada acesa
as 16 hora , uma mochila e uma velha Biblia, mostram
que alguem esteve naquele modulo e gosta de
desperdiar energia.
o Marcos uma
construo antiga com janelas pequenas, sem qualquer
visibilidade e portas fechadas, confirma a
desativao, mesmo que a comunidade insista na
necessidade e continuidade deste servio. Em Novo Marotinho
o cenario se repete. Instalado defronte a Escola
Municipal Novo Marotinho, apenas um carro estacionado na entrada
lateral da indicio de que alguem esteve por
ali. No computo geral, todos querem apenas policiamento,
segurana e tranquilidade.



<div>
No Imbui, populao vive com
medo de assaltos</div>

<div>
; Cinquenta mil moradores e um modulo depredado,
ineficaz. Saidinhas bancarias, roubo de carros,
assaltos a agencias bancarias e caixas
eletronicos viraram rotina no Imbui. Na manh
de quarta-feira, por exemplo, uma loja de joias foi invadida
e saqueada. E nada de policia. Instalado na Praa
Nossa Senhora Aparecida, o equipamento de segurana
n
rotularam como propaganda enganosa.
o esta ainda desativado, mas e
como se n comenta um dos moradores mais
antigos daquela area, o aposentado Glardistone Santos, 75
anos. Quando a populao precisa de socorro, os
policiais que eventualmente estiverem no local dizem que no
podem abandonar o posto, sob pena de ver o modulo invadido
por marginais. E a propria policia
encurralada, com medo dos bandidos. Gritos, choros,
palavr sentimentos correlatos os
policiais ja cansaram de ouvir. Por
determinaes superiores, nada podem fazer.
Apenas preservam o patrimonio totalmente
danificado. As portas nunca foram trocadas ao longo dos
ultimos anos. Tapeao de conserto
ja fizeram aos montes, mas o que se precisa, nada foi
realizado diz um dos policiais que na tarde do ultimo
dia 25, jogava conversa fora com o parceiro de turno,
para matar o tempo. Tal e qual a porta do
sanitario o colete a prova de bala esta ali
ha quase duas decadas. Trocam apenas a
capa, diz o policial mais velho que prefere o anonimato. Por
la ses em
duplas, por 12 horas. O patrimonio que preservam
e um monte de quinquilharias, Radio UHF, mesa de
madeira comida pelos cupins, revolveres calibre 38 e
munio. Apenas o bebedouro e novo, e a
agua e bancada pelos proprios militares
que trabalham no local.
O futuro do modulo ninguem sabe, mas a
comunidade quer e policiamento. No interessa manter
uma estrutura sem qualquer condio de uso.
Estamos entregues as escopetas e metralhadoras dos
bandidos. Violencia ao meio-dia e normal,
relata uma moradora, quefoi assaltada dentro de um
salo,
levaram dinheiro, pertences e documentos. No modulo nada
puderam fazer, porque no tinham viaturas, e a ordem era
para ficar ali.Esse e o nosso dia-a- dia. Para
comprovar o fato, apresenta uma ocorrencia com os
detalhes.
o nas ruas do
bairro. Sentados em cadeiras doadas pela comunidade e comerciantes
gastam o tempo vendo televiso, tomando conta de nada.
S
faculdades. E a cidadania, onde fica? Nosso direito de
ir e vir com segurana esta maquiado,
sentencia o aposentado Glardistone Santos, sentindo-se aviltado.
No ve merito em pagar em dia o imposto ou
cumprir os deveres de cidado .</div>
</div>
</div>
				</div>			</content>			<id>http://predadoranimal.spaceblog.com.br/118108/PM-fecha-13-m-dulos-em-bairros-violentos/</id>			<link href="http://predadoranimal.spaceblog.com.br/118108/PM-fecha-13-m-dulos-em-bairros-violentos/" />			<author>				<name>predadoranimal</name>				<uri>http://predadoranimal.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-04-04T14:29:31+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Governo ignora policiais e aprova reajuste</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O governo usou ontem os
instrumentos que pode para enfraquecer o movimento dos
policiais militares, que ameaam seguir o exemplo dos
policiais civis e entrar em greve contra a proposta de reajuste
salarial linear de 4,46% oferecida pelo Executivo ao funcionalismo
publico. Um deles foi o de apelar para oficiais da PM, que
se pronunciaram contra a greve. Mas o mais forte instrumento foi o
de antecipar a votao dos dois projetos de lei que
regulamentavam o aumento, aprovado pelos deputados por volta das
22h, pelo placar de 37 votos a favor e 11 contra.</p>
<p></p>
<p>Os policiais civis  leia-se
agentes, escrives, peritos e legistas  decidiram
manter a greve, mesmo com a aprovao dos projetos,
que agora seguem para sano do governador Jaques
Wagner.
Apesar da obstruo de quase dez horas da
oposio, que queria um reajuste linear de 9,21%,
como defendiam os policiais civis e militares, o governo no
teve dificuldades para aprovar os projetos, pois tem ampla maioria
na Assembleia. Apenas um governista votou contra a proposta:
o deputado Tadeu Fernandes (PSB), um dos representantes dos
trabalhadores da segurana publica na Casa. O outro
representante, deputado Fabio Santana (PMDB), no
compareceu a votao.</p>
<p></p>
<p>Alem de votar contra o
governo, Tadeu Fernandes fez um discurso duro contra a proposta de
reajuste. Ele afirmou que no poderia votar contra a
propria consciencia. Os oposicionistas tambem
fizeram discursos duros, na presena de policiais
civis e militares que compareceram a sesso e vaiaram
os governistas, acusando o governo de mentir para os servidores ao
no conceder um aumento de 9,21%. Disseram, inclusive, que a
vota de abril,
tinha carater simbolico, em
funo da passagem do Dia da Mentira.</p>
<p></p>
<p>Experientes - Para votar os dois
projetos  um que tratava especificamente dos servidores da
educao e o outro dos demais trabalhadores ,
o governo usou de expedientes regimentais como o de derrubar
sesso e o de
impedir que parlamentares da base governista usassem a tribuna para
discursar. A oposio, por sua vez, tentou em
vo, atraves de
pedidos de verificao de quorum, e com discursos
inflamados pelos policiais presentes. O presidente da
Assembleia, Marcelo Nilo (PSDB), chegou a ameaar
expulsar os manifestantes das galerias da Casa por conta do
barulho. Os manifestantes aplaudiam os oposicionistas e davam as
costas para os governistas.</p>
<p></p>
<p>A oposio
tambem apresentou emendas aos projetos, relatados pelo
deputado Paulo Camera (PTB). Uma delas elevava o valor do
reajuste para 9,21%, mesmo percentual de aumento concedido pelo
governo federal ao salario minimo  o aumento
de 4,46% oferecido pelo Executivo baiano corresponde apenas
as perdas inflacionarias do ano passado. A emenda foi
rejeitada pelo relator. A bancada da minoria alegou que o governo
tem dinheiro em caixa para conceder um aumento maior, por conta do
superavit de cerca de R$700 milhes anunciados pela
Secretaria da Fazenda.</p>
<p></p>
<p>Outra emenda apresentada, e
rejeitada, foi a do deputado Tadeu Fernandes, que obrigava o
governo a conceder o mesmo percentual de reajuste para as
gratificaes do funcionalismo publico. Desde
1997 existe a vinculao entre o salario base
e as gratificaes, regra extinta pelo governo Wagner
este ano. Alem dos servidores da segurana
publica, varias categorias, a exemplo dos auditores
fiscais, ja criticaram a atual administrao
por conta do fim da vinculao. Eles alegam que, para
garantir que nenhum servidor ganhara abaixo do
salario minimo, a atual administrao
simplesmente tirou recursos das gratificaes e
incorporou aos vencimentos bases, fazendo uma
maquiagem.</p>
<p></p>
<p>***</p>
<p></p>
<p>Categoria faz presso na
Assembleia</p>
<p></p>
<p>Carmen Azevedo</p>
<p></p>
<p>Faixas e um apitao
estridente tomaram conta da entrada da Assembleia
Legislativa da Bahia (ALB), no CAB, no inicio da tarde de
ontem. Mais de uma centena de policiais civis e militares
adentraram o predio em direo ao
plenario onde estava prevista a votao da
proposta de reajuste salarial dos servidores publicos. O
clima entre a categoria foi esquentando na medida em que os
servidores souberam que a proposta poderia ser votada ontem mesmo,
como de fato aconteceu, e os animos se acirraram ainda mais
no inicio da noite. So apos as 20h os
policiais deixaram o predio da Assembleia em
repudio ao inicio da votao.</p>
<p></p>
<p>O movimento da Policia
Militar (PM) ficou enfraquecido. PMs que preservaram sua identidade
informaram que o comando geral da corporao havia
ordenado a lideres sindicais que deixassem o local e
evitassem os protestos sob pena de sofrerem punies.
O comando geral nega o fato. Na sexta-feira, a PM volta a se reunir
em assembleia na Associao dos Subtenentes e
Sargentos da Policia Militar, nos Barris, para definir os
proximos passos do movimento.</p>
<p></p>
<p>Ainda na tarde de ontem, cerca de
40 representantes dos dois grupos acompanharam os trabalhos no
plenario. Enquanto os pronunciamentos de parlamentares, da
oposio e do governo, se alternavam, eles davam as
costas em desacordo ou aplaudiam os discursos. Enquanto isso,
outros agentes da Policia Civil e PMs tentavam ingressar no
recinto, mas foram impedidos pelo policiamento da Casa Legislativa.
Do lado de fora, o apitao continuava.</p>
<p></p>
<p>Com o transcorrer da tarde, foram
mais de dez reunies entre sindicalistas e parlamentares.
Distribuidos na Galeria dos Ex-Presidentes, o movimento
parecia fragmentado. Segundo militares, policiais da
Associaas da Policia
Militar (APPM) e Sociedade Beneficente de Subtenentes e Sargentos
(SBSS-PM) foram deixando o local seguindo a ordem do comando geral
da PM. Um dos PMs reforou que lideres de
associaes mais representativas da categoria
estariam receosos com possiveis medidas de
retaliao do comando.</p>
<p></p>
<p>A possibilidade de
paralisao da PM foi acirrada anteontem quando os
prao
tartaruga. A deciso foi tomada em assembleia
realizada na Associao dos Subtenentes e Sargentos
da Policia Militar da Bahia, nos Barris. A medida foi
adotada sem a aprovao dos oficiais,
responsaveis pelo comando.</p>
<p></p>
<p>Precipitao -
Algumas associaes de policiais militares
consideraram o estado de greve precipitado, antes da
aprovao do projeto de reajuste. A
afirmao e de Geraldo Pereira, presidente da
Associao de Sargentos de Ilheus (com cerca
de 300 integrantes). O diretor juridico da
Associao de Policiais de Jequie e
Regio (Aspojer), soldado Deyvison Batista, disse que o
radicalismo do movimento so prejudica a
populao.</p>
<p></p>
<p>A exemplo dos policiais civis, os
PMs reivindicam indice de 9,21%. Na Bahia, existem 27 mil
PMs, sendo 14 mil em Salvador. Os numeros incluem os
bombeiros. Segundo os manifestantes, ha um deficit de
17 mil homens no estado. A ultima greve da Policia
Militar foi realizada em julho de 2001.</p>
<p></p>
<p>***</p>
<p></p>
<p>Secretario defende
percentuais</p>
<p></p>
<p>Em defesa da proposta de reajuste
para o funcionalismo publico, o governo baiano alega que os
percentuais aplicados aos servidores com nivel superior na
area da Segurana Publica variam de 17% a 25%.
O governo admite, portanto, que houve uma politica de
valorizao dos funcionarios com nivel
superior, como os delegados da Policia Civil e oficiais da
PM, o que gerou criticas por parte das demais categorias do
setor, que cobraram igualdade.</p>
<p></p>
<p>O governo alega que, ano passado,
as carreiras de nivel medio, como agentes,
escrives e peritos da Policia Civil e os
praas da PM tiveram aumentos entre 11% a 17,28%.
Superiores, portanto, aos 4,5% concedidos aos oficiais da PM,
delegados e peritos de nivel superior da Policia
Civil naquele ano. Neste ano, a deciso foi a de viabilizar
a recuperao salarial dos servidores de nivel
superior da segurana publica, aplicando reajustes
entre 17% e 25%. Somados os reajustes de 2007 e 2008, os
policiais acumularo ganhos consideraveis. Na PM, os
praas acumulam aumento de 20% a 23%. Para os oficiais, os
ganhos acumulados sero de 24,38% a 26%. Na Policia
Civil, os agentes, escrives e peritos tecnicos
somaro, em outubro proximo, aumento de
20,12%, disse o secretario da
Administrao, Manoel Vitorio.</p>
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