<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://pinkada.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://pinkada.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[pinkada da kbç]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://pinkada.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-03-04T17:19:41+01:00</updated>		<entry>			<title>Seis erros que cometemos em casa e que trazem grandes prejuízos à nossa saúde</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Leonardo Vitorino:
Especializado em Saúde Pública e em Marketing pela Fundação Getúlio
Vargas (FGV) e em Engenharia da Qualidade pela Universidade de São
Paulo (USP), Roberto Figueiredo, autor de diversos livros que
tratam sobre os perigos dos alimentos contaminados dá dicas sobre
cuidados que devemos tomar no nosso dia-a-dia.

Confira:

<strong>1. Carne debaixo da torneira</strong>
Erro: A água fará com que as bactérias penetrem mais ainda,
aumentando o risco de contaminação. Além disso, a carne tende a
ficar esbranquiçada, perdendo os nutrientes. Debaixo da torneira,
só peixes, para retirar as escamas e a barrigada.

<strong>2. Muito detergente na esponja</strong>
Erro: É comum encharcarmos a esponja com detergente líquido, o que
é um erro. Como normalmente não é possível usar todo o detergente
que ficou preso na esponja, o resto é sempre usado na próxima
lavagem. Aí está o grande problema. Além do detergente, também fica
acumulado resto de alimentos, que podem no futuro trazer problemas
à saúde.
Para se ter uma idéia, apenas oito gotas de detergente já são
suficientes, para um litro de água.

<strong>3. Tábua de carne de madeira</strong>
Erro: Boa parte das donas de casa utilizam tábua de carne de
madeira. Grande erro! Na tábua de madeira as bactérias encontram o
ambiente ideal para se proliferar. Procure sempre usar tábuas de
plástico.

<strong>4. Recipientes na geladeira, só destampado</strong>
Erro: Naturalmente quando colocamos um alimento na geladeira,
costumamos fazê-lo em um recipiente fechado. O problema está no
fato de quê vai demorar mais tempo para resfriar o alimento,
fazendo com que as bactérias tenham tempo suficiente para fazer a
festa! O ideal é colocar tudo destampado e só depois de mais ou
menos duas horas tampar.

<strong>5. Leite condensado guardado na lata, nunca!</strong>
Erro: Quase todo mundo guarda a lata de leite condensado na
geladeira, depois de aberta. O ideal é guardar o restante em um
recipiente de plástico ou vidro, e sempre servir com uma colher. Os
dois furinhos feitos na lata só servem para fazer com que, em um
deles, entrem diversas bactérias.

<strong>6. Formigas são pequenas, mas não devem ser
ignoradas</strong>
Erro: Consumir doces que foram atacados por formigas. As formigas
são consideradas até maiores agentes transmissores de bactérias que
a barata, pois ela consome os restos mortais dos insetos, além de
passear por todos os cantos sujos da casa. Doce com formiga deve
ser jogado fora.</p>

<p>Galera, estou tendo
problemas com o Blog e nem sei se esse post vai pro ar...
Assim que tudo se normalizar respondo aos comentários e visito seu
blog ok? Tenham paciência... please!
</p>
				</div>			</content>			<id>http://pinkada.spaceblog.com.br/312594/Seis-erros-que-cometemos-em-casa-e-que-trazem-grandes-preju-zos-nossa-sa-de/</id>			<link href="http://pinkada.spaceblog.com.br/312594/Seis-erros-que-cometemos-em-casa-e-que-trazem-grandes-preju-zos-nossa-sa-de/" />			<author>				<name>pinkada</name>				<uri>http://pinkada.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-03-04T17:19:31+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Pilar teve alta</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>!Foto de Pilar vestida de Madona para uma festa à
fantasia)

Amigos,

Estou aqui para noticiar que a Pilar teve alta e já está em
casa.
Ainda tem dificuldades em falar algumas palavras e também para
andar pois sua perna direita ainda está debilitada.

Agora está fazendo fisioterapia e fono para reverter totalmente o
quadro.
E eu, claro, não tenho dúvida da sua recuperação. Obrigada Senhor
por atender nossas orações.

Hoje vou até sua casa para visita-la e já estou carregada de
presentes, cartas, lembrancinhas, beijos, abraços, carinhos que
todos mandaram.

Obrigada a todos que oraram juntamente comigo em favor da Pilar.
Nossas orações foram eficazes.

Bom final de semana pra vocês...
...o meu já está sendo ótimo por essa grande notícia!</p>
				</div>			</content>			<id>http://pinkada.spaceblog.com.br/309297/Pilar-teve-alta/</id>			<link href="http://pinkada.spaceblog.com.br/309297/Pilar-teve-alta/" />			<author>				<name>pinkada</name>				<uri>http://pinkada.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-02-27T16:45:30+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Voltando de um feriado e tanto...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>Amigos,

Como prometido aqui vai:</div>
<div><strong>A IDA:</strong>
Sai dotrabalho para a Rodoviária Novo Rio na sexta-feira para
encontrar com meu marido. A rodoviária estava um verdadeiro inferno
mas, tudo bem... feriado... normal ter o "crowd"
O horário do nosso ônibus era 16:15.
(Só pra lembrar, não consegui passagem em poltronas juntas. Ou
seja: teríamos de contar com a boa vontade de alguém trocar de
lugar pra ficar juntinho...)
Às 15:55, passamos para o lado do embarque que, por sinal, estava
lotado. Tranquilo...
Ficamos sabendo que o ônibus de 15:30 ainda nem havia chegado!
Resolvemos sentar em cima das malas, pranchas, etc porque a espera
seria longa.
Finalmente, às 17h. nosso ônibus chegou.
Imagina a confusão né... não entendo porque a galera sai correndo
pra pegar um ônubus onde os assentos são marcados!!! Esperamos os
apressados se adiantarem e fomos embarcar.
Chegando dentro do ônibus, tinha um casal sentado (inclusive) na
poltrona que meu marido ou eu poderiamos sentar (ou seja: nada de
trocar de lugar) mas eles estavam no ônibus errado.
O casal "pensou" que aquele era o de 17:15h! Caramba... com aquele
engarrafamento todo, eles acharam que o ônibus deles chegou 15
minutos antes!!!
Bom, eles sairam e nós sentamos juntinhos... bom isso!
Viagem tranquila, chegamos em Conceição de Jacareí (um vilarejo de
Mangaratiba) muito bem, meu pai nos esperava na parada. Fomos para
casa de papai pra descansar e começar a maratona no dia
seguinte.
<p><strong>A
ESTADA:</strong><span>
</span>Nossa estada em Conceição de Jacareí foi muito boa. Meu pai
simplesmente não nos deixava gastar dinheiro com nada. Queriamos
ajudar de alguma forma e meu pai ainda me dava bronca. Resolvi
ficar na minha e aceitar... afinal, quando fossemos pra Ilha Grande
a gente ia gastar mesmo.
Passamos o primeiro dia por lá mesmo, fazendo companhia pro "velho"
e conhecendo a cidade, suas cachoeiras e praias. Entramos em
contato com alguns locais para saber a melhor forma (e mais barata
também) de ir para Ilha Grande.
No dia seguinte, depois de todas as dicas dos locais, partimos para
Ilha Grande no saveiro Andréa pagando a bagatela de R$15,00 por
pessoa! O primeiro barqueiro que tinhamos contactado nos cobrou
R$200,00!!
Chegando na IIlha Grande, pegamos um outro barco - Athos - para
Pouso (próximo a Palmas) também pela bagatela de R$20,00 ida e
volta por pessoa e fizemos uma trilha até chegar em Lopes
Mendes.
Mas não era uma trilha qualquer... muitos ficaram pelo
caminho... muitos paravam a toda hora...
Os barqueiros nos avisaram que a trilha era feita em 40 minutos!
Imagina só... 40 minutos... batemos o record então...rs... fizemos
em 20 minutos! Isso no pic, com pranchas, mochila com filmadora,
câmera fotográfica, câmera à prova d'água, equipamentos para
mergulho (sem cilindros... não exageramos), bolsa térmica com muita
água, sucos e sanduíches (a própria farofa!!!) e muita
disposição...rs...
A triçha, amigos, sem exagero algum é punk. Só de
ladeira tem 15 minutos... o resto você curte descendo...rs...
Mas quando descemos em Lopes Mendes e nos deparamos com aquele
cenário de Lagoa Azul foi incrível. O mar estava pequeno. Meio
metro no máximo mas perfeito... Das pedras abria uma direita não
muito extensa mas de parede lisa e transparente.
Tivemos um encontro com uma tartaruga que parecia exausta... perto
das pedras o mar parecia convidar ao mergulho só pra mostrar a
diversidade que escondia.
Um verdadeiro espetáculo.
Voltamos no fim do dia pra embarcar no Athos novamente e voltar com
o Saveiro Andréa para Conceição.
Pegamos a mesma trilha na volta e conseguimos o mesmo tempo da ida:
20 minutos.
Nos outros dias, resolvemos ficar por Conceição pra não deixar meu
pai sozinho.
Passeamos pelas cachoeiras e bocas de rios pra ver se
rolava um surf... coisa de marido fanático...rs...
De noite a gente dava um role pela cidade e vi que a
galera gosta mesmo é de funk né.... ô ritimozinho esse... chegamos
a filmar uma galerinha fazendo uns passinhos estranhos mas
engraçados...rs... A única conclusão que cheguei ouvindo esses
funks de hoje é que antigamente a mulher só descia, subia e dava
uma rodada porque estava descontrolada mas hoje o buraco é mais
embaixo... e bota baixo nisso! É tanto palavrão que de princesa,
passou a cachorra e agora é não sei nem mais o que. E todo mundo
parece se divertir com isso. Vai entender!
Enfim, voltaríamos na quarta-feira mesmo porque hoje eu
trabalho.

<strong>A VOLTA:</strong>Com malas, pranchas e passagem
(comprada adiantada na Rodoviária Novo Rio) em mãos fomos para a
estrada onde o ônibus passaria.
Meu pai com medo de o ônibus não parar e eu com medo de que o
motorista não querer abrir o bagageiro para colocar aquilo tudo.
Meu marido? Tranquilão... ele tinha surfado...rs...
Veio o ônibus e o motorista, assim que abriu a porta: - Vocês já
tem passagem né? Porque o ônibus já está lotado!
Dei boa tarde pra ele também e perguntei se poderia abrir o
bagageiro.
- Não dá não... ninguém te disse isso não?! (essa foi a
resposta).
- Tudo bem, então espera um pouco que vamos acomodar as bagagens no
corredor.
Subimos e então falei pro meu marido: - Poltronas 27 e 28
amor.
O que aconteceu??? Tinha uma mulher sentada na 27.
Paramos com toda aquela bagagem no meio do corredor e começou o
dilema:
- Poltronas 27 e 28 amor, repeti.
- Eu sei, são essas. Mas tem gente.
- É essa aqui??? Perguntou a mulher que estava sentada
- Sim, respondeu meu marido.
A mulher pegou sua passagem e disse  Aqui não tem dizendo o
lugar.
- Mas a nossa tem lugar marcado, 27 e 28. eu disse.
- E eu vou onde? Perguntou a mulher
- Não sei querida (quando uso esse querida já estou irritada), tem
lugar vago em outras poltronas. Aqui, por exemplo (apontando pro
lado, poltrona do corredor) está vaga.
- Mas eu vou no corredor? Eu quero ir na janela!
Gente... ali eu pude comprovar que definitivamente consegui ter
domínio próprio porque a minha vontade foi de voar em cima dela e
falar: rapa fora daí logo!...rs...
- Amor, segura a mochila por favor.
Dei a mochila pro meu marido, fui até o motorista e relatei o caso.
O motorista parou no acostamento e foi até a cena do crime.
- Por favor né... eu te embarquei sem problemas, deixei você viajar
aqui mas disse que era pra ir pro final do ônibus e agora está
causando problemas... levanta logo e vai lá pra trás.
Conclusão: o motorista embarcou uma pessoa sem pagar passagem
(estava dando carona) e a garota ainda tava botando banca de certa
pra cima da gente.
Ficou feio pra ela que teve de levantar e ir pro fundo do ônibus e
todo mundo rindo e dizendo bem feito.
Meu marido ainda me disse:
- Quando você foi falar com o motorista eu ainda tentei argumentar
com ela dizendo que a gente tinha comprado a passagem
antecipadamente para evitar esse tipo de transtorno, que a passagem
dela não tinha lugar marcado, etc. mas ela só respondeu que não
levantaria e que se você tivesse pedido com educação...
Mas agora vejam vocês. Não fui grossa com a garota, não voei pra
cima dela e ela ainda vem com essa de pedir com educação... como
diria meu marido: ora mas rapaz...rs...
Seguimos viagem tranquilamente em nossas poltronas enquanto a
educada seguiu no corredor no final do ônibus porque
todas as poltronas das janelas estavam ocupadas.
E na hora de descer, ela ainda passou, olhou pra mim e virou a
cara.
Eu mereço!</p>
</div>
				</div>			</content>			<id>http://pinkada.spaceblog.com.br/308530/Voltando-de-um-feriado-e-tanto/</id>			<link href="http://pinkada.spaceblog.com.br/308530/Voltando-de-um-feriado-e-tanto/" />			<author>				<name>pinkada</name>				<uri>http://pinkada.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-02-26T12:49:39+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Feriadão chegando...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Quero</strong> estar
ligada
numa <strong>conexão</strong> rápida
a <strong>milhões</strong> de bytes por segundo
Eu, você, o <strong>mundo</strong>,
via web ou estrada de <strong>terra</strong>,
num esforço <strong>sem fronteiras</strong>.
E que parta como um <strong>grito</strong>:
das <strong>origens</strong> mais
profundas
em <strong>direção</strong> à tribo
distante,
localizada no <strong>extremo</strong>
sul
daquilo que eu <strong>acredito</strong>.</p>
<p>Galera,

Sinto dizer que vou me ausentar por mais uns dias mas não por
problemas de saúde (ainda bem).
É que, como não "pulo" carnaval, vou viajar com o maridão pra Ilha
Grande.
partimos hoje, já que saio 14h do meu bentido e amado
trabalho.
Depois conto como foi!

Bjuxxx e bom feriadão a todos!

(Texto extraído da embalagem do Shampoo Sempre Bela, sem
autoria)</p>
				</div>			</content>			<id>http://pinkada.spaceblog.com.br/304583/Feriad-o-chegando/</id>			<link href="http://pinkada.spaceblog.com.br/304583/Feriad-o-chegando/" />			<author>				<name>pinkada</name>				<uri>http://pinkada.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-02-20T12:21:25+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Você é Hands On? (Max Gehringer)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento
Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais.

E a empresa exigia que os interessados possuíssem - sem contar a
formação superior, liderança, criatividade, energia, ambição,
conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse
tudo isso, ainda fossem HANDS ON.

Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que
possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um
assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é
quase o paradigma dos anúncios de emprego.

A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada
vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser
admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as
agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do
efeito pitico....

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros
candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser
admitida como gestora de atendimento interno...

E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da
Contabilidade.

Seu Borges: -- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: -- In a hurry!
Seu Borges: -- Saúde.
Fabiana: -- Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que
eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que
a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala
português?
Seu Borges: -- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as
cópias?
Fabiana: -- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório?
Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: -- Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: -- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha
criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal
visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: -- Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana: -- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma
auxiliar.
Seu Borges: -- Como assim?
Fabiana: -- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E
considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: -- Olha, neste momento, eu só preciso das três
cópias.
Fabiana: -- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu
futuro...
Seu Borges: -- Futuro? Que futuro?
Fabiana: -- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou
aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: -- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me
aconteceu nada!
Fabiana: -- Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: -- Hã?
Fabiana: -- Hands on....Mão na massa.
Seu Borges: -- Claro que sou!
Fabiana: -- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com
licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades.
Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas
facções:
1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas
porque não têm as qualificações requeridas.
2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são
admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos
anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo,
a função não precisava delas.

Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no
longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário
poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez
maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha.
Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas
ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria
nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um
grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e
no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do
advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista,
o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto
falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava
fazendo pós-graduação... só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando
destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de
bicicleta.

Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero.
Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para
funcionar.

Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.- Aquele
ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as
Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS
NÃO DE IMPRESSIONAR.</p>
				</div>			</content>			<id>http://pinkada.spaceblog.com.br/304499/Voc-Hands-On-Max-Gehringer/</id>			<link href="http://pinkada.spaceblog.com.br/304499/Voc-Hands-On-Max-Gehringer/" />			<author>				<name>pinkada</name>				<uri>http://pinkada.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-02-19T14:21:22+01:00</updated>		</entry></feed>