<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://mjfs.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://mjfs.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[PORTO CIDADE INVICTA]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://mjfs.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-03-20T18:21:23+01:00</updated>		<entry>			<title>Pelourinho de Ovelha do Marão  Amarante - Porto</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				
<p><em>A antiga honra de Ovelha
integrava a localidade medieval de Santa Maria de Bobadela, depois
conhecida como Ovelha do Marão, ou Ovelhinha, hoje constituindo a
freguesia de Aboadela. Foi uma das poucas beetrias do reino. Teve
foral dado por D. Sancho I, em 1196, e foral novo de D. Manuel, em
1514. Conserva ainda um pelourinho, muito singelo, seguramente
posterior à outorga de foral manuelino, ainda que de datação
incerta.</em></p>
<p><em>O pelourinho levanta-se num
pequeno largo da freguesia, sobre plataforma de quatro (ou cinco)
degraus quadrangulares, toscamente aparelhados, que ficam abaixo da
cota do caminho empedrado à beira do qual se situam. A coluna é
composta por grossa base circular e fuste cilíndrico e liso. Este é
rematado por capitel constituído por uma peça tronco-cilíndrica,
encimada por ábaco em tabuleiro, formado por três molduras
quadradas crescentes. No topo assenta uma pirâmide de secção
quadrangular, de bom tamanho. A singeleza do conjunto não permite
datação muito rigorosa, mas é provável que se trate de um
pelourinho seiscentista.</em></p>
<p>
Texto: Sílvia Leite -
IPPAR</p>
<p>Outros Links:</p>
<ul>
<li>monumentos.pt</li>
</ul>
				</div>			</content>			<id>http://mjfs.spaceblog.com.br/320972/Pelourinho-de-Ovelha-do-Mar-o-Amarante-Porto/</id>			<link href="http://mjfs.spaceblog.com.br/320972/Pelourinho-de-Ovelha-do-Mar-o-Amarante-Porto/" />			<author>				<name>mjfs</name>				<uri>http://mjfs.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-03-20T18:21:10+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Fonte do Ouro - Lordelo do Ouro - Porto</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				
<p><strong>Designação</strong></p>
<p>Fonte do Ouro</p>
<p><strong>Localização</strong></p>
<p>Porto, Porto, Lordelo do Ouro</p>
<p><strong>Acesso</strong></p>
<p>R. do Ouro</p>
<p><strong>Enquadramento</strong></p>
<p>Urbano, adossado a muro de suporte da Cç. do
Ouro, em aparelho irregular de granito. A O., também adossada ao
muro, escadaria de dois lanços, de granito com guarda de ferro, de
acesso à mesma calçada. Implanta-se na rua marginal do Douro,
desenvolvendo-se a N., na Cç. do Ouro, largo arborizado, de forte
pendente. Na proximidade, localiza-se um urinol de
ferro.</p>
<p><strong>Descrição</strong></p>
<p>Fonte com espaldar voltado a S., enquadrado por
pilastras nos extremos e corpo central quadrangular destacado,
coroado por cornija contínua saliente do muro envolvente. Espaldar
em aparelho regular de granito, apresentando no corpo central, bica
partindo de um suporte semicircular, encimada por inscrição gravada
"Fonte do Ouro". Em cada um dos panos laterais, bica semiesférica.
Ao espaldar adossa-se tanque rectangular de bordo recto revestido a
chapa de ferro, possuindo nos extremos, sob as bicas laterais, dois
suportes constituídos por arcos de ferro paralelos para colocação
de vasilhas.</p>
<p><strong>Descrição
Complementar</strong></p>
<p>INSCRIÇÃO: No muro de suporte, a que se adossa
inscrição gravada "Restaurada em 1940".</p>
<p><strong>Utilização:</strong></p>
<p>Equipamento: Fonte</p>
<p><strong>Época Construção</strong></p>
<p>Séc. 19 (conjectural)</p>
<p><strong>Tipologia</strong></p>
<p>Arquitectura civil de equipamento, neoclássica.
Fonte de espaldar, delimitado por pilastras, com parte central
quadrangular avançada, coroamento em cornija destacada, três bicas
simples e tanque rectangular adossado. Apresenta uma composição
clássica, com eixo de simetria e formas geométricas
simples.</p>
<p><strong>Características
Particulares</strong></p>
<p>Apresenta inscrição gravada que permite a sua
identificação e data também gravada alusiva à data de
restauro.</p>
<p><strong>Dados Técnicos</strong></p>
<p>Estrutura autoportante.</p>
<p><strong>Materiais</strong></p>
<p>Granito no espaldar, bicas e tanque; cobre nas
bicas.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>PACHECO, Helder, Porto, Lisboa, 1984; SILVA,
Germano da, Fontes e Chafarizes do Porto, Porto, 2000.</p>
<p><strong>Documentação
Fotográfica</strong></p>
<p>DGEMN: DSID</p>
<p><strong>Intervenção Realizada</strong></p>
<p>CMP: 1940 - Restauro da fonte.</p>
<p><strong>Observações</strong></p>
<p>Primitivamente, a fonte era abastecida por água
que nascia ao cimo da Calçada do Ouro, sendo a mina por onde corria
a água conhecida por Mina do Ouro ou da Cardosa.</p>
<p>Autor e Data - Isabel Sereno
1996 / Patrícia Costa 2005  IPA/DGEMN</p>

<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://mjfs.spaceblog.com.br/311855/Fonte-do-Ouro-Lordelo-do-Ouro-Porto/</id>			<link href="http://mjfs.spaceblog.com.br/311855/Fonte-do-Ouro-Lordelo-do-Ouro-Porto/" />			<author>				<name>mjfs</name>				<uri>http://mjfs.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-03-03T14:21:15+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Palacete do Visconde de Vilar de Allen - Lordelo do Ouro - Porto</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				
<p><em>Foi mandada construir, nos
últimos anos da década de 1920, pelo 3º Visconde de Villar d'Allen
para sua residência, coincidindo com uma época em que o Porto
assistia ao surgimento de uma série de palacetes, que imprimiram à
cidade uma marca burguesa. Com ligações à Casa Ramos Pinto (através
de laços matrimoniais e comerciais), Joaquim Ayres de Gouveia
Allen, engenheiro de formação e cônsul da Bélgica no Porto, é
definido como um "misto de aristocrata e capitalista". O projecto
para a sua casa de habitação foi concebido pelo arquitecto José
Marques da Silva (1869-1947).</em></p>
<p><em>Os primeiros desenhos estavam
concluídos em Abril de 1927, mas o casal Allen foi introduzindo
múltiplas alterações ao projecto inicial que, de forma genérica, se
prendiam com o hall de distribuição do espaço interno e com a
localização da capela, que se pretendia de acesso directo ao
exterior, sendo que todas estas questões acabaram por se reflectir
na própria concepção das fachadas, também sucessivamente alteradas.
Na sua Dissertação de Doutoramento, António Cardoso analisa este
programa, considerando o Petit Trianon, de Versalhes, como o modelo
principal da Casa Allen, numa escolha cuja responsabilidade imputa
ao encomendador, e da qual resultou uma "imagem mitigada e
adulterada de um Petit Trianon, agora portuense, numa linguagem
academizante e involutiva".</em></p>
<p><em>A planta estrutura-se em
torno do hall central, a que se acede através da fachada principal,
virada para a rua, e da fachada Sul, cuja monumentalidade acaba por
inverter a importância dos alçados, quase anulando o principal. A
capela abre-se no alçado Norte, que se articula em três corpos
diferenciados.</em></p>
<p><em>Ambas as fachadas, de
aparelho rusticado, caracterizam-se pela simetria na abertura dos
vãos, pelos remates em platibanda, que quase cobrem o telhado, e
pelos pórticos, numa linguagem de cariz neoclássico. De acordo com
António Cardoso, reside na concepção destes alçados, de leitura
equívoca em relação ao interior, uma das novidades do projecto: "a
suposta ambiguidade das fachadas significava, afinal, a sua visão
totalizadora, uma nova concepção do projecto, e uma nova forma de
abordagem". Os jardins, que aproveitam três frentes da casa,
distribuem-se da seguinte forma: na entrada e na área lateral Sul,
respeitam um esquema racional, e na zona posterior invocam a
influência inglesa.</em></p>
<p><em>Naturalmente, os projectos
para habitações particulares revestem-se de algumas pré
determinações, impostas pelos proprietários; facto de grande
significado para a análise e contextualização da obra. No que
respeita à Casa Allen encontramos vários destes particularismos e,
quer de um ponto de vista da integração do edifício no conjunto de
obras de Marques da Silva, quer num contexto da própria cidade, a
verdade é que o imóvel acaba por se salientar, reflectindo o gosto
do seu encomendador. De facto, os eclectismos, e neste caso, os de
sabor neoclássico, prolongaram-se, no nosso país, até à década de
1920 mas, de acordo com António Cardoso, a marca ecléctica e
neoclássica da Casa Allen constituiu uma expressão academizante no
conjunto da obra de Marques da Silva. Por outro lado, nestes anos
20, o imóvel é quase uma excepção na própria dinâmica de opções
arquitectónicas da cidade do Porto. Muito embora possamos encontrar
pontos de contacto com a Casa de Serralves, do mesmo autor, as
linhas art déco desta última assumem-se como um dos mais
significativos exemplos desta estética no nosso país, afastando-se
dos modelos da Casa Allen. Em todo o caso, não deixa de constituir
um importante marco arquitectónico e urbanístico da cidade do
Porto.</em></p>
<p><em>Mais recentemente, em 1991,
foi construída, nos seus jardins, a Casa das Artes, projecto do
Eduardo Souto Moura (com data de 1980). A qualidade desta
arquitectura, com as características fachadas cegas deste autor,
mas abrindo-se para a cidade com a fachada em vidro, a Norte,
mereceu a Souto Moura o Prémio Secil.</em></p>
<p>Fonte: (RC) /
IPPAR</p>
				</div>			</content>			<id>http://mjfs.spaceblog.com.br/299223/Palacete-do-Visconde-de-Vilar-de-Allen-Lordelo-do-Ouro-Porto/</id>			<link href="http://mjfs.spaceblog.com.br/299223/Palacete-do-Visconde-de-Vilar-de-Allen-Lordelo-do-Ouro-Porto/" />			<author>				<name>mjfs</name>				<uri>http://mjfs.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-02-13T13:22:04+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Monte do Castelo - Gaia - Porto</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				
<p><em>Em termos arqueológicos, Vila
Nova de Gaia cedo mereceu o interesse de curiosos e estudiosos, num
contexto oitocentista assaz propício à realização de escavações, em
pleno despertar europeu para a jovem ciência arqueológica, que teve
de igual modo entre nós uma expressão bastante promissora. Desde
José Leite de Vasconcellos (1858-1941), passando por António
Augusto Esteves Mendes Corrêa (1888-?) até Ricardo Severo da
Fonseca e Costa (1869-1940), foram vários os nomes de todos quantos
se dedicaram à investigação arqueológica da cidade e seu concelho
desde finais do século XIX até ao apogeu do Estado Novo, quando se
observou um certo declínio nos estudos entretanto realizados neste
âmbito tão específico da cultura portuguesa, em grande parte
decorrente da ausência do necessário investimento estatal ao seu
incremento generalizado. Esta situação seria, contudo,
ultrapassada, assistindo-se a um visível e amplo desenvolvimento da
investigação arqueológica conduzida ao longo das últimas três
décadas, durante as quais se tem vindo a conceder uma atenção muito
especial aos vestígios medievos da cidade de Vila Nova de Gaia, e,
mais propriamente, a toda a área ocupada pelo "Castelo de
Gaia".</em></p>
<p><em>A referência mais antiga de
que há conhecimento sobre o "Castelo" remonta a meados do século
XVI e é da lavra do conhecido cronista João de Barros (1496-1570),
para quem <strong>He tão antigo que dizem o fundou Caio Julio Cesar
e dahi tomou o nome</strong>, uma tradição, aliás, retomada dois
séculos depois, quando se referiu serem os muros do "Castelo"
fabrica do tempo, e uso Romano. Na verdade, estas alusões não
deverão surpreender, pois ilustram bem o contexto cultural vivido
nas duas centúrias, mesmo com duzentos anos a separá-las: enquanto
a Era de quinhentos revivia a Antiguidade Clássica através do seu
Renascimento, setecentos deslumbrava-se com a descoberta de sítios
tão paradigmáticos da cultura ocidental, como Pompeia, Herculano e
Estábia, enquanto se embrenhava no movimento
Neoclássico.</em></p>
<p><em>Entretanto, e apesar de as
estruturas se encontrarem bastante derrubadas e os materiais
fragmentados e misturados, as escavações realizadas na "Área do
Castelo de Gaia" (sobretudo a partir de 1983, sob orientação de
Armando Coelho Ferreira da Silva) permitiram, por um lado,
confirmar a sua ocupação durante o período romano e, por outro,
relançar a velha questão da localização de Cale e de um dos dois
Portucale. Além disso, as investigações trouxeram à luz do dia
vestígios (nomeadamente de cerâmica mamilar) daquele que terá sido
um povoado fortificado do Bronze Final (embora alguns materiais
pareçam indiciar uma anterior presença humana durante o Calcolítico
, com reutilizações datáveis do século I d. C. e Baixo Império
Romano, confirmadas, ademais, pela identificação de vários troços
de uma monumental muralha romana e recolha de uma vasta série de
fragmentos cerâmicos, sem que surgissem, contudo, os elementos
identificadores de um castelo medieval no seu
perímetro.</em></p>
<p><em>Foram, no entanto,
encontradas determinadas estruturas pétreas (algumas em negativo) e
elementos cerâmicos cronologicamente atribuíveis à Alta Idade
Média, Idade Média e Baixa Idade Média embora a grande
concentração de materiais pareça apontar para uma presença humana
mais constante no local entre os séculos V e VII. Mas, quanto ao
castelo medieval, propriamente dito, não será de afastar a hipótese
de as suas estruturas terem sido destruídas pela população durante
a crise de 1383-1385, como registou o cronista-mor do reino, Fernão
Lopes (1380 ?-1460?), na sua Crónica de D. João I.</em></p>
<p><em>Estamos, pois, em presença de
uma sobreposição de níveis ocupacionais com reutilização de
materiais, a atestar, no fundo, a importância estratégica do
local.</em></p>
<p><strong>Texto: A Martins /
IPPAR</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://mjfs.spaceblog.com.br/292820/Monte-do-Castelo-Gaia-Porto/</id>			<link href="http://mjfs.spaceblog.com.br/292820/Monte-do-Castelo-Gaia-Porto/" />			<author>				<name>mjfs</name>				<uri>http://mjfs.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-02-03T15:11:20+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Ponte D. Zameiro e Azenhas ou Ponte d'Ave - Macieira da Maia - Vila do Conde - Porto</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				
<p><em>A ponte de D. Zameiro é uma
das várias estruturas de passagem que existiram sobre o rio Ave ao
longo da História. A sua origem deve buscar-se à época romana,
apesar de a configuração actual não possuir qualquer indício de uma
cronologia tão recuada. Nessa altura, a ponte era parte integrante
da Via Veteris (designada, na Idade Média, por Karraria Antiqua),
uma estrada que, partindo do Porto, ligava à Maia e a Rates,
passando o rio Ave na ponte de D. Zameiro e o rio Este na ponte dos
Arcos.</em></p>
<p><em>A ponte que actualmente
existe é o produto de uma (re)construção da época medieval, com
grande probabilidade executada no século XII, uma vez que o
testamento de D. Fernando Martins, de 1185, já a refere, e outras
indicações da primeira metade do século XIII confirmam a sua
existência.</em></p>
<p><em>É uma estrutura de
apreciáveis dimensões mas heterogénea, composta por oito arcos de
volta perfeita, assimétricos entre si, existindo alguns de vão mais
amplo, cujo ponto de maior elevação é imediatamente abaixo do
tabuleiro, e outros de menores dimensões, sobressaindo a sua
abertura pouco acima do leito do rio. Entre eles, existem
talhamares a montante, de perfil triangular, e talhantes a jusante,
de secção quadrangular, elementos que desviam o curso das águas e
reforçam os pontos de apoio da ponte. O aparelho é regular e
revelador de uma relativa qualidade construtiva, dispondo-se em
fiadas horizontais, ainda que os silhares apresentem grandes
diferenças entre si. As aduelas dos arcos, pelo contrário, são
bastante homogéneas, de desenho fino e comprido, sendo mais um
elemento que comprova a qualidade da obra medieval.</em></p>
<p><em>O tabuleiro é ligeiramente
rampante, mas dominado pela horizontalidade, facto que pode ter
explicação na sua ascendência romana, que tão claramente se afasta
dos típicos duplos cavaletes das pontes medievais. É protegido por
guardas em cantaria, de silhares mais regulares que os do
enchimento, tendo o pavimento original sido substituído aquando do
recente restauro.</em></p>
<p><em>Apesar das obras de
consolidação e de desobstrução de arvoredo efectuadas na década de
90 do século XX, em 2001 deu-se a derrocada de um dos arcos, o que
obrigou a uma intervenção mais profunda. Os trabalhos então
executados foram praticamente integrais, reforçando-se todas as
juntas do aparelho com cimento, aplicando-se uma manta de asfalto
sobre o pavimento e reconstruindo-se a parte do arco em falta. Em
Outubro de 2003, findo o restauro, foi possível verificar a
radicalidade da intervenção, que "mascarou" o monumento com uma
capa de modernidade.</em></p>
<p><em>Ao longo dos tempos, esta
secção do rio Ave foi densamente ocupada e explorada pelas
populações, instalando-se, nas suas margens, diversos equipamentos,
de que são exemplo um açude, duas azenhas e um moinho. Estes
imóveis, cuja laboração aproveitava a existência da ponte para
permitir a passagem de pessoas e de bens, são de construção popular
e utilitária (por isso, mais vulneráveis à erosão do tempo), mas a
sua conservação impõe-se como testemunho de um outro tempo, em que
o rio foi fonte de rendimento e de sobrevivência, de atracção e de
fixação das populações que humanizaram esta
paisagem.</em></p>
<p>Texto: PAF /
IPPAR</p>
				</div>			</content>			<id>http://mjfs.spaceblog.com.br/284486/Ponte-D-Zameiro-e-Azenhas-ou-Ponte-d-Ave-Macieira-da-Maia-Vila-do-Conde-Porto/</id>			<link href="http://mjfs.spaceblog.com.br/284486/Ponte-D-Zameiro-e-Azenhas-ou-Ponte-d-Ave-Macieira-da-Maia-Vila-do-Conde-Porto/" />			<author>				<name>mjfs</name>				<uri>http://mjfs.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-01-21T12:32:48+01:00</updated>		</entry></feed>