<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://medicinananet.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://medicinananet.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Medicina na net!             nosso cantinho na net pra discutir sobre o curso.]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://medicinananet.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-08-09T06:26:29+02:00</updated>		<entry>			<title>Instinto médico</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>

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</p>
<p>Certas características são intrínsecas de
<em>médicos</em>. Quer dizer, aqueles que <em>nasceram</em> pra ser
médio, e não aqueles que estão na medicina por outro
motivo.<span></span> E essas características se manifestam
não só no cotidiano de trabalho como também nas horas em que não se
está trabalhando. Como eu disse é intrínseco, portanto se
manifestam em qualquer hora.</p>
<p>A primeira característica que ressalto é o
fato de o médico estar pronto pra socorrer qualquer pessoa quando
há uma situação de perigo, como por exemplo, acidentes de transito,
ataques cardíacos, engasgos ou até torções de tornozelo. Não
importa se o medico tirou aquele dia de folga com a família e está
em um clube ou passeando em um shopping, etc, etc. O fato é que
quando um médico vê que alguém precisa dele ( não exatamente dele,
e sim de seus conhecimentos), não nega socorro. Isso ta no espírito
do médico.</p>
<p>A segunda coisa que eu ressalto é que médico
odeia errar (e também sentem dificuldades em assumir o erro) mas,
se erram ele sente culpa por isso, mesmo que nunca diga isso pra
ninguém. Essas características estão na personalidade, então não me
refiro apenas aos erros cometidos na profissão, mas sim na vida
pessoal também. Além de odiar errar, o médico odeia quando percebe
que não pode fazer nada mais por uma pessoa. O medico odeia sentir
que está de mãos atadas diante do quadro clinico de um paciente, e
odeia pensar que a medicina não possui ainda recursos para
curar-lo. Um exemplo é o câncer. Mais um pouco e a medicina terá
meios mais eficientes para lidar com a doença e assim salvar mais
vidas.</p>
<p>Médico odeia perder pacientes, mas precisa se
lembrar também que a morte não depende dele. E quando Deus chama,
nem o procedimento mais eficiente é capaz de manter a vida. Também
existe casos de milagres, muitos até inexplicáveis, no qual as
chances seriam ínfimas, porém aquela pessoa tinha que viver
ainda...</p>
<p>Também dizem que médicos são metidos e acham
que são sempre certo. São também, mas isso não significa que sejam
os únicos com defeitos. Os psicólogos julgam saber tudo sobre você,
os engenheiros racionais e precisos, dentre outros.</p>
<p>Não é difícil encontrar no cinema personagens
médicos e é possível notar até neles, que são meras representações,
essas características. Como exemplo posso citar Jack do seriado
lost. Durante o desenrolar da trama, o personagem cuida dos
sobreviventes do mesmo vôo em que estava e que caiu em uma ilha. O
medico, trata desde quedas de precipício, até asma e dor de cabeça
causada por falta de óculos. Um dos episódios mais marcantes, e que
aconselho a verem, da serie é  Do no harm
<span></span>(episodio 20 da primeira temporada) e também
 Man of Science, Man of Faith ( primeiro episodio da
segunda temporada). Nestes capítulos o enfoque dos flashback é em
Jack, e mostra ele como medico antes da queda do avião, assim como
também demonstra os procedimentos criativos que teve de usar para
salvar a vida dos que corriam perigo na ilha.</p>
<p>A dica está dada, e para entender o que um
médico sente, só mesmo sendo médico.</p>
<p>Joice.</p>
<p>Email para contato: joicinhahp@yaho.com.br</p>
				</div>			</content>			<id>http://medicinananet.spaceblog.com.br/474185/Instinto-m-dico/</id>			<link href="http://medicinananet.spaceblog.com.br/474185/Instinto-m-dico/" />			<author>				<name>medicinananet</name>				<uri>http://medicinananet.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-08-09T06:18:22+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Transplante</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>

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</p>
<p>Na sala 11 do
centro cirúrgico do Instituto do Coração de São Paulo, nove
profissionais entre médicos, enfermeiras e instrumentistas, então
prontos para a realização de mais um transplante cardíaco. Há pelo
menos uma e meia, o paciente está na mesa de operação, o tórax
escancarado por espátulas de metal, já sem seu próprio coração, a
circulação sanguínea a cargo de uma maquina pesadona, colocada ao
lado. O cirurgião Ronaldo Honorato Santos entra apressado. Nas mãos
um pote branco. Dentro dele o coração do doador  extraído
uma hora antes do corpo de um rapaz morto em um acidente de carro
no interior paulista. Mergulhado em compostos de preservação, em
baixa temperatura, o coração pálido e murcho é retirado do
recipiente e entregue ao médico Alberto Fiorelli, cirurgião
responsável pela operação. O transplante começa Fiorelli ajusta o
tamanho dos vasos sanguíneos do coração doador às medidas do
receptor e acomoda o órgão no peito do paciente. As vozes dos
médicos misturam-se às conversas vindas do corredor. Frequentemente
um celular toca. Algumas ligações são atendidas, outras
ignoradas.</p>
<p>Quase duas
horas depois do inicio da cirurgia , 70% dos vasos sanguíneos do
novo coração já estão conectados aos do
paciente.<span></span> Agora, o silêncio toma conta da
sala. Pela primeira vez, os cirurgiões Fiorelli e Honorato colocam
os bisturis e tesouras de lado. Seus olhos estão fixos no novo
coração, ainda apagado no peito do doente. É o momento mais
angustiante de um transplante: a espera que um órgão doado volta a
funcionar no corpo do receptor. Cerca de um minuto se passa e nada.
Fiorelli começa a massagear o novo coração com as mãos. Aos poucos
o órgão perde a palidez e ganha volume. É sinal de que o sangue
circula por ele. O cirurgião rompe o silencio com uma
ordem:</p>
<p>-
Adrenalina.</p>
<p>Uma
enfermeira lhe entrega uma seringa e ele injeta o medicamento em
uma veia logo acima do músculo cardíaco. Três minutos depois o
coração finalmente começa a bater. Seu ritmo ainda é descompassado.
Para regula-lo, os médicos aplicam choques elétricos por meio de um
desfibrilador. Só depois de normalizados os batimentos é que se
coneta o restante dos vasos sanguíneos.</p>

<p>!-- /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal,
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<p><em>Revista Veja; Ediçao 2107; ano 42- n°
14</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://medicinananet.spaceblog.com.br/349406/Transplante/</id>			<link href="http://medicinananet.spaceblog.com.br/349406/Transplante/" />			<author>				<name>medicinananet</name>				<uri>http://medicinananet.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-04-22T01:13:49+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Dificuldades dos (futuros) médicos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>

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</p>
<p>Não é novidade que os estudantes de medicina e
vestibulandos ao curso são perseguidos. Essa área é
muito bem vista, por isso existe uma cobrança muito grande. Para os
estudantes a cobrança é a um trabalho bem feito, sem erros ( que
realmente podem ser fatal), mas as pessoas esquecem que também
somos humanos e nos tratam como se não tivéssemos sentimentos e
falhas como eles. Médico também se cansa, médico também sente
tristeza, médico também fica doente. No entanto, as pessoas
continuam a agir como se fossemos de ferro.</p>
<p>A perseguição dos vestibulandos
acontece em diversas áreas. Não se pode descansar um dia que alguém
diz que não nos dedicamos. Outras vezes somos atacados por pessoas
que nos julgam não capazes para ser médico (a). Vivo isso na minha
própria família. Alguns dizem que não tenho paciência suficiente,
outros que não têm espírito de caridade para ser médica. Mas quem
realmente sabe se vou poder ser uma boa profissional sou eu ( e
isso não é diferente com você). Eu que sei o quanto gosto de
medicina e o quanto estou disposta a enfrentar as dificuldades para
ser médica. O que as pessoas dizem, não importam, o que vale é o EU
sei. Sempre encontramos alguém no nosso caminho pra desanimar e
poucos para ajudar. Mas cabe a nós decidir se vamos escutá-los ou
escutar a nós mesmos. Tenho passado constantemente por esses
 testes dentro da minha própria casa. Creio que todos
nós, que estamos no mesmo caminho, passamos por isso. E depois que
vencemos o vestibular ainda escutamos  você não vai dar
conta do curso. Bom, se muitos conseguiram, porque não
eu?</p>
<p>Ou também a pratica é diferente da
teoria, você vai se decepcionar.</p>
<p>Sempre tem uns amebas  me
desculpem a expressão- <span></span>pra dizerem isso
rsrss</p>
<p>Se me decepcionar é porque eu mesma vi, com
meus próprios olhos, que não era o que imaginava, e não foi pelos
olhos de outra pessoa que não entende. Mas também
há<span></span> a possibilidade de apaixonar mais ainda pelo
curso, o que acontece na maioria dos casos.</p>
<p></p>
<p>Não se esqueça que na faculdade também terá
muitas dificuldades, assim como foi no período do vestibular. E não
serão diferentes, as dificuldades depois de formado.</p>
<p></p>
<p>ps: esse post foi um desabafo.</p>
				</div>			</content>			<id>http://medicinananet.spaceblog.com.br/290329/Dificuldades-dos-futuros-m-dicos/</id>			<link href="http://medicinananet.spaceblog.com.br/290329/Dificuldades-dos-futuros-m-dicos/" />			<author>				<name>medicinananet</name>				<uri>http://medicinananet.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-01-28T18:19:28+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O médico e o cadáver.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>

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</p>
<p><em>Até entrar na faculdade de medicina
eu nunca tinha visto um morto. E eu não era exceção; o mesmo
acontecia com muitos de nossos colegas, e em sua maioria jovens de
classe média que não gostavam, por exemplo, de ir a velórios. De
qualquer modo, tínhamos um encontro marcado com o morto e sabíamos
disso. Aconteceu mais cedo do que imaginávamos; depois de algumas
aulas teóricas de anatomia o professor anunciou que havia chegado o
momento de  ver a coisa na prática. Descemos ao
necrotério que funcionava no subsolo da faculdade; As grandes
portas se abriram e ali, sobre umas 20 mesas de alumínio estavam os
cadáveres, conservados em formol ( o cheiro era insuportável),
rígidos. Visão espantosa, surrealista mesmo, que teria repercussões
emocionais. Não foram poucos aqueles que, entre nós, passaram mal.
Alguns não conseguiam comer, <span></span>outros não
conseguiam dormi. Por fim, acabamos nos acostumando. Muitas vezes
conversamos sobre futebol, cinema ou política, debruçados sobre o
tórax do nosso cadáver.</em></p>
<p><em>Este processo faz parte da
dessensibilização do médico, que, diante da doença e da morte, tem
de manter certo distanciamento, essencial para o raciocínio
equilibrado e isento. <span></span>Quando esse distanciamento
é excessivo, contudo, a prática da medicina acaba sendo
prejudicada. Atendido por profissionais frios, distantes ( ainda
que corteses), o enfermo se ressente, e isto não raro se reflete na
evolução desfavorável de sua enfermidade.</em></p>
<p><em>(...) Drauzio Varella vai mais longe:
está interessado na doença como parte da historia de vida. E tem
razão: em face do sofrimento, em face de um prognóstico sombrio,
caem todas as máscaras e as pessoas se revelam exatamente como
são.</em></p>
<p></p>
<p><span>Drauzio Varella na reportagem em
Viver mentecérebro, numero 145.</span></p>
<p><em></em></p>
<p><strong><em>post por Joice</em></strong><span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://medicinananet.spaceblog.com.br/256900/O-m-dico-e-o-cad-ver/</id>			<link href="http://medicinananet.spaceblog.com.br/256900/O-m-dico-e-o-cad-ver/" />			<author>				<name>medicinananet</name>				<uri>http://medicinananet.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-06T20:16:55+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Direito de resposta</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>

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</p>
<p>Esclarecendo o mal entendido
que ocorreu no post anterior no qual uma pessoa me acusou
injustamente de  fake.</p>
<p><span></span>Fiquei muito
decepcionada ao ver que pessoas acusam outras sem ter certeza do
que estão falando, fato que não deveria ter me assustado, já que é
comum as pessoas indicarem nas outras somente os defeitos. É
difícil para o ser humano reconhecer o mérito de outras sem
<span></span>fazer criticas.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>O acontecido é que, postei aqui
um texto que um amigo meu, estudante de
medicina,<span></span> escreveu <em><span>baseado</span></em> no livro do
seriado Grey's Anatomy. Como diz suas próprias palavras -que podem
ser conferida nos comentários do post anterior-<span></span>
realmente uma parte do texto é do livro do seriado Grey's
Anatomy, o que eu simplesmente fiz foi um comentário e uma
conclusão sobre o tema</p>
<p></p>
<p>Contudo, como os inteligentes
podem perceber, o referido texto publicado neste blog, não é
completamente igual ao texto do seriado Grey's Anatomy. Portanto,
as acusações de  fake que foram atrubuídas a mim, são
infundadas. Creio que as pessoas deveriam averiguar corretamente os
fatos antes de acusar outras pessoas de atos
equivocados.</p>
<p>Peço desculpas por uma
distração da minha parte em não dizer a fonte na qual o texto de
Guilhermo Jr. foi baseado.</p>
<p></p>
<p>Agradeço a todos os que
gostaram do texto e que encontraram nele o verdadeiro sentido do
que é ser médico. Afinal, o texto repassa muita emoção sobre a
profissão e a vida do profissional.</p>
<p>Os comentários me deixam muito
feliz, ao saber que estou contribuindo para a divulgação de como é
essa profissão.</p>
<p>Aceito dicas, criticas ( desde
que sejam válidas) e elogios.</p>
<p></p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Joice</p>
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