<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://mediasound.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://mediasound.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Media Sound]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://mediasound.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-11-07T19:41:59+01:00</updated>		<entry>			<title>Merchandising</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O QUE
É?

</p>
<p>Alguns profissionais
interpretam o termo Merchandising como o conjunto de ações de
Marketing realizadas com produtos ou serviços que tem como objetivo
final a venda de outro produto. Por exemplo, quando é lançado um
filme no cinema, o mix de Comunicação deste lançamento associado a
todos os souveniers como camisetas, canecas, máscaras, bonecos,
etc, constituem a ação de Merchandising.</p>
<p>Existe
ainda o Merchandising editorial, as famosas inserções de produtos
ou serviços em programas de TV, chamado em outros países de Tie-in.
Esta ação está evoluindo cada vez mais. Em muitas situações podemos
observar quadros inteiros com o roteiro todo desenvolvido com foco
no consumo do produto ou serviço anunciado.</p>
<p>O
conceito mais difundido e aceito no nosso meio define Merchandising
como técnicas, ações ou qualquer material promocional utilizado em
pontos-de-venda, que informam o consumidor e dão mais visibilidade
a produtos, marcas ou serviços, influenciando na decisão de
compra.</p>
<p>Não
podemos confundir Merchandising com promoção de vendas. O
Merchandising está acima da promoção de vendas e a usa como
ferramenta para efetivar sua estratégia.</p>
<p>

</p>
<p>
</p>
				</div>			</content>			<id>http://mediasound.spaceblog.com.br/234510/Merchandising/</id>			<link href="http://mediasound.spaceblog.com.br/234510/Merchandising/" />			<author>				<name>mediasound</name>				<uri>http://mediasound.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-07T19:41:37+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A história do Jazz</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				
<p>
</p>
<p><strong><strong>HISTÓRIA DO
JAZZ</strong></strong> </p>
<p>Nascido do <em>blues</em>, das <em>work songs</em> dos
trabalhadores negros norte-americanos, do <em>negro spiritual</em>
protestante e do <em>ragtime</em>, o jazz passou por uma
extraordinária sucessão de transformações no século XX. É notável
como essa música se modificou tão profundamente durante um período
de apenas um século.</p>
<p>O termo jazz começa a ser usado no final dos anos 10 e
início dos anos 20, para descrever um tipo de música que surgia
nessa época em New Orleans, Chicago e New York. Seus expoentes são
considerados "oficialmente" os primeiros músicos de jazz: a
Original Dixieland Jass Band do cornetista Nick LaRocca, o pianista
Jelly Roll Morton (que se auto-denominava "criador do jazz"), o
cornetista King Oliver com sua Original Creole Jazz Band, e o
clarinetista e sax-sopranista Sidney Bechet. Em seguida, vamos
encontrar em Chicago os trompetistas 
Louis Armstrong e Bix Beiderbecke, e em New York o
histriônico pianista 
Fats Waller e o pioneiro bandleader Fletcher Henderson.
Em 1930 o jazz já possui uma "massa crítica" considerável e já se
acham consolidadas várias grandes orquestras, como as de 
Duke Ellington, 
Count Basie, Cab Calloway e Earl Hines.</p>
<p>A evolução histórica do jazz, assim como da literatura,
das artes plásticas e da música clássica, segue um padrão de
movimento pendular, com tendências que se alternam apontando em
direções opostas. Em meados dos anos 30 surge o primeiro estilo
maciçamente popular do jazz, o <strong>
swing</strong>, dançante e palatável, que agradava
imensamente às multidões durante a época da guerra. Em 1945 surge
um estilo muito mais radical e que fazia menos concessões ao gosto
popular, o <strong>
bebop</strong>, que seria revisto, radicalizado e
ampliado nos anos 50 com o <strong>
hard bop</strong>. Em resposta à agressividade do bebop
e do hard bop, aparece nos anos 50 o <strong>
cool jazz</strong>, com uma proposta intelectualizada
que está para o jazz assim como a música de câmara está para a
música erudita.</p>
<p>O <strong>
cool</strong> e o bop dominam a década de 50, até a
chegada do <strong>
free jazz</strong>, dando voz às perplexidades e
incertezas dos anos 60. No final dos anos 60, acontece a inevitável
<strong>
fusão do jazz com o rock,</strong> resultando primeiro
em obras inovadoras e vigorosas, e posteriormente em pastiches
produzidos em série e de gosto duvidoso. Hoje existe espaço para
cultivar todos os gêneros de jazz, desde o dixieland até o
experimentalismo free, desde os velhos e sempre amados standards
até as mais ambiciosas composições originais para grandes
formações. Mas qual seria o estilo de jazz próprio dos dias de
hoje? Talvez o <strong>
jazz</strong> feito com instrumentos eletrônicos -
samplers e sequenciadores - num cruzamento com o tecno e o
drum´n´bass. Se esse jazz possui a consistência para não se
dissolver como tantos outros modismos, só o tempo dirá.</p>

				</div>			</content>			<id>http://mediasound.spaceblog.com.br/234496/A-historia-do-Jazz/</id>			<link href="http://mediasound.spaceblog.com.br/234496/A-historia-do-Jazz/" />			<author>				<name>mediasound</name>				<uri>http://mediasound.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-07T19:17:14+01:00</updated>		</entry></feed>