<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] manifesto : <![CDATA[manifesto]]></title>		<link>http://manifesto.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[manifesto]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 13:46:16 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Canções dentro da noite escura - Lobão]]></title>			<description><![CDATA[<span><span style=
"font-size: 12pt"><strong><em><span style=
"font-size: 12pt; color: black">Você e a noite
escura</span></em></strong> </span></span>
<p style="text-align: justify" align="right"><span><span style=
"font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">Às
vezes eu me sinto um fantasma
Arrancando flores no jardim
À meia- noite
Penso em você e sigo despedaçando
Pétalas ao vento
Na tempestade
Pétalas vermelhas
Tô com saudade
De você, de você
E as ondas vêm me cobrir na noite escura
E as ondas vêm me cobrir na noite escura
Às vezes eu não sei se é a noite
Ou se é a vontade de te ter agora
Agora
Eu penso em você e sinto a tempestade
Desabar por dentro e por fora
Eu penso em você e sinto toda a vontade do mundo
De te ter agora, agora
Você
Agora</span><strong><em>   </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify" align="right"> </p>
<h3 style="margin: 0cm 0cm 0pt"></h3>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><em>Canções dentro da noite
escura</em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span>Lobao is not a nostalgic man. This is a
record full of references and tributes to lost friends. Lost? Not
so. They may be gone but Julio Barroso, Cazuza and Cássia
Eller are very alive here. This is a very contemporary CD, full of
life and energy, from one of the leading rock and roll legends in
the country...</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"> </p>
<p style="line-height: normal; text-align: justify">
<span><span style="font-size: 12pt">Definitivamente Lobão não é
nostálgico. Este novo trabalho (quando lançado) vem
repleto de referencias e tributos a amigos que perdeu. Perdeu? Nem
tanto. Alguns deles talvez tenham se perdido, mas Julio Barroso,
Cazuza e Cássia Eller continuam bem vivos neste cd. Um
trabalho contemporâneo, cheio de vida e energia, que é
muito bem conduzido por esta, que é mais uma lenda rock and
roll do
Brasil.<span>    </span></span></span></p>
 <span> </span>
<p style="text-align: justify" align="right">
<strong><em>.                                                                                   </em></strong></p>
]]></description>			<link>http://manifesto.spaceblog.com.br/62367/Cancoes-dentro-da-noite-escura-Lobao/</link>			<comments>http://manifesto.spaceblog.com.br/Cancoes-dentro-da-noite-escura---Lob-o-26102007-170951-lp-62367.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manifesto.spaceblog.com.br/62367/Cancoes-dentro-da-noite-escura-Lobao/</guid>			<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 17:09:51 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Human Behaviour - Bjork]]></title>			<description><![CDATA[<p align="right">If you ever get close to a
human
And human behaviour
Be ready to get confused

There's definitely no logic
To human behaviour
But yet so irresistible

There is no map
To human behaviour

They're terribly moody
Then all of a sudden turn happy
But, oh, to get involved in the exchange
Of human emotions is ever so satisfying

There's no map and
A compass
Wouldn't help at all

Human behaviour</p>
<p align="center">TRADUZINDO</p>
<p> </p>
<p>Comportamento Humano

Se você alguma vez chegar perto de um humano
E do comportamento humano
Esteja preparado (esteja preparado) para ficar confuso

Não há, definitivamente (definitivamente,
definitivamente), lógica alguma
Para o comportamento humano
Mas, ainda assim, tão (ainda assim, tão)
irresistível

E não há mapa algum

Eles estão terrivelmente mal-humorados
(Comportamento humano)
Então, de repente, ficam felizes
Mas, oh, se envolver na troca
Das emoções humanas é sempre tão
(sempre tão) satisfatório

E não há mapa algum

Comportamento humano...

E não há mapa algum
E uma bússola
Não ajudaria em nada

Comportamento humano...

Não há, definitivamente (definitivamente,
definitivamente), lógica alguma
Humano...

Não há, definitivamente (definitivamente,
definitivamente), lógica alguma
Humano...</p>
]]></description>			<link>http://manifesto.spaceblog.com.br/62312/Human-Behaviour-Bjork/</link>			<comments>http://manifesto.spaceblog.com.br/Human-Behaviour---Bjork-26102007-130418-lp-62312.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manifesto.spaceblog.com.br/62312/Human-Behaviour-Bjork/</guid>			<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 13:04:18 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Equilibrista]]></title>			<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Pensando bem</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Trinta anos se passaram</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Meu pai tinha razão</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">O abacateiro</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">iria apodrecer</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Lá um toco</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span>        </span>
podre</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Pontas sobressalentes</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Um pneu velho</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">A noção de
equilíbrio</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">(Morta)</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">E deixei meu sangue</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Marcando</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span>     </span> a
terra</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span>     </span> do
chão</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Um míope infantil</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">(Caído)</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Trinta e três anos</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Uma cicatriz</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">profética</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Seguida pela razão</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">(Ele tinha muito disso)</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"> </p>
<p><strong><em><span style=
"color: black">Poema para meu pai</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color: black">Que esta
longe</span></em></strong><span style=
"color: black"> </span></p>
<p><em><strong><span style="color: black">Com uma
foto de meu filho</span></strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color: black">Minha
cópia</span></strong></em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 19.2pt" class=
"MsoNormal"><em><strong><span style="color: black">Pequena e adorável</span></strong></em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 19.2pt" class=
"MsoNormal"> </p>
<em><strong><span style="color: black">foto por
Marco</span></strong></em><span style=
"font-size: 8.5pt"> </span>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"> </p>
]]></description>			<link>http://manifesto.spaceblog.com.br/61417/Equilibrista/</link>			<comments>http://manifesto.spaceblog.com.br/Equilibrista-23102007-205627-lp-61417.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manifesto.spaceblog.com.br/61417/Equilibrista/</guid>			<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 20:56:27 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Basquiat, traços de uma vida]]></title>			<description><![CDATA[<p><span><strong>&ldquo;Same
old shit&rdquo;</strong></span><span> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Basquiat, um ritualista
viajando imperceptível pelas vielas sujas de uma cidade
repleta de supostos vencedores. Um profeta da arte marginal,
ignorante, o maravilhoso balde de tinta de sua mente ligada nos
contornos tortos do cotidiano dos desmazelados mendigos e de
esnobes que cambaleavam nos seus traços.<span> </span>
Uma caixa de papelão em uma praça, um sono
lisérgico que talvez fosse tão colorido, contido e
explosivo como foi sua imagem em sua breve e espetacular passagem
pelos muros da arte.</p>
  
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Nascido e criado no
Brooklyn, Samo, como se auto intitulava, ou &ldquo;SAMO shit&rdquo;
(same old shit, que nada mais é que "a mesma merda de
sempre"). Ele<span> </span> provou como artista negro, com
traços caribenhos que a arte não escolhe etnia. Ele
dormia em praças, um desafortunado jovem, drogado,
imperceptível. Mas a fama o perseguia. Em
um futuro bem proximo faria participações
constantes em um programa de teve, montaria uma banda chamada
&ldquo;Gray&rdquo;.</p>
  
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Teria sido sua
descoberta ainda quando criança, no &ldquo;Guernica&rdquo;
de Picasso uma marca em sua mente desconectada?
Talvez.<span> </span> Mas é certo que as ruas imundas
de Nova Iorque jamais revelarão oque este artista queria
quando deixava em seus muros grafites muito bem conectados, tudo
criado na mente de Samo. As ruas tornavam-se uma caverna enorme,
onde ele, anônimo, deixava suas letras, paginas de sua
vida.</p>
 
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt">Portas e muros</h1>
  
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Jean Michel Basquiat
poderia muito bem ter passado despercebido pelas ruas da arte
contemporânea, e sobreviver, ou morrer,  sem remorso
algum, ignorando o descaso. Ele não precisava de muito para
criar. Uma porta ou um pedaço qualquer madeira servia-lhe de
tela, mesmo uma geladeira poderia ser grafitada se tornando uma
peça única. Criar sobre papel fenomenais mostras de
sua personalidade artística.<span> </span> Peças
exclusivas seriam também aquelas pessoas em que ele
depositou sua confiança.</p>
  
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Diferente de seus
excessos era o trato que dispensava a seus admiradores. Basquiat
nunca deu muita atenção aos abutres de
plantão, mesmo seus amigos próximos passavam
indiferentes aos seus olhos, quer pelas viagens que as drogas lhe
proporcionavam quer pela preocupação em fazer-se ser
notado e não dispor dos meios sociais para tanto. Um sujeito
que aprendeu a não confiar em seus próximos, a ser
apenas mais uma pessoa na cadeia evolutiva da sociedade. Assim, era
preciso criar a oportunidade. Rabiscar todos os cantos com
idéias insólitas, mostrar com curtas palavras todos
os seus infortúnios.</p>
<p> <strong> </strong></p>
<p><strong>Vida na
tela</strong> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoBodyText" align="justify">
 </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoBodyText" align="justify">
Com uma trilha sonora limpa sem
excessos, logo de cara na primeira cena se nota que é
comovente e fiel a vida de Samo. O som vai direto para dentro do
protagonista com uma certa melancolia. Filho, mãe e uma obra
de Picasso.<span> </span> Contando com
interpretações sublimes e inspiradas de Jeffrey
Whight, David Bowie, Benicio Del Toro e da bela Clair Forlani entre
outros.  O filme <strong><em>&ldquo;Basquiat,</em></strong>
<strong><em>traços de uma vida&rdquo;</em></strong>
transporta o telespectador para o lado dramático e
alucinante da vida de Basquiat. Quando anônimo e depois como
personalidade.  É possível imaginar pelas lentes
do diretor estreante Julian Schnabel um pouco do que foi sua
precoce e conturbada carreira.</p>
  
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoBodyText" align="justify">
Descoberto pelo poeta, critico de
arte e afetado Rene Ricard, um tipo de xamã de artistas
desconhecidos, em uma das tantas festas chapadas que Samo costumava
freqüentar. Uma espécie de refugio underground do
submundo artístico, onde as drogas se constituíam a
maior arte, o resto era conseqüência, nem havia tantos
talentos assim.</p>
  
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoBodyText" align="justify">
A relação conturbada
de amor e ódio entre descobridor e descoberto mostra desde o
inicio altos e baixos. O jovem Samo vê as futilidades e
fragilidades das relações humanas que vão
abruptamente rompendo seus laços com Rene, se sente
incontrolável, pois sabe que tem vícios que o
controlam independentemente do amor e do ódio. A fama
cobrava seu preço.</p>
  
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoBodyText" align="justify">
O filme nos arrasta pra valer
quando o visionário da pop-art Andy Warhol entra em cena,
tirando totalmente o jovem Basquiat do
limbo.<span> </span>Basquiat percebe que atrás de uma
imagem cheia de egocentrismo existe uma personagem extremamente
acessível e vulnerável. E que talvez a imagem
plastificada criada em torno de Warhol seja apenas parte de um
marketing viável aos olhos deste
visionário.</p>
 
<p align="justify"><span style=
"font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'">Assista. Compre um vinho, ou qualquer outra coisa que te
faça sentir desconectando, relaxe. Foi assim que Samo
costurou sua arte no mundo, fazendo os seus observadores ficarem
ligados, enquanto ele se desligava do mundo.</span></p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
]]></description>			<link>http://manifesto.spaceblog.com.br/60342/Basquiat-tracos-de-uma-vida/</link>			<comments>http://manifesto.spaceblog.com.br/Basquiat--tracos-de-uma-vida-19102007-232721-lp-60342.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manifesto.spaceblog.com.br/60342/Basquiat-tracos-de-uma-vida/</guid>			<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 23:27:21 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Portishead - Only you]]></title>			<description><![CDATA[<p align="right">We suffer
everyday
What is it for
These crimes of illusion
Are fooling us all
And now i am weary
And i feel like i do
Its only you
Who can tear me apart
And its only you
Who can turn my wooden heart
The size of our fight
It's just a dream
We've crushed everything
I can see, in this morning selfishly
How we've failed and i feel like i do
Its only you
Who can tear me apart
And its only you
Who can turn my wooden heart
Now that we've chosen to take all we can
This shade of autumn a stale bitter end
Years of frustration lay down side by side
And it's only you
Who can tear me apart
It's only you
Who can turn my wooden heart</p>
<p align="center"><strong><em>Traduzindo</em></strong></p>
<p>Nós sofremos todos os
dias
Pra que serve isso
Esses crimes ilusionarios
Estão nos enganando
E eu sei que estou cansado
E eu me sinto assim
É só você
Que consegue me rasgar
E é só você
Que consegue transformar meu coração
estúpido
O tamanho da nossa briga
É só um sonho
Nos rasgamos tudo
Eu consigo ver,egoistamente,essa manhã
Como nós falhamos e eu me sinto como se tivesse
É só você
Que consegue me rasgar
E é só você
Que consegue transformar meu coração
estúpido
Agora que decidimos pegar tudo o que temos
Essa sombra de outono como um fim amargo
Anos de frustração postos um do lado do outro
É só você
Que consegue me rasgar
E é só você
Que consegue transformar meu coração
estúpido</p>
]]></description>			<link>http://manifesto.spaceblog.com.br/60065/Portishead-Only-you/</link>			<comments>http://manifesto.spaceblog.com.br/Portishead---Only-you-18102007-231532-lp-60065.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manifesto.spaceblog.com.br/60065/Portishead-Only-you/</guid>			<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 23:15:32 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>