<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://lucascolombo.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://lucascolombo.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Lucas Colombo]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://lucascolombo.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-12-07T00:18:47+01:00</updated>		<entry>			<title>........................................................</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O sol toca os tambores.</p>
<p>Os cavaleiros montam em suas selas,</p>
<p>prontos para os afazeres de ontem, anteontem, de sempre.</p>
<p>Cavalgam frenéticos para suas celas.</p>
<p></p>
<p>Com as mãos atadas,</p>
<p>sem poderem puxar suas espadas,</p>
<p>seguem derrotados</p>
<p>pelo dragão da montanha;</p>
<p></p>
<p>Escravizador da civilização</p>
<p>que acompanha á todos</p>
<p>numa ilusão</p>
<p>retangular, de cores , vidro ou lcd;</p>
<p></p>
<p>O sino toca, mais uma luta</p>
<p>anuncia-se nos olofortes.</p>
<p>corram cavaleiros fortes,</p>
<p>hora de se alimentar,</p>
<p>porém voltem em cinco minutos.</p>
<p></p>
<p>A fome lhes acompanha</p>
<p>companheira destas voltas</p>
<p>de cabeça baixa</p>
<p>voltam á mesmice.</p>
<p></p>
<p>O ultimo sino toca,</p>
<p>O sorriso se estampa</p>
<p>em nossos cavaleiros</p>
<p>derrotados, que sobem em seus cavalos</p>
<p>e partem. Em casa,</p>
<p>encontra sossego no berço do dragão.</p>
<p>Dormem felizes.</p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://lucascolombo.spaceblog.com.br/257030/_/</id>			<link href="http://lucascolombo.spaceblog.com.br/257030/_/" />			<author>				<name>lucascolombo</name>				<uri>http://lucascolombo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-07T00:18:29+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Marcelo e Juliana</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O sol desperta atrás do
monte. As nuvens caminham sob o azul céu. Juliana, moça judia,
desperta de seu sono e com seus olhos castanhos fita seu quarto.
Joga suas mãos para um canto, liga seu rádio. O Füher estará
em Munique nesta quarta-feira, fala o comentarista. Juliana
levanta seu corpo e caminha até sua cozinha. Sua casa tem quatro
cômodos: banheiro, sala de visitas, cozinha e um quarto. A porta de
entrada dá para a sala de visitas, e uma porta á esquerda de quem
entra na casa leva para a cozinha. A direita há um corredor onde se
encontra a porta do banheiro e no fim a porta de seu quarto. Quando
chega a cozinha coloca, em uma chaleira, água esquentar. Pensando
apenas em sua mãe que sumira havia três semanas. Temia que o Füher
estivesse promovendo uma caça á judeus. Juliana vivia com sua mãe
desde os cinco anos de idade, seu pai fora morto por um assaltante.
E desde que Hitler tomara o poder estava com medo de sair de
casa.</p>
<p></p>
<p>Marcelo Straus nem
conseguira dormir, faltavam apenas 40 minutos para sua hora de
trabalho. Filho de um alemão com uma Brasileira mudara-se para
Munique, com seus pais, aos cinco anos de idade. Seus pais morreram
em um acidente de carro quando ainda tinha 18 anos. Agora com 30
anos e um emprego estável no serviço inteligente da gestapo pensava
estar sua vida sacramentada a isto. Muitas mulheres passaram por
sua cama, porém nenhuma delas havia fisgado seu rochoso coração.
Atualmente o alto escalão da Gestapo havia lhe dado á missão de
identificar Judeus, para que estes fossem fuzilados. Porcos
que não merecem viver. Pensava em seu alterego. O Füher era
a lei suprema, para ele. Acreditava fielmente que somente á raça
ariana poderia triunfar. E assim já havia identificado muitos
judeus para a forca. Porém após a sua ultima vítima um sonho
torturava seu sono, e desde então não conseguia dormir. Sonhava
sempre com uma mulher de olhos castanhos chorando ao lado de uma
lareira com uma foto que parecia ser da ultima judia que
identificara. A mulher olhava para ele e continuava a chorar. Ela
tinha um corpo perfeito. Porém quando Marcelo ia ajudá-la um homem
fuzilava o rosto da mulher e quando mirava o fuzil para ele, ele
acordava. Levantou-se lavou o rosto, trocou de roupa, e foi ao
trabalho.</p>
<p></p>
<p>A vida realmente havia
resolvido ser dura com Juliana. Sua comida estava chegando ao fim.
Suas prateleiras estavam quase todas vazias, e teria de racionar
alimento se quisesse sobreviver. Não trabalhava, tinha apenas 18
anos de idade, mas e agora?<span></span> Estava sem resposta. Uma coisa
era certa, não iria sair de casa em hipótese alguma.</p>
<p></p>
<p>Quando chegou à sua sala
já havia um aviso pendurado em seu mural. Mais uma casa para
averiguar, pensou. Então se dirigiu automaticamente para seu
armário, tirou um terno, uma gravata, uma calça e um sapato e
vestiu. Em cima do guarda roupa repousava uma caixa com alguns
biscoitos, pegou a caixa e saiu. Chegando á casa bateu na porta e
ficou esperando alguns minutos sem resposta. Bateu
novamente.</p>
<p></p>
<p>Estava deitada
lembrando-se de sua mãe, quando ouviu um barulho. O que
será?, pensou. Foi até a sala e percebeu que alguém batia na
porta. Hesitou por alguns minutos pensando que poderia ser a
polícia do Füher. Dirigiu-se até a porta e perguntou:</p>
<p>- Quem è?</p>
<p>Quando ouviu a voz,
nosso soldado se assustou, porém respondeu:</p>
<p>- Sou um vendedor
senhora, vendo biscoitos. E gostaria de saber se você gostaria de
comprar alguns.</p>
<p>- Vendedor de biscoitos?
Espere um pouco, já abro a porta para você.</p>
<p>Juliana dirigiu-se até
ao balcão pegou alguns trocados e abriu a porta.</p>
<p>Não pode ser, é
elaa!, assustou-se Marcelo. Deixando a caixa de biscoitos
cair.</p>
<p>- O que aconteceu
senhor?</p>
<p>Nuca havia visto em sua
vida, uma face tão doce e tão meiga como aquela da mulher em seu
sonho. E Juliana era ela! Era a mulher que chorava. Como pode? Ele
não sabia responder. Juntou os biscoitos, ainda em estado de
choque. E falou:</p>
<p>-
Senhoramechamomarcelosouvendedordesdeosquinzeanosmorosozinhotenhotrintaanos.</p>
<p>- Nossa! Calma senhor. O
que aconteceu? Quer um copo de água?</p>
<p>-
Nãoseriaumincomodo?</p>
<p>- Entre,
entre.</p>
<p>Entrou na sala e
sentou-se no sofá. Ainda tenso tentava conter seus pensamentos e se
concentrar na sua missão. Ela pode ser uma judia, uma judia,
mas que judia linda! Marcelo, uma judia! Ela tem que
morrer!, sua mente o torturava.</p>
<p></p>
<p>Que homem
estranho, pensou. Levou o copo à torneira, sua mão tremia de
nervosismo, encheu o copo de água. Será que ele é
espião?, olhou mais uma vez para ele. Espero que
não, e dirigiu-se ao vendedor. Deu-lhe o copo d'água e
lhe indagou:</p>
<p>- O que
aconteceu?</p>
<p>- A senhora lembra-me de
minha mulher. Ela era Judia e sumiu faz dois meses. - respondeu
tentando forçar um choro.</p>
<p>- Não fique assim moço.
O senhor tem muito a viver ainda. - se aproximou e
abraçou-o.</p>
<p>- A senhorita não sabe o
que é perder um ente querido, sem ao menos, saber o que aconteceu.
 tentou, com sucesso, forçar mais uma vez um
choro.</p>
<p>- Sei sim! Minha mãe
sumiu há três semanas. Estou sem comida, sem colo, sem amor pela
vida.  começou a chorar.</p>
<p>- Vocês são
judias?</p>
<p>- Sim, assim como sua
mulher era. Como os alemães estão se cegando para esse
morticínio?</p>
<p>- Eu também não entendo
senhorita. Porcos sem coração. Matando por um racismo idiota. O
Füher está louco!  respondeu, como se estivesse falando
consigo.</p>
<p></p>
<p>Ambos continuaram
abraçados e choraram por alguns minutos. Após Marcelo pegou suas
coisas e antes que saísse...</p>
<p>- Qual o seu nome nobre
vendedor?</p>
<p>- Chamo-me Multzer. Até
mais ver... Ah! Pode ficar com os biscoitos.</p>
<p>- Não, e como o senhor
vai viver? Eu os compro!- tirou o dinheiro do sutiã e o pagou. -
Até mais.  fechou a porta, escorou-se na parede e desabou no
chão.</p>
<p></p>
<p>Marcelo saiu da casa em
estado de choque e ficou vagando sem rumo pelas ruas, por umas duas
horas e, ao invés de retornar ao seu batalhão, foi direto para sua
casa. Deitou-se transtornado. Seu mundo acabara de desabar.
Como esta maldita faz balançar meu coração?, pensava.
Chorou a noite inteira dando-se conta de que poderia ter levado a
mãe daquela linda jovem ao fuzilamento. Eu a fiz
sofrer!, ficava a se torturar. O amor tem muitos mistérios,
e quando percebera que aquela era a menina de seus sonhos viu-se
perdidamente apaixonado. Que bondade, que olhos lindos! E
talvez seja eu o carrasco..., chorando
balbuciava.</p>
<p></p>
<p>Levantou-se pegou os
biscoitos e se dirigiu á cozinha. Lá chegando guardou os biscoitos
e partiu a se quarto. Pôs-se a repousar em sua cama, porém não
conseguia dormir. Que homem era aquele? Completamente
maluco!, pensava. Tentara várias vezes dormir, mas as
lembranças de Multzer (Marcelo) a ficavam torturando.</p>
<p>Nosso soldado passou sua
noite a chorar. Quando já se passavam das sete horas da manhã
levantou tomou um banho vestiu-se, comeu e saiu em direção da sede
da gestapo. Chegando a seu escritório viu que havia mais casa para
averiguar, pegou um disfarce qualquer e foi a seu trabalho. Mais a
noite, após averiguar todas as casas, foi a seu escritório colocou
seu disfarce de Multzer e foi até a casa da judia e bateu a
porta.</p>
<p></p>
<p>Não conseguira dormir.
Passara o dia todo na cama a chorar por sua mãe e a pensar em
Multzer. Já se passava das oito horas da noite quando ouviu a
portar bater. Será que é multzer?, correu até a porta
e perguntou:</p>
<p>- È você
Multzer?</p>
<p>Após ouvir a voz de
Juliana, seu coração disparou:</p>
<p>- Sou sim minha gentil
dama!</p>
<p>Ela então abriu a porta.
Estava vestindo traje de dormir, porém seu cabelo estava lindamente
escovado e seus olhos fundos, mas lindamente castanhos observavam
multzer:</p>
<p>- Entre,
senhor.</p>
<p></p>
<p>Multzer então deu alguns
passos e sentou no sofá. Juliana fechou a porta e sentou a seu
lado.</p>
<p>- Quem és tu gentil
homem, que faz minhas pernas e meu coração balançarem?</p>
<p>- Oh, minha dama, sou
apenas um gentil servo de DEUS!</p>
<p>-Da onde vens? Eis
judeu?</p>
<p>- Como podes ver, sou
alemão, porém de alma judia. Venho de Berlin, sou filho de uma
brasileira com um alemão. E você, conte-me de onde vem esses olhos
castanhos e perfeitos?- acariciou o rosto de Juliana com suas mães
e a percebeu suspirar.</p>
<p>- São herança de minha
mãe. Porém lindos são os teus olhos azuis.  respondeu
acariciando também o rosto de multzer. Quando ambos perceberam já
estavam se beijando, a mão de multzer acariciava o corpo de Juliana
que explorava todo o corpo daquele homem. E ali no sofá, a frente
da lareira, ambos descobriram a chama que ardia em seus corpos e
entregaram-se um ao outro formando um só corpo. E a partir daquele
dia traçava-se mais um história de amor. Marcelo contara toda a
verdade a Juliana, que com todo o seu coração e a força do amor que
sentia por ele o perdoou. Mudou-se para a casa dela e continuou seu
trabalho na Gestapo. Porém o cerco contra os judeus aumentava e fez
Juliana pintar seu cabelo de loiro. Após um tempo decidiram fugir
para o Brasil, para assim viverem em paz. Chegado o dia de sua
viagem ambos encontravam-se no quarto arrumando as malas quando
Juliana indagou:</p>
<p>- Será que o Brasil é o
lugar certo?</p>
<p>- Fique tranqüila minha
linda! Naquela terra a beleza encontra casa e nome. - pegou na mão
de Juliana e á beijou. Juliana dirigiu-se até a sala sentou no sofá
pegou o retrato de sua mãe e começou a chorar. De repente batidas
fortes ecoaram em toda a casa.</p>
<p>- Abram é a
polícia!</p>
<p>Marcelo correu para sua
mala pegou sua arma e começou a correr para a sala. Ouviu-se outro
estrondo, porém mais forte. Quando chegou a sala Juliana chorava
segurando o retrato se sua mãe quando um policial
gritou:</p>
<p>- Ela é judia!- e atirou
em sua cabeça.</p>
<p>Marcelo inconsolado
começou a chorar sem parar. Um dos oficiais o reconhecera e impediu
que os outros colegas atirassem.</p>
<p>- Minha amada! Não! Que
destino cruel me reservaste oh, senhor das trevas e da luz! Espero
encontra-la no conforto de seu mundo!- mirou sua arma para sua
cabeça e antes mesmo que alguém o pudesse impedir apertou o
gatilho. Em sua retina passou todo o filme de sua vida quando uma
escuridão tomou conta de si. Os policiais recolheram os corpos,
limparam toda a sala e em seu laudo colocaram que ela o havia
matado e que eles mataram-na.</p>
				</div>			</content>			<id>http://lucascolombo.spaceblog.com.br/233812/Marcelo-e-Juliana/</id>			<link href="http://lucascolombo.spaceblog.com.br/233812/Marcelo-e-Juliana/" />			<author>				<name>lucascolombo</name>				<uri>http://lucascolombo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-06T22:38:36+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Vinícius velho</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Hoje deixarei minhas palavras por conta do nosso poeta, vinicus de moraes.</p>
<p><strong><em>O operario em construo</em></strong></p>
<div>E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo:  Dar-te-ei todo este poder e a sua gloria, porque a mim me foi
entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo sera
teu. E Jesus, respondendo, disse-lhe:  Vai-te, Satanas; porque esta escrito: adoraras o Senhor teu Deus e so a Ele serviras. Lucas, cap. V, vs. 5-8.</div>
<p>  Era ele que erguia casas Onde antes so havia cho.  in <em>Novos Poemas (II)</em>in <em>Poesia completa e prosa:</em> "Nossa Senhora de Paris"</p>				</div>			</content>			<id>http://lucascolombo.spaceblog.com.br/199697/Vinicius-velho/</id>			<link href="http://lucascolombo.spaceblog.com.br/199697/Vinicius-velho/" />			<author>				<name>lucascolombo</name>				<uri>http://lucascolombo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-09-19T18:59:41+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Desordem e retrocesso?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>
<div>
<p>Estava a assistir um jornal qualquer da
televiso quando uma noticia</p>
<p>chamou-me a ateno.
Fiquei pasmo, sem rumo, sem saber em que solo</p>
<p>estava pisando. Quando ouvi a chamada
da materia, logo me veio a mente</p>
<p>as frases de nossa bandeira: "Ordem e
progresso." Porem que ordem e essa?</p>
<p>que permite grupos armados agirem "em nome da
lei". Promovendo chacinas</p>
<p>e cobrando pela "segurana" nas
favelas? Ou seja, a populao</p>
<p>ao inves de ficar refem do
trafico, torna-se refem destes "justiceiros".</p>
<p>Porem no foi isso que mais me
espantou. Como todos sabemos ouve</p>
<p>em nossa historia um periodo
onde os coroneis obrigavam seus trabalhadores a</p>
<p>votarem no candidato que este apoiava. Seje
pelo uso do seu poder</p>
<p>economico, seje pela fora
no os deixava escolherem seus candidatos. E se</p>
<p>estes no votassem como o coronel
mandava, os jagunos davam um jeito no neles.</p>
<p>A noticia que me traz espanto, e
uma investigao da PF que possui vinte e dois</p>
<p>suspeitos e destes onze ja esto
presos. Entre esses onze encontra-se</p>
<p>uma candidata a vereadora do Rio de
janeiro. Acusada de envolvimento</p>
<p>com milicias, as quais apoiavam sua
candidatura. Seu irmo</p>
<p>foi acusado de promover uma chacina, para
coagir a populao</p>
<p>a aceitar a atuao de
uma milicia em uma favela do rio. E
consequentemente</p>
<p>o
da milicia, a vereadora ganharia os votos</p>
<p>da comunidade. Diante disso me pergunto: Aonde
esta o progresso?</p>
<p>As fraudes com que convivemos, so as
mesmas de cem anos atras. Mudaram-se</p>
<p>as caras, e os ensinamentos so os
mesmo. Sera que o voto de cabresto</p>
<p>voltara, atraves da
atuao destas milicias, as quais em sua
maioria</p>
<p>possui desde policiais militares a
politicos envolvidos? E enquanto</p>
<p>isso caminhamos cada vez mais pasmos com nossa
politica e com nossos valores. Perguntando-nos: que mundo
e esse? Parece-nos, pois, que neste mundo os fins so
mais importantes que os meios. E a dignidade</p>
<p>e a honestidade caem por terra. Estamos pasmo,
e de acordo com</p>
<p>as proximas
noticias continuaremos assim por muito tempo.</p>
</div>
</div>
				</div>			</content>			<id>http://lucascolombo.spaceblog.com.br/188178/Desordem-e-retrocesso/</id>			<link href="http://lucascolombo.spaceblog.com.br/188178/Desordem-e-retrocesso/" />			<author>				<name>lucascolombo</name>				<uri>http://lucascolombo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-09-01T18:22:16+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A vida é uma paisagem borrada</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>A vida e uma paisagem
borrada</strong></p>
<p>Por de tras do vidro do carro.</p>
<p>Rostos que se dissiparam</p>
<p>E ja no se veem.</p>
<p>Coraes que no espelho do tempo</p>
<p>Definem-se apenas como indefinidos.</p>
<p></p>
<p>Como hei de alcan</p>
<p>Como ousa-la;</p>
<p>Se meu carro e minha priso?</p>
<p></p>
<p>Observo-a por de tras do vidro,</p>
<p>Sempre quilometros a frente de
nos.</p>
<p>Acelera gritamos em vo,</p>
<p>Mas Como hei de alcan</p>
<p>Como ousa-la;</p>
<p>Se meu carro e minha priso?</p>
<p></p>
<p>A vida e apenas uma paisagem</p>
<p>Por de tras do vidro do carro.</p>
<p>Sem forma,</p>
<p>Sem cor.</p>
<p>Apenas uma lembrana</p>
<p>Do que meus olhos fitaram</p>
<p>Por detras do vidro do carro.</p>
				</div>			</content>			<id>http://lucascolombo.spaceblog.com.br/182409/A-vida-e-uma-paisagem-borrada/</id>			<link href="http://lucascolombo.spaceblog.com.br/182409/A-vida-e-uma-paisagem-borrada/" />			<author>				<name>lucascolombo</name>				<uri>http://lucascolombo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-08-22T20:02:06+02:00</updated>		</entry></feed>