<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] lhaysfbueno : <![CDATA[Fazendo o amanhã!!!!!]]></title>		<link>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Fazendo o amanhã!!!!!]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 15:03:20 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Me derramar]]></title>			<description><![CDATA[<p>Meu Senhor venho em rede mundial declarar meu amor, temor, e clamor por ti pai!Sei que em Ti posso confiar, e sei q o Sr nunca me abandonará, e enxugará meu pranto e lavará minha alma mesmo diante de todas dificuldades, e jamais me desanimará!</p>
<p>Confio em Ti SR!</p>
<p>Tú és meu PAi AMADO!</p>
<p> </p>]]></description>			<link>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/196343/Me-derramar/</link>			<comments>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/Me-derramar-14092008-210709-lp-196343.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/196343/Me-derramar/</guid>			<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 21:07:09 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Escolhas de uma Vida!]]></title>			<description><![CDATA[<h4 class="fr0">
A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado
por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas
decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca
mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o
que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma
opção,estamos descartando outra, e de
opção em opção vamos tecendo essa teia
que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se
escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser
piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será
quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a
mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante
vaivém de romances. Até que chega um momento em que
é preciso decidir entre passar o resto da vida sem
compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e
deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através
do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa
própria, orçamento doméstico e
responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras:
viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista?
Todas as alternativas são válidas, mas há um
preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6
meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de
semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não
tê-los quando se está cansado. Por isso é
tão importante o auto conhecimento. Por isso é
necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em
várias tribos, prestar atenção ao que acontece
em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas
não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir
o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar
decisões e trocar de caminho: Ninguém é o
mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e
não para anular a vivência do caminho anteriormente
percorrido. A estrada é longa e o tempo é
curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha
responsabilidade e maturidade para arcar com as
conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo,
mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é
sua...!</h4>
<p>Pedro Bial</p>
]]></description>			<link>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/172605/Escolhas-de-uma-Vida/</link>			<comments>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/Escolhas-de-uma-Vida--29072008-010826-lp-172605.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/172605/Escolhas-de-uma-Vida/</guid>			<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 01:08:26 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Pedro Bial - Morte]]></title>			<description><![CDATA[<h4 class="fr0">Assisti a algumas imagens do
velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta &
Planeta deram seus depoimentos.

Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada.
Estava tudo sério demais, faltava a
esculhambação, a zombaria, a
desestruturação da cena.

Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e
perplexidade, que é mesmo o que a morte causa em todos os
que ficam.

A verdade é que não havia nada a acrescentar no
roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta.
Morrer é ridículo.

Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno
tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa
autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no
carro e no meio da
tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda
não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que
você prometeu dar à tardinha para um cliente?

Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer.
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um
colégio estudando fórmulas químicas que
não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as
provas, foi em frente. Praticou muita educação
física, quase perdeu o fôlego, mas não
desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem
ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de
dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era
hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em
frente.

De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na
freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um
delinqüente que gostou do seu tênis.

Qual é? Morrer é um cliche.

Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de
ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem
ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.
Você deixou em
casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida
no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros
vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas
gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida
inteira.

Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas
cuido eu.

Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e
talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não
chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez
não conclua o que pretende dizer. Não faz exames
médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte
costelas gordas e mulheres magras e
morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares
e não tem vícios, morre do mesmo jeito.
Isso é para ser levado a sério?

Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno
pode ser bem-vindo.
Já não há mesmo muito a fazer, o corpo
não acompanha a mente, e a mente também já
rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.
Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de
viver até a rapa? Não se faz.

Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem
natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o
exagero é a matéria-prima das piadas.

Só que esta não tem graça.</h4>
<p><span class="aut">Pedro
Bial<a class="autor" href=
"http://www.spaceblog.com.br/autor/Pedro_Bial/"></a></span></p>
]]></description>			<link>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/172601/Pedro-Bial-Morte/</link>			<comments>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/Pedro-Bial---Morte-29072008-005825-lp-172601.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/172601/Pedro-Bial-Morte/</guid>			<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 00:58:25 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[pensando em vc]]></title>			<description><![CDATA[]]></description>			<link>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/172595/pensando-em-vc/</link>			<comments>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/pensando-em-vc-29072008-004747-lp-172595.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/172595/pensando-em-vc/</guid>			<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 00:47:47 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A sunday]]></title>			<description><![CDATA[<h2>A Sunday
(tradução)</h2>
<h2 id="sz">Jimmy Eat
World</h2>
<p id="cmp">Composição:
Indisponível</p>
<p>No domingo vou pensar
sobre isso.
na viagem de volta vou pensar sobre isso.
o que você desejou, não se tornou verdade
viva com isso

no domingo ela pensou sobre isso.
agora, enquanto eu dirijo de volta, há 36 horas que eu
mudei
o curso em que me mandei
viva com isso.

No domingo, dê uma volta uma vez.
porque quando a volta termina, as esperanças que você
tem carregado,
caem das suas mãos até o chão.
viva com isso.
aprenda enquanto as drogas deixam.
apensa enquanto você se perde.
você irá.

seus olhos ficam mais nítidos no domingo.</p>
]]></description>			<link>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/172583/A-sunday/</link>			<comments>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/A-sunday-29072008-000549-lp-172583.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lhaysfbueno.spaceblog.com.br/172583/A-sunday/</guid>			<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 00:05:49 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>