<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] lalaa-s2 : <![CDATA[&#9829; ~ Lalaa's space]]></title>		<link>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[&#9829; ~ Lalaa's space]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:24:02 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[&#9829; ~Gincana Literária 2008]]></title>			<description><![CDATA[<p>Oi... queria pedir uma forcinha para a minah equipe na gincana
literária do colégio Monteiro Lobato...</p>
<p> Nossa equipe se chama Os condoreiros
representando a 3ª
geração romantica...</p>
<p>
A equipe tem um blog pot favor visitem!!</p>
<p>http://oscondoreiros.arteblog.com.br/</p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/166425/e-Gincana-Literaria-2008/</link>			<comments>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/et-9829---Gincana-Liter-ria-2008-16072008-191035-lp-166425.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/166425/e-Gincana-Literaria-2008/</guid>			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:10:35 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[&#9829; ~ ??]]></title>			<description><![CDATA[<p>naum sei oq escrever hj... entaum vou deixar que esse trexo da
música da banda Pull Down fale por mim:</p>
<p>"Nem tudo está tão bem
Não posso enganar você
Estou sempre triste, nem sei por que
Mas prefiro sorrir
Do que entristecer alguém
O problema sou eu, tente compreender"</p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/166058/e/</link>			<comments>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/et-9829-------16072008-010445-lp-166058.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/166058/e/</guid>			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:04:45 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[&#9829; ~ Carpe Diem]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong>"Carpe Diem quer dizer colha o dia. Colha o dia como se fosse
um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida
não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre
no presente."</strong></p>
<p> </p>
<p>  De um texto do poeta Horácio sai a palavra Crape
diem, originária do latim tem sua tradução
colha o dia ou aproveite o momento, usada também para
aconselhar que não gaste o tempo com futilidades, pois o
tempo não volta.</p>
<p>   "Em suma, o "espírito" da frase pode ser
entendido como <em>aproveitar as oportunidades que a vida lhe
oferece no momento em que elas se apresentam</em> ou ainda
"aproveitar a vida e não ficar apenas pensando no
futuro"</p>
<p> veja o techo e a tradução do mesmo
encontrado em Odes:</p>
<p>&bull; Original(em latim):</p>

<span style=
"background-color: #000000;">Carpe diem quam minimum credula postero</span>
<span style=
"background-color: #000000;">Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi</span>
<span style=
"background-color: #000000;">finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios</span>
<span style=
"background-color: #000000;">temptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.</span>
<span style=
"background-color: #000000;">seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,</span>
<span style=
"background-color: #000000;">quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare</span>
<span style=
"background-color: #000000;">Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi</span>
<span style="background-color: #f61377;"><span style=
"background-color: #000000;">spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida

&bull; Tradução(em português):</span></span>Colha o dia, confia o mínimo no amanhã
Não perguntes, saber é proibido, o fim que os deuses
darão a mim ou a você, Leuconoe, com os adivinhos da Babilônia
não brinque. É melhor apenas lidar com o que cruza o seu caminho
Se muitos invernos Jupiter te dará ou se este é o último,
que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar
Tirreno: seja sábio, beba seu vinho e para o curto prazo
reescale suas esperanças. Mesmo enquanto falamos, o tempo ciúmento
está fugindo de nós. Colha o dia, confia o mínimo no amanhã.
<span style="background-color: #f61377;">
</span>aetas: carpe diem quam minimum credula postero.

<p><a id="Na_literatura" name="Na_literatura"></a></p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/164762/e-Carpe-Diem/</link>			<comments>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/et-9829----Carpe-Diem-16072008-010411-lp-164762.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/164762/e-Carpe-Diem/</guid>			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:04:11 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[&#9829; ~ Punk (modo de pensar e viver)]]></title>			<description><![CDATA[<p>  O movimento punk não é bagunça,
desordem ou qualquer coisa do tipo, esse movimento pelo
contrário do que a grande maioria da população
pensa é organizado, por jovens que não aceitam
qualquer forma de facismo,nazismo,racismo,autoritarismo,sexismo e
comando<strong>.</strong></p>
<p>   Os punks tem a preferência de se vestir com
"trapos", ou seja, coupas ragadas, coturno(botas), ter cabelos
cortado à moecano, coloridos ou qualque coisa fora do comum,
para demonstrar sua revolta, sua não aceitação
com as coisas que acontecem ao seu redor, para demonstrar isso
também fazem protestos, passeatas, panfletagens, boicotes,
entre outras coisas, procuram também produzir músicas
simple e diretas, não comerciáveis que trazem
idéias políticas livres e objetivas. Enfim ...
Punk não eh modismo é modo de pensar e
viver!</p>
<p>"<strong>Queiramos ou não, punk é um
rótulo, que pode ser aceito com orgulho pelo próprio
ou dito com o maior escárnio, arrogância e menosprezo
por alguns que não vêem realmente a realidade que
levou a este tipo de atitude.

Este é normalmente o perfil do punk, um revoltado. Sim, punk
é uma atitude de revolta, um perfil, que somente pode ser
entendido e muito mais do que isso, sentido pelo cara suburbano que
viveu com a miséria e a desesperança bem perto!
É a agressão, como forma de autodefesa contra a
malícia das pessoas.

Acima de tudo, o punk se formou assim, e foi rotulado por se
identificar ou ter algo em comum com o pequeno grupo, mais uma das
minorias discriminadas!"</strong></p>
]]></description>			<link>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/164284/e-Punk-modo-de-pensar-e-viver/</link>			<comments>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/et-9829----Punk--modo-de-pensar-e-viver--12072008-003614-lp-164284.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/164284/e-Punk-modo-de-pensar-e-viver/</guid>			<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 00:36:14 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[&#9829; ~ Movimento OI! e a Verdadeira história dos Skinheads(sem sensacionalismo)]]></title>			<description><![CDATA[<div>Skinheads ( a verdadeira história) e o movimento
Oi!</div>
<p>O movimento skinhead apareceu no final dos anos 60, na
inglaterra. Eles surgiram como uma evolução de outro
movimento, os mods. Os mods, abreviação de
"modernists", eram uma galera que deu muito o que falar no
início dos anos 60, que curtia lambretas, música
negra norte americana (soul, r&b) e jamaicana (ska), roupas
alinhadas (o visual deles era muito peculiar para a época,
e, apesar de imitado, quase nunca é reproduzido com
fidelidade hoje), etc... Os mods brigavam com os Rockers, que
curtiam jaquetas de couro, motocicletas, rock anos 50 e
topetes.</p>
<p> </p>
<p>Essas brigas sempre davam muito o que falar na imprensa, mais ou
menos como aconteceu uns meses atrás em SP, quando houve as
tretas entre "skatistas" e "cybermanos"... Com o tempo, o Mod se
dividiu entre o pessoal mais intelectual, refinado, "cool"; e o
pessoal mais das ruas, mais proletário, briguento. Os mais
"artistas", apelidados de "Mods de escola de arte", acabaram dando
origem ao psicodelismo (membros de bandas como The Who e Pink Floyd
eram mods antes de virarem "psicodélicos"). Os mais
"rueiros" (chamados "hard mods"), exageraram o visual simples do
mod original, deixando o cabelo cada vez mais curto e adotando as
botas e suspensórios como uniforme, enfatizando sua
condição de classe trabalhadora.
Além disso, o ska, que ia aos poucos se transformando no
reggae, passava a ser a trilha sonora desses "hard mods",
frequentadores de bailes onde rolava música da jamaica. Em
1968, eles já eram muitos, e estavam causando muita
confusão, brigando em estádios de futebol e nas ruas.
A imprensa apelidou-os de "skinheads" (cabeças raspadas) e
eles assumiram o nome.</p>
<p>O skinhead original não tinha nada a ver com
política. O negócio deles era curtir som
(reggae/ska), visual, tretas (no estádio de futebol ou
contra hippies e gangues de motoqueiros), futebol, etc...
Não havia racismo também, pois muitos skins eram
negros, e mesmo os brancos ouviam apenas música negra e
frequentavam os mesmos bailes dos jamaicanos. Isso durou até
o começo dos anos 70, quando o movimento quase acabou.</p>
<div>
<p>O pessoal ou largou por ter ficado mais velho, ou mudaram de
movimento (novos estilos surgiram a partir do skinhead - como o
Suedehead, mais preocupado com a aparência e os bootboys,
hooligans de futebol). Até que em 1977, aproximadamente,
impulsionado pela explosão dos movimentos (punk, new wave,
volta do mod e do rockabilly, etc), começaram a aparecer
novos skins, e alguns antigos voltaram à cena. Alguns ainda
eram fiéis ao "espírito de 69", enquanto outros eram
influenciados pelo punk, misurando elementos punks ao visual
skinhead tradicional.</p>
<p>No final de 77, começo de 78, acontece um racha no punk,
semelhante ao que houve no mod nos anos 60: parte do movimento
segue um direcionamento mais "artístico" (originando o
pós punk, new wave, gótico, etc), e outros pegam mais
o lado agressivo, rueiro e suburbano (o "Street Punk", mais tarde
apelidado de "Oi!"). Essa leva de punks mais "crus", têm como
guia o Sham 69. Jimmy Pursey, vocal do Sham, era skin no
começo dos anos 70, e a banda tinha um grande público
skinhead. Desta forma, começa a se multiplicar uma nova
geração de skins, influenciados pelo punk e ouvinte
de punk rock, com um visual menos bem arrumado do que os skins
originais. Os skins "tradicionais" diziam que estes eram apenas
"punks carecas", pois não tinham noção alguma
sobre as tradições do skinhead.</p>
<div>
<p>Eis que os skins voltam a ser uma visão comum nas ruas de
Londres, e em shows punks. No final dos anos 70, surge o movimento
2 Tone. O 2 Tone ("2 tons", ou seja, branco e preto, anti-racismo)
era o nome dado à nova geração de bandas de
ska (Madness, Specials, Selecter, etc) e seus seguidores. As bandas
2 Tone eram influenciadas pelo som skinhead original (Ska e reggae
antigo), inclusive tocando covers das favoritas dos bailes de 69.
De qualquer maneira, o 2 Tone levou muitos skins de volta às
origens musicais, visuais e multi-raciais do movimento.</p>
</div>
</div>
<div>Mas nem tudo eram flores, e enquanto a 2 Tone estava fazendo
um ótimo trabalho combatendo o racismo e o fascismo
através do ska, a extrema direita (em especial o "National
Front") começava a se aproximar dos skinheads mais
ignorantes. Enquanto o Sham 69 e outras bandas street punk com
fãs skins tocavam em festivais chamados "Rock Against
Racism" (rock contra o racismo), organizados por partidos de
esquerda, o National Front cria sua própria
organização, o "Rock Against Communism", para apoiar
bandas de extrema direita.</div>
<div>Desta maneira, nasce o "Skinhead Nazista", tão
conhecido pelo mundo todo. No entanto, a maioria dos skins
continuava sem um direcionamento político definido, longe
dos fascistas. Sabe-se que nesta mesma época (1979), havia
uma banca de skins em Londres chamada "S.A.N."- "Skinheads Against
Nazis", que queria eliminar a influencia dos neo-nazistas. Bandas
de punk rock com membros skins, como os Angelic Upstarts, eram
assumidamente esquerdistas e se opunham ao National Front com
veemência.</div>
<div>
Mas como é de costume, a mídia sensacionalista
começa a chamar todo skinhead de nazista, e o que é
pior, todo jovem nazi de "skinhead". Com isso, a extrema direita
só conseguiu novos adeptos e os skins "White Power" aumentam
em tamanho e importância. Mas mesmo assim estavam longe de
ser maioria. Em 1980, o punk estava em baixa, tendo sido
transformado em new wave e vendido em butiques. Mas nos
subterrâneos, muitas bandas de "punk real" estavam na luta. A
maioria delas era influenciada pelo Sham 69 e outras bandas street,
e faltava um nome para uní-las.</div>
<div><span style="text-decoration: underline;"><strong>Eis que o jornalista Garry Bushell, chama este novo
movimento de "Oi!", por causa da música dos Cockney Rejects
"Oi! Oi! Oi!". O Oi! tinha como ideal ser uma
revitalização do punk agressivo, realista, das ruas,
sem a comercialização e a suavização da
new wave. Era a música que segundo Bushell, unia "punks,
skins e toda a juventude sem futuro"</strong></span>. Logo
organizaram a primeira coletânea Oi!, com os Cockney Rejects,
4 Skins, Angelic Upstarts, Peter & the test Tube Babies,
Exploited e outras bandas, formadas por punks, skins e
"normais".</div>
<div></div>
<div>Foram feitas várias outras coletâneas Oi! a
partir daí, e muitas bandas apareceram. Então, apesar
de no Brasil as pessoas pensarem que Oi é "som de careca",
ou que bandas Oi devem ser de direita, isto não passa de
preconceito. O Oi! nada mais é do que um estilo de punk rock
de volta às raízes, mais ligado à rua, ao
realismo social. Nada a ver com a extrema direita. A maior prova
disso é a adesão original de bandas como os U.K. Subs
ao Oi!, e o fato do Business (uma das maiores bandas Oi), tocar um
cover do Crass. Enfim, a grande maioria das bandas ou era de
esquerda ou era apolítica. Entre as bandas Oi originais,
não havia nenhuma que fosse nazi.
<p>Os nazis, como já disse, estavam envolvidos com o R.A.C.,
e se o som deles era semelhante ao Oi, as idéias certamente
não eram. Com o tempo, a mídia passou a explorar cada
vez mais o skinhead, e o Oi!, que já era a música
oficial da maioria dos skins acabou sendo associado ao fascismo.
Com isso, muitas bandas punks (com medo de terem o filme queimado)
se distanciaram, deixando o termo Oi! principalmente na mão
dos skinheads.</p>
</div>
<div>Mas de qualquer maneira é absurdo, como costumam fazer
por aqui, usar a palavra Oi! querendo dizer skin, ou careca (tipo
"fulano de tal é oi!"), e boicotar determinadas bandas
apenas por serem Oi. Oi! é um estilo de música
baseado na união e na temática direta e agressiva,
não uma ideologia política. Apesar de haver muitas
bandas Oi! nacionalistas e formadas apenas por skinheads, uma banda
pode ser Oi! sendo 100% punk sem ter nada a ver com nacionalismo,
extrema direita ou nada disso, basta acreditar nos ideias originais
da coisa.

<span style="text-decoration: underline;"><strong>Resumindo, Oi! é apenas mais um nome para o punk,
ou melhor, para o "street punk"</strong></span>, não
devendo ser confundido com uma ou outra postura política.
Nos Estados Unidos, muitas bandas de hardcore foram influenciadas
pelo Oi! e tinham membros skinheads (não nazis), como era o
caso do Agnostic Front, Cro-Mags, Iron Cross, Warzone,
etc...Daí o motivo de muita gente (especialmente até
alguns anos atrás) chamar essas bandas de nazistas,
injustamente. Algumas delas eram patriotas, mas não eram
racistas, nazistas ou nada do tipo.</div>
<div>
<p align="justify">Hoje em dia, há pelo menos 3 tipos de
skinhead pelo mundo afora (no Brasil a cena é um pouco
diferente).</p>
<p align="justify">
1-A maioria deles são os chamados "tradicionais", que
acreditam nos valores originais do skinhead. Muitos são o
que se chama de "Espírito de 69", ou seja, procuram
reproduzir exatamente os skins dos anos 60 e ouvem apenas reggae e
ska. Outros são mais ligados ao Oi, e a maioria gosta tanto
de Oi!, quanto de punk 77, reggae, ska, soul, etc... A
política fica em segundo plano, e todos são
contrários ao racismo.</p>
<p>2-Há também os skins engajados mais à
esquerda, que podem ser "Sharp" (muitos se dizem apolíticos
ou até mesmo nacionalistas, mas são radicalmente
anti-racistas e confrontam os nazis face a face) ou "Rash" (skins
anarquistas ou comunistas). Estes, convivem mais ou menos bem com
os tradicionais, e ouvem as mesmas coisas, mas há um certo
conflito, pois os "trads" chamam eles de fanáticos e eles
chamam os "trads" de alienados... O Sharp foi muito grande
até a metade dos anos 90, mas de lá para cá
começou a diminuir. Os mais politizados aderiram ao Rash, e
os que achavam que o Sharp deveria ser apolítico, passaram a
se denominar tradicionais, ou apenas skinheads. O Rash e os
Redskins (skins comunistas) são fenômenos grandes em
alguns países como França (onde existem em grandes
números e bem organizados desde o início dos anos
80), Itália, Espanha, Alemanha e em menor grau nos Estados
Unidos, Canadá e no resto da Europa.</p>
<p>
E...3- Os skins nazis, que em geral usam visual diferente, curtem
som diferente (puxado para o hard rock) e frequentam baladas
diferentes. São igualmente detestados pelos tradicionais,
sharps e rash.</p>
<div>
<p align="right"><em>F</em><em>onte: <a href=
"http://www.angelfire.com/pe2/sxe/skinhead.html" target=
"_blank">http://www.angelfire.com/pe2/sxe/skinhead.html</a></em></p>
</div>

<p class="post-footer"><em>posted by Undead, El Bandolero-Muerto
Vivo at <a title="permanent link" href=
"http://serialmatinal.blogspot.com/2007/04/histria-do-oi-e-dos-skinheads.html">
1:29 AM</a></em> </p>
<a name="comments" id=
"comments"></a></div>
<div></div>
]]></description>			<link>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/163727/e-Movimento-OI-e-a-Verdadeira-historia-dos-Skinheads-sem-sensacionalismo/</link>			<comments>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/et-9829----Movimento-OI--e-a-Verdadeira-hist-ria-dos-Skinheads-sem-sensacionalismo--10072008-230437-lp-163727.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lalaa-s2.spaceblog.com.br/163727/e-Movimento-OI-e-a-Verdadeira-historia-dos-Skinheads-sem-sensacionalismo/</guid>			<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 23:04:37 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>