<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] laballerina : <![CDATA[La Ballerina]]></title>		<link>http://laballerina.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[La Ballerina]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 03:32:54 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Fuga de Talentos - Márcia Haydée]]></title>			<description><![CDATA[<p>Márcia Haydée Salavarry Pereira da Silva nasceu em
Niterói em 18 de abril de 1937.
Aos três anos de idade, Márcia Haydée já
tinha aulas de balé clássico, tendo
formação, no Brasil, com Yuco Lindberg e Vaslav
Veltchek. Aos dezesseis anos, foi se aperfeiçoar na Royal
Ballet School de Londres, na Inglaterra. Em 1957, Haydée
iniciou sua carreira profissional no Ballet do Marquês de
Cuevas. Quatro anos depois, conheceu o coréografo John
Cranko, diretor do Ballet de Stuttgart, de onde se tornou a
primeira solista.

Cranko investiu em Haydée, que se tornou uma estrela
internacional, dançando em obras como Romeu e Julieta,
Eugène Oneguin e A megera domada. Em 1976, três anos
após a morte de Cranko, Márcia assumiu a
direção do Ballet de Stuttgart, passando a ser
disputada por outros coréografos, tais como Maurice
Béjart, Glen Tetley, Jiri Kylian, William Forsythe e John
Neumeier. Ela era então aclamada como a "Maria Callas da
dança". Em 1993, Márcia Haydée assumiu
também a direção do Companhia Nacional de
Dança do Chile.

Seus mais importantes partners bailarinos foram Richard Cragun (com
quem foi casada durante dezesseis anos), Rudolf Nureyev, Jorge
Donn, Mikhail Baryshnikov e Anthony Dowell.

Em 1996, Márcia Haydée resolveu dedicar-se à
vida pessoal e hoje vive em uma casa de campo, a quarenta
quilômetros de Stuttgart. Contudo, em outubro de 1999, aos
sessenta e dois anos, ela voltou a apresentar-se, dançando a
peça Tristão e Isolda, com o bailarino brasileiro
Ismael Ivo, na Alemanha.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: Wikipedia </em></p>
]]></description>			<link>http://laballerina.spaceblog.com.br/99350/Fuga-de-Talentos-Marcia-Haydee/</link>			<comments>http://laballerina.spaceblog.com.br/Fuga-de-Talentos---M-rcia-Haydee-20022008-032434-lp-99350.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://laballerina.spaceblog.com.br/99350/Fuga-de-Talentos-Marcia-Haydee/</guid>			<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 03:24:34 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Fuga de Talentos - Roberta Marquez]]></title>			<description><![CDATA[<p>A carioca Roberta Marquez, uma das estrelas do Teatro Municipal
do Rio de Janeiro, é considerada o maior talento de sua
geração.
No ano passado, ela recebeu o primeiro convite para dançar
no exterior em uma produção do bale A Bela
Adormecida, justamente no Royal Ballet de Londres, uma das maiores
e mais tradicionais companhias do mundo.
Roberta, que tem 26 anos, já era considerada uma estrela do
balé brasileiro, mas a temporada em Londres rendeu muitos
frutos e ela foi chamada para ser uma das primeira-bailarinas do
Royal Ballet. Ou seja, terá os papéis principais,
dançará solos e terá mais destaque.

"Foi uma temporada muito boa, as críticas foram excelentes.
Tive uma crítica ótima do Clement Crisp,
crítico do Financial Times."

<strong>Convites</strong>

Ela conta que após os sucessos de sua primeira temporada
recebeu vários convites, participou da temporada do Royal
Ballet na Rússia e voltou a Londres para dançar
Giselle.

"Depois do espetáculo, a diretora me disse que queria falar
comigo. Eu não esperava um convite desses (para
primeira-bailarina), achava que ela ia me convidar para mais uma
temporada como bailarina convidada."

O convite, segundo Roberta, foi irrecusável e ela chega em
setembro a Londres.
Fora raras exceções, como Marcia Haydée,
considerada um mito da dança mundial, o Brasil não
tem tradição de formar grandes bailarinos.O ballet
ainda é visto como uma arte praticada pela elite e
apresentada para a elite.Roberta Marquez espera que sua ida para o
Royal Ballet mude esse tipo de visão e abra as portas do
mercado de trabalho para bailarinos brasileiros no exterior.

<strong>Diferenças</strong>

Além de notar que há mais estudantes de balé
de famílias com menos recursos, ela diz que os brasileiros
não fariam feio numa companhia estrangeira, mas, segundo
ela, ainda falta muita infra-estrutura para o balé no
Brasil.

"O Royal tem uma estrutura maravilhosa. Os bailarinos têm
sala de fisioterapia, de Pilates, é outro nível. E
eles dançam o ano todo, com longas temporadas."

Já no Brasil, falta incentivo, faltam patrocínios,
nunca há verbas, afirma Marquez.

"(No Brasil) a gente dança de três em três
meses."

A diferença está aí, segundo Marquez. Os
brasileiros são muito talentosos, mas não conseguem
dançar com a freqüência necessária.
Após chegar à Inglaterra em setembro, Roberta Marquez
começa imediatamente um esquema puxado de ensaios.</p>
<p> 
<em>Fonte: BBC Brasil </em></p>
]]></description>			<link>http://laballerina.spaceblog.com.br/97121/Fuga-de-Talentos-Roberta-Marquez/</link>			<comments>http://laballerina.spaceblog.com.br/Fuga-de-Talentos---Roberta-Marquez-14022008-020954-lp-97121.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://laballerina.spaceblog.com.br/97121/Fuga-de-Talentos-Roberta-Marquez/</guid>			<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 02:09:54 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Fuga de Talentos]]></title>			<description><![CDATA[<p><em>"Bailarinos brasileiros são tão valorizados
quanto os jogadores de futebol, por causa da técnica e da
versatilidade. Afinal, quem dança samba aprende qualquer
outro estilo, tem malemolência."</em> (Jorge Teixeira)</p>
<p>O número de bailarinos brasileiros que saem do
país para dançar em grandes companhias do exterior
é cada vez maior. A falta de investimento do governo, o
pequeno número de corpos de baile e de cargos
disponíveis acentua ainda mais a necessidade de integrar
grupos estrangeiros em prol de reconhecimento artístico e
financeiro. O que fazer para mudar essa realidade?</p>
<p>O ensino da dança no Brasil é considerado um dos
melhores do mundo, o que é um grande mérito visto que
somos um país culturalmente jovem. Contamos com escolas
tradicionais como a Estadual de Dança Maria Olenewa, no Rio
de Janeiro, além da Municipal de Bailados de São
Paulo. No ano de 2007 formou-se a primeira turma do Ballet Bolshoi
de Joinville, que aliás é a única filial do
Bolshoi fora da Rússia. Mas para onde vão todos esses
talentos, muitas vezes revelados no nosso grandioso Festival de
Dança de Joinville, considerado pelo Guiness Record como o
maior festival de dança do mundo? Se pretendem continuar no
país devem buscar entrar nas escassas companhias
clássicas que possuímos, entre elas o Theatro
Municipal do Rio de Janeiro é a única com grande
renome.</p>
<p>A grande diva dessa companhia, Ana Botafogo, diz que nossos
bailarinos "são muito bem vistos (no exterior). Nós
temos um nivel maravilhoso, hoje em dia, o ensino é
tão bom que temos ótimos profissionais. O que falta
é campo de trabalho, o que faz ter um exôdo dos nossos
bailarinos, temos muitos espalhados em companhias na Alemanha. As
pessoas sabem quem são os bailarinos brasileiros".</p>
<p>A realidade parece estar mudando aos poucos. Após a
formatura de sua primeira turma, a Escola do Ballet Bolshoi no
Brasil abriu o seu primeiro corpo de baile jovem que conta
já com cinco bailarinos formados na escola e agora prepara
as audições para contratar outros membros. Mas ainda
é pouco. A solução mais prática ainda
vem sendo a fuga para os ballets europeus e norte-americanos na
esperança de melhores oportunidades.</p>
]]></description>			<link>http://laballerina.spaceblog.com.br/90304/Fuga-de-Talentos/</link>			<comments>http://laballerina.spaceblog.com.br/Fuga-de-Talentos-28012008-032022-lp-90304.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://laballerina.spaceblog.com.br/90304/Fuga-de-Talentos/</guid>			<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 03:20:22 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Breve história do Ballet clássico]]></title>			<description><![CDATA[O balé clássico se originou das
danças coral cortesã e mourisca. Grupos de figurantes
(cavalheiros da corte e, às vezes damas) formavam as
"<em>entradas de mouriscas</em>", usando trajes bizarros na
caracterização dos personagens. As danças se
sucediam a intervalos, cada grupo realizava seu bailado e, por fim,
todos se uniam na dança geral.
<p>Os espetáculos
ganharam maior dramaticidade na Itália e os temas da
mitologia clássica substituíram os dos romances
medievais. A dança pantomímica passou a ser executada
por bailarinos profissionais e transformada em espetáculo
público.</p>
<p>O balé se estruturou na Itália, antes
de se desenvolver na França. Em meados do século XVI,
Catarina de Médicis levou a Paris o balé
"<strong>Comique de la Reine</strong>". A primeira peça de
gênero dramático "<strong>Ballet de
Circé</strong>" foi composta em 1581, pelo músico
italiano Baldassarino.</p>
<p>Luís XVI foi o fundador da Academia
Real de Dança, em 1661. Esse berço do balé
profissional deu grande impulso à dança.
O balé passou para o teatro. Os artistas eram sempre do sexo
masculino. Usavam máscaras e trajes que dificultavam os
movimentos. As mulheres foram incluídas como bailarinas em
1681, po Lully, em seu "<strong>O Triunfo do Amor</strong>".
Os passos eram baixos e sem saltos. Os grandes saltos foram
incorporados à técnica pelo grande bailarino
Ballon. As cinco posições básicas dos
pés foram elaboradas po Pierre Beauchamp. Raoul
Feuillet realizou a primeira tentativa de notação
de dança com sua "Coreografia ou Arte de Escrever a
Dança".</p>
<p>As mulheres passaram a se destacar e
contribuíram para o aperfeiçoamento da arte. Marie
Camargo criou o <em>jeté</em>, o <em>pas de basque</em>
e o <em>entrechat quatre</em>, além de encurtar os vestidos
até acima dos tornozelos e calçar sapatos sem
saltos.</p>
<p>Jean Georges Noverre foi a figura mais
importante da dança no século XVIII. Além de
vários bailados, foi autor de "<em>Lettres sur la Danse et
les Ballets</em>", que trazia leis e teorias do balé. Ele
afirmava que o balé é uma arte nobre, destinada
à expressão e ao desenvolvimento de um tema. Criou o
balé dramático, onde a história é
contada através de gestos. Reclamava maior expressão
na dança, simplicidade e comodidade nos trajes, além
de mais vastos conhecimentos para os "<em>maitres de
balé</em>" e a necessidade de um tema para cada balé.
A partir daí, Gaetan e Auguste Vestris criaram
novos passos.</p>
<p>As famosas bailarinas russas começaram a
aparecer na Europa em meados do século XIX. Conquistaram de
vez os teatros.
O Romantismo na dança foi inalgurado po Marie
Taglioni. Assim, as bailarinas se tornaram seres quase irreais,
em um ideal de imaterialidade. Toda a técnica e
estética da dança foi revolucionada. Taglioni criou o
*sapato de ponta, dando às bailarinas a possibilidade de
executar proezas técnicas e aparência de flutuar nas
pontas dos pés, além do *<em>tutu</em> - vestido
semi-longo, de tule, com corpete justo, possibilitando liberdade
total para os movimentos. Sua mais famosa criação foi
"<strong>La Sylphide</strong>" (1832).</p>
<p>Jean Coralli criou
"<strong>Giselle</strong>" em 1841, um dos maiores bailados
tradicionais, de caráter dramático e emotivo.
Jules Perrot produziu "Pas de Quatre", em 1845. Em 1870,
Arthur de Saint-Léon criou
"<strong>Coppélia</strong>", com música de
Delibes.</p>
<p>Marius Pepita, com Cecchetti e
Ivanov criou "<strong>Quebra-Nozes</strong>", em 1892; com
Lev Ivanov criou "<strong>A Bela Adormecida</strong>", em
1890. Todos com música de Tchaikovski, como a maioria dos
grandes balés russos.</p>
<p>Pepita preparou vários bailarinos de
grande talento. Pelas mãos de Enrico Cecchetti
passaram os mais famosos nomes da dança internacional, como
Anna Pavlova. O estilo e o método de Cecchetti ainda
permanecem.</p>
<p>No começo do século XX, o balé
teve um impulso, que se deve a Sergei Diaghilev.
A coreografia foi revolucionada por Fokine, que pôs em
prática os ideais de Noverre. A dança deveria ser
interpretativa, mostrando o espírito dos atores, em harmonia
com a música e a arte plástica. O mais célebre
bailado de Anna Pavlova - <em>A Morte do Cisne</em> - foi criado
por ele, além de 68 bailados, representados no mundo
inteiro.</p>
]]></description>			<link>http://laballerina.spaceblog.com.br/89378/Breve-historia-do-Ballet-classico/</link>			<comments>http://laballerina.spaceblog.com.br/Breve-hist-ria-do-Ballet-cl-ssico-25012008-135525-lp-89378.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://laballerina.spaceblog.com.br/89378/Breve-historia-do-Ballet-classico/</guid>			<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 13:55:25 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>