<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Joanasc]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-07-03T21:03:55+02:00</updated>		<entry>			<title>Édgar Vivar(Nhonho e Senhor Barriga)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p><strong>Édgar Vivar</strong> (Cidade
do México, 28 de dezembro de 1947) é um médico e ator mexicano, conhecido intérprete do "Senhor Barriga" e "Nhonho" no seriado Chaves.niciou sua carreira artística em 1964 e participou em cerca de 40
obras, que compreenderam autores vanguardistas e mexicanos; mas em
1970, quando realizava rádio-teatros, foi chamado por 
Roberto Gómez Bolaños para participar de seus programas
cômicos. Foi então que conseguiu popularidade com os personagens
Senhor Barriga, Nhonho e Botijão.</p>
<p>No teatro atuou em "Marcelino pan y vino" onde fazia o <em>Frei
Antonio</em> e também atuou em "En Roma el amor es broma" e em
comédias musicais como " La casita del placer". Atuou na comédia
"Einstein y Picaso en un cafe de Paris" ,onde interpretou Sagot. Em
1976 protagonizou o musical "La Novicia Rebelde" (A
Noviça Rebelde), e por mais de seis anos realizou "La
Pastorela de Tepoztlán". Além do êxito que alcançou com Chespirito,
participou em várias telenovelas, entre as quais se destacam "Mundo
de Juguete" e "Alguna vez tendremos alas" (1997), com produção de
Florinda Meza, onde fazia o papel de Sebastian
Medina. Filmou uma nova versão de "Zapata" que foi dirigida por Alfonso Arau, o
mesmo dos filmes "Como agua para Chocolate" e "Calzonzin
inspector". No cinema participou de filmes como "¿No Oyes Ladrar
los Perros?", "En el Cine", "El Chanfle", "Don Ratón y Don Ratero"
e a produção estrangeira "In and Out".</p>
<p>Participou da zarzuela "Luisa Fernanda", em um papel cômico
com tons musicais. Com esta zarzuela fez uma turnê por Miami, Boston e outros lugares dos 
Estados Unidos. Também fez incursões profissionais na
música, já que participou de um espetáculo produzido pelo "Teatro
de Bellas Artes de México " e na escola de Zarzuela de Madrid onde
cantou com 
Plácido Domingo. Em 2000, trabalhou numa cara produção
da Televisa, chamado "Plaza Sesamo 2000"
(Vila Sésamo), onde interpretava um personagem
chamado Don Boni onde também havia um tema de Edgar chamado "La
Radio" que se incluiu neste programa e viajou com o genial "Circo
de Noño y el Sr. Barriga", um circo montado por Édgar em 1985. Seu circo tem
equilibristas, cães amestrados, contorcionistas e ainda os
monólogos de Nhonho e o Senhor Barriga. Em
1997 viajou ao Chile e instalou seu circo no centro comercial
de Santiago. Édgar está muito ligado ao Chile
porque sua bisavó nasceu na cidade nortenha de Antofagasta.</p>
<p></p>
<p>Em 1998 foi à Argentina com seu circo e se apresentou em
Calchaqui e na rua 12 de Outubro, em Quilmes. Retirou-se dos palcos por problemas
respiratórios, chegando até a ser internado. Tudo correu bem e em
2001 assumiu um cargo na Associação Nacional de Intérpretes (ANDI),
um cargo renomadíssimo.</p>
<p>Em 2006, ele atuou no filme Bandidas, vivendo o gerente de um dos bancos
assaltados pelas protagonistas vividas Salma Hayek e Penelope Cruz.</p>
<p>Em 2007 intepretou Dr. Balaban, um cientista paranormal, no
filme O Orfanato, de Juan Antonio Bayona.</p>
<p>Em 2003, Édgar Vivar veio ao Brasil e esteve no programa "Falando Francamente" apresentado por 
Sônia Abrão no SBT, já em excelente estado de saúde, e onde
também recebeu muitas homenagens dos chavesmaníacos, e de boa parte
de funcionários da emissora, em especial a apresentadora do
Bom Dia  Cia na época, Jackeline Petkovic se emocionou muito ao
conhecer o personagem que a fez crescer em vários sentidos
pessoais.</p>
<p>Conheceu também no mesmo dia, o seu dublador no Brasil,
Mário Vilela, sendo que este dublador veio a
falecer de Diabetes no dia 1º de dezembro de 2005.</p>
<p>Ainda em sua visita ao Brasil, o ator declarou que nunca foi
amigo de 
Carlos Villagrán. Carlos assistia a entrevista pela TV e
ficou muito chateado porque sempre se considerou um grande amigo de
Édgar.</p>
<p>Em 2006, deu entrevista exclusiva à 
Rádio Jovem Pan, de 
São Paulo, para falar sobre a vitória do México em seu primeiro jogo na 
Copa do Mundo da Alemanha, contra o Irã, por 3 a 1.</p>
				</div>			</content>			<id>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429052/dgar-Vivar-Nhonho-e-Senhor-Barriga/</id>			<link href="http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429052/dgar-Vivar-Nhonho-e-Senhor-Barriga/" />			<author>				<name>joanapinheiro</name>				<uri>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T21:03:05+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Rubén Aguirre(Professor Girafales)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p><strong>Rubén Aguirre Fuentes</strong> (Saltillo, 15 de junho de 1934) é um ator cômico mexicano que encarnou a personagem
<em>Professor Girafales</em> no programa humorístico mexicano
Chaves. É casado com Consuelo de los
Reyes.</p>
<p>Rubén começou a trabalhar muito cedo e de diversas maneiras: foi
locutor de rádio e televisão, ventríloquo, ator, narrador de touradas, toureiro e diretor de televisão. Na
faculdade, estudou engenharia agrônoma. Na cidade de Monterrey, Aguirre trabalhou no Canal 6, como
chefe de locutores e braço direito do gerente do canal. Nessa
época, o canal era recém inaugurado e pouco a pouco começava a
competir com o Tele Sistema Mexicano, canal mexicano mais
importante da época. Depois, os mesmos donos do Canal 6 abriram um
outro canal, o Canal 8, onde ele se tornaria famoso nos programas
de Chespirito, como Chaves e Chapolin. Aguirre era considerado um dos
homens mais bonitos na época da sua juventude.</p>
<p>Com o fim definitivo das gravações do Chaves, em 1993, Aguirre produziu no ano seguinte o
programa "Ahi esta la Chilindrina", que estrelava a personagem
Chiquinha, interpretada por 
María Antonieta de las Nieves.
Desde 1976, Rubén é proprietário de um circo, "El
Circo del Professor Jirafales", aproveitando que os direitos
autorais de seu personagem não pertencem a Chespirito fora do
México. Alcançou bastante sucesso na Argentina, mas a imprensa mexicana divulgou
rumores negativos sobre seu estado de saúde: ele estaria bastante
obeso e deprimido</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429047/Rub-n-Aguirre-Professor-Girafales/</id>			<link href="http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429047/Rub-n-Aguirre-Professor-Girafales/" />			<author>				<name>joanapinheiro</name>				<uri>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T20:57:00+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Angelines Fernández(Dona Clotilde Bruxa do 71)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p><strong>Angelines Fernández Abad</strong> (Madri, 9 de julho de 1922  
Cidade do México, 25 de março de 1994) foi uma atriz espanhola radicada no México, mais conhecida por atuar em El Chavo del Ocho (Chaves).</p>
<p>Logo no começo da 
Segunda Guerra Mundial, seguiu para o México e começou sua carreira de atriz no
início dos anos 70, quando 
Chespirito a convidou para trabalhar no seriado
Chaves, interpretando a Dona Clotilde, que era chamada pelas crianças
de <em>Bruxa do 71</em> cujos bordões eram: "Como disse?", "Quem é
bruxa?" e "É melhor não dizer nada.", além de alguns pequenos
papéis no Chapolin.</p>
<p>Faleceu no dia de 25 de março de 1994, aos 71 anos de idade, vítima de

câncer de pulmão. Angelines foi a terceira do elenco do
Chaves a morrer, depois de Ramón Valdez, que interpretava o personagem
Seu Madruga e 
Raúl Padilla, que interpretava o personagem Jaiminho, o
carteiro.</p>
<p>Poucos sabem, mas Angelines era considerada uma das mulheres
mais bonitas do México. Dublada no Brasil pela recentemente
falecida Helena Samara.</p>
<p>Dona Clotilde foi seu personagem em Chaves, se consagrou com ele
além de vencer um desafio com ela mesma, encarar um personagem
cômica sendo uma atriz de arte dramática. Por conseqüência do
personagem, na vida real era vista como bruxa de verdade por parte
das crianças. Quando saía com sua filha ao supermercado ou para
passear com o cachorro, as crianças gritavam: Aí vem a
Bruxa!. Isso deixava Angelines muito triste, pois as
crianças não chegavam perto dela porque tinham medo. Depois acabou
se acostumando e não lhe incomodava que a chamassem de
Bruxa.</p>
<p>Angelines trabalhou com Chespirito até 1994, e até esta data
continuou fazendo alguns filmes. Ganhou muitas medalhas da ANDA por
sua trajetória artística. Angelines Fernandez morreu em 25 de março
de 1994, aos 71 anos, vítima do fumo em excesso. Foi enterrada em
Mausoleos Del Ángel e até hoje várias pessoas visitam
seu túmulo e levam flores.</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429041/Angelines-Fern-ndez-Dona-Clotilde-Bruxa-do-71/</id>			<link href="http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429041/Angelines-Fern-ndez-Dona-Clotilde-Bruxa-do-71/" />			<author>				<name>joanapinheiro</name>				<uri>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T20:51:59+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Ramón Valdés(Seu Madruga)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Ramón Gómez Valdés y Castillo</strong> (Cidade
do México, 2 de setembro de 1923  
Cidade do México, 9 de agosto de 1988) foi um ator mexicano. Ainda hoje, seu personagem Seu Madruga (<em>Don Ramón</em>, na versão
original) é cultuada, havendo diversas páginas, blogs e comunidades
no site de relacionamentos Orkut em sua homenagem. Casou-se três vezes
(uma delas com a cantora Aracely Julián) e teve dez filhos. Faleceu de
câncer de pulmão, ocasionado pelo fumo
excessivo, que depois espalhou-se para o estômago.</p>
<p></p>
<p>Atuou em vários filmes no seu país desde a década de 1940, porém atingiu sua maior popularidade com
a figura hilária do "Don Ramón", "Seu Madruga" no Brasil, do seriado de televisão Chaves (El Chavo del Ocho). 
Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, sempre teve grande
admiração por Ramón Valdés e dizia que era o único que o fazia
"chorar de rir" durante as gravações dos programas, que duraram
aproximadamente uma década. Seu personagem na Vila do Chaves,
apesar do humor simples, trazia a situação da América Latina de desemprego generalizado e
dependência de sub-empregos. Seja como pedreiro, vendedor ambulante
de objetos usados ou leiteiro, ele sobrevivia enquanto o
proprietário da vila, "Seu Barriga" (Edgar Vivar), não o expulsava da casa por não
pagar o aluguel. No início da carreira, atuou em pequenos filmes
junto com seus irmãos, também atores, e também com papéis nos
filmes de Cantinflas, famoso comediante mexicano dos
anos 60.</p>
<ul>
<li>Sabe-se que Ramón Valdés tinha uma memória privilegiada. Fora
do estúdio vestia-se quase igual como no seriado, pois afirmava que
com os Jeans podia sentar onde quisesse sem temer sujar a roupa.
(segundo declarações de seu filho Rafael Valdés).</li>
</ul>
<ul>
<li>Também tinha rituais curiosos, como fumar um cigarro antes de
dormir.</li>
</ul>
<ul>
<li>Segundo o próprio Chespirito, Ramón Valdez foi a única pessoa
até hoje que conseguiu fazê-lo chorar de rir durante uma atuação
cômica.</li>
</ul>
<ul>
<li>Apesar de, no seriado <em>Chaves</em>, Seu Madruga fugir da
Bruxa do 71 (Angelines Fernandez), na vida real os dois
eram muito bons amigos. Tanto que, quando Ramón morreu em 1988, a
atriz passou a noite ao lado do corpo chorando e dizendo "Mi Rorro"
(Meu bebê). A atriz ficou tão decepcionada que começou a descuidar
da saúde, e começou a envelhecer mais rapidamente. Também manteve
grande amizade na vida pessoal com os atores Édgar Vivar (que atuou como o Senhor Barriga) e Rubén Aguirre (que interpretou o Professor Girafales também era um dos melhores
amigos de Ramón). 
Villagrán, o Quico na série, também foram grandes amigos.
Tanto é que uma vez quando Ramón estava no hospital, Quico disse:
Nos vemos lá em cima, no céu. Ramón Valdéz se contrariou, mantendo
seu bom humor dizendo: "Não se faça de louco, nos vemos lá no
inferno." Tanto é que este foi o único ator a participar com
Villagrán em sua carreira solo nos quadros Federrico, e Ah que Kiko. </li>
</ul>
<p></p>
<p>Ramón Valdés nunca pôde desassociar sua pessoa do papel de Seu
Madruga. Tanto as pessoas como os produtores não podiam vê-lo em
outro papel. O ator confessou para a revista
ActoresRumores que, depois de deixar o seriado
<em>Chaves</em>, recebeu apenas quatro ofertas para atuar: as
quatro eram pedidos de Chespirito para voltar a fazer o papel de
Seu Madruga. De qualquer forma, sua carreira não terminou com a sua
saída da turma do Chaves: atuou em diversas peças de teatro, duas
no colégio de sua filha mais velha e uma no colégio de sua filha
mais nova. Em todas as peças, fez o papel de Seu Madruga. Ramón
voltou à televisão em 1981, quando <em>Chaves</em> havia se tornado
um quadro do <em>
Programa Chespirito</em> novamente</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429030/Ram-n-Vald-s-Seu-Madruga/</id>			<link href="http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429030/Ram-n-Vald-s-Seu-Madruga/" />			<author>				<name>joanapinheiro</name>				<uri>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T20:46:29+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Carlos Villagrán(Quico)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p>O intérprete de Quico, garoto mimado e filho de Dona Florinda, nasceu em 12 de janeiro de 1944. O curioso é que ele no início não era
nada rico.</p>
<p>No vilarejo onde vivia, a sua família era a mais
pobre de todas: Carlos Villagrán na sua infância nunca havia
dormido em um colchão.</p>
<p>Ele é conhecido como 
Pirolo, pois antes de atuar em
Chaves, tinha um personagem com esse nome.
Ainda antes de viver o Pirolo, Villagrán foi fotógrafo profissional
de vários jornais conceituados do México. Seu sonho era ser comediante ou
jogador de futebol. A convite de Rubén Aguirre, Carlos Villagrán deixou a
fotografia aos 23 anos e começou a viver Quico, personagem que já interpretava no
teatro.</p>
<p>No ano de 1978, Carlos Villagrán deixou o elenco de Chaves.
Devido à imposição de 
Roberto Bolaños, Carlos foi impedido de atuar com seu
personagem no México, forçando sua ida para a Venezuela. Lá fez o programa 
Federrico, que não fez muito
sucesso. No México, fez Ah que Kiko e, no Chile, 
O circo de monsieur Cachetón e

Kiko botones.</p>
<p>Carlos Villagrán disse que ele deixou o elenco de Chaves e Chapolin porque seu personagem Quico estava
ganhando muita popularidade e ele estava sendo convidado para
gravar discos e comerciais. Por isso quiseram diminuir a
participação dele nos seriados e ele não aceitou. Entretanto, numa
entrevista, Chespirito disse que Carlos Villagran o falou
que queria tentar carreira solo e Bolaños disse que tudo bem, mas
se ele quisesse voltar ao Chaves, todos o receberiam de braços
abertos. Carlos Villagrán já teve um caso com Florinda Meza antes de esta se casar com
Chespirito. Ficou 20 anos sem se falar e ver Roberto Bolaños, até
que encontrou-se com este num especial da Televisa em homenagem ao
comediante realizado no dia 1° de Abril de 2000, onde aparentemente fizeram as pazes.
Pelo contrário da história com Maria Antonieta(Chiquinha), Quico
aparece no desenho, a briga com Bolaños, que durou vinte e dois
anos, faz parte do passado e ambos retomaram a amizade de outrora.
Atualmente, mora em Guadalajara, México, e tem um circo, El Circo
de Kiko, que inclusive já veio ao Brasil. Ele vive com sua esposa e com seus
seis filhos.</p>
<p>Carlos trabalhou na Venezuela em vários programas: 
"Niño de papel" (1981), 
"Kiko botones" (1981). 
"Federrico" (1982), "Las
nuevas aventuras de Federrico" (1983) e "El
circo de monsieur Cachetón". Estas séries não tiveram o
mesmo êxito que os programas de Bolaños.</p>
<p>A empresa mexicana 
Telerey ofereceu para Carlos a
série "¡Ah
qué Kiko!". Chespirito não pôde evitar o uso do nome do
personagem na nova série devido a mudança de 
grafia. Por outro lado, não durou
muito tempo devido à inesperada morte de seu companheiro de
trabalho Ramón Valdez, que também havia sido seu
companheiro nas séries de Bolaños.</p>
<p>A seguir, Carlos fundou um circo (como muitos de seus outros
companheiros de série): "El circo de Kiko", que levou a vários
países da América Latina. Villagrán esteve no Brasil, com seu
circo, em 1995. Naquela ocasião, o ator participou de dois
importantes programas de entrevista: "Programa Livre" e "Jô Soares Onze e Meia".</p>
<p>Finalmente, se estabeleceu na Argentina, onde Chespirito não
detém direitos sobre "Quico" e pôde seguir interpretando livremente
o personagem.</p>
<p></p>
<ul>
<li>Apareceu nos dias 21 e 28 de Setembro de 2008 no programa
"Pânico na TV" da emissora Rede TV, quando foi
apresentada uma matéria sobre Carlos Villagrán e seu circo. Nesta
oportunidade o humorista voltou a atacar Bolaños, reafirmando que
foi tirado do programa e acusando Chespirito de "querer ser Deus e
dono de tudo". Alegou, ainda, que o personagem Quico é seu, já que
vários de seus trejeitos foram criados por ele. 
Vesgo e Silvio no circo do Kiko do
Chaves, 
Vesgo e Silvio entrevistam o Kiko do
Chaves, 
Silvio e Vesgo dão bola quadrada para
Kiko. Mas depois da entrevista mandaram um vídeo para o
Pânico falando sobre 
mensagens subliminares na entrevista envolvendo os
antigos companheiros do seriado. No final da entrevista o
inesperado aconteceu: depois de 40 anos "Kiko" finalmente recebeu
sua bola quadrada. Villagrán agradeceu dizendo: Oh, meu Deus o Kiko
jamais teve uma bola quadrada!</li>
<li>
O outro lado da entrevista de
Kiko.</li>
<li>O ator tinha uma relação a 
Ramón Valdéz. Quando ele estava no hospital, muito mal
de saúde, e Villagrán disse: Nos vemos lá em cima no céu. Mas ele
contrariou Villagrán, e bem humorado disse: Não se faça de louco,
nós vemos lá embaixo, no inferno.</li>
</ul>
				</div>			</content>			<id>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429014/Carlos-Villagr-n-Quico/</id>			<link href="http://joanapinheiro.spaceblog.com.br/429014/Carlos-Villagr-n-Quico/" />			<author>				<name>joanapinheiro</name>				<uri>http://joanapinheiro.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T20:39:20+02:00</updated>		</entry></feed>