<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://invistaemvoce.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[INVISTA EM VOCÊ]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-05-04T21:03:55+02:00</updated>		<entry>			<title>O fim do emprego, mudanças na previdência social e seu futuro</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span><strong>Mudanças no ambiente que afetam nosso
futuro</strong></span></p>
<p><span></span></p>
<p><strong><em><span>Por Enio
Willian</span></em></strong></p>
<p><span></span></p>
<p>
<span>A crise financeira mundial vivida pelo mundo hoje está
provocando muitas mudanças em vários aspectos no mercado e na
sociedade.</span></p>
<p>
<span>Em termos de mercado, os setores mais afetados pela crise
como as instituições financeiras, seguradoras estão sofrendo uma
forte regulamentação em decorrência de decisões de alto risco
assumido e de gestão fraudulentas em alguns casos. Outros setores
como o automobilístico estão recebendo ajudas milionárias do
governo em troca de uma reestruturação em sua gestão. O fato é que
a forma como as empresas vem gerindo suas atividades e a forma como
a sociedade vê o consumo precisam ser mudadas, caso contrário, a
situação vivida pode se tornar insustentável no médio e longo
prazo.</span></p>
<p>
<span>Crises provocam mudanças, algumas temporárias e outras
permanentes e podem trazer uma nova configuração para o mercado. O
fato é que as mudanças ocorrem o tempo todo no mundo, seja em época
de crise ou em momentos de abundante crescimento e afeta as
empresas, as pessoas assim como todo o ambiente.</span></p>
<p>
<span>Em termos de sociedade, as pessoas estão enfrentando
novamente o desemprego. Mas, o emprego, da forma como ele é visto
até hoje, vem sofrendo mudanças desde o final do século passado.
Até então, ele foi visto como uma forma de trabalho com carteira
assinada entre o empregador (a empresa) e o empregado, onde o
trabalhador tinha assegurado todos os seus direitos previstos na
CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Entre esses direitos,
pode-se citar o décimo terceiro salário, jornada máxima de até 40
horas semanais, direito a licença maternidade, seguro desemprego
dentre vários outros direitos garantidos por lei. Com o advento da
globalização que eliminou as barreiras geográficas entre os países,
as empresas passaram a competir de forma global, isto é, a competir
com outras empresas de outros países. As organizações estão se
reestruturando a cada dia no sentido de se tornarem mais enxutas e
competitivas. Muitas delas estão terceirizando algumas áreas
internas que não agregam valor para seus clientes, eliminando
cargos desnecessários, robotizando e informatizando alguns setores
produtivos, etc. Tudo isso promove mudanças significativas no
ambiente interno e externo das empresas, principalmente no mercado
de trabalho e afeta diretamente as pessoas. O vínculo empregatício
e as relações de trabalho estão sofrendo alterações. O emprego da
forma com tem sido visto está desaparecendo.</span></p>
<p>
<span>O objetivo deste texto não é abordar as causas do fim do
emprego nem tão pouco explicar com propriedade sobre esse assunto
específico. Creio existir diversas fontes que tratam desse tema com
mais profundidade. O objetivo aqui é alertar dizendo que hoje o
trabalhador é o responsável pela gestão da sua própria carreira.
Outra mudança refere-se à Previdência Social. Ano após ano o
governo altera as regras para um cidadão se aposentar no Brasil.
Com a melhora da expectativa de vida da população, as pessoas estão
vivendo mais e melhor e o gasto da Previdência vem aumentando
anualmente, afinal, uma grande parte da população se aposentava com
idade inferior a 60 anos e desfrutava da aposentadoria por muitos
anos. As novas alterações vieram no sentido de encurtar o tempo das
pessoas de desfrutarem desse benefício. Hoje, para alguém se
aposentar, é necessário possuir um período mínimo de contribuição
equivalente a 30 anos e ter idade mínima de 60 anos (para as
mulheres e 65 anos para os homens). Sempre que a qualidade de vida
de uma população melhora, a previdência é afetada e o governo
precisa criar mecanismos para que ela não quebre.</span></p>
<p>
<span>O ambiente vem mudando numa velocidade cada vez mais
rápida e de forma imprevisível. O que não significa que o trabalho
acabou. Trabalho existe, principalmente os de alta qualificação,
mas o emprego sim está desaparecendo do mercado.</span></p>
<p>
<span>Aqueles que estão esperando se aposentar apenas por meio
da previdência pública correm sérios riscos de verem seus
rendimentos caírem e seu padrão de vida despencarem no futuro e de
demorarem em conquistar esse direito devido à alta burocracia nesse
setor.</span></p>
<p>
<span>Administrar a vida pessoal também é planejar o futuro,
principalmente no sentido de criar mecanismos de se manter o mesmo
padrão de vida quando já não for mais possível trabalhar. Muitos
trabalhadores vivem durante anos com um nível de consumo quando
estão na ativa e, de repente, vêem seu padrão de vida caindo ao se
aposentarem em razão da queda do valor da aposentadoria ou do
congelamento dos benefícios aos aposentados. Digo mais, não se
trata de se aposentar e não fazer mais nada na vida. Trata-se de
alcançar independência financeira de modo a continuar trabalhando,
mas não depender mais dos rendimentos do seu trabalho para
continuar sobrevivendo com qualidade de vida. Para isso, existem os
planos de previdência privada como uma alternativa de planejar a
sua própria aposentadoria e garantir uma vida mais tranqüila no
futuro. Outra forma é você mesmo construir sua aposentadoria
através de um investimento de longo prazo fazendo com que o
dinheiro trabalhe a seu favor ao longo do tempo até formar um
patrimônio consistente. Existem várias formas de se fazer isso, mas
o mais importante é construir esse montante. Esse montante será
considerado suficiente quando os rendimentos gerados por ele forem
capazes de te manter no futuro com o padrão de vida na qual deseja
hoje.</span></p>
<p>
<span>Você já pensou nisso alguma vez ? Como você pretende
viver seus dias quando chegar a uma idade que não puder mais
trabalhar para garantir seu sustento e da sua família ? Como você
manterá seu padrão de vida de forma digna quando não conseguir mais
um emprego com todos os direitos de que dispõe hoje ? Essa são
algumas reflexões que gostaria que você pensasse a partir de agora.
Quanto mais cedo você começar a construir seu futuro, melhor
será.</span></p>
<p>
<span>Para terminar esse texto, deixo um pensamento muito
interessante que diz:</span></p>
<p>
<em><span></span></em></p>
<p>
<em><span>Se
aproveitares bem o dia de hoje, dependerá menos do de
amanhã.</span></em></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Um forte abraço a todos.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br/361693/O-fim-do-emprego-mudan-as-na-previd-ncia-social-e-seu-futuro/</id>			<link href="http://invistaemvoce.spaceblog.com.br/361693/O-fim-do-emprego-mudan-as-na-previd-ncia-social-e-seu-futuro/" />			<author>				<name>invistaemvoce</name>				<uri>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-04T21:03:40+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Crise financeira mundial: o que fazer agora ?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong><span>Como
agir e lidar diante do momento atual da crise
financeira</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><em><span>Por:
Enio Willian</span></em></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>A crise
financeira mundial e seus
reflexos</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>A crise iniciada nos EUA, no setor imobiliário, se
estendeu para a área financeira e se alastrou para o mundo. Com
isso, vários países sofrem esse efeito que adquiriu dimensões
gigantescas provocando quebras de vários bancos norte americano. O
certo é que os países vivem uma grande crise financeira mundial.
São os efeitos da globalização. A interdependência entre as
economias faz com que crises deixem de ser isoladas e tomem
proporções que extrapolam os limites territoriais de um país. Tão
certo como as crises afetam outras nações, também afetam os
indivíduos. Muitos americanos estão altamente endividados em
decorrência desse efeito que já se tornou
global.</span></p>
<p>
<span>No Brasil, vários setores já sentem também esses efeitos.
O dinheiro ficou mais escasso e, consequentemente, mais caro para
as pessoas e empresas.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Os
reflexos no orçamento familiar</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Em momentos como esse, é preciso ter muitos cuidados,
principalmente porque ainda não sabemos que dimensões ela ainda
pode alcançar e quais outras surpresas podem vir. É preciso ter
cautela também no orçamento doméstico, nos gastos familiares, ou
seja, nas finanças pessoais, pois crises internacionais também
afetam as famílias. Estudos mostram que muitas pessoas ainda não
têm conhecimento sobre orçamento doméstico, sentem dificuldades
para controlar seus gastos. Muitos sequer sabem fazer um simples
planejamento financeiro. Os jovens tem sido a maioria. A sedução
pelas propagandas e o forte apelo ao consumo exagerado fazem com
que muitos adolescentes iniciem a juventude já endividados. Uma das
principais causas desse endividamento é o uso inadequado do cartão
de crédito e a falta de educação financeira. Quando chegam crises
como essas, muitos se vêem perdidos e sem saber o que
fazer.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Lidando
com isso</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Uma boa administração do orçamento doméstico é vital em
qualquer tempo, mas em momentos de crises como essa, é recomendável
evitar a contração de empréstimos e financiamentos porque os juros
são altos. O momento atual é de cautela e de decisões
conservadoras. O Brasil possui a maior taxa de juros do mundo,
perdendo apenas para a Turquia. O acesso ao crédito está
melhorando, mas o dinheiro ainda continua escasso. Conseguir
crédito agora é mais complicado e pode comprometer toda a estrutura
financeira de uma família inteira. Em casos de necessidade, é
preciso se planejar muito bem para não perder o controle
financeiro. O consumidor deve pesquisar, dentre as instituições
financeiras, aquelas que oferecem a menor taxa de juros. Mas, em
qualquer situação, não é recomendável comprometer mais que 30% da
renda com financiamentos ou compras parceladas, principalmente
aquelas de longo prazo. O aconselhável é comprar aquilo que seja
realmente necessário e fazê-lo a vista ou com a menor taxa de juros
possível. Para isso, é preciso uma mudança de hábitos, de
comportamento, na maneira de lidar com o dinheiro. Enfim, uma
reeducação financeira.</span></p>
<p>
<span>Sair das armadilhas do mau uso cartão de crédito não é
tão difícil assim. Em primeiro lugar, evite sair com ele porque
assim, o impulso por comprar coisas desnecessárias são diminuídos.
Se a pessoa vai numa consulta médica, por exemplo, não há
necessidade de se carregar um cartão de crédito ou talões de
cheques. Isso evita compras sem necessidade e transtornos em
situações de perda ou roubos. Depois, evite pagar o valor mínimo da
fatura e use esse instrumento apenas em casos considerados urgentes
e necessários.</span></p>
<p>
<span>Em segundo lugar, em caso de uso, prefira usá-lo na opção
débito, onde o valor da compra é debitado na conta
bancária do cliente em tempo real. Com isso, evita-se que juros
sejam embutidos na operação. Desse modo, a compra só é efetivada se
a pessoa já tiver uma pequena poupança disponível em
conta.</span></p>
<p>
<span>Para aqueles que possuem dívidas, o correto é procurar
quitá-las o mais rápido possível. Em primeiro lugar, é preciso
pagar as dívidas que contém juros embutidos tais como as faturas do
cartão de crédito e o cheque especial, onde as taxas são altas,
dentre outros. Evite contrair outro empréstimo para quitar dívidas
de empréstimos efetuados anteriormente. As taxas de juros podem ser
maiores do que a da dívida atual. Só é recomendável esse tipo de
estratégia quando a taxa de juros do novo empréstimo for menor do
que a do empréstimo anterior na qual se pretende eliminar e o
número de parcelas devem ser reduzidos.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Aproveitando a crise para
investir</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>O momento agora é destinar o dinheiro que sobra no final
do mês para investimentos e não para ampliar ainda mais o consumo.
Se não sobra dinheiro para uma poupança, então algo está errado e
precisa ser ajustado. Com juros altos praticados na economia, sobe
também os juros de algumas aplicações financeiras de renda fixa. É
uma boa alternativa para quem deseja aproveitar os momentos de
juros altos na economia. A taxa básica de juros (a SELIC) é usada
tanto como referência para os empréstimos e financiamentos como
também para a remuneração de algumas aplicações financeiras.
Algumas opções são os CDBs, e os títulos do governo considerados de
menor risco.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Para
quem não quer correr riscos</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Se seu perfil é conservador, daqueles que não estão
dispostos a correr muitos riscos, investimentos em renda fixa são
ótimas opções. É recomendado destinar, no mínimo, 10% da renda para
a formação de uma poupança. Não se pode gastar tudo o que se ganha,
pois assim, a pessoa fica sem nenhuma proteção contra
imprevistos.</span></p>
<p>
<span>Para aqueles que tem ganho equivalente a R$ 1000,00 por
mês por exemplo, uma boa recomendação seria poupar algo em torno de
R$ 100,00 mensais. Se os objetivos dessa poupança for para serem
usados em períodos inferiores a dois anos, aplicações em Renda Fixa
são boas opções de investimento. Para uma aplicação com rendimento
líquido de 0,8% ao mês, em dois anos, o montante será igual a R$
2655,39. Se esse prazo fosse estendido para cinco anos,
considerando as mesmas taxas de juros mensais, o valor total seria
de R$ 7723,69. Ou seja, R$ 1723,69 seriam ganhos apenas com os
juros dessa aplicação.</span></p>
<p>
<span>Para aqueles que conseguem poupar R$ 150,00 mensais,
poderiam acumular R$ 11585,53 nos mesmos cinco anos. Nesse caso, os
juros seriam responsáveis por R$ 2585,53 do total acumulado. Uma
pequena diferença nos valores dos depósitos e o prazo resultam em
diferentes saldos. Os mesmos R$ 150,00 aplicados na Caderneta de
Poupança, a uma taxa de 0,65% resultaria num montante total de R$
11035,53 em cinco anos.</span></p>
<p>
<span>O consumo responsável deve ser mantido para a boa
manutenção familiar, mas o consumismo precisa ser evitado. Por
outro lado, a poupança deve ser estimulada. Muitos ainda não têm o
hábito de poupar e outros o fazem esporadicamente. O correto é
adquirir esse hábito, e fazê-lo de forma regular, ainda que com
pequenas quantias mensais.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Aplicações em renda
variável</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Para aqueles que possuem objetivos de longo prazo, o
mercado de ações pode ser uma alternativa bastante interessante
para se investir. Primeiro, porque a rentabilidade dessa aplicação
tende a ser superior as demais, se analisadas no longo prazo e,
segundo, porque os preços dos principais papéis negociados na Bolsa
de Valores de São Paulo (a BOVESPA) estão subvalorizados. Ou seja,
eles estão muito baratos agora e podem se valorizar muito nos
próximos meses ou anos. Mas, podem não apresentar o resultado
desejado. Por isso, é necessário muita calma para colher os bons
frutos nesse tipo de mercado. Para quem dispõe de pouco recursos,
uma opção são os fundos de investimentos que administram essas
aplicações para você.</span></p>
<p>
<span>Em 2007, quando a crise financeira mundial não despontava
no Brasil, a rentabilidade média de alguns fundos de investimentos
em ações alcançou 30% a 40% no ano. As ações da Petrobrás e da
Companhia Vale do Rio Doce valorizaram mais de 85% em 2007. Algo
incomum. Hoje, com os papéis em forte baixa, os preços têm altas
chances de subirem novamente. O rendimento médio para os próximos
dois anos tendem a ficar em torno de 25% a 30% considerando o
Índice Bovespa. Mas, como se trata de aplicações de renda variável,
não é possível se fazer nenhuma afirmação quanto à rentabilidade.
Mas, o histórico de rendimentos do IBOVESPA tem mostrado bons
resultados para aqueles que resolvem esperar com
paciência.</span></p>
<p>
<span>Antes de optar por esse tipo de aplicação, monte uma
reserva de emergência suficiente para cobrir as despesas básicas
por um período de, no mínimo, seis meses.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<strong><span>Construindo uma reserva de
emergência</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Antes de sair por aí colocando seu dinheiro em qualquer
tipo de aplicação financeira, é recomendável se atentar para
algumas observações importantes. Em primeiro lugar, construa
primeiro uma reserva de emergência até que ela seja suficiente para
manter a pessoa por um período entre três a seis meses. Esse valor
deve ficar em lugares considerados seguros como a Caderneta de
Poupança por exemplo.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>O momento atual é de bastante cautela e muito
planejamento, mas também é um momento de
oportunidades.</span></p>
<p><span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br/308761/Crise-financeira-mundial-o-que-fazer-agora/</id>			<link href="http://invistaemvoce.spaceblog.com.br/308761/Crise-financeira-mundial-o-que-fazer-agora/" />			<author>				<name>invistaemvoce</name>				<uri>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-02-26T19:39:58+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Banco Central divulga as taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<strong><span>As taxas de
juros praticadas no mercado hoje. O que isso tem a ver com você
?</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><em><span>Por Enio
Willian</span></em></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>O
Banco Central (o BACEN) divulgou nesta semana a relação das taxas
de juros cobradas pelas instituições financeiras atuantes no país
no período entre 20 a 26 de janeiro de 2009. Nessa relação, é
possível conseguir muitos dados tais como as taxas de juros para a
aquisição de bens, de veículos ou concessão de créditos, para
pessoas físicas e jurídicas, dentre outros.</span></p>
<p>
<span>Analisando as taxas de juros cobradas para as pessoas físicas,
podemos comentar algo a respeito, uma vez que isso afeta
diretamente aos cidadãos que recorrem aos bancos e às financeiras
em busca de crédito para diversas finalidades.</span></p>
<p>
<span>Na
tabela a seguir, serão mostrados as taxas de juros, variando entre
a mínima e a máxima, cobradas nas diferentes
modalidades.</span></p>
<p></p>
<p>
<span><strong><span>Tabela 1:
Relação resumida das taxas de juros cobradas pelas instituições
financeiras para operações de
crédito</span></strong><strong><span></span></strong></span></p>
<div>




<p>
<strong><span>Tipo de
crédito</span></strong></p>


<p>
<strong><span>Taxa mínima
praticada</span></strong></p>


<p>
<strong><span>Taxa máxima
praticada</span></strong></p>




<p><span>Para crédito
pessoal</span></p>


<p>
<span>1,00
% ao mês</span></p>


<p>
<span>25%
ao mês</span></p>




<p><span>Para cheque
especial</span></p>


<p>
<span>1,81
% ao mês</span></p>


<p>
<span>10,13 % ao mês</span></p>




<p><span>Para aquisição
de veículos</span></p>


<p>
<span>1,46
% ao mês</span></p>


<p>
<span>5,32
% ao mês</span></p>




<p><span>Para aquisição
de bens</span></p>


<p>
<span>0,64
% ao mês</span></p>


<p>
<span>11,87 % ao mês</span></p>




</div>
<p>
<span>Fonte: elaboração do autor (adaptado)</span></p>
<p>
<span></span><span>Antes de
qualquer coisa, é preciso lembrar que o Brasil é o país com a maior
taxa de juros do mundo. A taxa básica de juros (a SELIC) está em
torno de 11 % a 12,5% ao ano enquanto outros países possuem taxas
bem abaixo desse nível. Na atual crise que vive o mundo, os EUA
fixou sua taxa de juros em 0,25% ao ano, o Japão em 0,1% ao ano, o
Banco Central Europeu em 2% ao ano. No Brasil, alguns prevêem que
essa taxa feche o ano de 2009 abaixo de 10%. Ou seja, mesmo em
estimativas otimistas, ela ainda é considerada altíssima se
comparada com outros países.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Analisando os
dados...</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span><span></span>Analisando a
tabela acima, é possível perceber alguns pontos importantes que
merece ser comentados aqui.</span></p>
<p>
<span>Quando se observa a relação completa, nota-se que mais de 50%
das instituições financeiras cobram taxas de até 3,9% ao ano para
créditos pessoais enquanto que para o cheque especial, a maioria
das instituições cobra taxas superiores a 7% ao ano. Ou seja, mesmo
que a taxa máxima para crédito pessoal seja superior à taxa máxima
do cheque especial, a maioria praticam taxas menores nos créditos
pessoais do que no cheque especial. Outro ponto importante a
ressaltar é que a maioria das instituições que cobram taxas acima
de 10% para o crédito pessoal são bancos de pequeno e médio porte e
financeiras.</span></p>
<p>
<span>Isso
mostra que as altas taxas de juros, na maioria das vezes, estão
concentradas nas financeiras e nos bancos de pequena expressão no
Brasil. Conclusão: na hora de procurar crédito, evite essas
instituições. Vale lembrar que um bom relacionamento com o banco
também ajuda a reduzir essa taxa no momento da contratação de um
empréstimo, caso venha realmente precisar dele.</span></p>
<p>
<span>No
que diz respeito às taxas para a aquisição de veículos, é evidente
que elas se mostraram as menores dentre todas as modalidades
apresentadas aqui. Uma das explicações está no fato de que, ao
financiar um veículo, o comprador está dando uma garantia ao banco,
ou seja, o próprio veículo. Esse fato ajuda a reduzir a taxa para
aquisição desse tipo de bem. Em outras palavras, você estará dando
o próprio veículo como garantia em caso de possível
inadimplência.</span></p>
<p>
<span>Outro fator importante encontra-se em quem está financiando o
veículo. Nessa relação, a maioria das instituições que cobram taxas
de até 1,9% são bancos das próprias montadoras de veículos. Por
isso cobram taxas menores, porque o financiamento será para a
aquisição de automóveis da própria montadora. Se for
leasing, essa taxa pode diminuir ainda mais. Isso
acontece porque em leasing, o veículo fica em nome do
banco e só é transferido ao comprador quando o valor total for
devidamente pago.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p></p>
<p>
<strong><span>Então...</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>O
fato é que o mundo vive hoje uma escassez de dinheiro em
decorrência da crise mundial. Quem possui recursos está mais
cauteloso agora. Por isso, a oferta de crédito no país e no mundo
está um pouco retraída e mais caro. É recomendado muito cuidado no
controle financeiro das famílias em geral. Um financiamento agora
pode comprometer todo um orçamento familiar se não for feito com
planejamento e controle.</span></p>
<p>
<span>Se
mesmo assim, for necessário recorrer ao crédito, muito cuidado.
Evite as financeiras que cobram taxas de juros mais elevadas. Se o
objetivo for a aquisição de um veículo, procure os bancos das
próprias montadoras. Mesmo em outros bancos comerciais, evite
contrair financiamentos por longos períodos e dê o máximo que você
puder de entrada. Quando a pessoa dá uma entrada, o valor
financiado diminui e, consequentemente, a taxa será incidida sobre
um capital menor. Você pagará menos juros.</span></p>
<p>
<span>Com
taxas de juros em alta, uma boa poupança direcionada para uma boa
aplicação tende a ser uma ótima idéia, uma vez que os rendimentos
das aplicações financeiras tendem a aumentar também na medida em
que a taxa básica de juros aumenta.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Essa
relação completa pode ser encontrada acessando o site do Banco Central do Brasil.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br/296258/Banco-Central-divulga-as-taxas-de-juros-praticadas-pelas-institui-es-financeiras/</id>			<link href="http://invistaemvoce.spaceblog.com.br/296258/Banco-Central-divulga-as-taxas-de-juros-praticadas-pelas-institui-es-financeiras/" />			<author>				<name>invistaemvoce</name>				<uri>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-02-06T20:30:16+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Planejamento financeiro: isso pode mudar a sua vida</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong><span>Começando a planejar o
futuro</span></strong></p>
<p><span></span></p>
<p>
<strong><em><span>Por
Enio Willian</span></em></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Quantos de nós já paramos por um minuto sequer para
planejar seriamente sobre o nosso futuro ? É bem verdade que alguns
já se conscientizaram dessa importante tarefa e compreenderam os
benefícios que um bom planejamento pode trazer. Mas, o que ainda se
observa na maioria dos brasileiros, é exatamente o oposto. Muitos
têm dificuldades de reservar uma hora de suas vidas para pensar e
planejar de forma séria sobre o próprio futuro. A situação é ainda
mais preocupante quando falamos em planejamento financeiro. O livre
acesso aos meios de comunicação e a facilidade de acesso à
informação tem despertado muitos para esse assunto tão importante,
mas um grande número de jovens e adultos nunca fez nenhum tipo de
planejamento financeiro e isso representa vários
perigos.</span></p>
<p>
<span>Neste texto, não é objetivo principal ensinar
detalhadamente os passos de um bom planejamento, mesmo porque, já o
fiz em outro texto que também já publiquei aqui neste blog. O
objetivo principal neste momento é abordar, de forma introdutória,
a importância de se começar a pensar sobre o
assunto.</span></p>
<p>
<span>Maximiano, em seu livro Introdução à
Administração define planejamento como sendo a técnica ou o
processo que serve para lidar com o futuro. O futuro é incerto (já
afirmava Oscar Wilde), mas quando nos planejamos, estamos traçando
algumas ações e caminhos que farão com que o futuro esteja a nosso
favor. É preciso entender um fator importante: o futuro é
inevitável e chegará para todos, para homens, mulheres, para
aqueles que planejam e também para aqueles que nunca fizeram nada.
A grande diferença consiste de que maneira iremos
enfrentá-lo.</span></p>
<p>
<span>Existem dois grandes motivos que levam as pessoas a não
planejarem suas vidas, principalmente na área financeira: a falta
de conhecimento e falta de interesse. No passado, é mais provável
que nossos avós não se atentaram para esse ponto por falta de
informação sobre o assunto. Com a inflação alta e os preços dos
produtos que subiam todos os dias, era quase que impossível se
planejar em cenários assim. Hoje, com o avanço da tecnologia e com
o aumento do fluxo de informações, a causa mais provável para a
falta de planejamento por parte das pessoas está mais relacionada
com o desinteresse mesmo decorrente dessa falta de hábito, embora
muitos alegam a falta de tempo como principal motivo. Esse
argumento não é válido porque o tempo é o mesmo para todos e alguns
planejam suas vidas e outros não. A questão é falta de hábito e
orientação mesmo. A verdade é que não somos educados para isso,
salvo raras exceções, é claro.</span></p>
<p>
<span>Entretanto, é sempre bom lembrar que o rumo que damos ao
nosso futuro depende, na maioria das vezes, das nossas escolhas
hoje.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Afinal
de contas, o que um planejamento pode fazer por você
?</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Muito se fala sobre planejamento, mas o que ele pode
fazer de real para as nossas vidas ? Na verdade, ele pode e deve
ser aplicado em todas as áreas (seja na vida profissional, pessoal
ou financeira). Nosso foco aqui é aplicá-lo nas
finanças.</span></p>
<p>
<span>Um bom plano financeiro pode reduzir o tempo para a
conquista de um sonho. Isso acontece porque passamos a concentrar
nossos esforços em ações precisas. Nossas ações passam a ser
direcionadas, tendo sempre um alvo como principal foco. Outro ponto
importante é que ele nos ajuda a prevenir contra imprevistos. O
certo é que, quando planejamos, estamos intervindo no futuro, isto
é, estamos mudando o rumo da nossa
história.</span></p>
<p>
<span>Quantas pessoas conhecemos que trabalharam uma vida
inteira, ganharam dinheiro e hoje enfrentam dificuldades
financeiras ? Quantas pessoas passou a maior parte do tempo
correndo atrás do dinheiro, mas hoje, ao se aposentar, passam
necessidades básicas ? A história poderia ter sido diferente se,
desde jovens, elas tivessem recebido orientações sobre planejamento
financeiro. Mas, se não podemos voltar atrás e começar um novo
começo, podemos começar agora e construir um novo
fim.</span></p>
<p>
<span>Por isso, gosto muito de um pensamento de um grande
consultor financeiro chamado Gustavo Cerbasi que
afirma que um bom planejamento pode fazer por você mais do
que 30 ou 40 anos de trabalho.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Algumas observações
importantes</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Um bom planejamento pode fazer muito por nós e, como já
dissemos, pode mudar o destino de uma pessoa. Porém, é importante
ter em mente algumas verdades:</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>
<span>1.				</div>			</content>			<id>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br/281911/Planejamento-financeiro-isso-pode-mudar-a-sua-vida/</id>			<link href="http://invistaemvoce.spaceblog.com.br/281911/Planejamento-financeiro-isso-pode-mudar-a-sua-vida/" />			<author>				<name>invistaemvoce</name>				<uri>http://invistaemvoce.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-01-15T19:53:55+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Alguns mitos sobre finanças pessoais</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong><span>Desvendando alguns mitos dentro das finanças
pessoais</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><em><span>Por:
Enio Willian</span></em></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p></p>
<p>
<span>Acredito que a grande maioria das pessoas já sabe que
estamos enfrentando uma grande crise financeira de grandes
proporções. Sempre que crises financeiras se apresentam diante de
nós, torna-se comum alguns pensamentos do tipo quando a
situação do país melhorar vou começar a poupar dinheiro ou
assim que a minha situação financeira melhorar vou começar a
guardar dinheiro. Na verdade são muitos os planos
construídos pelas pessoas quando estas enfrentam momentos difíceis
em suas finanças, muitas vezes pensados até com a melhor das
intenções.</span></p>
<p>
<span>Mas, na verdade, muitos desses pensamentos e planos não
passam de mitos e dificilmente se realizarão da maneira como eles
foram elaborados. Aproveitando essa atual situação econômica em que
o Brasil e o mundo vivem, selecionei alguns pensamentos errôneos
que muitas pessoas pensam ser verdadeiros e procurei explicar os
motivos pelos quais tais pensamentos são considerados
mitos.</span></p>
<p>
<span>Selecionei apenas alguns mitos e equívocos cometidos por
muitos, mas existem diversos outros pensamentos errôneos que devem
ser esclarecidos às pessoas. Talvez sejam assuntos para outros
artigos quem sabe.</span></p>
<p>
<span>O objetivo aqui não é destruir sonhos, mas pelo
contrário, apresentar às pessoas algumas afirmações e os motivos
pelos quais essas afirmações não dão
certo.</span></p>
<p>
<span>Espero que este texto possa ajudar você a melhor refletir
sobre seu futuro.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<strong><span>Vou
esperar a situação econômica do Brasil melhorar para começar a
poupar.</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Quem espera a situação econômica do país ou do mundo
melhorar para fazer alguma coisa nunca fará nada. Esse é um mito
que muitos acreditam ser capaz de fazer. O problema é que esse
momento nunca chegará. Vou explicar por
quê.</span></p>
<p>
<span>Desde os tempos antigos, sempre houve dificuldades a
serem enfrentadas. Momentos de crises sempre ocorreram durante o
decorrer da história, sejam crises econômicas financeira, crises
diplomáticas, etc. No período dos nossos avós, a situação já não
era fácil. Nunca foi fácil para ninguém. Não podemos esperar o
mundo melhorar para então fazermos alguma coisa. Não acredite que a
situação vai melhorar agora ou no futuro. Não estou sendo
pessimista, mas sim explicando que aqueles que acham que vão poupar
apenas quando a situação do país melhorar, nunca fará nada. É uma
realidade. Se quisermos mudar alguma coisa, temos que começar em
nós mesmos. O futuro depende muito mais de nós do que de mudanças
políticas ou econômicas. Infelizmente muitos não aceitam essa
verdade e acabam frustrados. Muitas vezes traçamos planos
maravilhosos e esperamos o momento ideal para realizá-los. Acontece
que a nossa vida e o ambiente externo são muito dinâmicos. Sempre
haverá algum tipo de impedimento ou empecilho (ou crises econômicas
no país, no mundo) tentando nos impedir. Se quisermos fazer alguma
coisa, temos que começar agora, já. Somos nós que temos que virar o
rumo da nossa história.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Vou
esperar receber aumento de salário para começar a
poupar.</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Esse é um outro grande engano que muitos ainda cometem.
Se uma pessoa não tem o hábito de poupar e nunca desenvolveu isso
antes, ela não fará isso apenas porque obteve um aumento no seu
salário. A mudança deve começar dentro de cada um através de uma
auto reflexão. É preciso ter uma reeducação financeira, isto é,
mudança de atitudes com relação ao dinheiro e às finanças. Sem
mudança de comportamento, nenhum aumento salarial será capaz de
fazer uma pessoa poupar. Poupar vem do hábito e não do valor dos
rendimentos da família ou do indivíduo. Geralmente, quando um
trabalhador recebe um aumento no salário, ele acaba incorporando
essa diferença nas despesas. Ao invés de poupar essa diferença ou
parte dela, a maioria acaba aumentando seus gastos mensais. É claro
que não são todos, mas são raras as exceções. A dica fundamental é
começar a poupar agora, independente de quanto cada pessoa recebe.
O segredo não é poupar uma grande quantidade de dinheiro de vez em
quando, mesmo porque muitos não resistiriam à tentação. O segredo é
poupar, ainda que pequenas quantidades, mas sempre. Se você obtém
algum ganho (seja através do seu trabalho ou de mesada dos pais ou
até mesmo da própria aposentadoria), a ordem é começar a poupar
agora. Crie esse hábito aos poucos, no seu dia-a-dia. Comece
poupando pequenas quantias e vai aumentado na medida em que isso
for sendo possível, mas nunca pare de poupar. Faz bem para o bolso,
para a mente e para o seu futuro.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Recebo
R$ 500,00 e gasto R$ 500,00 por mês, logo está tudo
certo.</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Errado ! Um erro gravíssimo é gastar mais do que se
ganha. É uma das primeiras regras da administração financeira.
Outro erro tão grave quanto é gastar todo o salário. Não devemos
fazer isso e também vou explicar o motivo.</span></p>
<p>
<span>Quando uma pessoa (ou família) gasta tudo aquilo que
recebe, logo ela não terá dívidas, afinal de contas, ela não
extrapolou o orçamento. Por outro lado, ela acabou com qualquer
tipo de reserva financeira que ela poderia ter, entrando numa
situação de alto risco. Quem vive assim, vive sem proteção nenhuma
e qualquer mudança ou alteração no ambiente interno provocará um
desequilíbrio no orçamento. Quem gasta tudo o que ganha está
totalmente desprotegido contra eventuais situações de emergência ou
fica impedido de aproveitar boas oportunidades. Imagine um copo
cheio de água. Ele não está derramando, mas qualquer alteração no
ambiente ou qualquer toque fará com que ele comece a derramar parte
dessa água. É uma situação muito instável. Portanto, não podemos
gastar tudo o que ganhamos, ainda que isso pareça algo
inofensivo.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Vou
esperar a minha situação melhorar para depois pensar em poupança e
investimentos.</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Já vou adiantando que, assim como nos dois primeiros
casos, você não conseguirá poupar se decidir esperar sua situação
financeira mudar. Aliás, sua situação pode mudar somente a partir
do momento que decidir fazer alguma coisa. Nossa situação não
mudará se nós mesmos não fizermos absolutamente nada. Em tempos de
crises, poupar se torna quase que uma obrigação. Se nenhum tipo de
poupança for feita agora, dificilmente será feita depois. Isso
porque muitas pessoas não conseguem forças para fazê-lo no momento
em que tudo estiver mais calmo e tranqüilo. Novos hábitos e
comportamentos precisam ser construídos e isso leva meses ou
anos.</span></p>
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