<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] hellenjornalista : <![CDATA[Jornalista Hellen Mendes]]></title>		<link>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Jornalista Hellen Mendes]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 07:25:53 +0200</pubDate>		<image>			<title>hellenjornalista.spaceblog.com.br</title>			<link>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/spaceblog.com.br/h/he/hellenjornalista/images/mn/1246510259_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Strawberry fields forever!]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Os contemporâneos de plantão que me desculpem,
mas vivemos  numa realidade que esbanja um falso
colorido.  O imperativo é  cor, luzes, câmera! e pronto,
tudo se transforma em uma reprodução amplamente convidativa, sem
direito ao original.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O "photoshop" não é só um programa de edição
de fotografias desenvolvido pela Adobe. É acima de tudo, um
conceito trazido para o novo milênio. O conceito de que não
precisamos nos preocupar porque sempre haverá a possibilidade de
mudarmos a "cara" das coisas, ainda que para isso, seja necessário
falsear a realidade. Isso mascara bem a primeira impressão de tudo.
É necessário ter "felling", sexto sentido, experiência, para
conseguirmos depreender a verdadeira face e sentido do que estamos
em contato, sejam pessoas, ou situações. Como se estivessemos
imersos em um infinito mar de ilusão, onde não se é possível
avistar o fim por aqueles que desejam atracar seus navios.
Aqueles que se cansaram de viajar sem sentido, embalados apenas
pela melodia do "tanto faz", relaxa, ou simplesmente, deixa a
vida me levar...</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os sentimentos se misturam facilmente e é comum
até serem reproduzidos por simples modismo. É comum ouvir eu te
amo! Mas os acontecimentos sangrentos e cruéis veiculados
na mídia , comprovam que o mundo está sedento por amor. Apesar dos
"emotions" "budy pokies" do Orkut, dos bate papos do msn, das redes
virtuais de relacionamentos, "paira" no ar uma ausência de
profundidade e impera uma reticência governada pela falta de
comprometimento com o porvir. Se você é uma pessoa mais
espiritualizada, que deseja comprometer-se sem
medo, simplesmente pelo fato de que a vida não espera e se
você não acredita, ninguém acreditará por vc, uma pessoa que paga
pra ver, mesmo que o preço seja sofrimento, PREPARE-SE:
dificilmente encontrará espaço e compreensão em um mundo em que a
palavra chave é emoção.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bem, quero deixar claro, que isso aqui não é um
manifesto contra o humor, a emoção,  e qualquer forma que
denote descontração, equilíbrio, alegria e bom
astral.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não que a emoção não seja algo natural ao
ser humano. Minha preocupação tem como cerne o desequilibrio e
o desrespeito instalados que já se automatizaram. A sensação de que
conversar com sobriedade é absurdo e demodê, a sensação de que
sonhar é quase infantil e querer um relacionamento afetivo sério,
baseado em confiança, respeito, sinceridade e crescimento em todas
as áreas é quase inocencia juvenil.. E além disso, querer se
aproximar de um indivíduo pelo que ele é e não pela sua posição
social, intelectual, ou profissional é quase inacreditável em um
mundo tão neoliberalista. Onde o capital economico  se mescla
facilmente a qualquer coisa que indique lucro.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinto saudades do tempo, não muito longe, há uns quarenta
anos em que se era possível ter inocencia, sem parecer ridículo. Tá
certo que parte desse tempo, ainda nem era nascida, mas consegui
sentir ao menos um pouco dessas sensações tão sublimes que
permeavam a década de 80, quando nasci, na verdade, muito pouco.
Pois, no início da década de 90, quando completava dez
anos, o Brasil  experimentava o processo de
redemocratização do Estado brasileiro, com isso, houve uma
reformulação da cultura por meio da inserção de
novas tecnologias de comunicação  e o
mundo expandia-se em um processo
denominado  "aldeia-global",   porém,
paradoxalmente, as pessoas se individualizaram mais. Beatles, uma
das bandas mais famosas do mundo, já não era tão curtida , foi
soterrada pelo capitalismo. Hoje,
ouvir Beatles é coisa de pessoa romântica, que parou no tempo e
deseja reativar seu lado inocente e
sonhador.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O tempo em que as mulheres não eram consideradas
todas iguais, padronizadas, desta forma, o cara podia sonhar com a
nudez, imaginar um primeiro encontro sem necessariamente ter que
transar. E a menina podia contar para as amigas sobre seu primeiro
beijo, como algo novo, sobrenatural. Isso eu vivi,
ufa!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enfim, tenho sentido muita saudade de viver de
maneira menos acelerada e ter tempo pra pensar, sonhar, imaginar e
até chorar.... ôpa, preciso ir, estou atrasada.... Strawberry
fields forever, nothing is real...</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>                                                       
(Hellen Mendes)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
]]></description>			<link>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/321534/Strawberry-fields-forever/</link>			<comments>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/Strawberry-fields-forever--18032009-011141-lp-321534.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/321534/Strawberry-fields-forever/</guid>			<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 01:11:41 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Deveria eu?]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong>"Deveria eu ser diferente e agir
igual?</strong></p>
<p><strong>Deveria eu andar no centro do que é comum e
deixar minhas minúcias a margem de mim mesma?</strong></p>
<p><strong>Deveria eu deixar a voz do medo dominar por medo
de inovar? Deveria eu questionar minhas vontades a ponto de
desistir delas? Deveria eu saber que será diferente e ousado e, por
isso, um crescimento único a vista e duvidar do que é
legítimo?</strong></p>
<p><strong>Deveria eu negar o aspecto interessante da
diferença e que isso me fascina, simplesmente por medo de me
machucar?</strong></p>
<p><strong>Deveria eu ser dia após dia o que não sou... para
agradar pessoas que não conheço e frente a essa constante
negligência de mim mesma ser infeliz por minha própria fraqueza?
Deveria eu???"</strong></p>
<p><strong>                                                                          (Hellen
Mendes)</strong></p>
]]></description>			<link>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/308873/Deveria-eu/</link>			<comments>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/Deveria-eu--26022009-214250-lp-308873.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/308873/Deveria-eu/</guid>			<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 21:42:50 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Cafajeste]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Mentiras</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>mentiras bem contadas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>disfarçadamente...
disfarçadas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>bom proveito arquitetado</strong></p>
<p><strong>a cereja do bolo é o alvo
fácil</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>uma máscara real</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>que não se tira</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>se vive</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>se glamoria</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>um hipócrita com aparência de
lord</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Olhar duro, imóvel, que
anestesia.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>palavras bem escolhidas na ponta da
língua</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inteligência que fascina</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>e convida à confiança</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Andar comedido... silencia
segredos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>sorriso breve, envolvente</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Te convida ao que não sente</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sem  nenhum pudor</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>não de si, mas do Criador</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Insiste  na morte do
amor</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>em abafar sentimentos nobres</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>que enobreceriam dois seres.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não, antes que saia do seu concerto
teatral</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É preciso retirar-se...</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dizer um adeus</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>seria demais...</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>poderia doer</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>não estou preparado...</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>                       
(Hellen Mendes)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
]]></description>			<link>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/299932/Cafajeste/</link>			<comments>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/Cafajeste-12022009-201009-lp-299932.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/299932/Cafajeste/</guid>			<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 20:10:09 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Devaneios]]></title>			<description><![CDATA[<p><span style=
"font-size: 9pt; color: black; font-family: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">
<strong>Me pego
Olhando pro nada
querendo tudo que não pode ser mensurado.
Tudo que preenche a ânsia de não saber
Tudo que revitaliza os sentidos
e faz sentir a plenitude de estar viva
Ainda que fosse apenas uma
a última sinapse do ser pensante
valeria a pena...
suspirar sonhos que se fazem ternos
Me certificar que não é mera fantasia
Que, de fato, ainda que não seja...
pela verdade do que se faz real</strong><span style=
"font-size: 9pt; color: black; font-family: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><strong>como que numa miragem expansiva
a força da fé materializa...</strong></span></span></p>
<p><strong>                                           
(Hellen Mendes)</strong></p>
<p>

</p>
]]></description>			<link>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/281658/Devaneios/</link>			<comments>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/Devaneios-15012009-184346-lp-281658.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/281658/Devaneios/</guid>			<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 18:43:46 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Amor sublime]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"font-size: 9pt; color: black; font-family: Verdana;"><strong>Sei que pode ser
lindo,
mas que seja mais que lindo</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"font-size: 9pt; color: black; font-family: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">
<strong>Seja
verdadeiro.
Seja eterno em meu coração
seja regozijante, não pela aparência seduzível, mas
perecível....
e sim, pela fusão do entendimento entre dois seres...
que entendem-se e permanecem juntos</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"font-size: 9pt; color: black; font-family: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">
<strong> não
pela necessidade, mas pela liberdade de escolha que somente o que é
verdadeiro traz.
E pela confiança do que é eterno
Não importa onde estiver
Espero por ti meu amado ...</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"font-size: 9pt; color: black; font-family: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">
<strong>                                                           (Hellen
Mendes)</strong></span></p>
]]></description>			<link>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/270808/Amor-sublime/</link>			<comments>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/Amor-sublime-29122008-232617-lp-270808.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://hellenjornalista.spaceblog.com.br/270808/Amor-sublime/</guid>			<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 23:26:17 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>