<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://guifpenteado.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://guifpenteado.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Gui F. Penteado | Verdades]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://guifpenteado.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-11-16T08:00:14+01:00</updated>		<entry>			<title>Mudança</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Agora o Gui F. Penteado mudou de endereço...</p>
<p>você que gosta e acompanha os artigos acesse:</p>
<p>http://guifpenteado.blogspot.com/</p>
<p>Lá está a 4ª parte, intitulada VERDADES, onde conta os
acontecimentos depois do dia 12 de agosto...</p>
<p>espero vocês!</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://guifpenteado.spaceblog.com.br/591382/Mudan-a/</id>			<link href="http://guifpenteado.spaceblog.com.br/591382/Mudan-a/" />			<author>				<name>guifpenteado</name>				<uri>http://guifpenteado.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-16T07:59:39+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O Silêncio</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Esse fim de semana eu passei na casa da Lígia, para fugir um
pouco dos problemas, pois ficar em casa com minha mãe está cada dia
mais difícil, tudo por causa dos acontecimentos dessa semana. Eu
não sei o que estou sentindo, mas parece que falta alguma coisa na
minha vida. Estou com muita saudade da Aninha, nessas férias, se a
vi mais de três vezes, foi muito. Mas as aulas irão começar amanhã,
então eu a verei.
Minhas aulas só vão voltar agora, no meio do mês de agosto, por
causa da gripe suína, e ainda estão dizendo que talvez irão
adiá-las mais alguns dias. A parte boa é que tive mais férias, mas
a parte ruim é que talvez teremos que repor essas aulas nos
sábados.
Essa sensação de falta que continua dentro de mim está
indecifrável. Não tenho discutido tanto com a minha mãe, mas de vez
enquanto, solta-se umas faíscas, porém, eu tenho segurado minha
barra nesse fim de semana, todas as vezes que eu fui em casa, a
Lígia estava junto, e não gosto de discutir com minha mãe na frente
dela, embora ela tenha estado sempre aqui, e já saber de tudo que
está acontecendo, ainda acho que ela não deve entrar na minha
família, talvez ela e minha família não devem se misturar, pelo
menos, por enquanto.
Eu e meu irmão estamos com uma relação estranha, não brigamos,
parecemos mais próximos, e isso é novo para mim. Não sei se já deu
para notar que o ocorrido essa semana tem a ver com meu pai, mas é
isso mesmo. Agora não é ainda o momento para contar o que
aconteceu, mas não consigo mais sentir nada por ele. É como se ele
nunca existisse na minha vida, algo frio, não sinto nada, nem bom,
nem algo ruim, absolutamente e simplesmente nada.
Mas é isso, agora vou voltar a vida normal, escola, amigos,
família, mas ainda estou atrás de um emprego, preciso sair de casa,
havia me esquecido como é ruim ficar todos os dias olhando para as
mesmas pessoas, todos os momentos do dia, sem ter como escapar.
Ainda bem que tive a casa da Lígia.
Esse fim de semana, a mãe da Lígia, junto com a Gi, irmã da Lígia,
iriam para Pedreira, e ela me pediu para cuidar da Lígia, fazendo
compania em sua casa. E por isso eu dormi em sua casa, esses dias.
Em relação a Carol, e os livros, ainda não foi resolvido nada, está
tudo como numa paz armada, onde o silêncio é um aviso que virá uma
batalha pela frente.</p>
				</div>			</content>			<id>http://guifpenteado.spaceblog.com.br/484852/O-Sil-ncio/</id>			<link href="http://guifpenteado.spaceblog.com.br/484852/O-Sil-ncio/" />			<author>				<name>guifpenteado</name>				<uri>http://guifpenteado.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-08-17T21:05:34+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Agora</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O amanhã é o que me dá medo. Parece que este foi o marco para a
vida adulta, tanto minha, quando do meu irmão, que embora tenha já
seus vinte anos, ainda não era possível considerá-lo um adulto. E
esse marco na minha história veio junto com muita dor e mágoas,
principalmente para minha mãe. E devo dizer que nunca a vi chorar
da forma que ela chorou ontem, e continua ainda tendo momentos de
choro.
Acho que por enquanto seria melhor eu não falar sobre isso, pois
essa grande ferida é muito, mas muito recente. Tudo já vem
acontecendo há tempos, porém só ontem é que isso se finalizou.
Desculpe se estou fazendo muito mistério, mas como já disse, acho
melhor não falar disso agora.
O que posso dizer agora é que o que aconteceu foi algo muito forte
e ruim, que poderia ter acabado com todos, e até certa parte do dia
de ontem, eu achei que isso havia acontecido, mas quando anoiteceu,
eu percebi que talvez fosse algo bom (por mais que agora pareça
ruim), meu irmão, minha mãe e eu estamos mais unidos que nunca, e
isso é bom. Meu irmão até falou em ajudar nas despesas da casa, o
que é quase um milagre.
Realmente, será uma grande luta o que enfrentaremos a seguir, é
apenas o início de uma nova fase. E não vou mentir, em parte estou
contente que finalmente a verdade chegou, por mais cruel que ela
possa ser, e por mais que ela está doendo agora, foi melhor
assim.
Eu estava vendo ontem à noite, como as palavras da minha tia
estavam certas. Quando fiquei sabendo do que aconteceu, corri para
a casa da minha avó, e quando cheguei, todos estavam me fazendo
perguntas, mas eu não conseguia parar, eu estava confuso de mais,
tudo parecia um outro lugar, eu havia perdido o meu chão. E não
consegui mais segurar, eu havia segurado por muito tempo, desda da
hora que minha mãe me contou, até então, naquele momento, e
desabei. Chorei.
Minha tia Regina me abraçou, e em seguida minha tia Cássia também,
e ela dizia: "Não podemos perder a cabeça, por mais que tudo pareça
sem sentido, vamos nos acertar aos poucos". E é isso que está
acontecendo. Ainda é cedo de mais para dizer qualquer coisa. Mas
tenho a certeza que as coisas vão se acertar.</p>
				</div>			</content>			<id>http://guifpenteado.spaceblog.com.br/484819/Agora/</id>			<link href="http://guifpenteado.spaceblog.com.br/484819/Agora/" />			<author>				<name>guifpenteado</name>				<uri>http://guifpenteado.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-08-17T20:52:25+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O Momento dos Segredos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Às vezes não conto coisas que me aconteceram, e isso por medo de
fazer algum mal para essa pessoa. São segredos, que não ouso nem
escrevê-los. São segredos que crio no meu cotidiano., porém, mais
cedo ou mais tarde, surge uma vontade de realmente falar sobre
esses segredos e arriscar entre um desabafo por forma de palavras
escritas, ou alguém te preconceituar por não te conhecer. Mas
enfim, vou falar sobre esses meus segredos, que vejo que estão no
momento certo de serem ditos.
Mas antes de falar sobre isso, queria falar sobre outra coisa. Hoje
de tarde eu liguei para Lígia, e então ela me disse que havia
passado mal, e estava no hospital. Estou um pouco preocupado, pois
pode ser apendicite. Mas se Deus quiser, não será nada grave.
Agora falando sobre meus segredos. Ontem aconteceu algo muito
chato. E fica meio difícil de falar de onde isso tudo veio, onde
era verdade, e agora como tudo isso se transformou em uma horrível
e cruel mentira. A Carol, pela qual era considerada minha amiga,
roubava meus livros, enganava-me, e não somente a mim, mas a todos.
Ela mentiu, fingiu ser uma pessoa que não era, roubou, e não sei
mais o quê. E tudo pelo que? Dinheiro? Não importa se ela usou ou
usa ainda drogas, nada justifica o que ela fez eu e minha mãe
sentir.
O meu video-game desapareceu de casa, e a única pessoa que esteve
em casa nessa semana foi a Carol. Então, não querendo acusá-la de
algo sem provas, mas não tendo outra explicação, presumo que ela
tenha me roubado para vender, assim como fez com mais de vinte e
cinco livros meus, e assim como fez com muitas outras coisas, não
só na minha casa, mas também no condomínio. Mas isso já não me
envolve mais.
Eu avisei para minha mãe, e disse para ela não dizer nada para a
Carol, que sabia dos livros. Ainda não sabia o que eu deveria
fazer, e apenas esperaria. Na noite de ontem, eu desci na casa da
minha avó, e ela foi perguntar para a Carol se foi ela que havia
pegado o vídeo-game (como se ela fosse assumir), mas a única coisa
que disse foi que havia sido o João Carlos, meu irmão, que havia
pegado, assim como fez com os livros.
Não dava para acreditar, assim como minha mãe contou para mim, que
ela, ainda acusava o João, mesmo que ele não seja nenhum santo, ele
era inocente, desta vez. Mas, até então, Carol não sabia que nós
sabíamos que era ela que havia roubado meus livros. Naquele
momento, minha mãe disse: "O João Carlos? Ele é que pegou os
livros?", e assim ela reafirmou: "Sim, eu vi ele saindo com os
livros. Eu não queria te contar, mas eu vi eles saindo com os
livros."
No mesmo momento, minha mãe não aguentou, e falou o que não
deveria, antes da hora certa. Contou a ela que sabíamos de tudo,
que fomos na loja e pegamos meu livro de volta, e enfim, as duas
começaram a discutir. E desde daquela hora, que a Carol não aparece
na sua casa. Sei disso que pela janela da minha cozinha, é possível
ver a cozinha dela.
Não sei como tudo isso vai acabar, e ainda me pergunto como pude
deixar essa pessoa entrar dentro da minha casa, e ficar tão próxima
a mim. Não imagino momento algum que ela tenha me parecido alguém
que se possa ser chamada de falsa. E segredos, são os segredos que
ainda deveria guardar. Hoje, quando estava indo comprar algumas
coisas no mercado, eu estava escutando a conversa de três
funcionários. Eles comentavam que uma mulher gorda, junto com um
homem loiro e magro, haviam roubado um salame. Na mesma hora eu
tinha certeza que estavam falando da Carol e do Douglas.
Uma vez que fomos os três no mercado, ainda no mesmo mercado, o
Douglas sumiu, e depois apareceu lá fora, com o salame. Não disse
nada, mas depois eu disse para a Carol que não queria me envolver
com isso. Ela disse que também não se envolvia, mas que ele fazia
isso por conta própria. Em uma briga entre eles dois, ele ainda
veio acusar eu de ter ajudado ele a roubar o mercado. E algumas
outras vezes ele voltou a fazer isso. Embora fosse contra a minha
criação, e aos meus ideais, uma coisa a Carol estava certa, era ele
que fazia isso.
Não sei agora se ela estava tão "de fora" assim, quando falava. E
sabe a pior parte? É que as lembranças repassam na minha mente, a
todo momento, buscando sinais de que ela não era a pessoa que dizia
ser. Agora, como já disse, é apenas esperar os resultados.</p>
				</div>			</content>			<id>http://guifpenteado.spaceblog.com.br/477595/O-Momento-dos-Segredos/</id>			<link href="http://guifpenteado.spaceblog.com.br/477595/O-Momento-dos-Segredos/" />			<author>				<name>guifpenteado</name>				<uri>http://guifpenteado.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-08-12T00:15:54+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A Amiga que Roubava Livros</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Como disse a Aninha: "O que está acontecendo com esse mundo? Não
existem mais pessoas boas?", logo depois que lhe contei o que eu
descobri nessa sexta-feira. Estavamos na loja onde ela trabalha, em
um corredor, eu, Aninha e minha tia Regina. Bem, digo a mesma coisa
que a Aninha, e mais, digo também que tudo isso só prova que as
pessoas mais próximas, é as que mais vão te fazer mal. Já tinha
aprendido isso antes, mas agora, mais uma vez, algo muito chato e
descepcionante aconteceu.
Essa semana, como já devo ter dito, eu estava na casa da minha avó,
e minha tia Regina, mora com ela, para cuidar do meu avô, e ajudar
nas tarefas da casa. Acontece que a tia Regina é uma pessoa muito
bondosa, e gosta bastante de colecionar as coisas, mas muitas
pessoas veem isso como uma infânitilidade, chamando-a até de
demente. Isso, pelo fato do seu quarto ser lotado de pratilheiras,
com bonecas, pelúcias, brinquedinhos, mas tudo, porque ela gosta, e
é feliz assim. E quando digo lotado, não é exagero, é a mais pura
verdade.
Na sexta-feira, minha avó pediu para que eu e ela fossemos ao
centro para comprar uns remédios e pegar o dinheiro da
aposentadoria do meu avô, e aproveitando para pegar o meu salário
também, fui com a minha tia. Passamos no banco, fizemos tudo que
tínhamos de fazer, e então passamos no sebo que fica perto da loja
onde a Aninha trabalha. Chegando lá, encontrei um livro que havia
sumido de casa. Na verdade, há alguns meses que tenho percebido que
meus livros estão sumindo um à um, mas não sei quem estaria
pegando-os, pois não ando emprestando para ninguém.
Minha tia Regina, com o seu jeito de sempre contar as coisas, no
momento que falei desse livro, ela contou para o dono do sebo dos
livros que estavam sumindo, então ele perguntou qual eram esses
livros. Nesse momento eu disse alguns, como a série do
"Crepúsculo", alguns do Luís Fernando Veríssimo, "A Revolução dos
Bichos" e "1984" de George Orwell, e falei também da "A Arte de
Correr na Chuva", de Garth Stein. No mesmo momento, o dono da loja
disse: "Olha, eu tenho esse livro que entrou esses dias aqui", me
levou até uma prateleira, e me entregou o livro. Quando o abri, vi
escrito no canto do livro: "João Guilherme F. Penteado". Aquele era
o meu livro.
No mesmo instante perguntei quem tinha trazido esse meu livro para
cá, ele falou que lembra de ter comprado com vários outros livros,
inclusive com a série "Crepúsculo", mas não conseguia lembrar quem
era a pessoa. Minha tia começou então a descrever meu irmão, e ele
disse que não era. Então descreveu o Douglas, namorado da Carol,
minha vizinha, e ele também disse que não era, por última ela
descreveu a Carol, e no mesmo instante, a mulher do caixa disse: "É
ela! Ela é que trouxe os livros".
Então ele me contou que ela contava a história de cada livro, e
então eu havia pegado toda a história. Os livros sumiam de pouco em
pouco. Ela pegava os livros e os escondiam no apartamento do
Douglas, depois ela os lia, um por um, para então explicar e contar
a história de cada livro, para fingir que realmente aqueles livros
eram dela. Pois normalmente, quem rouba livros, não os lê, apenas
vende-os, por dinheiro, e somente. Depois de juntar vários livros,
ela os levava para o sebo, e os vendiam. E não foi apenas uma
remessa, mas umas três.
O dono queria devolver cada livro roubado, ao saber que o que eu
estava falando era verdade, mas eu não podia aceitar. Como ele
teria prejuízo por uma coisa que a Carol, minha "amiga" fez. Quando
saí da loja, foi então que veio tudo na cabeça. Minha "amiga". Como
alguém poderia estar me roubando, e me tratando tão bem, comprando
coisas para mim, dizendo que me amava. Passei na loja da Aninha e
contei para ela, que também ficou pasma, e assim comecei a ficar
mal.
Ainda não contei para Carol que sei sobre os livros, e nem sei se
vou contar, mas estou muito decepcionado, e pior, ela acusava o meu
irmão, dizendo que via ele com os livros, pelo condomínio. Por
enquanto estou apenas esperando para saber o que devo fazer.</p>
				</div>			</content>			<id>http://guifpenteado.spaceblog.com.br/474016/A-Amiga-que-Roubava-Livros/</id>			<link href="http://guifpenteado.spaceblog.com.br/474016/A-Amiga-que-Roubava-Livros/" />			<author>				<name>guifpenteado</name>				<uri>http://guifpenteado.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-08-09T04:01:23+02:00</updated>		</entry></feed>