<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://globalblog.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://globalblog.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[GLOBAL BLOG]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://globalblog.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-09-22T22:13:47+02:00</updated>		<entry>			<title>ERA UMA VEZ, EM AGOSTO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Numa manhã de Agosto,
orgulhosamente quase louca, com a clara luz do sol em suspensão,
vi-te lá ao longe, caminhando como se não houvesse chão nem tempo,
num jogo de caminhos, quase intrigante.</strong></p>
<p><strong>Eras a origem do mundo num tempo ritmado,
perto da natureza, na minha imaginação. Os cheiros são intensos.
Genuínos.</strong></p>
<p><strong>Aqui, onde te espero e sei que vens, tudo
é belo, harmonioso. A areia é branca e fina. O pôr-do-sol é quente
e vermelho.</strong></p>
<p><strong>Trocámos um sorriso, sem gestos e sem palavras.
Pela areia a sombra dos nossos corpos entrelaçados
espalha-se.</strong></p>
<p><strong>O mar azul acompanhou o ritmo do nosso amor, lento,
profundo, liberto. Ainda acompanha...</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://globalblog.spaceblog.com.br/527386/ERA-UMA-VEZ-EM-AGOSTO/</id>			<link href="http://globalblog.spaceblog.com.br/527386/ERA-UMA-VEZ-EM-AGOSTO/" />			<author>				<name>globalblog</name>				<uri>http://globalblog.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-09-19T21:25:21+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>COMO SE FOSSES MAR</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Levantar-me de quando em vez, dar um mergulho, regressar
à madorra pachorenta, apanhar sol, voltar a mergulhar,
repetir...</strong></p>
<p><strong>Este
sol e este mar nunca são iguais, isolo-me, acariciando-te a mão, o
braço, teu ventre rijo... Sinto o ardor do teu corpo, a
disponibilidade dos teus lábios, o teu olhar por entre pestanas,
doce, infinito, peregrino. Fascinante. Sinto-me um aventureiro
solitário a explorar um mundo de maravilha, sem amargura e
sofrimento.</strong></p>
<p><strong>Mergulho em ti, como se fosses
mar!...</strong></p>
<p><strong>
</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://globalblog.spaceblog.com.br/483740/COMO-SE-FOSSES-MAR/</id>			<link href="http://globalblog.spaceblog.com.br/483740/COMO-SE-FOSSES-MAR/" />			<author>				<name>globalblog</name>				<uri>http://globalblog.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-08-16T22:11:14+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A LONJURA FRAGMENTADA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Um
amor adiado é como um eco longíquo que surge sem
consentimento, movido como vela de moinho que se destaca da
paisagem e desaparece cheio de histórias fascinantes,
reminiscentes. Sobreposições de universos distintos, reparamos no
seu percurso, na dicotomia, no destino previsível, fatalmente
previsível. Soa pretensioso nos contornos, a música soa através da
lente limpa, apercebemo-nos que são só rumores, imaginação. És como
eu: louca. Amorosamente louca. Adiadamente louca. A loucura de um
amor adiado. Doi...</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://globalblog.spaceblog.com.br/476280/A-LONJURA-FRAGMENTADA/</id>			<link href="http://globalblog.spaceblog.com.br/476280/A-LONJURA-FRAGMENTADA/" />			<author>				<name>globalblog</name>				<uri>http://globalblog.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-08-10T22:42:40+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O TEU AMOR COMO DÁDIVA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p><strong>A
memória do labirinto dos dedos entrelaçados, teu coração a bater
sincronizado com o meu, o cheiro da tua pele, o suave deslizar da
tua respiração, o embalo dos nossos corpos a viverem um momento
único.</strong></p>
<p><strong>Adormeci aninhado no teu corpo, enleado num sonho meigo e
ternurento...</strong></p>
<p><strong>Quero lá saberse o mundo
acaba agora!!!</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://globalblog.spaceblog.com.br/428904/O-TEU-AMOR-COMO-D-DIVA/</id>			<link href="http://globalblog.spaceblog.com.br/428904/O-TEU-AMOR-COMO-D-DIVA/" />			<author>				<name>globalblog</name>				<uri>http://globalblog.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T19:16:57+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>POEMAS E AMORES RECRIADOS</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Em
cima do tempo, desabitualmente, um poema esperado desde sempre, com
mil cambiantes, escancara-me as portas do espírito, reduzindo o meu
mundo etéreo a um belo instante de frenesim. Um novo cenário no
limiar da utopia inscrita no sonho profundo, inesperado, capaz de
atenuar a frieza da narrativa gravada na imagem que imagino de ti,
oculta mas transcendente na sua dimensão
física.</strong></p>
<p><strong>As
sonoridades em duelo desigual, evapora-se na tensão quase dramática
do prelúdio. Neste espaço disponível ligo o infinitamente vasto com
a particula mais pequena do universo presentido. É aí que
encontramos as coisas realizáveis: poemas e amores irrompendo,
transcendentes, libertos, num futuro que se
aproxima.</strong></p>
<p><strong>O teu
amor, o meu amor, o amor de nós todos, é mais forte que o ódio
deles!...</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://globalblog.spaceblog.com.br/424165/POEMAS-E-AMORES-RECRIADOS/</id>			<link href="http://globalblog.spaceblog.com.br/424165/POEMAS-E-AMORES-RECRIADOS/" />			<author>				<name>globalblog</name>				<uri>http://globalblog.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-29T19:21:34+02:00</updated>		</entry></feed>