<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] folhetim : <![CDATA[FOLHETIM DO TEMPO Luzilândia com Amor]]></title>		<link>http://folhetim.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[FOLHETIM DO TEMPO Luzilândia com Amor]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 23:53:37 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[UM TEMPO, UMA VIDA]]></title>			<description><![CDATA[<p align="center"><strong>CHUVA DE LEMBRANÇAS</strong></p>
<p> </p>
<p>Como é bom ter olhos para ver o
mundo!
O céu nublado olhado de um jeito profundo!
Escoando chuva miúda, límpida, fina...
Regando meu amado jardim, com água tão
cristalina!
O verde relaxante das folhagens que vem e vão...
Contrastando com flores coloridas que gratuitamente se
dão...
Flores e folhagens unidas num perfeito casamento,
Embalando sonhos lindos, trazendo a tona latente
sentimento.</p>
<p>Volto ao tempo de infância...
E a chuva, as flores, o cheiro de terra molhada...
Trazem a saudade, o perfume, a fragrância...
Dos tempos felizes de criança,
Vividos na casa caiada...</p>
<p>Vejo-me a caçar borboletas...
O riso fácil, os pés descalços pisando a lama
macia!
Ouço a voz de mamãe: &ldquo;Menina sem juízo,
vais ficar doente&rdquo;!
E a voz de papai, que para ouvir novamente tudo daria!...
&ldquo;Velha, deixe a menina, isto faz bem, ela está
contente&rdquo;!</p>
<p>E nas noites bordadas de chuva,
Papai, velhas histórias de família, a contar...
E eu agachada a seus pés, excitada,
Com os olhos qual um sol a brilhar...
Queria saber de tudo, queria eternizar o momento,
Para sentir da sua voz o calor...
Que no frio da minha terra me aquecia com amor.</p>
<p>E em cada gota de chuva que cai no meu
jardim...
Lembranças de momentos vividos...
Brancos, imaculados como o jasmim.
Momentos de ternura que voaram ligeiros...
Como os pássaros que agora da chuva querem se
abrigar...
Momentos de aconchego
Que só o calor de uma família feliz pôde
dar!</p>
<p>Momentos que no tempo passaram...
Mas em mim eternamente ficaram...
Momentos do passado, mas que em mim estão presentes...
Momentos que me questionam,
Quando num futuro ameaçador penso estar ausente.
Tantos momentos felizes,
Incontáveis como as gotas de chuva
Que agora o céu escoa...
Momentos cristalizados no coração da menina
Que continua correndo atrás da borboleta esperança
que voa...</p>
<p>por Carmen Vervloet</p>
]]></description>			<link>http://folhetim.spaceblog.com.br/101717/UM-TEMPO-UMA-VIDA/</link>			<comments>http://folhetim.spaceblog.com.br/UM-TEMPO--UMA-VIDA-25022008-234725-lp-101717.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://folhetim.spaceblog.com.br/101717/UM-TEMPO-UMA-VIDA/</guid>			<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 23:47:25 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[REFLEXÃO]]></title>			<description><![CDATA[<p align="center"><strong>IRA E RESSENTIMENTO</strong></p>
<p> </p>
<p align="justify"><strong>O</strong> ser humano, naturalmente, é levado
à ira e ao ódio quando é contrariado e
ofendido; uns mais, outros menos, conforme a própria
índole. Os pais cristãos precisam ensinar aos filhos
o que Jesus nos ensinou: &ldquo;não pagar o mal com o
mal&rdquo;, mas com o bem. E isto não é fácil;
pois o mundo ensina sempre o &ldquo;bateu, levou&rdquo;, isto
é, o revanchismo, a desforra. &ldquo;Não resistais ao
mal. Se alguém te ferir na face direita, oferece-lhe
também a outra&rdquo; (Mt 5,38). &ldquo;Quando o
ímpio amaldiçoa o adversário,
amaldiçoa-se a si mesmo&rdquo; (Eclo 21,30). &ldquo;Amai os
vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos
maltratam e perseguem&rdquo; (Mt 5,43).</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">A marca mais distintiva do
cristianismo é o perdão! E que vence o ódio, o
desejo de vingança, a sede de represália... Sobretudo
neste ponto é difícil educar os filhos porque o mundo
fala-lhes uma linguagem oposta. Mas, se quisermos os nossos filhos
verdadeiramente cristãos, temos que insistir nesta
máxima de Cristo: ditar-lhes perdão. O
ódio é destruidor; a violência gera mais
violência; o mundo só poderá ter paz a partir
da quebra da corrente da violência pela força do
perdão. Sobretudo é preciso exigir dos filhos este
comportamento em casa, e nunca permitir que fiquem uns brigados com
os outros, sem se falarem, etc. &ldquo;Agora, porém, deixai
de lado todas essas coisas: ira, animosidade, maledicência,
maldade, palavras torpes ... (Col. 3,8). Os pais devem desenvolver
nos filhos a virtude da mansidão cristã que sabe
perdoar. &ldquo;Aquele que se quer vingar sofrerá a
vingança do Senhor, que guardará cuidadosamente os
seus pecados&rdquo; (Eclo 28,1). &ldquo;Não se ponha o sol
sobre o vosso ressentimento. Não deis lugar ao
demônio&rdquo; (Ef 4,26).</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">O ódio é como que a
cólica da alma; antes de matar o inimigo, mata primeiro,
lentamente, o próprio dono. É um lento
suicídio. A cólera é como uma loucura
momentânea, que se não for contida termina em
tragédia. Por isso, é sinal de sabedoria saber
conter-se e passar por cima da ofensa recebida. Longe de ser um ato
de fraqueza, é um gesto de fortaleza, digno dos fortes. O
perdão é a face mais bela do amor, por isso Cristo
morreu perdoando os seus algozes. Foi a maior lição
que Ele nos deixou (Ed. Cleófas).</p>
<p> </p>
<p><em><strong>Contribuição: dona Elzí
Pinheiro</strong></em></p>
]]></description>			<link>http://folhetim.spaceblog.com.br/81755/REFLEXAO/</link>			<comments>http://folhetim.spaceblog.com.br/REFLEXaO-02012008-205900-lp-81755.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://folhetim.spaceblog.com.br/81755/REFLEXAO/</guid>			<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 20:59:00 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O TEMPO E O HOMEM]]></title>			<description><![CDATA[<p align="center"><strong>Uma pausa, um minuto de silêncio!</strong></p>
<p align="center"> </p>
<p align="center">  </p>
<p>Não te vejo e não te escuto</p>
<p>O meu samba está de luto</p>
<p>Eu peço o silêncio de um minuto Homenagem a
história De um amor cheio de glória</p>
<p>Que me pesa na memória</p>
<p>Nosso amor cheio de glória</p>
<p>De prazer e de emoção</p>
<p>Foi vencido e a vitória</p>
<p>Cabe à tua ingratidão</p>
<p>Tu cavaste a minha dor</p>
<p>Com a pá do fingimento</p>
<p>E cobriste o nosso amor</p>
<p>Com a cal do esquecimento</p>
<p>Teu silêncio absoluto</p>
<p>Obrigou-me a confessar</p>
<p>Que o meu samba está de luto</p>
<p>Meu violão vai soluçar</p>
<p>Luto preto é vaidade</p>
<p>Neste funeral de amor</p>
<p>O meu luto é saudade</p>
<p>E saudade não tem cor</p>
<p align="right">Composição: Noel Rosa</p>
<p align="center"><strong>Contigo aprendí</strong></p>
<p>Que as mãos pressentem a leveza rubra do lume...</p>
<p>Que repetem gestos semelhantes a corolas de flores...</p>
<p>Igual ao vôo da ave ferida,</p>
<p>Adentrando no século da idade perdida!</p>
<p> </p>
<p align="right">Chegou, enfim, o vazio dos dias,</p>
<p align="right">O amargor úmido da noite,</p>
<p align="right">O sonhar, o sonhar da saudade...!</p>
<p><em>da família Dias Pinheiro, da tu também...
Amigo, amigo...</em></p>
]]></description>			<link>http://folhetim.spaceblog.com.br/72758/O-TEMPO-E-O-HOMEM/</link>			<comments>http://folhetim.spaceblog.com.br/O-TEMPO-E-O-HOMEM-30112007-113558-lp-72758.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://folhetim.spaceblog.com.br/72758/O-TEMPO-E-O-HOMEM/</guid>			<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 11:35:58 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[POESIA MARCANTE!]]></title>			<description><![CDATA[<h2 class="titulo" align="center">AO ESCREVER</h2>
<div class="tex">Ao escrever
busco me soltar.
Desprender-me das amarras,
dos pré-conceitos, dos medos.
Despir-me.
Para o pensamento
bater asas e voar.
Voar tão alto, tão longe.
Sair de mim.
Transmutar-me
em outras pessoas,
conhecer outros sentires,
outros &ldquo;viveres&rdquo; viver.
Se belo,
as sensações que tive,
no papel ficará,
não me importa.
O que me importa
é que é poesia,
é energia criadora,
é o pulsar inquietante
do de dentro de uma pessoa,
que se machuca,
se lamenta,
se arrebenta,
se dói pra fazê-la brotar.
Quando nasce...
É Rebento.
Fruto Maduro.
A mim,
não mais pertence.
Pertence ao Mundo,
que ficará com o papel
de a ela Julgar, Apreciar,
Odiar ou Amar.</div>
<div class="tex"></div>
<div class="tex">por Edilmar
Amaral</div>
]]></description>			<link>http://folhetim.spaceblog.com.br/63114/POESIA-MARCANTE/</link>			<comments>http://folhetim.spaceblog.com.br/POESIA-MARCANTE--29102007-113039-lp-63114.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://folhetim.spaceblog.com.br/63114/POESIA-MARCANTE/</guid>			<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 11:30:39 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A VIDA E SEUS CONTORNOS]]></title>			<description><![CDATA[<p align="justify">Essa garotinha da foto devia deixar seus pais e
familiares exultantes de alegria. Quem será ela? Se
alguém souber, mande informações.</p>
]]></description>			<link>http://folhetim.spaceblog.com.br/54045/A-VIDA-E-SEUS-CONTORNOS/</link>			<comments>http://folhetim.spaceblog.com.br/A-VIDA-E-SEUS-CONTORNOS-29092007-134501-lp-54045.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://folhetim.spaceblog.com.br/54045/A-VIDA-E-SEUS-CONTORNOS/</guid>			<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 13:45:01 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>