<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://entrelinhas.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://entrelinhas.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Entrelinhas  - Um blog sem censura]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://entrelinhas.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-03-02T16:22:55+01:00</updated>		<entry>			<title>Chávez adverte contra ação anti-Farc na Venezuela</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Deu na Folha de So Paulo:</p>
<p>Os presidentes da Venezuela, Hugo Chavez, e do Equador,
Rafael Correa, criticaram a operao militar
colombiana que resultou na morte de um dos lideres das Farc
(Foras Armadas Revolucionarias da Colombia). O
fato ocorreu, como foi revelado depois, do lado equatoriano da
fronteira.</p>
<p>O porta-voz das Farc, Raul Reyes, considerado o
numero 2 da guerrilha, morreu ao lado de ao menos outros 16
guerrilheiros apos o Exercito colombiano bombardear
uma area onde eles se encontravam.</p>
<p>O Equador protestou contra a incurso colombiana e
convocou de volta a Quito o seu embaixador em Bogota.
Chavez, por sua vez, advertiu a Colombia de que uma
operao semelhante contra as Farc dentro da
Venezuela poderia provocar uma guerra entre os paises.</p>
<p>"No pense em fazer isso aqui, porque isso poderia ser
serio, poderia ser razo para uma guerra", advertiu
Chavez durante uma reunio de gabinete transmitida
pela TV no sabado (1).</p>
<p>Chavez tem negociado com as Farc a
libertao de refens mantidos pela guerrilha.
Desde o inicio do ano, seis refens importantes
ja foram libertados, entre os mais de 40 que a guerrilha
considera passiveis de uma troca por guerrilheiros presos
com o governo colombiano.</p>
<p><strong>Esclarecimentos</strong></p>
<p>O presidente do Equador, Rafael Correa, disse inicialmente que
queria esclarecimentos sobre a ao militar
colombiana, sobre a qual foi informado em um telefonema pelo
presidente da Colombia, Alvaro Uribe.</p>
<p>O mandatario colombiano agradeceu ao Equador por sua
"cooperao
respeita fronteiras".</p>
<p>Posteriormente, Correa disse que o Equador enviara uma
nota diplomatica de protesto sobre "as aes
escandalosas que so ao nosso
territorio". "O presidente colombiano ou estava mal
informado ou mentiu audaciosamente ao presidente do Equador", disse
Correa.</p>
<p><strong>"Maior golpe"</strong></p>
<p>A morte de Raul Reyes foi classificada pelo ministro da
Defesa da Colombia, Juan Manuel Santos, como "o maior golpe
ate hoje contra as Farc".</p>
<p>Reyes foi morto em um ataque aereo seguido de uma
operao por terra, segundo Santos. Os guerrilheiros
estavam em um acampamento a cerca de 1,8 km da fronteira com a
Colombia, dentro do territorio equatoriano, quando
ocorreu a ao, disse o ministro.</p>
<p>Reyes, de 59 anos, e o primeiro dos sete membros do
secretariado das Farc a ser morto em combate nos 44 anos de
historia do grupo.</p>
<p>Segundo o correspondente da BBC na Colombia Jeremy
McDermott, a morte de uma figura to importante da guerrilha
significa que a aura de invencibilidade do grupo evaporou.</p>
<p>A derrota militar das Farc tem sido um dos objetivos do governo
de Uribe desde que ele chegou a Presidencia em seu
primeiro mandato, em 2002.</p>
				</div>			</content>			<id>http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104161/Chavez-adverte-contra-acao-anti-Farc-na-Venezuela/</id>			<link href="http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104161/Chavez-adverte-contra-acao-anti-Farc-na-Venezuela/" />			<author>				<name>entrelinhas</name>				<uri>http://entrelinhas.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-03-02T15:42:38+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Professores: corrupção virou epidemia em fundações</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Deu na
Agencia Brasil: A ocorrencia de irregularidades no
funcionamento de fundaes de fomento a
pesquisa e ao desenvolvimento tecnologico no
e novidade para o Sindicato Nacional dos Docentes das
Instituies de Ensino Superior (Andes-SN). Para a
professora Solange Bretas, diretora regional do sindicato, as
fundaes de apoio, em sua maioria, se tornaram
"espao". "A coisa (os casos de
irregularidade) ja virou uma epidemia", disse.</p>
<p>"Historicamente o
Andes tem denunciado o abuso das fundaes de apoio
dentro das universidades, na questo da autonomia, do
financiamento", completou.</p>
<p>Ela afirma que as
entidades se instalaram dentro das universidades e contam com a
conivencia dos reitores. "Em vez de os reitores exigirem do
governo o repasse das verbas mensalmente, no, e mais
facil passar para a fundao de apoio e ela
que se vire; ainda ganham um extra", afirmou.</p>
<p>A comisso
parlamentar de inquerito que investiga o repasse de verbas
publicas para organizaes
no-governamentais (CPI das ONGs), aprovou na ultima
quarta-feira os requerimentos de convocao tanto do
reitor da Universidade de Brasilia (UnB), Timothy
Mulholland, quanto do presidente afastado da Fundao
de Empreendimentos Cientificos e Tecnologicos
(Finatec), fundao de apoio privada ligada a
UnB.</p>
<p>O motivo da
convocao e a denuncia do
Ministerio Publico do Distrito Federal e
Territorios (MPDFT) de uso irregular dos recursos
publicos repassados a fundao.</p>
<p>Segundo a
professora, as denuncias de ma-gesto dos
recursos publicos em fundaes de apoio
sado o
primeiro dossie do Andes sobre o papel das
fundaa de mensalidades, de
varias taxas, a taxa de matricula, de
administrao de recursos publicos que
vo para os restaurantes universitarios, o pagamento
a professores que so exclusiva e
utilizam o seu horario de trabalho e a estrutura da
universidade para desenvolver projetos via fundaes
de apoio para a iniciativa privada e recebem por isso",
afirmou.</p>
<p>Bretas disse
ainda que a universidade publica no poderia cobrar,
nem mesmo por meio de fundaes, taxas para a
emisso de diploma e historico escolar ou para
pagamento de cursos de pos-graduao.</p>
<p>Outra
irregularidade apontada pela diretora sindical e a
ocupao por
funcionarios dae universidade apoiada. De acordo com o
Decreto 5.205/04, que regulamenta a lei que trata da
relaes com as
instituies de ensino (Lei 8.958/94), os servidores
das universidades podem ocupar cargos na diretoria e conselhos das
fundaes
funcionais no sejam prejudicadas e haja
autorizao da universidade.</p>
<p>Os fatos surgidos
em Brasilia, segundo a professora, no
isolados. Ela citou o caso de Santa Catarina onde o dinheiro das
fundaes em grande parte publico foi
utilizado "para compra de presentes, para frequentar
restaurantes, bares e outras coisas mais". A entidade esta
sob interveno judicial desde fevereiro do ano
passado.</p>
<p>A interventora da
Fundao de Ensino e Engenharia de Santa Catarina
(Feesc), Fatima Regina, no comenta as
irregularidades que levaram o Ministerio Publico do
Estado (MP-SC) a pedir a destituio
diretoria. Ela se limita a dizer que "a maioria das irregularidades
que motivaram a interveno estava relacionada
a ausencia de um modelo de gesto que
permitisse controlar a instituio de forma mais
rigorosa".</p>
<p>Outro caso foi
registrado em uma fundao de apoio ligada a
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) que tinha um
convenio com o Departamento de Transito (Detran).
Segundo a diretora do Andes, ha uma denuncia de que,
no ano passado, funcionarios da fundao e da
propria universidade emitiram documentos falsos para o
Detran em troca de "agrados".</p>
<p><span>Um
segundo dossie sobre as fundaes de apoio
esta sendo preparado pelo Andes e deve ser divulgado em
abril.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104181/Professores-corrupcao-virou-epidemia-em-fundacoes/</id>			<link href="http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104181/Professores-corrupcao-virou-epidemia-em-fundacoes/" />			<author>				<name>entrelinhas</name>				<uri>http://entrelinhas.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-03-02T16:12:49+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Sindicato: fundações privatizam atividades universitárias</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Deu na Agencia Brasil:</p>
<h2>Cursos pagos sobre temas que deveriam ser tratadas em
disciplinas oferecidas no curriculo de
graduao. Curriculos alterados para adequar
uma faculdade ou instituto a demandas de uma pesquisa encomendada
por entidades privadas. Pesquisas realizadas dentro da universidade
publica, mas cujo conhecimento produzido no pode ser
divulgado, pois e segredo industrial. Esses so
alguns dos fatos que, na opinio da professora e diretora
regional do Sindicato Nacional dos Docentes de
Instituies de Ensino Superior (Andes-SN), Solange
Bretas, mostram de que forma a atuao das
fundaes de apoio privatiza as universidades
publicas apoiadas.</h2>
<p>"Na medida em que o estudante tem que pagar taxas dentro da
universidade para fazer um curso de especializao,
de aperfeio de assuntos
que deveriam estar na grade curricular da graduao,
na medida em que os professores que assumem esses cursos pagos, e
recebem ali algum salario, alguma bolsa via iniciativa
privada, ele transforma a universidade numa
instituio em que os professores perdem a
fora para lutar pelos seus direitos e faz com que o governo
introduza cada vez mais elementos da privatizao",
afirmou Bretas.</p>
<p>As pesquisas contratadas por empresas privadas atrapalham o
funcionamento da universidade, na opinio da professora,
porque os docentes poderiam realizar outras pesquisas de interesse
publico, em vez de utilizar a infra-estrutura e o
prestigio da universidade para fins privados. "Os resultados
da pesquisa passam a ser segredo industrial, os contratos assinados
proibem que qualquer um que trabalhou na pesquisa divulgue,
use para qualquer outro tipo de coisa, mesmo na universidade",
afirmou.</p>
<p>Alem disso, Solange Bretas diz que, para cumprir com as
encomendas feitas via fundao, muitas vezes as
faculdades tem que modificar a sua grade curricular. Isso
para se adaptar as necessidades de teoria da pesquisa. "Eles
precisam da teoria, e ai a universidade no tem mais
autonomia de desenvolver ou de aplicar o seu projeto
pedagogico, porque tem que ter um projeto, um
curriculo voltado para aquele interesse", diz.</p>
<p>"Nos temos casos de denuncias que nos chegaram de
professores de universidades, de alguns cursos de universidades que
chegam a tirar da grade curricular uma determinada disciplina e
oferecem essa disciplina como um curso a parte, de
extenso de apoio",
completa.</p>
<p>Para Bretas, o que leva a essa forma de
privatizao da universidade publica e
a falta de compromisso do Estado em financiar o ensino e a
pesquisa. "O governo acaba deixando ali o professor, como ele
no tem incentivo publico para isso, acaba se
vendendo para a iniciativa privada", afirma a professora.</p>
<p>"O professor usa a estrutura que tem na universidade para fazer
pesquisa para iniciativa privada, agora, se ele tivesse recurso
publico para desenvolver a pesquisa dentro da universidade,
certamente ele faria, mas ele no tem", conclui.</p>
<p>Atualmente, existem no Brasil 111 fundaes de
pesquisa credenciadas pelo Ministerio da
Educao de
Empreendimentos Cientificos e Tecnologicos (Finatec)
ligada a Universidade de Brasilia (UnB) e alvo
de denuncia do Ministerio Publico do Distrito
Federal e Territorios pelo suposto uso indevido de recursos
destinados a pesquisa.</p>
<p>A Finatec teria destinado R$ 470 mil a
decorao do apartamento funcional ocupado pelo
reitor da UnB, Timothy Mulholland. Apos a denuncia, o
reitor desocupou o imovel e cinco diretores da
fundao foram afastados por
determinaa.</p>
				</div>			</content>			<id>http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104178/Sindicato-fundacoes-privatizam-atividades-universitarias/</id>			<link href="http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104178/Sindicato-fundacoes-privatizam-atividades-universitarias/" />			<author>				<name>entrelinhas</name>				<uri>http://entrelinhas.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-03-02T16:08:54+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Em SP, um policial morre para 11 bandidos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Deu no Terra: O
numero de policiais militares e civis mortos em confrontos
no Estado de So Paulo e infinitamente menor do que
em relao as pessoas comuns e sem fardas,
sejam ou no bandidos armados. A media e de um
policial morto para cada 11,6 criminosos. De 1996 a 2007, 516
policiais morreram contra seis mil bandidos, em uma
projeo de 43 mortos ao ano e tres por
mes.</p>
<p>O levantamento
historico da Secretaria da Segurana Publica
(SSP), que no comenta se o numero e alto ou
baixo, mostra que, em 1996, 49 policiais morreram em confronto. O
numero seguiu essa media com 37 mortes em 1997,
subindo para 45 em 1998 e chegando ate o pico de 72
militares e civis assassinatos em 1999, muitos deles em
servio.</p>
<p>Em 2000, segundo
os dados da Secretaria, 49 policiais perderam a vida e esse
numero no parou de crescer. Em 2001, foi 58 e, no
ano seguinte, em 2002, esse quadro chegou a 59 vitimas. Nos
anos posteriores os dados apresentaram reduo. Em
2003, por exemplo, a Secretaria de Segurana contabilizou a
morte de 33 policiais, sendo que a media veio rebaixando
ate 2004 com 27 vitimas e, em 2005, com outros 28
policiais militares e civis perdendo a vida.</p>
				</div>			</content>			<id>http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104174/Em-SP-um-policial-morre-para-11-bandidos/</id>			<link href="http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104174/Em-SP-um-policial-morre-para-11-bandidos/" />			<author>				<name>entrelinhas</name>				<uri>http://entrelinhas.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-03-02T16:04:55+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Gangues do DF matam um jovem a cada 15 dias</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Deu no Correio Brasiliense (2/03): Andrezinho tinha 13
anos. Morava no Pombal, periferia de Planaltina. E morreu com o
corpo crivado de balas. Raimundo era um pouco mais velho. Completou
15 anos no bairro Residencial do Bosque, em So
Sebastio. Mas perdeu a vida com um disparo de pistola .380.
Ja Bruno viveu seus 19 anos em Samambaia. Acabou morto com
cinco tiros. Os tres jovens tem em comum mais do que a
morte prematura. Nem chegaram a virar adultos porque sucumbiram ao
atrativo de pertencer a uma gangue de adolescentes e aos perigos do
trafico de drogas.

Garotos com perfis parecidos esto na linha de tiro.
Aparecem entre as 21 pessoas (pelo menos) assassinadas em disputas
de grupos rivais no ano passado no DF  media de quase
duas mortes por mes, segundo a Secretaria de Segurana
Publica. Levantamento feito pelo Correio aponta para ao
menos mais seis homicidios nos dois primeiros meses do ano.
Quatro jovens morreram a tiros por causa de rixas em Planaltina. E
outros dois em So.

Alem das mortes, assusta as autoridades de segurana
a quantidade de grupos formados por adolescentes envolvidos em
pichaes, trafico e uso de drogas. A
Policia Civil do DF identificou no ano passado 75 gangues
espalhadas por mais de 10 cidades. Reunem garotos do Plano
Piloto a Taguatinga, Ceilandia, Riacho Fundo e Gama. E
carregam nomes como Legio Unida pela Arte (LUA),
Grafiteiros do Distrito Federal (GDF), Grafiteiros Sem Lei (GSL).

Leia a reportagem no Correio</p>
				</div>			</content>			<id>http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104167/Gangues-do-DF-matam-um-jovem-a-cada-15-dias/</id>			<link href="http://entrelinhas.spaceblog.com.br/104167/Gangues-do-DF-matam-um-jovem-a-cada-15-dias/" />			<author>				<name>entrelinhas</name>				<uri>http://entrelinhas.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-03-02T15:54:26+01:00</updated>		</entry></feed>