<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://drpaulonw.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://drpaulonw.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Dr.WAGNER PAULON]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://drpaulonw.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-11-03T11:29:28+01:00</updated>		<entry>			<title>MÉDICOS SEM FRONTEIRAS Brasil nega patente para um medicamento para a Aids</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
<strong>MÉDICOS SEM
FRONTEIRAS</strong></span></p>
<p><span>
<strong>Brasil nega patente para um
medicamento para a Aids</strong></span></p>
<p><span>
<strong>Dr.Wagner
Paulon</strong></span></p>
<p><span>
<strong>2008</strong></span></p>
<p><span>
Decisão do governo brasileiro poderá ampliar o acesso a um remédio
essencial para o tratamento da doença<span></span></span></p>
<p><span>
<span></span> 03/08/2008  O
Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) negou a
concessão do pedido de patente feito pela empresa Gilead para o
medicamento tenofovir disoproxil fumarato (TDF). A decisão que
poderá ampliar o acesso a um dos medicamentos-chave para o
tratamento do HIV/Aids nos países em desenvolvimento, afirma a
organização internacional médica humanitária Médicos Sem Fronteiras
(MSF).</span></p>
<p><span>
Assegurar maior acesso ao tenofovir é fundamental,
diz Doutor Tido von Schoen-Angerer, diretor-executivo da Campanha
de Acesso a Medicamentos Essenciais de MSF. O tenofovir é um
dos principais medicamentos, recomendado pela Organização Mundial
da Saúde (OMS) tanto para pacientes que estão iniciando o
tratamento como para aqueles cujos medicamentos já não estão mais
funcionando. No passado, a produção no Brasil de medicamentos
anti-retrovirais (ARV) contribuiu para a redução dos preços desses
medicamentos em nível mundial. Esperamos que o mesmo aconteça
novamente.</span></p>
<p><span>
A decisão significa agora que o medicamento poderá ser produzido
por empresas brasileiras de medicamentos genéricos ou importado de
outras fontes de genéricos no mercado internacional. Cerca de 31
mil pessoas recebem o tenofovir por meio do programa Nacional de
DST/Aids e estima-se que 37 mil pessoas utilizarão este medicamento
até o fim deste ano. Portanto, as conseqüências para a
sustentabilidade do programa de acesso universal serão
consideráveis.Empresas indianas, por exemplo, produzem a versão
genérica do tenofovir aprovada pela OMS por um décimo do preço:
US$158 para o tratamento anual de um paciente, comparado com
US$1.387 praticado pela Gilead no Brasil.</span></p>
<p><span>
Uma coalização de ONGs brasileiras (Grupo de Trabalho sobre
Propriedade Intelectual da Rebrip) e um laboratório farmacêutico do
governo apresentaram uma oposição ao pedido de patente depositado
pela empresa norte-americana Gilead Sciences. O Escritório de
Patentes brasileiro (INPI) negou o pedido baseado no argumento da
falta de atividade inventiva  um dos requisitos básicos para
a concessão de uma patente, segundo a legislação brasileira e
internacional.</span></p>
<p><span>
Esta é a primeira vez que um pedido de patente para um medicamento
ARV é negado como resultado de oposições apresentadas no Brasil.
Mas certamente as conseqüências se estendem para além das
fronteiras deste país.</span></p>
<p><span>
Trata-se de um importante precedente para as pessoas que
vivem com HIV/Aids em todos os países em desenvolvimento, cujas
vidas dependem desses tratamentos, disse Leena Menghaney, da
Campanha de Acesso de MSF na Índia. Na Índia, onde MSF
compra a maior parte dos seus ARVs, as organizações da sociedade
civil apresentaram oposições semelhante aos pedidos de patente
depositados pela Gilead. Esperamos que o Escritório de Patentes
indiano leve em consideração esta decisão adotada no
Brasil.</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231492/MEDICOS-SEM-FRONTEIRAS-Brasil-nega-patente-para-um-medicamento-para-a-Aids/</id>			<link href="http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231492/MEDICOS-SEM-FRONTEIRAS-Brasil-nega-patente-para-um-medicamento-para-a-Aids/" />			<author>				<name>drpaulonw</name>				<uri>http://drpaulonw.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-03T11:29:16+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>MSF pede que o Governo da Colômbia preste mais atenção às vítimas de violência sexual</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span><strong>
MSF pede que o Governo da
Colômbia preste mais atenção às vítimas de violência
sexual</strong></span></p>
<p>
<span><strong>
Dr.Wagner
Paulon</strong></span></p>
<p>
<span><strong>2008</strong></span></p>
<p>
<span>Estudo feito
pela organização aponta obstáculos que inibem a busca de cuidados
médicos por pacientes e a falta de preparo de profissionais de
saúde<span></span></span></p>
<p>
<span><span></span> 09/10/2008  A taxa
de violência sexual na Colômbia é alarmante. Um estudo conduzido
pela organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras
(MSF) revela que 35% dos pacientes das clínicas móveis e 22% em
clínicas fixas sofreram um episódio de violência sexual pelo menos
uma vez na vida.</span></p>
<p>
<span>Uma vítima
de violência sexual precisa de serviços de saúde abrangentes, que
incluam cuidados médicos e psicológicos. Se oferecidos no máximo 72
horas depois do ocorrido, cuidados médicos podem ajudar a prevenir
doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), incluindo HIV/AIDS, e
gravidez indesejada. No entanto, poucas vítimas buscam cuidados de
saúde a tempo e, quando o fazem, são confrontadas com múltiplos
obstáculos, incluindo serviços inadequados ou
insuficientes.</span></p>
<p>
<span>O estudo
"Violência Sexual na Colômbia: um olhar integral dos projetos de
ajuda humanitária em saúde de Médicos Sem Fronteiras" revela que,
mesmo que a legislação colombiana reconheça a necessidade de
oferecer às vítimas de violência sexual um pacote mínimo de
serviços de saúde, essa mesma legislação restringe o acesso a
ele.</span></p>
<p>
<span>Os primeiros
obstáculos a atrasar o acesso a cuidados de saúde para as vítimas
são: vergonha, medo pela segurança pessoal, a possibilidade de ser
re-vitimizada e dúvidas em relação à confidencialidade dos
serviços. Se esses obstáculos forem superados e as vítimas
escolherem procurar ajuda médica, elas podem ser confrontadas pela
falta de preparo dos profissionais de saúde. O estudo de MSF revela
que os recursos humanos e físicos são insuficientes, faltam
suprimentos e treinamento necessário para se implementar cuidados
de saúde abrangentes para vítimas de violência sexual.</span></p>
<p>
<span>"Nossa
experiência mostra que muitos dos profissionais de saúde não sabem
o protocolo, não confiam nas ferramentas de diagnóstico e não têm
medicamentos para tratar os pacientes que são vítimas da violência
sexual", disse Oscar Bernal, coordenador médico de MSF na Colômbia.
As dificuldades logísticas e administrativas e a ausência de dados
estatísticos também foram identificadas como obstáculos durante o
curso do estudo.</span></p>
<p>
<span>Baseada na
experiência em trabalhar com vítimas de violência sexual e nos
resultados do estudo, MSF pediu que os profissionais de saúde
fossem melhor preparados para oferecer serviços abrangentes e
atenção a vítimas de violência sexual. MSF pede que governo
colombiano esclareça as regras existentes que visam a dar
assistência a vítimas de violência sexual. "A regulamentação
deveria indicar quem é responsável pela implementação e as opções
existentes para essas pessoas que procuram serviços de saúde nas
primeiras 72 horas", diz Piero Grandini, coordenador geral de
MSF.</span></p>
<p>
<span>Médicos Sem
Fronteiras está na Colômbia desde 1985, oferecendo cuidados de
saúde básicos, e assistência em saúde mental, sexual e reprodutiva.
As equipes de MSF estão em 13 departamentos na Colômbia, nas áreas
rurais e urbanas, através de clínicas fixas a móveis. Os programas
de saúde sexual e reprodutiva incluem planejamento familiar, exames
pré-natais e suporte psicológico e às vitimas de violência
sexual.</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231488/MSF-pede-que-o-Governo-da-Colombia-preste-mais-atencao-as-vitimas-de-violencia-sexual/</id>			<link href="http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231488/MSF-pede-que-o-Governo-da-Colombia-preste-mais-atencao-as-vitimas-de-violencia-sexual/" />			<author>				<name>drpaulonw</name>				<uri>http://drpaulonw.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-03T11:25:01+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>MÉDICOS SEM FRONTEIRAS (Negligencias da Mídia)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
<strong>MÉDICOS SEM
FRONTEIRAS</strong></span></p>
<p><span>
<strong>(Negligencias da
Mídia)</strong></span></p>
<p><span>
<strong>Dr.Wagner
Paulon</strong></span></p>
<p><span>
<strong>2008</strong></span></p>
<p><span>
Mais de mil pessoas já visitaram a Exposição Interativa Médicos Sem
Fronteiras no Mundo, inaugurada dia 01/10, na Estação Carioca do
Metrô do Rio de Janeiro. Aqueles que passarem por lá até o dia
31/10 terão a chance de aprender um pouco mais sobre o trabalho
realizado por MSF em mais de 60 países.</span></p>
<p><span>
No local, um vídeo interativo permite que o visitante atue
virtualmente em quatro tipos emergência. Também fazem parte do
evento mapas interativos, uma exposição de fotos e um mapa da
atuação de MSF, que destaca dez crises que vêm sendo negligenciadas
pela mídia.</span></p>
<p><span>
Este evento tem como objetivos levar ao público a realidade dos
brasileiros que trabalham com Médicos Sem Fronteiras em missões
humanitárias e explicar melhor como funciona a
organização.</span></p>
<p><span>
</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231487/MEDICOS-SEM-FRONTEIRAS-Negligencias-da-Midia/</id>			<link href="http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231487/MEDICOS-SEM-FRONTEIRAS-Negligencias-da-Midia/" />			<author>				<name>drpaulonw</name>				<uri>http://drpaulonw.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-03T11:20:42+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>MÉDICOS SEM FRONTEIRAS Uganda: Karamoja enfrenta grande crise de desnutrição</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span><strong>MÉDICOS SEM
FRONTEIRAS</strong></span></p>
<p>
<span><strong>Uganda:
Karamoja enfrenta grande crise de
desnutrição</strong></span></p>
<p>
<span><strong>Dr.Wagner
Paulon</strong></span></p>
<p>
<span><strong>2008<span></span></strong></span></p>
<p>
<span>Projeto de MSF para tratar crianças desnutridas na região
deveria terminar em setembro, mas deve continuar durante
2009.<span></span></span><span><span></span></span></p>
<p>
<span><span></span>
17/10/2008 - Em Karamoja, a desnutrição é crônica. No entanto, este
ano, a remota região do nordeste de Uganda está sofrendo sua pior
seca em cinco anos, criando uma crise
humanitária.</span></p>
<p>
<span>Os dois últimos anos registraram uma seca atrás da outra,
seguidas de chuvas extraordinariamente fortes. O aumento do preço
dos alimentos faz com que a comida disponível no mercado esteja
simplesmente fora das possibilidades de consumo. As chuvas ralas no
ano passado, e atrasadas neste ano, levaram a um colheita tardia e
insuficiente de amendoim e sorgo, e também a números altos de morte
de animais.</span></p>
<p>
<span>Karamoja abriga uma população de mais ou menos um milhão,
que é majoritariamente dependente de animais para sustentar seu
modo de vida. A região é conhecida por conflitos ligados a invasões
de rebanhos. Os estilos de vida pastorais e nômades e a insegurança
tornam difícil para a população ter acesso aos poucos postos de
saúde da região. A crise humanitária de Karamoja é caracterizada
por altos níveis de insegurança alimentar e taxas de desnutrição
aguda.</span></p>
<p>
<span>Em resposta, Médicos Sem Fronteiras (MSF) abriu um
programa de alimentação terapêutica para crianças com menos de
cinco ano nos distritos mais afetados pela fome, em Moroto e
Nakapiripirit.</span></p>
<p>
<span>"A melhor forma de auxiliar e tratar as crianças, as mais
vulneráveis da população, é viajar para as vilas para encontrar as
crianças desnutridas, fornecendo rações de duas semanas para que
ele consigam superar o pior. Nós tememos que o pior ainda esteja
por vir", explica Kodjo Edoh, chefe de missão de MSF em
Uganda.</span></p>
<p>
<span>Esta é a melhor maneira de trazer a saúde o mais próximo
possível dos pacientes e alcançar os mais vulneráveis no trânsito
nômade da população de Karamoja.</span></p>
<p>
<span>A intervenção nutricional de MSF começou em junho de 2008
e deveria terminar já em setembro. Agora, com quase 24 mil crianças
examinadas e 2,3 mil delas severamente desnutridas, o programa
provavelmente continuará até 2009. George Mbaluto, o enfermeiro
queniano responsável pelo programa, descreve como as clínicas
móveis do programa de alimentação são montadas: "as mães vêm com as
crianças para sentar na sala de espera. Aqui, são informadas em
relação a nutrição e higiene pessoal."</span></p>
<p>
<span>Crianças entre seis meses e cinco anos são, então,
examinadas com um bracelete chamado MUAC que mede a circunferência
do braço.</span></p>
<p>
<span>"Qualquer criança cujo braço meça entre 11 e 35cm no MUAC
tem sua atura e peso medidos. Aquelas com medidas abaixo de 11cm,
assim como as que estiverem com edemas bilaterais (inchaço devido à
acumulação de fluidos) são admitidas diretamente e consideradas
severamente desnutridas", acrescentou Mbaluto.</span></p>
<p>
<span>Toda criança recém admitida é testada para malária e
examinada para outras complicações médicas, como infecções e
diarréia. Em algumas áreas, entre 60% a 90% das crianças tinham
malária. Dois enfermeiros realizam consultas, examinam as crianças
e descartam complicações. Eles procuram infecções e imunidade
baixa. As crianças recebem ácido fólico para prevenir anemia, assim
como vitamina A. Para tratar as complicações, os enfermeiros
recebem antibiótico e outras drogas.</span></p>
<p>
<span>Crianças severamente desnutridas, mas sem outras
complicações médicas, serão tratadas no local. Uma criança que
esteja muito doente, ou sem apetite, é conduzida ao Hospital de São
Kizito em Matany, um dos dois hospitais de referência no distrito.
Aqui, MSF dá suporte ao único centro de alimentação terapêutica na
região. Assim que as crianças são estabilizadas no centro, são
liberadas e encaminhadas para as clínicas móveis mais próximas de
suas casas.</span></p>
<p>
<span>Em Karamoja, devastada de forma crônica pela desnutrição,
muitas família não conseguem comprar nenhuma comida, muito menos o
alimento certo, e precisam sobreviver de mingau de cereais, a que
faltam os nutrientes essenciais. MSF trata crianças desnutridas com
alimento terapêutico pronto para comer, feito para atender a suas
necessidades.</span></p>
<p>
<span>"Aqui, nós usamos Plumpynut, dois sachês para crianças
com menos de 8 kg e 3 kg para aquelas com mais", disse Mbaluto.
"Sabão e mosquiteiros são fornecidos para ajudar com a higiene e
prevenir malária. Um suprimento de Plumpynut é dado às mães, que
recebem uma recomendação de voltar em dez dias. Nós não vimos
muitos problemas, mas um grande progresso. A maioria das crianças
gosta do alimento terapêutico e está ganhando peso. Dependendo da
localização, nós examinamos cerca de 60 ou 70 pacientes por
dia".</span></p>
<p>
<span>A equipe está encorajando a agentes comunitários de saúde
a procurar crianças desnutridas visitando famílias. "Até agora, as
mães estão vindo regularmente e o público presente chega a 80/90%
na maioria das clínicas. Mesmo assim, em uma ou duas delas, só
estamos examinando cerca de 50%, então ainda há algum trabalho a
ser feito nesse sentido", disse Mbaluto.</span></p>
<p>
<span>MSF acredita que o desafio nas áreas mais devastadas pela
desnutrição é não apenas tratar os mais afetados, mas também
prevenir que eles cheguem ao estágio terminal, garantindo que todas
as crianças tenham acesso a alimentos ricos em
nutrientes.</span></p>
<p>
<span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231484/MEDICOS-SEM-FRONTEIRAS-Uganda-Karamoja-enfrenta-grande-crise-de-desnutricao/</id>			<link href="http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231484/MEDICOS-SEM-FRONTEIRAS-Uganda-Karamoja-enfrenta-grande-crise-de-desnutricao/" />			<author>				<name>drpaulonw</name>				<uri>http://drpaulonw.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-03T11:16:32+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>MÉDICOS SEM FRONTEIRAS Somália: Rápido aumento de feridos e desalojados com crescimento da violência</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span><strong>
MÉDICOS SEM
FRONTEIRAS</strong></span></p>
<p>
<span><strong>
Somália: Rápido aumento de
feridos e desalojados com crescimento da
violência</strong></span></p>
<p>
<span><strong>
Dr.Wagner
Paulon</strong></span></p>
<p>
<span><strong>
2008</strong></span><span><span></span></span></p>
<p>
<span>Equipes de
MSF que estão trabalhando no país oferecem assistência a pessoas em
condições de seguranças difíceis<span></span></span><span><span></span></span></p>
<p>
<span><span></span> 07/10/2008 - O recente
aumento de conflitos em uma das áreas residenciais mais populosas
em Mogadíscio resultou em um acelerado crescimento no número de
feridos e tem, mais uma vez, desalojado milhares de pessoas. MSF
está tratando de feridos e oferecendo suprimentos emergenciais
básicos para os novos desabrigados.</span></p>
<p>
<span>Em relação à
semana passada, MSF tratou mais cem feridos no hospital de
Dayniile, localizado no subúrbio da capital. Os feridos - muitos
dos quais mulheres e crianças com menos de 16 anos - sofreram
agressões na cabeça, no abdômen e no peito causados por balas ou
morteiros. Muitos precisam de cirurgia de emergência.</span></p>
<p>
<span>Na estrada
de Mogadíscio para Afgooye, onde mais de 250 mil pessoas
desalojadas estão vivendo em condições espantosas, MSF viu a
chegada de pelo menos mais nove mil pessoas desde a última
quarta-feira. Equipes estão tentado oferecer a eles suprimentos
essenciais, incluindo sabonete, roupas de cama plásticas e
cobertores. No entanto, esses itens básicos irão apenas responder a
necessidades de emergência. As pessoas estão completamente
dependentes de ajuda alimentar externa</span></p>
<p>
<span>Kenneth
Lavelle, chefe de missão de MSF em Nairóbi, está diariamente em
contato com as equipes dos terrenos. "A situação é aterrorizante",
disse ele. "Por causa do constante fluxo de pessoas fugindo de
Mogadíscio, os campos estão ficando mais e mais lotados e as já
aterrorizantes condições de vida estão rapidamente se deteriorando.
Famílias de cinco pessoas têm menos de alguns metros quadrados para
viver, sem um abrigo adequado.</span></p>
<p>
<span>MSF trabalha
nos centros de saúde de Hawa Abdi e Afgooye desde 2007 e tratou
mais de mil crianças sofrendo de desnutrição aguda todo mês desde
abril de 2008. As condições de trabalho, principalmente a falta de
segurança para a população e os trabalhadores humanitários, impedem
qualquer aumento significativo nessa ajuda vital.</span></p>
<p>
<span>"Apesar de
toda a insegurança, MSF ainda tem sido capaz de fazer seu trabalho
graças aos nossos colegas somalis, que estão correndo tremendos
riscos para oferecer assistência imediata", disse Lavelle. "Devido
à situação da segurança, nós não estamos conseguindo suprir nenhuma
necessidade além da imediata - necessidade de quem corre risco de
vida. Isso inclui cuidados médicos, nutrição e saneamento. Nossa
resposta é certamente inadequada quando levamos em consideração a
gravidade da situação".</span></p>
<p>
<span>A equipe de
MSF no hospital de Dayniile tratou mais de 3,7 mil pessoas sofrendo
de ferimentos de trauma desde o começo de 2008. Mais de metade
desses tratamentos foram para mulheres e crianças com menos de 14
anos, sendo que metade desses pacientes haviam se ferido durante
conflitos.</span></p>
<p>
<span>MSF já
cuidou de 6.937 crianças sofrendo de desnutrição aguda nos centros
de saúde de Hawa Abdi e Afgooye desde abril de 2008, nos quais
32.982 consultas médicas foram realizadas neste período.</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231480/MEDICOS-SEM-FRONTEIRAS-Somalia-Rapido-aumento-de-feridos-e-desalojados-com-crescimento-da-violencia/</id>			<link href="http://drpaulonw.spaceblog.com.br/231480/MEDICOS-SEM-FRONTEIRAS-Somalia-Rapido-aumento-de-feridos-e-desalojados-com-crescimento-da-violencia/" />			<author>				<name>drpaulonw</name>				<uri>http://drpaulonw.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-03T11:10:53+01:00</updated>		</entry></feed>