<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] divanoir : <![CDATA[Lágrimas Soturnas]]></title>		<link>http://divanoir.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Lágrimas Soturnas]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 14:51:57 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[...She Lost Control Joy Division]]></title>			<description><![CDATA[<h2>She's Lost Control
(tradução)</h2>
<h2 id="sz">Joy Division</h2>
<p id="cmp">Composição:
Indisponível</p>
<p>Ela Perdeu O Controle

A confusão em seus olhos diz tudo
Ela perdeu o controle
E ela está se agarrando ao transeunte mais
próximo
Ela perdeu o controle
E ela revelou os segredos de seu passado
e disse "Perdi o controle de novo"
e ouvi a voz que lhe disse
quando e onde agir
Ela disse "Perdi o controle de novo"

E ela virou e me pegou pela mão
e disse "Perdi o controle de novo"
e como eu nunca vou saber bem por que ou compreender
ela disse "Perdi o controle de novo"
E ela gritou, esperneando,
e disse "Perdi o controle de novo"
E estrebuchou no chão
Pensei que ela tivesse morrido
ela disse "Perdi o controle de novo"
Ela é controle perdido de novo - ela é controle
perdido de novo.

Bem, tive de telefonar a um amigo dela para dar conta
de seu caso e disse e "Ela é perdeu controle de novo"
E ela mostrou todos os erros e enganos
e disse "Perdi o controle de novo"
Mas ela se expressou de muitas maneiras diferentes
até que perdesse o controle de novo
E caminhou sobre o fio da navalha do desengano
e riu "Perdi o controle de novo"
Ela perdeu o controle de novo - ela perdeu o controle

E poderia viver um pouco melhor
com os os mitos e as mentiras
Quando a escuridão rompeu
Eu simplesmente quebrei e chorei
Eu poderia viver um pouco
quando a mudança se foi
quando o impulso se foi
perder o controle
quando aqui chegamos</p>
]]></description>			<link>http://divanoir.spaceblog.com.br/188374/She-Lost-Control-Joy-Division/</link>			<comments>http://divanoir.spaceblog.com.br/---She-Lost-Control-Joy-Division-02092008-145139-lp-188374.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://divanoir.spaceblog.com.br/188374/She-Lost-Control-Joy-Division/</guid>			<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 14:51:39 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O que é Ethreal]]></title>			<description><![CDATA[<p><em>Musica ethereal, musica
etérea, celestial, sublime, elevada, divina, sobrenatural,
perfeita, primorosa...Tudo isso diz muito do caráter e pouco
ou nada sobre o que seria este estilo musical na
prática.</em></p>
<p align="justify"><em>Pode-se dizer
que o &ldquo;ethereal&rdquo; seria uma feliz mistura de
música clássica, pop, folk, soul, com uma pitada de
eletrônico, além de outros estilos que variam de grupo
para grupo. Mas esta seria a receita básica. Apesar de
não se tratarem da mesma coisa, as fronteiras entre
ethereal, new age e world music são às vezes quase
que imperceptíveis (para desespero de
muitos).</em></p>
<p><em>Esse designação
para o estilo surgiu em meados da década de 1990, em
referência à uma coletânea criada pelo selo
Hyperium denominada "Heavenly voices" que reunia bandas com certas
características em comum, grupos que apresentavam um estilo
ligado ao neoclássico, à música medieval ou ao
darkwave, tendo vozes femininas como destaque. Muitos desses grupos
tiveram como inspiração a banda Cocteau Twins e o
Dead Can Dance, além de seus músicos muitas vezes
terem formação musical erudita. A
denominação entretanto extrapolou às bandas
ligadas ao selo Hyperium e hoje é atribuída a
vários grupos que têm essas características em
comum. Abrangendo bandas como sToa, Bel Canto, Attrition, Black
Tape for a BlueGirl, Delerium, Chandeen, Faith And The Muse, Opera
Multi Steel e mesmo projetos musicais como o This Mortal Coil, de
iniciativa do presidente da 4AD Ivo Watts. Está gravadora,
aliás, foi outro celeiro de bandas ethereal, a exemplo do
próprio Cocteau Twins e do Dead Can Dance.</em></p>
<p><em>Alguns preferem fazer uma
diferenciação separando a música ethereal do
chamado estilo neoclássico. Pois enquanto as bandas ethereal
utilizam predominantemente instrumentos eletrônicos, os
adeptos do estilo neoclássico preferem instrumentos
acústicos, próprios da chamada música erudita.
Essa é uma diferenciação que talvez valha mais
para os puristas, visto que muitos grupos costumam na verdade fazer
uma fusão entre instrumentos acústicos e
eletrônicos, tentando fazer uma mistura harmoniosa entre as
duas tendências.</em></p>
<p><em>Os matizes que diferenciam os
grupos ethereal são também bastante variados e
vão das nuances mais brilhantes e ensolaradas até as
mais depressivas e melancólicas, incluindo bandas de som
mais pop até as chamadas góticas ou de estilo
darkwave. Falar em sons brilhantes e ensolarados em se tratando de
ethereal pode até parecer um contrasenso, mas eu discordo
terminantemente da opinião daqueles que classificam o estilo
de "trilha sonora de fossa". Tudo bem que muitas das bandas
ethereal tem um som de inspiração melancólica,
mas restringir o estilo a apenas esta faceta é um pecado
mortal, o ethereal é muito mais que isso.</em></p>
<p align="justify"><em>Podemos dizer
que o elemento que mais caracteriza este estilo musical seja
justamente o vocal, que apresenta sempre uma forte influência
da musica erudita, especialmente do canto lírico. Não
é à toa que os vocalistas de bandas ethereal
são praticamente todos dotados de vozes espetaculares, e
também, são quase todas mulheres (é claro que
existem vozes igualmente talentosas na ala masculina, mas isso
é quase um capítulo à parte). Seu canto parece
por vezes melopéias de sereias, o chamado de Loreleis, ou os
lamentos profundos e desesperados de uma banshee céltica,
sem contudo perder o charme minimalista que dá a classe ao
estilo.</em></p>
<p align="justify"><em>E quando o
canto de sereia se deita sobre a teia sonora tecida por sons
acústicos, eletrônicos e inimagináveis que
sempre acompanham as canções e formam uma rede
só, aí então é que o estilo faz jus ao
nome.</em></p>
<p align="justify"><em>Essa base
sonora pode ser composta das mais diferentes formas, com guitarras,
alaúdes, sintetizadores, panelas (?????), flautas
antigas...Nas mãos mágicas dos músicos do
ethereal, tudo ganha um caráter inusitado.</em></p>
<p align="justify">
<em>Nos vocais muitas vezes pouco
importam as letras (até hoje não se sabe ao certo o
que Liz Fraser cantava no Cocteau Twins), pode ser uma
canção medieval, poesia egípcia, ou palavras
sem sentido, o que vale mesmo é a sonoridade e a maneira de
se cantar.</em></p>
<div><em>No mundo ethereal tudo
é intenso, suave, belo e diferente. Nos sentimos
transportados a outras eras a outros mundos, ou melhor ainda, temos
a sensação de estar de volta ao paraíso
terrestre, onde segundo a lenda uma vez habitamos e fomos dele
expulsos.</em></div>
<p align="justify"><em>Uma vez
num show, perguntada sobre o que seria a sua música Liz
Fraser disse que era &rdquo;música para induzir a
vertigem&rdquo;, e talvez essa seja a melhor
definição de ethereal, música para delirar,
sonhar</em></p>
]]></description>			<link>http://divanoir.spaceblog.com.br/157118/O-que-e-Ethreal/</link>			<comments>http://divanoir.spaceblog.com.br/O-que-e-Ethreal-26062008-161119-lp-157118.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://divanoir.spaceblog.com.br/157118/O-que-e-Ethreal/</guid>			<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 16:11:19 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Alvares de Azevedo (1831-1852)]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong>Manuel Antônio
Álvares de Azevedo nasceu na cidade de São Paulo em
12 de setembro de 1831. Ainda criança transferiu-se com a
família para o Rio de Janeiro, onde fez o curso
primário. Em 1848, retornou a São Paulo e
matriculou-se no curso de Direito.

Nessa cidade não se sabe ao certo como foi sua vida. Alguns
dizem que viveu uma intensa e tumultuada vida boêmia,
já outros falam que sua vida foi calma e serena. O que
sabemos ao certo é que durante esse período sua
produção poética foi muito intensa.

A partir de 1851 o poeta passa a ter fixação pela
idéia da morte. Isso fica claro nas cartas destinadas
à mãe e à irmã.
Em 25 Abril de 1852, quando tinha apenas 20 anos, Álvares de
Azevedo morreu vítima de tuberculose, deixando uma obra
relativamente extensa, para quem viveu tão
pouco</strong></p>
<p><strong>Álvares de Azevedo,
representante brasileiro mais legítimo do
mal-do-século, foi fortemente influenciado por Lord Byron e
Musset. Sua poesia é marcada pelo subjetivismo, melancolia e
um forte sarcasmo. Os temas mais comuns são o desejo de amor
e a busca pela morte. O amor é sempre idealizado, povoado
por virgens misteriosas, que nunca se transformam em realidade,
causando assim a dor e a frustração que são
acalmadas pela presença da mãe e da
irmã.
Já a busca pela morte tem o significado de fuga, o
eu-lírico sente-se impotente frente ao mundo que lhe
é apresentado e vê na morte a única maneira de
libertação.</strong></p>



<strong>Manuel
Antônio Álvares de Azevedo nasceu na cidade de
São Paulo em 12</strong> de setembro de 1831. Ainda
criança transferiu-se com a família para o Rio de
Janeiro, onde fez o curso primário. Em 1848, retornou a
São Paulo e matriculou-se no curso de Direito.

Nessa cidade não se sabe ao certo como foi sua vida. Alguns
dizem que viveu uma intensa e tumultuada vida boêmia,
já outros falam que sua vida foi calma e serena. O que
sabemos ao certo é que durante esse período sua
produção poética foi muito intensa.

A partir de 1851 o poeta passa a ter fixação pela
idéia da morte. Isso fica claro nas cartas destinadas
à mãe e à irmã.
Em 25 Abril de 1852, quando tinha apenas 20 anos, Álvares de
Azevedo morreu vítima de tuberculose, deixando uma obra
relativamente extensa, para quem viveu tão pouco.
 



Álvares de Azevedo (1831-1852)


Manuel Antônio Álvares
de Azevedo nasceu na cidade de São Paulo em 12 de setembro
de 1831. Ainda criança transferiu-se com a família
para o Rio de Janeiro, onde fez o curso primário. Em 1848,
retornou a São Paulo e matriculou-se no curso de
Direito.

Nessa cidade não se sabe ao certo como foi sua vida. Alguns
dizem que viveu uma intensa e tumultuada vida boêmia,
já outros falam que sua vida foi calma e serena. O que
sabemos ao certo é que durante esse período sua
produção poética foi muito intensa.

A partir de 1851 o poeta passa a ter fixação pela
idéia da morte. Isso fica claro nas cartas destinadas
à mãe e à irmã.
Em 25 Abril de 1852, quando tinha apenas 20 anos, Álvares de
Azevedo morreu vítima de tuberculose, deixando uma obra
relativamente extensa, para quem viveu tão pouco.
 


Álvares de Azevedo, representante brasileiro
mais legítimo do mal-do-século, foi fortemente
influenciado por Lord Byron e Musset. Sua poesia é marcada
pelo subjetivismo, melancolia e um forte sarcasmo. Os temas mais
comuns são o desejo de amor e a busca pela morte. O amor
é sempre idealizado, povoado por virgens misteriosas, que
nunca se transformam em realidade, causando assim a dor e a
frustração que são acalmadas pela
presença da mãe e da irmã.
Já a busca pela morte tem o significado de fuga, o
eu-lírico sente-se impotente frente ao mundo que lhe
é apresentado e vê na morte a única maneira de
libertação.



]]></description>			<link>http://divanoir.spaceblog.com.br/148649/Alvares-de-Azevedo-1831-1852/</link>			<comments>http://divanoir.spaceblog.com.br/Alvares-de-Azevedo--1831-1852--10062008-041712-lp-148649.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://divanoir.spaceblog.com.br/148649/Alvares-de-Azevedo-1831-1852/</guid>			<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 04:17:12 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Darks...[Góticos]]]></title>			<description><![CDATA[<h3><span style="text-decoration: underline;"><em>Darks: a luz negra dos anos 80</em></span></h3>
<h4 class="Revista"><span style=
"text-decoration: underline;"><em>Oposta aos
costumes metaleiros, a "tribo dark" segue uma estética
gótica, valoriza aspectos teatrais, venera a crítica
musical inglesa, abusa de indumentárias escuras e é
um tanto depressiva.</em></span></h4>
<div id="conteudoMateria">
<p class="conteudoEscrito"><em> </em></p>
<p class="conteudoEscrito"><em>O ar blasé de
tédio era característico dos seguidores daquele que
se convencionou chamar movimento dark no Brasil dos anos 80. O
estilo englobava os mais variados grupos pós-punk
britânicos da época. A República das Bananas
era ainda incipiente em termos de cultura pop e uma profusão
de rótulos inusitados tentava explicar tanta
(pós-)modernidade. Oposta aos costumes de metaleiros, a
tribo dark seguia uma estética gótica, valorizava
aspectos teatrais, venerava a crítica musical inglesa,
abusava de indumentárias escuras e era um tanto depressiva.
Marcelo Ferla</em></p>
<p class="conteudoEscrito"> </p>
<div class="conteudoEscrito"><em><span style=
"text-decoration: underline;"><strong>BRASIL
NOIR</strong></span></em></div>
<p class="conteudoEscrito"><em>Joy Division, Jesus
& Mary Chain, Siouxsie & The Banshees, Alien Sex Fiend e
Bauhaus, e brasileiros consagrados como Legião Urbana e
obscuros como Akira S e As Garotas que Erraram, freqüentavam o
topo das preferências da tribo, que descobria as novidades
trocando fitas K7 com gravações de elepês
importados, dançando em clubes como Madame Satã, SP,
Crepúsculo de Cubatão, RJ, e Ocidente,
RS.</em></p>
<p class="conteudoEscrito"><span style=
"text-decoration: underline;"> </span></p>
<div class="conteudoEscrito"><em><span style=
"text-decoration: underline;">A CURA
SONORA</span></em></div>
<p class="conteudoEscrito"><em>Foi em
20 de março de 1987, quando se iniciou a turnê
brasileira do grupo The Cure, que a tribo dark começou a
viver seu mais profundo êxtase. A vinda de Robert Smith &
cia. coincidia com o lançamento da coletânea Staring
at the Sea. Logo depois, chegou outro grupo idolatrado e cheio de
rótulos, o Echo & The Bunnymen.</em></p>
<p class="conteudoEscrito"> </p>
<div class="conteudoEscrito"><em><strong><span style="text-decoration: underline;">REFERÊNCIAS
MALDITAS</span></strong></em></div>
<p class="conteudoEscrito"><em>Edgar Allan Poe e os
malditos franceses Rimbaud e Baudelaire freqüentavam a
biblioteca da tribo que, para se informar sobre música,
não dispensava os semanários gringos NME e Melody
Maker e a revista brasileira Bizz. Indispensável é
Carícias Distantes, biografia de Ian Curtis, do Joy
Division, escrita por sua mulher, Deborah (Assírio
Alvim).</em></p>
<p class="conteudoEscrito"> </p>
<div class="conteudoEscrito"><strong><em><span style="text-decoration: underline;">GUARDA-ROUPA DA
VOVó</span></em></strong></div>
<div class="conteudoEscrito"><em>Vestir-se de preto
era o código e quanto mais renda, melhor. Contraponto
perfeito para peles alvas, o basic black era a lei para a tribo
gótica. Os estilistas Yohji Yamamoto e Calvin Klein
(lá fora), e as grifes brasileiras Zoomp e Mr. Wonderful,
mais o guarda-roupa da vovó, forneciam os uniformes
prediletos</em>.</div>
</div>
]]></description>			<link>http://divanoir.spaceblog.com.br/142963/Darks-Goticos/</link>			<comments>http://divanoir.spaceblog.com.br/Darks----G-ticos--30052008-183605-lp-142963.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://divanoir.spaceblog.com.br/142963/Darks-Goticos/</guid>			<pubDate>Fri, 30 May 2008 18:36:05 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Siouxsie and the Bashees]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong>Siouxsie
and The Bashees-->Tradução= Cara a
Cara</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Cara a
cara --meu querido inimigo
Boca a boca -- faz-se ouvir chuva a cair do paraiso

Mao ou coraçao -- tic tac toe
Debaixo das estrelas -- nus como a multidao

Nadega com nadega -- o amargo doce
Comico teu crime no teu tempo de morte
É tao divino -- eu quero a dobrar
Eu quero esta felicidde mas algo me diz eu preciso resistir

Uma outra vida -- um outro tempo
Nos eramos siameses gemeos escrevendo entrelaçados

Cara a cara -- contando mentiras
As mascaras que temos de desvendar um novo disfarce
Tu nunca conseguirás ganhar -- é o estado eu estou em
perigoso prazer e a minha morte conflituosa
Eles disseram para seguir o teu coraçao -- segui-lo por teu
intermedio
Mas como tu podes -- qundo tu estas a dormir em dois

E tu nunca iras saber
Tu nunca iras saber

Mais um beijo -- depois morremos
Cara a cara -- e sonhos a voar
Quem tu es -- quem eu sou
Vento nas asas -- dois anjos caidos
A morte como isto -- com um ultimo beijo
Esta falsa chama -- é um choro de vergonha

Cara a cara -- a paixao respira
Eu odeio estar mas agora odeio viver
E tu nunca iras saber
Tu nunca iras saber</strong></em></p>
]]></description>			<link>http://divanoir.spaceblog.com.br/142943/Siouxsie-and-the-Bashees/</link>			<comments>http://divanoir.spaceblog.com.br/Siouxsie-and-the-Bashees-30052008-181156-lp-142943.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://divanoir.spaceblog.com.br/142943/Siouxsie-and-the-Bashees/</guid>			<pubDate>Fri, 30 May 2008 18:11:56 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>