<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] crecheescolagenteinocente : <![CDATA[Creche Escola Gente Inocente]]></title>		<link>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Creche Escola Gente Inocente]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 14:01:09 +0200</pubDate>		<image>			<title>crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br</title>			<link>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/spaceblog.com.br/c/cr/crecheescolagenteinocente/images/mn/1231674741_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Maternal 2]]></title>			<description><![CDATA[]]></description>			<link>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/494903/Maternal-2/</link>			<comments>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/Maternal-2-25082009-172239-lp-494903.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/494903/Maternal-2/</guid>			<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 17:22:39 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Fast Food do bem?]]></title>			<description><![CDATA[<span class="foto">Investigamos os cardápios infantis das cinco maiores
cadeias de comida rápida para saber se o paraíso do hambúrguer está
ou não mais saudável.</span>
<div style="text-align: justify;">Esta é para deixar pais e especialistas de
cabelo em pé: a obesidade infantil aumentou cinco vezes nos últimos
20 anos e hoje atinge cerca de 15% dos baixinhos brasileiros, ou
cerca de 5 milhões de crianças (veja a reportagem da página 10).
Quem garante é a Sociedade de Pediatria de São Paulo. Dados do
gênero explicam por que todos apontam o dedo em riste para a
dobradinha hambúrguer e batata frita, ícones da chamada comida
trash, que a garotada devora num piscar de olhos. A boa notícia é
que uma luz de esperança começa a brilhar nesse cenário tão
sombrio.

Em resposta à acusação, o cardápio dessas fábricas de delícias
gordurosas está abrindo espaço para itens praticamente impensáveis
há alguns anos, como saladas, sucos, grelhados, queijinhos e até
frutas. O movimento é mais forte nos Estados Unidos, mas felizmente
a tendência já está desembarcando por aqui, mesmo que timidamente.
&ldquo;Devido aos altos índices de obesidade e de doenças crônicas,
essa providência, mais do que desejável, é necessária&rdquo;, opina
a nutricionista Bianca Chimenti, da Nutrociência, em São Paulo. É
um começo, mas, segundo a especialista, ainda não é o suficiente.
&ldquo;Precisamos de campanhas de educação alimentar para pais e
filhos&rdquo;, diz Bianca.

<strong>Tem novidade no cardápio</strong>

As combinações, que antes não fugiam muito do monótono trio
sanduíche, batata frita e refrigerante, ganharam alternativas. As
mudanças mais significativas foram, sem dúvida nenhuma, as do
McDonald's. Depois de oferecer sucos nos sabores laranja e
maracujá para substituir os refrigerantes, a rede abriu o leque de
opções. Os mais recentes itens são o queijinho do tipo petit
suisse, a maçã, o achocolatado, o queijo com goiabada, o cereal de
milho com açúcar e a água-de-coco. Aliás, este último, segundo
Daniel Arantes, executivo de marketing da empresa no Brasil, tem
sido um dos mais solicitados pelos pais. Sinal de que a marca está
no caminho certo e de que os consumidores aprovam as
novidades.

Na lanterninha, as concorrentes ainda têm muito o que mudar para se
aproximar da líder do mercado. No Burger King, que chegou há pouco
tempo ao país, o Bkids, uma das opções do cardápio infantil,
oferece chá gelado como alternativa para o refrigerante. E só. O
Habib's, especializado em comida árabe, tem sucos como
companheiros das indefectíveis esfihas &mdash; e olhe lá.

Já as redes Bob's e Giraffas não se mexeram. As crianças não
têm outra saída a não ser se refestelar com sanduíches, frango
empanado e batata frita regados a litros de refrigerantes. E cá pra
nós, é disso mesmo que elas gostam. Em outras palavras, as
novidades saudáveis agradam mais aos pais.

<strong>É proibido proibir</strong>

Vamos ser francos. Não dá para riscar da vida dos filhos os
sanduíches e os milk shakes. Fazer isso seria também priválos do
convívio social, porque se tem um programa que a garotada adora é
ir com a turma à lanchonete. &ldquo;Em vez de proibir, o melhor é
controlar esse tipo de alimento&rdquo;, argumenta Fábio Ancona
Lopez, professor titular do Departamento de Pediatria da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). &ldquo;Por serem muito
gordurosas e pobres em fibras, vitaminas e minerais, o ideal é que
essas comidas sejam consumidas uma ou duas vezes por mês&rdquo;,
sugere.

Considere ainda que os lanches engordativos às vezes equivalem a
mais de um quarto da necessidade calórica de uma criança de 10
anos. Então, não deixe por menos: McDonald's e congêneres têm
que substituir uma refeição &mdash; e não serem encaradas como o
&ldquo;lanchinho&rdquo; da tarde. E, se o almoço foi em fast-food,
o jantar, seja onde for, tem que ter algo bem mais leve &mdash;
peixe ou frango, saladas e frutas.</div>
<div style="text-align: justify;">Tem razão, as crianças às vezes vencem pelo
cansaço. Para o bem delas, resista, explique, eduque. A
nutricionista Tânia Rodrigues, da RG Nutri Consultoria Nutricional,
em São Paulo, ensina o caminho das pedras

1. Lanchonete todos os dias, só em sonhos. Deixe isso muito
claro.

2. Sugira lanches sem muito recheio, como o cheeseburguer ou o
cheese-salada. Se puder, suma com a maionese, muito rica em
gordura. O cachorro-quente é uma boa pedida, desde que venha com
pouco acompanhamento.

3. Uma generosa porção de fritas pode perfeitamente ser
compartilhada por duas ou três pessoas. Não precisa mais do que
isso para matar a vontade.

4. Se o pequeno insistir no refrigerante, tudo bem. Mas proponha
substituí-lo por suco de frutas ou água.

5. Outra troca justa: a maionese pelo trio ketchup, mostarda e
picles para incrementar o sanduíche.

6. É milk-shake ou batata frita. Ambos é overdose de
calorias.

<strong>Burger King</strong>
BKids, com 660 calorias

O que oferece: hambúrger (310 calorias), batata frita (230
calorias) e chá Nestea (120 calorias)

Recém-chegada ao país, esta que é uma das maiores redes dos Estados
Unidos trouxe um cardápio bastante calórico e tradicional para os
baixinhos. &ldquo;Só o chá é melhor do que o refrigerante&rdquo;,
avalia a nutricionista Bianca Chimenti, da Nutrociência Assessoria
em Nutrologia, de São Paulo. Por ser frita em grande quantidade de
óleo, a grande vilã do trio é a batata.

<strong>Habib's</strong>
Kit Habib's, com 790 calorias

O que oferece: esfiha de frango (140 calorias), esfiha de queijo
(190 calorias), batata frita (320 calorias) e suco de laranja (140
calorias).

&ldquo;Boa fonte de proteína, a esfiha de frango apresenta menos
gorduras e calorias. Já a de queijo, apesar de mais gordurosa, é
uma boa fonte de cálcio&rdquo;, observa Bianca Chimenti. Quanto ao
item bebida, ponto para o Habib's: apenas sucos. Mas o
inimigo continua lá, intocável. &ldquo;O ideal seria trocar a
batata frita por outra esfiha ou pedir uma salada, como o
tabule&rdquo;, arremata Bianca.

<strong>Giraffas</strong>
Giralanche, com 739 calorias

O que oferece: franguinho (521 calorias), batata frita (90
calorias) e refrigerante de 300 ml(120 calorias)

&ldquo;O sanduíche de frango com salada é um pouco mais
equilibrado&rdquo;, aponta a nutricionista Suzana Franciscato, de
Bauru. Mas a maionese, a batata frita e refrigerante comprometem a
equipe. &ldquo;Uma refeição que fornece mais de um terço das 1 800
calorias diárias recomendadas para uma criança deve ser consumida
preferencialmente na hora do almoço&rdquo;, completa. E cuidado com
a freqüência: no máximo uma vez por semana.

<strong>Bob's</strong>
Trikids, com 620 calorias*

O que oferece: hambúrguer (262 calorias), batata frita (cerca de
240 calorias) e refrigerante de 300 ml (120 calorias)

A lanchonete anda na contramão e não oferece saída para os pais que
buscam algo mais saudável. &ldquo;Todos os sanduíches possuem muita
gordura, além de poucas fibras e vitaminas&rdquo;, reclama a
nutricionista Suzana Janson Franciscato. Além disso, não existem
sucos nem alternativas para as batatas fritas. O ideal é fazer uma
refeição como essa eventualmente duas vezes por mês, no
máximo.

*Até o fechamento da edição o Bob's não forneceu a quantidade
de calorias de sua porção de batata frita.

por Alexandre Gajardoni</div>
]]></description>			<link>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/445813/Fast-Food-do-bem/</link>			<comments>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/Fast-Food-do-bem--17072009-232649-lp-445813.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/445813/Fast-Food-do-bem/</guid>			<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 23:26:49 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Verdades e Mitos]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>1. Suco de beterraba acaba
com anemia?</strong>Não. Uma xícara de beterraba ralada
possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. &ldquo;A criança
anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral
para cada quilo de peso, durante três meses&rdquo;, explica o
pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das
Clínicas, de São Paulo. Já um bife pequeno de fígado tem, em média,
8,5 miligramas desse nutriente.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto retirado do site <a href=
"http://www.abril.saude.com.br">www.abril.saude.com.br</a>
<strong>2. Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados
prontos na lancheira do meu filho?</strong>
Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. &ldquo;Eles são
ótimas fontes de carboidratos&rdquo;, afirma a nutricionista
Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se pertencer
à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a
consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura
hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à
obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode
acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente
substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.

<strong>3. Crianças de qualquer idade podem comer frutos do
mar?</strong>
&ldquo;De jeito nenhum. Por uma questão de segurança, espere que
complete 2 anos&rdquo;, orienta Priscila Maximino. Os principais
riscos são a intoxicação alimentar e as alergias. É bem verdade que
cozinhar ou assar esse tipo de alimento diminui o perigo, mas, como
seguro morreu de velho, é melhor evitar.

<strong>4. Café faz mal para os baixinhos?</strong>
A bebida não é das mais indicadas, porque a cafeína pode deixar a
criança agitada. &ldquo;Porém, uma xícara pequena de café puro por
dia não faz mal a ninguém&rdquo;, afirma Ary Lopes, para alívio das
mães que não abrem mão do pretinho misturado com o leite. Se você
já ouviu dizer que ele prejudica a absorção de cálcio, saiba que
não há razão para se preocupar. &ldquo;A quantidade de cafeína
presente em um copo de café com leite é tão pequena que não
interfere na retenção do mineral pelo organismo&rdquo;, esclarece o
nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, da Universidade São Marcos, em
São Paulo.

<strong>5. O leite de soja pode substituir o de
vaca?</strong>
&ldquo;Sim, se o problema for intolerância à lactose&rdquo;,
explica Renata Cocco, pediatra da Universidade Federal de São Paulo
(Unifesp). &ldquo;Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais
cálcio.&rdquo; É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do
leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária.
Por isso, em caso de dúvida, consulte o pediatra. Só ele pode pode
recomendar o tipo de leite mais adequado para a sua criança.

<strong>6. Meu filho adora peixe cru. Tudo bem?</strong>
Acima de 2 anos, tudo bem. &ldquo;Para não arriscar, só vá a
restaurantes impecáveis no que se refere à higiene&rdquo;,
recomenda Ary Lopes. Caso a preferência recaia sobre o salmão
&mdash; que andou na berlinda como agente da difilobotríase (doença
que provoca dor abdominal, náuseas e vômitos) &mdash;, cheque se
foi previamente congelado a 21 graus e se o estabelecimento tem o
certificado sanitário, que garante a procedência e a qualidade do
pescado.

<strong>7. Alimentos com corantes causam alergia?</strong>
A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos
corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos
produtos industrializados, também são mal-afamados. &ldquo;Mas
testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão
relacionadas a crises alérgicas&rdquo;, revela a pediatra Renata
Cocco. &ldquo;Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente
da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar
reações aditivos alimentares.&rdquo;

<strong>8. A carne vermelha é essencial para a criança crescer
saudável?</strong>
&ldquo;Sim, ela é uma importante fonte de proteínas, gordura, ferro
e zinco&rdquo;, confirma a médica Roseli Sarni, presidente do
departamento científico de nutrologia da Sociedade Brasileira de
Pediatria. Contra anemia, ela é imbatível. Está lotada do chamado
ferro-heme, ou ferro orgânico, que é muito mais bem aproveitado
pelo corpo do que o mineral presente nos vegetais. Segundo a
especialista, a anemia afeta mais de 40% das crianças em idade
pré-escolar no Brasil. Por isso a carne vermelha deve ser consumida
ao menos três vezes por semana, de preferência acompanhado de uma
fonte de vitamina C, como a laranja, para aumentar a absorção do
ferro. O frango e o peixe são bons substitutos, mas, fique sabendo,
não contêm a mesma concentração do tal ferro-heme.

<strong>9. Refrigerante diet e guloseimas adoçadas artificialmente
devem ser evitados?</strong>
"Não há nenhum componente nesses produtos que seja comprovadamente
nocivo à saúde&rdquo;, afirma a pediatra Renata Cocco. Nenhum
estudo concluiu, por exemplo, que aspartame faça mal ao organismo
dos pequenos.&ldquo;Mas, por serem artificiais, recomendamos que
esses alimentos sejam consumidos só quando realmente há
necessidade", explica a pediatra.

<strong>10. Gemada é capaz de dar pique?</strong>
Ela foi a queridinha das mães zelosas até alguns anos atrás. Não é
mais, até porque nem mesmo os especialistas a recomendam. &ldquo;O
ovo cru pode estar contaminado com salmonela&rdquo;, adverte a
nutricionista infantil Suzy Graff, de São Paulo. &ldquo;A bactéria
pode provocar diarréia, vômito ou até levar à morte.&rdquo;
Infelizmente, ovos de diversas marcas podem estar contaminados por
causa de higiene e refrigeração deficientes. Como é quase
impossível saber quais têm condições de consumo, o mais seguro é
fritá-los ou, melhor ainda,
cozinhá-los.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>11. É verdade que alimentos
crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura da
boca?</strong>&ldquo;Sim, eles estimulam a mastigação,
fortalecendo os músculos e facilitando a fala&rdquo;, diz Renata
Cocco. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater
os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na
peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os
alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que
alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a
cenoura e a maçã, em pequenos pedaços &mdash; esta última dica,
aliás, vale para todo o resto da infância e a adolescência.

<strong>12. Leite fermentado ajuda a combater a
diarréia?</strong>
&ldquo;Sim, os lactobacilos presentes no leite fermentado competem
com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a
flora intestinal com germes benéficos&rdquo;, informa o nutrólogo
Mauro Fisberg, de São Paulo. Assim, o consumo desse tipo de bebida
pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir,
procure o pediatra.

<strong>13. Jantar muito tarde provoca sono agitado?</strong>
A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição
for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a
criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o
organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O
estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. &ldquo;Já
uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas
para ser digerida&rdquo;, afirma Ary Lopes Cardoso. &ldquo;Após
esse período a criança pode se deitar tranqüilamente&rdquo;,
completa o médico.

<strong>14. O que a mãe deve observar no rótulo &ndash; o índice de
gordura ou o de sódio?</strong>
Os dois. Não há uma dosagem máxima recomendada por produto &mdash;
e, se houvesse, ela seria diferente conforme a idade. Mesmo assim é
bom ficar de olho nesses ingredientes. A gordura, lembre-se sempre,
não pode fornecer mais do que 30% das calorias diárias consumidas
pela criança. Não precisa ficar fazendo conta a toda hora: basta
usar o bom senso e, se oferecer algo com teor de gordura nas
alturas ao seu filho, cuidar para que o restante do cardápio
daquele dia seja mais leve. Para o sódio, vale o mesmo raciocínio,
lembrando que até 12% da meninada entre 6 e 18 anos é hipertensa
&mdash; e aí o excesso de sal, já sabe... Vale conversar com o
pediatra sobre o assunto, afastar essa hipótese e pedir uma
orientação sobre o consumo diário de sal adequado para o seu
filho.

<strong>15. É melhor comer frutas com ou sem casca?</strong>
&ldquo;O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível,
porque ela é uma ótima fonte de fibras&rdquo;, garante Fábio Ancona
Lopes, especialista em nutrição infantil da Unifesp. Mas enfatiza:
as frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a
ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de
agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

<strong>16. Os macarrões instantâneos são liberados?</strong>
&ldquo;A massa em si não faz mal nenhum, pois é uma excelente fonte
de carboidratos&rdquo;, afirma a médica Roseli Sarni. O problema
está no condimento que dá sabor e faz com que o prato seja um dos
preferidos da garotada. &ldquo;Além de ser um tempero artificial,
ele contém grande quantidade de sódio, que leva ao aumento da
pressão e à retenção de água.&rdquo; Em outras palavras, poder
pode, mas só de vez em quando.

<strong>17. Vale a pena incluir aqueles pós multivitaminados na
alimentação dos meus filhos?</strong>
&ldquo;Esses pós devem ser ingeridos como complementos da
alimentação só se a criança apresentar déficit de nutrientes ou
estiver abaixo do peso.&rdquo;, diz Mauro Fisberg. Eles são
indicados principalmente quando é necessário aumentar o aporte de
calorias, vitaminas ou sais minerais no organismo. O ideal é que
esse tipo de suplemento seja utilizado sob a orientação de um
nutricionista, já que é muito calórico.

<strong>18. As informações estampadas nas embalagens se referem às
necessidades nutricionais de crianças ou de adultos?</strong>
&ldquo;Em geral elas se referem às necessidades dos adultos, exceto
quando os produtos são dirigidos ao público infantil&rdquo;,
esclarece Fábio Ancona Lopes. &ldquo;O importante é saber que cada
idade requer tipos e quantidades específicos de nutrientes&rdquo;,
completa. E as recomendações mais indicadas para cada faixa só o
especialista pode fazer. Moral da história: vale olhar o rótulo?
Até vale, mas apenas para ter uma leve referência quando o
consumidor é uma criança.

<strong>19. Sopas prontas substituem uma refeição?</strong>
&ldquo;De jeito nenhum. A quantidade de fibras e nutrientes
presente nesses produtos é muito pequena&rdquo;, diz
categoricamente a nutricionista Priscila Maximino. Sem falar no
alto teor de sódio. Se numa hora de aperto você precisar recorrer à
praticidade desse tipo de refeição, trate de complementá-la com uma
porção de carne, outra de legumes e uma fruta. Lembre-se: nada como
a velha e boa sopa caseira, preparada com ingredientes
fresquinhos.

<strong>20. Quantas vezes por semana doces e refrigerantes podem
entrar no cardápio?</strong>
Depende. &ldquo;Se a criança estiver acima do peso, ofereça duas
porções de desses itens por semana&rdquo;, recomenda a
nutricionista Priscila Maximino. Mas, se ela não vive em pé de
guerra com a balança, três porções semanais estão de bom tamanho.
&ldquo;Esses alimentos devem ser oferecidos com muito mais
parcimônia em caso de colesterol ou triglicérides altos ou mesmo
hipertensão&rdquo;, completa.
</p>
]]></description>			<link>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/445804/Verdades-e-Mitos/</link>			<comments>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/Verdades-e-Mitos-17072009-232237-lp-445804.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/445804/Verdades-e-Mitos/</guid>			<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 23:22:37 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Coça, coça, espirra e empola]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Só de entrar numa sala com mofo Juliana
espirra. Pedro fica com a pele empolada quando come camarão. Carlos
volta e meia tem asma. O que eles têm em comum?
Tem hora
que o corpo da gente vira um campo de batalha. É só aparecer algo
estranho por perto que um exército de defesa se arma e vai tentar
expulsar o intruso. É esse sistema de defesa do organismo -- o
sistema imunológico -- que impede que fiquemos doentes cada vez que
entramos em contato com micróbios causadores de infecções.
Uma das formas de o sistema de defesa agir é produzir anticorpos,
substâncias que ficam circulando no sangue e que se grudam no
intruso, facilitando sua destruição. Os anticorpos só agem contra o
microorganismo que induziu sua produção. Mas nosso corpo não
distingue o que é um micróbio ou outra coisa diferente, produzindo
anticorpos contra qualquer intruso que aparece.
Algumas pessoas, quando entram em contato com poeira, pólen de
flores, alguns alimentos, certos remédios e veneno de abelha,
produzem os IgE, anticorpos de um tipo especial. A forma desses
anticorpos lembra a letra Y. Os braços do Y se ligam à substância
contra a qual esse anticorpo foi formado. Já o cabo do Y se une à
superfície de certas células de nosso corpo chamadas mastócitos. Em
vez de ficarem no sangue, os anticorpos do tipo IgE permanecem
ligados aos mastócitos por meses. Os mastócitos são células cheias
de grânulos, dentro dos quais existem substâncias conhecidas como
mediadores inflamatórios. Pedro, por exemplo,
produz IgE contra proteínas do camarão. Como você já sabe, esses
anticorpos ficam na superfície dos mastócitos. Quando Pedro comer
camarão novamente, as proteínas desse animal se ligarão ao
anticorpo (nos braços do Y). Esse encontro funciona como um
interruptor de luz, &#8217;ligando&#8217; o mastócito que então
lança seus grânulos para fora da célula. Esses grânulos, por sua
vez, liberam os mediadores inflamatórios, que causam os sintomas da
alergia e da asma.
Esse processo acontece não só com o camarão, mas também com
qualquer substância contra a qual tenham sido produzidos os
anticorpos do tipo IgE. Quando Juliana respira, o mofo da sala
entra pelo nariz e faz com que os mastócitos liberem seus grânulos
e... Atchim! Espirros! O nariz escorre e, às vezes, até fica
difícil respirar. E a asma de Carlos? O mecanismo da asma é mais
complicado, mas ele também começa com a liberação dos grânulos de
mastócitos nos pulmões.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas tentam entender como ocorre o
processo da alergia e da asma, para tentar impedir que ele ocorra.
Já existem muitos tipos de remédio, mas o melhor tratamento é
evitar entrar em contato com as substâncias (poeira e alguns
alimentos, por exemplo) que causam a liberação dos grânulos dos
mastócitos.
Mas por que só algumas pessoas são alérgicas? Não se sabe ao
certo... É provável que a alergia tenha um componente hereditário,
ou seja, passe de pai para filho.
</p>
















<p class="titch" align="left">adaptado do
artigo originalmente publicado
em <strong>Ciência Hoje das Crianças</strong> 79
escrito por Vívian Rumjanerk,
Instituto de Biofísica,
Universidade Federal do Rio de Janeiro
</p>




















 
 







]]></description>			<link>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/445149/Co-a-co-a-espirra-e-empola/</link>			<comments>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/Coca--coca--espirra-e-empola-17072009-151646-lp-445149.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/445149/Co-a-co-a-espirra-e-empola/</guid>			<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 15:16:46 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Com direitos desde o berço!]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A gente é criança até que idade? A partir
de quando nos tornamos adolescentes? Se você já se fez essas
perguntas, saiba que, ao menos para a justiça brasileira, a
resposta está no Estatuto da Criança e do Adolescente, também
conhecido como ECA. De acordo com essa lei, criança é toda pessoa
com até 12 anos de idade incompletos e, adolescente, a que tem
entre 12 e 18 anos. Se você faz parte dessa turma, a boa notícia é
que o ECA &ndash; que existe para garantir os seus direitos &ndash;
está comemorando aniversário: em 2008, ele completa 18 anos de
existência.

Sancionado em 13 de julho de 1990, o ECA é a lei 8.069, que tem
validade em todo o território brasileiro e o objetivo de proteger
as pessoas de zero a dezoito anos, fazendo valer os seus direitos
desde o nascimento. &ldquo;O estatuto reconhece um novo direito: o
de um ciclo da vida que possui uma identidade própria&rdquo;,
explica o professor Carlos Roberto Cury, coordenador do Programa de
Mestrado em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Minas
Gerais. Isso significa que a lei vê a infância e a adolescência
como um período da vida que apresenta características especiais,
por ser a época em que as pessoas ainda estão formando a sua
personalidade, e que deve ter, por conta disso, proteções
específicas, descritas no estatuto na forma de uma série de
direitos, como a proibição do trabalho infantil ou a garantia à
educação. &ldquo;O ECA é um instrumento de proteção
para ser utilizado nos vários campos em que a criança e o
adolescente atuam, como a educação e o trabalho&rdquo;, explica
Carlos Cury. Muitas vezes, porém, vemos esses direitos sendo
violados. Encontramos crianças abandonadas nas ruas, muitas vezes
trabalhando. Também não faltam adolescentes fora da escola, com
empregos que podem ser danosos à sua saúde ou mesmo sem ter seus
horários para estudo respeitados, com tarefas domésticas
constantes. Mas por que isso acontece?

Para alguns pesquisadores, o ECA não é totalmente cumprido porque
falta mais atitude por parte das pessoas responsáveis por garantir
a execução das leis. &ldquo;Em muitos e muitos municípios, por
exemplo, ainda não foi implantado o Conselho Tutelar, o órgão do
governo que zela pelo cumprimento do ECA. Isso é grave, pois, sem
ele, as medidas de proteção correm o risco de não serem
aplicadas&rdquo;, conta Carlos Cury. O ECA determina que cada
município deve garantir recursos para o funcionamento do Conselho
Tutelar. Quando ele não existe, trata-se de algo grave, já que não
há um mecanismo para fiscalizar e prevenir violações aos direitos
das crianças e dos adolescentes e, quando isso ocorre, não há
também a quem reclamar.

No entanto, apesar de o ECA ainda precisar ser aplicado com mais
eficácia, o que está escrito nele é fundamental. Com essa lei,
existe a garantia de que não deve haver espaço, na sociedade, para
o desrespeito com relação às crianças e aos adolescentes. Para que
isso se torne uma realidade, porém, é preciso que todos conheçam o
ECA e se conscientizem de que uma lei existe para ser
cumprida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conheça alguns dos seus
direitos garantidos pelo ECA</strong>
- Direito de receber, em primeiro lugar, proteção e socorro em
qualquer situação, em hospitais, prontos-socorros ou em serviços
públicos.
- Direito à liberdade: de ir e vir, de dar opinião, de ter uma
religião, entre outras formas de expressão.
- Direito a ser criado e educado por uma família.
- Direito à educação e de ser preparado para o trabalho.
- Direito à igualdade.
- Direito de ser respeitado pelos professores e, se discordar, de
contestar os métodos de avaliação da instituição de
ensino.</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cathia Abreu
-</strong>Ciência Hoje das Crianças -
11/07/2008</p>
]]></description>			<link>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/445147/Com-direitos-desde-o-ber-o/</link>			<comments>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/Com-direitos-desde-o-berco--17072009-151246-lp-445147.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://crecheescolagenteinocente.spaceblog.com.br/445147/Com-direitos-desde-o-ber-o/</guid>			<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 15:12:46 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>