<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] carolina : <![CDATA[&#2384;*Expressão em Ação*   &#2384;  Sem medo de ser Livre...&#2384;]]></title>		<link>http://carolina.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[&#2384;*Expressão em Ação*   &#2384;  Sem medo de ser Livre...&#2384;]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 06:45:13 +0200</pubDate>		<image>			<title>carolina.spaceblog.com.br</title>			<link>http://carolina.spaceblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/spaceblog.com.br/c/ca/carolina/images/mn/1182914526_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Agora vai ...]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong>Mas agora vai ...
deixa o vento te seduzir
deixa o novo sonho te invadir
e não volte nunca mais aqui pra me esperar</strong></p>
<p><strong>Agora vai ...
lança teu destino em outro mar</strong></p>
<p><strong>não recues nunca pra
ancorar
nunca pra duvidar</strong></p>
<p><strong>Deixa o sol queimar a tua
pele
deixa o céu forrar a tua cama
deixa amanhecer tua chama, teus desejos</strong></p>
<p><strong>Mas agora vai ...
porque há vida em outra dimensão
porque há paz no outro coração
por que com a gente não!
por que com a gente não?</strong></p>
<p><strong>Agora vai ...
buscar os novos horizontes
pousar no colo de outros ombros
saciar a sede do teu corpo louco</strong></p>
<p><strong>Vai pra sempre vai ...
ser feliz é uma estrada sem fim ...</strong></p>
]]></description>			<link>http://carolina.spaceblog.com.br/520449/Agora-vai/</link>			<comments>http://carolina.spaceblog.com.br/Agora-vai-----14092009-063129-lp-520449.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://carolina.spaceblog.com.br/520449/Agora-vai/</guid>			<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 06:31:29 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Flores do Mal]]></title>			<description><![CDATA[<p>Somos todos flores do mal, assim como dizia
Renato Russo.</p>
<p>Nossa hipocrisia chega me dá mal estar e nojo de
tudo isso.</p>
<p>Mais vale ser filha da puta do que filha da
outra: A santa ...</p>
<p>Estou de saco cheio, bem cheio... Quando a gente
precisa de um filha da puta de um amigo, ele vem e diz mais
asneiras de todas as que vc já escutou só para que seu ouvido fique
mais entupido e sua cabeça mais inquieta.</p>
<p>Estou cansada de Deus, deuses e todas
essas parafernálias, cansada de ver gente bolando seu baseado
achando que vai sei lá para que planeta. Porque viver sem nenhuma
droga que dopa é muito mais difícil.</p>
<p>Viver é uma mentira, a maior e a mais perigosa de
todas as que chegaram depois.</p>
<p>Que vá a merda, vá para o inferno todos os meus
amigos(as), ex namorado  e todos os demais ...
 </p>
]]></description>			<link>http://carolina.spaceblog.com.br/441727/Flores-do-Mal/</link>			<comments>http://carolina.spaceblog.com.br/Flores-do-Mal-14072009-220922-lp-441727.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://carolina.spaceblog.com.br/441727/Flores-do-Mal/</guid>			<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 22:09:22 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Segredos de Liquidificador]]></title>			<description><![CDATA[<p>O amor é o ridículo da vida. Procuramos nele uma
pureza impossível, aquela pureza que está sempre indo embora. Sorte
é se abandonar e aceitar  essa vaga idéia de paraíso que nos
persegue...</p>
<p>Morrer não dói . . .</p>
]]></description>			<link>http://carolina.spaceblog.com.br/439315/Segredos-de-Liquidificador/</link>			<comments>http://carolina.spaceblog.com.br/Segredos-de-Liquidificador-12072009-201838-lp-439315.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://carolina.spaceblog.com.br/439315/Segredos-de-Liquidificador/</guid>			<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 20:18:38 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Quase que um poema em linha torta*]]></title>			<description><![CDATA[<p>Há uma insatisfação enorme, uma angústia já
publicada que dói muito, mais muito mais do que as três injeções
mais os cinco pontos que levei no dedo ontem a noite.
Hoje li o alerta do trânsito astrológico de meu signo que me
mandaram pelo email e não é que mais uma vez as palavras se
misturaram com os fatos reais... Mas uma coincidência... De tantas
que já li... O 10 de espadas...</p>
<p style="text-align: center;">"Ana é chegada a hora de agir de maneira decisiva, ainda que
cortante e antipática, para resolver as confusões e solucionar as
questões. A oportunidade para colocar um ponto final nas questões
que tanto lhe incomodam surgirá. Não a desperdice &ldquo;tendo
pena&rdquo; dos outros. Faça o que deve ser feito e assim evitará
dores maiores, não apenas para si, como também para os outros.
Nesse momento, quanto mais você se preocupar em ter uma imagem
boazinha, pior será para todos. A despeito do que pregam as
disciplinas esotéricas, muitas vezes é fundamental agir de uma
forma cortante, a fim de que os problemas não
piorem".</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conselho:</strong> <em>Um pouco
de impiedade pode ser o bisturi que faz a diferença numa cirurgia
em que um problema é extirpado.</em>
 "E eu que tantas vezes fui
reles, tantas vezes vil. Eu tantas vezes irrespondivelmente
parasita . . . Nunca conheci quem tivesse levado
porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em
tudo.Arre, estou farta de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?"(Poema Em Linha Reta - Fernando Pessoa - Álvaro de
Campos).</p>
<p style="text-align: justify;">Fui eu, eu mesma,
todinha eu que abri um buraco no dedo, aquele mindinho... Não por
achar que era mais forte que o vidro todo da janela de minha casa,
mais para fazer dele todo o meu irmão. Sim, porque toda aquela
angústia e insatisfação de início são como irmãs e na
confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que
não tenho capacidade para outro. Eu sentia o nojento na minha boca,
e então comecei a cuspir a cuspir furiosamente aquele gosto de
coisa alguma, gosto de um nada que no entanto  me parecia
quase adocicado como o de certas pétalas de flor gosto de mim mesma
- eu cuspia a mim mesma, sem chegar jamais ao ponto de sentir que
enfim tivesse cuspido minha alma toda.  Eu te vomitei de minha
boca. Só parei na minha fúria quando compreendi com surpresa que
estava desfazendo tudo o que laboriosamente havia feito quando
compreendi que estava me renegando. E que, ai de mim, eu não estava
à altura senão de minha própria vida. Parei espantada, e meus olhos
se encheram de lágrimas que só ardiam e não corriam. Acho que eu
não me julgava sequer digna de que lágrimas corressem, faltava-me a
primeira piedade por mim, a que permite chorar, e nas pupilas eu
retinha em ardor as lágrimas que me salgavam e que eu não merecia
que escorressem.
As lágrimas de tal modo me serviam de companheiras e de tal modo me
banhavam de comiseração, que fui abaixando uma cabeça consolada,
é como quem volta de uma viagem, voltei a me sentar quieta na
cama.
O mundo independia de mim - esta era a confiança a que eu tinha
chegado: o mundo independia de mim. Pois como poderia eu dizer sem
que a palavra mentisse por mim? Como poderei dizer senão assim: a
vida se me é. A vida se me é.</p>
]]></description>			<link>http://carolina.spaceblog.com.br/414013/Quase-que-um-poema-em-linha-torta/</link>			<comments>http://carolina.spaceblog.com.br/Quase-que-um-poema-em-linha-torta--20062009-184237-lp-414013.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://carolina.spaceblog.com.br/414013/Quase-que-um-poema-em-linha-torta/</guid>			<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 18:42:37 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Ópio . . .]]></title>			<description><![CDATA[<ul style="text-align: center;">
<li><strong>Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos,
resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo,
quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos
solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os
sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o
amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de
imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se
consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés.
Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade
mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos
a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim,
repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e
falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.
Uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar
de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve
morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos
empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que
insatisfeita foi a criadora de minha própria vida.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de
pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo
devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de
graça. Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me
acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino.Exatamente
porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é
que me tornei bastante arisca:Só tenho um corpo e uma alma. E
preciso de mais do que isso. Com o tempo, sobretudo os últimos
anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma
espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me
invadir como heras num muro. E uma alegria solitária pode se tornar
patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel
enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é
seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma
espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente
embrulho com papel de presente os meus sentimentos. Pertencer não
vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais
forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de
minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não
seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.Quase consigo me
visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no
entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que
nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei
apenas: nascida. Então fui deliberadamente criada: com amor e
esperança. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão
e tê-los traído na grande esperança. Mas eu, eu não me perdôo. A
vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a
medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer
é viver. Experimentei-o.
Por seco e calmo ódio, quero isso mesmo, este silêncio feito de
calor. Sensível? Não se sente nada, senão esta dura falta de ópio
que amenize.
Quero que isto que é intolerável continue porque quero a
eternidade.
Carolina - Ana</strong></li>
</ul>
]]></description>			<link>http://carolina.spaceblog.com.br/412855/pio/</link>			<comments>http://carolina.spaceblog.com.br/ipio-------19062009-173206-lp-412855.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://carolina.spaceblog.com.br/412855/pio/</guid>			<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 17:32:06 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>