<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] brainstorm : <![CDATA[BrainStorm]]></title>		<link>http://brainstorm.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[BrainStorm]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 14:36:16 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[CURSO DE ROTEIRO]]></title>			<description><![CDATA[<p>Essa é para aquele que sempre quis saber como é
que se escreve um roteiro de filme, TV, quadrinhos, teatro e demais
mídias onde pode-se contar uma história.</p>
<p>É um curso desenvolvido por mim, baseado nos cursos da
área que fiz e no que trabalhei também. O curso
será ministrado na <strong>Tecnoponta Treinamentos</strong>,
que está investindo pesado na área de cinema,
não ficando apenas na área de informática.</p>
<p>A turma está se formando, ainda restam vagas e para
quaisquer informações, o link é este aqui
(só copiar e colar no navegador):</p>
<p>
http://www.tecnoponta.com.br/cursos/roteiro-oficina-roteirista/</p>
<p>O <strong>início das aulas</strong> está agendado
para o <strong>dia 20/08</strong>.</p>
]]></description>			<link>http://brainstorm.spaceblog.com.br/172327/CURSO-DE-ROTEIRO/</link>			<comments>http://brainstorm.spaceblog.com.br/CURSO-DE-ROTEIRO-28072008-155803-lp-172327.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://brainstorm.spaceblog.com.br/172327/CURSO-DE-ROTEIRO/</guid>			<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 15:58:03 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[CINEMA: BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS]]></title>			<description><![CDATA[<p>Neste final de semana assisti a <strong>Batman - O Cavaleiro das
Trevas</strong>. Ainda bem que publico meu parecer sobre esta
produção em um blog e não em algum
conceituado

veículo de comunicação, coisa que estou mais
acostumado, vide os tempos d´<strong>A ARCA</strong> e,
agora, do <strong>DELFO</strong>S.

Digo isso porque aqui vai um aviso: <strong>SE VOCÊ
NÃO ASSISTIU AO FILME, PARE DE LER AGORA. NÃO POSSO
FAZER JUZ A ESSA PELÍCULA SEM CITAR SPOILERS</strong>.

Pronto? Então vamos lá.

A humanidade é podre? Não é? Tem
salvação? Não tem? Através de todos os
personagens e do modo como <strong>Batman</strong>
<strong>(Christian Bale)</strong> encara sua fanática
missão é que

questões como essas são levantadas. E já vou
logo para o cerne do filme, porque não vou perder tempo
postando o resumo da história aqui porque como
já

citado, esta é uma crítica para quem já
assistiu a mais nova aventura do morcegão nas telonas.

Da forma como o <strong>Coringa</strong> (soberbamente interpretado
pelo infelizmente falecido <strong>Heath Ledger</strong>) é
proposto, eu o vejo como a representação dos
instintos mais

básicos e contundentes do Homem. Em uma
situação de vida e morte, você recorreria ao
seu instinto animal de sobrevivência e deixaria outra pessoa
se dar mal

para poder ver mais algum amanhecer? E se você acaba deixando
o véu da sociedade cair e aceita que, mesmo no dia-a-dia as
pessoas são assim, não precisando

estar em situações de risco? Você dormiria mais
tranquilo à noite? Como ficaria sua consciência? O
coringa é sádico, medonho, sem limites, total e

completamente anárquico. E é como ele diz: mata,
rouba, causa o caos e não por materialidades ou "pelo
dinheiro" e sim para "passar uma mensagem".

Como na graphic novel <strong>A Piada Mortal</strong>, soberbamente
escrita pelo britânico <strong>Alan Moore</strong> (onde
há muitas referências no filme), ao chegar no final,
é impossível

não ter a sensação de que apesar de tudo, o
Palhaço do Crime é o único sinceramente
são em um mundo onde milhões são gastos para
produzir programas fúteis

como a maioria dos mostrados por canais como o <strong>E!
Entertainment Television</strong> ou pessoas "da elite" que possuem
uma casa apenas para guardar sua coleção de sapatos -
onde a maioria sequer será usada - ao mesmo tempo em que
comida e remédios são negados a povos como o da
Etiópia ou Mianmar.

Ao lidar com Batman, o promotor público <strong>Harvey Dent
(Aaron Eckhart)</strong> e o tenente <strong>James Gordon (Gary
Oldman)</strong> e, de um modo igual, mas ambivalentemente
diferente de certo modo, o Coringa quer provar por A + B que
não temos salvação. E é na
degradação dos três personagens, principalmente
no caso de Dent - por ser o "homem da esperança" de Gotham -
que o clássico vilão quer mostrar seu ponto de vista
ao mundo. O Coringa, por incrível que pareça, quer
abrir os olhos da humanidade. É um objetivo nobre, mas seus
métodos é que não são nada
exemplares.

E o pior é que simpatizo com ele.

Ao mesmo tempo em que é um excelente entretenimento,
é um senhor tapa na cara de toda a sociedade "moderna" sobre
o comportamento que temos para com o próximo. Chego a
comparar o Coringa de Batman - O Cavaleiro das Trevas a um "jesus
às avessas". Onde o filho de Deus tentava fazer com que nos
uníssemos e tivéssemos respeito e
consideração para com o próximo através
do amor, o Coringa quer o mesmo, mas revelando nosso defeitos ao
exaltá-los de forma fortemente perturbada.

E simpatizo com ele devido a certas sensações que
sempre tive nos últimos anos e que vem ficando cada vez mais
exacerbadas recentemente. E este filme me mostra mais um prova,
independente da decisão - talvez contraditória em um
mundo real e não em um filme - que os reféns nos dois
barcos com explosivos tenham tomado, a humanidade infelizmente
não tem o menor pingo de bom senso e... hmmm...
"humanidade". Para exemplificar melhor, sou até obrigado a
dissecar tais pontos de vista que possuo.

Estou cansado de me irritar. Todo dia o mundo me irrita. A
única coisa pior que ficar irritado seria não me
irritar. Aceitar... sucumbir... submeter-se... render-se...
 
No processo de criação de cada viagem
artística minha, leio toneladas de livros, tantos quanto
quem me conhece já deve saber. Livros são
simplesmente fantásticos. Eles são muito melhores que
televisão. Não me entenda mal, televisão tem
toda possibilidade e potencialidade para se tornar ainda mais
fantástica, mas, mesmo assim, ela terminantemente falha de
novo e de novo - e talvez seja por isso que talvez eu só
assista mesmo a seriados e a documentários, qualquer coisa
que não seja para passar uma mensagem ou algo mais
informativo mesmo acabo vendo como lixo. Então, quanto
melhor o livro, mais eu tendo a me irritar. Eles me deixam a par de
segredos que são, aparentemente, nenhum segredo. Esses
não-segredos apresentados são geralmente uma grande
razão para se irritar &ndash; sua ausência na
mídia contemporânea é uma razão ainda
maior. Como é isso? 
 
Os livros me contam sobre a expulsão de indígenas de
áreas de mineração de Urânio e
armazenamento de lixo nuclear, enquanto que a televisão me
vende a imagem confortável de uma indústria segura,
ou ainda pior, um outro episódio de novela.

Os livros contam fatos alarmantes sobre nós tendo 800 vezes
mais matéria radioativa em nossos ossos do que as duas
últimas gerações. Livros me dizem que o
sério mundo da ciência é mais ou menos
convergente quanto a questões como o aquecimento global, a
idade do universo, os perigos físicos e comportamentais dos
campos magnéticos e a radiação de telefone
celular. Eles também me contam que 75% das pesquisas que
alegam nenhum perigo para isso são financiadas pela
indústria. Hoje em dia a televisão é falha por
não me informar isso.

Seriam necessários somente 30 minutos para <strong>George W.
Bush</strong> ir a uma biblioteca e ler, em um livro de
história, os motivos para que sua política só
traga ruína e desastre social. Para cada pedaço de
informação crucial que me mostra as engrenagens do
sistema que faço parte, mais alto devo gritar: "Por que? Por
que ninguém me disse isso antes? Por que eu tenho que
pesquisar e descobrir isso em um livro? Por que essa
informação não está na
televisão, nos jornais, nas mentes e lábios de
todos?" E é aí onde o livre mercado mostra sua face
mais horrenda &ndash; em uma sociedade onde até mesmo as
notícias estão à venda. 
 
Como é que pode os resultados esportivos ser destaque todos
os dias? Por que ainformação sobre tempo é
destaque todo dia? Por que eu posso achar diariamente a
disposição da bolsa de valores, mas não a
maioria das leis que foram votadas e aprovadas nesse mesmo dia?
Como é que não ficamos sabendo que recentes testes
experimentais mostraram que foram necessárias somente duas
gerações para tornar ratos irreversivelmente
estéreis após exposição à
radiação GSM, enquanto que a
fertilização da espécie humana vem caindo
juntamente com as colheitas que nós intencionalmente
esterilizamos para ter lucro? Ou que suicídio mata mais
pessoas do que homicídios e guerras somados, apesar de
alcoolismo conseguir vencer até mesmo isso em 250% mais ou
menos.

Como é que podemos não saber disso quando sabemos
até que a idiota da <strong>Paris Hilton</strong> mostrou os
seios nesse ou naquele bar hoje? Por que me contam os nomes dos 10
mais vendidos artistas todo dia, mas não os nomes dos que
controlam as 10 maiores companhias do mundo? E quando a
televisão debate sobre o ambiente uma vez por ano, como as
pessoas podem debater sobre o aquecimento global, no horário
nobre, sem saber que a mudança do clima nos parecerá
mais como um tempo instável do que uma mudança na
temperatura? E é aí que a coisa se torna mais
horrível... porque é isso que queremos.
Desagradável, hein? Isso foi o que escolhemos para
nós mesmos. 
 
Entenda, eles nos darão o que desejamos, para ter mais
ibope, mais compradores, mais confirmação e, enfim,
mais dinheiro. "Valor da notícia" é um termo que
definimos por nossas ações e reações.
Nós dizemos quando uma "notícia vale a pena" ao
ligarmos a televisão para assisti-la. Resultados do futebol?
Claro! Fofoca? Por que não!? Reality shows humilhantes? Sem
problemas! Eles nos alimentarão com o que comemos &ndash; os
clientes decidem, certo? A definição da era humana
contemporânea é então: "A Sociedade da
Informação"? "A humanidade cultural"? "A vila
global"?

Todos abertos a lances &ndash; nós compramos notícias
e eles vendem para o maior lance. Alguém aí ainda
merece algum voto?

Alguém? Nós decidimos. 
 
Muitas pessoas disseram que música e política
não se misturam ou combinam. Nesse caso, música e
estupidez parecem ter combinado perfeitamente, desde que a
afirmação acima é algo a que só posso
me referir como Comentário Profundamente Estúpido
(coloque aqui o símbolo de "marca registrada). Tudo é
política. A blusa que você usa nesse momento é
política. Independente de como ela é ou de quanto ela
custou, ela tem uma etiqueta política adicional que diz: "Eu
concordo com a companhia que fabricou essa peça de roupa. Eu
aceito suas políticas, éticas e ações.
Eu escolho apoia-la com meu dinheiro." Porque toda vez que gastamos
dinheiro, toda vez que escolhemos falar ou não falar algo,
nós tomamos decisões políticas.

Nós mudamos o mundo, se quisermos e aí vai um
exemplo: www.care2.com
 
É tudo uma questão de se tornar ciente do enorme
poder que temos. Toda canção por aí é
política. Melhor, então, é estar ciente da
mensagem que você transmite. Melhor, ainda, mudar
intencionalmente. Nós decidimos.
 
O Capitalismo falhou completamente conosco nesse sentido, e
nós ainda precisamos começar a entender isso.
Nós ainda culpamos tudo isso em premissas excepcionais: os
comunistas, os anos 80, a natureza, os eleitores, os que votam
nulo, a religião, o secularismo... qualquer coisa. Eu culpo
VOCÊ. Eu culpo a gente. O fato é que eu posso dizer
para Paris Hilton ir se lascar com um simples botão, mudando
o canal para o <strong>Discovery Channel</strong> ou para o
maravilhoso mundo da televisão pública de alta
qualidade (que aparece em tempo de dar seu último suspiro
nesse mundo cínico). Eu posso dizer ao
<strong>McDonalds</strong>, ou <strong>Habibs</strong>, para ir se
danar apenas não fazendo nada, apenas não passando
por suas portas. Livre escolha do consumidor. Isso é
tão simples. 
 
O Capitalismo me ensinou isso, junto com o entendimento
desagradável dos meus outros companheiros humanos nesse
planeta.

E se isso estiver certo, eu não sei se devo rir ou chorar.
Olha só, se é realmente tão fácil assim
mudar o mundo (e é), então só existem duas
explicações para o mundo que eu vejo ao meu
redor.

Uma explicação seria que nós somos
tremendamente estúpidos por não estarmos cientes
desse poder e/ou ignorantes o suficiente para não
aprendermos.

Eu realmente não quero acreditar que a humanidade é
um caso perdido. Eu seria, pelo padrão
sócio-político, um revoltado por considerar meus
próximos tão estúpidos e egoístas. Isso
me deixa somente com a outra sórdida
explicação: nós realmente queremos isso.
Pronto, falei. Nós queremos tudo isso. Nós criamos
tudo isso. 
 
Nós decidimos. Portanto: nós queremos o efeito
greenhouse. Nós queremos armas. Nós queremos guerra.
Nós queremos a fome do Terceiro Mundo. Nós queremos
hierarquias patriarcais. Nós queremos violência.
Nós queremos outra seqüência de
<strong>Pânico</strong>, <strong>Eu Sei O Que Vocês
Fizeram No Verão Passado</strong> ou <strong>Legalmente
Loira</strong>. Nós queremos tablóides. Nós
queremos <strong>Fica Comigo</strong> na <strong>MTV</strong>.
Nós queremos novelas. Nós queremos George W. Bush.
Nós queremos preços mais baixos e menores impostos a
qualquer custo social. Nós queremos nossa impressão
digital nos aeroportos. Nós queremos o aumento dos cortes
nos direitos democráticos. Nós queremos infringir
nossa própria integridade. Nós queremos
notícias amigáveis para o Mercado. Nós
queremos pesquisas científicas financiadas por
indústrias. Nós queremos medo.

Isso foi o que decidimos. Isso foi o que escolhemos para nós
mesmos (eu acho que a primeira explicação não
parece tão ruim agora, né?). Nós
trocaríamos a paz global por uma vida fácil num
piscar de olhos.

E nós trocamos. Isso é o que me enoja. Isso é
o que apavora. Que me marca. Mas, principalmente, é o que me
irrita. E como eu já falei pra vocês, estou cansado de
me irritar. Mas esse cansaço também me diz que eu
ainda não desisti. Meu sistema ainda está lutando.
É como uma febre letal em potencial que me diz que ainda
existe esperança. Então eu trato com carinho essa
esperança como se fosse uma fraca luz no limite de um
horizonte escuro, como um afogamento, ignorando o frio em meus
ossos por mais um segundo.

Eu me agarro a ela. Ela me faz continuar. Ela me ajuda a sobreviver
à fria água que pinga em meus pulmões com toda
incansável onda que esse mundo envia em minha
direção. Esse mundo que construímos e que
continuamos construindo. Nós decidimos. E isso me cansa. Mas
esse é o único cansaço ao qual eu aceito me
entregar.

Eu estou simplesmente cansado de me irritar &ndash; tão
terrivelmente cansado de me irritar! E talvez seja uma
sensação parecida que o Coringa tenha.

E o mais incrível é o véu que certas pessoas
possuem nos olhos. Em uma determinada cena, Batman poderia ter
matado o Coringa, atropelando-o, mas não o fez. E escutei
comentários de pessoas próximas, dizendo coisas como
"Ah, por que não atropelou? Batman viadinho esse..." - a
partir disso, fico com aquele pensamento: "É esse tipo de
coisa, de não ver nas entrelinhas, que acaba com a
sociedade". Batman não pode matar o Coringa como não
poderia fazê-lo com qualquer outro criminoso ou pessoa.
Não é pela simples razão de se rebaixar ao
nível do inimigo. É pelo simples fato de que se ele o
faz, nada do que Batman faça para criar esperança no
coração das pessoas será válido
depois.

Mas quando Bruce acha que poderia descansar com o surgimento de
Harvey Dent, o Coringa o destrói, criando o Duas-Caras, para
passar mais intimamente a mesma mensagem para o trio de
heróis que é passada para a cidade no caso dos
barcos.

Tratando-se de um cineasta do calibre de <strong>Christopher
Nolan</strong>, dono de pérolas como <strong>Pi</strong>,
<strong>Amnésia</strong> e <strong>Réquiem Para Um
Sonho</strong>, não esperaria menos. "Batman - O Cavaleiro
das Trevas" prova que uma história de super-herói
não precisa ser o esquema descerebrado de "mocinho pega
bandido e fica com a mocinha". É o filme do ano, sem
dúvida.</p>
]]></description>			<link>http://brainstorm.spaceblog.com.br/168866/CINEMA-BATMAN-O-CAVALEIRO-DAS-TREVAS/</link>			<comments>http://brainstorm.spaceblog.com.br/CINEMA--BATMAN---O-CAVALEIRO-DAS-TREVAS-21072008-211822-lp-168866.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://brainstorm.spaceblog.com.br/168866/CINEMA-BATMAN-O-CAVALEIRO-DAS-TREVAS/</guid>			<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 21:18:22 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[EVERYTHING UNDER THE SUN]]></title>			<description><![CDATA[<p>Se tem uma música que praticamente descreve minha vida
inteira, é a Everything Under The Sun, do Extreme. Em todos
os apectos, sempre foi ela que mais chegou perto de criar a figura
do meu verdadeiro eu. E atualmente, devido a recentíssimos
acontecimentos, há um pedaço dela em especial que
descreve exatamente como me sinto no momento. Eis exatamente o
trecho de que falo, posteriormente traduzido para aqueles que
não sabem inglês ou tem preguiça:</p>
<p>"... I'm tired of being me,
and I don't like what I see,
I'm not who I appear to be
So I start off every day,
down on my knees I will pray,
for a change in any way
But as the day goes by,
I live through another lie,
if it's any wonder why

AM I EVER GONNA CHANGE?
WILL I ALWAYS STAY THE SAME?
IF I SAY ONE THING,
THEN I DO THE OTHER
IT'S THE SAME OLD SONG,
THAT GOES ON FOREVER
AM I EVER GONNA CHANGE?
I'M THE ONLY ONE TO BLAME
WHEN I THINK I'M RIGHT,
I WIND UP WRONG
IT'S A FUTILE FIGHT,
GONE ON TOO LONG

Please tell me if it's true,
am I too old to start anew,
cause that's what I want to do
But time and time again,
when I think I can,
I fall short in the end
So why do I even try,
Will it matter when I die,
Can anyone hear my cry?..."</p>
<p> </p>
<p>"... Eu estou cansado de ser eu,</p>
<div id="result_box" dir="ltr">e eu não gosto do que
vejo,
Eu não sou quem pareço ser
Então eu começar todos os dias,
Me ajoelhando e rezando,
por uma mudança de qualquer forma
Mas à medida que os dias passam,
Eu vivo através de outra mentira,
se isso é de se admirar

Será que eu nunca vou mudar?
Eu sempre irei permanecer o mesmo?
Se eu digo uma coisa,
Então eu faço o outra
É a mesma velha canção,
Que toca eternamente
Será que eu nunca vou mudar?
Eu sou o único a culpar
Quando penso que estou certo,
Eu percebo que estou errado
É um inútil lutar,
uma luta que já durou tempo demais

Por favor, me diga se é verdade,
Eu sou velho demais para começar novamente,
mas é isso que eu quero fazer
Mas, vez após outra
quando penso que posso,
Eu caio no final
Então, por que continuar tentando,
Se quando eu morrer,
Ninguém me ouvirá chorar?</div>
]]></description>			<link>http://brainstorm.spaceblog.com.br/162543/EVERYTHING-UNDER-THE-SUN/</link>			<comments>http://brainstorm.spaceblog.com.br/EVERYTHING-UNDER-THE-SUN-08072008-143412-lp-162543.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://brainstorm.spaceblog.com.br/162543/EVERYTHING-UNDER-THE-SUN/</guid>			<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 14:34:12 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[CINEMA: "KUNG FU PANDA"]]></title>			<description><![CDATA[<p>E eis que surge <strong>Kung Fu Panda</strong>, a nova aposta da
<strong>DreamWorks</strong> para 2008 no campo da
animação. As imagens, trailers, tudo estava me
atraindo bastante para assistir a este filme. Tudo parecia legal
demais: design, direção de arte, os atores que fariam
as vozes (<strong>Lucy Liu</strong>, ai, ai...), e muito mais. E
claro, as artes marciais, em especial, o kung fu.

E quase tudo foi correspondido. Como diversão, Kung Fu Panda
é ótimo, melhor do que a maioria das
animações mais recentes, embora quero deixar bem
claro que ainda não vi Wall-E, que estão falando
absurdamente bem. Po, o panda, na voz de <strong>Jack
Black</strong> é supercaristmático; aliás,
todos os personagens são em sua maioria,
carismáticos, embora haja casos de mal aproveitamento, como
o Macaco, que é ninguém menos do que <strong>Jackie
Chan</strong>, coitado, quase não tem falas.

Primariamente, todos os personagens cumprem suas
funções com maestria. Inclusive, <strong>Tai
Lung</strong>, o tigre vilão da película é um
dos melhores e mais bem construídos vilões da
história da animação, com
motivação muito bem estruturada e psicologia
extremamente bem cuidada. No começo, sua sombra sempre
é uma presença constante, nos fazendo imaginar porque
seria tão temido. E quando o faz - diga-se de passagem, a
sequência espetacular da cena de fuga da cadeia - mete medo
em qualquer um. Mesmo.

Eu, pessoalmente, chorei de tanto rir e foi impossível
não sentir um tiquinho de emoção verdadeira,
lá no fundo do coração com a busca quase
impossível do gordíssimo e simpático panda Po.
Ainda assim é justamente a motivação dele e
como ela se desenvolve que é um dos (poucos) pontos
negativos da produção, coisa que comento já,
já, pois chegou na hora do resumo da festa:

Po é um panda que tem o simples sonho de se tornar um grande
mestre de kung fu. Ele ama kung fu e quer ser alguém de
valor onde vive, alguém que possa ser respeitado,
alguém que seja lembrado por algo mais notável do que
apenas sua habilidade em cozinhar macarrões. Porém,
é um zero à esquerda fisicamente falando. Criado por
um pai que nem quer saber dos sonhos do filho, Po vive em uma
realidade cada vez mais distante.

E uma das coisas que ele mais sonha é conhecer cinco
guerreiros lendários, a Tigresa, o Louva-a-Deus, a
Garça, a Serpente e o Macaco. E um deles será o
grande dragão-guerreiro, aquele que irá derrotar de
vez o temido e mortal Tai Lung, um vilão que esconde uma
terrível ligação com os mestres desses cinco
grandes guerreiros. E eis que surge o dia do anúncio do
grande dragão-guerreiro e quando Po tentou conhecê-lo,
acabou por se envolvendo da forma mais improvável
possível na vida desses lutadores.

Bom, ao menos pra ele, porque a obviedade do roteiro é uma
das falhas do filme. Você sabe de antemão praticamente
tudo que vai acontecer. Você sabe que, Tai Lung preso, foge.
Você sabe que Po, sem querer - ou não - é
escolhido como dragão-guerreiro. Você sabe que no
final das contas, ele vai aprender artes marciais, mesmo sendo um
total néscio. E a existência de um pergaminho
lendário que vai dar poderes a ele para derrotar Tai Lung
é que vai fazer a diferença, não importa se
vai estar aliado a um "ingrediente secreto" dado a ele por seu pai
ou não. O roteiro é um amontoado de clichês,
onde são disfarçados por personagens
carismáticos, situações naturalmente
engraçadíssimas e um timing perfeito. Talvez o
roteiro de Kung Fu Panda não seja óbvio para as
crianças, verdadeiro público-alvo desse tipo de
produção, mas com certeza não
funcionará com boa parte dos adultos.

Mais duas falhas me chamaram a atenção. A
próxima tem a ver com os cinco grandes guerreiros. Ok, eles
são legais, bacanas, simpáticos e lendários.
Mas... porque? Eles são os ídolos de Po, mas... por
que Po tem eles como ídolos? O que quero dizer é que
eles mereciam um melhor tratamento, um aprofundamento de
características. A única com mais destaque é a
Tigresa e só.

A última falha diz respeito à própria mensagem
do filme. Ok, é batida, mas é a mensagem de que, por
mais impossível que seja o seu sonho, corra atrás
dele e se fizer do jeito certo, com pureza no
coração, você consegue.

Opa, peraê cara-pálida!

Isso condiciona nossas crianças a querer ser alguém
famoso e admirado e, quando elas crescerem e se tornarem
genéricas, comuns, vão ficar eternamente frustradas.
Sem falar que você não pode fazer qualquer coisa que
pense que pode. Ou por acaso se você pegar um bola
acreditando que pode ser um novo Pelé vai imediatamente
fazer coisas tão especiais quanto ele dentro de um campo?
É claro que não.

Então é necessário ter um cuidando um tanto
quanto especial nesse tipo de mensagem. Pode parecer exagero de
minha parte, mas se eu penso assim, mais gente também pode
pensar.

De resto, Kung Fu Panda é maravilhoso, tanto na
direção quanto no CG e nos demais aspectos. É
uma diversão recomendadíssima.</p>
]]></description>			<link>http://brainstorm.spaceblog.com.br/162347/CINEMA-KUNG-FU-PANDA/</link>			<comments>http://brainstorm.spaceblog.com.br/CINEMA---KUNG-FU-PANDA--07072008-234144-lp-162347.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://brainstorm.spaceblog.com.br/162347/CINEMA-KUNG-FU-PANDA/</guid>			<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 23:41:44 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[E O FILHO PRÓDIGO À MÍDIA TORNA...]]></title>			<description><![CDATA[<p>Sim, voltei a escrever sobre entretenimento. Cinema, HQs,
música, TV, RPG e outras nerdices que sempre fizeram parte
da minha vida agora reaparecem na forma de textos, opiniões
e muita saudade.</p>
<p>Claro, muita saudade d´<strong>A ARCA</strong>.</p>
<p>Porém, como nem tudo são flores, A ARCA não
vai voltar e como não queria perder minha veia
jornalística, aprendida com muito esforço e suor nos
meus dias como arqueiro, agora virei um delfonauta.</p>
<p>É isso aí, agora faço parte da equipe do
<strong>Delfos</strong> e pretendo voltar à boa forma de
antes ou, quem sabe, até melhor. Pra quem não conhece
o Delfos, taí o link: http://www.delfos.jor.br</p>
<p>Aê seo Corrales, obrigado pelo convite!</p>
]]></description>			<link>http://brainstorm.spaceblog.com.br/159753/E-O-FILHO-PRODIGO-A-MIDIA-TORNA/</link>			<comments>http://brainstorm.spaceblog.com.br/E-O-FILHO-PRiDIGO-a-MiDIA-TORNA----01072008-224218-lp-159753.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://brainstorm.spaceblog.com.br/159753/E-O-FILHO-PRODIGO-A-MIDIA-TORNA/</guid>			<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 22:42:18 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>