<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] bedelhudo : <![CDATA[O Bedelhudo]]></title>		<link>http://bedelhudo.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[O Bedelhudo]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 00:25:20 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Fantasmas]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fantasmas... Não! Não se preocupe.
Não vou ocupar o seu precioso tempo com estórias
sobre seres "desencarnados" medonhos, que habitam a
escuridão da noite e existem para nos assustar.
Não é meu hábito enveredar por essas
supertições opressivas arraigadas
pelo inconsciente coletivo. Os fantasmas evocados no
título do post são aqueles os quais não
podemos negar-lhes a factualidade, tão reais e
próximos que são; são aqueles que
sentimos, que alimentamos, que nos consomem, que
são parte do que somos. Esses fantasmas não
são manifestações ectoplásmicas de
almas ou energias ruins semi-materializadas, muito menos
espíritos de mortos errantes. O título do artigo
pretendeu resumir figuradamente, de forma bem provocativa é
verdade, o cerne daquilo que seria tratado aqui: tudo o
que nos oprime, frustra, constrange, magoa, confunde. Os
fantasmas dos quais eu quero tratar são as
angústias existenciais, as deficiências emocionais, as
contradições psico-sensoriais; quero discutir a
razão de ser dos nossos males interiores em poucas
linhas, afinal, minha intenção não é
elaborar uma teoria filosófica ou publicar um tratado
científico, mas sim expor uma opinião pessoal,
fruto de reflexões experimentais cotidianas nessa minha vida
de vinte e cinco primaveras. Meu desejo é contribuir
com algum esclarecimento positivo a alguém que
porventura se identifique com o que for exposto aqui.
Oxalá que, sob a luz da Palavra, que
é Jesus Cristo e o seu Evangelho, o meu
desejo se cumpra na vida de pelo menos uma alma
leitora.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa condição existencial é
ambígua, isso porque somos seres criados a ímagem de
Deus, ou seja, somos seres morais e dotados com
um espírito, que é o nosso elo de
ligação com o criador, mas também somos
materiais, constituidos de um corpo físico e suas
necessidades específicas, bem como de uma alma dotada de
intelecto, emoção e vontade própria. A
ambiguidade do nosso ser tricotómico - espírito, alma
e corpo - é fruto das tensões de
propósitos do íntimo de nosso existir, que é
espiritual e anseia pelo bem pleno e transcendente, com a
nossa "carne e sangue", que tenciona a satisfação
imediata dos desejos, vontades e impulsos que
nos são subjetivos. Desse conflito entre o que se
deseja e o que se quer fazer nascem as angústias emocionais
e morais, nascendo também a necessidade de se obter
respostas que respaldem nossa condição, nossas
ações e sanem nossas dúvidas sobre tudo o
que resulta de nossas lutas interiores e nossa
experiência consciente no mundo. Queremos entender,
compreender tudo o que diga respeito a nós e nossa
relação conosco e com o meio social. No entanto,
quase sempre nos frustramos em nossa busca pelo entendimento das
contradicões do nosso íntimo e do que nos rodeia
porque não existem respostas concretas,
tangíveis para tudo ou porque nossa fonte de
informações não é a
adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">O
que nos é dado saber sobre nossa condição
espiritual, que deve prevalescer em nós por seu
caráter naturalmente ético, está escrito no
Livro dos livros, a Bíblia Sagrada. Lá
está explicitado que o sentido (Logus) do
existir é Espírito, Deus Triúnico, e que
Nele, sob Sua vontade, tudo em nós e no
mundo está claro. As tristezas,
insatisfações e dúvidas não vão
deixar de existir em nós quando assumirmos a
participação na natureza divina do Pai (como templo e
morada Dele) por intermédio do Espírito Santo,
mas elas não se arraigarão em nós como
herança atávica do mal, nem nos terão sob
custódia de suas ações mesquinhas e prazeres
fugazes, criando ilusões que nos apartam da plenitude
de sermos em Deus e por Ele. As dúvidas,
a mentira e o auto-engano não
subsistem à intensidade da Verdade em
Cristo: " Eu não rogo somente por estes
(discípulos), mas também por aqueles que, pela sua
palavra, hão de crêr em mim; para que todos sejam
um, como tu, ó Pai, ó és em mim, e eu em
ti; que também sejam um em nós, para que o mundo
creia que tu me enviastes. E eu dei-lhes a glória que a mim
me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e
tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para
que o mundo conheça que tu me enviaste a mim e que tens
amado a eles como me tens amado a mim" Jo 16:20-23. O amor
(virtuoso, da ação, e não o
conceitual) é o vínculo que nos liberta de
nossa pequenês e nos eleva à plenitude da unidade com
Aquele-que-é, ao qual pertencemos, nos tornando aquilo que
somos em essência (porque para tal coisa fomos criados):
filhos de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Busquemos a plenitude de nossa condição
espiritual, e estaremos sempre satisfeitos, mesmo sob as
vicissitudes de um mundo corrompido de seu estado original.
Não haverá mal (e seus fantasmas) que resista a
uma vida vivida com o verdadeiro propósito de estar em
comunhão com o Pai.</p>
<p style="text-align: justify;">Neemias Marcelo Damasceno   </p>
]]></description>			<link>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/146276/Fantasmas/</link>			<comments>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/Fantasmas-08062008-182236-lp-146276.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/146276/Fantasmas/</guid>			<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 18:22:36 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Ética à Sanguinetti]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse artigo não tem a finalidade de
arbítrio ou juízo sobre méritos de
procedimentos e resultados técnico-periciais, que cabem
tão somente aos profissionais capacitados para tal encargo,
e para justiça, que analisará o valor
probatório das evidências materiais constantes
dos autos do processo no julgamento do casal Nardoni. O cerne da
questão nesse post é o aspecto ético, que
deve pautar as relações entre profissionais de
quaisquer áreas em todos os âmbitos, mas
principalmente nos de foro e interesse público. Isso posto,
concentro as minhas considerações sobre o
conteúdo da entrevista coletiva dada pelo médico
legista George Sanguinetti: contestações
técnicas sobre o laudo pericial produzido pelos
técnicos da polícia paulista e que serviu de
base para instauração do processo criminal
do "caso Isabella". Até aí nada teria-se a criticar
que não as desconhecidas reais motivações que
levaram o polêmico médico a aceitar tal
incubência. Mas o que era para ser um parecer
científico "independente" virou espetáculo circense,
com direito a anedotas infamantes e sarcasmo gratuito contra o
trabalho de toda uma classe profissional. O propósito do
parecer perdeu-se em meio a querelas que em nada contribuem para a
elucidação do caso; tornou-se uma espécie
de desmentido público e foi além, desqualificando a
capacidade técnica dos peritos da polícia civil
de São Paulo, tida como a mais bem preparada do país.
Sanguinetti e sua colega baiana faltaram com o decoro
próprio de quem tem algo a contribuir, lançando suas
considerações técnicas na vala da suspeita,
das dúvidas e da mais absurda irresponsabilidade
ética. Se a intenção era corrigir erros,
evitar precipitações no julgamento dos Nardoni,
aperfeiçoar os procedimentos e analises periciais, o
máximo que o médico alagoano conseguiu foi tumultuar
e obscurecer ainda mais o andamento do processo, além de
revoltar todos os colegas paulistas. A defesa tem o que queria, uma
muleta técnica para se apoiar, e o Ministério
Público tem um pepino enorme para descascar.</p>
<p style="text-align: justify;">by Neemias Marcelo</p>
]]></description>			<link>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/142409/Etica-a-Sanguinetti/</link>			<comments>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/etica-a-Sanguinetti-29052008-165726-lp-142409.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/142409/Etica-a-Sanguinetti/</guid>			<pubDate>Thu, 29 May 2008 16:57:26 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O dia em que morri]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Foi um dia desses. Não faz tanto tempo assim. Eu morri
aos poucos, enquanto escutava alguém falar de Jesus, do seu
amor transcendente, que abarca todo o ser. Senti como que um fogo
se alastrando por dentro de mim, subindo pelas extremidades do meu
corpo, correndo para o meu coração, que
começou a acelerar e bater descompassado. Fechei meus olhos.
Senti as forças fugindo de mim. Meus sentidos fugiam de mim,
me remetendo à mais absoluta exclusividade das
palavras retunbantes que repetiam o nome de Cristo. Então eu
me recordei da minha primeira vida, a que eu perdera para tudo que
no mundo há e que me fora dado conhecer: encarei a verdade
da dor e do absurdo de uma existencia sem propósitos
espirituais da parte de Deus. As emoções fundiram-se
numa frustração tremenda. A cabeça pesou,
pendendo para baixo, ao que a aparei com as duas mãos sobre
o rosto. O corpo arqueou-se. Uma lágrima furtiva correu meio
de soslaio. Estava constrangido. Logo eu, a auto-suficência e
sobriedade analítica em pessoa. Mas não houve
racionalidade que segurase os soluços que convulsionaram
minha garganta e voz. Quantas coisas eu fizera que sequer
mereceriam simples menção... Eu mergulhara fundo nos
meus desejos e só conseguira remorso e vergonha como paga.
Imagens dantescas tomaram de assalto a minha memória.
Imagens nítidas do meu fracasso como ser humano. Eu
estremeci. As mãos formigavam e o peito transbordava de
ânsia por algo que eu não compreendia. Eu tentei
falar, exprimir o que sentia mas nada além de gemidos
puderam ser ouvidos. Prostrado, quase de joelhos, eu me preparava
para render o meu espírito ao que houvesse após a
morte. Foi quando ouvi uma voz mansa falar ao meu
coração: " Crê e mim e Eu o libertarei da
maldição do pecado. E Verdadeiramente viverás,
para nunca mais morrer". Então eu morri; despojei-me de meu
velho eu; crucifiquei na obra de Cristo o homem que eu havia sido e
aquilo que eu havia feito. E nasci do Espírito, para
uma nova  e regenerada vida. Resurgi converso, como novo
participante do Reino de Deus. Nova criatura eu sou.</p>
<p style="text-align: justify;">by Neemias Marcelo ou N. Marcelus</p>
]]></description>			<link>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/139935/O-dia-em-que-morri/</link>			<comments>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/O-dia-em-que-morri-23052008-221417-lp-139935.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/139935/O-dia-em-que-morri/</guid>			<pubDate>Fri, 23 May 2008 22:14:17 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Preservemos a Sã Doutrina de Cristo]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por esses dias eu me interei de algo ardilosamente perigoso
para a nossa salvação, que vem sendo apregoado como
verdade e com grandiloqüencia nos púlpitos de muitas
igrejas evangélicas do Brasil, ao ouvir uma prédica
de um renomado "pregador cristão" sobre a finalidade da vida
de cada indivíduo na Terra, segundo a suposta vontade de
Deus: estão tentando naturalizar, humanizar o processo de
santificação do homem enquanto
manifestação da misericórdia de Deus mediante
seu Plano Salvífico em Cristo Jesus e por intermédio
da ação do Espírito Santo. Em resumo,
estão tentanto destituir do mérito sobre a
 regeneração da alma quem o tem por direito
desde sempre, Deus Trino. No sermão do pregador em
questão, ele discorreu com uma jocosidade
anti-bíblica - leia-se irreverência - sobre a causa
<em>mater</em> da existência de cada um de nós, que
seria evoluir até a estatura de homens à imagen e
semelhança do Filho de Deus, Cristo. Até aí
nada de errado, apesar do tom pouco conveniente à
ministração da Palavra de Deus. O problema
começa quando ele afirma que esse processo de
evolução se dá mediante a
conscienteização gradual do homem por
intermédio da percepção através de tudo
e do tempo; seria uma espécie de
amadurecimento proveniente da prática das virtudes
( ética aristotélica? ) que nos levam
ao amor a Deus( amor sem espiritualidade? ), segundo
o qual (o amor a Deus) retira não só
o juizo como a existência real do bem ou do
mal. Repito, segundo o tal pregador, não existe bem ou mal
quando se ama a Deus, tudo é processo evolutivo do
crente, e que amamos a Deus em decorrência dessa
gradual e linear evolução de consciência,
até à "Mente de Cristo", perfeita. Dizer que
não existe bem ou mal é entrar em choque direto com
as Sagradas Escrituras, das quais ele faz uso como base para sua
<em>homilia</em> ( Texto de I Co 13 ), por que o próprio
Paulo afirma que a carne, o coração - a vontade,
a natureza - do homem é mal, tende para o mal ( que é
aquilo que Deus abomina ), vide Rm 1: 22-24 e que precisamos
mortifica-lo e viver em espírito ( inspirados pelo
Consolador), como fica evidente em Rm 8: 1. Para o eloqüente
reverendo, uma singularidade justa, reta, sadia, é fruto de
um ser cônscio de sua existência aperfeiçoada
por processos experimentais (percebíveis) que são
expressão da vontade soberana do Deus-Criador até que
este chegue à perfeição de Cristo. Ora, somos
sabedores que a perfeição plena é
impossível neste corpo, porque somos corruptíveis, e
por meios próprios, sendo que buscamos (repito) o
aperfeiçoamento doado pela fé em Jesus mediante
o Espírito do Senhor até que chegue o que
é perfeito: o Reino dos Céus. Cuidemos da
Sã Doutrina de Deus, como está escrito em I Tm 4: 16,
para que não sejamos levados a substituir o Criador
pela coisa criada, o divino pelo humano,
o espiritual pelo intelectual. Em tempo, a
finalidade humana na Terra é a salvação, que
é chegar ao fim livres da danação eterna,
retornando ao Pai, que nos criou para Si.</p>
<p style="text-align: justify;">by N. Marcelus</p>
]]></description>			<link>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/123740/Preservemos-a-Sa-Doutrina-de-Cristo/</link>			<comments>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/Preservemos-a-S--Doutrina-de-Cristo-17042008-195349-lp-123740.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/123740/Preservemos-a-Sa-Doutrina-de-Cristo/</guid>			<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 19:53:49 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Above All]]></title>			<description><![CDATA[<p>Um pouco de boa
música para relaxar! Above All, de Michael W.
Smith</p>
<p>Acima de tudo esteja o nosso
Deus!</p>
<p>Excelente fim de semana para
todos!</p>
<p>by N. Marcelus</p>
]]></description>			<link>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/118610/Above-All/</link>			<comments>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/Above-All-05042008-213219-lp-118610.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/118610/Above-All/</guid>			<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 21:32:19 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>