<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://bedelhudo.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://bedelhudo.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[O Bedelhudo]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://bedelhudo.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-06-14T00:25:20+02:00</updated>		<entry>			<title>Fantasmas</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Fantasmas...o se preocupe.
No vou ocupar o seu precioso tempo com estorias
sobre seres"desencarnados" medonhos, que habitam a
escuridexistem para nos assustar.
No e meu habito enveredar por essas
supertiarraigadas
peloinconsciente coletivo. Os fantasmas evocados no
titulo do post so
podemos negar-lhes a factualidade, to reais e
proximoso aqueles que
sentimos, que alimentamos, que nos consomem, que
so
ses ectoplasmicas de
almas ou energias ruins semi-materializadas, muito menos
espiritos de mortos errantes. O titulo do artigo
pretendeu resumir figuradamente, de forma bem provocativa e
verdade, o cerne daquilo que seria tratado aqui: tudo o
quenos oprime, frustra, constrange, magoa, confunde. Os
fantasmas dos quais eu quero tratar sas
angustias existenciais, as deficiencias emocionais, as
contradi quero discutir a
razem poucas
linhas, afinal, minha inteno e
elaborar uma teoria filosofica ou publicar umtratado
cientifico, mas simo pessoal,
fruto de reflexes experimentais cotidianas nessa minha vida
de vinte e cinco primaveras.Meu desejo e contribuir
com algum esclarecimento positivoa alguem que
porventura se identifiquecom o que for exposto aqui.
Oxala que,luz da Palavra, que
eo meu
desejona vida de pelo menos uma alma
leitora.</p>
<p>Nossa condio existencial e
ambigua, isso porque somos seres criados a imagem de
Deus, ou seja, somos seres morais e dotadoscom
umespirito, que e o nosso elo de
ligao com o criador, mas tambem somos
materiais, constituidos de um corpo fisico e suas
necessidades especificas, bem como de uma alma dotada de
intelecto, emoo e vontade propria. A
ambiguidade do nosso ser tricotomico - espirito, alma
e corpo -es de
propositos do intimo de nosso existir, que e
espiritual ea
nossa "carne e sangue", que tenciona a satisfao
imediatados desejos, vontades e impulsos que
noso subjetivos. Desse conflito entre o que se
deseja e o que se quer fazer nascem as angustias emocionais
e morais, nascendotambem a necessidade de se obter
respostas que respaldem nossa condio, nossas
aes e sanem nossas duvidas sobre tudo o
queresulta de nossas lutas interiores e nossa
experiencia consciente no mundo.entender,
compreender tudoe nossa
relao conosco e com o meio social. No entanto,
quase sempre nos frustramos em nossa busca pelo entendimento das
contradicnosso intimo e do que nos rodeia
porqueo existem respostas concretas,
tangiveis para tudo ou porque nossa fonte de
informao e a
adequada.</p>
<p>O
que nos e dado saber sobre nossa condio
espiritual, que deve prevalescer em nos por seu
carater naturalmente etico, esta escrito no
Livro dos livros,Biblia Sagrada. La
esta explicitado que o sentido (Logus)do
existire Espirito, Deus Triunico, e que
Nele, sob Sua vontade, tudo em nose no
mundoAs tristezas,
insatisfao
deixar deexistir em nos quando assumirmos a
participao na natureza divina do Pai (como templo e
morada Dele)por intermedio do Espirito Santo,
mas elas no em nos como
herano sob
custodia de suas aes mesquinhas e prazeres
fugazes, criando ilusque nos apartam da plenitude
de sermosEle. As duvidas,
ao
subsistemem
Cristo:o rogo somente por estes
(discipulos), mas tambem por aqueles que, pela sua
palavra, h para que todos sejam
um, como tu, o Pai,o es em mim, e eu em
ti; que tambem sejam um em nos, para que o mundo
creia que tu me enviastes. E eu dei-lhes a gloria que a mim
me deste, para que sejam um, como nos somos um. Eu neles, e
tu em mim, para queeles sejam perfeitos em unidade, e para
que o mundo conhea que tu me enviaste a mim e que tens
amado a eles como me tens amado a mim" Jo 16:20-23. O amor
(virtuoso, da ao o
conceitual)que nos liberta de
nossa pequenes e nos eleva a plenitude da unidade com
Aquele-que-e, ao qual pertencemos, nos tornando aquilo que
somos em essencia (porquepara tal coisa fomos criados):
filhos de Deus.</p>
<p>Busquemos a plenitude de nossa condio
espiritual, esob as
vicissitudes de um mundo corrompido de seu estado original.
Nque resista a
uma vida vivida com o verdadeiro proposito de estar em
comunho com o Pai.</p>
<p>Neemias Marcelo Damasceno</p>
				</div>			</content>			<id>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/146276/Fantasmas/</id>			<link href="http://bedelhudo.spaceblog.com.br/146276/Fantasmas/" />			<author>				<name>bedelhudo</name>				<uri>http://bedelhudo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-06-08T18:21:29+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Ética à Sanguinetti</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Esse artigo nde
arbitrio ou juizo sobre meritos de
procedimentos e resultados tecnico-periciais, que cabem
to somente aos profissionais capacitados para tal encargo,
e para justivalor
probatorio das evidencias materiaisconstantes
dos autos do processo no julgamento do casal Nardoni. O cerne da
questque
deve pautar as relaprofissionais de
quaisquer areas em todos os ambitos, mas
principalmente nos de foro e interesse publico. Isso posto,
concentro as minhas considerao
conteudo daentrevista coletiva dada pelo medico
legista George Sanguinetti: contestaes
tecnicas sobre o laudo pericial produzido pelos
tecnicos da policia paulista eque serviu de
base paraprocesso criminal
do "caso Isabella". Ate ai nada teria-se a criticar
que nes que
levaram o polemico medico a aceitar tal
incubencia. Mas o que era para ser um parecer
cientifico "independente" virou espetaculo circense,
com direito a anedotas infamantes e sarcasmo gratuito contra o
trabalho de toda uma classe profissional. O proposito do
parecer perdeu-se em meio a querelas que em nada contribuem para a
elucidatornou-se uma especie
de desmentido publico e foi alem, desqualificando a
capacidade tecnica dos peritos dapolicia civil
de So Paulo, tida como a mais bem preparada do pais.
Sanguinetti e sua colega baiana faltaram com o decoro
proprio de quem tem algo a contribuir, lanando suas
consideraes tecnicas na vala da suspeita,
das duvidas e da mais absurda irresponsabilidade
etica. Se a inteno era corrigir erros,
evitar precipitaes no julgamento dos Nardoni,
aperfeioar os procedimentos e analises periciais, o
maximo que o medico alagoano conseguiu foi tumultuar
e obscurecer ainda mais o andamento do processo, alem de
revoltar todos os colegas paulistas. A defesa tem o que queria, uma
muleta tecnica para se apoiar, e o Ministerio
Publico tem um pepino enorme para descascar.</p>
<p>by Neemias Marcelo</p>
				</div>			</content>			<id>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/142409/Etica-a-Sanguinetti/</id>			<link href="http://bedelhudo.spaceblog.com.br/142409/Etica-a-Sanguinetti/" />			<author>				<name>bedelhudo</name>				<uri>http://bedelhudo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-05-29T16:56:50+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O dia em que morri</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Foi um dia desses. No faz tanto tempo assim. Eu morri
aos poucos, enquanto escutava alguem falar de Jesus, do seu
amor transcendente, que abarca todo o ser. Senti como que um fogo
se alastrando por dentro de mim, subindo pelas extremidades do meu
corpo, correndo para o meu corao, que
comeou a acelerar e bater descompassado. Fechei meus olhos.
Senti as foras fugindo de mim. Meus sentidos fugiam de mim,
me remetendodas
palavras retunbantes que repetiam o nome de Cristo. Ento eu
me recordei da minha primeira vida, a que eu perdera para tudo que
no mundo ha e que me fora dado conhecer: encarei a verdade
da dor e do absurdo de uma existencia sem propositos
espirituais da parte de Deus. As emoes fundiram-se
numa frustraa pesou,
pendendo para baixo, ao que a aparei com as duas mos sobre
o rosto. O corpo arqueou-se. Uma lagrima furtiva correu meio
de soslaio. Estava constrangido. Logo eu, a auto-suficencia e
sobriedade analitica em pessoa. Mas no houve
racionalidade que segurase os soluos que convulsionaram
minha garganta e voz. Quantas coisas eu fizera que sequer
mereceriam simples meno... Eu mergulhara fundo nos
meus desejos e so conseguira remorso e vergonha como paga.
Imagens dantescas tomaram de assalto a minha memoria.
Imagens nitidas do meu fracasso como ser humano. Eu
estremeci. As mos formigavam e o peito transbordava de
ansia por algo que eu no compreendia. Eu tentei
falar, exprimir o que sentia mas nada alem de gemidos
puderam ser ouvidos. Prostrado, quase de joelhos, eu me preparava
para render o meu espirito ao que houvesse apos a
morte. Foi quando ouvi uma voz mansa falar ao meu
corao: " Cre e mim e Eu o libertarei da
maldio do pecado. E Verdadeiramente viveras,
para nunca mais morrer". Ent despojei-me de meu
velho eu; crucifiquei na obra de Cristo o homem que eu havia sido e
aquiloque eu havia feito. E nasci do Espirito, para
uma nova e regenerada vida. Resurgi converso, como novo
participante do Reino de Deus. Nova criatura eu sou.</p>
<p>by Neemias Marcelo ou N. Marcelus</p>
				</div>			</content>			<id>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/139935/O-dia-em-que-morri/</id>			<link href="http://bedelhudo.spaceblog.com.br/139935/O-dia-em-que-morri/" />			<author>				<name>bedelhudo</name>				<uri>http://bedelhudo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-05-23T22:11:18+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Preservemos a Sã Doutrina de Cristo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Por esses dias eu me interei de algo ardilosamente perigoso
para a nossa salvao, que vem sendo apregoado como
verdade e com grandiloquencia nos pulpitos de muitas
igrejas evangelicas do Brasil, ao ouvir uma predica
de um renomado "pregador cristo" sobre a finalidade da vida
de cada individuo na Terra, segundo a suposta vontade de
Deus: esto tentando naturalizar, humanizar o processo de
santificao do homem enquanto
manifestao da misericordia de Deus mediante
seu Plano Salvifico em Cristo Jesus e por intermedio
da ao do Espirito Santo. Em resumo,
estdestituir do merito sobre a
quem o tem por direito
desde sempre, Deus Trino. No sermo do pregador em
questo, ele discorreu com uma jocosidade
anti-biblica - leia-se irreverencia - sobre a causa
<em>mater</em> da existencia de cada um de nos, que
seria evoluir ate a estatura de homens a imagen e
semelhana do Filho de Deus, Cristo. Ate ai
nada de errado, apesar do tom pouco conveniente a
ministrao da Palavra de Deus. O problema
comea quando ele afirma que esse processo de
evoluse da mediante a
conscienteizao gradual do homem por
intermedio da percepo atraves de tudo
e do tempo; seria uma especie de
amadurecimentoproveniente da pratica das virtudes
(nos levam
aoespiritualidade? ), segundo
o qual (o amor a Deus) retirao so
obem ou do
mal. Repito, segundo o tal pregador, no existe bem ou mal
quando se ama a Deus, tudo e processo evolutivo do
crente,amamos a Deus em decorrencia dessa
gradual e linearo de consciencia,
ate a "Mente de Cristo", perfeita. Dizer que
no existe bem ou mal e entrar em choque direto com
as Sagradas Escrituras, das quais ele faz uso como base para sua
<em>homilia</em> ( Texto de I Co 13 ), por que o proprio
Paulo afirma que a carne, o cora- a vontade,
a natureza - do homem e mal, tende para o mal ( que e
aquilo que Deus abomina ), vide Rm 1: 22-24 e que precisamos
mortifica-lo e viver em espirito ( inspirados pelo
Consolador), como fica evidente em Rm 8: 1. Para o eloquente
reverendo, uma singularidade justa, reta, sadia, e fruto de
um ser conscio de sua existencia aperfeioada
por processos experimentais (percebiveis) que so
expresso da vontade soberana do Deus-Criador ate que
este chegue a perfeio de Cristo. Ora, somos
sabedores que a perfeio plena e
impossivel neste corpo, porque somos corruptiveis, e
por meios proprios, sendo que buscamos (repito) o
aperfeiJesus mediante
oEspirito do Senhor ate que chegue o que
e perfeito: o Reino dos Ceus. Cuidemosda
S Doutrina de Deus, como esta escrito em I Tm 4: 16,
para que no sejamos levados a substituir o Criador
peladivino pelo humano,
oEm tempo, a
finalidade humana na Terra e a salvao, que
e chegar ao fim livres da danao eterna,
retornando ao Pai, que nos criou para Si.</p>
<p>by N. Marcelus</p>
				</div>			</content>			<id>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/123740/Preservemos-a-Sa-Doutrina-de-Cristo/</id>			<link href="http://bedelhudo.spaceblog.com.br/123740/Preservemos-a-Sa-Doutrina-de-Cristo/" />			<author>				<name>bedelhudo</name>				<uri>http://bedelhudo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-04-17T21:27:13+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Above All</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Um pouco de boa
musica para relaxar! Above All, de Michael W.
Smith</p>
<p>Acima de tudo esteja o nosso
Deus!</p>
<p>Excelente fim de semana para
todos!</p>
<p>by N. Marcelus</p>
				</div>			</content>			<id>http://bedelhudo.spaceblog.com.br/118610/Above-All/</id>			<link href="http://bedelhudo.spaceblog.com.br/118610/Above-All/" />			<author>				<name>bedelhudo</name>				<uri>http://bedelhudo.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-04-05T21:35:41+02:00</updated>		</entry></feed>