<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[spaceblog.com.br] alexandrecruz : <![CDATA[alexandre cruz]]></title>		<link>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br</link>		<description><![CDATA[alexandre cruz]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 06:42:09 +0200</pubDate>		<image>			<title>alexandrecruz.spaceblog.com.br</title>			<link>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br</link>			<url>http://staticblog.hi-pi.com//images/avatar.gif</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Pina Bausch: Transgressão e Poesia!]]></title>			<description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href=
"http://www.slide.com/s/PiO_Ovjs6j8IsHG7q0TjLxOUxH7l7qpv?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p style="TEXT-ALIGN: right"><em>&ldquo;Não me interesso em como as pessoas se movem,
mas o que as movem&rdquo;</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: right"><strong>Pina Bausch</strong></p>
<p><a href=
"http://www.slide.com/s/FjBJ79Kg2j_JmlkvlAOlh9BmNgUYiNr5?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><strong>Ciranda da Bailarina</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">Procurando bem
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga,
tem ameba
Só a bailarina que não tem</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">E não
tem coceira
Berruga nem frieira
Nem falta de maneira ela não tem
Futucando bem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem
um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">Nem
unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida ela não tem
Não livra ninguém
Todo mundo tem remela
Quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina
ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente
Medo de cair, gente
Medo de vertigem
Quem não tem
Confessando bem
Todo mundo faz pecado
Logo assim que a missa termina
Todo mundo tem
um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">Sujo
atrás da orelha
Bigode de groselha
Calcinha um pouco velha
Ela não tem
O padre também
Pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem,
todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">Sala
sem mobília
Goteira na vasilha
Problema na família
Quem não tem
Procurando bem
Todo mundo tem</p>
<p> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href=
"http://www.slide.com/s/2Kh36XyWyj8IdeoS3HtkkMjdgtcydNNo?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href=
"http://www.slide.com/s/IM6Zz3c3uT8Hd9flQHXgmcojTy8JaBsv?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">Saiba mais sobre essa mulher
GENIAL</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">(da Folha de São Paulo)</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A grande dama da dança-teatro, a alemã
Pina Bausch, morreu ontem pela manhã,
aos 68 anos, na cidade de Wuppertal, onde dirigia sua companhia, o
Tanztheater Wuppertal. A morte da
coreógrafa foi divulgada em nota do próprio grupo, segundo a qual,
na semana passada, Bausch teria sido diagnosticada com câncer. Ela
subiu ao palco pela última vez há dez dias, no dia 21, como sempre
para agradecer os aplausos com sua companhia.Com personalidade
forte, Bausch seguia todas as apresentações do grupo e controlava
todas suas ações. Dessa maneira, fica difícil saber o futuro do
Tanztheater Wuppertal, mesmo se continua agendada a vinda do grupo
a São Paulo, em setembro, com o programa histórico &ldquo;Café Müller&rdquo; (1978), peça que sempre
teve a presença de Bausch, e &ldquo;A
Sagração de Primavera&rdquo; (1975).&rdquo;Pina Bausch é a
mãe da dança contemporânea&rdquo;, disse certa vez o coreógrafo
Alain Platel, diretor do grupo belga Les Ballets C. de la B.. De
fato, no século 20, poucos coreógrafos foram tão influentes como
como Pina Bausch.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Enquanto a dança norte-americana, com
nomes como Trisha Brown e Lucinda Childs, seguiam uma linha formalista, com
a qual Bausch também teve certa identidade, já que estudou nos
Estados Unidos, entre 1958 e 1962, ela pode ser caracterizada como
uma coreógrafa com marca profundamente humanista: <em>&ldquo;Não me interesso em como as pessoas se movem,
mas o que as movem&rdquo;</em> é uma de suas mais
representativas falas.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Com isso, Bausch ampliou as fronteiras
da dança de forma tão radical que tudo passou a ser permitido:
dançar deixou de ser uma técnica para que qualquer movimento fosse
admitido como dança.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Para criar suas peças, a partir de
1973, quando foi contratada pelo Teatro de
Ópera de Wuppertal e de onde nunca mais saiu, Bausch levou
seus bailarinos a situações de risco.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Em geral, treinados no balé clássico,
para socorro imediato, especialmente após quatro horas de
espetáculo sobre água. Nos primeiros anos, muitos bailarinos se
recusaram a trabalhar com Bausch. Nos últimos anos, suas audições
eram frequentadas por centenas de candidatos.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Com o público não foi diferente, em
suas primeiras peças, as pessoas saiam do teatro batendo as portas
em sinal de fúria. Atualmente, ingressos para a companhia de Bausch
se esgotam rapidamente, em qualquer lugar do mundo. Para Bausch, o
palco não deveria ser um lugar protegido, mas tão difícil como a
própria vida. Além do mais, o próprio limite entre palco e plateia
sempre foi questionado em seus espetáculos. Em todos eles, seus
bailarinos interagem com o público, servem café ou vinho, os
abraçam, mostram fotos.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Ao contrário da dança clássica, eles
não incorporam papéis definidos, eles sempre se chama Düsseldorf, a
poucos quilômetros de Wuppertal. A dança-teatro de Bausch, aliás,
sempre teve um caráter performático: no palco, os bailarinos comem
cebolas inteiras, escalam altos muros, penduram-se em cordas,
escorregam na água. Difícil um espetáculo de dança contemporânea
que não tenha alguma marca do Tanztheater Wuppertal.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">As temáticas de suas primeiras peças,
especialmente nos anos 1970 e 1980, costumam ser vistas como muito
intensas e deprimentes, enquanto sua fase mais recente tem sido
vista como mais superficial e alegre. Bausch justificava essa
mudança de forma muito direta: &ldquo;A questão é do que precisamos
hoje. Estamos num momento terrível, tenebroso, sério e assustador.
Então, procuro dar um pouco de balanço, compensação para tudo
isso.</p>
<p><a href=
"http://www.slide.com/s/jY6hcA294j-x_reubeVUfxGVaYURKP1s?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href=
"http://www.slide.com/s/3EEOjrCg4D_ikyXJEZ3xhwShOMJxGNWK?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p><a href=
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target="_blank"></a></p>
]]></description>			<link>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/427458/Pina-Bausch-Transgress-o-e-Poesia/</link>			<comments>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/Pina-Bausch--Transgress-o-e-Poesia--02072009-014041-lp-427458.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/427458/Pina-Bausch-Transgress-o-e-Poesia/</guid>			<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 01:40:41 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Poesia  da  Palavra  Morta]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O som rompe a percepção</strong></p>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Não ouço mais o pulsar da pa- la- vra quando
falada</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Ela está Mal Dita</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">e a palavra não é mais lida</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">é mastigada a exaustão</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"> em liquidificadores, processadores,
batedeiras supersônicas</h1>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>Vomitadores de eletrônicos eletrodos
bimotores</strong></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>Os meus sentidos estão de
sentinela</strong></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>e olham pela janela</strong></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>do meu olho postiço...</strong></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>estarrecido ...</strong></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>  embrutecido</strong></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>com o sumiço da poesia
concreta</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>de palavrões:</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>mjgswdhgibkjbjbkCbnMMnMbmz smxjdh
xmxmx xxjx jcbbjhcbxznbcxzbkcxzb.
xjhxnxnjxhhcdkkkkkvcnxz  zjhhnacmjkvc xcxjjsmdmmmzcxx jjjdssssssxc dxshmnm dx 11111
cnjhshjsmnbbvgzstdsmnfdghykjgf!!!!!!!!!!!!!!</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>Surge um sol de mentiras</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>pronunciadas por um Pinóquio,
qualquer</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>que busca a sua parte humana em algum lixo
radioativo,</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>é mendigo de carinho</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>só um sorriso bastaria</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>nem era  preciso olhar diretamente na sua
cara de pau</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>Finja apenas que esta olhando para alguma
parede...</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>Agora falando francamente!</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>Mudando de gato para ganso</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>De bode para camelo</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>De girafa para elefante</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>De formiga para gafanhoto</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>De gripe para emoroidas</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>De terremotos para arrastões</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>De fimose para o aumento de pênis
pequeno</strong></p>
<p class="MsoBodyText" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong>A rede não é mais de peixe</strong></p>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"> A rede agora é globalizada</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">interativa</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">interplanetária</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">cheia de sites, <strong>mega bites,</strong></h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">e-mails, links, dígitos secretos, subalternos</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Conteúdos de chips de algum computador
japonês.</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">A minha opinião mais concreta e sincera</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">É fazer sexo pela tela</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Lambuza seu mouse de excrementos</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">de gozozas ejaculações metafísicas</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Enfia a língua na sua tecla sap</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">e veja o mundo falar inglês</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">só para se sentir existir</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">só para se sentir estar vivo</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">só para se sentir... muuuuuuuuuuderno</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Fume maconha budista</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Judaica</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Anglo saxonica</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Católica apostólica romana</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Faça uma viagem as arábias</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">E  chute a barraca do Bin Laden</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Faça  o cretino-herói se sentir no World da
Casa Branca</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Pinte ela de vermelho comunista : Cubana ou
Chinesa</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Chute a bunda branca do Bush</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">E faça um boquete com a Mônica Levinsk</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">A vida sexual do Clinton era uma merda</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Só assim a Hilary começou a trepar
gostoso</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Tudo isso saiu no The New York Times</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Imite o Ney Matogrosso</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">E mostre o que é ser seco e molhado</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">use e abuse do rebolado e vá pular no carnaval dos
bichos</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"> Vou sair fora do ar</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">Xxxxxxxxxxxxxxxxx</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx -
tanto X só pra DIZER QUE
ESSE</h1>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;">É O VERDADEIRO X DA
QUESTÃO.</h1>
]]></description>			<link>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/411344/Poesia-da-Palavra-Morta/</link>			<comments>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/Poesia--da--Palavra--Morta-27062009-013122-lp-411344.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/411344/Poesia-da-Palavra-Morta/</guid>			<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 01:31:22 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Andrei Tarkovski: Escultor do Tempo]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href=
"http://www.slide.com/s/6vpREZfC6j8avJNVvmPxXKX4H5HxoWPd?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href=
"http://www.slide.com/s/3WVOb8Gd7T-Vwl3JWuPBAHtciUz6TQXu?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p><a href=
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target="_blank"></a></p>
<p><a href=
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target="_blank"></a></p>
<p><a href=
"http://www.slide.com/s/Zj1Z84gf3z84QGMyMHVVKkzysXNDZbQ7?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p><a href=
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<p><a href=
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target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href=
"http://www.slide.com/s/qAImdog-xj9lCF7L8jmNn-jrUvzFJ61q?referrer=hlnk"
target="_blank"></a></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style=
"font-family: "Maiandra GD";">Quando instado a explicar o sentido
de seus filmes, <strong>Andrei
Tarkovski</strong> (1932-1986)
respondia com a seguinte metáfora: <em><strong>"Você olha um relógio. Ele funciona, mostra
as horas. Você tenta compreender como ele funciona e o desmonta.
Ele não anda mais. E no entanto essa é a única maneira de
compreender..."</strong></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style=
"font-family: "Maiandra GD";">Tarkovski passou a vida montando e desmontando "relógios"
na tentativa de compreender o funcionamento da vida e do espírito
dos homens. Nascido em Moscou, filho do célebre poeta
<strong>Arseni Tarkovski,</strong> Andrei estudou música, pintura e
a língua árabe na infância e juventude. Trabalhou em prospecção
geológica na Sibéria e só aos 24 anos começou a se interessar por
cinema. Aprendeu o novo ofício com Mikhail Romm (Lenin em Outubro)
na Escola de Cinema de Moscou, onde realizou o curta <em><strong>Hoje Não Haverá Saída
Livre</strong></em> <strong>(1959)</strong> e o média de
conclusão do curso, <em><strong>O Trator e o
Violino</strong></em>
<strong>(1960).</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style=
"font-family: "Maiandra GD";">Com o épico introspectivo <strong><em>A Infância de Ivan</em> (1962),</strong> Tarkovski
fomentou a nouvelle vague soviética dos anos 60. Diante daquela
história de guerra vista pelo menino como o inferno na terra,
Jean-Paul Sartre a defendeu como peça de "surrealismo socialista".
Em seguida veio <strong><em>Andrei
Rublev</em></strong> <strong>(1966),</strong> para muitos
sua obra-prima. A biografia poética do pintor de ícones medieval
enfatizava a visão do artista não como uma elite, mas como um
operário, um artesão gerado pela energia criativa do
povo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style=
"font-family: "Maiandra GD";">A esta altura, Tarkovski já vivia uma situação
contraditória na indústria estatal do cinema. Os estúdios Mosfilm
concediam-lhe vastos recursos de produção para depois dificultar ao
máximo a circulação de seus filmes. <em><strong>Andrei Rublev</strong></em> ficou proibido durante
cinco anos por "falta de rigor histórico". A burocracia o acusava
de misticismo, violência e irrealismo. A crítica e os festivais
internacionais, no entanto, o cultuavam como a um novo Dostoievski.
<strong><em>Solaris</em></strong>
<strong>(1972),</strong> cruzamento de ficção científica com ensaio
filosófico, consolidou sua reputação dialogando com o 2001 de
Kubrick e sugerindo que cada um de nós é responsável por assumir
seu passado perante a coletividade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style=
"font-family: "Maiandra GD";">Era tempo de Tarkovski voltar-se para o seu próprio
passado e o de sua mãe em <strong><em>O
Espelho</em></strong> <strong>(1974),</strong> uma complexa
odisséia da memória. Em 1979, ao realizar o sublime Stalker, o
cineasta confirmava-se independente dentro do mastodôntico cinema
soviético: nem um dissidente padrão, nem um servil cumpridor de
cânones.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style=
"font-family: "Maiandra GD";"><strong><em>Nostalgia</em>
(1983)</strong> e <strong><em>O
Sacrifício</em> (1986)</strong> serão obras do exílio. No
mesmo ano em que as autoridades o impedem de ir à França apresentar
Stalker, permitem-no viajar à Itália para filmar
<em><strong>Nostalgia</strong></em>,
canto de amor à pátria escrito com Tonino Guerra. A busca de
locações renderia o semidocumentário Tempo de Viagem. As filmagens
suecas de <strong><em>O
Sacrifício</em></strong>, já marcadas pelo sofrimento do
diretor com o câncer que lhe mataria logo depois, foram registradas
no belíssimo documentário Dirigido por Tarkovski, de Michal
Leszczylowski.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: "Maiandra GD";">Nove
filmes em 26 anos de carreira parecem pouco aos olhos da
estatística. Mas a escala grandiosa da obra de Andrei Tarkovski não
se mede por números. <strong><em>Em Esculpir
o Tempo</em></strong>, seu livro de reflexões sobre arte e
cinema,</span> <span style="mso-ansi-language: PT;"><span>obra essencial a todos os amantes da sétima
arte,</span></span> <span style=
"font-family: "Maiandra GD";">ele comparou o trabalho do diretor ao de um escultor que,
<em><strong>"guiado pela visão interior de
sua futura obra, elimina tudo o que não faz parte
dela".</strong></em> O seu cinema tem essa qualidade
essencial das obras perfeitas: o que não está ali é
excesso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><strong><span class="editsection"><span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;">
 </span></span><span class="editsection"><span style=
"mso-ansi-language: PT;"> </span></span><span class=
"mw-headline"><span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;">Filmografia</span></span></strong></p>
<ul style="text-align: center;" type="disc">
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="Ubiytsy (página não existe)"
href=
"http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ubiytsy&action=edit&redlink=1">
<span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>Ubiytsy</strong></span></a>
<strong>(</strong><a title=
"1956" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1956"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1956</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="Hoje não haverá saída livre (página não existe)"
href=
"http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Hoje_n%C3%A3o_haver%C3%A1_sa%C3%ADda_livre&action=edit&redlink=1">
<span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>Hoje não haverá saída
livre</strong></span></a> <strong>(</strong><a title="1959" href=
"http://pt.wikipedia.org/wiki/1959"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1959</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="O Rolo Compressor e o Violinista (página não existe)"
href=
"http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=O_Rolo_Compressor_e_o_Violinista&action=edit&redlink=1">
<span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>O Rolo Compressor e o
Violinista</strong></span></a> <strong>(</strong><a title="1960" href=
"http://pt.wikipedia.org/wiki/1960"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1960</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="A Infância de Ivan"
href=
"http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Inf%C3%A2ncia_de_Ivan"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>A Infância de
Ivan</strong></span></a> <strong>(</strong><a title="1962" href=
"http://pt.wikipedia.org/wiki/1962"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1962</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="Andrei Rublev"
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrei_Rublev"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>Andrei Rublev</strong></span></a>
<strong>(</strong><a title=
"1966" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1966"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1966</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="Solyaris"
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Solyaris"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>Solyaris</strong></span></a>
<strong>(</strong><a title=
"1972" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1972"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1972</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="O Espelho"
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Espelho"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>O Espelho</strong></span></a>
<strong>(</strong><a title=
"1974" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1974"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1974</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="Stalker"
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stalker"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>Stalker</strong></span></a>
<strong>(</strong><a title=
"1979" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1979"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1979</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="Nostalgia (filme)"
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nostalgia_(filme)"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>Nostalgia</strong></span></a>
<strong>(</strong><a title=
"1983" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1983"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1983</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="Tempo de Viagem (página não existe)"
href=
"http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tempo_de_Viagem&action=edit&redlink=1">
<span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>Tempo de Viagem</strong></span></a>
<strong>(Documentário para a RAI)
(</strong><a title="1983" href=
"http://pt.wikipedia.org/wiki/1983"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1983</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;">
<span style=
"font-family: "Maiandra GD"; mso-ansi-language: PT;"><a title="O Sacrifício"
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Sacrif%C3%ADcio"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>O Sacrifício</strong></span></a>
<strong>(</strong><a title=
"1986" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1986"><span style=
"color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><strong>1986</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
</ul>
]]></description>			<link>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/415391/Andrei-Tarkovski-Escultor-do-Tempo/</link>			<comments>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/Andrei-Tarkovski--Escultor-do-Tempo-24062009-234228-lp-415391.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/415391/Andrei-Tarkovski-Escultor-do-Tempo/</guid>			<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 23:42:28 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Linguagem]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style=
"font-size: 14pt; font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">
Uma linguagem que corte o fôlego. Rasante,
talhante, cortante. Essa deve ser a linguagem do poeta.
Uma linguagem de aços exatos, de relâmpagos afiados, de agudos
incansáveis, de navalhas reluzentes.
Uma dentadura que triture o eu-tu-ele-nós-vós-eles.
Um vento de punhais que desonre as famílias, os templos, as
bibliotecas, os cárceres, os bordéis, os colégios, os manicômios,
as fábricas, as academias, os cartórios, as delegacias, os bancos,
as amizades, as tabernas, a revolução, a caridade, a justiça, as
crenças, os erros, a esperança, as verdades... a
verdade!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style=
"font-size: 14pt; font-family: Arial; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">
<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Octavio
Paz</strong> nasceu e morreu na Cidade
do México (1914 - 1998). Foi encorajado por Pablo Neruda para se
dedicar à poesia. Foi escritor, poeta, diplomata e
jornalista.
</span></p>
]]></description>			<link>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/415393/Linguagem/</link>			<comments>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/Linguagem-24062009-012412-lp-415393.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/415393/Linguagem/</guid>			<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 01:24:12 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Colcha de Mim]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style=
"color: black; font-family: "Maiandra GD"; mso-bidi-font-family: Cambria;">
Uma vez quando fiquei muito,
muito triste, mas não tão triste para mudar tudo, e nem tão triste
para acabar com alguma coisa, mas me sentia tão triste, mas tão
triste... que fui para a máquina de costura (que nem sabia direito
como funcionava), fucei, fucei, rasguei uns panos, recolhi
outros... e fiz uma colcha de retalhos de 8 metros por 3 de
largura... 8 metros de tristeza... 8 metros de
cura...</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style=
"color: black; font-family: "Maiandra GD"; mso-bidi-font-family: Cambria;">
Essa colcha virou cenário, ilustrou
minha desilusão, ilustrou minha paixão, iludiu minha platéia...
alguns criticos gostaram dela, outros conhecedores cênicos a
achavam exagerada... mal sabia eles... que no palco estava meu
peito rasgado e costurado.<span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span> 8 metros de
mim.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"><strong><span style=
"color: black; font-family: "Maiandra GD"; mso-bidi-font-family: Cambria;">
 de Valter Vanir
Coelho</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"><strong><span style=
"color: black; font-family: "Maiandra GD"; mso-bidi-font-family: Cambria;">
ator, diretor,
 dramaturgo , poeta ... um criador de beleza. Sou seu
fã.</span></strong></p>
]]></description>			<link>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/417985/Colcha-de-Mim/</link>			<comments>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/Colcha-de-Mim-23062009-232314-lp-417985.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://alexandrecruz.spaceblog.com.br/417985/Colcha-de-Mim/</guid>			<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 23:23:14 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>