<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br</title>		<id>http://spaceblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Alessandro Engroff]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-06-27T01:17:10+02:00</updated>		<entry>			<title>Pelo respeito ao jornalista e à qualidade da informação!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Flyer criado pela Agência Junior de Publicidade da Estácio.</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/421374/Pelo-respeito-ao-jornalista-e-qualidade-da-informa-o/</id>			<link href="http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/421374/Pelo-respeito-ao-jornalista-e-qualidade-da-informa-o/" />			<author>				<name>alessandroengroff</name>				<uri>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-27T01:16:24+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>E quando o mundo "chora" a morte de Michael Jackson...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Do blog do autor de novelas Aguinaldo Silva, sempre
genial:</p>
<p><strong>"Começou o processo de
canonização, como semprehipócritas.
Michael Jackson, o negrinho metido a branquelo, o pedófilo, o
malucão de todas as manias, agora é reconhecido, pelos mesmos que o
crucificaram em vida, como o artista importante que foi - um dos
maiores do século XX. O que mais se vê na mídia é gente chorando
lágrimas de crocodilo. Mas Michael, na morte como na vida, está
muitos quilômetros acima dessas miseráveis
carpideiras."</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/421353/E-quando-o-mundo-chora-a-morte-de-Michael-Jackson/</id>			<link href="http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/421353/E-quando-o-mundo-chora-a-morte-de-Michael-Jackson/" />			<author>				<name>alessandroengroff</name>				<uri>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-27T00:28:48+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Sindicato dos Jornalistas de SC se mobiliza em defesa do diploma</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong></strong></p>
<p><strong>Do</strong> <strong>SJSC</strong>(destaques meus):</p>

<p>Reunidos em duas sessões de AG, às
10 e às 19h, os filiados do SJSC, consideraram sobre o seguinte
contexto:</p>
<p>1 - A votação do STF
definiu sobre: o fim da exigência do diploma para o exercício da
profissão. Com isso também cai a necessidade de registro e acaba
com boa parte da regulamentação da profissão;</p>
<p><strong>2 - Os
argumentos do STF alegando que a exigência do diploma barra a
liberdade de expressão é um equívoco. A liberdade de expressão está
relacionada ao direito que qualquer um tem de escrever um texto,
fazer um blog, um comentário, etc... emitindo uma opinião. Já o
jornalismo não trata de opinião, é uma técnica narrativa que tem
por objetivo informar, logo configura uma profissão que exige um
conhecimento específico;</strong></p>
<p>3 - Entre os juristas,
incluindo a assessoria jurídica do Sindicato, há uma dúvida sobre
se o STF entende que acabou com toda a regulamentação, ou se seguem
valendo os demais artigos da lei que atualmente regulamentam a
profissão;</p>
<p>4 - Por conta disso há
um certo vazio de compreensão até que saia em definitivo o Acórdão
do STF, com o voto definitivo e por escrito;</p>
<p>5 - O Acórdão demora até
60 dias para sair e até lá muitas são as lutas que se podem travar
para recuperar o que foi perdido;</p>
<p>6 - Em visita à
Secretaria Regional do Trabalho (SRTE) fomos informados de que, até
que saia o Acórdão com a decisão oficial do STF, a secretaria não
fará o registro de nenhum jornalista que não apresente o
diploma.</p>

<p><strong>Discutido este
cenário a AG decidiu pelas seguintes ações:</strong></p>
<p>- Iniciar uma luta
tática pela retomada da exigência do diploma estabelecendo isso
como prioridade no momento</p>
<p>- Realizar ação entre os
deputados estaduais e federais para que se manifestem pela
exigência do diploma e pela necessidade da construção de uma Emenda
Constitucional que garanta isso;</p>
<p>- Realizar ação junto
aos vereadores das cidades para que também se manifestem;</p>
<p>- Atuar junto aos
movimentos sociais, sindicatos e instituições para que apóiem a
luta pela exigência do diploma;</p>
<p>- Atuar junto aos CAs e
UCE para que os estudantes possam ser informados de tudo o que
acontece e possam se mobilizar;</p>
<p>- Fazer faixas para
afixar nas universidades onde tem o cursos de jornalismo, em defesa
da exigência do diploma;</p>
<p>- Definir em documentos
o que é liberdade de expressão e o que é jornalismo, estabelecendo
as diferenças.</p>

<p>
<strong>Mobilização</strong></p>
<p>- O coordenador do curso
de Jornalismo da Estácio de Sá, Paulo Scarduelli, assumiu o
compromisso de afixar faixas e discutir a questão em todas as
bancas de TCC que se realizam entre os dias 29 de junho e 6 de
julho, sugerindo que o mesmo seja proposto aos demais cursos;</p>
<p>- Definiu-se que a aula
inaugural do Curso da Estácio de Sá, no semestre que começa no dia
27 de julho, terá o tema diploma como discussão;</p>
<p>- Serão pensadas pela
direção do Sindicato algumas ações de rua para expressar a luta dos
jornalistas;</p>
<p>- Levar para a reunião
do dia 17, em Brasília, a decisão de Santa Catarina que é a de
priorizar a luta pela retomada da exigência do diploma ao exercício
da profissão. Os trabalhadores entendem que, neste momento, outras
divergências que possamos ter com relação a outros pontos da
regulamentação devem ficar em suspenso. A necessidade agora é a de
buscar uma união tática para reverter a decisão do STF;</p>
<p>- Também foi aprovado
levar a proposta de que a FENAJ assuma o protagonismo nesta luta,
impedindo assim que deputados ou senadores oportunistas se
aproveitem do momento para inventar leis que não sejam as
pretendidas pela categoria.</p>
				</div>			</content>			<id>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/421005/Sindicato-dos-Jornalistas-de-SC-se-mobiliza-em-defesa-do-diploma/</id>			<link href="http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/421005/Sindicato-dos-Jornalistas-de-SC-se-mobiliza-em-defesa-do-diploma/" />			<author>				<name>alessandroengroff</name>				<uri>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-26T20:03:32+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Por trás dos bastidores: a prostituição contada por quem a vive</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Por Alessandro
Engroff, Bruna Coelho, Kauana Pereira e Rebeca S'tiago
Rita</strong></p>

<p></p>
<p>São 23h30. O batom dá o último
retoque no visual. As roupas curtas, de cores fortes e coladas ao
corpo, sugerem o que está para acontecer. Antes de ir trabalhar,
três horas são reservadas somente para a produção. Uma hora em casa
para tomar banho e fazer a higiene pessoal e duas horas na boate,
para se vestir e se maquiar. Essa é a rotina básica de uma garota
de programa classificada como de luxo. A boate é seu
local de trabalho, e os seguranças de lá são os dela também.</p>
<p>
Champanhe? Quanto maior o preço, a quantidade e a qualidade,
melhor. Primeiro para os clientes saberem o nível do serviço. E,
depois, porque a regra é 'sugar' ao máximo quem se deixa ser
'sugado'. Ao final do expediente, ela liga para o motorista da
boate para levá-la em casa e pede para não parar muito perto da
residência para evitar comentários desagradáveis. Natasha*, de 22
anos, cobra 600 reais por programa, faz de três a quatro por noite
e trabalha em uma casa noturna no Centro de uma capital
estadual.</p>
<p>
Já Greice, de 23 anos, trabalha em um prostíbulo à beira de uma
rodovia federal. Ela é uma garota de programa que atrai fregueses
pelo baixo preço e pelas poucas exigências. Cobra 60 reais por
programa e chega a fazer quatro por noite. Logo após o pôr-do-sol
ela já está pronta. Ela sabe que quem a procura ali, em um
prostíbulo mais simples, o interesse pelas roupas que
estará usando será passageiro. Basta um banho simples, uma saia
curta e uma blusa pequena, mesmo que não escondam suas medidas um
pouco avantajadas. O corpo não precisa estar em plena forma 
ele terá utilidade igual. Os caminhoneiros e homens com menor poder
aquisitivo compõem a maior parte da lista de seus clientes. A
segurança? Ela mesma faz.</p>
<p>
Keep Coller? Somente isso. Quem sabe um uísque, mas nada de cerveja
ou bebidas mais baratas. Cada garrafa consumida faz diferença no
orçamento final de cada dia. Quando a alvorada já está apontando,
ela fecha a casa, vai para o quarto, que fica aos fundos da
residência, e descansa. Mais um dia que passou.</p>

<p>
Greice e Natasha, embora colegas de profissão, certamente não se
conhecem. Embora atuem em níveis distintos da profissão
popularmente considerada a mais antiga do mundo  Natasha
chega a conseguir 100% a mais por programa -, ambas dizem estar
realizadas na vida profissional. Elas são contrastantes em alguns
aspectos, mas se mostram seguras no trabalho que realizam, provando
que a prática e a aceitação da prostituição é algo que varia
dependendo dos valores de cada pessoa. Contudo, em uma questão elas
entram em acordo: as duas desfazem boa parte do estereótipo da
prostituta construída pela mídia, pouco questionado pelo público e
que, segundo elas, na maioria das vezes é equivocado e não
corresponde à realidade das garotas de programa.</p>

<p>
<strong>Entre champanhes e viagens: a prostituição de
luxo</strong></p>
<p>
O ritmo da música embala a dança e a conversa. A luz, ainda que
baixa, deixa transparecer os rostos que ali se encontram. Os
garçons andam por entre as mesas, as mulheres agradam os clientes.
Entre uma conversa e uma bebida, a possibilidade de uma prestação
de serviço. Esse é um ambiente de trabalho. Mais especificamente um
prostíbulo. Mas não é qualquer um. Os freqüentadores deixam
evidente a classe a qual pertencem. Os carros que se encontram no
estacionamento reforçam a idéia de que o local recebe pessoas bem
sucedidas  ao menos financeiramente.</p>
<p>
As funcionárias garotas de programas do Sexy Pub*, no Centro de
Florianópolis (SC), são mulheres entre 18 e 25 anos de idade.
Segundo elas, para poder trabalhar em boate, beleza é fundamental.
Além disso, um bom papo faz o diferencial na hora de
conquistar um cliente. É necessário conversar. Muitos deles possuem
elevado nível intelectual, conta Natasha, que trabalha na
boate.</p>
<p>
Natasha tem o corpo dentro dos padrões considerados ideais para a
prática da prostituição. Morena de 1,65 metro e 53 quilos, as
formas definidas lembram a fisionomia das atrizes que interpretam
garotas de programa na televisão e no cinema. Sobre o assunto,
Natasha critica a forma com que os meios de comunicação geralmente
tratam o tema. A mídia nos mostra como coitadas que vendem o
corpo para sustentar a família ou preguiçosas que querem dinheiro
fácil, opina. Para ela, o mundo da prostituição tem sim as
mulheres que trabalham por estes motivos, mas faz uma ressalva.
É um trabalho normal, eu ofereço um serviço e alguém
consome. As pessoas têm relacionamentos sexuais, só que eu cobro
por isso, alega.</p>
<p>
Sua rotina começa às 20h, quando inicia os preparativos para ir
trabalhar. Precisa chegar ao Sexy Pub às 23h. Não há uma
carga horária pré-determinada. Trabalha quando quer e
quanto tempo quer. Geralmente chega em casa às 5h. Descansa até o
início da tarde e vai à academia. Depois de malhar, Natasha tem
algumas horas livres antes de começar a se arrumar novamente para o
trabalho. Muitas vezes, aproveito este tempo para fazer
compras e passear, relata.</p>
<p>
Além de trabalhar no Sexy Pub, Natasha atende alguns clientes
fixos, com quem viaja e acompanha em festas. Isso eleva a sua
renda. De acordo com ela, o dinheiro é o grande diferencial da
profissão. O retorno financeiro é a recompensa. Com ele,
procuro investir em mim, explica. Vida de luxo? Talvez. Mas,
segundo ela, o dinheiro não é utilizado apenas para coisas
supérfluas. Não gasto apenas com roupas. Procuro cuidar da
minha saúde e higiene. Vou ao ginecologista, procuro me exercitar,
me alimentar bem e me manter limpa, revela.</p>
<p>
A boate que para muitos é apenas um espaço destinado à luxúria,
para outros é apenas um local de descontração como qualquer outro.
Katarina de Cássia*, 25 anos, freqüenta casas de show e afirma que
nestes locais a balada é mais tranqüila. Aqui todo mundo se
respeita e nem todos que estão aqui vem pelo sexo, avalia.
Casada há um ano com um dos seguranças da boate, ela diz que vai
até estas casas noturnas para se divertir com as amigas que
trabalham no lugar. Aqui é um lugar onde a gente sabe que
pode acontecer (o sexo), mas isto não significa que vá realmente
acontecer, completa.</p>

<p>
<strong>Entre a cama e a cozinha: a prostituição
popular</strong></p>
<p>
Quem vê uma luz vermelha em uma casa situada na rodovia BR-101, no
trecho que dá acesso à Governador Celso Ramos, na Grande
Florianópolis, logo sabe de que tipo de estabelecimento se trata. A
colorida e iluminada placa de néon com a inscrição Sex Hot* não
deixa dúvidas. O que muitos não esperam, porém, é encontrar ali
seis mulheres que, ao contrário do que muitos pensam, mostram que o
conceito de que a prostituição é praticada apenas por mulheres
tidas como vítimas do sistema é algo
ultrapassado.</p>
<p>
Greice é uma delas. Natural de Caçador, no interior de Santa
Catarina, veio para Florianópolis há quatro anos para trabalhar de
balconista em uma boate, mas acabou entrando para o mundo das
profissionais do sexo há quase dois e, desde então, ela afirma
levar uma vida ainda melhor do que as mulheres consideradas
'normais'. As pessoas vêem na TV e acham que a vida de
prostituta é um sofrimento só, mas não é bem assim. Aqui a gente ri
mais do que chora, garante.</p>
<p>
Sheila*, de 21 anos, trabalha no Sex Hot há três anos e também
afirma que adora a profissão. Ela conta que, antes do expediente de
trabalho, leva uma vida como qualquer outra mulher. Durante
o dia eu limpo a casa, faço compras, assisto televisão. Mas é
durante a noite que o 'bicho pega', revela.</p>
<p>
Greice e as outras cinco meninas cobram 60 reais por uma hora de
sexo. Segundo ela, a diária que elas ganham não provém apenas do
dinheiro dos programas. A gente não vai só com um para a
cama por noite, né?!, declara, lembrando que já chegou a
transar até com quatro homens em uma só noite. Perguntada se o
trabalho não se torna cansativo com tantos clientes em um período
tão curto, Sheila responde com naturalidade. Cansa né! Como
todo trabalho! Além disso, recebemos também uma porcentagem do
preço da bebida, confessa.</p>
<p>
Elas contam que, embora o predomínio de homens de menor poder
financeiro, o prostíbulo atrai pessoas de todas as classes sociais,
que buscam no local o refúgio para algumas horas de diversão,
prazer ou apenas distração. A maioria dos homens casados que
nos procuram querem fazer o que suas esposas não fazem, por
vergonha ou caretice. E eu faço de tudo; faço bem e faço
bonito, gaba-se Greice, aos risos. De acordo com elas, os
freqüentadores do estabelecimento gastam quantias grandes de
dinheiro e ainda pagam festas  as festas dos
bacanas, como elas chamam - regadas a muita bebida, música e
onde o desejo sexual flui intensamente. Aqui não é um lugar
'dos mais chiques', mas os caras gostam mesmo é de quem faz tudo
com eles. E isso é com a gente mesmo, acrescenta Greice,
expressando nas palavras a segurança e a determinação notável a
todas as funcionárias da casa.</p>

<p>
Com tamanha aparente satisfação no que fazem e sendo essa a
profissão tida como a mais antiga, seria a prostituição a carreira
mais bem-sucedida? Greice e Natasha, ao menos, não tem planos de
deixar o ofício tão cedo. Elas desconstroem a imagem construída
pela maioria dos meios de comunicação sobre o mundo da prostitutas.
Afirmam ser felizes na área que atuam e garantem viver uma vida
normal  realidade que boa parte da sociedade desconhece.</p>
<p>
A naturalidade com que ambas falam do emprego, cujo principal
instrumento de trabalho é o corpo, levam à reflexão sobre o poder
da mídia na formação dos estereótipos das garotas de programa. Os
depoimentos de Greice e Natasha vão de encontro à muitas idéias que
são expostas tanto pelos veículos de comunicação como pelas
próprias garotas de programa, através de blogs, livros e afins.
Exposição esta que comumente é aceita passivamente pelas pessoas,
sobretudo pelas que se encontram na chamada cultura de
massas.</p>
<p>
O relato feito por elas e a realidade em que vivem despertam para
um lado da prostituição ainda ignorado. Uma face ainda ocultada por
preconceitos sociais e mascarada pela maioria da imprensa. Embora
as rotinas e opiniões de Greice e Natasha não correspondam às de
todas as prostitutas, uma análise mais profunda sobre o tema por
parte da mídia e uma posição mais crítica da população poderia
ajudar a desvendar o até então enigmático universo das
profissionais do sexo.</p>
<p>
<em>* A pedido dos entrevistados, os nomes das pessoas e dos
estabelecimentos foram trocados.</em></p>
<p>
<em>- Redação elaborada baseada na etnografia para o Trabalho
Interdisciplinar da terceira fase de Jornalismo da Estácio de
Sá.</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/413157/Por-tr-s-dos-bastidores-a-prostitui-o-contada-por-quem-a-vive/</id>			<link href="http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/413157/Por-tr-s-dos-bastidores-a-prostitui-o-contada-por-quem-a-vive/" />			<author>				<name>alessandroengroff</name>				<uri>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-19T22:15:45+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A resposta do prefeito</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>"Aos que torcem contra a cidade,
recomendo a leitura da biografia do ex-premiê britânico Benjamin
Disraeli que, há 200 anos, afirmava existir três tipos de mentiras:
mentiras, mentiras enormes, e estatísticas."</strong></p>
<p>Dário Berger, prefeito de
Florianópolis, no artigo "Alto lá!", publicado no <em>Notícias do
Dia</em> deste final de semana. No texto, ele contesta o estudo que
aponta o trânsito de Florianópolis como o pior do Brasil e o
segundo pior do planeta.</p>
				</div>			</content>			<id>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/406785/A-resposta-do-prefeito/</id>			<link href="http://alessandroengroff.spaceblog.com.br/406785/A-resposta-do-prefeito/" />			<author>				<name>alessandroengroff</name>				<uri>http://alessandroengroff.spaceblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-14T00:07:51+02:00</updated>		</entry></feed>