<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[musicblog.com.br] toquedecordas : <![CDATA[Toque de Cordas]]></title>		<link>http://toquedecordas.musicblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Toque de Cordas]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 22:17:46 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Toque de Cordas em novo endereço]]></title>			<description><![CDATA[<p>Este blog será
apenas de conteudo informativo a partir de então, o novo
endereço <a href=
"http://toquedecordas.blogspot.com/">http://toquedecordas.blogspot.com/</a>
será mais ativo, com downloads, resenhas de revistas e
livros musicais, noticias e afins....ao entrar nesta página
visite-nos também no endereço blogspot.</p>
<p>Abraço a
todos!</p>
<p>Leo Schulder.</p>
]]></description>			<link>http://toquedecordas.musicblog.com.br/31482/Toque-de-Cordas-em-novo-endereco/</link>			<comments>http://toquedecordas.musicblog.com.br/Toque-de-Cordas-em-novo-endereco-10102007-220418-lp-31482.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://toquedecordas.musicblog.com.br/31482/Toque-de-Cordas-em-novo-endereco/</guid>			<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 22:04:18 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Eric Johnson]]></title>			<description><![CDATA[
<div align="center"></div>
<div align="justify"><a href=
"http://photos1.blogger.com/blogger/1682/2118/1600/ej96redback.jpg">
</a>Eric Johnson nasceu no Texas em 17 de
Agosto de 1954.Guitarrista virtuoso e perfeccionista que tem estilo
entre o rock, o fusion e o blues texano, sua sonoridade é
marcada por belas frases e timbres limpos. Recebeu vários
prêmios e está no Hall of Fame da Guitar Player
Magazine.
Começou a tocar guitarra ainda criança. Seu enorme
talento despertou a atenção de vários
artistas, entre eles Johnny Winter, que declarou: &ldquo;Quando eu
ouvi Eric, ele tinha apenas 16 anos, e me lembro que desejava tocar
como ele naquela idade&rdquo;.
Aos 21 formou a banda de jazz/ fusion Electromagnets. Nesta
época o prodigioso guitarrista já apareceu na capa da
Guitar Player Magazine. A reportagem despertou o interesse de
músicos, produtores e da mídia em geral. Neste
período trabalhou como músico de estúdio e
gravou com Cat Stevens, Carole King e Christopher Cross. Em 1986
lançou seu primeiro disco solo, "Tones", com
participação de Roscoe Beck no baixo e Tommy Taylor
na bateria. O disco foi indicado para o Grammy e deu excelente
reputação a Johnson.</div>
<p></p>
<p>Em 1990 grava seu segundo disco, "Ah Via Musicom", que ganhou o
disco de ouro e também o Grammy de Best Rock Instrumental.
No período que seguiu ao lançamento de seu segundo
disco, Johnson foi nomeado 5 vezes o melhor guitarrista na
categoria "Overall" e foi incluído no Hall of Fame da Guitar
Player. Em 1996 grava seu terceiro disco, "Venus Isle", que
não faz tanto sucesso como os dois anteriores, mas apresenta
excelentes músicas, incluindo um tributo a Stevie Ray
Vaughan com a música S.R.V. Em 1997 participa do projeto G3
ao lado de outros 2 virtuoses: Joe Satriani e Steve Vai. Este
encontro resultou em um CD/DVD gravado ao vivo. Em 1998 é
lançado o excelente álbum "Seven Worlds", que
contém raras gravações do início da
carreira de Johnson. Em 2000 lança seu disco ao vivo, "Live
and Beyond", que tem um direcionamento para o blues. Em 2001 o
Austin Chronicle conferiu a banda os seguintes prêmios: Band
of the Year, Favorite Blues Band, Favorite Single ("Rain"), Best
Electric Guitar, Best Bass e Best Drums.
"Souvenir" foi lançado em 2002. Em 2005, mais um
lançamento: "Bloom". Recentemente, foi divulgado que Eric
Johnson virá se apresentar no Brasil em 2006 mas, por
enquanto, não foram confirmados os locais nem as datas.</p>
<p></p>
<p>(1975)
<strong>Electromagnets</strong></p>
<p><strong><a href=
"http://d.turboupload.com/d/1101296/Eric_Johnson_-_Electromagnets.part1.rar.html">
Download part
1</a></strong></p>
<p><strong><a href=
"http://d.turboupload.com/d/1101465/Eric_Johnson_-_Electromagnets.part2.rar.html">
Download part
2</a></strong></p>
<p> </p>
<p>(1986) <strong>Tones</strong>

1. Soulful Terrain
2. Friends
3. Emerald Eyes
4. Off My Mind
5. Desert Song
6. Trail Of Tears
7. Bristol Shore
8. Zap
9. Victory
<strong> </strong></p>
<p><strong><a href=
"http://www.badongo.com/file/1926780">Download</a></strong></p>
<p> </p>
<p>(1990) <strong>Ah Via Musicom</strong></p>
<p><strong><a href=
"http://d.turboupload.com/d/1100874/Eric_Johnson_-_Ah_Via_Musicom.rar.html">
Download</a></strong></p>
<p> </p>
<p>(1996) <strong>Venus
Isle</strong>

1. Venus Isle
2. Battle We Have Won
3. All About You
4. S. R. V.
5. Lonely in the Night
6. Manhattan
7. Camel's Night Out
8. Song for Lynette
9. When the Sun Meets the Sky
10. Pavilion
11. Venus Reprise
<strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://mihd.net/rewmdo">Download</a></strong></p>
<p> </p>
<p>(1998) <strong>Seven
Worlds</strong>

1. Zap
2. Emerald Eyes
3. Showdown
4. Missing Key
5. Alone With You
6. I Promise I Will Try
7. Winter Came
8. Turn The Page
9. A Song For Life
10. By Your Side
<strong> </strong></p>
<p><strong><a href=
"http://www.badongo.com/file/1927808">Download</a></strong></p>
<p> </p>
<p><strong>> Live
Antone's Austin, Texas 2000</strong></p>
<p>
CD 1
1. Zenland
2. Get On Outta here
3. The Wind Cries Mary
4. Fine Morning
5. Last House on the Block
6. Rain
7. Enzo Shuffle
8. Good to Me
9. Shape I'm In
10. May This Be Love
11. Paperback writer
12. Tomorrow</p>
<p><a href=
"http://d.turboupload.com/d/1125414/Eric_Johnson_-_Live_Antones_Austin_Cd1.rar.html">
Download</a></p>
<p>
CD 2
1. Crossroads
2. Tears of a Clown
3. Once A Part of Me
4. Exit to Easy
5. Uptight-Outtasight
6. Zap!
7. Politician
8. Superstition
9. Sitting on Top of the World

<a href=
"http://d.turboupload.com/d/1125670/Eric_Johnson_-_Live_Antones_Austin_Cd2.rar.html">
Download</a></p>
<p> </p>
<p>(2002)
<strong>Souvenir</strong>

1. Get To Go
2. Space Of Clouds
3. Paperback Writer
4. Forever Yours
5. Hard Times
6. Climbing From Inside
7. I'm Finding You
8. Paladin
9. Fanfare One
10. Virginia
11. A Memory I Have
12. Dusty</p>
<p><a href="http://www.badongo.com/file/1929100">Download</a></p>
<p> </p>
<p><em>Leo Schulder</em></p>
]]></description>			<link>http://toquedecordas.musicblog.com.br/31191/Eric-Johnson/</link>			<comments>http://toquedecordas.musicblog.com.br/Eric-Johnson-09102007-132221-lp-31191.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://toquedecordas.musicblog.com.br/31191/Eric-Johnson/</guid>			<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 13:22:21 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Revista Acústico N° 17]]></title>			<description><![CDATA[<p>A Revista Acústico do mês de setembro trata de um
assunto magnífico ao meu ver...a Escala Menor
Melódica...com um estudo organizado pelo editor
técnico Ricardo Giuffrida, onde se é possivel
entender claramente sobre a utilização da seguinte
escala em questão, aqui colocarei alguns trechos da
matéria que foi capa desta edição, grande
abraço a todos.</p>
<p><em>Leo Schulder ®</em></p>
<p> </p>
<p>Autor: <strong>Ricardo Giuffrida</strong></p>




<p align="justify"><strong>OS SEGREDOS DA ESCALA MENOR
MELÓDICA
</strong>Largamente utilizada na música popular, a
escala menor melódica é considerada como um elemento
indispensável no jazz e na MPB. Além de seu emprego
melódico, a harmonia gerada por ela resulta em uma
família de acordes com sonoridades próprias,
definindo relações acordes/escalas primordiais na
improvisação moderna.


<strong>Estrutura</strong>
A escala menor melódica - também chamada de "escala
menor melódica de jazz", para diferenciá-la da menor
melódica clássica - possui a estrutura intervalar
mostrada no exemplo 1. Observe que a escala possui estrutura
semelhante à escala dórica, porém com a
sétima maior em vez de menor, e que ela também
corresponde a uma estrutura diferente da escala diatônica,
apresentando quatro tons inteiros seguidos (exemplo 2). Outro fator
importante é a presença de uma estrutura
simétrica lhe confere uma sonoridade característica:
a tríade aumentada - localizada entre 3m / 5 / 7M (exemplo
3) -, aplicável tanto no contexto melódico quanto no
harmônico.


<strong>Campo harmônico menor
melódico</strong>
Você pode agrupar as notas da escala criando um campo
harmônico por intermédio do empilhamento de
terças. No exemplo 4 você tem a escala de Dó
menor melódica. A partir disso, veja o exemplo 5, com
tríades. Observe que, diferentemente dos campos
harmônicos maior e menor, que possuem tríades maiores,
menores e diminutas, aqui é gerada a tríade aumentada
no bIII(5#). No agrupamento em tétrades (exemplo 6)
também são gerados acordes não utilizados nas
escalas diatônicas - Im(7M) e bIII7M(5#). Observe que os dois
possuem tríades aumentadas na sua estrutura (notas Eb, G e
B) e note também a presença de acordes com estruturas
iguais nos graus IV7, V7, VIm7(b5) e VIIm7(b5). Os acordes gerados
por essa escala criam sonoridades importantes, largamente
utilizadas na música brasileira e no jazz.


<strong>Modos da menor melódica</strong>
Se você considerar cada grau da escala menor melódica
como uma nova tônica, isso pode gerar sete modos com
estruturas intervalares diferentes. Cada inversão da escala
menor melódica é de importância não
apenas melódica, mas também harmônica. Como
você vai ver a seguir, a menor melódica gera uma
série de acordes dominantes em alguns de seus modos, que
podem ser utilizados no V grau de seqüências
harmônicas. Observe cada escala gerada a partir das
tônicas da escala de C menor melódica e como os nomes
das escalas são "emprestados" dos modos gregorianos.

primeiro modo (T 2 3m 4 5 6 7M 8). A partir desta
estrutura de intervalos pode ser gerada uma família de
acordes com as mesmas características, visto no exemplo 8
[Cm7M(9), Cm7M(11), Cm6(7M)]. A tétrade
característica desse modo apresenta a sétima maior,
formando uma tríade aumentada com 3m e 5.

dórico b2 (segundo modo) (T 2b 3m 4 5 6 7 8) -,
repare que apesar de poder montar uma família de acordes a
partir dessa escala, você não terá um efeito
diferente do modo dórico, a não ser pela 2b que, na
verdade, não soa bem em um acorde menor pelo fato de criar
trítono com a quinta do acorde. No exemplo 10 - lídio
aumentado (terceiro modo) (T 2 3 4# 5# 6 7M 8) - veja que esta
escala tem um som peculiar por apresentar sétima maior e
quinta aumentada, tendo como acorde característico Eb7M(5#),
mostrado no exemplo 11. Observe também a presença da
tríade aumentada a partir da tônica.

lídio dominante (quarto modo) (T 2 3 4# 5 6 7 8)
-, você tem uma escala de extrema importância pela
sonoridade característica. Seu acorde característico
é F7(11#), mostrado no exemplo 13. Tal escala é muito
utilizada na música nordestina. No exemplo 14 ­-
mixolídio b13 (quinto modo) (T 2 3 4 5 b6 7 8) - você
tem uma escala que apresenta como acorde característico o
G7(b13) (exemplo 15), sendo a mesma muito usada nas vertentes mais
tradicionais da música brasileira, como choro e samba. No
exemplo 16 - eólio b5 (sexto modo) (T 2 3m 4 5b 6b 7 8) -
está uma escala de sonoridade arrojada, correspondente ao
modo lócrio, porém com a segunda maior, o que gera um
acorde característico, Am7(b5/9) (exemplo 17).

escala alterada (sétimo modo) (T 2b 2# 3 5b 5# 7
8) - está uma escala importantíssima na
improvisação, que gera a família dos chamados
"acordes alterados". Observe que você pode expressar a
estrutura intervalar com diversas enarmonias. Apesar de esse grau
ser expresso no campo harmônico como um acorde meio diminuto,
a escala tem a possibilidade de gerar acordes dominantes com 9b e
9#, e 5b e 5#. Desta maneira, temos uma família de acordes:
B7(9b), B7(9#) - porém, sem a quinta justa - e B7(b5),
B7(5#), B7(9#/b5), B7(b5/9b). Família de acordes alterados
(exemplo 19).

O grande "pulo do gato" de tudo isso é que você pode
utilizar esses acordes gerados não necessariamente nos graus
nos quais eles são gerados. Por exemplo: os acordes gerados
nos graus IV (lídio dominante), V (mixolídio b13) e
VII (escala alterada) são todos aqueles que podem ser usados
como dominantes, ou seja, o V grau de "alguém".</p>
<div align="justify">A aplicação direta da
relação "escala/acorde" também é eficaz
na improvisação, independente do campo
harmônico ou tonalidade utilizada.</div>
<div align="justify">Apresentado o acorde G7(11#) isoladamente,
você pode utilizar a escala de G lídio dominante (ou D
menor melódica) independente da tonalidade;</div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify">Na progressão Cm7 / Fm7 / G7(9#) / Cm7,
você consegue usar para cada acorde os seguintes elementos:
escala menor natural (C eólio), que corresponde à
escala da tonalidade, (para Cm7), F dórico (inversão
do C eólio) para Fm7 e escala de G alterada (ou Ab menor
melódica) para G7(9#). Observe como tal uso enriquece a
sonoridade do improvisador. Em contrapartida, exige
raciocínio rápido. Desta maneira, você pode
utilizar os modos da menor melódica para os acordes:</div>
<div align="justify">

<strong>Cm7M</strong> - C menor melódico;
<strong>C7M(5#)</strong> - C lídio aumentado (A menor
melódica);
<strong>C7(11#)</strong> - C lídio dominante (G menor
melódica);
<strong>C7(b13)</strong> - C mixolídio 13b (F menor
melódica);
<strong>Cm7(b5/9)</strong> - C eólio b5 (Eb menor
melódica);
<strong>Calt</strong> - C alterada (Db menor
melódica).</div>
<p> </p>
<p align="justify"><strong>
Prática</strong>

Um bom ponto de partida para o estudo da escala menor
melódica é a divisão do braço em cinco
desenhos, que por sua vez podem ser transferidos para todas as
regiões. Em todos os modos da escala, os desenhos
serão os mesmos, obviamente pela manutenção da
estrutura de tons e semitons. Porém, os intervalos
estarão em posições diferentes de acordo com o
modo.</p>
<strong>Conclusões</strong>

<em>A escala menor melódica tem importância
prática para qualquer improvisador e para aquele que estuda
harmonia de modo sério. Estudar as sonoridades de cada modo
e de cada família de acordes gerado por eles é
importante para a escolha de escalas sobre um determinado acorde.
É essencial que você tenha paciência e
organização para entender um assunto tão
complexo e amplo.

Procure estudar cada um dos modos na teoria e na prática,
sempre tendo em mente a localização das notas e dos
intervalos no braço do violão. Porém, é
importante saber que todo esse estudo é um meio que deve ser
aplicado em idéias musicais. Não esqueça que a
transformação de teoria aplicada em música
requer conhecimento e senso artístico.</em>



]]></description>			<link>http://toquedecordas.musicblog.com.br/31126/Revista-Acustico-N-17/</link>			<comments>http://toquedecordas.musicblog.com.br/Revista-Ac-stico-N--17-09102007-011445-lp-31126.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://toquedecordas.musicblog.com.br/31126/Revista-Acustico-N-17/</guid>			<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 01:14:45 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Bob James & Kirk Whalum - Joined at the Hip - 1996]]></title>			<description><![CDATA[<p>Dois grandes músicos, Bob
James com o som imprevisível de seu piano e Kirk Whalum com
seu Sax envolvente, fazendo uma mistura sofisticada em um disco
surpreendente e mágico.</p>
<p><em>Leo Schulder</em></p>
<p> </p>
<p>Bob James & Kirk Whalum -
Joined at the Hip </p>
<p>01 - Soweto</p>
<p>02 - Kickin Back</p>
<p>03 - Out Of The Cold</p>
<p>04 - Deja Blue</p>
<p>05 - Midnight At The Oasis</p>
<p>06 - Tell Me Something Nice</p>
<p>07 - Tour De Fourths</p>
<p>08 - The Ghetto</p>
<p>09 - The Prayer</p>
<p> </p>
<p><a href=
"http://rapidshare.com/files/4709279/Bob_James_And_Kirk_Whalum.zip.html">
Download</a></p>
]]></description>			<link>http://toquedecordas.musicblog.com.br/31092/Bob-James-Kirk-Whalum-Joined-at-the-Hip-1996/</link>			<comments>http://toquedecordas.musicblog.com.br/Bob-James-et-Kirk-Whalum---Joined-at-the-Hip---1996-08102007-195826-lp-31092.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://toquedecordas.musicblog.com.br/31092/Bob-James-Kirk-Whalum-Joined-at-the-Hip-1996/</guid>			<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 19:58:26 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Revista Studio N° 38]]></title>			<description><![CDATA[<p>A Revista Studio tem
sido uma das leituras mais eficaz ao meu ver de um tempo pra
cá, talvez seja nada mais obvio que, quando a
informação que se capta é algo novo, sendo
totalmente absorvido pela primeira vez, seja assim, fascinante e
por que não assim dizer, <em>"mágica"</em> tal
leitura, e a edição n° 38 está abordando
um assunto importantíssimo pra quem trabalha, ou deseja um
dia trabalhar nessa área, seja tecnicas de estúdio,
engenheiros, produtores e músicos (sem
exceção), que precisam de cuidados nessa
hora muita das vezes prazerosa, mas também
cansativa e trabalhosa que é uma gravação
em um estúdio, enfim, na matéria de capa você
descobrirá as principais causas dos problemas relacionados
à atividade e se educará para evitar problemas
futuros. Foram consultados medicos e especialistas para
mostrar as condições adversas que a maioria dos home
studios ainda oferecem, identificando os maiores motivos de
preocupação e consequentemente o alertando e
prevenindo de passar por tal situação, então
educa-se, previna-se e grave a vontade!...</p>
<p><em>Leo
Schulder</em></p>
]]></description>			<link>http://toquedecordas.musicblog.com.br/30832/Revista-Studio-N-38/</link>			<comments>http://toquedecordas.musicblog.com.br/Revista-Studio-N--38-07102007-054401-lp-30832.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://toquedecordas.musicblog.com.br/30832/Revista-Studio-N-38/</guid>			<pubDate>Sun, 07 Oct 2007 05:44:01 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>