<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://timbrenoise.musicblog.com.br</title>		<id>http://musicblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://timbrenoise.musicblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[04 de JULHO entra no ar mais um  Lançamento Virtual TIMBRE NOISE]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://timbrenoise.musicblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-07-05T00:43:48+02:00</updated>		<entry>			<title>TIMBRE ROCK NEWS | PINBACK Discografia, um som calmo e extremamente viciante!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<h3>
PINBACK
Discografia</h3>
<p>
AAAAAAAAAAAAAHHHH!!</p>
<p>Demorei tanto pra postar novidades porque estava procurando /
baixando / hospedando.</p>
<p>Trabalho concluído, agora é hora de compartilhar isso com
vocês!

O Pinback é de San Diego, e é uma das bandas
alternativas que mais tem fãs na Califórnia. Não é à
toa: Musicas simples e ao mesmo tempo extremamente complexa,
diferente de qualquer outra banda, o trabalho dos caras beira a
perfeição.

O nome Pinback refere-se ao Sargento Pinback, personagem do filme
Dark Star (comédia de sci-fi de 1974, e que leva o cinismo como
tempero principal), e samples do filme podem ser encontrados nas
músicas dessa banda norte-americana que produz um som complexo e
profundo, mas que pode ser agradável aos ouvidos desde o primeiro
contato.</p>
<p>O que se percebe ao ouvir Pinback é a forte presença de
instrumentos de corda: vários, em profundidades e ritmos distintos,
que criam um clima de amplitude em várias dimensões.</p>
<p>Enfim, um som calmo e extremamente viciante!

Discografia:

Pinback
- Pinback (1999)

Pinback - Some
Voices (EP - 2000)

Pinback - Blue
Screen Life (2001)

Pinback
- Offcell (EP - 2003)

Pinback - Summer
in Abaddon (2004)

Pinback - Nautical
Antiques (2006)</p>
				</div>			</content>			<id>http://timbrenoise.musicblog.com.br/166482/TIMBRE-ROCK-NEWS-PINBACK-Discografia-um-som-calmo-e-extremamente-viciante/</id>			<link href="http://timbrenoise.musicblog.com.br/166482/TIMBRE-ROCK-NEWS-PINBACK-Discografia-um-som-calmo-e-extremamente-viciante/" />			<author>				<name>timbrenoise</name>				<uri>http://timbrenoise.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-25T13:51:41+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>TIMBRE ROCK NEWS | Disco solo de Thom Yorke + CD NOVO | "Porque Eu Só Quero Comer</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>

<p></p>
<p><strong><em><span>Disco solo de Thom
Yorke</span></em></strong></p>
<p></p>
<div>
<h2>
</h2>
</div>
<div>
<h2><strong><em><span><span><span>Em recente entrevista a Revista Rolling
Stone, o vocalista do Radiohead, Thom Yorke, comentou sobre seu
primeiro disco solo, "The Eraser", que deve ser lançado no dia 10
de Julho na Inglaterra.Segundo Thom, o cd foi resultado de
"coisas que eu faço quando estou
entediado".</span></span></span></em></strong></h2>
<h2><strong><span><span>O novo trabalho possui inclusive uma música
que chegou a ser trabalhada para entrar no último disco do
Radiohead (Hail to The Theif) chamada Harrowdown Hill, mas Thom
decidiu usá-la para seu disco solo, pois com a banda não conseguiu
achar um resultado
satisfatório.</span></span></strong></h2>
<h2><span><span>Na
Internet, já é possível encontrar "The
Eraser".</span></span></h2>
<h2><span>É basicamente a parte mais
experimental do Radiohead muito potencializada, pois desta vez Thom
não teve a interferência dos outros membros da banda para colocar
um lado mais rock a músicas. Lideres de bandas lançarem discos
solos não significa o fim do
grupo.</span></h2>
<h2><span>Aqui no Brasil, um bom
exemplo disso é o Herbert Vianna, do Paralamas do Sucesso. Herbert
lançou três (bons) discos solos: Batumaré (1992), Santorini Blues
(1997) e O Som do Sim (2001), para que podesse lançar músicas que
não têm muito a ver com o trabalho de sua banda, ou mesmo, tirar do
baú aquelas músicas que já estão por lá a muito tempo e não seria
lançada pelo seu grupo original.</span></h2>
<p></p>
</div>
<div>
<h2><span>Papito - O Comedia da
Midia</span></h2>
<p><span></span></p>
<div><span>
<span>Tenho que bater palma
para esse cara.</span>


<strong>Supla lança novo single em
ringtones</strong>

Em parceria com o Ligaki, empresa de download para
celulares, a gravadora Arsenal Music lançará de uma forma inovadora
o novo single do cantor Supla, "Porque Eu Só Quero Comer
Você".</span></div>
<div>Em vez de
seguir o método tradicional, colocando a música na programação das
rádios e gravando um clipe, a companhia disponibilizará a canção
exclusivamente para ringtone pelo portal
Ligaki.</div>
<div>A canção estará
disponível para download em celulares já neste início de
junho.</div>
<div>Os usuários de
celular de qualquer operadora precisarão apenas enviar uma mensagem
de texto para o número 49900 com a palavra TOP para baixar a música
em forma de ringtone.</div>
<div>Os ringtones
estarão nos formatos monofônicos e polifônicos, truetones e
voicetones</div>
</div>
<div>
<span><span></span></span></div>
<p><span><span></span></span></p>
<div></div>
				</div>			</content>			<id>http://timbrenoise.musicblog.com.br/152479/TIMBRE-ROCK-NEWS-Disco-solo-de-Thom-Yorke-CD-NOVO-Porque-Eu-S-Quero-Comer/</id>			<link href="http://timbrenoise.musicblog.com.br/152479/TIMBRE-ROCK-NEWS-Disco-solo-de-Thom-Yorke-CD-NOVO-Porque-Eu-S-Quero-Comer/" />			<author>				<name>timbrenoise</name>				<uri>http://timbrenoise.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-15T04:23:13+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>TIMBRE ROCK NEWS | Falando da minha maior paixão | SONIC YOUTH</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Barulheira POP</strong></p>
<p></p>
<p>"100%"</p>








<p></p>
<p><strong>SONIC YOUTH
Paixão</strong></p>
<p></p>
<p>Uma das coisas que mais prazer me dá,
nesta coisa da musica, são as paixões inesperadas, aquele
sentimento estranho de difícil explicação e de complexa
justificação. Gosta-se (e muito) e pronto.</p>
<p></p>
<p>A banda de Thourston Moore tocou-me
a alma em 1988, alguém num acto de pura locura, um amigo de escola
pra ser mais exato na época do colégio disse-me: ouve,
acho que tem muito a ver contigo... será que naquela
época eu tinha cara de perturbado e louco???
enfim.</p>
<p>Depois disso, parti à descoberta do
maravilhoso mundo de Sonic Youth, primeiro 1982 EVOL, Sister,
Daydream Nation - se tornou um ícone para a geração de
indie-rockers e logo de seguida com o quarteto gravou seu homônimo
EP.</p>
<p></p>
<p>Depois veio "Confusion is Sex" (1983),
veio também o EP "Kill Yr Idols" lançado na a Alemanha, pelo selo
Zensor, em 1984, durante negociações com a gravadora, o álbum ao
vivo "Sonic Death: Sonic Youth Live", somente em fita cassete, foi
lançado pela Ecstatic Peace.</p>
<p></p>
<p>"Bad Moon Rising", foi lançado em 1985 no
mesmo ano saiu do forno EP "Death Valley 69", Steve Shelley entra
na banda, e a partir dae se tornou o baterista
permanente.</p>
<p></p>
<p>Em 1986 lançou EVOL, "Sister" veio em
1987.</p>
<p></p>
<p>Dae pra frente a banda só cresceu e em
alguns meses veio "The Whitney Album" lançado pelo projeto paralelo
dos caras da banda, chamado Ciccone Youth, de
1988.</p>
<p></p>
<p>Daydream Nation". Lançado pela Enigma
Records, em 1989 quem não conhece esse hit "Teenage
Riot"???.</p>













<p>Em 1990, "Goo", primeiro álbum da banda
com uma gravadora grande, trazia um som mais focado, mas ainda não
abandonava a característica barulhenta do Sonic
Youth.</p>
<p></p>
<p>Depois veio o também conhecido "Dirty", em
meados de 1992, com o rock moderno das músicas "100%", "Youth
Against Fascism" e "Sugar Kane".</p>
<p></p>
<p>O Sonic Youth logo se tornou um dos pais
do rock alternativo, que era a forma mais popular da música rock
nos EUA e "Dirty" foi considerado hit durante toda sua divulgação,
conquistando disco de ouro.</p>
<p></p>
<p>"Experimental Jet Set, Trash and NoStar"
de 1994 um dos trabalhos mais focados dos caras foi muito bem
recebido pelo publico INDIE, em 1995 eles lançaram "Washing
Machine", que recebeu críticas ainda mais fortes que as de
"Daydream Nation".</p>
<p></p>
<p>Após lançar vários EPs experimentais pelo
selo próprio SYR, em 1998, a banda voltou à tona com o álbum "A
Thousand Leaves".</p>








<p>"NYC Ghosts" e "Flowers"
vieram em meados de 2000.</p>
<p></p>
<p>Em 2002, lançaram o albúm
chamado, "Murray Street".</p>
<p></p>
<p>Enfim meu amigos o mais
interessante nesta caminhada, é que a intensidade aumenta de uma
forma quase matemática, palavra a palavra, canção a canção, disco a
disco, é a construção do barulho *SONIQUIANO a tomar conta
do meu ser.</p>
<p></p>
<p>O mais recente trabalho dos
SONIC, chega na altura em que a ressaca estava a ficar
insuportável, a dependência provocada pela necessidade de uma nova
dose de canções, enfim acaba a angustia e abre-se a esperança.
Sonic Youth - The Eternal (2009) Antenna é a abertura
perfeita, lenta, intensa, pacifica, é a antítese ideal de todo o
disco. A Calming The Snake é impossível não tomar
atenção, é ao mesmo tempo uma brilhante e demolidora
sequência.</p>
<p></p>
<p>Este último álbum do SOnic
YOuth é musicalmente um tratado, transborda melodias rock-punk por
todos os poros um disco mais que perfeito, da mais exemplar banda
da actualidade.</p>
<p><em>Sonic Youth - The Eternal
(2009)</em></p>
<p><em>http://www.4shared.com/file/102405854/8c4776ba/TE_online.html</em></p>
<p><em>Por Fábio Pereira</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://timbrenoise.musicblog.com.br/151629/TIMBRE-ROCK-NEWS-Falando-da-minha-maior-paix-o-SONIC-YOUTH/</id>			<link href="http://timbrenoise.musicblog.com.br/151629/TIMBRE-ROCK-NEWS-Falando-da-minha-maior-paix-o-SONIC-YOUTH/" />			<author>				<name>timbrenoise</name>				<uri>http://timbrenoise.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-15T04:23:55+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>TIMBRE ROCK NEWS | ROCKEIROS DE ONTEM E DE HOJE | Por Haroldo Co(y)pacabana Morales</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O Rock and Roll, estilo musical nascido em meados dos
anos 50 do século passado, e amadurecido nas duas décadas
posteriores, teve como comburente principal a revolta contra os
modelos sociais vigentes. Para se consolidar como estilo musical, o
som dos negros estadunidenses encontrou um desafio crucial: teve
que romper a barreira quase intransponível do pensamento
conservador das elites dominantes.</p>
<p>
</p>
<p><strong></strong></p>
<p><span><strong>(Fotos: à esquerda um rockeiro de
ontem, à direita um rockeiro atual - repare na
franja)</strong></span></p>
<div><span>
A figura do rockeiro, paulatinamente, foi associada ao do jovem
marginal ou contraventor, assim como todos os partidários de
movimentos que tentavam levar ao seio da sociedade idéias
renovadoras e progressistas, ou seja, o combate ao status. Os
rockeiros, inflamados por ideais contra-culturais, eram vistos como
uma ameaça à moral e aos bons costumes. Esse estigma se arrastou
durante muito tempo.

Apesar da propaganda antagônica, o rock se mostrou eficiente
instrumento no combate às diferenças raciais e sociais. A idéia de
um mundo sem Estados, sem religião, onde negros, brancos, vermelhos
e amarelos coexistam pacificamente e onde os conflitos não passem
de trocas de palavras a fim de chegar num lugar comum, apesar de
incomodar as elites capitalistas, foram gritadas aos quatro cantos
do mundo pelos músicos e admiradores de Rock. Rompendo barreiras,
ganhou projeção e influenciou a cultura do fim do séc XX.

Contra tudo e contra todos. Assim nasceu o Rock and Roll, nasceu
adolescente, rebelde em sua essência.

Mas uma máxima sempre prevalece quando as relações de poder estão
próximas de serem abaladas, e não poderia ser diferente neste caso:
as coisas têm de mudar para que tudo permaneça igual.

Destarte, as peculiaridades do Rock and Roll, aos poucos foram
sendo inseridas à cultura tradicional, não porque o mundo
finalmente havia mudado, mas simplesmente para que deixasse de ser
um incômodo aos modelos existentes.

Neste sentido, coube ao mercado explorar ao máximo o produto Rock
and Roll, visando além do lucro, desgastar a imagem rebelde e
questionadora. Característica marcante do neoliberalismo é permitir
tudo, para que nada atrapalhe a voracidade do capital.

Os meios de comunicação de massa gradativamente cederam espaço para
os elementos do Rock and Roll que interessavam ao mercado, como,
por exemplo, a vestimentas. O que costumava ser uma especialidade
involuntária dos rockeiros, passou a proporcionar, ao público em
geral, a sensação de rebeldia (sem causa), demonstrado no simples
fato de se usar uma calça jeans. Esvaziaram-se os ideais, sobrou a
carcaça.

O racismo, a desigualdade, as guerras, a opressão, os preconceitos,
etc. ainda fazem parte de nosso cotidiano, mas não são objeto de
combate pelos rockeiros (mais preocupados em não despentear suas
franjas). O rockeiro de hoje, salvo raríssimas exceções, esta mais
preocupado em manter a estética para que os outros os reconheçam
como rockeiro do que com o que se passa nomeio em que vive:
mais vale um cabelo estiloso e meia dúzia de piercings do que uma
idéia na cabeça.</span></div>
<div><span></span></div>
<div>Por <em>Haroldo
Co(y)pacabana Morales</em>
 </div>
<div>Marcadores:</div>
<div>
http://mentorincorporeo.blogspot.com</div>
				</div>			</content>			<id>http://timbrenoise.musicblog.com.br/148161/TIMBRE-ROCK-NEWS-ROCKEIROS-DE-ONTEM-E-DE-HOJE-Por-Haroldo-Co-y-pacabana-Morales/</id>			<link href="http://timbrenoise.musicblog.com.br/148161/TIMBRE-ROCK-NEWS-ROCKEIROS-DE-ONTEM-E-DE-HOJE-Por-Haroldo-Co-y-pacabana-Morales/" />			<author>				<name>timbrenoise</name>				<uri>http://timbrenoise.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-04-29T15:41:02+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>TIMBRE ROCK NEWS | HEAVY TRASH & UNCLE BUTCHER + MARCO BUTCHER ENTREVISTA HEAVY TRASH</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<h3>
HEAVY TRASH  UNCLE BUTCHER</h3>
<p></p>
<p></p>
<div></div>
<div>

Uncle
Butcherfaz o show de abertura de Heavy Trash nessa
quarta-feira, dia 22/04 no StudioSP.Heavy Trashé o atual projeto de Jon Spencer com Matt Verta
Ray, ex Speedball Baby.
O duo, para essa tour sulamericana a banda Powersolo, que se
encarrega de cuidar da cozinha/seção rítmica (bateria e baixo
acústico).
O som pode ser definido como uma mistura de Rockabilly, Honk Tonky,
Blues e tudo que faz parte da música de raiz americana.
Uncle Butcher já tocou com o Heavy Trash em Birmingham, no Hare and
Hound no final do ano passado, na sua tourne européia com o duo The
Jam Messengers com Rob K, ex Workdogs, banda novaiorquina que
contou com Jon Spencer como guitarrista em alguns dos seus
albuns.
Compre seu ingresso antes que acabe!
<span>StudioSP</span>- São Paulo - dia
22/04<span>R. Augusta, 591 - Centro
Tel.: (11) 31297040</span>

Ingressos antecipados e lista: R$ 30,00</div>
<h3>Na porta: R$ 40,00</h3>
<p>
<strong>MARCO BUTCHER ENTREVISTA HEAVY
TRASH</strong></p>
<div>Ai vai a
entrevista que Marco Butcher fez com a banda:

MB - Me parece que desde que você começou a tocar em bandas você
tem se mantido bem ocupado com a musica, como e quando isso começa
na sua vida?
JS - Talvez por volta dos 17 ou 18 anos? Eu estava bem envolvido na
cena do rock'n roll noise que rolava nos meus tempos de
faculdade. Então eu senti que deveria pular fora e começar o Pussy
Galore.


MB  Fale um pouco de como viver na cidade de Nova York afeta
sua dieta musical.
JS - Eu me mudei para Nova York porque na época eu estava
apaixonado pelas grandes bandas de lá como Velvet Underground, the
Ramones, Suicide, the New York Dolls, etc e também, é claro, a cena
no wave que estava começando (Teenage Jesus, Mars,
James Chance, etc) assim como outras coisas que vieram a partir
disso Swans, Sonic Youth e outros. A musica estava por todo lado,
mas não só os sons musicais, a cidade de Nova York é grande e
também um lugar muito barulhento, eu buscava uma relação com esse
lado mais feio e moderno da cidade industrial.


MB  Olhando bem de perto sua carreira musical pode-se dizer
que você navega do hardcore, punk, musica eletrônica passando pelo
hip hop, trash blues e rock'n roll. Mesmo sendo tão elástico
ou eclético ainda encontramos pessoas com nomes para
categorizar isso como você se sente a respeito disso? Você pensa
sobre isso?
JS - Eu me sinto bem! É musica, algo que está vivo. Nada estático
como uma peça de museu.


MB  Quando ouvi o Heavy Trash pela primeira vez minha
impressão foi a de que você conseguiu chegar num lugar ainda mais
primitivo com sua musica, de murder ballads ao
rock'n roll no melhor estilo anos 50, como você acha que isso
aconteceu?
JS - É isso que eu amo a respeito da musica. O rockabilly é de
certa maneira o formato mais inocente do rock'n roll, o ponto
alto da fantasia.


MB- Você poderia apresentar Matt Verta Ray para o publico
brasileiro e descrever como vocês chegaram ao Heavy Trash?
Matt Verta Ray responde: Eu e o Jon somos amigos vindos da cena
musical de Nova York, acabamos nos encontrando por termos
interesses muito parecidos em vários tipos de musica, livros de
ocultismo e coisas assim... Nova York pode ser uma cidade muito
pequena de varias maneiras e existe apenas algumas pessoas que
acabam por dividir os mesmos interesses com você, o que cria uma
espécie de circulo gravitacional que mantém essas pessoas próximas.
Existe um código secreto que define esse tipo de pessoas para as
outras. Alguns anos depois de termos nos conhecido, minha antiga
banda (Speedball Baby) estava em turnê com os Blues Explosion e nós
dois tivemos a oportunidade de fazer uma jam bem tímida no camarim
tocando alguns clássicos do rockabilly. Depois disso tiramos um
tempo para tocar no meu estúdio experimentando alguns tipos de sons
diferentes, bebendo e nos divertindo, esse material acabou indo
para as fitas de rolo e bingo! Estava pronto o primeiro álbum do
Heavy Trash. Em principio era para ser um projeto de estúdio, mas
nós marcamos uma pequena tour e foi tão divertido que continuamos
nesse ritmo sem olhar para trás. O nome da banda vem de uma piada
que meu pai costumava contar nos anos 70, era mais ou menos sobre o
dia da limpeza pesada quando você resolve jogar fora
aquele sofá velho, geladeira, cama... após 25 anos. O nome está aí,
Heavy Trash.


MB - A química entre vocês parece levar a banda a algum lugar entre
Marte e Memphis, mixando ficção com as raízes da musica Americana.
Poderíamos dizer que livros e quadrinhos fazem parte de sua dieta
para fazer musica?
JS - Definitivamente sim! E por favor, adicione filmes a esta lista
de ingredientes.


MB - Que tipo de musica faz o toca discos e Jon Spencer feliz nos
dias de hoje?
JS - Vince Taylor!


MB - O Mercado musical mudou consideravelmente nos últimos anos
tornando uma missão quase impossível fazer e vender discos. Que
tipo de postura e política tem o Heavy Trash no que diz respeito a
lidar com MP3, downloads e essa coisa da era digital e de que
maneira você acha que isso afeta a cena independente?
JS - A indústria musical vem se beneficiando às custas dos músicos
há muito tempo. Talvez a internet tenha ajudado as pessoas a
conhecer e descobrir artistas que não teriam como mostrar sua arte
de outra forma.


MB - Você assina a produção de uma lista de discos bem legais,
trabalhando com outras bandas como produtor e às vezes como musico
convidado. Como esse lado produtor funciona para você? É algo que
acontece por acidente ou algo que você realmente precisa estar
fazendo, como um terceiro braço na musica?
JS - Eu realmente gosto de estar no estúdio gravando e produzindo
coisas. Se a banda for legal e a musica for algo que me motiva isso
cria em mim a vontade de ser um produtor.


MB - Que tipo de resposta vocês tiveram com o lançamento do Segundo
álbum Going Way out?
JS - As pessoas parecem estar gostando.


MB - Você poderia nos falar sobre os planos do Heavy Trash para
2009?
JS - Terminar o nosso terceiro álbum, fazer uma turnê pela America
do Sul e possivelmente ter o novo álbum pronto até o outono.


MB - Que tipo de informação você tem sobre a cena musical Sul
americana?
JS - Não muita. Espero aprender mais.


MB - Ouvi dizer vocês estarão fazendo uma turnê pela America do Sul
agora em abril. Que tipo de expectativas você tem sobre tocar aqui
com o Heavy Trash pela primeira vez?
JS - As melhores possíveis! Espero conhecer o Zé do Caixão.


MB - A última vez que vi o Heavy Trash tocando vocês estavam usando
a banda Powersolo como banda de apoio. Essa é a formação que nós
podemos esperar para os shows na América do Sul? Como vocês
conheceram o Powersolo?
JS - A formação para a turnê sul americana terá o Powersolo e
também outra banda da Dinamarca chamada Tremolo Beer Gut. Não tenho
muita certeza de como entramos em contato com esses dinamarqueses
malucos, mas com certeza eles sabem como tocar rock'n
roll.


MB - Que tipo de show o público brasileiro vai encontrar numa festa
dos Heavy Trash?
JS - Incrível, excitante, espiritual e orgástico.</div>
				</div>			</content>			<id>http://timbrenoise.musicblog.com.br/145836/TIMBRE-ROCK-NEWS-HEAVY-TRASH-UNCLE-BUTCHER-MARCO-BUTCHER-ENTREVISTA-HEAVY-TRASH/</id>			<link href="http://timbrenoise.musicblog.com.br/145836/TIMBRE-ROCK-NEWS-HEAVY-TRASH-UNCLE-BUTCHER-MARCO-BUTCHER-ENTREVISTA-HEAVY-TRASH/" />			<author>				<name>timbrenoise</name>				<uri>http://timbrenoise.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-04-20T15:14:50+02:00</updated>		</entry></feed>