<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://somsobretom.musicblog.com.br</title>		<id>http://musicblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://somsobretom.musicblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Som sobre Tom]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://somsobretom.musicblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-10-12T01:55:58+02:00</updated>		<entry>			<title>Fofoqueiro, eu?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Ao imaginar uma pessoa fofoqueira, o que vem à cabeça? Se
é aquela senhora que ficava plantada na janela observando o
movimento dos vizinhos, é preciso pensar novamente e admitir: a
fofoca está entre nós. Ela pode aproximar pessoas recém-conhecidas,
enturmar alguém em um novo departamento da empresa ou garantir
gargalhadas. Mas não dá para esquecer que ela também pode levar à
mágoa, desemprego ou coisa pior.</p>
<p>Há empresas que fazem marcação cerrada nas conversas
paralelas. Outras ignoram ou permitem a ascensão profissional de
fofoqueiros de carteirinha. O certo é que a fofoca no ambiente de
trabalho pode ser tão prejudicial para o empregado quanto é para as
empresas, que perdem horas e horas de produtividade quando o
pessoal resolve ficar no disse-que-disse. Os mexericos comprometem
o clima organizacional e os relacionamentos na empresa, conforme o
consultor de marketing Douglas Zela, doutor em Gestão de Negócios e
coordenador da Pós-Graduação em Gestão da Comunicação
Organizacional da FAE Business School. A grande questão é a
não oficialidade da informação e a possibilidade de mutação que ela
tem. Com esse telefone sem fio, o risco de comprometimento da
imagem de um colega é bastante preocupante,
afirma.</p>
<p>E é exatamente esse o ponto mais perigoso da fofoca,
quando ela é usada na intenção de desqualificar outra pessoa. A
psicóloga Tais Andrade Targa, mestre em Educação e coordenadora da
Central de Carreiras da Universidade Positivo, diz que a intriga
entre colegas é um problema cultural que merece ser investigado de
perto. As pessoas acham que para se afirmar como bons
profissionais têm que desqualificar os demais,
diz.</p>
<p><strong>Redenção</strong></p>
<p>Apesar da carga negativa que carrega, especialistas
concordam que a fofoca não é algo que precisa ser banido
definitivamente do cotidiano no trabalho. Assuntos positivos como
um anúncio de casamento, um encontro inusitado, gravidez ou
promoções também são recorrentes nas conversas de corredor e ajudam
na integração e socialização do grupo. A dica para não pisar na
bola é ter bom senso e, em alguns casos, cautela e discrição. Nunca
se sabe ao certo se todos os seus colegas que se aproximam como
ombro amigo e ouvido atento estão realmente tentando
ajudar.</p>
<p>Agora, se você está sendo alvo de uma fofoca que lhe dá
dor de cabeça, Douglas Zela tem um conselho valioso: faça como as
grandes empresas e emita uma nota oficial pessoal.
Em uma situação de crise, quando é preciso explicar o que
está acontecendo e esclarecer o ocorrido, as empresas emitem a
informação oficial e é útil fazer o mesmo. Ele reconhece que
essa não é uma tarefa fácil, mas sugere o envio de um e-mail aos
amigos e colegas mais próximos. Eles podem encaminhar para
quem julgarem ser necessário. Isto evitará más interpretações a
respeito do que esteja sendo comentado, completa.</p>
<p><strong>Eles e elas</strong></p>
<p>O Instituto de Pesquisas britânico Onepoll entrevistou
cinco mil pessoas pela internet e descobriu que os homens passam em
média 76 minutos fofocando, enquanto as mulheres dispõem de
apenas 52 minutos por dia. Os assuntos também são
diferentes: eles falam sobre histórias de bebedeiras dos amigos,
lembranças da escola e sobre as colegas de trabalho mais bonitas.
Elas se concentram no peso de outras mulheres e em assuntos que
envolvem a vida pessoal e sexual. Outro levantamento, conduzido por
uma empresa norte-americana de recursos humanos, mostrou que a
fofoca era o maior aborrecimento no trabalho, indicada por 60% dos
quase 2,5 mil entrevistados.</p>
				</div>			</content>			<id>http://somsobretom.musicblog.com.br/207173/Fofoqueiro-eu/</id>			<link href="http://somsobretom.musicblog.com.br/207173/Fofoqueiro-eu/" />			<author>				<name>somsobretom</name>				<uri>http://somsobretom.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-12T01:52:11+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Água mineral ou torneiral?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Antigamente, abríamos a torneira, enchíamos o copo
e matávamos a sede. A indústria da água mineral e a má fama que do
líquido criaram a necessidade de comprarmos H2O envasada. Agora,
campanhas chamam a atenção para o alto consumo da água
mineral.</p>
<p>Você
está sentado à mesa de um restaurante fino em Nova York e recebe
como oferta da casa uma jarra de água torneiral.
Estranho? Pois isso é realidade. A água da torneira, que nos
últimos anos esteve cercada de dúvidas sobre sua qualidade, está
alavancando uma nova onda de mudança de costumes. O governador do
estado de Nova York, David Paterson, decretou em maio que o
dinheiro público não seria mais gasto para comprar água engarrafada
e os funcionários do governo deveriam começar a frequentar o
bebedouro. Os estados de Virgínia e Illinois já tinham tomado essa
atitude. Em Londres, a campanha do jornal Evening Standard, Water
on Tap (água na torneira) conseguiu a adesão de 141 bares,
restaurantes e cafeterias, entre eles alguns das redes
McDo­­nald's, que oferecem aos clientes jarras de água da
torneira, de forma gratuita.</p>
<p>Os
adeptos do movimento defendem que o consumo de água encanada, além
de trazer economia, diminui a produção e descarte das garrafas de
plástico. Esse lixo altamente poluente é um grande pepino a ser
descascado por quem defende a natureza.</p>
<p>A
produção de água mineral engarrafada é uma atividade em expansão.
Somente no Brasil, quarto mercado consumidor, cresce certa de 10%
ao ano. Aqui, bebe-se 8,3 bilhões de litros em um ano, de acordo
com a Associação Brasileira de Refrigerantes e Bebidas
Não-Alcoólicas (Abir).</p>
<p>O Brasil
tem rígidas regras para o tratamento da água coletada em rios e
mananciais. O processo é regulamentado pelo Ministério da Saúde e
prevê, entre outras coisas, análise da água nas fases de tratamento
e de distribuição. Ao todo são 76 procedimentos feitos no processo
de tratamento. Depois de tratada, a água recebe cloro, flúor e
outros componentes químicos que garantem sua potabilidade.
Transformamos a água bruta em cristalina e removemos a
contaminação microbiológica, como clorofórmios, em 95% . Os outros
5% são garantidos com o cloro residual, diz Age­­nor
Zarpelon, Coorder­nador de Produção da Sanepar para Curitiba e
Região Metro­­po­­litana.</p>
<p>A
Sanepar garante a qualidade da água até chegar ao hidrômetro. Desse
ponto até a torneira, a responsabilidade é do proprietário ou do
condomínio. E aí aparecem alguns problemas. O recomendado é a
limpeza da caixa d'água a cada seis meses para eliminar
possível contaminação.</p>
<p>Em
países onde a água encanada vai direto para a torneira, a
circulação dá mais garantia de qualidade, mas não é o caso do
Brasil. A água parada um ou dois dias dentro da caixa
d'água, que não é limpa a cada seis meses, é o suficiente
para que haja contaminação por bactérias e toxinas produzidas no
próprio reservatório. Sendo consumida diretamente da torneira, pode
causar problemas de saúde, o que vai depender da resistência de
cada pessoa, diz Fabiana Andreoli, coordenadora do curso de
Engenharia Ambiental da PUC-PR.</p>
<p>Fabiana
ainda chama atenção para outra característica importante dos
mananciais brasileiros: as ocupações irregulares cada vez mais
presentes nessas áreas de captação. Caso da região do Iraí, em
Piraquara, um dos principais pontos de captação para Curitiba e
região. Sem falar do uso indevido de pesticidas, fertilizantes e
medicamentos não gerenciados corretamente em áreas de
mananciais.O tratamento dessa água ainda é economicamente
viável. Mas o trabalho das concessionárias sofre influência do uso
e ocupação do solo da região, que interferem bastante na qualidade
da água. O tratamento consegue salvar a água dentro dos padrões de
potabilidade. Mas se a situação se agravar, será necessária uma
nova tecnologia, que encarece a água de torneira, diz
Fabiana.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Para
saber como limpar corretamente a caixa d'água, acesse
www.sanepar.com.br
e entre no Guia do Usuário.</p>
				</div>			</content>			<id>http://somsobretom.musicblog.com.br/207168/gua-mineral-ou-torneiral/</id>			<link href="http://somsobretom.musicblog.com.br/207168/gua-mineral-ou-torneiral/" />			<author>				<name>somsobretom</name>				<uri>http://somsobretom.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-12T01:43:29+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Animais & Música</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
A utilização
de sons com fins terapêuticoschama-se
musicoterapia.</span></p>
<p><span>
A
musicoterapia é a utilização da música ou de seus elementos
(melodia, som, ritmo e harmonia), com o objetivo de promover
mudanças positivas físicas, mentais, sociais e cognitivas em seres
com problemas de saúde ou de comportamento.</span></p>
<p><span>
Pesquisadores
da Universidade do Canadá, desenvolveram um estudo sobre os
benefícios da musicoterapia para os animais. Segundo eles, cães e
gatos submetidos a sessões de música, são mais dóceis e alegres do
que os demais. Na Inglaterra, a musicoterapia para animais também
não é novidade.</span></p>
<p><span>
Segundo
estudiosos, a música harmônica pode provocar oito efeitos positivos
em animais (e humanos):</span></p>
<p><span>
-
anti-neurótico;
- anti-distônico (relaxante);
- anti-estresse;
- sonífero e tranqüilizante;
- regulador psicossomático;
- analgésico e/ou anestésico;
- equilibrador do sistema cárdio-circulatório;
- equilibrador do metabolismo profundo.</span></p>
<p><span>
A música
atinge diversos órgãos e sistemas dos animais: o cérebro, os
pulmões, o aparelho digestivo, sangue e sistema circulatório, pele
e mucosas, músculos e sistema imunológico.</span></p>
<p><span>
Alguns
autores recomendados por sua música, com efeitos benéficos: Mozart
(efeito antidepressivo), Beethovem (estimula sentimentos
superiores, intensos), Bach (estimula a introspecção, efeito
repousante), Vivaldi (efeito relaxante), música barroca, música
renascentista, etc. Os sons da Natureza (chuva, vento, mar, rio,
etc) também são terapêuticas, pois tendo uma vibração constante,
proporcionam bem-estar e relaxamento.</span></p>
<p><span>
Músicas
perturbadoras: músicas de ritmo muito marcado, como o samba ou
dissonantes como o rock, não são indicadas para os animais. Sons
muito altos podem assustá-los. O compositor clássico Wagner, não é
aconselhável para animais, pois sua música estressa e
hiperestimula.</span></p>
<p><span>
Portanto,
cuidado ao escolher a música que você e seu pet vão
ouvir!</span></p>
<p><span>
Coloque
músicas relaxantes (como as de Mozart) adequadas às circunstâncias
- isto é, se é hora do animal dormir, etc.</span></p>
<p><span>
Prefira
músicas calmas e harmônicas Não coloque o som muito alto (os
animais escutam muito melhor que nós, e para eles pode ser
insuportável), evite hard rock, rap. A exposição constante à música
caótica e confusa, altera a estrutura do cérebro de humanos e
animais.</span></p>
<p><span>
Já há, em
lojas especializadas, CDs com músicas indicadas e orientadas para
os bichinhos!</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://somsobretom.musicblog.com.br/202991/Animais-M-sica/</id>			<link href="http://somsobretom.musicblog.com.br/202991/Animais-M-sica/" />			<author>				<name>somsobretom</name>				<uri>http://somsobretom.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-09-30T22:03:39+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>'Rock band' transforma história dos Beatles em clássico interativo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Recriação de
palcos e cenários dos sonhos mostram trajetória da
banda.</p>
<p>Quando o jogo The
Beatles: Rock band foi anunciado oficialmente em 30 de
outubro de 2008, fãs de games musicais e beatlemaníacos se
dividiram em dois grupos: o primeiro tinha a certeza de que o jogo
seria um sucesso absoluto. Já o segundo, embora acreditasse que o
poder do nome Beatles fosse suficiente para garantir
as vendas, temia que a versão interativa não estivesse à altura da
história de John, Paul, George e Ringo. Um ano depois, esse temor
já pode, enfim, se dissipar. The Beatles: Rock band,
que o G1 teve a chance de experimentari lançado dia 09 em
diversos países do mundo , atinge o objetivo de transpor a saga da
banda de rock para o universo dos videogames. É um produto cultural
feito com um capricho ímpar, que agradará aos fãs dos Beatles e,
ainda mais importante, será capaz de introduzir a saga do grupo
 considerado por muitos o maior e mais influente de todos os
tempos  nos anos 60 às novas gerações. Para contar a
história dos Beatles, os produtores utilizaram, com algumas
alterações, a já consagrada plataforma "Rock band"  que
herda também características de sua série concorrente,
Guitar Hero. Nas guitarras de plástico, basta apertar
os botões indicados na tela e tocar na hora certa. Na
bateria, idem. Quem canta, além do tempo, precisa manter o tom
correto. E, pela primeira vez na trajetória da franquia, é possível
cantar em até três vozes, fazendo jus às harmonias vocais
características de algumas fases do Fab Four. Foram feitas mudanças
para deixar Rock band mais palatável para quem,
atraído pelos Beatles, está estreando no mundo dos jogos. Não é
necessário, por exemplo, enfrentar inúmeros desafios para destravar
músicas: o repertório inteiro já está liberado desde o início no
modo Quick Play. Também é possível jogar descompromissadamente, sem
correr o risco de falhar em alguma canção.</p>
<p>
<strong>Opção estética</strong></p>
<p>Mas, se não era possível
revolucionar tanto na jogabilidade, a Harmonix investiu na
narrativa e nos gráficos. E, em ambos os aspectos, merece ser
louvada. É difícil lembrar de alguma obra multimídia que tenha
conseguido utilizar tão bem a interatividade para contar uma
história. E The Beatles: Rock band é exatamente isso:
uma pequena ópera digital, com gráficos tridimensionais, fotos e
vídeos históricos mesclados à sensação de estarmos ali, nos palcos
e nos estúdios, construindo a carreira lendária da banda de
Liverpool.</p>
<p>Apesar da opção estética
por uma linguagem gráfica intermediária entre o realismo e o
desenho animado, não há concessões: a riqueza de detalhes é
impressionante, feita por gente que entendeu claramente o valor
histórico do jogo.Cavern Club, em
Liverpool, o cenário do programa de TV "Ed Sulivan show"ou o
palcomontado no Shea Stadium, em Nova York, estão ali,
reproduzidos em perfeição. Pegue e compare o jogo a um vídeo
qualquer gravado do show original, e se surpreenda ao notar que até
os vincos da fita adesiva utilizada para segurar o microfone de
John Lennon ao pedestal são exatamente iguais.</p>
<p>E é assim com a
textura da madeira do baixo Höfner, de Paul McCartney, dos tijolos
do topo da sede da Apple  onde os Beatles se apresentaram ao
vivo pela última vez, em 30 de janeiro de 1969  e até com as
mechas do cabelo de George Harrison no canto do cisne da
banda.</p>
				</div>			</content>			<id>http://somsobretom.musicblog.com.br/200965/Rock-band-transforma-hist-ria-dos-Beatles-em-cl-ssico-interativo/</id>			<link href="http://somsobretom.musicblog.com.br/200965/Rock-band-transforma-hist-ria-dos-Beatles-em-cl-ssico-interativo/" />			<author>				<name>somsobretom</name>				<uri>http://somsobretom.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-09-25T21:04:26+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Nem Lennon nem McCartney, brasileiros declaram amor a George Harrison.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Para revista
'NME', grupo não sobreviveria sem o subestimado Ringo
Starr.</p>
<p></p>
<p>E afinal? O que é rock
n' roll? Os óculos do John ou o olhar do Paul?,
pergunta Humberto Gessinger, cantor e compositor dos Engenheiros do
Hawaii, na canção O papa é pop. Os versos fazem
referência a uma antiga e acirrada disputa que todo fã dos
<span>Beatles</span> já se viu
obrigado a responder: a preferência por <span>John
Lennon</span> ou <span>Paul
McCartney</span>.</p>
<p></p>
<p>Mas será que a questão ainda se sustenta
quase 40 anos depois do"Abbey Road",
último registro em estúdio da banda? O <strong>G1</strong> ouviu
artistas epara saber a resposta ao
certame, que, ao que parece não se restringe apenas aos dois
frontmen do grupo.</p>
<p></p>
<p>
Panorama:
clique e faça um tour virtual por Abbey Road</p>
<p>
Harrison foi se
tornando um compositor cada vez mais rico, poderoso e definitivo
dentro da história dos Beatles. Tenho certeza de que, se a banda
tivesse continuado, ele teria ocupado o mesmo espaço que John e
Paul, diz o cantor e compositor Zé Ramalho.</p>
<p></p>
<p>Outro fã de Harrison é Fagner. O músico
cearense revela que, mesmo sabendo da importância de Paul McCartney
e da genialidade de John Lennon, <span>George Harrison</span> sempre
foi seu beatle favorito. Tenho uma identificação e admiração
por suas músicas muito grande. Acho uma pena ele ter feito parte do
núcleo criativo dos Beatles algemado. Não foi à toa que acabou
lançando um disco triplo logo após o fim da banda, comenta o
cantor, referindo-se a All things must pass,um
dos melhores trabalhos já realizados por um ex-beatle em carreira
solo.</p>
<p>
A cantoraZélia Duncan
também relembra o célebre álbum de Harrison, que contou com as
participações do guitarrista Eric Clapton, do tecladista Billy
Preston e de outro ex-beatle, Ringo Starr. Harrison era um
cara absolutamente especial. Foi o primeiro disco realmente
incrível depois do fim da banda. Isso mostra que talvez fosse o
mais pronto para estar sozinho elogia.</p>
				</div>			</content>			<id>http://somsobretom.musicblog.com.br/200964/Nem-Lennon-nem-McCartney-brasileiros-declaram-amor-a-George-Harrison/</id>			<link href="http://somsobretom.musicblog.com.br/200964/Nem-Lennon-nem-McCartney-brasileiros-declaram-amor-a-George-Harrison/" />			<author>				<name>somsobretom</name>				<uri>http://somsobretom.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-09-25T14:32:05+02:00</updated>		</entry></feed>