<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://sintoniafina.musicblog.com.br</title>		<id>http://musicblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://sintoniafina.musicblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Sintonize onde se encontra as melhores  informações sobre musicas.]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://sintoniafina.musicblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-12-27T22:46:58+01:00</updated>		<entry>			<title>Bossa Nova</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>

O samba diferente que ganhou o mundo</div>
<p></p>
<div>Tárik de Souza</div>
<p></p>





<div>Agostinho dos Santos</div>





<div>Baden Powell</div>





<div>Bossa 3</div>





<div>Os Cariocas</div>





<div>Carlos Lyra</div>





<div>Elizeth Cardoso</div>





<div>Eumir Deodato</div>





<div>Tom Jobim</div>





<div>Vinicius de Moraes</div>





<div>Walter Wanderley</div>





<div>Luiz Bonfá</div>





<div>Marcos Valle</div>





<div>João Donato</div>





<div>João Gilberto</div>





<div>Nara Leão</div>





<div>Roberto Menescal</div>





<div>Sergio Mendes</div>





<div>Tamba Trio</div>





<div>Zimbo Trio</div>











<div>
Biografia e discografia:




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<div><strong>
Agostinho dos Santos</strong></div>




<div></div>


<div><strong>
Astrud Gilberto</strong></div>




<div></div>


<div><strong>Baden
Powell</strong></div>




<div></div>


<div><strong>Bossa
3</strong></div>




<div></div>


<div><strong>Os
Cariocas</strong></div>




<div></div>


<div><strong>Carlos
Lyra</strong></div>




<div></div>


<div><strong>
Elizeth Cardoso</strong></div>




<div></div>


<div><strong>Eumir
Deodato</strong></div>




<div></div>


<div><strong>João
Donato</strong></div>




<div></div>


<div><strong>João
Gilberto</strong></div>




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O <em>amor antigo</em> de Emilio Santiago  João
Donato</div>
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Talento da <em>Divina</em> Elizeth merece caixa quádrupla</div>
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<div></div>

</div>









<p>Oficialmente a bossa nova começou num dia de agosto de 1958
quando chegou nas lojas de discos brasileiras o 78 rotações de
número 14.360 do selo Odeon do cantor João Gilberto com as músicas
<em>Chega de Saudade</em> (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) e
<em>Bim Bom</em> (do próprio cantor). Unanimemente reconhecido como
papa do estilo, João tinha acompanhado ao violão um pouco antes a
cantora Elizeth Cardoso em duas faixas do também inaugural
<em>Canção do Amor Demais</em> (LP exclusivamente dedicado às
canções da iniciante dupla Tom  Vinicius) com a célebre
batida, sincopada no tempo fraco pelos bateristas. Para desembocar
na revolução harmônica sintetizada na voz  violão do baiano
nascido em Juazeiro, muitos acordes dissonantes (ironizados na
canção manifesto <em>Desafinado</em>, de Tom e Newton Mendonça)
foram disparados.

A avassaladora influência da cultura americana do Pós-Guerra
combinada à influência do impressionismo erudito (Debussy, Ravel) e
um inconformismo com o formato musical dos dós de peito
acompanhados por regional disseminaram descontentes inovadores como
os violonistas Garoto, Valzinho, Laurindo de Almeida, Luís Bonfá, o
(então) acordeonista João Donato e principalmente o pianista e
compositor Johnny Alf. Alguns deles (mais cantoras como Nora Ney e
Doris Monteiro) reuniam-se em fã-clubes caseiros como os que
tributavam Dick Farney  Lucio
Alves para cultuar seus mitos e ensaiar as mudanças.

Ao próprio Farney seria atribuído outro marco inaugural, a gravação
camerística (com arranjo de Radamés Gnattali, também modernista) do
samba canção <em>Copacabana</em> (João de Barro/ Alberto Ribeiro)
em 1946. Seu rival Lúcio Alves integrava o Namorados da Lua, um dos
muitos grupos vocais 
que sob influência dos congêneres americanos espalhavam arrojadas
combinações harmônicas pela MPB pós-samba canção já em fase de
modernização por autores como Dorival Caymmi (<em>Marina, Nem
Eu</em>) e Tito Madi (<em>Cansei de Ilusões, Não Diga Não</em>). O
tripé da nova bossa moldada por João assentava suas bases na
densidade musical do compositor Antonio Carlos Jobim (ex-aluno do
dodecafonista alemão Koellreuter), autor em meados dos 50 da
inovadora <em>Sinfonia do Rio de Janeiro</em> (arranjos do mesmo
Gnattali) e da provocante <em>Teresa da Praia</em> (ambas com Billy
Blanco) e no brilhantismo poético do experiente diplomata Vinicius
de Moraes (parceria iniciada na peça deste, <em>Orfeu da
Conceição,</em> em 1956).

<strong>Sambalanço</strong> Paralelamente à ascensão da
bossa, escalava as paradas o sambalanço, que sem chegar a
constituir-se num movimento, injetou mais teleco-teco (como se
dizia na época) no velho ritmo gestado na casa das tias baianas no
centro do Rio no começo do século. Alguns fornecedores e expoentes
do setor: Elza Soares, Miltinho (egresso do grupo vocal Os
Namorados), Ed Lincoln (que tocava na boate Plaza, outro reduto da
inaugural da bossa), Djalma Ferreira, Orlan Divo, Silvio Cesar,
Luís Bandeira (autor de "Apito no samba"), Pedrinho Rodrigues, Luis
Reis, Haroldo Barbosa, Luis Antonio, Jadir de Castro e João Roberto
Kelly.

Mas a bossa era acima de tudo um movimento da emergência urbana do
país na fase desenvolvimentista da presidência de Juscelino
Kubitschek (1955-60) e concentrou-se no Rio em apartamentos da zona
sul como o da futura cantora Nara Leão. Ela sediava em Copacabana
encontros de jovens autores e músicos como Carlos Lyra, Roberto
Menescal, Ronaldo Bôscoli, Sérgio Ricardo e Chico Feitosa, entre
outros. Os shows do grupo começaram no ambito universitário (foi o
primeiro movimento musical brasileiro a sair das faculdades) e
agregaram inúmeros outros inovadores. De Durval Ferreira
(<em>Sambop, Batida Diferente</em>) à precursora Silvia Telles (a
quem alguns atribuem mais um marco inaugural, <em>Foi a Noite</em>,
de Tom e Newton Mendonça, em 1957), Leny Andrade e as primeiras
formações instrumentais da nova tendência lideradas por gente como
Oscar Castro Neves (e seus irmãos músicos), Sérgio Mendes, Luis
Carlos Vinhas, J.T. Meirelles, além do instrumental/vocal Tamba
Trio (Luis Eça, Bebeto, Hélcio Milito) que ao lado do Bossa 3
(Vinhas, Tião Netto, Edison Machado) daria início a uma febre de
conjuntos de piano, baixo e bateria. Foi um momento de
efervescência instrumental com o aparecimento de músicos novos como
Paulo Moura, Tenório Junior, Dom Um Romão, Milton Banana, Edson
Maciel, Raul de Souza e a ascensão de maestro arranjadores como
Moacyr Santos e Eumir Deodato.

O sucesso nos palcos universitários não tirou o intimismo do
movimento que concentraria novas forças em <em>pocket shows</em>
nos minúsculos bares do chamado Beco das Garrafas (nomeado a partir
dos projetéis atirados pelos vizinhos contra o barulho) em
Copacabana. De lá sairiam, paradoxalmente, artistas de uma fase
mais extrovertida da bossa como Elis Regina (coreografada pelo
bailarino americano Lennie Dale, que também cantava), Wilson
Simonal e Jorge Ben (atual Jor).

<strong>Filial paulistana</strong> A cidade de São Paulo, que
já acolhera os exilados cariocas Johnny Alf, Claudette Soares e
Alaíde Costa lastreou uma filial do movimento com trios
instrumentais como o Zimbo, Sambalanço (de onde sairiam Cesar
Camargo Mariano e Airto Moreira), Jongo, Bossa Jazz, Manfredo Fest
(pianista que acabaria radicado nos EUA), o cantor Agostinho dos
Santos, as cantoras Maysa, Elsa Laranjeira e Ana Lúcia, a
compositora Vera Brasil (<em>Tema do Boneco de Palha</em>), o
violonista Paulinho Nogueira, os compositores Walter Santos e
Geraldo Vandré (que lançaria o protesto <em>Menino das
Laranjas</em> do futuro parceiro Théo de Barros) e o organista
Walter Wanderley entre outros.

Junto com a cisão estética, que limitaria a duração da fase
ortodoxa da bossa ao período 1958-1965, uma repartição política
quebraria o movimento já reforçado por uma geração intermediária
formada por Marcos Valle, Dori Caymmi, Edu Lobo, Francis Hime e
Joyce. O Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes
estimulava uma visão popular e nacionalista da cultura brasileira
que levou à autocrítica de um dos pilares da bossa, Carlos Lyra, em
<em>Influência do Jazz</em> ("pobre samba meu/ foi se misturando/
se modernizando/ e se perdeu") além de uma aproximação com os
compositores de morro como Zé Ketti, com quem ele compôs o
<em>Samba da Legalidade</em> (referindo-se à tentativa de impedir a
posse de João Goulart, vice do presidente renunciante, Jânio
Quadros).

Dessa corrente, a que se filiaria a Nara Leão do disco de estréia
onde promovia sambistas como Cartola, Elton Medeiros e Nelson
Cavaquinho e o ás do baião e xote nordestinos João do Vale, autor
de <em>Carcará</em>, eram ainda outros parceiros de Lyra como
Nelson Lins e Barros, Geraldo Vandré (<em>Aruanda</em>) além de
Sérgio Ricardo (<em>Zelão</em>). Na mesma direção de releitura (com
as harmonias da bossa) das raízes étnicas, Vinicius de Moraes e o
violonista Baden Powell comporiam a série de afro-sambas
<em>(Berimbau, Canto de Ossanha</em>). Ironicamente, o mesmo
Vinicius, parceiro de Tom Jobim no maior clássico do movimento,
<em>Garota de Ipanema</em>  que gravada em 1963 por João
Gilberto, sua mulher Astrud, o saxofonista do <em>cool jazz</em>
Stan Getz e Tom Jobim nos EUA expandiria o estilo pelo planeta
 iria compor com Edu Lobo o marco do fim da bossa.
<em>Arrastão</em>, da dupla, cantada por Elis Regina, no I Festival
da Música Popular Brasileira, da TV Excelsior, em 1965, iniciaria a
rotulada MPB. O reinado difuso do conglomerado de tendências
abarcado por esta sigla duraria até 1982 quando deu-se a erupção do
BRock, a partir da explosão do grupo Blitz.

<strong>Estética perene</strong> O fim cronológico da bossa
não significou sua extinção estética. O jazz que a influenciou
recebeu o troco a partir do sucesso estrondoso da versão
instrumental de <em>Desafinado</em> pela dupla Stan Getz (sax) e
Charlie Byrd (guitarra), em 1962. No mesmo ano um elenco de músicos
brasileiros tomaria o palco do Carnegie Hall, em Nova Iorque e a
partir daí vários estabeleceriam bases por lá como Oscar Castro
Neves, Sérgio Mendes, Luis Bonfá e Eumir Deodato. Algumas das
principais músicas do movimento foram regravadas por ases como Ella
Fitzgerald, Miles Davis, Sarah Vaughan, Herbie Mann, Charlie Byrd,
Oscar Peterson, Bill Evans, Coleman Hawkins, Cannonball Adderley,
Gerry Mulligan e inúmeros outros. E com o aparecimento de novas
gerações de jazzistas, vários dos chamados <em>young lions</em>,
mostraram-se reverentes ao estilo. Antes, em 1967, o barítono
intimista Frank Sinatra, voz guia dos primeiros vagidos da bossa
(além de Chet Baker e do minimalista do acordeon Joe Mooney)
reconheceria a afinidade num reverente dueto em disco com Tom
Jobim. Isso sem contar os franco-atiradores que aproveitaram o
modismo para vender falsas bossas ao público americano como Eddie
Gourmé (<em>Blame It On The Bossa Nova</em>), Ruby  The
Romantics (<em>Our Day Will Come</em>) e até um irreconhecivel
Elvis Presley na rumba <em>Bossa Nova Baby</em>.

Duas décadas depois, a bossa ainda influenciaria uma corrente
pós-punk inglesa, através do <em>beije sound</em> ou <em>new
bossa</em> de grupos como Style Council, Matt Bianco (da cantora
Basia, que dedicaria uma música a Astrud Gilberto) e Everything But
the Girl. A tendência teria reflexo no BRock de Lobão a Cazuza
(<em>Faz Parte do Meu Show</em>). Mais adiante, as pistas dançantes
do <em>acid jazz</em> e o ramal eletrônico
<em>drumbass</em> reabilitariam o <em>groove</em> da
bossa, redescobrindo  de João Donato e
Marcos Valle a Joyce e Edu Lobo.


<strong>Músicas</strong>

<em>Chega de Saudade</em> (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes) 
João Gilberto
<em>Samba de uma Nota Só</em> (Tom Jobim/ Newton Mendonça) 
Nara Leão
<em>Desafinado</em> (Tom Jobim/ Newton Mendonça)  João
Gilberto
<em>Garota de Ipanema</em> (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes/ Norman
Gimbel)  Tom
Jobim
<em>O Barquinho</em> (Roberto Menescal/ Ronaldo Bôscoli) 
Maysa
<em>Influência do Jazz</em> (Carlos Lyra)  Carlos Lyra
<em>Manhã de Carnaval</em> (Luis Bonfá/ Antonio Maria) 
Agostinho dos Santos, Luis Bonfá e Quarteto de Oscar Castro Neves
no Carnegie Hall
<em>Batida Diferente</em> (Durval Ferreira/ Mauricio Einhorn)
 Tamba Trio
<em>Minha Namorada</em> (Carlos Lyra/ Vinicius de Moraes) 
Os Cariocas
<em>Berimbau</em> (Baden Powell/ Vinicius de Moraes)  Baden
Powell
<em>Lobo Bobo</em> (Carlos Lyra/ Ronaldo Bôscoli)  Wilson
Simonal
<em>Corcovado (Quiet Nights of Quiet Stars)</em> (Tom Jobim/ Gene
Lees)  Tom Jobim e Frank Sinatra
<em>Insensatez</em> (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes)  Tom
Jobim
<em>Dindi</em> (Tom Jobim/ Aloysio de Oliveira)  Sylvia
Telles
<em>Ela É Carioca</em> (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes) 
Sérgio Mendes e Sexteto Bossa Rio
<em>Nanã</em> (Moacyr Santos)  Moacyr Santos
<em>Balanço Zona Sul</em> ( Tito Madi)  Zimbo Trio
<em>Zelão</em> (Sérgio Ricardo) Sérgio Ricardo
<em>Sonho de Maria</em> (Marcos e Paulo Sérgio Valle)  Tamba
Trio
<em>Samba do Avião</em> (Tom Jobim)  Eumir Deodato
<em>Amazonas</em> (João Donato e Lysias Ênio)  João
Donato
<em>Mas Que Nada</em> (Jorge Ben)  Jorge Ben</p>
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<p></p>




<div>
Biografia</div>




<div>Começou a tocar violão aos 12
anos, incentivado pela família cheia de músicos, em Minas Gerais.
Anos mais tarde vai para a faculdade de engenharia Metalúrgica em
Ouro Preto, e, sem abandonar os estudos, dedica-se à música,
atraído principalmente pelo jazz, bossa nova e tropicalismo.

Um de seus primeiros parceiros foi Vinicius de Moraes, que o
encorajou a ir para o Rio de Janeiro. Algumas músicas da dupla são
"Rosa dos Ventos", "Samba do Pouso" e "O Mergulhador". Em 1971
conhece o letrista Aldir Blanc, com quem faria uma série de geniais
parcerias ("Bala com Bala", "De Frente pro Crime", "Kid
Cavaquinho", "Caça à Raposa", "Falso Brilhante", "O Rancho da
Goiabada").

No ano seguinte termina a faculdade e se radica no Rio de Janeiro,
onde grava sua primeira música, "Agnus Sei" (parceria com Aldir) no
lado B do Disco de Bolso lançado por "O Pasquim" que lançava "Águas
de Março", de Tom Jobim. No Rio compõe muito com Aldir Blanc, e
várias dessas parcerias se tornam clássicos atemporais na voz de
Elis Regina, como "Mestre-sala dos Mares", "Dois pra Lá, Dois pra
Cá" e "O Bêbado e a Equilibrista", que se torna um hino informal da
anistia política.

Na década de 70, lança discos solos que o destacam como violonista
virtuose, elogiado por ases como o inglês John McLaughin, e
compositor. Nos anos 80 e 90, depois de encerrar sua parceria com
Aldir Blanc, passa a atuar mais freqüentemente como cantor, e
encontra outros parceiros como Capinam ("Papel Machê", outro grande
sucesso), Waly Salomão e Antônio Cícero ("Holofotes"), além do
filho poeta, Francisco Bosco, com quem compôs as faixas do disco
"As Mil e Uma Aldeias". Em 1998 compôs a trilha para o balé
"Benguelê", do Grupo Corpo, apresentado no Rio, São Paulo, Belo
Horizonte e em festivais internacionais.

Depois de um intervalo de quase cinco anos, João Bosco lança, em
2003, o inédito "Malabaristas do sinal vermelho. No álbum, o
artista provou ser capaz de atualizar a temática social, sempre
presente na sua obra, sem esquecer seu jeito de fazer música. O
trabalho, outra parceria com o filho Francisco Bosco, foi bem
acolhido pela crítica e até recebeu uma indicação ao Grammy de
Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.

Para comemorar seus 30 anos de carreira, o artista decidiu
presentear os fãs com o lançamento de seu primeiro DVD ao vivo.
Obrigada Gente!, que chegou às lojas em 2006, traz no
repertório sambas célebres da década de 60 e hits mais recentes do
cantor. O show foi gravado em São Paulo e conta com participações
de Guinga, Hamilton Holanda, Yamandú Costa e Djavan.</div>




				</div>			</content>			<id>http://sintoniafina.musicblog.com.br/117028/Joao-Bosco/</id>			<link href="http://sintoniafina.musicblog.com.br/117028/Joao-Bosco/" />			<author>				<name>sintoniafina</name>				<uri>http://sintoniafina.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-27T22:38:57+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Jorge Vercilo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>




<div>
Biografia</div>




<div>Cantor e compositor, começou a
cantar em bares por volta dos 15 anos. Participou de alguns
festivais sem maior repercussão no país até que em 1995 teve a
chance de gravar seu primeiro CD, "Encontro das Águas", produzido
por Renato Corrêa.

Em 97, gravou "Em Tudo que É Belo", seu segundo LP pela
Continental, com uma estética mais pop. Em 2000, a EMI lançou o CD
"Leve", cuja faixa "Final Feliz" de sua autoria obteve êxito, tendo
sido gravada em duo com Djavan, a quem o cantor é sempre comparado
por conta da semelhança do timbre. Em 2002 lança Elo
com sucessos nacionais como: Que nem maré,
Homem Aranha e Fênix (parceria com
Flávio Venturini) tema da minissérie A casa das 7
mulheres da Rede Globo.

Outro tema global deste CD foi O remo das águas
claras para a nova versão do Sítio do Pica-pau Amarelo. Seu
quinto trabalho Livre foi lançado no final de 2003.
Esse disco fechou a trilogia de Leve,
Elo e Livre.

Seu primeiro DVD também é lançado junto com livre.
Com o disco Signo de ar, de 2005, Vercilo estreou com
novas parcerias: Ana Carolina, Dudu Falcão, Nico Rezende e Torquato
Mariano</div>




				</div>			</content>			<id>http://sintoniafina.musicblog.com.br/117027/Jorge-Vercilo/</id>			<link href="http://sintoniafina.musicblog.com.br/117027/Jorge-Vercilo/" />			<author>				<name>sintoniafina</name>				<uri>http://sintoniafina.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-27T22:36:46+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Djavan</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div></div>
<p></p>




<div>
Biografia</div>




<div>Nasceu em uma família pobre de
Maceió, onde formou, ainda jovem o conjunto Luz, Som, Dimensão
(LSD), que tocava covers dos Beatles. Foi para o Rio de Janeiro em
1973 e começou a trabalhar como crooner de boate.

Participou de festivais e gravou em 1976 o LP "A Voz, o Violão e a
Arte de Djavan", com composições próprias que já chamavam a atenção
pela sua maneira diferente de cantar e pela levada de violão,
aliada a melodias elaboradas e divisões rítmicas sutis. Logo nesse
primeiro disco estava um de seus maiores sucessos de toda carreira,
"Flor de Lis".

Nos trabalhos seguintes incorporou outras influências, como a da
música africana e acumulou sucessos como "Açaí", "Sina" e
"Samurai", este com participação especial de Stevie Wonder na
gaita. Gravou vários outros discos e fez shows no exterior,
principalmente nos Estados Unidos, onde suas músicas já foram
gravadas por diversos cantores.

Outras composições consagradas são "Meu Bem Querer", "Oceano",
"Faltando um Pedaço", "Esquinas", "Seduzir", "Pétala", "Lilás", "A
Ilha", "Fato Consumado", "Álibi", "Azul" e "Cerrado".</div>




				</div>			</content>			<id>http://sintoniafina.musicblog.com.br/117025/Djavan/</id>			<link href="http://sintoniafina.musicblog.com.br/117025/Djavan/" />			<author>				<name>sintoniafina</name>				<uri>http://sintoniafina.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-27T22:34:13+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Nana Caymmi</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div></div>
<p></p>




<div>
Biografia</div>




<div>Filha de Dorival Caymmi e Stella
Maris, irmã de Danilo e Dori Caymmi, cresceu numa das famílias mais
musicais do Brasil. Começou a cantar ainda muito jovem, adotando
desde cedo uma técnica particular para valorizar seu timbre grave.
Em 1961 fez uma participação cantando "Acalanto", do pai, e logo em
seguida mudou-se com o marido para a Venezuela, passando alguns
anos afastada do meio artístico.

De volta ao Brasil, lançou seu primeiro disco, "Nana", pelo selo
Elenco do produtor Aloysio de Oliveira, e participou do I Festival
Internacional da Canção, obtendo o primeiro lugar em 1966 com
"Saveiros" (Dori Caymmi/ Nelson Motta). No exterior, trabalhou com
Sarah Vaughan e Sergio Mendes. Nos anos 70 e 80 gravou discos solo,
como "Chora Brasileira" (1985) e em parceira com outros músicos,
como "Voz e Suor" (1983), ao lado de César Camargo Mariano.

Uma das intérpretes mais expressivas e requisitadas na música
brasileira, festejada pela sofisticação de suas interpretações,
teve músicas compostas especialmente para ela. Nos anos 90 chegou à
lista dos mais vendidos, dedicando-se ao repertório de músicas
românticas e boleros, sendo "A Noite do Meu Bem" (1994) e "Resposta
ao Tempo" (1998) dois de seus discos mais vendidos. A faixa
"Resposta ao Tempo" (Cristóvão Bastos/ Aldir Blanc) foi incluída
com êxito na minissérie "Hilda Furacão", da TV Globo. Produzido por
José Milton, Nana Caymmi lança Desejo, seu álbum de
estréia na gravadora Universal. A cantora conta com participações
pra lá de especiais neste disco, como o dueto com Zeca Pagodinho na
faixa "Vou Ver Juliana", as sobrinhas Alice (em Seus
Olhos) e Juliana (que compôs a faixa que leva o seu nome) e
Ivan Lins. Outro destaque é "Letras do Silêncio", de Marcos Valle e
Erasmo Carlos.

Em 2003, lança Duetos, um álbum que traz uma seleção
de canções, em parceria com nomes consagrados da MPB. Como: Emílio
Santiago (Doralinda), Herbert Vianna (Hoje
Canções), Agnaldo Timóteo (Canção de Ninar
Neném) e Beth Carvalho (As Rosas Não Falam),
entre outros parceiros. Depois de Duetos, Nana dá uma
pausa para projetos com a família Caymmi.

Em 2004, junto aos irmãos Danilo e Dori, lança Para Caymmi,
de Nana, Dori e Danilo: 90 anos, em comemoração aos 90 anos
de seu pai, Dorival Caymmi. Neste mesmo ano, o CD dá origem a um
DVD homônimo. Em Até Pensei..., de 2005, a cantora
traz seus grandes sucessos com um repertório de músicas românticas
e boleros. O álbum apresenta 14 canções, sendo que uma delas, a
faixa-título Até pensei integra a trilha sonora da
novela América.</div>




				</div>			</content>			<id>http://sintoniafina.musicblog.com.br/117024/Nana-Caymmi/</id>			<link href="http://sintoniafina.musicblog.com.br/117024/Nana-Caymmi/" />			<author>				<name>sintoniafina</name>				<uri>http://sintoniafina.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-27T22:31:26+01:00</updated>		</entry></feed>