<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://rogerioratner.musicblog.com.br</title>		<id>http://musicblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://rogerioratner.musicblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Rogério Ratner]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://rogerioratner.musicblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-06-18T23:06:18+02:00</updated>		<entry>			<title>A MPG</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>A MPB
gaúcha

Por Rogério Ratner



A MPB feita pelos gaúchos, desde o final dos anos 70, vem sendo
denominada, de um modo universal, como MPG (Música Popular Gaúcha).
A sigla nem sempre é considerada exatamente adequada por vários
músicos ligados a tal estética, mas o fato é que a expressão se
consagrou. Tanto é assim que a RBS Discos lançou em 1984 um LP
reunindo diversos artistas da cena de então, que intitulou
exatamente como Música Popular Gaúcha.
Uma das razões que podemos apontar para o surgimento desta
expressão é que muitos dos trabalhos assim identificados misturavam
elementos da MPB (bossa nova, tropicalismo, samba, rock, etc.) com
referências da chamada música nativa do RS. Assim, a alcunha
viria, de uma certa maneira, sintetizar a idéia da fusão da MPB com
o regionalismo gaúcho. Contudo, em relação a muitos dos
artistas que acabaram sendo identificados como também
pertencentes à MPG, não se vislumbra tão diretamente
esta ligação com o nativismo, de forma que, a partir daí, vários
músicos passaram a considerar a expressão um tanto limitada. Seja
como for, o que ocorre na prática é que o pessoal que conhece a
cena musical gaúcha, ao ser feita a associação de um artista com a
MPG, termina identificando, de algum modo ou de outro, o tipo de
música que ele faz, de maneira que a expressão não deixa de ter uma
utilidade corrente, apesar de todos os senões que se lhe possam ser
atribuídos. Com relação ao público que não está habituado com a
cena gaúcha, talvez fosse o caso de referir que, quando é
mencionada a expressão MPG, isto corresponde à MPB feita no Rio
Grande do Sul.
É oportuno ressaltar que, sem embargo da formatação característica
e muito própria que diversos ritmos de origens variadas tomaram no
âmbito da produção regionalista dos gaúchos (o schottisch, que
virou aqui vanera
ou vanerão, a polka, que aqui se transformou em uma forma bem
peculiar de polca, o mesmo ocorrendo com a valsa, e etc.), a música
feita no RS sempre abrangeu um larguíssimo espectro estilístico.
Realmente, a história da música gaúcha, em linhas gerais,
compreende tanto a consolidação das fusões que resultaram nos
chamados elementos nativos, quanto a produção criada a partir de
diversos ritmos vicejantes na música brasileira, e, até, na música
internacional. Cumpre, desde logo, apontar para o fato de que no RS
também houve uma forte Época de ouro do Rádio,
especialmente capitaneada pelas Rádios Farroupilha, Gaúcha e
Difusora, além de várias outras emissoras pela capital e do
interior do estado, no período, a grosso modo, que vai dos anos 30
até os 60 do século XX. Afora isto, as rádios do centro do país,
tal como a Rádio Nacional, a Mayrink Veiga e a Tupi, eram muito
ouvidas aqui, de forma que as estações gaúchas suportavam a
concorrência direta das mais afamadas emissoras do Brasil, e os
músicos/compositores/cantores sofriam grande influência da produção
musical elaborada especialmente no centro do país. Naquele período,
a exemplo do que ocorria no cenário nacional, os compositores
gaúchos faziam muitos sambas, boleros, tangos, sambas-canção,
valsas, bossa nova, etc., e os músicos da noite tocavam todos
estes ritmos, e ainda mais o jazz, o foxtrote, a rumba, e o que
mais fosse. Há também uma forte tradição da música erudita no
RS, por conta da convivência entre as diversas etnias
européias radicadas no Estado, sendo que as imigrações
italiana e alemã causaram especialmente um grande impacto neste
sentido. Assim, o Rio Grande do Sul sempre sofreu uma
constante influência dos mais diversos referenciais, tanto
nacionais, como internacionais, em sua produção musical, o que vai
de encontro ao mito - que de uma certa forma ainda
grassa na cultura brasileira - do gaúcho como elemento
fechado e isolacionista.
Mas, retomando-se o nosso foco, impende ressaltar que a chamada MPG
consolidou-se especialmente em paralelo à formatação da própria MPB
em nível nacional, desde que esta, naturalmente, seja entendida, em
um sentido mais estrito, como a música popular surgida a partir dos
festivais da canção, muito embora a sigla propriamente dita tenha
se universalizado mais exatamente nos anos 70.
Conforme já referimos, dentro do espectro da assim chamada MPG,
verificamos uma grande diversidade, pois cada artista tem um
enfoque muito particular. De fato, a MPG abrange, em linhas gerais,
não apenas os artistas ligados à mencionada fusão dos ritmos
gaúchos com a MPB, mas também outros que fazem uma MPB de viés mais
universal, e outros, ainda, que têm um viés ainda
mais próxima do pop. O que não significa absolutamente que aqueles
que apresentam, em sua obra, uma maior identificação com os ritmos
regionais, também não dêem atenção, em alguma medida,
aos elementos musicais universais no conjunto de sua
obra, e vice-versa. Contudo, e sem embargo, acreditamos ser válido
lançarmos mão do expediente de apontar músicos identificados como
pertencentes às principais tendências da MPG,
invocando alguns nomes de artistas atualmente atuantes, e também
outros que não estão mais em cena, mesmo que tão somente para
efeitos de exposição.
Da tendência regionalista da MPG poderíamos apontar
nomes tais como: Almôndegas (e, em decorrência, seus
ex-integrantes, tais como Kleiton e Kledir e Pery Souza), Vitor
Ramil, Cao Trein, Sérgio Napp, Bebeto Alves, Rebenque, Neto
Fagundes, Pentagrama, Jerônimo Jardim, Mário Barbará, Raul
Ellwanger, Loma, Canto Livre, Cordas e Rimas, Grupo Folk, Victor
Hugo, Fogaça, Status, Marco Araújo, Sérgio Rojas, Sérgio Napp,
Tambo do Bando, Vinícius Brum, Leandro Cachoeira, Mercado Livre,
Cantadores do Litoral, só para ficarmos em algumas
referências.
Da tendência universal, podemos citar: Saracura (e
seus respectivos ex-integrantes, em carreiras-solo), Nelson Coelho
de Castro, Gélson Oliveira, Elaine Geissler, Cláudio Levitan,
Fernando Ribeiro/Arnaldo Sisson, Cláudio Vera Cruz, Fausto Prado/
Caetano Silveira, Glória Oliveira, Nando Gross, Galileu Arruda,
Nando D'ávila, Ângela Jobim, Maria Rita Stumpf, Paulo Gaiger,
Lúcia Helena, Metamorfose, Grito Latino, Mercado Livre, Pedro
Guisso, Antônio Villeroy, Geraldo Flach, Susana Maris, Adriana
Calcanhotto, Maria Lúcia, Yoli, Toneco, Zé Caradípia, Sá Brito,
Fernando Corona, Opus, Carlinhos Hartlieb, Ana Mazzotti, Beto
e Jorge Herrmann, Emergência, Flávio Bicca Rocha, Giba Giba, Léo
Ferlauto, Nanci Araújo, Zé Flávio, Adriana Marques, Arthur de
Faria, Simone Rasslan, Toneco, Wanderley Falkenberg, Gil Gérson,
Hique Gomes, Grupo Semente, Marcelo Delacroix, Alessandra Verney,
Silvana Cruz, Edu Natureza, Marisa Rotenberg, Grupo Ensaio, Carlos
Patrício, Mário Falcão, Glei Soares, Henrique Wendhausen, Karine
Cunha, Bando Barato pra cachorro, Cuidado que mancha, Vanessa
Longoni, Adriana Deffenti, Auriu Irigoite, Renato Mendonça/Dedé
Ribeiro, Dudu Sperb, Flora Almeida, Márcio Celi, Nó de
Taquara, Alex de Souza, Alexandre Vieira, Quintal de Clorofila,
Necka Ayala, Flávio Adônis, Gallia, Rodrigo Piva, Daisy Folly, Café
Acústico, Raul Boeira, Lu Barros, Tribufu, Ita Arnold, Muni, Léa
Cintra, etc.
Da tendência mais pop, podemos indicar: Papas da
Língua, Nei Lisboa, Lúcia Severo, Rafael Brasil, Harmadilha, Danni
Calixto, Rosa Franco, Miscelânea K, Anahatta, Émerson Ribeiro, Jah
Mai, Monica Tomasi, Juliano Courtois, Mutuca, Midian Almeida,
Couro/cordas/e cantos, Luciana Pestano, Complexo de Épico, Gilberto
Travi, Anahatta, Luciana Costa, Hermes Aquino, Deio Escobar,
Cláudio Vera Cruz, Luíza Kaspari, Annie Perec ... (e,
modestamente, até este que vos fala).
É claro que estes nomes são apenas alguns, mesmo porque seria
impossível listar as centenas de artistas relacionados à MPB no RS
num mero artigo. Com efeito, cabe ressaltar que vale muito a pena
conhecer os diversos sites/blogs/rádios que rodam ou abordam a MPB
dos gaúchos, e, em cujas páginas certamente pode-se obter um
panorama mais amplo desta cena. Podemos indicar alguns endereços
muito legais, tais como, por exemplo: o portal do rock
gaúcho, a rádio buzina do gasômetro, o site
bandas gaúchas, o blog bandas do rock gaúcho
forever, o blog música da boa, o blog do
jornalista Emílio Pacheco, a rádio no cabo, a FM
Cultura; ou mesmo procurar em sites nacionais, como trama
virtual, palco mp3, clique
music, ou internacionais, como my space e
last fm, etc., que vai se encontrar músicas e
referências a autores/cantores gaúchos. Isto, naturalmente, afora
as publicações da imprensa convencional, tais como a Zero Hora, o
Correio do Povo, o Jornal O Sul, o Jornal do Comércio, os jornais
do grupo ABC, a revista Aplauso, todos com sites na internet. E,
ainda, os jornais alternativos Fala Brasil, Vaia, Usina do Porto,
Extra Classe, entre outros. Além, é claro, de visitar os sites
pessoais mantidos por diversos artistas, que geralmente são
fáceis de achar: ou são www. o nome do
artista.com.br, ou, procurando-se o nome no Google, logo
aparecem.

</p>
				</div>			</content>			<id>http://rogerioratner.musicblog.com.br/163950/A-MPG/</id>			<link href="http://rogerioratner.musicblog.com.br/163950/A-MPG/" />			<author>				<name>rogerioratner</name>				<uri>http://rogerioratner.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-18T23:06:11+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Schmitt's Studios libera suas obras no youtube</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Embora trate-se de
um poderoso cartel, a produtora cinematográfica Schmitt's Studios
decidiu disponibilizar no Youtube suas magníficas produções, para o
deleite dos seus muitos fãs, eudentre eles, naturalmente. A
medida impôs-se, segundo o Conselho Administrativo da
corporação,devido à ação desenfreada da pirataria, que
insistia em clonar os originais dos filmes, fraudando os direitos
autorais das obras. Em face disto, a diretoria dos estúdios decidiu
que o melhor então era liberar a veiculação das obrasna
internet, até como uma forma de democratizar o acesso do público à
boa arte. O seu Diretor-superintendente, Marcos Schmitt,
verdadeiro "enfant terrible" do cinema gaúcho,é um dos raros
cineastas dedicados aogênero das comédias, e, como ator,
apresenta um original humor polimórfico (irônico, escrachado,
hilário, inteligente, sofisticado e chulo, tudo ao mesmo
tempo,O internacionalmente
conhecido Mark, além de fazer rir, emociona com suas
pungentes interpretações em clássicos da produtora, da qual é
também o astro principal. Não deixem de procurar no
Youtubeclássicos desta troupe de
irmãos e primos docom
certeza,os
Irmãos Marx, Cohen ou quaisquer outros irmãos, primos
eos seguintes
títulos: Corp; Gêmeos, semelhança fatal; e Ted and Tod. Reparem nas
interpretações de Brad Pitt, Susan Sarandon, e Júlia Roberts, que
fizeram "pontas",mas foram solenemente ofuscados pelo nosso
gênio Mark, em suas atuações marcantes. Estas produções foram
gravadas em grandes planos, no estilo de Antonioni, com locações em
Nova York, Tramandaí e Arroio Dilúvio. Imperdível
!!!!!!!</p>
				</div>			</content>			<id>http://rogerioratner.musicblog.com.br/163949/Schmitt-s-Studios-libera-suas-obras-no-youtube/</id>			<link href="http://rogerioratner.musicblog.com.br/163949/Schmitt-s-Studios-libera-suas-obras-no-youtube/" />			<author>				<name>rogerioratner</name>				<uri>http://rogerioratner.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-18T23:03:43+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Roubalheira no Pacaembu</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Os colorados já
estão cansados de ser garfados pelo Corínthians. Não bastasse a
verdadeira "mão grande" em relação ao campeonato nacional de 2005,
em que, além de o juiz não ter dado um penalti claríssimo no Tinga,
no jogo contra o coringão, teve aquela marmelada no tapetão,
verdadeira virada de mesa inédita e imoral. Até o então presidente
do clube paulista reconheceu que aquele título foi "roubado", em
gravação veiculada pelo Jornal Nacional.</p>
<p>Ontem, no primeiro jogo da
decisão da Copa do Brasil, o juiz não deu um penalti "de concurso"
no Alecsandro, ainda no início do jogo, quando estava zero a zero.
Se o Inter fizesse aquele gol de penalti, a história teria sido bem
diferente. Logo a seguir, um jogador do Corinthians quase quebrou a
perna do centroavante colorado, basta ver o replay. No segundo
tempo, pra coroar, o Juiz não anulou o segundo gol do Corinthians,
totalmente irregular, tendo em vista que a falta no meio de campo
foi batida com a bola andando. Sacanagem da grossa.</p>
<p>Se o time paulistano for
campeão, também deve ser convidado para a foto o técnico Dunga, que
desfalcou o Inter do Nilmar e do Cléber, peças fundamentais do
time. Pelo jeito, o Dunga guarda melhores lembranças do tempo em
que jogou no time de São Paulo, do que em relação ao Inter, clube
que o revelou, é a única explicação para a tal convocação para um
torneio que não vale nada.</p>
<p>Sem embargo, temos de convir
que o Inter também facilitou as coisas, deu "sopa pro azar". Em
primeiro lugar, nenhum dos laterais reserva tem condições de jogar
num time desta grandeza. São ruins defensivamente, e pouco efetivos
ofensivamente. De outro lado,com todo o respeito que merece,
o técnico Tite foi amador ao deixar o Ronaldinho a cargo apenas
doÍndio, deu no que deu. A zaga do Inter é lenta, então tem
que ter um jogador especificamente destinado a grudar no Ronaldo,
senão é bucha.De outro lado, botar o Leandrão foi um
desastre, o cara é um ex-jogador. Quando foi revelado no Inter, já
era um atacante bastante limitado, mas que fazia alguns gols. Mas
atualmente, depois de muito rodado, está totalmente desenbocado,
foi um erro crasso do treinador botá-lo em campo. Agora,só
restafechar os olhos e ir com tudo no "segundo tempo" da
decisão, ainda dá, se o Juiz não atrapalhar de novo, e o Tite não
"inventar".</p>
<p>Em termos de Libertadores,
finalmente parece que o Grêmio vai estrear na competição, agora, na
semifinal. É brincadeira, até agora o time tricolor estava jogando
com times que certamente seriam rebaixados se jogassem a segunda
divisão do Brasil, eu nunca vi disso numa Libertadores.</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://rogerioratner.musicblog.com.br/163935/Roubalheira-no-Pacaembu/</id>			<link href="http://rogerioratner.musicblog.com.br/163935/Roubalheira-no-Pacaembu/" />			<author>				<name>rogerioratner</name>				<uri>http://rogerioratner.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-18T22:37:53+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A reeleição (?) de Ahmadinejad</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O pessoal da mídia
tem discutido se houve realmente fraude na eleição do Irã ou não.
Sinceramente, acho que está escancarada a ocorrência de fraude.
Mas, talvez, a questão realmente importante a discutir não é o fato
de um sujeito como este ser reeleito ou não, e sim o fato de uma
criatura como ele estar com um grau de popularidade tal que permita
se cogitar de sua reeleição. Este cara é um verdadeiro fascista, e
não espanta nada o assassinato de sete opositores que ele
determinou ao ensejo dos protestos, isto deve ser só o começo da
truculência na reação de um governo que, embora (aparentemente)
eleito, é um manifesto partidário do nazismo. Não há como se
enganar, se o mundo livre (seja lá o que seja isso) não botar a
boca no trombone, pode repetir-se o famigerado holocausto, tão
eficientemente elaborado e praticado por Hitler e seus comparsas,
só que desta vez vai ser nuclear, e não deve se limitar aos judeus,
pois todo o mundo ocidentalalvo destes loucos
do Irã. O mundo muçulmandoOriente Médio vem
demonstrando mais e mais como é equivocada a máxima de que "A voz
do povo é a voz de Deus"; de fato, a eleição pelo povo,
infelizmente, não é garantia de equilíbro e justiça,
tal como já se viu em muitos casos, como no da ascenção de Hitler.
Este é um dos paroxismos da democracia.No caso da revolução
iraniana, de 1979,o povo foi às ruas e derrubou o Xá da
Pérsia, mas foi para levar ao poder uma casta de Aiatolás
ultradireitistas, que não respeitam a vontade de ninguém, e
discriminam mulheres, homossexuais, judeus, curdos, e qualquer um
que não lhe faça as vontades. O mesmo pode-se dizer da "revolução"
do Hamas na Faixa de Gaza. Infelizmente, o Presidente Lula está
insistindo em uma política "terceiro mundista" que respalda
inúmeros ditadores, seja de "esquerda", ou "direita", numa clara
contradição com as diretrizes que adotou para o seu governo, de um
modo geral, que é justamente a da integração do Brasil ao sistema
capitalista mundial. Não dá para entender, não tem lógica. A sua
postura, em relação à política externa, somente pode ser
compreendida comomais uma distorção em relação à idéia
original do PT, que surgiu como uma alternativa à ditadura militar
(de direita) e ao stalinismo (que, muito depois da morte de Stalin,
ainda grassava na esquerda tradicional). Cadê a defesa da
democracia? Ao duvidar da existência de fraude na eleição do Irã,
quando praticamente todo mundo está vendo e dizendo que está
escancarada, o Presidente, que em vários momentos demonstra
equilíbrio e ponderação, sai de sintonia, perde o norte. O que vai
acrescentar ao Brasil apoiar títeres que são um arremedo dos
maiores fantasmas do século 20, tais como Ahmadinejad (clone
"paraguaio"de Hitler) e Chávez (filhote de Stálin)?
Sinceramente, é difícil saber quais os benefícios deste tipo de
política, ainda que se pudesse concebê-la como uma "real
politik".</p>
				</div>			</content>			<id>http://rogerioratner.musicblog.com.br/163262/A-reelei-o-de-Ahmadinejad/</id>			<link href="http://rogerioratner.musicblog.com.br/163262/A-reelei-o-de-Ahmadinejad/" />			<author>				<name>rogerioratner</name>				<uri>http://rogerioratner.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-16T20:34:27+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Baixaria na Malhação</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Baixaria este
pessoal da Malhação se recusar a gravar com uma atriz só porque
antes ela integrou o BBB. O programa não é nenhum "Shakespeare" ou
"Moliére" pra se dar ao luxo de tomar atitudes como esta. Metade do
elenco, pelo menos, teria que ir para a escola de teatro, se a
coisa for por este caminho. E como vão fazer, os participantes do
"protesto", se forem escalados para contracenar com a Grazi
Massefera? Aí é que eu quero ver.</p>
<p>No mesmo nível, só a
papagaiada que a Suzana Vieira fez no Vídeo Show, arrancando o
microfone da entrevistadora sob a "justificativa" de que não gosta
de perder tempo com amadores. Aqui em Porto Alegre ela já tinha
aprontado uma dessas há algum tempo: sendo atriz coadjuvante de uma
peça estrelada por Bárbara Borges, que estava fazendo temporada no
Theatro São Pedro,Susana, como uma verdadeira "Harpia" de
Pirata, simplesmente tomou conta da entrevista feita pelo pessoal
do "Patrola", da RBS TV, que é um programa para o público jovem, e
no qual, portanto, o interesse maior era entrevistar a Bárbara. Mas
a coitada quase não pode abrir a boca, pois Susana "engatou uma
primeira" e não deu brecha. Com o perdão do trocadilho, foi uma
barbaridade.</p>
				</div>			</content>			<id>http://rogerioratner.musicblog.com.br/163257/Baixaria-na-Malha-o/</id>			<link href="http://rogerioratner.musicblog.com.br/163257/Baixaria-na-Malha-o/" />			<author>				<name>rogerioratner</name>				<uri>http://rogerioratner.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-16T20:11:29+02:00</updated>		</entry></feed>