<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[musicblog.com.br] limaozinha : <![CDATA[Music com limãO]]></title>		<link>http://limaozinha.musicblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Music com limãO]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 23:26:09 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Música e Psicologia: Unidas na Musicalização]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">O <strong>estudo de música</strong> e a
<strong>psicologia</strong> ajudam no ensino musical; a teoria de
Maslow (a teoria da motivação); as necessidades do aluno e do
professor no estudo musical; metas de onde chegar no estudo;
necessidades básicas do estudo musical &ndash; pessoal, social e
técnica; um pouco da experiência pessoal como professor e estudante
de música.<em></em></p>
<p>A união da música e a
psicologia pode ser um contribuidor para conduzir ou mesmo derrubar
barreiras do aprender musical. Alguns fazem perguntas do tipo: Será
que é possível a uma pessoa já adulta aprender música? Será que é
preciso ter dom pra ser um músico profissional? Uma pessoa que
nunca cantou, pode ser um cantor de fato, mesmo depois de idade
avançada? Pode uma pessoa que nunca estudou música, produzir alguma
música de fato e eficiente?</p>
<p>Muitos adultos sentem em
seu ser vontade de fazer música de alguma forma e temem não
conseguirem. São essas, e tantas outras questões que afligem o povo
secular e principalmente as comunidades religiosas e cristãs, e de
nossas igrejas também.</p>
<p>Comecemos com um fato
importantíssimo: todos temos necessidades que nos mobilizam a ir em
busca de satisfação. A <a href=
"http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/maslow.htm" target=
"_blank">Teoria de Maslow</a> (Teoria
da motivação) já relacionava esta situação e para mim em dez anos
de aulas de música, são as mais comuns em meu educar
musical:</p>
<p><strong>1. Necessidade
Pessoal</strong></p>
<p><strong>2. Necessidade
Social</strong></p>
<p><strong>3. Necessidade
Técnica</strong></p>
<p><strong>Necessidade
pessoal &ndash;</strong> Todo individuo quando quer estudar música,
tem um sonho, o qual está, por enquanto, distante e/ou ainda muito
fragmentado, de realizar-se musicalmente (ex.: tocar na igreja ou
festa, cantar um hino de cantor conhecido da igreja, cantar como um
cantor famoso, reger um grande coral, tocar numa banda. etc.), e
esta necessidade pode ser suprida, ou pelo menos perseguida - por
vezes não por inteiro - mas, o educador musical precisa estar
atento a essa prioridade, pois ela é o motivo condutor que leva o
aluno a ir em busca de seus estudos, portanto, precisa estar claro
na cabeça do educador e do educando (aluno) esta meta pessoal, e
lutar a favor de chegar nela, seja momentaneamente ou parcialmente,
desde o princípio de seus estudos.</p>
<p>Nesta primeira fase é
preciso ser muito específico, detalhado e direcionado acerca do que
se quer, e onde quer chegar, para que nada desvie a atenção. O foco
e a meta, normalmente não é muito complicado de saber, o que se
quer e busca, isto sim, precisa ser traçado numa estratégia para
chegar o mais rápido possível, para deixar e aluno estimulado e
atento, e ao mesmo tempo suprido, alimentado.</p>
<p>Faço menção dos homens
de nossa história bíblica, que tinham definido metas em suas
carreiras religiosas, e metas essas de forma pessoal. Adão, em
cuidar do jardim e zelar por ele; Noé, na pregação de sua sociedade
e preparação da arca; Davi, que queria muito reconstruir o templo,
mas foi em Salomão que isto oficialmente o aconteceu; Jó, sonhava
ter um livro sobre sua vida (como ele próprio disse em Jó 19:23
&ldquo;Oxalá que as minhas palavras fossem escritas! Oxalá que
fossem gravadas num livro!&rdquo;),  e o interessante é que
Deus, em sua infinita sabedoria, realizou seu sonho, mesmo ele
nunca sabendo deste sonho pessoal, e que um dia Deus realizaria .
Dê uma olhada, ao estudar a bíblia de uma forma mais clínica com um
olhar de forma pessoal, e verá muitos deles tendo um objetivo, às
vezes até ruim para sua vida espiritual, mas eles definiram o que
queriam. Jacó, na luta pela primogenitura; Saul, querendo matar
Davi por ciúmes. Eram metas pessoais, mas havia uma necessidade em
suas cabeças, uma prioridade constante. Outro exemplo, Davi e a
busca de Bete-Seba e a morte de Urias (II Samuel 11). No novo
testamento temos o próprio Cristo, que desde Seu nascimento estava
em busca de um caminho, e de uma meta; até mesmo nas profecias as
metas estava implícitas. Os Apóstolos, em busca de resolver a
pregação da verdade pra aquele tempo, a escrita dos livros pra
auxiliar na transmissão da mensagem.</p>
<p><strong>Necessidade
Social &ndash;</strong> A partir do momento em que se iniciam os
estudos, a sociedade e/ou a comunidade em que se vive cobrará
resultados desse inicio do fazer musical. Essa cobrança é saudável
para que se continue o estudo e alcance esta meta; por isso sempre
aconselho que se satisfaça, por parte do aluno, a exigência do meio
social em que vive, inclusive que se perceba o que eles querem
ouvir - amigos, família, igreja - ou o que querem que aconteça com
a música em sua região.</p>
<p>A comunidade tem uma
rotina social, e nós, que vivemos nela, sabemos quais são as
cobranças e quais são as prioridades. É preciso, como membro desse
grupo, perceber isso e atendê-lo com o meu fazer musical, seja qual
for. Todos cobram de alguma forma; o professor precisa saber de seu
aluno que cobranças são essas, e também contribuir pra que ele as
atenda.</p>
<p>Como educador musical
estaremos percorrendo e perseguindo essas necessidades, e
satisfazendo-as, num período bem curto, com sabedoria e equilíbrio,
trabalhando de forma direta a esta demanda, pois, como estudante, é
importante não sofrer tensões nesta fase. Será muito enobrecedor
estar tranqüilo, feliz, satisfeito, engatilhando seus estudos até
vencer essas duas fases, embora, vejo que eles estão em constante
mutação, mas é possível chegar a elas rapidamente.</p>
<p>É bom lembrar, que não
quero aqui dizer que devemos de tocar o que eu quisermos e o que os
outros querem, ou mesmo diminuir o nível musical nas igrejas; mas
ao mesmo tempo, não é concebível o indivíduo passar dez anos de sua
vida, e não tocar ou cantar nada que goste pessoalmente e/ou o eu
sua comunidade pede, só porque não se está totalmente preparado. É
importante ter consciência de que a música que fazemos na igreja é
uma música funcional e/ou utilitária, com um devido fim, e se for
necessário, preciso fazer com que aconteça música, mesmo que seja
ela muito simples em estrutura, e técnica.</p>
<p>Talvez, tocar com o
mínimo de acordes, cantar com pouca técnica, e muito mais com o
coração, será muito mais nobre do que cantar com toda a técnica e
presunção de um fazer musical na frente da igreja, visando mais uma
performance de palco, do que a transmissão da mensagem. Porém,
precisamos mais que nunca, deixar claro que <strong><em>isto será
uma fase somente</em></strong>, e não podemos manter neste nível.
Quer queiramos ou não, tem muita gente nas igrejas cantando,
tocando e fazendo música de maneira pobre e medíocre. Em Lucas
17:10 diz: &ldquo;Assim também vós, depois de haverdes feito quanto
vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos
apenas o que devíamos fazer&rdquo;.</p>
<p>Isso deveria ser
totalmente excluído na igreja, mas é uma realidade, e não posso
desprezar esse grupo, que na verdade existe. Eles estão fazendo
música; simples, com pouca técnica, mas, estão lá, estudando,
treinando, e tentando melhorar no louvor. E eu, como educador,
terei de auxiliá-los e ajudá-los a elevar seu saber musical, com
humildade e sabedoria, e acima de tudo, equilíbrio, ao mesmo tempo,
ganhando a todos, seja qual for o estilo, e tipo de forma vocal que
o aluno almeja. O motivo da escolha deste estilo, será uma forma de
conhecê-lo melhor; e veremos que, muito do que se deseja
musicalmente, está mais pra ser elogiado e amado por esta
sociedade, do que fazer música. E, tendo isso em mente, teremos de,
aos poucos, elevar seus conhecimentos, sem preconceito, não se
colocando como o dono da verdade, e sim, mostrando tudo que existe
de possibilidades e encaminhando para uma qualidade musical de
nível superior e de forma gradual.</p>
<p>É daí que vem a
necessidade de se estudar tudo que puder de psicologia. O professor
precisa entrar em contato com este assunto, as emoções, as
angústias, tristezas, ânsias do humano, pois poderá ajudar seu
aluno/paciente, e a si próprio, pois muito do que ele próprio
escolheu tocar e o seu fazer musical, tem a ver com as suas
necessidades pessoais e sociais; ele também sonhava ser alguém
musicalmente, e foi trilhando este caminho tortuoso dos estudos,
passou e passa horas estudando, refletindo, planejando, organizando
saídas pra ser um bom professor.</p>
<p>A carreira de um
professor contém muitos sofrimentos, lutas e angústias; e se ele,
com humildade e sinceridade, entender e perceber emocionalmente sua
condição e continuar sempre nesta busca, verá que é um constante
aluno, e que trilha há mais tempo no mundo dos estudos. Cristo
nosso Mestre, sempre foi um ouvidor, e sempre parava pra refletir e
orar a sós, pra entender e buscar no Pai as saídas e Sua missão
terrestre. Faça professor o mesmo, Ele o auxiliará!</p>
<p>Muitos que já foram
professores e alunos desistiram até estas duas fases, porque não
entendiam o que queriam, achavam que não conseguiam, suas ânsias
não foram satisfeitas, se decepcionaram por vezes com o professor,
ou mesmo aquela frase comum de alguns pedagogos musicais -
&ldquo;você não nasceu pra música, vá fazer outra coisa&rdquo;
&ndash; quando, na verdade, o problema estava no educador, que não
percebeu o que queria o aluno.</p>
<p>A Terceira fase da busca
musical:</p>
<p><strong>Necessidade
Técnica &ndash;</strong> Esta é a fase de maior efetividade
musical. Quando uma pessoa estuda música, passa pelas duas etapas
anteriores, e chega neste nível, já sabe o que quer. Sabe que quer
fazer música, pela música somente, quer tocar constantemente, ou
cantar com um aprimoramento técnico, com domínio do que faz. Nesta
fase está maduro, quer investir nesses conhecimentos; pode neste
período até se tornar um profissional e, nesta fase, a igreja por
vezes se torna limitada e insuficiente; é preciso tomar muito
cuidado, pois este estudante terá de correr atrás de outros
caminhos os quais, por vezes, são tortuosos e perigosos. Contudo,
se for em busca de algum profissional cristão, que entende nossa
<a href=
"http://www.musicaeadoracao.com.br/documentos/filosofia_dsa.htm">
Filosofia Adventista de Música</a>, e que sabe de sua missão
com relação à música da igreja, aliando a técnica, tudo correrá
bem.</p>
<p>Por ser um período
técnico e de estudos científicos, terá de estudar todas as nuances
musicais, a nível internacional, todas as possibilidades musicais
existentes na história, todo tipo de música, estilos, formas,
caminhos, sistemas musicais (sistema modal, tonal, atonal ou
pós-tonal, e tonal expandido), história da música, história da
arte, harmonia (tradicional, popular, funcional), estética,
folclore, metodologia científica, percepção e treino auditivo,
cultura brasileira e todas as suas influências, prática de conjunto
e música de câmara, analise musical, música da séc. XX e música
contemporânea, canto coral, regência (pelo menos noções, pra aquele
que não quer ser maestro/regente). Falo todas essas matérias, seja
para quem for instrumentista, cantor, coralista, líder musical,
qualquer função musical que se quer chegar. E se for para a parte
de educação musical, terá de estudar todas as questões do ensino,
didática, psicologia da educação, metodologia de ensino, políticas
públicas, e tudo que tem a ver com pedagogia seja musical e também
escolar.</p>
<p>É uma fase que poucos
chegam, e se torna um período menos emocional, e mais racional, por
ser de cunho mecanicista. Tenho percebido que a grande maioria da
igreja vem com as duas primeiras necessidades ativas em sua mente,
inclusive de forma mística, com vários mitos envolvidos:
&ldquo;precisa ter dom&rdquo;, &ldquo;Deus precisa
capacitar&rdquo;, &ldquo;só o poder de Deus me fará
aprender&rdquo;. De fato, é verdade, até certo ponto, mas qual
profissão não precisa de Deus para se aprender?</p>
<p>É muito comum passar
pelas duas fases iniciais e, ao serem cumpridas, iniciam-se duas
novas situações: Em uma delas, o aluno pára de estudar música, pois
a realidade da sua vida pessoal foi resolvida, e a parte social
(igreja e comunidade) estão satisfeitos; está feliz e contente por
ter um domínio técnico, até certo ponto. Nas duas fases iniciais,
aprende-se a técnica, e é bom ter claro isto; mas a prioridade deve
ser o fazer musical para um devido fim, essa deve ser sua meta. O
outro caminho que se segue é entrar na fase técnica e
profissionalizante, e isto será um benção para esse indivíduo,
tanto para igreja, tanto pra ele, como para sua sociedade, pois a
partir daí pode ser um profissional, e ao mesmo tempo, um ministro
da música, mesmo sem um titulo formal, mas com uma tocha de grande
valor em suas mãos, um mestre, um especialista e que estará
contribuindo pra todos os fins. Por vezes, o maior perigo é deixar
de lado a missão e ser somente o profissional. Conheço vários
profissionais que já foram da igreja, e hoje são somente
professores acadêmicos, e não querem mais ter essa &ldquo;dor de
cabeça&rdquo; que, para ele, é a igreja. Isso é muito perigoso e
pode até afetar sua espiritualidade.</p>
<p>Agora, porque será que
alguns não aprendem música? Será realmente que nem todos servem
para estudar música? O que há de errado no aprendizado
musical?</p>
<p>Os motivos são muitos e
talvez não exista uma resposta final, mas, há alguns conceitos
principais que causam falhas no aprender música. Eis abaixo alguns
deles:</p>
<p>1. <strong>O
professor</strong> &ndash; Muitas vezes o professor é o primeiro
causador do não aprender. Às vezes ele tem uma visão muito
tecnicista, mecânica, fragmentária, com pouco aprofundamento
musical, sem uma visão religiosa. Dou uma dica pra você, aluno que
quer estudar: questione a metodologia de seu professor, pergunte o
que ele ensinará, os procedimentos pedagógicos, o caminho
estrutural etc, pois ao ele te falar como trabalhará, você
perceberá se ele é, ou não, um professor que se adapte a seus
ideais e caminhos. Lembre-se, que você deve saber o que quer, e
poderá direcionar o seu estudo e o caminho que irá percorrer, mesmo
não sabendo profundamente; já mencionei acima algumas matérias que
serão cruciais nestes estudos.</p>
<p>2. <strong>Foco e
Definição no estudo</strong> &ndash; Precisam estar bem definidos a
meta, e o preço que pagará pra chegar no alvo pois, às vezes, não
se sabe ao certo onde quer chegar, e nem onde irá com seus estudos,
ou mesmo não queremos lutar pelas dificuldades que a música faz-nos
trilhar. Muitos querem em um mês tocar hinos complexos, músicas de
cunho técnico muito denso, querem ter uma performance pianística,
sendo que não sabem nem a diferença de uma escala maior pra uma
menor, tonalidade, cadencia harmônica etc.</p>
<p>As metas precisam ter
tempo determinado, não é possível também o aluno estudar com uma
rotina diária, e com dedicação, e ao mesmo tempo, após um período,
não ter aprendido nem um hino se quer, pois está estudando pra
suprir uma necessidade social, e a cobrança aparecerá mais cedo ou
mais tarde.</p>
<p>1. <strong>Instrumento
errado &ndash;</strong> A escolha do instrumento é primordial;
antes de estudar, é preciso estar claro na cabeça do estudante o
que realmente se estudará. Até aquele individuo que quer tocar
todos os instrumentos pode ser um dia um grande regente de bandas e
orquestras; se ele está decidido, lutará com todas as forças pra
tocar aquele instrumento, dominar aquela técnica vocal, aquela
regência, &ldquo;malhando&rdquo; em cima do instrumento dia e
noite, com muita força e dedicação. Tenha em mente que o estudo de
música precisa ser um trabalho diário, todos os dias, várias vezes
por dia, se possível, pela manhã, à tarde e à noite; só assim fará
como Paulo diz: &ldquo;mas transformai-vos pela renovação de vosso
entendimento&rdquo;, seja o entendimento musical ou não.</p>
<p>O não aprender é
inconcebível. Estamos em constante mutação e desenvolvimento, às
vezes não percebemos, mas ao ler este meu texto você estará sendo
transformado espiritual, física, biológica, social,
psicologicamente. Somos seres sistêmicos, totais, de inteireza em
mutação, estamos mudando mesmo não querendo; essa história de que
&ldquo;não mudo&rdquo;, &ldquo;pau que nasce torto, morre
torto&rdquo;, é enganosa, é inclusive um artifício de Satanás pra
que você não aceite esta possibilidade, e seja mudado de forma
natural. Às vezes, na vida, acontece alguma coisa que não
entendemos, e só depois de anos aprendemos porque aconteceu e como
gerou mudanças em nós.</p>
<p>Lembro-me que tinha
vinte e dois anos de idade e tive um acidente de bicicleta. Quebrei
dezesseis dentes, fiquei com a boca amarrada a ferros por seis
meses, e me perguntava a Deus, &ldquo;por que estou passando por
isto? Sou ancião, colportor, um missionário da página impressa,
trabalho constantemente, ajudo minha igreja, sou atuante e por que
estou vivendo esta condição?&rdquo;.</p>
<p>Naquele momento não
entendia nada, não aceitava nada do que acontecia comigo, estava
dependendo da igreja pra sobreviver, minha esposa angustiada por
ver o marido naquela condição. Neste período, tomei uma decisão:
sairia da colportagem, e estudaria música com todas minhas as
forças. Demorei um ano dentro de um planejamento, saí, montei uma
escola de música, comecei a fazer o ensino médio (porque nem isso
tinha concluído), para poder fazer a faculdade de música, ao mesmo
tempo, fui na antiga ULM (Centro de Estudos Musicais Tom Jobim) e
comecei a fazer cursos um atrás do outro. Hoje sou um músico
profissional, graças a Deus, e sei que só tomei aquela decisão por
que Deus deixou um acidente acontecer em minha vida, para que eu
parasse, foi necessário. Ele me fez &ldquo;parar de falar&rdquo;,
pensasse um pouco (seis meses), em minha pessoal, social,
profissional, familiar para que isso gerasse mudanças.</p>
]]></description>			<link>http://limaozinha.musicblog.com.br/111283/Musica-e-Psicologia-Unidas-na-Musicalizacao/</link>			<comments>http://limaozinha.musicblog.com.br/M-sica-e-Psicologia--Unidas-na-Musicalizac-o-04122008-042036-lp-111283.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://limaozinha.musicblog.com.br/111283/Musica-e-Psicologia-Unidas-na-Musicalizacao/</guid>			<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 04:20:36 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>