<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://fransueide.musicblog.com.br</title>		<id>http://musicblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://fransueide.musicblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Fransueide Ribeiro]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://fransueide.musicblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-11-12T06:19:04+01:00</updated>		<entry>			<title>Victor e Leo: 'Nós não tínhamos necessidade nenhuma de reconhecimento nacional'</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>
<h2>Dupla diz que já tinha público antes de música em novela e
recusa o rótulo de sertanejo universitário</h2>
</div>
<div>
<div><span>Por
Bruna Senos</span>
Eles estão na 'crista da onda'. Perdoem a expressão cafona, mas é
que nada parece tão apropriado de ser dito nesse momento em que o
sertanejo dá uma guinada e vive uma grande 'onda', semelhante
àquelas que a indústria fonográfica já não via há quase uma década.
Depois da lambada, do próprio sertanejo, do pagode, do funk e do
axé, nos anos 90, a sensação que se tinha era a de que nenhum
gênero tomaria de assalto outra vez as paradas de sucesso. Pois
bem, era só uma sensação: o sertanejo voltou.

E se o sertanejo é a grande onda da vez, Victor e Leo são os
maiores representantes da 'nova geração'. Líderes de venda e de
execução em radio, os irmãos nascidos em Abre Campo, Minas Gerais,
chegam a fazer, durante as festividades de São João, shows para
mais de 20 mil pessoas, de segunda a segunda. É inegável: se existe
a onda, existe a 'crista', e é lá que eles estão.

Vivendo o momento mais positivo da carreira  "Acabamos de
completar a 27ª capital", diz Victor -, a dupla fala, em entrevista
exclusiva para o site do Multishow, sobre trajetória, sucesso,
pirataria e explicam por que renegam o rótulo de "sertanejo
universitário". Confira:


<strong>Multishow - Em meio a uma enorme crise da indústria
fonográfica, o sertanejo deu um salto e vocês estão entre os
maiores vendedores de CDs do Brasil. A que vocês atribuem esse
sucesso?</strong>

<strong>Victor -</strong> Na verdade, a gente não fez nada para
chegar nesse sucesso. O que a gente fez, de alguma maneira,
ocasionou isso. Toda ação tem uma reação, é por aí. O que a gente
faz, até hoje, é sempre aprender mais e colocar em pratica esse
aprendizado para melhorar a nossa arte.

<strong>Multishow - Os arranjos das músicas de vocês são muito
característicos. Quais são suas influências?</strong>

<strong>Leo -</strong> Nós temos muitas referências diferentes, que
começaram com Sérgio Reis e Renato Teixeira e depois com as duplas
dos anos 90, mas também sempre escutamos Neil Young, James Taylor,
Eric Clapton... Essas referências extras, misturadas ao regional,
foram muito importantes para o nosso som.

<strong>Victor -</strong> Eu sou autodidata, não estudei violão. Na
verdade, tudo o que a gente faz vem da gente, os arranjos, a
produção, tudo, por isso tem essa identidade tão forte.

<strong>Multishow - Por soarem tão diferentes do sertanejo
tradicional, vocês sentiram algum tipo de preconceito com relação
ao som de vocês?</strong>

<strong>Leo -</strong> A gente não sofreu preconceito, a gente
viveu o preconceito. A gente não sofre porque entendemos muito bem
como isso funciona. Brasileiro, no geral, sofre preconceito, né? E
esse preconceito também foi, aos poucos, sendo quebrado... Por
exemplo, a entrada da nossa música aqui no Rio de Janeiro, um
estado que não tem tanta tradição sertaneja, é a prova de que o
preconceito está sendo quebrado e de que a nossa musica é
diferente. Tocamos no sul do Brasil, no Planeta Atlântida, no
Festival de Salvador... Acabamos de fechar o 27º estado brasileiro,
o que mostra uma aceitação interessante do nosso trabalho.
<strong>Multishow -</strong> <strong>Esse preconceito foi sendo
quebrado com a entrada de uma música de vocês na trilha de uma
novela?</strong>

<strong>Victor -</strong> Não, o preconceito foi quebrado muito
antes disso.

<strong>Leo -</strong> Mas isso também foi importante...

<strong>Victor -</strong> Foi, mas o reconhecimento veio bem antes.
Tudo é importante, na verdade, mas em 2005, quando estávamos em São
Paulo, já vivíamos muito bem de música. Nós não tínhamos
necessidade nenhuma de reconhecimento nacional. Já estava tudo
muito bom nessa época, o preconceito com o nosso som já vinha sendo
quebrado. As vezes fica parecendo que você está louco pra ser
famoso, mas esse nunca foi o nosso objetivo, a nossa meta... Passou
longe!

<strong>
Leo -</strong> A gente não ficava pensando com loucura no sucesso,
como as pessoas costumam pensar, com essa coisa de fama e dinheiro.
Quando a gente gravou o primeiro álbum ao vivo [hoje fora do
mercado por quaestões mercadológicas], estourou. Quando a gente
gravou o "Ao vivo em Uberlândia", a gente ja estava há um ano
fazendo shows lotados, em quase todas as praças, com o público
cantando todas as musicas... Só não tínhamos ido para a TV.

<strong>Victor -</strong> Para você ter uma ideia, a gente fazia
shows entrando no palco pela plateia sem o menor problema porque o
público não reconhecia a gente. Alguns tinham uma vaga ideia por
causa da internet e tal, mas nossa cara não estava em lugar
nenhum.

<strong>Multishow -</strong> <strong>E como vocês chegaram a todos
esses lugares, então?</strong>

<strong>Victor -</strong> A gente cuidava do site e começaram a
chegar e-mails pedindo shows e CDs nas cidades do interior do país.
As pessoas começaram a exigir CD original porque só tinha pirata.
Como assim só tem CD pirata, o CD tá onde, cara? Só a gente vendia
os discos nos shows. Chegavam e-mails do interior do Mato Grosso,
Minas, Goiás, Triângulo Mineiro... Esse eixo começou a conhecer a
nossa música sem saber quem a gente era, e a gente não sabia disso.
Ficamos sabendo através dos e-mails. Foi o rádio.
<strong>Multishow - Vocês falaram que as pessoas já tinham o disco
pirata, muitas pessoas conheceram o trabalho de vocês com os CDs
piratas. Como vocês lidam com a questão da pirataria?

Leo -</strong> A pirataria não é um mal a ser combatido agora.
Precisamos primeiro educar as pessoas. Elas precisam entender que,
ao comprar um CD pirata, ela está incentivando uma indústria falsa,
não está incentivando o país. As vezes as pessoas reclamam que
precisam de um país melhor e compram CD pirata. Isso é só um
exemplo, claro, existem muitos outros, mas é bem por aí.

<strong>Victor -</strong> Na verdade, o rádio veio antes da
pirataria. As pessoas começaram a conhecer o trabalho e a pedir
música no radio, que começou a tocar. É uma coisa maluca, muita
gente luta para poder ter sua música no radio e a gente, por dia,
encaminhava nossas faixas para umas 50 rádios do interior. Aí as
pessoas ouviam e procuravam na loja, mas não achavam. O 'pirateiro'
sacou isso aí, lógico. O pessoal chegava nele e pedia Victor 
Leo, mas ninguém vai até o 'pirateiro' sem conhecer a música.
Tivemos um monte de capas inventadas, era uma loucura. As vezes,
para um disco, existiam mais de cem capas diferentes. O cara pegava
uma foto nossa na internet, imprimia e escrevia "Victor  Leo
Ao Vivo". As vezes misturavam nossas músicas com as de outros
artistas, era uma mistura danada!

<strong>Multishow - Falando em mistura, vocês renegam o rótulo de
sertanejo universitário, que está bombando por aí. Por
quê?</strong>

<strong>Victor -</strong> As duplas que surgiram com esse rótulo
fizeram o que se chama de "circuito universitário", que nós não
fizemos. Além disso, a gente já faz nossa música há muitos anos. Há
muitos anos que nós estamos burilando nosso estilo pra chegar num
determinado momento e as pessoas simplesmente carimbarem um nome
nele.

<strong>Leo -</strong> O próprio nome já diz, é sertanejo
universitário, então é universitário. O que a gente faz é uma
musica universal. A gente tem fã-clube da terceira idade, tem fãs
adolescentes. Lógico que também temos fãs nesse público
universitário, mas é dificil pra gente rotular uma coisa que é
universal.

<strong>Multishow - Vocês citaram o Planeta Atlântida, vocês foram
os primeiros sertanejos a se apresentar no festival, que tem
tradição de pop-rock. Vocês se consideram pioneiros? Acham que
abriram caminho para outras duplas?</strong>

<strong>Victor -</strong> Nós não nos consideramos pioneiros, não.
A gente está só fazendo um trabalho. As pessoas podem achar, mas
nós não vamos discordar ou concordar, a gente não pensa
nisso.

<strong>Leo -</strong> É aquilo que a gente falou, a gente está
preocupado em fazer o nosso trabalho, subir no palco, fazer as
pessoas se emocionarem. esse outro lado, de se colocar em
alguma situação, alguma posição, sei lá, não é uma preocupação da
gente. A gente deixa para que as pessoas falem e caracterizem como
quiserem.</div>
</div>
				</div>			</content>			<id>http://fransueide.musicblog.com.br/215613/Victor-e-Leo-N-s-n-o-t-nhamos-necessidade-nenhuma-de-reconhecimento-nacional/</id>			<link href="http://fransueide.musicblog.com.br/215613/Victor-e-Leo-N-s-n-o-t-nhamos-necessidade-nenhuma-de-reconhecimento-nacional/" />			<author>				<name>fransueide</name>				<uri>http://fransueide.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-12T06:17:42+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Polícia prende jovem que enrolou gata em fita adesiva nos EUA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O norte-americano James Davis, de 19
anos,na
Filadélfia, nos Estados Unidos, acusado de crueldade contra animais
por ter enrolado fita adesiva em uma gata.</p>
<p></p>
<p>O felino foi encontradona última
terça-feira (22) enrolado com fita adesiva, das patas ao pescoço,
em uma praça na Filadélfia.</p>
<p></p>
<p>Levado à sociedade protetora dos animais
do estado da Pensilvânia, o animal teve a fita retirada do pelo e
passa bem.</p>
<p></p>
<p>Na ocasião,panfletos tinham
sidodistribuídos na região onde a gata foi encontrada, e uma
recompensa de US$ 1 mil (cerca de R$ 1,8 mil)havia sido
oferecida</p>
				</div>			</content>			<id>http://fransueide.musicblog.com.br/206987/Pol-cia-prende-jovem-que-enrolou-gata-em-fita-adesiva-nos-EUA/</id>			<link href="http://fransueide.musicblog.com.br/206987/Pol-cia-prende-jovem-que-enrolou-gata-em-fita-adesiva-nos-EUA/" />			<author>				<name>fransueide</name>				<uri>http://fransueide.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-11T07:21:51+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>"Estrela Cadente" Nova Musica</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Estrela
Cadente
(Victor Chaves)

A porta vai se abrir
Eu quero entrar com você
Você não pode impedir de acontecer

O que será esse amor?
Só as estrelas dirão
Feito a gente
Podem outros tentar
Não se amarão

O nosso amor é raio luzente
Estrela cadente na escuridão
Um beijo seu, um rio de mel
Me leva pro céu, me tira do chão.</p>
				</div>			</content>			<id>http://fransueide.musicblog.com.br/199382/Estrela-Cadente-Nova-Musica/</id>			<link href="http://fransueide.musicblog.com.br/199382/Estrela-Cadente-Nova-Musica/" />			<author>				<name>fransueide</name>				<uri>http://fransueide.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-09-21T07:58:20+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>"MOÇA REBELDE"</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				Moça Rebelde (Victor Chaves) Faz um tempo, uma linda moça apareceu
aqui E eu, um simples caipira Ouvindo seu choro, então, a recebi
Ela estava de passagem Mas nem sabia direito pra onde ir Sua voz
era um canto suave Seu cheiro fazia o vento dormir Ela disse que
fugiu de casa Era rica, mas não vivia bem Me perguntou o que eu
tinha de riqueza Terra ou dinheiro pra ser alguém Eu disse: "Moça,
eu sei muito pouco Mas tudo o que aprendo me faz ser feliz E essa
vida que eu levo de um jeito muito simples É a vida que eu sempre
quis" Eu era um caipira Vivendo entre a campina e as estrelas do
céu E ela ainda era uma moça rebelde Uma colméia linda, sem favo e
sem mel Pra ela, tudo era ter o mundo E sapatos de ouro calçados
nos pés Mas pra mim sempre foi diferente Ser filho de Deus é tudo o
que se é Mas o tempo passou e ela ficou comigo Destino sem
explicação O feitiço e a magia da natureza mudaram seu coração
Hoje, a moça rebelde e eu estamos juntos E vivemos de amor E as
flores de um passado triste Murcharam, morreram, perderam a cor				</div>			</content>			<id>http://fransueide.musicblog.com.br/197468/MO-A-REBELDE/</id>			<link href="http://fransueide.musicblog.com.br/197468/MO-A-REBELDE/" />			<author>				<name>fransueide</name>				<uri>http://fransueide.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-09-16T04:28:53+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Brazilian Day 2009 New York - Victor e Leo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://fransueide.musicblog.com.br/194565/Brazilian-Day-2009-New-York-Victor-e-Leo/</id>			<link href="http://fransueide.musicblog.com.br/194565/Brazilian-Day-2009-New-York-Victor-e-Leo/" />			<author>				<name>fransueide</name>				<uri>http://fransueide.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-09-08T07:51:01+02:00</updated>		</entry></feed>