<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://crossroads.musicblog.com.br</title>		<id>http://musicblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://crossroads.musicblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Bem-vindo! Afinado á altura do seu talento.]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://crossroads.musicblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-02-03T18:03:39+01:00</updated>		<entry>			<title>Brian May (Queen)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Brian May</strong></p>
<p>Sujeito de postura
simples, mas por trás dessa figura uma genialidade humana, ídolo
mundial ao lado da mega banda britânica, o Queen.</p>
<p>Capaz de criar sons
mágicos de sua guitarra, da qual o próprio e o pai fez e a trouxe
ao mundo, a Red Special como é chamada. May extrai timbres
fantásticos mesclando com uma baita dose de delay (marca do
guitarrista) e equipamentos de alto bom gosto, sem falar do uso de
uma moeda de 6 pences no lugar da palheta, criando um chorus
naturalao tocar as cordas.</p>
<p>O que fez Brian May
deixar todo mundo no chinelo, é sua incrível habilidade para
sobrepor camadas de guitarras, criando montagens que soam como
corais de anjos, conjuntos de cordas ou orquestras, (vide o solo da
música "Killer Queen" do álbum Sheer Heart Attack).</p>
<p>Além de genil da
guitarra, May recentemente obeteve seu PhD em astrofísica: "O PhD é
uma sensação maravilhosa, mais não há nada que se compare a tocar
guitarra no palco. Sua mente, corpo e alma estão interligados
naquele momento".</p>
<p>Viu?! Palavras do
mestre! Brian Harold May.</p>
				</div>			</content>			<id>http://crossroads.musicblog.com.br/107397/Brian-May-Queen/</id>			<link href="http://crossroads.musicblog.com.br/107397/Brian-May-Queen/" />			<author>				<name>crossroads</name>				<uri>http://crossroads.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-19T19:31:01+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Edu Ardanuy lança finalmente seu primeiro disco solo instrumental.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>O
Senhor da eletricidade.</strong></p>
<p>Assim foi o nome dado para Eduardo
Ardanuy, guitarrista da banda Dr. Sin que agora lança seu aguardado
disco solo, pela revista Cover Guitarra. (vide capa)</p>
<p><span><strong>Biografia</strong></span></p>
<p>Edu Ardanuy (como é
chamado por todos), é considerado um dos melhores guitarristas do
país, eleito tanto pelo publico quanto pelas melhores revistas
especializadas no assunto.</p>
<p>Atualmente toca na banda "DR. Sin", que formou em 1992
com Andria e Ivan Busic. O músico também é bastante conhecido como
professor do instrumento, já que lecciona há mais de 15 anos e vem
ministrando workshops desde então. Seu trabalho pode ser ouvido
ainda nas bandas "Tork" e "Tritone".</p>
<p><span><strong>Eletric
Nightmare</strong></span></p>
<p>Primeiro disco solo
da carreira de Ardanuy, Eletric Nightmare contem 13 faixas com
diversas participações de artistas do meio musical em seu disco de
estréia.</p>
<p>Entre eles estão:
Felipe Andreoli (Almah, Angra) e os irmãos Busic, Andria e Ivan,
que o acompanham em sua banda Dr. Sin.</p>
<p>Confira abaixo o
repertório do álbum:
<span><span>01. Rock Will Never Die</span>
<span>02. Alien Voice</span>
<span>03. Mad Dog</span>
<span>04. Dixie</span>
<span>05. Jully-Boogie</span>
<span>06. Fire In The Sky</span>
<span>07. Body And Soul</span>
<span>08. Electric
Nightmare</span>
<span>09. Dirty</span>
<span>10. The Secret</span>
<span>11. Vertigo</span>
<span>12. In The Mood</span>
<span>13. Power Of
Music</span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://crossroads.musicblog.com.br/105470/Edu-Ardanuy-lanca-finalmente-seu-primeiro-disco-solo-instrumental/</id>			<link href="http://crossroads.musicblog.com.br/105470/Edu-Ardanuy-lanca-finalmente-seu-primeiro-disco-solo-instrumental/" />			<author>				<name>crossroads</name>				<uri>http://crossroads.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-13T06:32:03+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Paul Reed Smith - DGT</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>PRS
DGT</p>
<p>O guitarrista David
Grissom (John Mellencamp, Joe Ely e Dixie Chicks) e Paul Reed Smith
vêm trabalhando juntos há um bom tempo. Grissom adquiriu sua PRS
Standard goldtop em 1987 e realizou milhares de shows com ela.
Durante anos, ele e Smith conversaram sobre construção de
guitarras. Muitas das mudanças discutidas - braço mais gordo, corpo
mais grosso, headstock mais esbelto, tarraxas mais compactas -
combinaram com o que Smith estava aprendendo com seu mentor e
ex-presidente da Gibson, Ted McCarty. Tudo isso foi aplicado no
design da PRS McCarty, introduzida em 1994. Desde então, muitas
McCarty entraram para a família PRS. A DGT, mesmo não tendo McCarty
no nome, foi inspirada na McCarty Trem e incorporou ainda mais
melhorias, frutos da obsessão de Grissom e Smith.</p>
<p>Á primiera vista, a DGT
resume aqulo que esperamos de uma PRS: é maravilhosa e impécavel.
As capas de níquel escovado dos captadores são lindas e as tarraxas
de plástico proporcionam um visual retrô. No entanto, você precisa
tocar a DGT para perceber a influência de Grissom. O shape do
braço, por exemplo, é realmente mais encorpado do que o de outras
PRS, proporcionando uma pegada bastante consistente. Isso também
contribui para os vigorosos timbres amplificados da DGT.</p>
<p>Os trastes jumbo são
perfeitos e um excelente complemento para as cordas .011, aprovadas
por Grissom. Todas essas características garatem um resultado
sólido e poderoso, sentindo antes mesmo de plugar o instrumento.
Ligando a DGT em um Engl Invader e um Marshall JVM,
instantaneamente a guitarra produziu sons quentes e articulados -
tanto limpos quanto distorcidos - em ambos os captadores. O pickup
da ponte tem uma qualidade aberta e ressonante, respondendo de
acordo com o local de ataque á corda - brilhante e estalado perto
da ponte; um som mais escuro próximo á escala. Toda guitarra faz
isso, mas, no caso da DGT, isso fica explícito.</p>
<p>"Queríamos capturar o
caráter mágico de um ótimo PAF", diz Grissom, "que oferece clareza
em todas as cordas, mantendo o calor dos agudos. Utilizamos os
captadores da minha ES-335 1959 durante o projeto. Acho que
escolhemos o caminho certo".</p>
<p>A combinação dos dois
captadores gera um som prazeroso, e é nesta posição que se encontra
um dos recursos mais legais da guitarra. As McCarty tipicamente vêm
com um controle de volume máster, mas a DGT possui knobs separados
de volume de cada captador. O resultado é uma guitarra de dois
humbuckers com incrível capacidade de combinações. Com ambos os
pickups ligados, percebe-se claramente as mais sutis diferenças
quando manuseamos o botão de volume. Novamente, você pode encontrar
isso em qualquer guitarra, mais a DGT faz melhor. A certa altura,
tocando exclusivamente na posição intermediária do seletor de
pickups, misturando os dois captadores de diversas maneiras. Os
benefícios dessa configuração de controles são enormes.</p>
<p>"Ter controles de volume
separados era importante para o desenvolvimento dessa guitarra" diz
Grissom. "Assiti a um DVD do Led Zeppelin em um show dos
primórdios, em Londres. Simplesmente manuseando os knobs de volume
da guitarra, Jimmy Page conseguia produzir todos os timbres dos
primeiros álbuns do Zeppelin. Percebi que tínhamos de seguir esse
caminho. Estaríamos perdendo muito com apenas um controle de
volume".</p>
<p>Nada diso deve ser visto
como uma surpresa. Grissom é um músico de incrível bom gosto e um
exemplo como profisional. A PRS têm como características o alto
padrão e o compromisso com a excelência. Combine esses fatores e o
resultado só pode ser esse: Prêmio Equipo de Ouro para a
DGT.</p>
<p>Fonte: Revista Guitar
Player - Por Matt Blackett.</p>
				</div>			</content>			<id>http://crossroads.musicblog.com.br/104998/Paul-Reed-Smith-DGT/</id>			<link href="http://crossroads.musicblog.com.br/104998/Paul-Reed-Smith-DGT/" />			<author>				<name>crossroads</name>				<uri>http://crossroads.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-11T19:59:30+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Hérois da Guitarra  de A a Z</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Angus Young</strong></p>
<p>Estilo próprio, timbre único, pegada rock
n' roll, presença em palco incansávsel.. (e por ai
vai..)</p>
<p>São inúmeras qualidades deste ser de
estatura baixa, amante das guitarras SG (assim como eu), de gravata
fazendo chifrinhos que irei abordar neste artigo.</p>
<p>São poucos aqueles guitarristas que
conseguem influenciar uma legião de pessoas ao longo de toda uma
carreira tendo início em meados dos anos70 e já destacando-se
como líder da sua banda australianaAC/DC levando-a á quarta
década de vida.</p>
<p>Angus sempre dedicado ao instrumento
passava ao longo do dia tocando guitarra,confinado em
seuquarto logo após chegar de sua escola, sempre, trajando o
mesmo estilo de roupa das escolas australianas da época. Sua irmã
lhe indicou que usasse sempre a roupa em apresentações de sua banda
tendo como isto uma identidadeúnica em
palco.</p>
<p>Artistas em geral sempre passam por altos
e baixos. Angus juntamente com seu irmão na guitarra base encontrou
o ingrediente certo, dosando peso emfúria em
solosmúsicos
bluestendo como o maior admirador Chuck Berry.</p>
<p>Esta união dos irmãos Young levou a banda
ao mar revolto do sucesso até os dias atuais, sem abrandar o
peso,e sempre teve como marca registrada
riffspor que não
poderosos.</p>
<p>Para Angus o simples é o bastante em
termos de equipamento, evitando efeitos e
plugandoinseparaveis Gibson SG diretamente em seus
amplificadores Marshall deste oinício de sua
carreira.</p>
<p>Nenhum guitarrista faz pentatônicas como
Angus. Grande entendedor do négocio, esteve sempre presente nas
composições e solos cheios de bends e vibratos incrivelmentes
exagerado de Angus, seguido de velozes pull-offs e
hammer-ons.</p>
<p>Riffs antológicos que ficam impregnado em
nossas mentes estão nos disco de sua banda muitos delesde
grandesucesso, em duas fases, antes com "Highway to Hell" e
logo após a morte do vocalista Bon Scott, a volta triufante com
"Back in Black" levando o album ao segundo lugardos mais
vendidos perdendo o postosomente para "Trhiller" de Michael
Jackson.</p>
<p>Se não conhece..</p>
<p>Me desculpe mais em que mundo você se
encontrava?</p>
				</div>			</content>			<id>http://crossroads.musicblog.com.br/104866/Herois-da-Guitarra-de-A-a-Z/</id>			<link href="http://crossroads.musicblog.com.br/104866/Herois-da-Guitarra-de-A-a-Z/" />			<author>				<name>crossroads</name>				<uri>http://crossroads.musicblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-11T05:51:08+01:00</updated>		</entry></feed>