<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://miduas.loveblog.com.br</title>		<id>http://loveblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://miduas.loveblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[MIDUAS - MEMÓRIAS INSANAS DE UM AMOR SACANA]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://miduas.loveblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-10-24T01:29:12+02:00</updated>		<entry>			<title>MENSAGEM AOS LEITORES</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p>AMIGOS e AMIGAS, nosso M.I.D.U.A.S. vai parar aqui no LOVEBLOG.
Cansamos! Depois de inúmeras censuras, inicialmente de imagens;
textos deletados e discussões infindáveis; resolvemos manter o blog
apenas no BLOGSPOT.</p>
<p>Por uma questão de RESPEITO a todos que nos visitam desde os
tempos do GEOCITIES no Yahoo, vamos deixar esta mensagem aqui, até
que seja deletada pelo Blog. Se é que não será imediatamente!</p>
<p>Um grande abraço a todos...</p>
<p>ELE  ELA</p>
				</div>			</content>			<id>http://miduas.loveblog.com.br/103736/MENSAGEM-AOS-LEITORES/</id>			<link href="http://miduas.loveblog.com.br/103736/MENSAGEM-AOS-LEITORES/" />			<author>				<name>miduas</name>				<uri>http://miduas.loveblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-08-24T13:27:46+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>ABORDAGEM PRAZEROSA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>Eu
jamais teria olhado, mas uma vitrine refletiu a imagem dela e vi
seu sorriso e o olhar baixo, observando meu corpo bem no meio.
No costumo dar bola para psiu e cantadas
baratas as minhas costas.</span></p>
<p><span>Mas
algo em mim aceitou e fiz uma pose de descontraida, como se
estive observando o sapato, que realmente me interessou.
Ento que
costumam dizer: como Napoleo perdeu a
guerra.</span></p>
<p><span>Ela
soltou outra observao quase chula. E por
incrivel que possa parecer, me
excitei.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Entrei
na loja e ela entrou tambem. A moa veio ao meu
encontro e perguntou:</span></p>
<p><span>-
Voces esto juntas? Posso
ajudar?</span></p>
<p><span>-
No! Mas vamos ficar! Ela
respondeu.</span></p>
<p><span>Eu
virei surpresa e ela sorriu, eu sorri tambem. Sei la
exatamente por que. Sua segurana e ousadia acabaram por me
fazer curiosa onde tudo aquilo terminaria. Ento a
moa sorridente e prestativa perguntou o que eu desejava e
respondi; apressou-se em buscar o sapato que eu queria provar. Foi
ento de
apertar minha mo estendida e ainda dar os dois beijinhos no
rosto.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>E
conversou comigo, como se me conhecesse ha decadas,
chegando a opinar sobre o sapato e ate sugerir um outro, que
acabei comprando. Saimos da loja para um cafe e
ficamos conversando quase o resto da
tarde.</span></p>
<p><span>Nem
saberia dizer sobre o que falamos, exatamente, porque ela
interrompia cada frase para me elogiar, exacerbando predicados que
eu ate acho que tenho, mas no
exageradamente ditos.</span></p>
<p><span>Depois
me convidou para a sua casa, no muito longe mas que foi
necessario usar o carro. E foi no carro que ela
comeou a me tocar. Primeiro nas coxas, depois no meio
delas. Eu fui ficando cada vez mais excitada ate que na
garagem do predio dela, consenti num beijo roubado e que
depois eu mesma no queria que parasse
mais.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>E tudo
foi se precipitando, desde o desembarque, durante o uso do elevador
ate a porta do apartamento, aonde ja cheguei
desabotoada, desalinhada e completamente entregue aos seus desejos.
Mas foi durante o momento que ela me despia que eu tive a certeza
de que queria ser dilacerada pela boca e pela fora dos
dentes que ela usava contra meus seios empinados, empertigados e
abarrotados de teso passaram por
estagios, no iniciaram com sussurros, foram
diretamente para a expresso gutural da dor. As mordidas
eram to intensas e frequentes por todos os lados dos
seios, que temi pela perda de partes deles. Mas o que normalmente
me levaria a uma reclamao, me levou ao
extase. E eu queria cada vez mais e mais
forte.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Perceptiva, ela abrandou seus intentos, chupando-os
mansamente. Mas deliciosamente excitante. E seguiu assim, para
baixo, fazendo eu me contorcer quando passou pela barriga. Ora
querendo rir, ora querendo gemer mais
alto.</span></p>
<p><span>Nas
coxas ela me fez arreganhar as pernas, indicando o caminho que eu
desejei que ela seguisse. Pouco se importou com minha vontade.
Virou-me de bruos, sem parar de morder minhas
nadegas, abriu-as e enfiou a lingua por todo o vale.
Foi acima e abaixo, por incontaveis vezes, concentrando-se
no orificio anal por dezenas de minutos,
depois.</span></p>
<p><span>Implorei, prometi deixar fazer o que quisesse, mas ela
so queria ficar ali me
enlouquecendo.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Finalmente, estendeu a mo e retirou debaixo do
colch que absorvi como se fosse de
forma e tamanho normais. So o berreiro de prazer denunciou
que eu nunca sentira tanto teso como naquele instante. Meu
orgasmo foi prolongado e exuberante, porque nunca parou o vai-e-vem
que promoveu.</span></p>
<p><span>Ento sua boca chegou ao clitoris,
novamente remexida de um lado para o outro, na
posio que ela desejou. Uma outra
sensao associou-se com o termino do meu gozo
anal e outra vez me vi aberta para experimentar sua lingua
por toda a regio da virilha ate o
pubis.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Podia
perceber o calor naquela regio, assim como a umidade que
jorrava, escandalosa. Os sons dos chupes e meus gemidos
quase histericos foram substituidos pelos gritos de
incentivo que pronunciei. Estendeu de novo o brao para
debaixo do colcho e sacou uma nova arma que
no cheguei a por os olhos, apenas ouvi o barulhinho sendo
acionado. Depois foi a sensao,
iniciada nas bordas e depois a penetrao firme, mas
vibratoria; vagina adentro.</span></p>
<p><span>Foi
como um ferro em brasa que encontra mais brasa. O calor gerado e os
movimentos em todas as direes me fizeram escrava
daquele prazer. Mexi e remexi o quadril, gritei e pedi o que quis,
fui atendida ate que explodi, ou implodi. Nem sei! Sei que
gozei desesperada. Sei que me agarrei nas bordas da cama. Sei que
gritei tudo que sentia. Sei que solucei, ri e chorei de tanto
gozar.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Depois
so carinhos de um par de mos macias e quentes, por
toda a minha pele.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://miduas.loveblog.com.br/38362/ABORDAGEM-PRAZEROSA/</id>			<link href="http://miduas.loveblog.com.br/38362/ABORDAGEM-PRAZEROSA/" />			<author>				<name>miduas</name>				<uri>http://miduas.loveblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-07-04T02:04:07+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>CHURRASCO COM PIMENTA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong><em><span>ESTE TEXTO VEIO PARA PUBLICAO ATRAVES DA
CAIXA DE MENSAGENS DA ELA, COM UM RECADO
IDENTIFICANDO SER <span></span>UMA
AMIGA BLOGUEIRA QUE DISSE NO SER
POSSIVEL PUBLICAR ESTE POST NO SEU BLOG. COMO SOU SEU
LEITOR, CONCORDEI EM REPASSAR PARA VOCES NO NOSSO
CONTO DAS LEITORAS.
DELICIEM-SE:</span></em></strong></p>
<p><span></span></p>
<p><span>O avio que a trouxe da Bahia
chegou no horario previsto. Quando vi a aeronave tocar o
solo, meu corao disparou. Enquanto taxiava na
pista, eu corria pelo saguo para chegar a
area de desembarque. A porta automatica abriu-se e
ela surgiu, puxando uma mala com a mo esquerda e segurando
sua bolsa com a outra.</span></p>
<p><span>No olhar um brilho de ansiedade, que
refletia a alegria de finalmente conhecer-me pessoalmente. O
sorriso confirmava a satisfao de estar a apenas
alguns passos do primeiro abrao, de sentir meu cheiro, de
confirmar as imagens que conhece apenas do mundo
virtual.</span></p>
<p><span>Quando nossos olhares finalmente se
cruzaram, o sorriso amplificou. Os olhos arregalaram de alegria e
seu primeiro impulso foi largar a mala e apressar o passo em minha
direos e a recebi inteira.
Senti seu perfume invadir meus sentidos e meu corpo foi agraciado
com seu abrao. Apertei seu corpo contra o meu e ela fez o
mesmo, ficamos assim enquanto falamos uma para a
outra:</span></p>
<p><span>- Nem acredito que voce esta
aqui minha querida!</span></p>
<p><span>- E um sonho estar aqui meu
amor!</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Nossas bocas beijaram as faces
contrarias, to proximas dos labios que
o desejo invadiu imediatamente meus pensamentos, queria te-la
inteira no conforto da minha morada. Ajudei com a mala e fomos para
o estacionamento, ela de braos dados comigo, o sorriso
permanente na boca e os olhos observando todos os detalhes em
volta. Provavelmente construiu molduras para gravar nossas cenas em
espaos reais na sua memoria. A memoria do
nosso primeiro encontro, o sentido do nosso primeiro aroma que
captamos uma da outra.</span></p>
<p><span>Chegamos ao carro e ela no
resistiu, veio para o meu lado e me beijou na boca, depois lambeu
os labios e disse que meu gosto era melhor do que havia
imaginado. Passou uma das mos na minha coxa e disse que
minha pele era mais macia do que a de um pessego, mas que
deveria ser ainda mais suculenta do que a do
caju.</span></p>
<p><span>Depois que passamos pela guarita e
tomamos o rumo de casa, ela se abaixou e lambeu minhas coxas,
levantando a saia ate onde conseguiu e cheirou minha
virilha. Exclamou delicia e depois deu uma
mordida, arrancando de mim um ai manhoso, mas que
no deixava duvidas quanto a minha
satisfao dela ter feito
aquilo.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Contou sua viagem resumidamente, sem
tirar os olhos de tudo que passava pela a sua volta pelos vidros do
carro; algumas vezes interrompia sua narrativa, apontava e
perguntava: o que e
aquilo?</span></p>
<p><span>Mas enquanto eu informava, ela no
tirava os olhos de mim, desconfiei que no queria saber o
que perguntou, mas apenas me ver e ouvir falar. E, enquanto eu
falava, sua mo percorria minha perna, algumas vezes mais
suavemente, noutras mais atrevida. Em todas, minha ansiedade
so fazia aumentar, queria chegar logo em casa. Quando
chegamos na garagem ela perguntou se tinha alguem em casa,
diante da minha negativa ela me agarrou. Sua boca voraz sugou os
meus labios e depois meu pescoo. Eu tentava abrir a
porta mas ela so fazia abrir meus botes, expor minha
intimidade que agora era sua propriedade exclusiva. Tomou posse de
cada centimetro do meu corpo. Pea
ela abriu, retirou e jogou para todos os lados, deixando um rastro
que denunciava toda a sua ansiedade para me possuir por
inteiro.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Como se soubesse a distancia entre
a entrada e a minha cama, restava sobre o meu corpo a calcinha e o
sutio, de afoita ela ficou<span></span> deliciosamente lenta nos
movimentos, mas selvagem nas atitudes. Arrancou meu suti e
abocanhou meus peitinhos, um de cada vez por alguns instantes,
ate que o mamilo estivesse empertigado por completo.
Ento o chupava com os labios e depois mordiscava,
arrancando ais que motivavam a
repetio, ora num, ora noutro. Depois subia
ate meus labios e me beijava, segurando minha
cabeos e sorria entre um beijo e
outro.</span></p>
<p><span>Percebendo minha sensibilidade na
regio,
enquanto eu virava de bruos. Desceu beijando e lambendo
minhas costas, enquanto eu gemia confirmando o prazer de suas
atitudes. No cofrinho ela se deteve, ficou ali fazendo zig-zag com
a lingua estendida e endurecida, penetrando o vale de carne.
Com os dentes, foi baixando a calcinha e a medida que a pele se
revelava, num veio minusculo entre as bandas da bunda, suas
mos alargavam para a lingua profanar a profundidade.
Quente e umida, penetrou cada centimetro, arrancando
mais gemidos, cada vez mais altos e
ininterruptos.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Quando a calcinha chegou no meio das
coxas, ela abandonou o meio da bunda e se concentrou na papada,
onde alternou lambidas, beijos estalados e mordidas. Chupes
profundos, lambidas carinhosas, mordidas deliciosas e beijinhos de
compaixo, esta foi a sequencia adotada por
minutos. De vez enquanto cheirava meu sexo e soltava um suspiro
acompanhado de huns ou ais com palavras
que definiam sua satisfao: delicia,
gostosa e teso. Quando eu
pensava que ela se apoderaria do meu sexo, ela descia ainda mais
pelas coxas, abaixando a calcinha ja enrolada em
direo aos pes. Tentei me livrar da
pea mas ela impediu, depois lambeu toda a minha coxa e na
sequencia a panturrilha. No instante que ela chegou aos
pes eu me virei e ela atacou meus dedos, chupando um a um e
passando a lingua entre eles. Fui ao delirio, gemi e
me agarrei a cabeceira da cama, me contorcendo de prazer. Ela veio
percorrendo de novo minha perna e coxas, agora pelo lado inverso
mas com as mesmas aes de quando veio aos
pes, em sentido contrario.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Ento senti quando ela colocou a
cabea entre as minhas coxas, na altura da virilha. Seu
nariz tocou meu clitoris e eu abri as pernas ao
maximo, flexionando-as na altura dos joelhos. Ela lambeu de
baixo para cima e foi abrindo a vulva, enquanto a lingua
penetrava, transformando essas etapas em prazer de me fazer gritar
e gemer. Brincou com a lingua neste pequeno triangulo
completamente depilado especialmente para sua vinda. Senti seus
dentes nas carnes umedecidas e em brasa, sendo ainda mais
atio para
repassar-lhe o consolo que desejava sentir nas minhas entranhas.
Ela chegou a pega-lo, mas no fazia
meno de enterra-lo dentro de mim. Ficou
brincando com a sua ponta no anus, enquanto seus
labios fazendo biquinho chupavam meu
clitoris cada vez com mais
fora.</span></p>
<p><span>So depois de me ver em desespero
aceitou minhas ordens implorando mete, mete
tudo. Senti a penetrao ser amplificada pelos
chupes no clitoris e os movimentos sendo
sincronizados: o consolo penetrava e o clitoris sendo
chupado. Tudo em crescentes movimentos, eu estava agarrada na
cabeceira e gritando de prazer ate explodir em
gozo.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>E foi aos berros, soluos e
contores pelo corpo que durante o orgasmo recebi o
peso do seu corpo, que leve e quente percorria o meu, ora acima,
ora embaixo; mas sempre focado na altura da vulva. Sua boca variava
de alvo, com o corpo embaixo ela refazia os movimentos sobre os
peitinhos: lamber, beijar, chupar e mordiscar. Quando seu corpo
subia, ela fazia o mesmo no pescoo ou ombros. Resisti o
quanto pude mas outro orgasmo veio junto com o dela. Nossos gemidos
se confundiram, nossos gritos de prazer competiram, nossas palavras
se repetiram: todas para elogiar nossas sensaes,
uma da outra.</span></p>
<p><span>As respiraes ofegantes
invadiam nossos ouvidos ainda, quando nossas mos trocaram a
posse de outro consolo. A minha, repassando, indicando que a xoxota
queria ser invadida. A dela, decidida a satisfazer todos os meus
desejos.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Sentindo a busca pela abertura
magica, escancarei o maximo que pude as pernas,
queria que ela presenciasse seu ato. Ela foi-se inteira para a
regio mais central do meu corpo e senti de novo sua
lingua lambendo o clitoris. O consolo, sob o comando
de suas m contrapondo
o meu teso que so fazia ampliar. Lentamente ela foi
fazendo o falo alargar a caverna completamente encharcada dos meus
proprios fluidos, enquanto minha garganta emitia os sons que
motivavam a frequencia com que ela fazia eu sentir a
invaso
de cada centimetro, mas tambem o desespero da
evaso sabia ser definitiva ou
provisoria. Mas o aumento da frequencia e da
intensidade proporcionava prazer e dominavam meus sentidos. Se ela
no soubesse que sou escandalosa, certamente teria
paralisado tudo, tantos eram os sons que eu emitia e o volume que
eles propagavam.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Quando o orgasmo dominou meu ventre o
corpo todo vibrou. Os gritos eram to intensos que ela
no queria que eu parasse mais de gozar, maravilhada com o
prazer que estava me proporcionando. Suas mos percorrem o
meu corpo, como se tentasse estende-lo para que pudesse
absorver todo o teso emanado pelo gozo. Aquilo amplificou
ainda mais meu prazer!</span></p>
<p><span>Mas meu instinto feminino apoderou-se dos
meus sentidos e um ciume indesejavel tomou conta dos
meus sentimentos: sera que e assim que ela transa com
a sua namorada? Enquanto olhava para seu rosto, imaginei que ela
estivesse pensando o similar: sera assim que ela transa com
todas as outras?</span></p>
<p><span>A mulher e uma criatura
incrivel em todos os aspectos!</span></p>
<p><span></span></p>
<p><strong><em><span>VOCE TAMBEM PODE CONTAR SUA HISTORIA AQUI
NO M.I.D.U.A.S. MANDE SEU TEXTO PARA ela_miduas@hotmail.com QUE
PUBLICAREMOS NO NOSSO ESPAO DEDICADO AOS CONTOS DAS
LEITORAS.</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span></span></em></strong></p>
<p><strong><em><span>VOCE
PODE LER OUTROS CONTOS DESTA AUTORA
EM</span></em></strong><strong><em><span>
</span></span></em></strong><strong><em><span>
http://insopitavel.loveblog.com.br</span></em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://miduas.loveblog.com.br/37275/CHURRASCO-COM-PIMENTA/</id>			<link href="http://miduas.loveblog.com.br/37275/CHURRASCO-COM-PIMENTA/" />			<author>				<name>miduas</name>				<uri>http://miduas.loveblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-06-25T06:08:24+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A CONHECIDA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>ELE
estava me contando umas coisas da sua semana pelo MSN, quando citou
que ela passaria pela cidade a caminho do seu destino. Tenho
teso nessa mulher, uma lesbica minha conhecida com
olhos mais que misteriosos. Sabia que ELE tinha o telefone dela mas
no quis pedir na hora. Em outro dia consegui dele o
numero e ento liguei:</span></p>
<p><span>- Oi
tudo bem? Sabe quem esta falando?</span></p>
<p><span>-
No! Fala mais, quero ver, acho que estou reconhecendo . .
.</span></p>
<p><span>- Soube
que voce vai passar aqui pela cidade, no quer ficar
uma noite aqui pra conhecer os points?</span></p>
<p><span>-
Caramba, ja sei quem e! Como conseguiu meu
numero?</span></p>
<p><span>- ELE
tem, voce passou pra ele, no
lembra?</span></p>
<p><span>-
Lembro, agora. Mas no sei se vou passar no fim de semana,
acho que so segunda-feira pela
manh.</span></p>
<p><span>- Bem,
agora voce tem meu numero, se for passar aqui me liga.
Tchau!</span></p>
<p><span>- Tchau!
Pode deixar, se passar por ai eu ligo
sim.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Na
sexta-feira o telefone tocou avisando o recebimento de um SMS. Vi
que era dela. A mensagem dizia que ela viria no domingo, final da
tarde. Mandei outro SMS de volta avisando que estaria esperando.
Depois fiquei pensando, onde poderia leva-la no domingo a
noite? Lembrei do Jack In que abre a partir das 18h no domingo,
nunca estive por la nestes dias mas se estivesse aberto
mesmo ja estava de bom tamanho. Quando a hora chegou fui me
encontrar com ela, sem no entanto poder utilizar meus melhores
artificios de atrao: roupinhas que mostram o
maximo e escondem o minimo. O frio da cidade
no permite. O jeito era usar minha capacidade de flerte com
as regras pre-estabelecidas: segredo do nosso encontro. Duas
coisas iam despertar a curiosidade dela. A primeira, nem cogitava
responder, que deveria ser o por que de tanta
ateno com ela. Que descobrisse sozinha, depois. O
segundo, sobre ninguem saber, era para ela no ficar
contando na cidade dela que saiu comigo. Aquela gente la
e muito tradicional, conservadora, no quero meu nome
vagando pelas linguas da comunidade local. E
valorizando nosso inocente encontro para conhecer
lugares que ela gosta, certamente despertaria nela a pergunta que
no se calaria dentro da sua mente: Ela gosta de mulher? O
que a instigaria a testes que presumi serem os mais
deliciosos joguinhos de seduo que ela certamente
saberia jogar.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Encontrei-me com ela e fiz toda aquela cena
necessaria para que meus planos se concretizassem. Levei
para um lanche (ela chegou com fome), passeei pela cidade num tour
rapido e objetivo: aqui e isso, ali e aquilo,
eu moro para aquele lado (sem dar a direo efetiva),
trabalho naquela outra direo, uma certa
confuso para deixa-la sem saber como introduzir o
assunto, ainda. Quando deu a hora que o bar abre, rumei para
la. No caminho fui falando dos lugares que ela provavelmente
gostaria de conhecer, mas que eu no sabia como chegar por
nunca ter ido. Mas que tinha um que uma amiga da academia disse ter
passado uma noite agradavel e que poderiamos
conhecer. No era longe dali. Chegamos ao local alguns
minutos depois. Toda a preocupao dela estava onde
ela ficaria aquela noite, quando prosseguiria a viagem, as coisas
praticas do mundinho dela. Eu no poderia dizer nada,
como falaria que meus planos eram passar uma torrida noite
de sexo com ela? Eu queria ser seduzida, queria
experimentar seus propalados dotes de abatedora de
mulheres sem nenhuma experiencia homossexual. Aquilo me
fascinava.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Chegamos
no bar e estava sem a lotao costumeira das noites
de sabado, que costumo frequentar. Escolhi uma mesa bem
no canto, a ocasio merecia o maximo de privacidade
possivel. Perguntei o que queria beber e ela escolheu
cerveja, que eu ja sabia ser sua preferencia. Depois
de uns dois goles, sugeri que ela fosse dar uma volta para conhecer
todo o local.</span></p>
<p><span>- Eu vou
ficar bem, pode ir, no se
preocupe.</span></p>
<p><span>Com isso
quis demonstrar uma certa ingenuidade quanto a
frequencia em bares de lesbicas, onde ir sozinha
representa sempre uma predisposio para ser
assediada. Ela foi, provavelmente para pensar como deveria agir
dali para adiante. Voltou poucos minutos depois, dizendo o que viu
e perguntando se eu no queria fazer o mesmo para conhecer.
Falei que depois, talvez. Insisti na manuteno de
segredo absoluto sobre este nosso encontro, acrescentando a
citao magica que a faria pensar que eu
estava disposta a encarar uma abordagem mais
excitante.</span></p>
<p><span>- Posso
confiar em voce, no e? Tudo que
acontecer aqui vai ficar so entre nos,
no vai?</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Se ela
no entendesse o tudo que acontecer aqui como
sendo o sinal verde, ento era o que costumam
falar dela. Uma pegadora deliciosa; que fazia algum
tempo vinha me instigando. Mas aconteceu como eu previa. Ela se
disse de confiano me
preocupasse com ela, pois a discrio
era a sua maior qualidade. Ento colocou as garras de fora e
comeou a falar de mim, de como eu era bonita, atraente e
que ela nunca chegou por esse e aquele motivo; que
ela e uma pessoa que presa a amizade e todo um
caminho de justificativas. A musica convidava a
danar e tomei a iniciativa, levantando-a da cadeira com uma
das mo era
o ritmo preferido dela, mas eu fiquei to perto que
roar nela era inevitavel.</span></p>
<p><span>Daquela
posiarem
minha cintura e minha boca ficar a centimetros da dela, foi
so uma questo
seus olhos ficaram fixados nos meus, meu sorriso a chamou ainda
para mais perto e ela veio me beijar.</span></p>
<p><span>Senti
meu corpo desejando seu abrao, sua lingua penetrando
minha boca avida e tive que me conter para no
leva-la dali direto para o primeiro motel que
encontrasse.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>
Nos ficamos muito tempo assim,
trocando beijos e suas mos procurando explorar o meu corpo
o maximo que era possivel num local publico.
Ate que ela perguntou se no tinha um lugar mais
adequado para a gente ficar a sos. Encaminhei nossa
saida do lugar e rumei para um motel. Ela veio me pegando e
me deixando no clima ate quando chegamos. Depois foi o
delirio! Ela sugou meu ventre com a boca experiente, fez
meus seios quase explodirem de teso, arrancou de mim os
mais sentidos gemidos e gritos de prazer. Sobre o meu corpo ela
experimentou seu orgasmo, depois de extrair de mim os gozos mais
alucinantes. Chegou ao deliro quando ofereci o sexo anal para sua
ultima descoberta sobre minhas preferencias. Com dedos
ageis e a lingua percorrendo meus pontos mais
excitados, penetrou-me sob meus pedidos de mais, mais forte, quero
tudo. As exploses de gozo, sons prazerosos e sua
propria satisfa
fizeram dela a mais sorridente e satisfeita mulher que gosta de
mulher naquela noite. Tenho certeza!</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://miduas.loveblog.com.br/35170/A-CONHECIDA/</id>			<link href="http://miduas.loveblog.com.br/35170/A-CONHECIDA/" />			<author>				<name>miduas</name>				<uri>http://miduas.loveblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-06-05T04:57:40+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>ENORME (MUITO GRANDE . . .)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>Tive um
dia cheio de situaes que quase me levaram ao
estresse. Logo no dia que vou viajar a noite e ainda precisava
passar em casa, fazer mala e arrumar tudo. Viajar de avio
com aquele tempo era mais um fator para me deixar
nervosa.</span></p>
<p><span>Ossos da
profisso. Encarei como mais uma das varias barreiras que
nos mulheres precisamos enfrentar todos os dias para
vencer.</span></p>
<p><span>Cheguei
no hotel com fome. No aquela fome angustiada, queria uma
coisa boa, dar uma relaxada aproveitando o calorzinho da cidade,
no tanto assim, mas mais quente do que a gelada Curitiba.
Uma cerveja, de preferencia bem geladinha.
Delicia!</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>O hotel
estava bem frequentado e o restaurante ainda meio cheio.
Resolvi sair, no queria ficar ali e correr o risco de ser
abordada por um hospede. Peguei um taxi e
perguntei:</span></p>
<p><span>-
Voce sabe onde tem um bar para mulheres, coisa do
genero?</span></p>
<p><span>O
taxista pensou um pouco e disse que talvez tivesse uma
opo, mas precisava confirmar com uma colega. Ligou
pelo radio do carro e pediu contato com um prefixo. Logo foi
atendido. Ele falou o que queria e ouvi quando ela
disse:</span></p>
<p><span>- Se
quiser posso levar, estou passando por perto. Pergunta se quer que
espere pra voltar, e meio retirado. Ento,
antecipei-me.</span></p>
<p><span>-
E dificil arranjar taxi pra
voltar?</span></p>
<p><span>- Tem
que chamar, la por aqueles lados no passa assim
muito tarde.</span></p>
<p><span>- Mas
e muito longe? Pra que lado fica?</span></p>
<p><span>-
No sei bem direitinho, melhor a senhora aceitar que ela
leve, conhece bem aqueles lados.</span></p>
<p><span>-
Esta bem ento. Chama ela por
favor.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Nem foi
preciso. Ele estava falando no radio quando ela estacionou
ao nosso lado. Saltei de um e entrei no outro. A surpresa foi
grande. Enorme, pra falar bem a verdade. Uma mulher imensa, a
cabea quase tocava no teto do carro. Parecia uma jogadora
de basquete. Cabelos curtos, encaracolados, pele morena e uns olhos
grandes, a boca mais ainda. No era uma princesa da beleza,
mas era uma beleza exotica. Sorriso, dentes bem
dispostos, corpo magro mas no do tipo esqueletico.
Antes de mandar seguir perguntei se ela achava que haveria publico
no local ou estaria vazio.</span></p>
<p><span>- Olha,
costuma sempre estar bem frequentado, tem a universidade por
perto e tambem e feriado amanh no
municipio vizinho, e bem na divisa. Tenho a
impresso que vai estar cheio. Eu mesma estava pensando e
passar por la daqui umas duas
horas.</span></p>
<p><span>-
Ento vamos, se voce recomenda vou apostar no seu
palpite. Falei.</span></p>
<p><span>- Pode
confiar. Frequento la, conheo a dona, lugar
e bem legal, muita universitaria, garotas do
interiorzo, gente de Minas tambem. Acho que vai
ficar ate amanhecer. E deu uma
risadinha.</span></p>
<p><span>-
Nooo! No maximo as tres quero estar fora.
Amanh tenho compromisso as dez. Preciso dormir
tambem.</span></p>
<p><span>- Bom!
Ai depende. Se gostar de la acho que vai querer ir
pra cama logo; mas dormir, no sei se vai. E me olhou com os
olhos grandes pelo retrovisor.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Achei
engraada e fui dando oportunidade pra ela se espalhar na
conversa. Perguntei o obvio, ela disse que era lesbica e
casada com uma outra taxista, uma trabalhava de dia e a outra a
noite, com aquele carro.</span></p>
<p><span>-
Ento vai fazer o que mais tarde la? Anda pulando a
cerca? Instiguei.</span></p>
<p><span>- Veja
bem; no. Mas sabe como e,
arroz com feijo todo dia e dose. A gente merece uma
vez ou outra um file ou um franguinho para
aprimorar o paladar. E riu
gostoso.</span></p>
<p><span>- E ela?
Durante o dia no deve
ter bar funcionando durante o dia.
Questionei.</span></p>
<p><span>- Pois
ento. Mas rola coisa, como voce diz, que se eu contar
vai achar que estou inventando.</span></p>
<p><span>-
E mesmo? Tem bastante mulher aqui que prefere outra
e?</span></p>
<p><span>- Nossa!
Aqui e por demais. Nessa universidade mesmo acho que
e parelho. Homem, viado, mulher e sandalhinha deve ser na
mesma proporo.</span></p>
<p><span>- Que
concorrencia ento? E bem nessa faixa etaria
onde so pensam nisso, no e
no?</span></p>
<p><span>- Nossa!
Minha companheira me conta cada causo que as
vezes chego a duvidar. Escuta coisa, vinda de tras desse
banco aqui.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>E seguiu
me contando algumas coisas rapidas, bem cabeludas. Mas eu
estava pouco interessada nos causos e mais no jeito
engraes, acompanhando
a narrativa e se virando pra tras. Nem me pareceu to
longe, pelo tanto que foi divertida a nossa corrida. Quando
chegamos, ela propos:</span></p>
<p><span>-
Fazemos assim, se for ficar ate as tres, eu cobro
so as duas corridas ida e volta. Se voce quiser ficar
mais ainda eu cobro a hora parada de
espera.</span></p>
<p><span>-
Acertamos o preo e ela foi ao bagageiro e tirou de uma
sacola uma outra camisa polo, mais adequada do que aquela
que vestia com a logomarca da cooperativa de taxi. Sem
nenhuma cerimonia tirou uma, ficou so de suti
e colocou a outra. Dobrou a anterior e voltou a usar a sacola para
guarda-la. Achei-a o maximo, com suas malandragens
pra curtir umas horinhas de prazer.</span></p>
<p><span>Entramos
juntas no bar, me segurou pelo brao
apresentar a dona do lugar, que estava no caixa. Mulher de trinta e
poucos anos, bem vestida, simpatica, aquela tipica
dona de casa noturna. Este conhecimento me rendeu uma mesa
privilegiada, o servio de atendimento das meninas foi
otimo e a cerveja sempre geladinha. A taxista, depois da
apresentao da proprietaria, afastou-se, e
mesmo com todo aquele corpanzil, misturou-se as demais
presenas e praticamente
desapareceu.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Sequei
umas universitarias aqui e ali, dei uns beijinhos sem
consequencias, dancei e bebi minha cerveja no que se
transformou numa noite agradavel, exatamente o que eu estava
precisando para relaxar. Eu no era uma
atrao
passava desapercebida. Quase todos os flertes que rolaram
terminaram em agarramentos nos cantos escuros do lugar. Eu que
no queria levar nada adiante, fiquei assim me divertindo
nos doces labios de umas, dando uns amassos em outras e
recebendo minha cota de teso de quem se interessou mais
intensamente. Ento ao
toalete e estava cheia, com uma razoavel fila de espera.
Fiquei ali olhando para a pista de dana e de repente uma
mou por tras enquanto outra
me segurou acintosamente nos peitos e um bafo de bebida destilada,
pronunciada por voz masculina, comeou a falar bobagens no
meu ouvido. Tentei me desvencilhar mas ele era muito forte. Menos
de um minuto depois senti ele me largar completamente, como se
tivesse sido arrancado de mim. De fato, era a taxista, surgida das
sombras, que levou o cara para os fundos do bar com uma eficiente
chave de pescoo.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Praticamente ninguem percebeu o que se passou, a
no ser duas garotas mais proximas que vieram saber
se eu estava bem. Quando eu sai do toalete a taxista
ja estava de novo encostada numa parede no fundo do bar,
como se nada tivesse acontecido. Fui ate la e
agradeci, mas ela deu de ombros como se no estivesse
entendendo o porque, era como se eu tivesse imaginado a cena.
No aconteceu! Impressionante a fidelidade e o compromisso
dessa gente, na
com nada. Ela estava ali de olho em todos os meus movimentos, sem
que eu tivesse pedido, contratado ou sequer desejado aquela
situao de guarda-costas. Senti-me em casa, como se
a festa fosse minha, estava totalmente protegida, sem saber
ate entar e ela
aceitou prontamente. Muito alta, meu nariz ficava exatamente na
abertura da gola de sua camisa polo, na altura dos seios.
Senti o perfume do seu corpo, um cheiro de mulher mas com
ingredientes masculinos. Ela devia usar um perfume de homem, que
aquela altura da madrugada ja estava se esvaindo. Mesmo
delicada na pegada, ela era pesada nos passos da
dana. Deixei o corpo bem relaxado e ela segurou firme, sem
me sufocar.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Por
algum motivo inexplicavel fui me deixando envolver pelos
seus braos e com os olhos fechados bailei suave naquele
corpo enorme que me carregava para ca e para la, no
ritmo da musica. A certa altura levantei a cabea e a
encontrei olhando para mim, logo me dirigiu um sorriso e sua boca
grande me seduziu para um beijo. Parei de danar e fiquei na
ponta dos pes, abrindo minha boca para receber seu beijo.
Sua lingua me invadiu inteira e senti o corpo tremer. Suas
mos apertaram mais forte o meu corpo e desejei que ela me
carregasse, soltei meu peso todo para que ela sentisse minha
entrega. Suas mos grandes percorreram minhas costas e
soltei um gemido. Ela agora no tinha mais duvidas de que eu
desejava sentir seus afagos, carinhos e tudo o mais. Sempre de
olhos fechados senti que ela me deslocava para os fundos do bar,
por onde havia saido com o cara que me agarrou. Sua boca
quente iniciou um passeio pelo meu pescoo, fui ficando cada
vez mais amolecida. Depois ela me pegou no colo, literalmente, me
conduzindo por uma escada para o que pareceu ser uma sala de espera
de escritorios completamente apagados. Sobre o sofa
ela me colocou ao mesmo tempo em que sua boca engolia um dos seios,
sugando com foro de
prazer que me dominou inteiramente. Livrou-me das vestes e sem
deixar um centimetro de pele sem beijar, lamber ou chupar,
foi me fazendo gemer cada vez mais
intensamente.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Agora
era eu quem me ajeitava no sofa para permitir o mais amplo
acesso dela dentro de mim. Ora com os labios, ora com a
lingua, ela me deixava contorcendo, levantando o quadril ou
remexendo as ancas. Podia ouvir o som que vinha do bar,
nitidamente. Mas o silencio do andar superior era quebrado
mais por meus gemidos do que pela musica. Explorou meus
pontos de prazer e pareceu mapea-los, porque sua
sequencia de invases era com
frequencia e intensidade sempre ampliada, ate que
explodi num gozo berrado, entremeando risinhos e soluos.
Senti seus dedos grossos e longos penetrar minhas cavernas, uma
apos a outra. Com movimentos que se assemelhavam ao falo
masculino, compassados por tapas na bunda e mordidas aqui e ali,
n gritando como se
no me importasse de alguem ouvir. Ainda senti sua
boca brande me sugando inteira nas carnes, prolongando meu prazer
por um minuto ou dois.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Quando a
reunio terminou olhei no relogio e vi que faltavam
ainda quatro horas e meia para o meu voo de volta. Peguei na
bolsa o carto com o numero da taxista e liguei. Ela
atendeu e falei que queria uma outra corrida especial. Ela riu do
outro lado e disse que no seria possivel, seu carro
estava em uso pela companheira. Ento me despedi e falei que
quando voltasse ela seria procurada, que eu havia adorado o
servio. Ela riu e me disse que me servir havia sido um
prazer. Desligamos. Chamei a central de radio-taxi e outro
carro veio me buscar. Resolvi rumar para o shopping, no
queria ficar no aeroporto tantas horas aguardando pelo unico
voo que me levaria de volta. Poucos minutos depois o meu
celular tocou. Uma voz conhecida falou meu nome e depois disse,
imperativa:</span></p>
<p><span>- Fala
para o motorista te levar nesse endereo: Rua . . .
.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://miduas.loveblog.com.br/35169/ENORME-MUITO-GRANDE/</id>			<link href="http://miduas.loveblog.com.br/35169/ENORME-MUITO-GRANDE/" />			<author>				<name>miduas</name>				<uri>http://miduas.loveblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-06-05T04:49:07+02:00</updated>		</entry></feed>