<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[loveblog.com.br] kassiarobertinha : <![CDATA[Kade o You Do Meu I Love?]]></title>		<link>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Kade o You Do Meu I Love?]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sat, 03 May 2008 06:11:17 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[O que Seria??]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong><em>Se não era amor, era da
mesma família. Pois sobrou o que sobra dos
corações abandonados. A carência. A saudade. A
mágoa. Um quase desespero, uma espécie de
avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar,
só não se sabe se vai ser antes ou depois de se
chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando
á pé pra casa, avariada.
Eu sei,não precisa me dizer outra vez. Era uma
diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Telvez este
seja o ponto. Talvez eu Não seja adulta o suficiente para
brincar tão longe do meu patio, do meu quarto, das minhas
bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de
acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente,
e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu
voltaria a minha vida satisfatória,sem seqüelas, sem
registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu
tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade
inventada.
Não era amor,era uma sorte. Não era amor, era uma
travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não
era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era
de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor,
era sem medo. NÃO ERA AMOR, ERA
MELHOR&rdquo;</em></strong></p>
]]></description>			<link>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31387/O-que-Seria/</link>			<comments>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/O-que-Seria---03052008-060232-lp-31387.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31387/O-que-Seria/</guid>			<pubDate>Sat, 03 May 2008 06:02:32 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Absolvendo o Amor]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong><em>Duas
historinhas que envolvem o amor.
Uma mulher namora um príncipe encantado por dois meses e
então descobre que ele não é príncipe
porcaria nenhuma, e sim um bobalhão que não soube
equalizar as diferenças e sumiu no mundo sem se despedir.
Mais um, segundo ela. São todos assim, os homens. Ela
resmunga que não dá mesmo para acreditar no
amor.
Peraí. Por que o amor tem que levar a culpa por esses
desencontros? Que a princesa não acredite mais no Pedro, no
Paulo ou no Pafúncio, vá lá, mas
responsabilizar o amor pelo fim de uma relação e
não querer mais se envolver com ninguém é
preguiça de continuar vivendo. Não foi o amor que
caiu fora. Aliás, ele talvez nem tenha entrado nessa
história. Quando entra, é para contribuir, para
apimentar, para dar sabor, para ser feliz. Se o relacionamento
não dá certo, ou dá certo por um determinado
tempo e depois acaba, o amor merece um aperto de mãos, um
muito obrigada e até a próxima. Fique com o
cartão dele, com os contatos todos, você vai
chamá-lo de novo, vai precisar de seus serviços,
esteja certa. Dispense namorados, mas não dispense o amor,
porque este estará sempre a postos. Viver sem amor por uns
tempos é normal. Viver sem amor para sempre é azar ou
incompetência. Mas não pode ser uma escolha, nunca.
Escolher não amar é suicídio simbólico,
é não ter razão para existir. Não me
venha falar de amigos e filhos e cachorros, essas
compensações amorosas sofisticadas, mas diferentes.
Estamos falando de homens e mulheres que não se conhecem
até que um dia, uau. Acontece.
Segunda história. Uma mulher ama profundamente, é
amada profundamente, os dois dormem embolados e se gostam de uma
forma indecente, de tão certo que dá a
relação, e de tão gostosa que são
inclusive as brigas. Tudo funciona como um relógio que ora
atrasa, ora adianta, mas não pára, um tiquetaque
excitante que ela não divulga para as amigas, não
espalha, adivinhe por quê: culpa. Morre de culpa desse amor
que funciona, desse amor que é desacreditado em
matérias de jornal e em pesquisas, desse amor que deram como
morto e enterrado, mas que na casa dela vive cheio de gás e
ameaça ser eterno. Culpa, a pobre mulher sente, e mais:
sente medo. Nem sabe de quê, mas sente. Medo de não
merecê-lo, medo de perdê-lo, medo do dia seguinte, medo
das estatísticas, medo dos exemplos das outras mulheres,
daquele mulher lá do início do texto, por exemplo,
que se iludiu com mais um bobalhão que desapareceu sem
deixar rastro-ou bobalhona foi ela, nunca se sabe. Mas o fato
é que terminou o amor da mulher lá do início
do texto, enquanto essa criatura feliz e apaixonada, é ao
mesmo tempo infeliz e temorosa porque sente aquilo que tanta gente
busca e pouco encontra: o tal amor como se sonha.
Uma mulher infeliz por amar de menos, outra infeliz por amar
demais, e o amor injustamente crucificado por ambas. Ele, coitado,
sendo acusado de provocar dor, quando deveria ser reverenciado
simplemente por ter acontecido na nossa vida, mesmo que sua
passagem tenha sido breve. E se não foi, se permaneceu em
nossa vida, aí nem se fala. Qualquer amor-até aqueles
que a gente inventa- merece nossa total indulgência, porque
quem costuma estragar tudo, caríssimos, somos
nós.</em></strong></p>
]]></description>			<link>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31385/Absolvendo-o-Amor/</link>			<comments>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/Absolvendo-o-Amor-03052008-054345-lp-31385.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31385/Absolvendo-o-Amor/</guid>			<pubDate>Sat, 03 May 2008 05:43:45 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Dor Física x Dor Emocional]]></title>			<description><![CDATA[<p>
<strong>O maior medo do
ser humano, depois do medo da morte, é o medo da dor. Dor
física: um corte, uma picada, uma ardência, uma
distenção, uma fratura, uma cárie. Dor que
só cessa com analgésico, no caso de ser uma dor
comum, ou com morfina, quando é uma dor insuportável.
Mas é a dor emocional a mais temível, porque essa
não tem medicamento que dê jeito.

Uma vez, conversando com uma amiga, ficamos nessa discussão
por horas: o que é mais dolorido, ter o braço
quebrado ou o coração? Uma pessoa que foi rejeitada
pelo seu amor sofre menos ou mais do que quem levou 20 pontos no
supercílio? Dores absolutamente diferentes. Eu acho que
dói mais a dor emocional, aquela que sangra por dentro.
Qualquer mãe preferiria ter úlcera para o resto da
vida do que conviver com o vazio causado pela morte de um
filho.

As estatísticas não mentem: é mais
fácil ser atingida por uma depressão do que por uma
bala perdida. Existe médico para baixo astral?
Psicanalistas. E remédio? Anti-depressivos. Funcionam?
Funcionam, mas não com a rapidez de uma
injeção, não com a eficiência de uma
cirurgia. Certas feridas não ficam à mostra. Acabar
com a dor da baixa-estima é bem mais demorado do que acabar
com uma dor localizada.

Parece absurdo que alguém possa sofrer num dia de céu
azul, na beira do mar, numa festa, num bar. Parece exagero dizer
que alguém que leve uma pancada na cabeça
sofrerá menos do que alguém que for demitido. Onde
está o hematoma causado pelo desemprego, onde está a
cicatriz da fome, onde está o gesso imobilizando a dor de um
preconceito? Custamos a respeitar as dores invisíveis, para
as quais não existem prontos-socorros. Não adianta
assoprar que não passa.

Tenho um respeito tremendo por quem sofre em silêncio,
principalmente pelos que sofrem por amor. Perder a companhia de
quem se ama pode ser uma mutilação tão
séria quanto a sofrida por Lars Grael, só que os
outros não enxergam a parte que nos falta, e por isso tendem
a menosprezar nosso martírio. O próprio iatista
terá sua dor emocional prolongada por algum tempo, diante da
nova realidade que enfrenta. Nenhuma fisgada se compara à
dor de um destino alterado para sempre.</strong></p>
]]></description>			<link>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31381/Dor-Fisica-x-Dor-Emocional/</link>			<comments>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/Dor-Fisica-x-Dor-Emocional-03052008-052627-lp-31381.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31381/Dor-Fisica-x-Dor-Emocional/</guid>			<pubDate>Sat, 03 May 2008 05:26:27 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Quem é Você?]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong><em>Quem sou eu?? Quando
não temos nada de prático nos atazanando a vida, a
preocupação passa a ser existencial. Pouco importa de
onde viemos e para onde vamos, mas quem somos é crucial
descobrir.

A gente é o que a gente gosta. A gente é nossa comida
preferida, os filmes que a gente curte, os amigos que escolhemos,
as roupas que a gente veste, a estação do ano
preferida, nosso esporte, as cidades que nos encantam. Você
não está fazendo nada agora? Eu idem. Vamos listar
quem a gente é: você daí e eu daqui.

Eu sou outono, disparado. E ligeiramente primavera.
Estações transitórias.

Sou Woody Allen. Sou Lenny Kravitz. Sou Marilia Gabriela. Sou
Nelson Motta. Sou Nick Hornby. Sou Ivan Lessa. Sou Saramago.

Sou pães, queijos e vinhos, os três alimentos que eu
levaria para uma ilha deserta, mas não sou ilha deserta: sou
metrópole.

Sou bala azedinha. Sou coca-cola. Sou salada caprese. Sou
camarão à baiana. Sou filé com fritas. Sou
morango com sorvete de creme. Sou linguado com molho de
limão. Sou cachorro-quente só com mostarda e queijo
ralado. Do churrasco, sou o pão com alho.

Sou livros. Discos. Dicionários. Sou guias de viagem.
Revistas. Sou mapas. Sou Internet. Já fui muito tevê,
hoje só um pouco GNT. Rádio. Rock. Lounge. Cinema.
Cinema. Cinema. Teatro.

Sou azul. Sou colorada. Sou cabelo liso. Sou jeans. Sou balaio de
saldos. Sou ventilador de teto. Sou avião. Sou jeep. Sou
bicicleta. Sou à pé.

Você está fazendo sua lista? Tô esperando.

Sou tapetes e panos. Sou abajur. Sou banho tinindo. Hidratantes.
Não sou musculação, mas finjo que sou
três vezes por semana. Sou mar. Não sou areia. Sou
Londres. Rio. Porto Alegre.

Sou mais cama que mesa, mais dia que noite, mais flor que fruta,
mais salgado que doce, mais música que silêncio, mais
pizza que banquete, mais champanhe que caipirinha. Sou esmalte
fraquinho. Sou cara lavada. Sou Gisele. Sou delírio. Sou eu
mesma.

Agora é sua vez.</em></strong></p>
]]></description>			<link>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31378/Quem-e-Voce/</link>			<comments>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/Quem-e-Voce--03052008-051712-lp-31378.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31378/Quem-e-Voce/</guid>			<pubDate>Sat, 03 May 2008 05:17:12 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O Fantasma da Ex]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong>Dificilmente você namora ou
está enrolado com uma pessoa 0 km. Seu grande amor
provavelmente já teve um outro grande amor antes de
você, assim como você tem alguma quilometragem
percorrida também. Normal. O problema é quando o ex
do seu amor não ficou no passado: ainda ronda o
presente.

Você achava que ele estava morto e enterrado, mas que nada, o
fantasma ainda assombra. Manda e-mails pro seu amor, telefona de
vez em quando, surge nos mesmos lugares em que vocês
estão. Uma praga. Vocês construíram uma
relação supersólida, está tudo indo
mais do que bem, não há motivo para
desconfiança ou insegurança.
Mas até quando? O ser humano é saudosista por
natureza. De repente, num momento de carência, você
pode não estar por perto e o seu amor se deixar levar por
uma sessão nostalgia. Quem garante que não?

Ninguém garante nada nesta vida. Mas não vejo muita
razão para alguém se preocupar demasiadamente com os
ex. Eles já tiveram sua vez. Por alguma razão,
não deu certo. Eu sei, eu sei, isso não quer dizer
absolutamente nada, os dois podem ter continuado a se amar mesmo
assim, eles podem ter deixado arestas por apontar, eles podem ter
coisas entaladas na garganta para dizer um ao outro. Brrrrr.
Assustador. Mas também é muito provável que,
se eles tentarem de novo, vão esbarrar nos mesmos problemas
que os fizeram separar. Ex é prato requentado. Quase um
parente.

Eu não tenho fobia com ex, ao menos não com um ex que
tenha sido bem vivido, bem curtido. Fico mais apreensivo em
relação àqueles que podem vir a ser casos
passageiros, aventurazinhas bobas, mas que podem surpreender.
Não temo fantasmas, temo gente bem viva, bem acordada,
oferecendo novidades, fantasias. Ex é um direito adquirido.
Chegou antes. Tem privilégios. Merece respeito. E se seu
grande amor cair nessa armadilha, terminar com você e voltar
para o passado, relaxe, não se apavore. Será sua vez
de assombrar. O ex agora é você.</strong></p>
]]></description>			<link>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31373/O-Fantasma-da-Ex/</link>			<comments>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/O-Fantasma-da-Ex-03052008-051106-lp-31373.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kassiarobertinha.loveblog.com.br/31373/O-Fantasma-da-Ex/</guid>			<pubDate>Sat, 03 May 2008 05:11:06 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>