<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[loveblog.com.br] amarleaomagno : <![CDATA[Ama-me Leão Magno]]></title>		<link>http://amarleaomagno.loveblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Ama-me Leão Magno]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 15:43:33 +0200</pubDate>		<image>			<title>amarleaomagno.loveblog.com.br</title>			<link>http://amarleaomagno.loveblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/loveblog.com.br/a/am/amarleaomagno/images/mn/1224957613_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[o meu futuro]]></title>			<description><![CDATA[<p> </p>
<p>Empurrada pela mão divina percorri os ceus buscando-me e não me
encontrei. assustei-me porque estava certa do meu paradeiro.
duvidei e o sol queimou-me as certezas. o fogo fez cair em mim a
humilhação que me consumiu o oxigénio do eu. deixei de parecer para
ser apenas o que sou. enfrentei o ódio que persistia em me fazer
sua. enfrentei a raiva que me consumia. neguei ser consumida e
aceitei a humilhação como uma prova de fogo do coração. baixei a
cabeça e envergonhada chorei. Na dor apercebi-me de um interior que
desconhecia. as pernas tremulas não aguentaram o peso da culpa e do
remorso. De joelhos no chão e mãos entrelaçadas confessei-me aos
ceus. pedi perdão e cruzei-me comigo. num tempo fugaz agarrei a
imagem de um futuro. Vi-me e acreditei ser eu. aceitei o desafio da
alma. persisto na certeza de um futuro que visualizei. Sei que os
sonhos se realizam...sei que o entusiasmo nos dá certeza de um
caminho...desejo e quero muito encontrar-me.</p>
]]></description>			<link>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/103266/o-meu-futuro/</link>			<comments>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/o-meu-futuro-22082009-151538-lp-103266.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/103266/o-meu-futuro/</guid>			<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 15:15:38 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Dar é melhor que receber...]]></title>			<description><![CDATA[<p>Confesso que ver aqueles miúdos mais soltos, deixou-me mais à
vontade. Alguns já se aproximavam, mas o toque era algo indesejável
ou constrangedor. O Assistente Social, Anselmo fez uma apresentação
do Centro desde a sua fundação em 1983 para acolher os meninos da
guerra. Um projecto que se iniciou com uma tenda para depois
evoluir para várias tendas...e finalmente um conjunto de edifícios
condignos mas sem qualquer grau de conforto. Visionei logo um
futuro mais acolhedor, uma sala de brinquedos, quartos e não
camaratas, psicólogos, ateliers, um refeitório sem o ar de prisão,
um terreiro relvado, flores e trepadeiras, um sem número de mimos
que estes meninos merecem... O Anselmo terminou a descrição e eu
perguntei-lhe a principal razão pela qual os meninos estavam nesta
situação. E ele com um ar de quem está em dificuldade,
perguntou-me: -É angolana? -Sim, sou! -Mas está a par das nossas
tradições? -penso que sim...disse a medo -Pois a principal razão é
as acusações de feitiço que recaem sobre estes meninos -Feitiço?
Como assim? -Os pais destes meninos julgam que os azares advém
destes meninos manobrarem feitiços. Em geral, quando um parente
mais velho adoece ou morre deixa o seu legado sobrenatural a um
familiar. A ida ao kimbandeiro garante um culpado, normalmente uma
criança, que após muita tortura e interrogatório acaba por
confessar ter praticado um feitiço. E perante este facto, são
expulsos de casa e da família. Infelizmente estes correspondem à
maior parte dos casos que temos cá. - Não admira que eles não
consigam assumir porque estão cá...e nem consigam falar dos
familiares. Volto-me para o grupo que agora vê o filme que
trouxemos, e penso que nenhuma vida estagna mediante um passado.
Não há karma que impeça a evolução e a prosperidade, tudo depende
da visão e do sonho de cada um. Crer e persistir em concretizar
esse sonho é o que nos eleva a alma (por mais impossível que se
assemelhe). Se tens um sonho persegue-o. Claro! Não esperes um
caminho coberto por tapetes vermelhos e ladeado de buffets ricos.
Não...não esperes isso. É dificil, é contra-corrente, é saltar sem
pára-quedas e tudo pode acontecer...mesmo tudo! Nada é impossível
perante a força de um sonho! Era só isto que tinha de preencher as
mentes destes meninos do feitiço.</p>
]]></description>			<link>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/102144/Dar-melhor-que-receber/</link>			<comments>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/Dar-e-melhor-que-receber----18082009-011120-lp-102144.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/102144/Dar-melhor-que-receber/</guid>			<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 01:11:20 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Meninos feiticeiros!!!!! Não interessa o passado...]]></title>			<description><![CDATA[<p>"Não importa qual tenha sido o passado de uma pessoa: seu futuro
é imaculado&rdquo;. Ditado popular</p>
<p> Perante o convite para ir ao Centro de Acolhimento de
crianças em Palanca- Luanda fiquei assustada, pela enorme
responsabilidade desse acto. Tinha medo de me sentir pequena
perante aquelas almas destroçadas, perante cenários de miséria,
medo...talvez de ser incapaz de me confrontar com mundos que só
vejo nos noticiários e televisões. Mas, sacudi todo esse medo e
aceitei com toda a responsabilidade o convite de um jovem estudante
de medicina. Este, na cadeira de Saúde Comunitária acabou por
travar conhecimento com o centro fundado pelo padre Horácio da
instituição Verbo Divino e acabou por realizar um peditório que
iria entregar aos meninos. Acabei, mais uma vez, numa sequência de
acasos por ser convidada a participar na actividade. Lá fomos da
Maianga até a Palanca a ouvir Amália Rodrigues, intercalada por
Kizomba. No carro quatro pessoas, felizes por irem realizar uma
actividade meritória, mesmo após uma hora de engarrafamento
tremendo. E finalmente chegamos a um pátio coberto de terra
vermelha pontuado por um imbondeiro. Os muros pintados de amarelo
escondiam um terreiro com árvores e pequenas edifícios de um piso
onde as tarefas e as actividades do centro são conduzidas. Acho que
ficamos todos agradavelmente surpreendidos pela modestia plena de
dignidade de todo o espaço. As crianças correm num pequeno recinto
de areia com duas balizas. Embora de dimensões reduzidas é muito
útil ao exercício, ao convívio e à necessidade de ser criança
daqueles senhores das ruas e da amargura da vida. Fiquei a vê-los
até se juntarem a nós para a actividade agendada. Aderiram á
actividade mas contrariados. Afinal, estavam a realizar uma
actividade fundamental: Brincar...e o que é mais importante que a
brincadeira? após entrarmos para o refeitório...ficaram ali a olhar
para nós...e eu parada enchi-me de confiança. Foi quando o Edson se
lembrou de direccionar a abertura do momento para mim. E, com todos
aqueles olhos, àvidos de pressa para irem embora, virados para mim,
não hesitei a forçar a minha voz baixa e fina para todos. A plateia
não era fácil... -"todos os dias falam, falam..." - percebi que
apenas as palavras não movem aqueles corações. Estas crianças
estavam cansadas de palavras e sedentas de amor, de explicações, de
certezas e de atenção...não querem palavras. Reduzi a oratória a
algumas linhas em que comecei por lhes reconhecer o mérito e o
valor. Reconheci, também as dificuldades que os atormentam, mas que
sabia que todos eles tinham um sonho. E que os queria ouvir dizer
quais e que nunca iam desistir deles. E depois, como se precisasse
de algo que me ajudasse a continuar, encaminhei os seus sonhos ao
criador. Pois, porque a tarefa de os fazer continuar apesar dos
pesares, não é fácil...quem sou eu para lhes pedir isso? Entreguei
esse pedido a Deus...e vi alguns olhos abrirem-se mais, como que a
perguntarem se existe mesmo! E eu disse: Porque Ele quer o melhor
para todos nós... Calei a minha voz, e esperei profundamente ter
suscitado alguma esperança naquelas crianças corrompidas pela dor.
Terminadas as apresentações, fomos perguntando um a um os seus
nomes e as razões que os levaram às ruas, e por último qual o sonho
de cada um. Lá se foram abrindo e contando timidamente algumas
coisas...mas a maior parte recusou-se a falar da família e das
razões que os levaram lá...no entanto, os sonhos saltavam das suas
bocas como hinos à esperança. Admiravelmente miúdos com limitações
físicas queriam ser jogadores de futebol, alguns desejavam ser
actores, outros jornalistas...e sem esperar havia um que queria ser
batuqueiro! Mas confessou ter desistido desse sonho, pelo de ser
padre. E eu na minha ignorância, disse-lhe mas podes ser um padre
batuqueiro. E foi quando os olhares se viraram para mim!!!! - Um
Batuqueiro padre? Isso não pode ser! -Porque não? -Um padre
assaltante!? Onde já se viu...dizia alguém enquanto a sala se
libertava numa grande risada. -Ooppps! isso não pode ser...disse a
rir! Confesso que ver aqueles miúdos mais soltos, deixou-me mais à
vontade. Alguns já se aproximavam, mas o toque era algo indesejável
ou constrangedor. O Assistente Social, Anselmo fez uma apresentação
do Centro desde a sua fundação em 1983 para acolher os meninos da
guerra. Um projecto que se iniciou com uma tenda para depois
evoluir para várias tendas...e finalmente um conjunto de edifícios
condignos mas sem qualquer grau de conforto. Visionei logo um
futuro mais acolhedor, uma sala de brinquedos, quartos e não
camaratas, psicólogos, ateliers, um refeitório sem o ar de prisão,
um terreiro relvado, flores e trepadeiras, um sem número de mimos
que estes meninos merecem... O Anselmo terminou a descrição e eu
perguntei-lhe a principal razão pela qual os meninos estavam nesta
situação. E ele com um ar de quem está em dificuldade,
perguntou-me: -É angolana? -Sim, sou! -Mas está a par das nossas
tradições? -penso que sim...disse a medo -Pois a principal razão é
as acusações de feitiço que recaem sobre estes meninos -Feitiço?
Como assim? -Os pais destes meninos julgam que os azares advém
destes meninos manobrarem feitiços. Em geral, quando um parente
mais velho adoece ou morre deixa o seu legado sobrenatural a um
familiar. A ida ao kimbandeiro garante um culpado, normalmente uma
criança, que após muita tortura e interrogatório acaba por
confessar ter praticado um feitiço. E perante este facto, são
expulsos de casa e da família. Infelizmente estes correspondem à
maior parte dos casos que temos cá. - Não admira que eles não
consigam assumir porque estão cá...e nem consigam falar dos
familiares. Volto-me para o grupo que agora vê o filme que
trouxemos, e penso que nenhuma vida estagna mediante um passado.
Não há karma que impeça a evolução e a prosperidade, tudo depende
da visão e do sonho de cada um. Crer e persistir em concretizar
esse sonho é o que nos eleva a alma (por mais impossível que se
assemelhe). Se tens um sonho persegue-o. Claro! Não esperes um
caminho coberto por tapetes vermelhos e ladeado de buffets ricos.
Não...não esperes isso. É dificil, é contra-corrente, é saltar sem
pára-quedas e tudo pode acontecer...mesmo tudo! Nada é impossível
perante a força de um sonho! Era só isto que tinha de preencher as
mentes destes meninos do feitiço.</p>
]]></description>			<link>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/101944/Meninos-feiticeiros-N-o-interessa-o-passado/</link>			<comments>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/Meninos-feiticeiros------N-o-interessa-o-passado----17082009-004043-lp-101944.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/101944/Meninos-feiticeiros-N-o-interessa-o-passado/</guid>			<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 00:40:43 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Prisão do medo]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style=
"mso-bidi-font-weight: normal;">Prisão do
Medo</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">No medo me
encerro</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">No medo me calo e me
justifico</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Todo esse medo que
emudece</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Me faz sentir
encurralado</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Mas desse medo
sobrevivo</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">E nele
apodreço!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Toda a essência do meu
ser.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Nessa indelével forma de
estar</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Mantenho-me preso à
insanidade</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Do medo que não chega a
ser dúvida.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Porque até de duvidar
tenho medo</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Quanto mais de
questionar...</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">E assim como um
zombie</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Teço uma
ilusão</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Onde só há linhas
rectas</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">E formas
geométricas</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Onde tudo, mas tudo, se
encontra revelado</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Ou pelo menos assim
arquitectado.</p>
]]></description>			<link>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/96916/Pris-o-do-medo/</link>			<comments>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/Pris-o-do-medo-26072009-221307-lp-96916.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/96916/Pris-o-do-medo/</guid>			<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 22:13:07 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A alquimia]]></title>			<description><![CDATA[Talvez um dia! Talvez um dia! Talvez um dia! Expira mais uma vez a
monotonia. Percorre com os dedos o som, Que se desprende do canto
da cotovia; Encerra uma história por viver! Vive uma vida sem
alegria, Acorrentado a esse ego mortal, Percorre desalentado a
euforia De se ter perdido um dia Nos caminhos dos ideais. E sem
entusiasmo, Vê-se amordaçado e desalentado! Sedento de alquimia!
Busca &ndash;a em todo o lado... E na ténue diferença entre O
que vê e o que via Vira-se para os céus desesperado E na sua
pequenez chora desesperado Roga ao Pai, ao Filho e ao Espírito
santo e dorme sob o manto da Mãe divina... E nessa esperança
acalenta a vida Na fé reencontra a alma Na cruz a sabedoria No amor
o paraíso almejado.]]></description>			<link>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/96915/A-alquimia/</link>			<comments>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/A-alquimia-26072009-221112-lp-96915.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://amarleaomagno.loveblog.com.br/96915/A-alquimia/</guid>			<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 22:11:12 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>