<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://victorinonetto.futblog.com.br</title>		<id>http://futblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://victorinonetto.futblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Victorino Netto.futblog]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://victorinonetto.futblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-10-28T21:44:46+01:00</updated>		<entry>			<title>Ah, o futebol...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>



</p>
<p><span>Nos últimos dias falou-se muito (com
justiça) na equipe de futebol feminino do Santos, que venceu a
Libertadores da categoria. Em alta, "as meninas da Vila" ganharam
cobertura da TV aberta e nos principais veículos do jornalismo
esportivo. Mas não se engane. O futebol feminino precisa de muito
mais do que apenas "cinco minutos de fama" para prosperar no
Brasil. O esquecimento natural que ocorre após algum resultado
positivo não é novidade para Marta e companhia, que sabem o quanto
é difícil manter essa atenção, fundamental para uma continuidade na
estruturação da categoria em gramados
brasileiros.</span></p>
<p><span>Muitos adeptos não simpatizam com a versão
feminina do futebol. Alegam que se trata de um jogo "sem graça",
vide as limitações das jogadoras, principalmente das goleiras. Esse
preconceito reflete-se nas declarações do treinador Vanderlei
Luxemburgo, que comanda a categoria masculina do Santos e alegou
que a disputa da Libertadores feminina prejudicou o gramado da Vila
Belmiro. Entendo que o gramado realmente não está em suas melhores
condições (historicamente nunca esteve!), mas então que a diretoria
definisse um planejamento mais inteligente nesse sentido. Os jogos
do Peixe no Pacaembu já provaram que são viáveis e como as meninas
chegaram a levar mais público a Vila Belmiro que o clássico Santos
e Palmeiras desse Brasileirão, que se usasse o bom
senso...</span></p>
<p><span>Respeito essas mulheres desde os tempos de
Sissi e como sou fã exclusivo de bom futebol, nunca tive
preconceito em acompanhar uma partida da modalidade (desde que ela
não me desestimulasse ao contrário). Em um futebol virulento e de
preparo físico, onde atualmente as questões táticas e a forte
marcação prevalecem sobre a técnica, considero um "oásis" algumas
jogadas protagonizadas pelas craques, que ainda possuem um futebol
"mais primitivo", no sentido de privilegiar o ataque, as jogadas
individuais, como era o futebol masculino em um passado recente.
Veja bem, não estou dizendo que as garotas do Santos praticam o
futebol dos tempos de Pelé, mas que protagonizam diversas jogadas
capazes de nos empolgar.</span></p>
<p><span>Me recordava deste lance pitoresco, com o
qual cruzei hoje acidentalmente e que é digno de registro dado a
raiz "folclórica/tupiniquim", que nos remete aquelas jogadas
típicas das peladas dos tempos de moleque. Ou vai falar que você
não gostaria de ver seu time ser campeão com um gol
desses?</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://victorinonetto.futblog.com.br/78342/Ah-o-futebol/</id>			<link href="http://victorinonetto.futblog.com.br/78342/Ah-o-futebol/" />			<author>				<name>victorinonetto</name>				<uri>http://victorinonetto.futblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-28T21:44:07+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Sobre o futebol internacional...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>Essa semana, conversando com um aluno da
5º série da escola municipal onde leciono, notei como o mundo da
bola anda mesmo globalizado. O garoto discutia comigo sobre Real
Madrid e Milan, que seria transmitido posteriormente naquela tarde
e em meio a uma empolgada conversa, percebi que quando tinha aquela
idade, nunca tive um amigo na escola com quem discutir sobre a
modalidade no Velho Continente.</span></p>
<p><span>Aqueles que acompanham o futebol europeu
há mais tempo, sabem que até o início da década de 90 era muito
mais complicado obter informações sobre o futebol internacional.
Naqueles tempos, por exemplo, álbuns de figurinha e os jornais de
segunda-feira eram minha grande sacada para conhecer as equipes e
seus craques, assim como ficar interado nos resultados e na
classificação.</span></p>
<p><span>Com certeza, os mais velhos começaram com
o Campeonato Italiano, transmitido pela TV Bandeirantes nos bons
tempos dos holandeses do Milan ou dos alemães
da Inter... Na época em que a Juventus ainda fazia grandes
clássicos com o Torino... Que Maradona e Careca quebravam tudo pelo
Napoli... Quando o Parma era uma pedra no sapato de muita gente ou
que os Silvio's (Luiz e Lancelotti) ainda eram unanimidades
entre a rapaziada.</span></p>
<p><span>Os que se apegam ao bom futebol, com
certeza migraram suas atenções para a Espanha anos depois, quando
Romário (ou Ronaldo... Ou Rivaldo...) faziam a alegria da Catalunha
(para não falar em Zubizarreta, Koeman, Guardiola, Stoichkov...).
Nos bons tempos em que o Real Madrid não precisava do marketing de
galáctico para fazer valer o peso de sua história
(que Casillas e Raul, o quê? Estamos falando de Buyo ou Hugo
Sánchez!). Quando o Atlético de Madrid com Caminero, Kiko e
Penev... O Valencia de Rafa Benítez... Ou o La Coruña de
Djalminha... Não se contentavam apenas com uma
vaguinha na UCL!</span></p>
<p><span>Pois é...<span></span> O tempo passou e nos últimos
anos quem entrou na briga pelo status de melhor liga nacional foi à
Inglaterra, abastecida de investimento estrangeiro e atletas comuns
aos jogadores de vídeo-game. A Premier League virou <em>cult</em> entre os adolescentes, o
Chelsea virou time grande (coisa que nem Zola foi capaz de fazer)
com Abramovich, o Liverpool virou desculpa para quem queria bancar
o tradicional e o Arsenal um talentoso jardim de
infância. Enquanto isso o Manchester United cansava de
levantar troféus... Sim, é claro que houve John Barnes, Lineker,
Eric Cantona ou Shearer (campeão nacional com o BLACKBURN!), mas
tudo isso apenas para os mais velhinhos e não a
grande massa que hoje assiste às partidas da Terra da Rainha (e
naquela época ainda devia assistir Power Rangers ou Show da
Xuxa).</span></p>
<p><span>Os mais fanáticos reclamarão: E os
tempos em que o PSG era o time mais simpático de França? Que o Ajax
arrebentava com Van der Sar, Litmanen, Overmars e Kluivert? Que o
Jardel reinava absoluto na artilharia do Campeonato Português? Ou
que Maradona e Caniggia comemoravam gols com beijos no (e na) Boca?
Até mesmo quando Zico era freguês de Kazu na J. League, transmitida
pela finada Rede Manchete?</span></p>
<p><span>Enfim, o que de fato não se pode negar é
que o futebol internacional (principalmente o europeu!) torna-se
cada vez mais comum entre os populares nos últimos anos. Uma
afirmação dessas em um mundo que atualmente transmite os gols da
UEFA Champions League no Jornal Nacional pode parecer
discurso ideológico de gente velha e rabugenta, mas
na verdade tem como objetivo apenas ressaltar o quão acessível
tornou-se acompanhar as partidas disputadas fora do Brasil em
universo realista (leia-se: composto por TV's
abertas!). O que é extremamente positivo para aqueles que gostam de
futebol, independentemente das fronteiras... Mas também é preciso
excetuar a alienação decorrente desse processo. Afinal, é cada vez
maior o número de especialistas no assunto, que
surgem sabe-se lá de onde, discutindo minuciosamente as questões
táticas, mas que ao mesmo tempo se esquecem de dar atenção a um
princípio básico (e que também deveria ser obrigatório no futebol)
que é o talento. O jogo bem jogado!</span></p>
<p><span>A modalidade atual, centrada no preparo
físico intensivo e verdadeiras estratégias de guerra, precisa na
verdade é de menos teoria e (muito) mais prática! De mais dribles e
menos jogadas ensaiadas. De mais paixão e menos modismo. E não se
trata de nostalgia, mas de simplesmente gostar de futebol. Não é
preciso chegar ao extremo de torcer pelos <em>Red Devils</em> ou dizer que na
Europa só existem João's que não jogariam nem
na Série C do Brasileirão. Mas de constatar o quanto é preciso
publicidade para encobrir a chatice em que esse jogo vem se
tornando. Nada contra a disciplina tática dos demais continentes,
mas vender Real Madrid e Milan como um jogaço de bola
é tapar o sol com a peneira. Assistir Kaká e Ronaldinho Gaúcho fora
de suas características, sem arriscar uma jogada individual e mesmo
assim serem exaltados na assessoria de imprensa que
rola nas manchetes esportivas é enjoativo. Saber que foi preciso
contribuição direta dos goleiros para ver 5 gols em uma partida é o
cúmulo...</span></p>
<p><span>E por mais que Real e Milan tenha sido um
bom jogo para os padrões atuais (não, eu não sou da turma do
Calazans, que acha que Pelé e Garrincha ainda jogam ao comentar
futebol!), espero de coração que a atual geração tenha fatos e
ídolos inesquecíveis (como os que saltaram de nossa memória durante
o texto) para se lembrar daqui alguns anos. E não dormir achando
que um carrinho bem dado já valeu o
ingresso!!!</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://victorinonetto.futblog.com.br/78328/Sobre-o-futebol-internacional/</id>			<link href="http://victorinonetto.futblog.com.br/78328/Sobre-o-futebol-internacional/" />			<author>				<name>victorinonetto</name>				<uri>http://victorinonetto.futblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-25T18:07:49+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Pelos gramados tupiniquins...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>No</span>
<strong><span>Campeonato Brasileiro</span></strong><span>, o Palmeiras mantém a
liderança e persiste como principal candidato ao
título, mesmo apresentando um desempenho irregular nas últimas
partidas, agravado ainda mais pela convocação de Diego Souza, seu
principal jogador,para seleção brasileira (onde não teve
grandes oportunidades). Um dos grandes méritos do time de Muricy
Ramalho foi ter acumulado gordura em um torneio que se revela cada
vez mais nivelado. O equilíbrio dessa edição reflete-se, por
exemplo, no desempenho do Atlético Mineiro, que chegou a liderar o
torneio, oscilou na tabela, mas voltou a engrenar nesse 2º turno.
Com boas contratações (como Carini, Corrêa, Ricardinho e Rentería),
o Galo ao menos sugere maior consistência do que São Paulo e Inter,
duas grandes incógnitas dessa competição.</span></p>
<p><span>Apontados como favoritos no
início do torneio, ambos os clubes trocaram de comandante em meio à
disputa (o Tricolor no início, com Ricardo Gomes, enquanto o
Colorado só fez valer o desejo de seus torcedores nessa reta final,
abdicando de Tite para dar lugar a Mário Sérgio), mas independente
disso reúnem elenco suficiente para buscar a liderança da tabela. O
problema é que por mais que insistam em uma suposta
perseguição, ambas as agremiações decepcionam quando
o assunto é aproveitar as brechas do líder e estabilizar-se na
classificação. O fato de ambos os plantéis terem se notabilizado
nos últimos anos em termos de conquistas sugere que pode estar
faltando à motivação necessária para encarar o atual desafio,
anunciando o desgaste de ciclos vitoriosos frente a uma inevitável
renovação.</span></p>
<p><span>O Goiás foi outra equipe que começou muito
bem, candidatando-se inclusive ao título, segundo seus próprios
diretores (para quem a Libertadores parecia já estar no papo).
Acontece que pensar grande não foi a melhor solução
para o Esmeraldino, que entrou em declínio justamente após bancar a
contratação do cobiçado Fernandão. Especula-se em Goiânia que o
fato de investir muito dinheiro para repatriar o ídolo poderia ter
contribuído diretamente para rachar o grupo, que vinha prosperando
humildemente até então.</span></p>
<p><span>Na contramão dessa história toda está o
Flamengo de Andrade, que com o tempo para trabalhar tem
comprovado que a sorte dos tempos de interino era na
verdade indício de sua capacidade profissional. E com Adriano e
Petkovic (apontados por muitos críticos como incógnitas no começo
dessa temporada) alternando grandes exibições, o Rubro-Negro tem
provado em campo que uma vaga no principal torneio interclubes da
América do Sul em 2010 é um objetivo absolutamente possível.
Cruzeiro e Grêmio também ambicionam embalar nessa reta final de
Brasileirão, embora demonstrem menos lenha na
fogueira que os cariocas. A Raposa demorou muito tempo para
se recuperar do trauma após a derrota na decisão da Libertadores,
enquanto os gaúchos começam a se perguntar se o trabalho de Paulo
Autuori é realmente tudo aquilo que os gremistas
esperavam.</span></p>
<p><span>Vitória, Avaí e Barueri já tiveram altos e
baixos ao longo da competição, complicando a vida de muita gente
importante, mas devem terminar o ano em posição intermediária. E
para quem era apontado como candidato ao rebaixamento por muitos
especialistas, beliscar uma vaguinha na Sul-Americana
já pode ser considerado um alento. O que não é o caso dos
alvinegros paulistas Corinthians
e Santos. Campeão estadual e da Copa do Brasil, o Timão entrou na
disputa garantido na Libertadores do ano que vem (sua maior ambição
no ano do centenário) e visivelmente sofreu com o
relaxamento natural. Contribuiu para isso o relativo
desmanche promovido durante a competição, que não só enfraqueceu a
base do time como colocou em dúvida as possibilidades para o ano
que vem. Já o Peixe se apegou em Vanderlei Luxemburgo para
acreditar que uma vaga no G-4 seria plausível para um time que tem
boas revelações (como Paulo Henrique e Neymar) e nomes experientes
(casos de Rodrigo Souto ou Kléber Pereira). Mas a má fase de muitos
desses atletas, aliada a contusões cruciais (como a de Emerson, que
requereu alto investimento e gerou a dispensa do ex-titular Roberto
Brum, um dos atletas mais queridos do grupo) prejudicaram muito as
possibilidades do time da Vila Belmiro.</span></p>
<p><span>Outro alvinegro que passa um sufoco ainda
maior é o Botafogo, atualmente respirando na luta contra o
rebaixamento. Assim como o dueto paranaense composto por
Atlético e Coritiba, que parece revigorado sob os respectivos
comandos de Antônio Lopes e Ney Franco. Mesmo assim, uma realidade
cruel para quem começou o Brasileirão pensando em brigar na parte
de cima da tabela. Algo que também deve ter passado pela cabeça de
muitos tricolores, desolados com a atual situação em que se
encontra o Fluminense, lanterna e praticamente rebaixado, uma
realidade que já conhece muito bem desde meados da década de 90. O
Sport, que fez campanha digna na Libertadores desse ano, provoca
desespero proporcional em toda massa rubro-negra pernambucana. O
conterrâneo Náutico, além do Santo André, também estão emparelhados
e dificilmente conseguirão evitar essa sina ao final da
temporada.</span></p>
<p><span>Resta saber se as últimas rodadas dessa Série A
confirmarão as perspectivas ou trarão consigo maiores novidades. Em
se tratando do futebol nacional, tudo é sempre
possível...</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://victorinonetto.futblog.com.br/77852/Pelos-gramados-tupiniquins/</id>			<link href="http://victorinonetto.futblog.com.br/77852/Pelos-gramados-tupiniquins/" />			<author>				<name>victorinonetto</name>				<uri>http://victorinonetto.futblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-23T05:29:42+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Copa do Mundo 2010: Raio-X das Eliminatórias</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>A última rodada das eliminatórias definiu
a classificação de Costa do Marfim, Alemanha, Dinamarca, Sérvia,
Itália, Chile, México e Estados Unidos, que agora se juntam a
Brasil, Austrália, Japão, Holanda, Gana, Inglaterra, Espanha,
Paraguai, ambas as Coréias (do Sul e do Norte), alémdo país
sede, na disputa mais importante do futebol
mundial.</span></p>
<p><span>Restam ainda 13 vagas, disputadas por 32
seleções com possibilidades matemáticas de alcançá-las. Nos posts
abaixo você pode conferir um perfil completo sobre a disputa em
cada uma das confederações que compõe o quadro da FIFA. E para
ficar atualizado sobre as possibilidades da rodada decisiva de
quarta-feira, outra boa dica é o post do jornalista
<strong>Leonardo Bertozzi</strong>, editor da Trivela.com e
comentarista da ESPN Brasil:</span></p>
<p><span>- Clique
aqui</span></p>
<p><span>
Fique ligado em tudo o que acontece nessas eliminatórias. Contribua
com um comentário. Deixe seus pitacos sobre quem deve chegar à
próxima Copa!</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://victorinonetto.futblog.com.br/77001/Copa-do-Mundo-2010-Raio-X-das-Eliminat-rias/</id>			<link href="http://victorinonetto.futblog.com.br/77001/Copa-do-Mundo-2010-Raio-X-das-Eliminat-rias/" />			<author>				<name>victorinonetto</name>				<uri>http://victorinonetto.futblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-13T03:21:57+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Copa do Mundo 2010: Raio-X das Eliminatórias (Europa)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>Os próximos dias serão decisivos para a
definição das nações que complementarão o quadro de participantes
da próxima Copa do Mundo. Além do país sede, apenas Austrália,
Japão, Holanda, Gana, Inglaterra, Espanha, Paraguai, ambas as
Coréias (do Sul e do Norte) e o Brasil já estão garantidos na
disputa. Das 21 vagas restantes, pelo menos 15 serão conhecidas
nessa rodada, restando posteriormente apenas o desespero das
repescagens... Vale à pena revisar o que foi apresentado até aqui
para traçar um panorama consciente sobre as possibilidades de cada
nação postulante a um lugar ao sol na África do Sul em
2010:</span></p>
<p><strong><span>Europa
(UEFA):</span></strong></p>
<p><span>A rodada também
promete grandes emoções no continente europeu, que já apresenta
algumas definições. No</span> <strong><span>Grupo
9</span> </strong><span>(que contava com
apenas cinco seleções e já encerrou seus confrontos), por exemplo,
os holandeses já carimbaram seu passaporte para a África do Sul,
enquanto a</span> <strong><span>Noruega</span></strong> <span>aguarda ansiosa para
saber se a campanha realizada será o suficiente para conquistar um
lugar ao sol entre os segundos colocados (que disputarão a
repescagem). Comandados novamente por Egil Olsen (que classificou o
país para os mundiais de 94 e 98), os noruegueses apóiam-se em uma
base onde se destacam o zagueiro Hangeland, um forte lado esquerdo
formado pelo lateral John Arne Riise e o meia Pedersen, além do
grandalhão Carew, principal referência ofensiva do time. Após um
início irregular (quando somaram apenas três pontos nas cinco
primeiras partidas), a equipe apresentou grande poder de reação na
reta final da disputa, além de contar com uma
bambeada da</span> <strong><span>Escócia</span></strong><span>, que na última rodada
precisava de apenas um ponto para garantir o 2º lugar,
mas acabou derrotada pelos holandeses jogando em casa. Apresentando
um futebol vistoso sob o comando de Bert van Marwijk, a</span>
<strong><span>Holanda</span></strong> <span>assegurou 100% de
aproveitamento em suas oito partidas, com 17 gols pró e apenas dois
contra. Motivos de sobra para deixar sua empolgada torcida ainda
mais otimista. Atletas como Sneijder, Van Persie, Robben, Kuyt e
Huntelaar reforçam a qualidade ofensiva da equipe, tanto que
Marwijk já acenou com a possibilidade de deixar Van der Vaart (que
não vem jogando no Real Madrid) fora do grupo. Por outro lado, o
sistema defensivo ainda não encontrou um substituto a altura do
goleiro Van der Sar, atualmente aposentado da
seleção.</span></p>
<p><span>No</span>
<strong><span>Grupo 5</span></strong><span>, a</span>
<strong><span>Espanha</span></strong> <span>também já garantiu sua
vaga com 100% de aproveitamento. Considerada por
muitos como a maior potência do futebol mundial na atualidade, a
<em>Fúria</em> impressiona por
um futebol vistoso e ao mesmo tempo competitivo, concentrado na
capacidade técnica de seu meio-campo (alicerçado em nomes como Xabi
Alonso, Iniesta e Xavi), além de uma dupla de ataque altamente
qualificada, composta por Fernando Torres e David Villa (que
contundido, vai ficar de fora das partidas finais). O substituto
imediato seria Dani Güiza, que também está machucado, o que abriu
espaço para a convocação de Álvaro Negredo (recém contratado pelo
Sevilla). Porém, os espanhóis insistem em corresponder expectativas
com decepções, sina que muitos críticos afirmavam estar superada
após a conquista da Euro 2008, mas que voltou a manifestar-se na
última Copa das Confederações. Com os pés no chão,
talvez os comandados de Vicente del Bosque possam até sonhar em
superar a participação da Copa de 50, quando terminaram na 4ª
colocação, seu melhor desempenho até os dias de hoje.
<strong>Bósnia</strong> e
Turquia brigam por um lugar na repescagem enquanto</span>
<strong><span>Bélgica</span></strong><span>,</span>
<strong><span>Estônia</span></strong> <span>e</span>
<strong><span>Armênia</span></strong> <span>já estão eliminadas.
Os bósnios, que estão quatro pontos a frente dos turcos, podem
garantir seu lugar antecipadamente caso derrotem os estonianos fora
de casa na próxima rodada. A aposta do experiente Miroslav
Bla (técnico que levou a Croácia ao 3º lugar no
mundial de 98) é no poderio ofensivo, onde brilham nomes como o
meia Misimovieko e
Ibisevi (todos atuando no futebol alemão). Um nome que
poderia acrescentar ainda mais experiência a esse grupo é o do meia
Salihamid, que joga na Juventus e deixou a seleção em
2006. Caso não prosperem longe de seus domínios, a situação pode
ficar complicada, já que o desfecho será em casa, mas contra os
espanhóis. Para isso, a</span> <strong><span>Turquia</span></strong> <span>também precisará fazer
sua parte, ou seja, vencer seus dois confrontos, além de contar com
eventuais tropeços do rival. Apostando na mesma base que fez bonito
na última Euro (quando chegou às semifinais), o treinador Fatih
Terim só espera que sua equipe apresente a mesma capacidade de
superação demonstrada durante aquela competição. Se conseguir
superar os belgas (que vivem um momento delicado, mas podem estar
animados com a estréia do treinador holandês Dick Advocaat) fora de
casa, crescem as chances turcas na última rodada, quando recebem a
limitada equipe da Armênia.</span></p>
<p><span>A exemplo dos espanhóis, a</span>
<strong><span>Inglaterra</span></strong> <span>também já garantiu seu
lugar no mundial do ano que vem de maneira antecipada, mantendo
100% de aproveitamento no</span> <strong><span>Grupo
6</span></strong><span>. Não restam dúvidas
de que após o fracasso nas eliminatórias da última Euro, o futebol
local renasceu sob a batuta do técnico italiano Fabio Capello, que
reorganizou o esquema de jogo inglês e conseguiu dar liga em uma
base que não empolgava com a camisa da seleção: novos nomes como
Upson, Lescott, Glen Johnson, Milner, Carlton Cole e Agbonlahor
ganharam oportunidades para se firmar no time; a inserção de Barry
pelo meio deu mais liberdade para que Gerrard e Lampard reeditassem
o belo desempenho que sempre apresentaram em seus respectivos
clubes; Beckham deixou de ter lugar cativo na equipe e precisou
começar a mostrar futebol para jogar; o ataque (o mais positivo até
aqui com 31 tentos marcados) passou a funcionar com Heskey (que
voltou a ser convocado) atuando como pivô e abrindo espaços para
Rooney, artilheiro das eliminatórias européias com nove gols... Um
dos poucos problemas que o treinador ainda não resolveu está na
meta do <em>English Team</em>,
que não conta com um titular absoluto. Porém, levando-se em conta o
fato de que jovens como Joe Hart (do Birmingham), Carson (West
Bromwich) e Ben Foster (reserva do Manchester United) não
impressionaram quando tiveram oportunidades, a aposta de Capello em
veteranos (uma velha prática na Inglaterra desde os tempos de
Shilton e Seaman) parece mesmo à melhor pedida, mesmo que nomes
como James, Green ou Paul Robinson, não inspirem muita segurança.
Algoz dos ingleses na desclassificação do último continental,
a</span> <strong><span>Croácia</span></strong> <span>acabou pagando o preço
nessas eliminatórias, quando sofreu goleadas vexatórias (4x1 e 5x1)
frente a esse adversário. Aliás, desde aqueles tempos o selecionado
croata tem caído de produção e apesar de estar dois pontos à frente
da</span> <strong><span>Ucrânia</span></strong>
<span>na briga
pela 2ª colocação, possui uma partida a mais do que a ex-república
soviética. Porém, para desespero da trupe de Shevchenko (que mesmo
decepcionando em suas últimas passagens por Chelsea e Milan, nunca
deixou de jogar bem com a camisa ucraniana), esse duelo será
justamente contra os ingleses. Se conseguir a proeza de quebrar a
invencibilidade do <em>English
Team</em>, a Ucrânia chega à última rodada (quando encara</span>
<strong><span>Andorra</span></strong><span>, já eliminada, fora
de casa) em condições de lutar pela repescagem. A Croácia também
finaliza sua participação jogando fora de casa contra o</span>
<strong><span>Cazaquistão</span></strong><span>, outra seleção já
eliminada, assim como a</span> <strong><span>Bielorússia</span></strong> <span>(do meia Hleb,
ex-Barcelona), que cumpre tabela diante dos
ingleses.</span></p>
<p><span>Apesar de já ter seus
dois classificados definidos, o</span> <strong><span>Grupo
4</span></strong> <span>reserva o duelo mais
eletrizante da rodada do final de semana. Isso porque</span>
<strong><span>Alemanha</span></strong> <span>e Rússia definem em
Moscou quem vai direto para o mundial e quem terá de pagar os
pecados na repescagem. Os germânicos ainda precisarão superar os
desfalques dos contundidos Enke (goleiro), Tasci (defensor) e Khedira (meia), mas
contarão com as estrelas Schweinsteiger, Ballack, Podolski, Mario
Gómez e Klose para superar esse desafio. A falta de renovação,
fator determinante para o declínio do futebol alemão em meados da
década de 90, gerou a necessidade de maior atenção as categorias de
base do país, trabalho que hoje rende frutos a <em>Nationalelf</em>, como no caso dos
defensores Beck (Hoffenheim) e Boateng (Hamburgo) ou os meias Mesut
Özil e Marko Marin (ambos do Werder Bremen). Mesmo assim não será
simples segurar o ímpeto da</span> <strong><span>Rússia</span></strong><span>, que corresponde
positivamente ao trabalho realizado pelo holandês Guus Hiddink.
Após uma excelente campanha na Euro 2008, quando caiu apenas nas
semifinais, os russos atraíram a atenção de clubes das principais
ligas européias, o que resultou em transferências como as de
Arshavin (que foi para o Arsenal), Pavlyuchenko (Tottenham),
Bilyaletdinov (Everton), Pogrebnyak (Stuttgart) e Zhirkov
(Chelsea), conferindo ainda mais experiência a base da seleção,
normalmente composta por atletas que atuam em clubes locais. A
expectativa agora é devolver aos alemães a única derrota sofrida
nessa campanha (2x1 em Dortmund), o que colocaria os russos na
ponta da tabela. Porém, desde que passou a atuar como uma nação
independente, a Rússia nunca venceu o rival, acumulando três
derrotas e um empate. Até por isso, o time comandado por Joachim
Löw está confiante em voltar para casa com ao menos um pontinho na
bagagem. Ressaltando que na rodada final, a Alemanha recebe
a</span> <strong><span>Finlândia</span></strong><span>, já eliminada, assim
como o <strong>Azerbaijão</strong>, que por sua
vez encara a Rússia.</span> <strong><span>Liechtenstein</span></strong> <span>e</span>
<strong><span>País de Gales</span></strong><span>, também sem chances
de classificação, complementam a rodada.</span></p>
<p><span>No</span>
<strong><span>Grupo 8</span></strong><span>, poucas surpresas
devem acontecer. Isso porque Chipre, Montenegro e Geórgia estão
fora da disputa, centrada agora apenas nas favoritas</span> <strong><span>Itália</span></strong> <span>e Irlanda, além da
Bulgária (que corre por fora, mas não depende apenas de si para
chegar a Copa). Na <em>Azurra</em>, destaque para os
problemas do capitão Cannavaro, flagrado em um exame antidoping e
que perderia a partida desse final de semana de qualquer forma
devido a uma suspensão. Outra baixa, mas por contusão, é a do jovem
meio-campista Claudio Marchisio, que atua na Juventus. Por outro
lado, o volante Gattuso voltou a figurar na lista de Marcello
Lippi, que insiste em ignorar o futebol de Cassano, em grande fase
na Sampdoria. A partida fora de casa contra os irlandeses pode
selar a classificação antecipada ou reduzir consideravelmente a
diferença entre ambas às equipes (que atualmente é de quatro
pontos), mas de qualquer forma a <em>Azurra</em> decide a vaga em casa
contra o</span> <strong><span>Chipre</span></strong><span>, que mesmo tendo
melhorado muito nos últimos anos, ainda não representa grande
perigo. A</span> <strong><span>Irlanda</span></strong><span>, comandada pelo
italiano Giovanni Trapattoni (que é chegado em um jogo defensivo),
por sua vez encerra a rodada jogando novamente em casa, mas dessa
vez contra a debutante seleção de</span> <strong><span>Montenegro</span></strong> <span>(que não poderá contar
com seu capitão e principal jogador, o atacante Vu,
afastado dos gramados devido a uma lesão no joelho). Motivos de
sobra para a</span> <strong><span>Bulgária</span></strong> <span>(que precisa somar
seis pontos e visita o Chipre, além de receber a lanterna</span>
<strong><span>Geórgia</span></strong><span>,) não se animar muito
com suas possibilidades de chegar à
repescagem.</span></p>
<p><span>No</span>
<strong><span>Grupo 7</span></strong><span>,</span> <span>também são esperadas
poucas surpresas, afinal a</span> <strong><span>Sérvia</span></strong> <span>está a um passo da
classificação, que já poderia ter vindo na última rodada, quando a ex-república
iugoslava ficou no empate em casa atuando contra a</span>
<strong><span>França</span></strong> <span>(na 2ª colocação). Mas
se a diferença entre ambas as nações no momento é de quatro pontos,
também se pode dizer que os <em>Bleus</em> têm confrontos
menos complicados: enfrentam em casa as</span>
<strong><span>Ilhas Faroe</span></strong> <span>(lanterna da chave e
já eliminada) e a</span> <strong><span>Áustria</span></strong> <span>(3ª colocada com 11
pontos, mas que demitiu o treinador tcheco Karel Brückner em meio à
disputa). Mesmo assim, os franceses precisarão superar os
desfalques de Gourcuff e principalmente Ribéry (que contundidos,
estão fora da disputa), além de torcer por um tropeço dos sérvios
nos duelos finais. Ou a confirmação de uma punição da FIFA, que
ameaça a Federação Sérvia com a perca de pontos em caso de novos
incidentes com os torcedores do país (que já causaram tumulto nos
duelos contra Áustria, Romênia e França). Tal realidade seria um
duro golpe nas pretensões dos comandados de Radomir Anti,
treinador com ampla experiência no futebol espanhol e que montou
uma equipe azeitada, composta por diversos atletas que atuam nas
principais ligas da Europa. Os nomes mais conhecidos são os de
Vidi (da Inter de
Milão) e  (do Valencia), mas os sérvios têm diversos
outros talentos como os defensores Ivanovi,
os meio-campistas Krasi,
além dos atacantes Panteli. Será preciso
confirmar essa expectativa em campo, em jogos decisivos contra
a</span> <strong><span>Romênia</span></strong> <span>(em casa) e a Lituânia
(fora). Apesar de ainda contarem com chances matemáticas, ambas as
nações possuem poucas perspectivas de classificação, já que possuem
apenas nove pontos na tabela. Os romenos (que levam vantagem nos
critérios de desempate) estiveram na última Euro, mas desde então
têm caíram muito de produção, o que colocou fim ao ciclo de Victor
Pi após quatro anos a frente da seleção. A
contratação de Rzvan Lucescu (filho de Mircea Lucescu,
técnico que faturou a última Copa da UEFA com o Shakthar Donetsk)
iniciou um período de transição em meio à disputa e não por acaso,
mais de 40 jogadores foram utilizados ao longo das eliminatórias.
Já a</span> <strong><span>Lituânia</span></strong><span>, que chegou a liderar
o grupo nas primeiras rodadas, tem como objetivo mais sensato
terminar em uma colocação honrosa para melhorar sua posição no
ranking da FIFA.</span></p>
<p><span>No</span>
<strong><span>Grupo 3</span></strong><span>, apenas</span>
<strong><span>San Marino</span></strong> <span>(tradicional
saco de pancadas do continente) está eliminado, na
última colocação sem somar um ponto sequer. Por outro lado, a</span>
<strong><span>Eslováquia</span></strong> <span>caminha a passos
largos (com 19 pontos) para chegar a sua primeira Copa do Mundo.
Apenas um ponto nos duelos contra eslovenos e poloneses já seria
suficiente para assegurar a classificação. Méritos para o trabalho
do técnico Vladimír Weiss (ex-jogador que esteve no Mundial de 90
com a extinta Tchecoslováquia), que barrou medalhões como Marek
ech e Mintál, apostando suas fichas na base composta pelo
zagueiro Skrtel, nos meias Karhan e Hamsík, além dos
atacantes Sesták e Vittek. Na briga pelo 2º lugar,</span>
<strong><span>Eslovênia</span></strong> <span>e</span>
<strong><span>Irlanda do Norte</span></strong> <span>estão empatadas com 14
pontos, enquanto República Tcheca (com 12) e a</span>
<strong><span>Polônia</span></strong> <span>(11) vêm logo atrás.
Os eslovenos têm a desvantagem de realizar suas últimas partidas
fora de casa: enfrentam os líderes da chave e na rodada final o
lanterna do grupo. Motivos para contar com o goleirão
Handanovi (do
Colônia), dois de seus principais jogadores. Após somar apenas um
ponto nas últimas duas rodadas, os poloneses mandaram embora o
treinador holandês Leo Beenhakker, nomeando às pressas Stefan
Majewski. Mas a justificativa da federação, que alegou a
necessidade de apostar em um técnico local para resgatar às origens
do futebol polonês, soou estranho para uma seleção que tem Roger
Guerreiro em suas fileiras... O novo técnico até causou surpresas
ao convocar o goleiro Dudek (atualmente na reserva do Real Madrid),
que estava afastado a algum tempo da seleção, mas mesmo assim
precisará de muita inspiração para superar Republica Tcheca e
Eslováquia nos duelos finais. Os tchecos, aliás, tem grandes
possibilidades de beliscar a vaga, já que definem sua sorte jogando
em casa nos dois últimos confrontos. A reação na tabela aconteceu
após uma medida que poderia ser considerada amadora: após os
resultados ruins acumulados por Petr Rada e Frantisek Straka
(dois ex-defensores locais), o presidente da federação (e também
ex-atleta) Ivan Hasek assumiu a direção do time, acumulando
quatro pontos em suas duas primeiras partidas no comando. Não
restam dúvidas de que se levar a</span> <strong><span>República
Tcheca</span></strong> <span>a Copa, será
considerado um gênio por seus compatriotas. Além disso, os
norte-irlandeses (que só realizam mais uma partida,) ainda contarão
com diversos desfalques por contusão (casos de Martin Paterson,
Sammy Clingan, Chris Brunt e Andrew Little) para a partida
derradeira contra os tchecos.</span></p>
<p><span>Após um começo
irregular, quando conseguiu inclusive a façanha de perder em casa
para a limitada seleção de</span> <strong><span>Luxemburgo</span></strong><span>, a</span>
<strong><span>Suíça</span></strong> <span>acordou em tempo de reagir na tabela,
ocupando atualmente a liderança do</span> <strong><span>Grupo
2</span></strong> <span>com três pontos de
vantagem em relação ao 2º colocado, no caso, os gregos. Destaque
para o goleiro Benaglio (titular absoluto do Wolfsburg) e a dupla
de ataque composta por Frei e N'Kufo (nascido no antigo Zaire), que
juntos marcaram 10 dos 15 gols do time até aqui. O comando do
experiente Ottmar Hitzfeld, que faturou a Liga dos Campeões e o
Mundial Interclubes por Borussia Dortmund e Bayern de Munique,
também tem pesado bastante nesse sentido. Agora resta devolver a
derrota sofrida para os luxemburgueses antes do duelo final contra
os israelenses. Outro treinador alemão, Otto Rehhagel, sabe que as
derrotas nos confrontos diretos contra o líder da chave foram
cruciais para colocar sua</span> <strong><span>Grécia</span> </strong><span>na situação delicada
em que se encontra. Além de não depender apenas de si para se
classificar, os gregos precisam fazer a lição de casa contra</span>
<strong><span>Letônia</span></strong> <span>e Luxemburgo para
sonhar ao menos com a repescagem. Para isso, continuam apostando em
velhos conhecidos como Kyrgiakos, Katsouranis, Karagounis, Samaras,
Amanatidis e Gekas, além de Basinas e Charisteas (que ficaram de
fora da convocação). Mas não será tão simples, já que os letões
estão empatados em número de pontos com os helênicos e também
sonham com um lugar ao sol. O grande nome da equipe comandada por
Aleksandrs Starkovs (o mesmo que levou o país a Eurocopa de 2004) é
o capitão Astafjevs, que nas próximas partidas deve se tornar o
jogador europeu com maior número de partidas internacionais. Outros
jogadores que faziam parte do grupo de 2004 e ainda resistem no
time são o meia Rubins e o atacante Verpakovskis. Além deles,
também se destaca o seguro goleiro Vains, eleito melhor
jogador do país no ano passado. O último jogo dos letões será
dentro de seus domínios, contra a lanterna</span> <strong><span>Moldávia</span></strong><span>. Correndo por fora e
torcendo para toda essa turma se engalfinhar pelo caminho
está</span> <strong><span>Israel</span></strong><span>, que também enfrenta
a última colocada, antes de encarar os líderes suíços. Os maiores
trunfos da Terra Santa são o goleiro Aouate, o
defensor Bem Haim, o meia Cohen, o artilheiro Barda, além é claro,
do capitão Benayoun (que atua no
Liverpool).</span></p>
<p><span>No</span>
<strong><span>Grupo 1</span></strong><span>, as seleções
de</span> <strong><span>Malta</span></strong>
<span>e</span>
<strong><span>Albânia</span></strong> <span>já não têm mais
chances de classificação e nomes importantes do futebol mundial,
como Cristiano Ronaldo ou Ibrahimovi, podem se juntar a essa
turma. Atualmente, a situação mais complicada é a
de</span> <strong><span>Portugal</span></strong><span>,
que ainda não se acertou sob o comando de Carlos Queiroz, ocupando
a 3ª colocação da chave com os mesmos 13 pontos dos húngaros.
Porém, os <em>Tugas</em>
contam com a vantagem de jogar em casa no confronto direto contra a
<em>Magyar</em>, assim como na
partida contra os malteses, o que pode lhe valer preciosos seis
pontos, que o recolocariam na disputa pela vaga. O brasileiro
Liédson naturalizou-se recentemente e causou polêmica no país ao
ser incorporado a seleção, mas já mostrou serviço nas duas partidas
em que teve oportunidade, anotando inclusive um gol. A</span>
<strong><span>Hungria</span></strong> <span>também se revelou uma
grata surpresa, já que vive um período de ostracismo desde meados
da década de 80. Sob o comando do ex-jogador holandês Erwin Koeman
(que tem se mostrado mais competente que o irmão Ronald Koeman na
função de treinador), o selecionado húngaro voltou a apresentar
poder de competitividade como há muito tempo não se via e a julgar
pelas boas campanhas de suas seleções de base em competições da
categoria, as perspectivas para o futuro do futebol local são as
mais otimistas possíveis. O clássico escandinavo entre</span>
<strong><span>Dinamarca</span></strong> <span>e</span>
<strong><span>Suécia</span></strong> <span>neste final de semana
promete ser decisivo para as pretensões de ambas as seleções:
líderes da chave com 15 pontos, os dinamarqueses podem recuperar a
boa vantagem que tinham em relação aos concorrentes até colecionar
dois empates nas últimas rodadas (atuando em casa contra Portugal e
fora contra a Albânia). Além disso, levam a vantagem de já terem
vencido os suecos na casa do adversário no primeiro encontro entre
essas equipes. Mesmo assim, os finalistas do mundial de 58 estão
dispostos a aproveitar o chamado duelo de seis pontos
contra o 1º colocado para firmar-se na disputa por um lugar na
África do Sul no ano que vem. Até porque o duelo derradeiro contra
os albaneses promete ser bem mais
tranquilo...</span></p>
<p><span><strong><em>Agora faça suas
apostas...</em></strong></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://victorinonetto.futblog.com.br/76770/Copa-do-Mundo-2010-Raio-X-das-Eliminat-rias-Europa/</id>			<link href="http://victorinonetto.futblog.com.br/76770/Copa-do-Mundo-2010-Raio-X-das-Eliminat-rias-Europa/" />			<author>				<name>victorinonetto</name>				<uri>http://victorinonetto.futblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-10T08:15:57+02:00</updated>		</entry></feed>