<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com</title>		<id>http://fotosblogue.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Programa Coração Inquieto, Com Santo Agostinho anunciando o Evangelho!]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com</uri>		</author>		<updated>2008-11-20T18:40:58+01:00</updated>		<entry>			<title>Dados importantes na vida de Santo Agostinho</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></em></span></strong>
<strong><span><em>Santo
Agostinho</em></span></strong></p>
<p></p>
<p>Aurelius Augustinus,
mais conhecido como <strong>SANTO AGOSTINHO</strong> nasce
em <strong>TAGASTE DE NUMÍDIA</strong>, província romana ao
norte da África em 13 de novembro de 354; primogênito do pagão
Patrício e da fervorosa cristã Mônica. Criança alegre, buliçosa,
entusiasta do jogo, travessa e amante da amizade, não gosta muito
de estudar porque os mestres usam métodos agressivos e não são
sinceros. Ante os adultos se revela como "um menino de grandes
esperanças", com inteligência clara e coração inquieto.

Africano pela lei do solo, romano pela cultura e língua, e cristão
por educação. AGOSTINHO, jovem, de temperamento impulsivo e
veemente, se entrega com afinco ao estudo e aprende toda a ciência
do seu tempo. Chega a ser brilhante professor de retórica em
Cartago, Roma e Milão.

<strong>Sedento de Verdade e
Felicidade</strong>
Em sua busca afanosa vive longos anos com ânimo disperso. Vazio de
Deus e agarrado pelo pecado, a vontade "sequestrada", errante e
peregrina, "enganado e enganador".

Mas, seu coração, sempre aberto à verdade, chega ao encontro da
graça pelo caminho da interioridade, apoiado pelas orações de sua
mãe, que na infância lhe havia marcado com o sinal da cruz.

<strong>Coração Sempre
Jovem</strong>
Estando em Milão, no seu horto; uma voz infantil o anima - "TOMA E
LÊ" - a ler as Escrituras, ficando de repente iluminada a sua
inteligência com uma luz de segurança e satisfazendo o seu coração
- CORAÇÃO HUMANO - coração grande de jovem; era o outono do ano
386.

Deixando a docência, retira-se a CASSICÍACO, recinto de paz e
silêncio e põe em prática o Evangelho em profunda amizade
compartilhada: vida de quietude, animada somente pela paixão à
Verdade. Assim se prepara para ser batizado na Primavera de 387 por
Santo Ambrósio.

<strong>Inspirador da Vida
Religiosa</strong>
De novo em Tagaste - a mãe morre no porto de Roma - vende suas
posses e projeta seu programa de vida comum: probreza, oração e
trabalho. Por seus dotes naturais e títulos de graça, cresce em
torno dele um grupo de amizade e funda para a história o Monacato
Agostiniano.

No ano 391 é proclamado sacerdote pelo povo, e cinco anos mais
tarde, os cristãos de Hipona o apresentam para o Episcopado.
Consagrado BISPO DE HIPONA - título de serviço e não de honra -
converte a sua residência em casa de oração e tribunal de causas.
Inspirador da vida religiosa, pastor de almas, administrador de
justiça, defensor da Fé e da Verdade. Prega e escreve de forma
infatigável e condensa o pensamento do seu tempo.

<strong>O Primeiro Homem
Moderno</strong>
Em 429 os vândalos, guiados por Genserico atravessam o Estreito de
Gibraltar e atacam o norte africano. AGOSTINHO "cercado com o seu
povo" sente amargura e luto, alenta o ânimo de seus fiéis e os
convida à defesa. No terceiro mês do assédio, aos 76 anos de vida,
em 28 de agosto de 430, começa a viver na Cidade de Deus uma vida
mais nobre.

<strong>Datas Importantes Em Sua
Vida</strong> 
</p>



ANO
IDADE



354
00
13 de
Novembro. Nasce em Tagaste.


365
11
Inicia os cursos de educação geral em
Madaura.


370
16
Volta
a Tagaste.


371
17
Transfere-se para Cartago, a fim de estudar Retórica e
Artes Liberais.


372
18
Morre o seu pai, Patrício.
Apaixona-se e junta-se a uma mulher.


373
19
Lê "O Hortênsio", de Cícero.
Torna-se maniqueu (seita filosófico-religiosa).
Provável nascimento de Adeodato, seu filho.


374
20
Regressa a Tagaste como professor de
Gramática.


376
22
Morre
um amigo íntimo.
Agostinho vai de novo a Cartago como professor.


383
29
Vai
para Roma, onde continua a docência.


385
31
Depois de ganhar a Cátedra de Retórica da Casa Imperial,
por concurso, vai para Milão.
Encontra-se com Santo Ambrósio, Bispo da cidade.


386
32
Outono: CONVERTE-SE À FÉ CATÓLICA.
Passa alguns meses em Cassicíaco.


387
33
Noite
da Páscoa (24-25 de abril): É batizado em Milão.
Volta a África e morre sua mãe Mônica (santa), em Óstia Tiberina,
porto de Roma.


388
34
Chega a Cartago e pouco depois a Tagaste.
Vende suas posses e funda o primeiro mosteiro.


391
37
É ordenado Sacerdote em Hipona.


395
41
É Sagrado Bispo Auxiliar.


396
42
Sucede ao Bispo Valério em Hipona.


400
46
Publica as "Confissões".


426
72
Publica a "Cidade de Deus".


430
76
Genserico ataca Numídia e cerca Hipona.
28 de agosto, Agostinho morre em Hipona.



<p>
</p>



Agostinho vive
hoje na família Agostiniana que lhe reconhece como Pai, no culto da
Igreja que o venera como Santo, em todas as almas recuperadas que
lhe devem o seu retorno a Deus e nas mentes privilegiadas que o
admiram por seu gênio fecundo.



<p>

<strong>Pessoas Influentes Na Sua
Vida</strong>

<strong>SUA FAMÍLIA</strong> Patrício - Pai, oficial
Sta.Mônica - Mãe,
fervorosa cristã.
Navigio - Irmão,
morreu jovem.
Perpétua - Irmã,
religiosa dos primeiros mosteiros.
Melânia (?) - Mãe
de seu filho Adeodato.
Adeodato - Seu
filho, morreu jovem.


<strong>SEUS COMPANHEIROS E
AMIGOS</strong><em><span>Alipio</span></em> -
Conterrâneo e discípulo.
Evódio - Membro do
grupo em Milão.
Severo - Membro da
1ª comunidade.
<em><span>Possídio</span></em> - Autor da
1ª biografia e erudito cristão.
Nebrídio -
Discípulo de Agostinho na Itália.


<strong>SUAS MOTIVAÇÕES E
INSPIRAÇÕES</strong>Romaniano - Rico, amigo da
família.
Cícero - Poeta latino e autor de O Hortêncio.
Fausto - Chefe supremo dos Maniqueus.
Santo Ambrósio - Bispo de Milão.
S. Jerônimo - Grande estudioso e erudito cristão.
Ponticiano - Empregado da Corte Imperial.
Mario Victorino - Filósofo do século IV.


<strong>OBRAS MAIS
IMPORTANTES</strong>As Confissões -
Autobiografia.
A Cidade de Deus
A Trindade
Ensaios Filosóficos
Tratados Educacionais e Tratados Bíblicos
Sobre a Vida Religiosa, Dogmáticos e Apologéticos.


<strong>Lugares Mais Importantes Em Sua
Vida</strong>
<strong>TAGASTE</strong>  início dos
estudos  primeira experiência como professor de gramática
 primeiro mosteiro agostiniano.

<strong>MADAURA</strong>  educação secundária.

<strong>CARTAGO</strong>  estudos superiores: artes liberais
e retórica  primeira experiência como professor de retórica

fundação de um mosteiro agostiniano.

<strong>ROMA</strong> 
cátedra de retórica  lugar de repouso depois da morte de sua
mãe.

<strong>MILÃO</strong> 
cátedra oficial de retórica no palácio imperial  lugar da
sua conversão e batismo.

<strong>ÓSTIA TIBERINA</strong>  porto marítimo de Roma
 morte e sepultura de sua mãe.

<strong>CASSICÍACO</strong> 
lugar de retiro em companhia de seus amigos antes do batismo
escreve vários tratados filosóficos em diálogo com seus
amigos.

<strong>HIPONA</strong>  sede diocesana de Agostinho onde
foi ordenado Sacerdote e depois Bispo. Fundou três mosteiros; onde
morreu e foi sepultado.</p>
<p>Fonte: site da osa</p>
				</div>			</content>			<id>http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com/52536/Dados-importantes-na-vida-de-Santo-Agostinho/</id>			<link href="http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com/52536/Dados-importantes-na-vida-de-Santo-Agostinho/" />			<author>				<name>programacoracaoinquieto</name>				<uri>http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2008-10-22T00:03:12+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O Milagre realizado por Santa Gianna Beretta Molla</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				


<strong>Santa Gianna Beretta Molla é lembrada na Assembléia das
Igrejas em Itaici - 20/10/2008</strong>


<strong></strong>



<p><strong>Neste
domingo, último dia da Assembléia das Igrejas do Regional Sul 1 da
CNBB, realizado em Itaici, a emoção contagiou leigos, padres
e bispos diante do relato de uma mãe que preferiu enfrentar todas
as consequências advindas de seu ato de amor: dar a vida por sua
filha ainda por vir ao mundo. Elisabete Arcolino Comparini, contou
como a fé transformou sua vida e a de sua família, enquanto
aguardava o nascimento de seu quarto bebê: Gianna Maria. Elisabete
contou o milagre - devidamente atestado pelas autoridades da Igreja
e da Ciência - que aconteceu em sua vida, após oração incessante
pedindo a intercessão da Beata Gianna Beretta, médica e mãe
amorosa, pela vida de seu bebê.</strong></p>
<p><strong>Elisabete Arcolino Comparinni casada, quatro filhos, residente
em Franca-SP, cujo milagre recebido foi responsável pela
canonização de Gianna Beretta Molla, deu seu depoimento com
extraordinária convicção e serenidade a CatolicaNet.
Acompanhe:</strong></p>
<p><strong>Catolicanet: Como foi a gravidez de seu
quarto bebê?
Elisabete: Grávida de quatro meses, a minha bolsa rompeu e eu perdi
todo o líquido amniótico e nesses casos a conduta médica é o
aborto, a retirada da criança. Mas com a experiência de fé que
havia tido com meu marido, que também foi um milagre da vida, ele
que foi um ex-traficante de drogas e que depois recebeu a cura do
vírus HIV, nos fundamentamos nesse Deus que não iria nos
abandonar'. Portanto fomos dizendo não a esse aborto
dia-a-dia, até um momento especial que
recebemos a visita de Dom Diógenes Matthes, Bispo de Franca.
Hoje, ele é bispo emérito. Dom Díógenes então me perguntou: -
Você esta disposta a dar a vida por
esta criança'? Eu disse que sim, mas temia pelas três
crianças que estava deixando, que ficariam sem mãe. Ele então rezou
um pouco comigo, foi a sua casa e retornou com o livro da Beata
Gianna, ajoelhou-se diante do Santíssimo e pediu: -
Beata Gianna Beretta Molla a senhora
já teve um milagre para ser beata, esta lhe faltando um milagre
para ser santa, por isso eu vos peço, chegou a tua vez, faça esse
milagre na vida dessa mãe desta família'.
Nós acreditamos nesta oração dele e começamos a rezar pela beata
Gianna todos os dias. E pela graça de Deus no dia 31 de maio de
2000, contradizendo todas as teorias médicas, que afirmavam que a
criança nem sobreviveria e, caso viesse a sobreviver, ficaria muito
tempo na UTI e, se ainda assim, sobrevivesse ao tratamento
intensivo seria uma criança com muitas e muitas sequelas. No
entanto, minha filha nasceu com um choro forte,e contrariando todas
as expectativas médicas, nasceu perfeita.
Hoje ela tem oito anos é uma criança normal, muito sorridente, vai
a escola como qualquer criança. Seu nome é Gianna Maria, em
homenagem a Gianna Beretta Mola, hoje Santa.</strong></p>
<p><strong>Muitas
graças têm sido alcançadas, em vários países, pela intercessão de
Santa Gianna, especialmente por mulheres que não conseguem
engravidar ou têm problemas na gestação e/ou no parto, por isso,
várias crianças têm recebido o honroso nome de Gianna em
agradecimento por sua intercessão.</strong></p>
<p><strong>Catolicanet: O fato de ter prosseguido com uma gravidez
de alto risco até o fim teve conseqüências para sua
saúde?</strong></p>
<p><strong>
Elisabete: "após o parto, eu também passei por momentos muito
difíceis. A minha placenta aderiu ao útero e eu perdi quase oitenta
por cento do sangue do meu organismo, fiquei entre a vida e a morte
numa situação muito parecida com a de Santa Gianna Beretta, mas
Deus me deu a Graça de voltar a vida e hoje ser uma testemunha
forte de sua presença. Como disse Santo Inácio: - Se acreditamos em
um Deus pequeno, Ele sempre faz pequenas coisas em nossa vida, mas
se acreditamos num Deus Grande, Ele sempre faz grandes coisas em
nossas vidas."</strong></p>
<p><strong><strong>Catolicanet: Você chegou a conhecer a família de Santa
Gianna?</strong></strong></p>
<p><strong>
Elisabete: Estivemos em Roma, com a família da santa, o marido, os
filhos que estão vivos e também com S.S. o Papa João Paulo
II.</strong></p>
<p><strong><strong>Catolicanet: Hoje, qual a sua relação de fé com Santa
Gianna?</strong></strong></p>
<p><strong>
Elisabete: Fui abençoada por Santa Gianna Bereta Molla, ela que age
em defesa da vida. O meu testemunho também é em defesa da
vida. Hoje estamos na divulgação da devoção de Santa Gianna a
grande patrona em defesa da vida e a patrona da Pastoral
familiar.</strong></p>
<p><strong><strong>Catolicanet: Que mensagem gostaria de deixar para todas
as mães de família</strong></strong></p>
<p><strong><strong>
Elisabete: Que possamos nos colocar sob a intercessão de Santa
Gianna para que ela possa nos ajudar a sermos famílias cada vez
mais santas e sempre em defesa da
vida.</strong></strong></p>
<p><strong>Sem dúvida, Elisabete tem
contribuído para suscitar, em muitas famílias, o amor pela
vida. Hoje ela e sua família são gratas pela intercessão de Santa
Gianna Beretta e seguem testemunhando a misericórdia de Deus
manifestadas na Vida dos que já vivem em Sua glória e naquelas que
buscam a santidade a cada dia.</strong></p>






0









Fonte:
Catolicanet
Local:Itaici (SP)







				</div>			</content>			<id>http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com/52467/O-Milagre-realizado-por-Santa-Gianna-Beretta-Molla/</id>			<link href="http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com/52467/O-Milagre-realizado-por-Santa-Gianna-Beretta-Molla/" />			<author>				<name>programacoracaoinquieto</name>				<uri>http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2008-10-21T13:02:06+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Filosofia</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span>
BAGNO, Marcos. <strong>Preconceito lingüístico</strong>,
Loyola, São Paulo, 2003</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
<span></span>
O preconceito lingüístico fica bastante claro numa série de
afirmações que já fazem parte de imagem (negativa) que o brasileiro
tem de si mesmo e da língua falada por aqui. Feito em mitos, vemos
o primeiro que é:  a língua portuguesa falada no Brasil
apresenta uma unidade surpreendente. Este é o maior e o mais
sério dos mitos que compõem a mitologia do preconceito lingüístico
no Brasil. Esse mito é muito prejudicial à educação porque, ao não
reconhecer a verdadeira diversidade do português falado no Brasil,
a escola tenta impor sua norma lingüística como se fosse, de fato,
a língua comum a de todos os 160 milhões de brasileiros,
independentemente de sua idade, de sua origem geográfica, de sua
situação socioeconômica, de seu grau de escolarização,
etc.</span></p>
<p>
<span>
<span></span>
No Brasil, embora a língua falada pela grande maioria da população
seja o português, ele apresenta um alto grau de diversidade e de
variabilidade, não só por causa da grande extensão territorial do
pais, mas principalmente por causa da trágica injustiça social. A
educação ainda é privilégio de muita pouca gente em nosso país. E
muitos são considerados como os sem-língua. É preciso, portanto,
que a escola e todas as demais instituições voltadas para a
educação e a cultura abandonem esse mito de unidade
do português no Brasil e passem a reconhecer a verdadeira
diversidade lingüística de nosso país. No mito dois temos:
Brasileiro não sabe português / só Portugal se fala bem
português. É a mesma concepção torpe segundo a qual o Brasil
é um país subdesenvolvido porque sua população não é uma raça
pura, mas sim o resultado de uma mistura negativa de
raças, sendo que duas delas, a negra e a indígena, são
inferiores à do branco europeu, por isso nosso
povinho só pode ser p que é. Assim, uma raça que não
é pura não poderia falar uma língua
pura. Essa história de dizer que brasileiro
não sabe português, e que só em Portugal se fala bem
português? trata-se de uma grande bobagem, infelizmente
transmitida de geração a geração pelo ensino tradicional da
gramática na escola. O brasileiro sabe português, sim. O que
acontece é que nosso português é diferente do português falado em
Portugal.</span></p>
<p>
<span>
<span></span>
O mito de que o brasileiro não sabe português também
afeta o ensino de língua estrangeiras. Assim como nós aqui
cometemos pecados contra a gramática normativa, os
portugueses também cometem os deles, só que, mais uma vez,
diferente dos nossos. Uma língua não para nunca. Evolui sempre,
isto é, muda sempre. No mito três, vemos: Português é muito
difícil. Como o nosso ensino da língua sempre se baseou na
norma gramatical, as regras que aprendemos na escola em boa parte
não correspondem à língua que realmente falamos e escrevemos no
Brasil. Por isso que achamos que português é uma
língua difícil. Se tantas pessoas inteligentes e cultas continuam
achando que não sabem português ou que português é muito difícil, é
porque essa disciplina fascinante foi transformada numa
ciência esotérica, numa doutrina cabalística que
somente os iluminados conseguem dominar completamente. No mito
quatro temos: as pessoas sem instrução falam tudo
errado. Como se vê, do mesmo modo como existe o preconceito
contra a fala de determinadas classes sociais, também existe o
preconceito contra a fala, característica de certas regiões. No
mito cinco se diz: o lugar onde melhor se fala português no
Brasil é o Maranhão. Acontece, porém, que os defensores
desse mito não se dão conta de que, ao utilizarem o critério
prescrivista de correção para sustentá-lo, se esquecem de si
mesmo.</span></p>
<p>
<span>
<span></span>
No mito seis vemos: o certo é falar assim porque se escreve
assim. Infelizmente, existe uma tendência muito forte no
ensino da língua de querer obrigar o aluno a pronunciar do jeito
que escreve, como se fosse essa a única maneira certa
de falar português. A língua escrita, por seu lado, é totalmente
artificial, existe treinamento, memorização, exercício, e obedece a
regras fixas, de tendência conservadora, além de ser uma
representação não axaustiva da língua falada. Do ponto de vista da
história da humanidade é a mesma coisa. A espécie humana tem, pelo
menos, um milhão de anos. No mito sete diz: é preciso saber
gramática para falar e escrever bem. Afinal, se fossem.
Assim, todos os gramáticos seriam grandes escritores. Os bons
escritores seriam especialistas em gramática. No mito oito vemos:
o domínio da norma culta é um instrumento de ascensão
social. Esse mito fecha nosso circuito mitológico e tem
muito haver com o primeiro, o mito da unidade lingüística do
Brasil. O que estou tentando dizer é que o domínio da norma cultas
de nada vai adiantar a uma pessoa que não tinha todos os dentes,
que não tenha casa decente para morar, água encanada, luz elétrica
e rede de esgoto. Falar da língua é falar da política, e em nenhum
momento esta reflexão política pode estar ausente de nossas
posturas teóricas e de nossas atitudes práticas de cidadão, de
professor e de ciência. Os mitos que acabamos de examinar são
transmitidos e perpétuos em nossa sociedade, cada um deles em grau
maior ou menor, por um mecanismo que podemos chamar de círculo
vicioso de preconceito lingüístico. Esse círculo vicioso se forma
pela união de três elementos que são a gramática tradicional, os
métodos tradicionais de ensino e os livros
didáticos.</span></p>
<p>
<span>
De que modo poderemos romper o círculo vicioso do preconceito
lingüístico? Uma coisa não podemos deixar de reconhecer: existe
atualmente uma crise no ensino da língua portuguesa. Não e difícil
perceber que a norma culta  diversas razoes de ordem
política, econômica, social, cultural  é algo reservado a
poucas pessoas do Brasil. É o mesmo que acontece com alimentação,
saúde, a habitação, o transporte, o acesso às novas tecnologias
etc.<span></span> podemos
identificar três problemas básicos a esse respeito. Primeiro, a
quantidade injustificável de analfabetos que existe neste país.
Segundo, por razoes históricas e culturais e terceiro, o dilema
relativo à norma culta se prende ao fato de que esse termo é usado
pela tradição gramatical conservadora. Para separar o ideal do
real, é necessário empreender a identificação e a descrição da
verdadeira língua falada escrita pelas classes cultas do Brasil. É
uma tarefa que tem de ser feita, e que está sendo feita. Chamam
erradamente de norma culta uma modalidade de língua que não é
culta, mas sim cultuada: não norma culta como ela é, mas a norma
culta como deveria ser. Enquanto não chega essa gramática, temos de
combater o preconceito lingüístico com as armas de que dispusemos.
E a primeira campanha a ser feita, por todos na sociedade, é a
favor da mudança de atitude. A gramática tradicional tenta nos
mostrar a língua como pacote fechado, um embrulho pronto e acabado.
Mas não é assim. A língua é viva, dinâmica, está em constante
movimento.</span></p>
<p>
<span>
Os métodos tradicionais de ensino da língua no Brasil visam, por
incrível que pareça, a formação de professores de português! Em
relação a língua escrita, seria pedagogicamente proveitoso
substituir a noção do erro pela tentativa de analisar a língua
falada, e essa análise será feita, pelo usuário da escrita no
momento de grafar sua mensagem, de acordo com seu perfil
sociolingüístico.<span></span> O
ensino da língua na escola é a única disciplina em que existe uma
disputa entre duas perspectivas distintas, dois modos diferentes de
encarar o fenômeno da linguagem: a doutrina gramatical tradicional,
surgida no mundo helenístico no século III a. C., e a lingüística
moderna, que firmou como ciência autônoma no final do século XIX e
inicio do XX. A doutrina gramatical tradicional, mais velha que a
religião cristã, passou incólume pela grande revolução científica
que abalou os fundamentos do conhecimento e do pensamento ocidental
a partir do século XVI.<span></span> A gramática Tradicional
permanece viva e forte porque, ao longo da história, ela deixou de
ser apenas uma tentativa de explicação filosófica para os fenômenos
da linguagem humana e foi transformada em mais um dos muitos
elementos de dominação de uma parcela as sociedades sobre as
demais. Se é possível falar em português ortodoxo é
porque certamente também deve existir, na mentalidade de seus
defensores<span></span>
intransigentes dessa nebulosa ortodoxia
gramatical.</span></p>
<p>
<span>
O livro embora com palavras bastante repetitivas e as vezes
maçantes, nos traz uma rica reflexão sobre o preconceito
lingüístico contato em mitos pelo autor a cada um que vai a obra
buscar respostas que o próprio autor não responde deixando assim
que cada um faça nascer em si mesmo aquilo que chamamos de resposta
que aquieta. O Bagno analisa minuciosamente mito por mito e em cada
abordagem que faz nos dá uma visão ao contrário daquilo que dito
como certo e que na verdade não é como nos diz o autor. Nós falamos
um português que é nosso e que quando muitos valorizam o português
de Portugal dizendo que é o melhor, sem querer joga o
nosso português por terra. Falamos e escrevemos um português
próprio e que poderíamos até dizer que não falamos um
português do Brasil, e sim, falamos brasileiro. A
língua é característica de um povo, tem sua identidade, por isso
que repito; moramos no Brasil, vivemos do nosso jeito, que é
próprio. Por isso falamos brasileiro que parece com a língua
portuguesa mais não é propriamente portuguesa.</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
<span></span>
Instituto Agostiniano de Filosofia</span></p>
<p>
<span>
<span></span>
<span>">José
Wilson Fabrício da Silva, OAR</strong></span></p>
<p>
<strong><span>
<span></span>
<span></span>(Filósofo)</span></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com/52409/Filosofia/</id>			<link href="http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com/52409/Filosofia/" />			<author>				<name>programacoracaoinquieto</name>				<uri>http://programacoracaoinquieto.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2008-10-19T23:17:47+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O sacerdote vive para servir</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>

O sacerdote vive para servir</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p>
<span>
O sacerdote é aquele tirado do meio do povo,
polido (quer dizer), preparado, para seguir a frente desse mesmo
povo que é de Deus. O sacerdote é o legítimo administrador do
Rebanho que o Senhor Deus instituiu aqui na terra. Vemos com os
olhos humanos o Reino que muitos desejaram ver e não
viram.</span></p>
<p>
</p>
<p>
<span>
<span></span>Mas onde surgiu o sacerdócio,
considerado do Deus Altíssimo que governa o Céu e a Terra? Quem nos
garantem que o sacerdócio cristão não é uma invenção meramente
humana e frágil, que pode ser destruída facilmente? As respostas
para esses questionamentos podemos encontrar na própria Sagrada
Escritura, que é um dos documentos mais antigos da história do
homem. O relato da instituição do sacerdócio, mais antigo, que
temos, se encontra em Gn 14,18 quando nos apresenta o primeiro
sacerdote de Deus chamado <strong>Melquisedeque</strong> que era rei
de Salém, (nome antigo de Jerusalém), onde recebeu do seu povo o
título de rei da justiça. A Escritura une assim a Melquisedeque,
duas funções, como reza no livro do Gêneses, ele era rei e
sacerdote que ofereceu pão e vinho ao Deus que deu vitória a Abraão
como ação de graças. E aqui surge outra pergunta: Quem é esse
Melquisedeque? Ninguém sabe de onde ele veio nem para onde foi.
Outra curiosidade é que ele <em>oferece pão e vinho</em> (Gn
14,18) ao Senhor que só aceitava sacrifícios de animais, como
cordeiros, bois, etc. Então a Igreja sendo a Legítima intérprete*¹
da Sagrada Escritura nos revela que Melquisedeque é prefigura de
Cristo no Antigo Testamento. É Cristo que institui o sacerdócio no
Antigo Testamento e confirma no Novo Testamento com o mesmo
sacrifício de pão e vinho na última Ceia (Lc 22,
19-20; Mt 26, 26-28; Mc 14, 22-24; 1Cor 11, 23-25) antes de sua
morte e ressurreição.</span></p>
<p><span>*¹ </span><em><span>o patrimônio
sagrado</span></em> <span>(1Tm 6,20; 2Tm
1,12-14)<span></span> da fé
(depositum fidei) contido na Sagrada Tradição e na
Sagrada Escritura, foi confiado pelos apóstolos à totalidade da
Igreja. Apegando-se firmemente ao mesmo tempo, o povo santo
todo, unido a seus pastores, persevera continuamente na doutrina
dos apóstolos e na comunhão, na fração do pão e nas orações (At
2,42), de sorte que na conservação, no exercício e na profissão da
fé transmitida, se crie uma singular unidade entre os bispos e os
fiéis. O ofício de transmitir autenticamente a palavra de
Deus escrita ou transmitida foi confiado unicamente ao Magistério
vivo da Igreja (católica), cuja autoridade se exerce em nome de
Jesus Cristo (Mt 16,18), isto é, aos bispos em comunhão com o
sucessor de Pedro, bispo de Roma. <em>Quem vos ouve, a mim ouve</em> (Lc
10,16). (cf. CIC 84-85)</span></p>
<p>
<span>
Melquisedeque é ainda citado nos Sl 110,4; e
Hb 5,10; 6,20. Onde nos fica claro que, Deus envia seus sacerdotes,
a nós seu povo, para abençoar, proclamar sua Palavra e oferecer a
Ele mesmo o Culto agradável a seus olhos. Pegando ainda Ex 28, 1-5;
29,1-29; Lv 1-7; Mt 1,8; e 8,4. Vemos o interesse de Deus por nós e
o belo chamado que Ele faz, a Aarão e seus filhos para esse santo
ministério, onde O Altíssimo não só faz a convocação desses seus
servos, mas também diz como deve ser feito a sua ordenação e que
vestimentas eles (os sacerdotes) deveriam usar na hora do ritual.
Mas para que tudo isso? <span>Para que o seu povo tivesse nos seus
sacerdotes um canal aberto, entre Deus que acolhia as suas preces e
oferendas, e os homens que recebiam os benefícios do Senhor</span>.
Um exemplo citado no tempo de Jesus é o de São Zacarias, pai de
João Batista, que ofereceu incenso na presença do Senhor (Mt 1,8) e
o Deus presente no santo dos santos do Templo envia o seu
mensageiro, para lhe comunicar o nascimento de seu filho João o
último dos profetas que veio desligar o Antigo Testamento e
preparar o Novo.</span></p>
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Jesus continua a Obra do Pai</span></p>
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Jesus era judeu, os ritos eram os mesmos que
todo judeu devia cumprir nos tempos fortes do ano judaico - (por
exemplo: a Páscoa, a festa das tendas, das colheitas etc.) - de
oferecer aos sacerdotes seus sacrifícios para o perdão dos pecados
e a purificação pessoal. Porem Jesus continua a Obra do Pai
exercendo o seu sacerdócio que é o Novo e mais perfeito Sacerdócio
da <strong>NOVA E ETERNA
ALIANÇA</strong> que Deus<span></span> realizou definitivamente conosco
com Jesus, por Jesus e em Jesus. Cristo Agora é o Sumo Sacerdote da
nova Aliança selada com o seu próprio sangue no calvário, segundo
altar*² , o da Cruz (1Pd 2,24), que recebe a Oferenda por
excelência.<span></span></span></p>
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<em><span>
*²O primeiro altar foi o sacerdote Simeão,
que recebe das mãos de Maria Santíssima e São José aquele Menino em
seus braços dado para apresentação no Templo, como regia a Lei de
Moisés (Lc 2, 22-32). E o segundo altar foi o madeiro da Cruz. No
primeiro altar o Senhor Deus recebeu das mãos de São José um par de
rolinhas porque eram pobres e não podiam dar mais que isso (Lc 2,
24). No segundo altar foram oferecidas como oferta o corpo adorável
do próprio Jesus que foi o Cordeiro da imolação e as lágrimas de
Maria do coração transpassado pelas espadas de dores( Lc 2,
35).<span></span></span></em></p>
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Agora voltamos os pensamentos mais íntimos
que temos para contemplar Cristo, Homem-Deus. Que assumiu a
condição humana para habitar no nosso meio, sem excluir nenhuma
dificuldade para sobreviver em meio aos homens, exceto o pecado. E
que depois de sua prova de amor por nós, volta ao Céu e 
<em>se assenta<span></span> a direita do Trono da Majestade
nos céus. Ele é ministro do Santuário e da Tenda Verdadeira, armada
pelo Senhor*³ e não por homem</em>(Hb
8,2).</span></p>
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*³ <em>Armada pelo Senhor em Maria o novo
santuário, a nova tenda, o nosso tarbenáculo escolhido por Deus e
gerada pela Graça</em>.<span></span></span></p>
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O sacerdote tem a missão de profeta, que é
anunciar, presidir a Eucaristia (ação de graças) e denunciar a
injustiça do mundo. E se antes os sacerdotes e profetas já faziam
isto, com Jesus tudo toma um novo vigor. O profeta deixou de ser o
profeta de um certo grupo de pessoas e passa a ser o anunciador de
todos os povos. Sua casa é o mundo e sua família são todos os que
se abrem a novidade do Evangelho. <em>Ide por todo o mundo e a todos levai
o Evangelho</em>(Mt 28,19). E Jesus é o exemplo perfeito
desse ide porque ele foi e levou o Seu
Evangelho.</span></p>
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Ele chama operários para a sua vinha</span></p>
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Jesus Cristo se preocupa com cada um de nós e
para sanar o seu coração dessa preocupação, ele na medida que
andando pelos povoados, ia chamando aqueles que lhe tocava o
coração. Andando pela praia Chama Pedro e seu irmão
André (Mc 1, 16), e ainda achando pouco, chama o
Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão (Mc 1,19).
E assim se deu o convite e á aceitação de vários. E a todos os que
perceveraram no serviço do Reino com Jesus, receberam o ministério
sacerdotal do Senhor quando Jesus disse: Recebei o Espírito
Santo (Jo 20, 22). A desde do dia de Pentecostes até hoje,
Deus continua a sua obra na vida da Igreja. Pois a Igreja vive da
Eucaristia que é Jesus presente no sacrifício do altar em cada
igreja. O Espírito Santo é a Alma da Igreja, Corpo Místico de
Cristo que vem pondo sangue novo nas veias desse corpo que somos
cada um de nós. O sacerdote tem o dever de servir o povo e a Deus.
Em cada santa Missa se atualiza o cena do calvário, porque Jesus
morre em cada altar. Mas também se atualiza o sepulcro vazio,
porque Cristo Ressuscita e vem a nós na santa comunhão. Por isso
que em toda Santa Missa acontece aos nossos olhos a Ação redentora
de Jesus.<span></span>
Termino dizendo com a Igreja, que o sacerdote age na pessoa de
Cristo. Ninguém é digno desse tão grande serviço, mas o Senhor
chama, prepara, ordena e envia ao seu povo aquele que foi tirado do
povo, para a continuidade de sua Aliança.</span></p>
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Em Jesus e Maria em Santo
Agostinho</span></p>
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<span></span>Ir.
José Wilson Fabrício da Silva, OAR</span></p>
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<span>(Ordem
dos Agostinianos Recoletos)</span></p>
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<strong><em>Papa prope ajuda de Santa Monica e Santo
Agostinho as familias de
hoje</em></strong>






<p>Fazendo-se proximo do sofrimento das mes pelo
extravio de seus proprios filhos, Bento XVI propos
neste domingo, e tornou atual, o modelo de orao
perseverante e de busca da verdade de duas grandes figuras da
Igreja, me e filho: Santa Monica e Santo
Agostinho.</p>
<p>Ambos viveram no seculo IV, mas seus testemunhos
podem ser de grande consolo e ajuda para muitas familias
tambem de nosso tempo, reconheceu o Papa,
calorosamente acolhido pelos peregrinos que lotaram o patio
da residencia pontificia de Castel Gandolfo.</p>
<p>De Santa Monica, a quem a Igreja recorda no dia 27 de
agosto, Bento XVI afirmou sua maneira exemplar de viver sua
miss: por um lado, ajudando
seu marido Patricio a descobrir a beleza da fe
em Cristo e a for, e por
outro, cuidando valentemente de seus filhos ao enviuvar
precocemente.</p>
<p>O proprio Santo Agostinho, que ao principio fez a
sua me sofrer com seu temperamento rebelde, reconhecia que
ela lhe havia gerado duas vezes. A segunda -- afirmou o Papa
 exigiu uma longa tribulao espiritual, feita
de orao e de lagrimas, mas coroada ao final
pela alegria de ve-lo nar a
fe e receber o Batismo, mas tambem dedicar-se
inteiramente ao servi</p>
<p>Quantas dificuldades existem tambem hoje nas
relaes
esto angustiadas porque seus filhos se encaminham por
sendas equivocadas!, lamentou Bento XVI.</p>
<p>A todas essas ma
no de
esposas e de me o Santo Padre --,
mantendo firme a confiana em Deus e entregando-se com
perseveran.</p>
<p>Profundo conhecedor da figura e da espiritualidade de Santo
Agostinho -- do qual escreveu sua tese doutoral e a quem quis
recordar em seu escudo pontificio --, Bento XVI sublinhou a
ou a
existencia de quem chegou a ser bispo de Hipona.</p>
<p>Em sua adolescencia, Agostinho
a beleza
terrenade maneira egoista e possessiva, com
comportamentos que criaram no pouca dor em sua piedosa
m, apontou o Papa.</p>
<p>Em um , e com ajuda da
oraAgostinho abriu-se
cada vez mais a plenitude da verdade e do amor, e ao
final, o sem uma longa tempestade interior,
descobriu em Cristo o sentido ultimo e pleno da
propria vida e de toda a historia humana,
prosseguiu.</p>
<p>Por isso Agostinho - cuja memoria a Igreja celebra na
segunda-feira - e modelo do caminho para Deus,
suprema Verdade e sumo Bem, descreveu o Papa.</p>
<p>Expressou seu desejo de que Santo Agostinho obtenha
tambem obtenha tambem para nos o dom de
um sincero e profundo encontro com Cristo, especialmente
para todos aqueles jovens que, sedentos de felicidade, a
buscam percorrendo caminhos equivocados e se perdem em becos sem
saida.</p>
<p>Antes de iniciar a orao mariana, em meio a um
impressionante silencio, Bento XVI encomendou a Virgem
Maria os, para que, como Monica,
acompanhem com o exemplo e a orao o caminho de seus
filhoscomo Agostinho,
tenda sempre a plenitude da Verdade e do Amor, que e
Cristo.</p>
<p>So Ele pode saciar os desejos profundos do
cora, concluiu.</p>
<p></p>
<p></p>
















Fonte:
Zenit.org
Local:Castel Gandolfo (Italia)







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