<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[fotosblogue.com] kaskais : <![CDATA[Psychophoto by Kaskais]]></title>		<link>http://kaskais.fotosblogue.com</link>		<description><![CDATA[Psychophoto by Kaskais]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:21:05 +0200</pubDate>		<image>			<title>kaskais.fotosblogue.com</title>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/fotosblogue.com/k/ka/kaskais/images/mn/1252000405_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[A ilusão do poder ou o poder da ilusão?]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">APÓS mais de meio século de vida, a estupidez humana não cessa de me espantar. Num círculo mais próximo, observo, gente conhecida que cheia de certezas e convicções, tirou cursos superiores, casou e teve filhos como se realmente soubessem alguma coisa desta vida. Ao fim dumas dezenas de anos, estão divorciados, os filhos foram á &ldquo;vida&rdquo; e as carreiras são uma desgraça para não dizer pior. Num círculo mais afastado, vejo gente a dirigir empresas, cidades e países com o á vontade daqueles que nada sabem. Como no primeiro caso, as empresas abrem falência, as cidades caem aos bocados e do país nem é bom falar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">AFINAL o que é que se passa? O mundo enlouqueceu ou foram apenas as pessoas? Bom, não se passa nada de especial, ou melhor passa-se o mesmo de sempre. O super-ego alojado bem dentro do coiro do ser humano. A tremenda incapacidade que a maior parte de nós tem para reconhecer os seus limites. Vi gente a optar por cursos errados só porque era o que os pais esperavam, ou porque estava a &ldquo;dar&rdquo;. Vi gente a casar com a pessoa errada só porque sim, ou porque ficavam muito bem na fotografia. Vi gente a ter filhos, quando não tinham sequer habilidade para cuidar dum cão. Vejo gente que afirma ser séria e honesta, a vender a &ldquo;alma&rdquo; ao diabo, só para terem um lugar á mesa da comezaina. Vejo essa, e outra gente, á frente do país onde vivo e não posso deixar de me perguntar; mas afinal onde é que isto vai parar? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">AFIANAL está tudo louco ou não? Pelos vistos não, mas eis que abro o jornal e leio três ou quatro pérolas como estas, que me deixam completamente banzado; 1ª- &ldquo;Peruanos mataram cerca de 60 pessoas para delas retirar gordura que vendiam á indústria europeia de cosméticos.&rdquo; Mas que raio de produtos andam as nossas mulheres (e homens) a usar? Deve ser culpa da Angelina Jollie. 2ª- &ldquo;Partido de Lula (PT) quer mais controle dos <em style="mso-bidi-font-style: normal;">media</em>. Mas isto não era um partido de esquerda que lutava contra a opressão?&rdquo; Ou só se vai pela esquerda até chegar ao poder, e uma vez lá passa-se a andar pela direita? 3ª- A igreja precisa da Arte. O Papa vai reunir com mais de 250 &ldquo;artistas&rdquo; de todo o mundo, escritores, arquitectos, poetas, fotógrafos, etc.&rdquo; Mas que merda é esta? Os &ldquo;artistas&rdquo; não tem mais nada para fazer? Por exemplo; Arte? A igreja não precisa da Arte para nada e certamente que a Arte só precisa da igreja para lhe sacar umas valentes massas como fez Miguel Ângelo. A relação da igreja com a Arte ficou muito bem expressa durante o tempo da Inquisição. 3ª- &ldquo; Ouvir o presidente dum tribunal, dizer, que só esse mesmo tribunal tem competências para decidir se é competente ou não!&rdquo; Mas isto não é ser juiz em causa própria? Isto é possível? Um louco fazer o seu próprio diagnóstico para decidir se é louco ou não? Estão a gozar? 4ª- e minha favorita &ldquo; Tom Cruise passou três semanas a falar com livros, garrafas e maçanetas. Revelou um seu alegado colega da Igreja da <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Cientologia.&rdquo; </em>Bom, já que é &ldquo;artista&rdquo; podia ter aproveitado para falar com o Papa, que é o mesmo que falar com uma maçaneta. Talvez, tudo isto e muito mais, não sejam sintomas da verdadeira loucura. Ou então, temos de redefinir todos os protocolos da psiquiatria, que decidem se alguém é louco ou não. Tal como no futebol, não convêm mexer nos regulamentos, senão, é tudo internado e a França não vai ao Mundial. Sente-se deprimido, frustrado, ou com uma vontade louca de apertar o pescoço a alguém? Relaxe, fale com a maçaneta da porta do seu WC, ou com a garrafa de tintol, se elas não lhe responderem, não se preocupe e marque uma audiência com o Papa. Seja como for, não diga ao seu psiquiatra que lê este blogue. OPV <span style="mso-spacerun: yes;">   </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p>






<a href="http://fernandocascaisphotography.ning.com">Visit <em>Fernando Cascais Photography </em></a></p>]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/87705/A-ilus-o-do-poder-ou-o-poder-da-ilus-o/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/A-ilus-o-do-poder-ou-o-poder-da-ilus-o--21112009-202105-lp-87705.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/87705/A-ilus-o-do-poder-ou-o-poder-da-ilus-o/</guid>			<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:21:05 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Fotografar em JPEG ou RAW?]]></title>			<description><![CDATA[<p><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: #d9d9d9; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-theme-font: minor-fareast; mso-ansi-language: EN-US; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: EN-US; mso-themecolor: background1; mso-themeshade: 217;">
            
Two little people on top of my brain</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">
EMBORA não sejam um equipamento no sentido físico do termo, os
formatos JPEG e RAW são duas opções de processamento de imagem, que
muitas vezes, deixam os fotógrafos iniciados, indecisos ou
confusos. Não pretendo fazer aqui uma análise exaustiva deste
assunto, mas sim deixar umas ideias básicas que permitam a quem lê
isto tomar uma decisão acertada sobre como usar a sua câmara. Ou no
mínimo, procurar mais informação ante de optar por um dos dois
formatos. Claro que se a câmara não processar RAW este problema não
se põe.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">
RESUMINDO o mais possível, quais são os objectivos da captura em
JPEG? Basicamente dois; obter a foto praticamente pronta e com um
balanço de brancos o mais correcto possível. No fundo, pretende-se
obter uma imagem o mais aproximada possível do resultado final.
Claro que se precisarmos de fazer grandes ampliações, ou muitos
retoques, com o máximo de detalhes, esta não é a melhor opção. Por
outro lado, o objectivo da captura em RAW não é obter uma
fotografia já finalizada, mas sim conseguir um arquivo com o máximo
de informações disponíveis e recuperáveis. Com o RAW consegue-se
obter uma imagem com a maior resolução que o sensor nos pode
oferecer.<span style=
"mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">
È EVIDENTE, que depois precisamos saber fazer a conversão do RAW no
arquivo de imagem, para se aproveitar o que foi conseguido na
captura. Um dos problemas do RAW é o &#8220;peso&#8221; das
fotografias. Demoram mais tempo a carregar e a processar.
Descarregar umas centenas de fotos em RAW pode ser um pesadelo se
não tiver um computador á altura. Muitos fotógrafos depois de algum
tempo a fotografar em JPEG optam pelo RAW. Só alguns é que executam
o caminho inverso. <span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span>Pois bem, o problema é sempre o
mesmo; é preciso saber muito bem o que se quer fazer, para utilizar
correctamente os recursos disponíveis. Ou seja, se só fotografar
para a Net ou para imprimir pequenos formatos, não pretendendo
fazer grandes retoques, então o JPEG é o formato certo. Por outro,
lado se for &#8220;<em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">pro</em>&#8221; e imprimir grandes
formatos usando e abusando do Photoshop para retoques, então o RAW
é a solução. Claro que se for &#8220;<em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">pro</em>&#8221; já sabe disto, e já
agora o que é que está aqui a fazer a ler este blogue? Seja como
for, informe-se o mais possível sobre os dois formatos, para evitar
desperdiçar recursos. Isto porque o RAW consome muita memória, quer
do cartão, quer do computador. Pessoalmente só fotografo em JPEG,
afinal não sou &#8220;pro&#8221; nem imprimo grandes formatos.
Quando for grande, talvez passe para o RAW. Brincadeira á parte, e
seja em que formato for, fotografe muito e divirta-se.
OPV<span style=
"mso-spacerun: yes;">    </span><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p>




</p>
]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/87474/Fotografar-em-JPEG-ou-RAW/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/Fotografar-em-JPEG-ou-RAW--17112009-220821-lp-87474.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/87474/Fotografar-em-JPEG-ou-RAW/</guid>			<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:08:21 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Full Frame ou Cropped?]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">
UM DOS DILEMAS com que o fotógrafo contemporâneo se debate é a
escolha do tipo de sensor que quer na sua câmara. Isto, partindo do
principio que quer usar uma câmara Reflex digital, e tem dinheiro
suficiente para gastar. Existe a ideia de que se queremos boa
qualidade de imagem, devemos usar uma câmara com FF, tal como os
profissionais o fazem. Pois bem, é uma ideia errada, os sensores
tem o tamanho que tem, e na realidade não existe tal coisa como um
sensor <em style="mso-bidi-font-style: normal;">full</em>
<em style="mso-bidi-font-style: normal;">frame</em>. È uma jogada
de marketing. Os sensores podem ter diversos tamanhos, desde a
dimensão dum selo postal, ao tamanho dum cartão de crédito. Tem uma
variedade de atributos, independentemente da dimensão e estrutura.
FF quer dizer &#8220;<em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">moldura ou imagem</em> <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">completa&#8221;</em>, pois bem,
todos eles têm a imagem completa. A referência aos 35 mm é um
protocolo. Mesmo o 35 mm em relação ao médio ou grande formato
também não é FF. Um facto é que, se usar uma DSLR para colocar
imagens num computador, você não vai conseguir tirar todo o
potencial da imagem gravada, não importando que câmara
contemporânea está usar. Na realidade, perto de 75% das informações
gravadas vão para a impressão. Não há diferença significativa entre
os modelos DSLR pelo tamanho dos sensores. Pode verificar isso
mesmo aqui</span> <a href="http://dxomark.com/"><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 12pt;">
http://dxomark.com/</span></a><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">
NESTE SITE pode comparar diversas maquinas, de diversas marcas, e
pode verificar que, por exemplo a D5000 da Nikon tem praticamente a
mesma qualidade de imagem do que a D300 D700 ou a D3, só perdendo
na capacidade de fotografar em ISO muito alto e com pouca luz.
Inclusive, em termos de Dynamic Range a D5000 consegue ser melhor.
No entanto, a primeira custa muitíssimo menos e tem um cropp de
1.5, enquanto as ultimas duas (D700 e D3) são FF. A
verdadeira diferença reside na forma como os computadores recebem
as informações no arquivo de imagem, algumas vezes, mais pixels não
ajudam. Também é importante o tamanho em que quer imprimir. Só em
grandes formatos é que se começa a notar a diferença. Nos tamanhos
que as pessoas sem serem profissionais usam, praticamente não se
nota a diferença. Claro que pode imprimir um outdoor a partir duma
câmara APS, mas só se estiver com o nariz lá encostado, é que
consegue ver a diferença para uma Reflex FF. Por outro lado, as
câmaras e lentes dum sistema Full Frame são maiores, e muito mais
pesadas, do que as dum sistema cropp. Assim sendo, se vai usar a
sua câmara, essencialmente para colocar fotos online, ou imprimir
em tamanhos pequenos, digamos até A4 ou A3, é praticamente
desnecessário preocupar-se com o tamanho do sensor. Preocupe-se sim
com as outras capacidades da sua câmara.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">
NOS VELHOS tempos do filme (século passado) tinha-se como principio
investir em lentes, porque os corpos eram todos iguais, ou faziam
todos a mesma coisa, e era verdade. Hoje é praticamente o
contrário. Não, porque uma boa lente não seja importante, mas
porque as câmeras actuais são autênticos computadores, com centenas
de funções. Todavia, uma lente FX custa mais do dobro que uma DX.
Por falar em computadores, o manual de instruções da D700 tem cerca
de 400 páginas. Podemos juntar a tudo isto, o progresso alucinante
do sistema digital. Uma câmara que hoje custa 2500 &#8364;, daqui a
um ano custa 1000&#8364; e provavelmente é considerada obsoleta.
Por exemplo a Nikon D2Xs lançada em 2006 por aproximadamente
4500&#8364;, hoje em dia está ultrapassada e vale cerca de
1000&#8364;. No entanto não deixa de ser uma excelente máquina. È
evidente, que gostaria muito de ter uma D3x, mas será que preciso
deste &#8220;monstro&#8221; para fazer o meu tipo de fotografia?
Provavelmente não. Pois é esse tipo de pergunta que tem de fazer a
si próprio, antes de gastar umas centenas, ou milhares de euros em
equipamento. Independentemente do equipamento que tiver, divirta-se
a fotografar e lembre-se que pode fazer fotos fantásticas, com uma
câmara das mais baratas e vulgares. OPV</span></p>
<p>




</p>
]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/87309/Full-Frame-ou-Cropped/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/Full-Frame-ou-Cropped--14112009-194432-lp-87309.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/87309/Full-Frame-ou-Cropped/</guid>			<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 19:44:32 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Setreet Photography III]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">
CONTINUAMOS a falar de <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Setreet</em> <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Photography</em>, neste vídeo
podemos ver e ouvir Cartier Brenson falar da conceptualização e
criação da agência Magnum. Teoriza também sobre vários aspectos da
fotografia. Mais para o fim do vídeo vemo-lo a fotografar na rua, e
mais uma vez é uma delícia assistir ao seu bailado á volta do
sujeito que quer fotografar. O seu jogo de pés faz lembrar os de um
boxeur. Estes vídeos alem de serem uma raridade, são um autentico
manual de instruções, sobre a arte de bem fotografar. A postura de
C. Brenson é irrepreensível e a argúcia é espantosa. Se quem ler
isto, prestar atenção ao que vê e ao que ouve (infelizmente em
francês) é capaz de aprender mais a ver estes vídeos, que a fazer
workshops com fotógrafos <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">ditos</em> profissionais. Nalguns
casos precisamos de ser ensinados, noutros basta ver para crer, ou
melhor, apreender. Divirtam-se. OPV<span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p>





<a href="http://fernandocascaisphotography.ning.com">Visit
<em>Fernando Cascais Photography</em></a></p>
]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/87067/Setreet-Photography-III/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/Setreet-Photography-III-09112009-195611-lp-87067.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/87067/Setreet-Photography-III/</guid>			<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 19:56:11 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Setreet Photography II]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style=
"line-height: 115%; font-family: "Arial","sans-serif"; color: white; font-size: 12pt; mso-themecolor: background1;">
NESTE segundo artigo sobre <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Setreet</em> <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">photography</em> podemos ver uma
técnica, ou um estilo, completamente diferente, na maneira como o
fotógrafo Joel Meyerowitz aborda a <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">fotografia</em> <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">de</em> <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">rua</em>. Claramente diferente de
Cartier Brenson, este fotógrafo provoca muito mais &#8220;ruído
visual&#8221; do que o velho mestre. Claro que NY não é Paris, nem
Joel tem a mesma personalidade que Brenson. Contudo, embora dê
bastantes nas vistas, acaba por passar mais ou menos despercebido,
tal é o fluxo de pessoas. Todavia, a sua ideia que o fotógrafo se
deve tornar invisível é bastante pertinente. Assim como o principio
que o fotografo não deve planear nada, mas sim estar aberto aquilo
que vai acontecendo á sua volta. Não sei se este estilo funcionará
muito bem numa cidade mais pequena, mas em NY é bem capaz de
resultar. Embora a qualidade do vídeo não seja das melhores e
esteja em inglês, tem algumas dicas que podem ser bastante úteis
para aqueles que gostam de fotografar na rua. Divirtam-se. OPV
<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p>





<a href="http://fernandocascaisphotography.ning.com">Visit
<em>Fernando Cascais Photography</em></a></p>
]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/86895/Setreet-Photography-II/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/Setreet-Photography-II-06112009-214414-lp-86895.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/86895/Setreet-Photography-II/</guid>			<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:44:14 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>