<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://kaskais.fotosblogue.com</title>		<id>http://fotosblogue.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://kaskais.fotosblogue.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Psychophoto by Kaskais]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>		</author>		<updated>2009-11-21T20:21:05+01:00</updated>		<entry>			<title>A ilusão do poder ou o poder da ilusão?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/87705/A-ilus-o-do-poder-ou-o-poder-da-ilus-o/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/87705/A-ilus-o-do-poder-ou-o-poder-da-ilus-o/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-21T20:21:05+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Fotografar em JPEG ou RAW?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>

Two little people on top of my brain</span></p>
<p><span>
EMBORA não sejam um equipamento no sentido físico do termo, os
formatos JPEG e RAW são duas opções de processamento de imagem, que
muitas vezes, deixam os fotógrafos iniciados, indecisos ou
confusos. Não pretendo fazer aqui uma análise exaustiva deste
assunto, mas sim deixar umas ideias básicas que permitam a quem lê
isto tomar uma decisão acertada sobre como usar a sua câmara. Ou no
mínimo, procurar mais informação ante de optar por um dos dois
formatos. Claro que se a câmara não processar RAW este problema não
se põe.</span></p>
<p><span>
RESUMINDO o mais possível, quais são os objectivos da captura em
JPEG? Basicamente dois; obter a foto praticamente pronta e com um
balanço de brancos o mais correcto possível. No fundo, pretende-se
obter uma imagem o mais aproximada possível do resultado final.
Claro que se precisarmos de fazer grandes ampliações, ou muitos
retoques, com o máximo de detalhes, esta não é a melhor opção. Por
outro lado, o objectivo da captura em RAW não é obter uma
fotografia já finalizada, mas sim conseguir um arquivo com o máximo
de informações disponíveis e recuperáveis. Com o RAW consegue-se
obter uma imagem com a maior resolução que o sensor nos pode
oferecer.<span></span></span></p>
<p><span>
È EVIDENTE, que depois precisamos saber fazer a conversão do RAW no
arquivo de imagem, para se aproveitar o que foi conseguido na
captura. Um dos problemas do RAW é o  das
fotografias. Demoram mais tempo a carregar e a processar.
Descarregar umas centenas de fotos em RAW pode ser um pesadelo se
não tiver um computador á altura. Muitos fotógrafos depois de algum
tempo a fotografar em JPEG optam pelo RAW. Só alguns é que executam
o caminho inverso. <span></span>Pois bem, o problema é sempre o
mesmo; é preciso saber muito bem o que se quer fazer, para utilizar
correctamente os recursos disponíveis. Ou seja, se só fotografar
para a Net ou para imprimir pequenos formatos, não pretendendo
fazer grandes retoques, então o JPEG é o formato certo. Por outro,
lado se for <em>pro</em> e imprimir grandes
formatos usando e abusando do Photoshop para retoques, então o RAW
é a solução. Claro que se for <em>pro</em> já sabe disto, e já
agora o que é que está aqui a fazer a ler este blogue? Seja como
for, informe-se o mais possível sobre os dois formatos, para evitar
desperdiçar recursos. Isto porque o RAW consome muita memória, quer
do cartão, quer do computador. Pessoalmente só fotografo em JPEG,
afinal não sou  nem imprimo grandes formatos.
Quando for grande, talvez passe para o RAW. Brincadeira á parte, e
seja em que formato for, fotografe muito e divirta-se.
OPV<span></span><span></span></span></p>
<p>




</p>
				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/87474/Fotografar-em-JPEG-ou-RAW/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/87474/Fotografar-em-JPEG-ou-RAW/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-17T22:18:37+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Full Frame ou Cropped?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
UM DOS DILEMAS com que o fotógrafo contemporâneo se debate é a
escolha do tipo de sensor que quer na sua câmara. Isto, partindo do
principio que quer usar uma câmara Reflex digital, e tem dinheiro
suficiente para gastar. Existe a ideia de que se queremos boa
qualidade de imagem, devemos usar uma câmara com FF, tal como os
profissionais o fazem. Pois bem, é uma ideia errada, os sensores
tem o tamanho que tem, e na realidade não existe tal coisa como um
sensor <em>full</em>
<em>frame</em>. È uma jogada
de marketing. Os sensores podem ter diversos tamanhos, desde a
dimensão dum selo postal, ao tamanho dum cartão de crédito. Tem uma
variedade de atributos, independentemente da dimensão e estrutura.
FF quer dizer <em>moldura ou imagem</em> <em>completa</em>, pois bem,
todos eles têm a imagem completa. A referência aos 35 mm é um
protocolo. Mesmo o 35 mm em relação ao médio ou grande formato
também não é FF. Um facto é que, se usar uma DSLR para colocar
imagens num computador, você não vai conseguir tirar todo o
potencial da imagem gravada, não importando que câmara
contemporânea está usar. Na realidade, perto de 75% das informações
gravadas vão para a impressão. Não há diferença significativa entre
os modelos DSLR pelo tamanho dos sensores. Pode verificar isso
mesmo aqui</span> <span>
http://dxomark.com/</span>				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/87309/Full-Frame-ou-Cropped/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/87309/Full-Frame-ou-Cropped/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-15T11:29:31+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Setreet Photography III</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
CONTINUAMOS a falar de <em>Setreet</em> <em>Photography</em>, neste vídeo
podemos ver e ouvir Cartier Brenson falar da conceptualização e
criação da agência Magnum. Teoriza também sobre vários aspectos da
fotografia. Mais para o fim do vídeo vemo-lo a fotografar na rua, e
mais uma vez é uma delícia assistir ao seu bailado á volta do
sujeito que quer fotografar. O seu jogo de pés faz lembrar os de um
boxeur. Estes vídeos alem de serem uma raridade, são um autentico
manual de instruções, sobre a arte de bem fotografar. A postura de
C. Brenson é irrepreensível e a argúcia é espantosa. Se quem ler
isto, prestar atenção ao que vê e ao que ouve (infelizmente em
francês) é capaz de aprender mais a ver estes vídeos, que a fazer
workshops com fotógrafos <em>ditos</em> profissionais. Nalguns
casos precisamos de ser ensinados, noutros basta ver para crer, ou
melhor, apreender. Divirtam-se. OPV<span></span></span></p>
<p>





Visit
<em>Fernando Cascais Photography</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/87067/Setreet-Photography-III/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/87067/Setreet-Photography-III/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-09T20:06:31+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Setreet Photography II</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
NESTE segundo artigo sobre <em>Setreet</em> <em>photography</em> podemos ver uma
técnica, ou um estilo, completamente diferente, na maneira como o
fotógrafo Joel Meyerowitz aborda a <em>fotografia</em> <em>de</em> <em>rua</em>. Claramente diferente de
Cartier Brenson, este fotógrafo provoca muito mais ruído
visual do que o velho mestre. Claro que NY não é Paris, nem
Joel tem a mesma personalidade que Brenson. Contudo, embora dê
bastantes nas vistas, acaba por passar mais ou menos despercebido,
tal é o fluxo de pessoas. Todavia, a sua ideia que o fotógrafo se
deve tornar invisível é bastante pertinente. Assim como o principio
que o fotografo não deve planear nada, mas sim estar aberto aquilo
que vai acontecendo á sua volta. Não sei se este estilo funcionará
muito bem numa cidade mais pequena, mas em NY é bem capaz de
resultar. Embora a qualidade do vídeo não seja das melhores e
esteja em inglês, tem algumas dicas que podem ser bastante úteis
para aqueles que gostam de fotografar na rua. Divirtam-se. OPV
<span></span></span></p>
<p>





Visit
<em>Fernando Cascais Photography</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/86895/Setreet-Photography-II/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/86895/Setreet-Photography-II/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-06T21:47:08+01:00</updated>		</entry></feed>