<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://kaskais.fotosblogue.com</title>		<id>http://fotosblogue.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://kaskais.fotosblogue.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Psychophoto by Kaskais]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>		</author>		<updated>2009-11-06T21:47:29+01:00</updated>		<entry>			<title>Setreet Photography II</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
NESTE segundo artigo sobre <em>Setreet</em> <em>photography</em> podemos ver uma
técnica, ou um estilo, completamente diferente, na maneira como o
fotógrafo Joel Meyerowitz aborda a <em>fotografia</em> <em>de</em> <em>rua</em>. Claramente diferente de
Cartier Brenson, este fotógrafo provoca muito mais ruído
visual do que o velho mestre. Claro que NY não é Paris, nem
Joel tem a mesma personalidade que Brenson. Contudo, embora dê
bastantes nas vistas, acaba por passar mais ou menos despercebido,
tal é o fluxo de pessoas. Todavia, a sua ideia que o fotógrafo se
deve tornar invisível é bastante pertinente. Assim como o principio
que o fotografo não deve planear nada, mas sim estar aberto aquilo
que vai acontecendo á sua volta. Não sei se este estilo funcionará
muito bem numa cidade mais pequena, mas em NY é bem capaz de
resultar. Embora a qualidade do vídeo não seja das melhores e
esteja em inglês, tem algumas dicas que podem ser bastante úteis
para aqueles que gostam de fotografar na rua. Divirtam-se. OPV
<span></span></span></p>
<p>





Visit
<em>Fernando Cascais Photography</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/86895/Setreet-Photography-II/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/86895/Setreet-Photography-II/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-06T21:47:08+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Setreet Photography I</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
SETREET PHOTOGRAPHY, ou em bom português; fotografia de
rua é um género de fotografia que é muito mais difícil do
que aquilo que parece. Aparentemente o fotógrafo só tem que ir para
a rua com a sua câmara e  a torto e a
direito. Pois é, só aparentemente, porque na realidade, fotografar
na rua exige uma técnica muito própria, que varia de fotógrafo para
fotógrafo. A personalidade do fotógrafo e A sua postura em público,
acabam por reflectir-se nas suas fotografias. È evidente que, o
individuo subtil e discreto, obterá resultados estéticos diferentes
do fotógrafo exibicionista e . Digo
diferentes, não digo melhores ou piores. Pois cada um tem o seu
estilo e a sua maneira muito própria de obter os resultados que
pretende.</span></p>
<p><span>
<span>
NESTA</span>serie de artigos sobre a SP poderemos ver dois
fotógrafos com estilos muito diferentes de fotografar na rua. Um, é
o eterno mestre Cartier Brenson e o outro é Joel Meyerowitz. Neste
primeiro vídeo, podemos ver e ouvir o mestre CB dar um entrevista
em vários sítios de Paris, e deambular pelas ruas com a sua Leica.
Tão ou mais importante que ver e conhecer as suas fotos, é a
oportunidade de o observar em plena acção. È um <em>gentleman</em>, elegante na maneira
como se move, como esconde a câmara e como observa aquilo que o
rodeia. Pessoalmente, acho delicioso, o pormenor dele se por em
bicos dos pés para fazer uma foto. Eis alguém que se põe em bicos
de pés, sem ser para ficar acima de outrem. A entrevista está em
francês, claro, mas nem tudo pode ser perfeito. Para mim, já é
óptimo ter descoberto este vídeo, onde posso ver um dos meus
fotógrafos favoritos em acção. Como é óbvio, sou completamente
alheio a qualquer mau funcionamento do vídeo. Espero que vos seja
útil. OPV<span></span><span></span><span></span><span></span><span></span><span></span><span></span><span></span><span></span><span></span></span></p>
<p>





Visit
<em>Fernando Cascais Photography</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/86635/Setreet-Photography-I/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/86635/Setreet-Photography-I/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-02T21:29:40+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Fotógrafo com muita, muita sorte!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>




</p>
<p>
Lucky
photographer from pegamoide on Vimeo.</p>
<p></p>
<p><span>
POIS É, há dias assim, a este jovem fotógrafo de Rallys saiu-lhe a
sorte grande. Não porque tenha feito alguma foto excepcional (ás
tantas até fez), mas porque escapou ileso e por uma unha negra a um
aparatoso acidente. O vídeo é arrepiante. Não se percebe bem se o
indivíduo que filma está muito perto, ou usa uma grande
teleobjectiva. Seja como for também não deve ter ganho para o
susto. Isto faz-nos pensar nas questões de segurança. Se for
fotografar carros a circular em grande velocidade, procure um lugar
seguro e protegido. De preferência atrás de alguma coisa bem
sólida. Lembre-se dos conselhos da avozinha, cautelas e caldos de
galinha, nunca fizeram mal a ninguém. Veja o vídeo e tão cedo não
se esquecerá deste conselho. Boas fotos e boa sorte.
OPV<span></span></span></p>
<p>





Visit
<em>Fernando Cascais Photography</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/86339/Fot-grafo-com-muita-muita-sorte/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/86339/Fot-grafo-com-muita-muita-sorte/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-10-30T19:33:31+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Leica M9, maquina perfeita ou um anacronismo caríssimo?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
NESTA NOVA categoria sobre equipamento não vou aprofundar os
detalhes mais técnicos. Isto porque, há alguns sites disponíveis
que fazem uma análise profissional e exaustiva das câmaras e lentes
que vão surgindo no mercado. Fico-me pelo conceito e utilidade, por
isso vamos ao que interessa. Será que alguém precisa de uma câmara
de 6000 para fazer boa fotografia? Provavelmente não, mas lá
que é um <em>gadget</em> e
peras, não restam duvidas. Uma coisa é certa, a Leica M9 é uma
grande câmara. Com um sensor FF e 18 milhões de pixels, além de
todos os outros atributos técnicos, é um primor de design e
ergonomia. Contudo, não é a melhor câmara do mundo, como alguns
aficionados da marca querem fazer crer, nem sequer anda lá perto.
Não é por usar uma câmara destas, que a qualidade da sua fotografia
vai melhorar 200%.</span></p>
<p><span>
A QUESTÃO fundamental é que, uma câmera de visor é diferente duma
Reflex, não só no manuseamento mas, principalmente na concepção
estética. Este detalhe não é tão insignificante como isso. O
fotógrafo tem que pensar a fotografia duma maneira diferente quando
empunha uma máquina destas. O timing para fotografar é outro, mais
lento, ou melhor, muito mais lento. A focagem manual é sobreposta e
exclusivamente no centro, com qualquer uma das objectivas
disponíveis. Nas grandes angulares, a focagem mínima é mais
distante que nas Reflex. Sem auto focus, fotografar objectos em
movimento com a M9 é um pesadelo. Pessoas, carros, aviões ou outra
coisa que se mova minimamente e por muito rápido que Vc seja a
focar, esqueça. A capacidade de ISO só vai até 2500, assim, por
muito luminosa que seja a lente, há situações com pouca luz que
esta maquina não resolve. Limite do número (e preço) de lentes,
sincronia do flash a 1/ 80 e visor traseiro relativamente pobre,
são outros contras. Já para não falar no preço, á volta de 6000
. Só o corpo. As lentes também têm preços
proibitivos.</span></p>
<p><span>
ENTÃO esta maquina não tem vantagens nenhumas? Claro que tem, é
silenciosa, pode usar velocidades muito baixas porque não há
espelho, tem um recorte de imagem semelhante ao de grande formato,
e os tons em contra-luz costumam ser praticamente perfeitos. Alem
disso é muitíssimo elegante e prestigiada. Pura classe Germânica
mas com fabrico Português. Se não sabia fica a saber que a M9 é
totalmente feita em Portugal, mais precisamente em Famalicão. Mas a
verdade nua e crua, é que, esta máquina é essencialmente um objecto
de luxo, um anacronismo caríssimo. Se quer um símbolo de status
está bem servido, se quer uma  fotográfica,
rápida e eficiente, fica melhor servido com uma D700 ou até uma
D90, passe a publicidade. Um facto é que, actualmente a eficiência
e a performance se sobrepõe ao design. Se não acredita, não faz
mal. Mas fique a saber que Sebastião Salgado, um dos grandes
aficionados (e ícones) da marca, hoje em dia usa duas Pentax 6x4,5
com auto foco. Porque será? Bom, no fundo, nada disto interessa,
porque se tem possibilidades de ter uma preciosidade destas,
está-se nas tintas para aquilo que eu possa dizer e parabéns. Se
não tem, não desanime, lembre-se que pode fazer fotografias
fantásticas com a mais simples das máquinas. O que é preciso é
alguma visão e muita imaginação. Boas fotos. OPV <span></span></span></p>
<p>




</p>
				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/86130/Leica-M9-maquina-perfeita-ou-um-anacronismo-car-ssimo/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/86130/Leica-M9-maquina-perfeita-ou-um-anacronismo-car-ssimo/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-10-28T20:38:19+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>E você, porque é que fotografa?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
TODO E QUALQUER pretexto para fotografar é bom, ou melhor, não é
preciso desculpa ou assunto definido para tirar fotografias.
Podemos intelectualizar, ou filosofar sobre a fotografia, ou o acto
fotográfico, mas muitas vezes a razão mais simples e despretensiosa
está por detrás da grande inspiração. Nas minhas deambulações pela
net, descobri num site brasileiro, uma pergunta e muitas respostas.
Algumas poéticas, outras filosóficas, umas mais interessantes
outras nem por isso. A pergunta era; porque é que eu fotografo?
Bom, seguem-se algumas das respostas dos fotógrafos brasileiros.
Felizmente, parece que nem todo o brasileiro é como a Maité
Proença. <span></span></span></p>
<p><span>
</span><span>Eu
fotografo porque os meus olhos não se cansam de ver. Fotografo
pelos poros, boca, narinas e ouvidos. Fotografo, todo dia, com a
menina dos olhos e da alma. Fotografo para espelhar. Fotografo com
o único propósito de enquadrar o lado oculto dos outros. Fotografo
para anunciar a poesia urbana. Fotografo para denunciar a mazela
humana. Fotografo porque a câmera é meu olho que não consegue
dormir.
<em>ROSE MAY
CARNEI</em></span></p>
<p><span>
válvula de
escape. Esqueço dos problemas, angústias, do
mundo
Às vezes, olhando uma imagem, vejo que não tenho problema
algum.
<em>ALAN
SANTOS</em></span></p>
<p><span>
Primeiro para satisfazer a minha curiosidade em relação ao
mundo. Cada momento fotográfico tem uma carga de descoberta e
muitas vezes sou levado a registá-lo como uma necessidade de
adquirir conhecimento sobre aquele universo e assim, me situar
naquele contexto. Em segundo lugar, para compartilhar essa
descoberta. A minha fotografia pretende despertar no espectador
alguma reacção, agradável ou desagradável.
<em>HENRY
MACARIO</em></span></p>
<p><span>
Não fotografo para satisfazer o meu ego. Fotografo por
gostar da natureza, da família, dos amigos, da vida. A fotografia é
uma janela para o mundo a partir do meu ponto de vista. Guardo
comigo as fotos que fiz e as que deixei de fazer. Cada fechar do
obturador de minha câmera é uma imagem de minha vida.
<em>LEONARDO
AMARAL</em></span></p>
<p><span>
A fotografia é o memorial da alma, são os
espelhos de dentro para fora, transparecer, emocionar,
brincarEssência da arte da vida. Eu procuro contar histórias
através de composição, enquadramento, iluminação e criatividade: a
velha e boa fotografia clássica. No momento em que estou
fotografando algo, toda a imagem já está pronta em minha mente e
coração; a câmera fotográfica é apenas para perpetuar o instante
decisivo.
<em>RICARDO PADUE<span></span></em></span></p>
<p><span>
Se quiser, também pode deixar aqui o seu comentário, ou a razão
pela qual fotografa. <span>
Não se acanhe, aqui, os comentários são sempre bem -
vindos.</span> OPV<span></span> </span></p>
<p>





Visit
<em>Fernando Cascais Photography</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://kaskais.fotosblogue.com/85864/E-voc-porque-que-fotografa/</id>			<link href="http://kaskais.fotosblogue.com/85864/E-voc-porque-que-fotografa/" />			<author>				<name>kaskais</name>				<uri>http://kaskais.fotosblogue.com</uri>			</author>			<updated>2009-10-25T00:17:58+02:00</updated>		</entry></feed>