<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://allextreme.esporteblog.com.br</title>		<id>http://esporteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://allextreme.esporteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Esportes Extremos]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://allextreme.esporteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-06-17T06:31:15+02:00</updated>		<entry>			<title>Seguranca</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<strong>Segurança na Sala de
Musculação - PARTE 1: a gaiola (power rack) e outros equipamentos
de forma livre</strong></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
A GAIOLA (power rack). Na
verdade, ela deveria entrar como sub-ítem no ítem abaixo. Dada a
importância dos riscos que seu uso representa,
destaco-a:</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
a. Não deve
haver ESPELHO perto ou atrás de uma gaiola. O espelho distrai os
usuários que pretendem fazer agachamento, proporcionando uma
postura errada e perigosa, com excessiva inclinação do tronco para
frente (pois o praticante não resiste a se observar), aumento do
torque na articulação dos joelhos, com consequente stress lesivo,
além do óbvio risco de queda.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
b. O outro
motivo é que o espelho atrai mulheres despreparadas que se colocam
perigosamente próximas da gaiola, esteja ela em uso ou aguardando
para ser usada (todo equipamento está potencialmente aguadando
praticantes). As proximidades da gaiola NÃO SÃO LUGAR PARA
AUTO-OBSERVAÇÃO, pois a pessoa transgride ao mesmo tempo todas as
normas de segurança: posiciona-se próxima demais do equipamento,
não presta atenção na barra e pesos que podem ferí-la e atrapalha o
treino de quem usa o equipamento.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
c. É
procedimento de segurança que haja uma área LIVRE em torno de um
power rack. Eu recomendo que seja de no mínimo
1m.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
d. A espada
da gaiola não é apoio para alongamento. Para isso, existe outra
área própria para isso.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
e.Deve haver
um pequeno cartaz explicando procedimentos de segurança e alertando
para o comportamento adequado na proximidade ou dentro da gaiola.
Ninguém é obrigado a saber estas coisas. O cartaz poderia conter
alguma variação dos seguintes dizeres: Atenção: a gaiola ou
power-rack é um equipamento reservado para exercícios de forma
livre com barra e anilhas carregadas. Não permaneça nas
proximidades da gaiola enquanto estiver sendo utilizada. Guarde uma
distância de no mínimo 1m das bordas. Não circule por perto
enquanto estiver sendo utilizada. Não fale com o praticante que
esteja utilizando a gaiola. Não use a gaiola para outros
objetivos. Pode-se melhorar este texto sem prejuízo da
mensagem.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
2. Os equipamentos de suporte
para uso de barras carregadas. A gaiola é um deles e acabo de
comentar. Os outros são os bancos de supino e os suportes para
desenvolvimento. Regras básicas:</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
a. Não
circular em torno do equipamento quando em uso ou em preparação
para o uso: isso distrai o praticante levantando o peso, gerando
risco para ele, e expõe a pessoa que circula a lesões por trauma
caso a barra em movimento a golpeie ou uma anilha acidentalmente
caia em seus pés (já vi isso tantas vezes que perdi a
conta).</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
b. Utilizar
sempre as espadas de segurança laterais quando presentes (na gaiola
ou suportes para desenvolvimento, por exemplo). São elas que
proporcionam a segurança do praticante caso ocorra falha
concêntrica ou desequilíbrio.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
c. O supino
não deve ser executado sem um mínimo de supervisão, mesmo em cargas
relativamente administráveis. Os piores acidentes ocorrem por
descuido, por atos insensatos de demonstração de força além do
potencial real do praticante e por técnica errada. É recomendável
que o praticante peça para alguém pelo menos olhá-lo, se sentir
muita segurança, e de fato spot o movimento, caso a
carga seja maior. Spotting não quer dizer fazer terra
ou rosca direta enquanto o amigo faz supino, e sim acompanhar, SEM
TOCAR, a barra de maneira que esta possa ser agarrada numa eventual
falha concêntrica.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
d. A
elaboração de um cartaz com normas de segurança também é
recomendável.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
3. Os dumbells. Hoje os dumbells
são objeto do maior número de reclamações entre muitos praticantes.
Destaco os problemas em ordem de
importância:</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
a. Uso
inadequado. Alguns praticantes arremessam dumbells leves no chão.
Além dos problemas que descrevo a seguir, este comportamento
reflete questões psico-sociais que não faço idéia de como abordar,
pois, quando me mostraram um praticante jogando um peso de 14kg no
chão, percebi que era um homem, cerca de 25 anos, aparentemente
irritado e muito consciente dos arredores. Parece fundamentada a
interpretação dos professores de que estes praticantes emulam o
comportamento dos atletas de bodybuilding que NÃO ARREMESSAM, mas
sofrem falha concêntrica com pesos muito altos, os quais caem de
suas mãos. Infelizmente, isto está provocando a perda, por dano, de
dumbells de extrema utilidade: os de 12kg, 14kg e 16kg. Gostaria de
chamar atenção para o fato de que os dumbells com recartilho são os
melhores que já utilizei até hoje e sua substituição por dumbells
de barra emborrachada é lamentável. O recartilho permite uma pegada
muito mais segura e firme, com melhor qualidade do treino. Assim,
seria importante orientar os praticantes quanto ao uso adequado
destes equipamentos. Principalmente para o fato de que eles JAMAIS
DEVEM SER ARREMESSADOS, até porque, sendo leves, ricocheteiam e
podem facilmente ferir outro praticante.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
b. Dumbells
largados no chão. Muitas pessoas já machucaram o pé e tropeçaram
neles. Tropeçar na área de dumbells é bastante arriscado, pois a
queda pode envolver bater a cabeça ou outras parte do corpo em
barras e outros dumbells, provocando lesões
sérias.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
c. Dumbells
fora da ordem. Não é exatamente um problema de segurança, mas é um
grande transtorno para todos os praticantes, além de origem de
conflitos.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
d. Dumbells
sem o rótulo numérico de peso. Esse é um problema de segurança. Os
dumbells são muito parecidos. Eu mesma não sei diferenciar entre um
de 22kg, 24kg, 26kg ou 28kg. No entanto, se o praticante pretende
fazer 8 repetições com 24kg e está utilizando inadvertidamente um
dumbell de 28kg, sente-o pesado mas, confuso, insiste num movimento
com técnica inadequada, pode facilmente
machucar-se.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
4. As máquinas de polia. Da mesma
forma que dumbells JAMAIS devem ser arremessados, movimentos com
polia JAMAIS devem ser descontinuados no final da fase concêntrica,
largando o suporte e permitindo que os tijolos de aço
despenquem. O cabo é de aço, não de adamantium, e quebra. Quando um
cabo de aço de um cross-over quebra, o transtorno na sala de
musculação é incalculável. O problema de segurança nesse caso é que
muitas vezes largar o suporte na fase concêntrica provoca
tranco, tranco este que pode ocasionar dano
articular. O tranco é muito maior se o cabo quebrar durante a fase
concêntrica, o que já vi acontecer várias vezes e já ocorreu comigo
(em outra academia). Minha recomendação é que os usuários sejam
instruidos a não largar os suportes de polia e evitar que os
tijolos despenquem.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
Todas estas recomendações
visam prevenir acidentes, preservar equipamento de uso coletivo e
também evitar conflitos desnecessários. Barulho de metal contra
metal é inevitável e até saudável, desde que seja resultado do uso
SEGURO dos equipamentos. Reprimir, como se fazia no passado, o
carregamento barulhento de barras por usuários mais
fortes ou o som de barras batendo em espadas de gaiola é INSEGURO,
pois pode distrair o praticante e forçá-lo a um movimento
excêntrico com sobrecarga que seja lesiva. Assim: BARULHO NÃO É
PROBLEMA em si  é problema se for resultado de uso
inadequado de equipamento.</span></p>
<p><span>
Na minha opinião, um pequeno guia de segurança na sala de
musculação poderia ser distribuído sem nenhum custo absurdo para
uma academia.</span> </p>
<p></p>
<p></p>
<p>Marilia
Coutinho</p>
				</div>			</content>			<id>http://allextreme.esporteblog.com.br/14928/Seguranca/</id>			<link href="http://allextreme.esporteblog.com.br/14928/Seguranca/" />			<author>				<name>allextreme</name>				<uri>http://allextreme.esporteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-17T05:56:52+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Confira!! Mini Documentario do Boxe</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>http://www.youtube.com/watch?v=klut6mz_AMc</p>
<p></p>
<p>Vamos valorizar o Brasil, vamos valorizarnossos
atletas.</p>
<p></p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=AXBsdUglfxY</p>
<p></p>
<p>Seja o boxe ou qualquer outra modalidade esportiva, vamos
procurar enteder, vamos procurar conhecer!</p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://allextreme.esporteblog.com.br/6256/Confira-Mini-Documentario-do-Boxe/</id>			<link href="http://allextreme.esporteblog.com.br/6256/Confira-Mini-Documentario-do-Boxe/" />			<author>				<name>allextreme</name>				<uri>http://allextreme.esporteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-01-23T14:54:31+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Patrocine um Atleta</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>
<p>
<span><strong></strong></span></p>
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<p><strong><span><span>
Treinar em altitude</span></span> </strong><span>
</span><span>
</span><strong><span><em><span>Cada
vez mais atletas rumam às montanhas ou montam tendas dentro de casa
para dormir a 2500 metros de altitude. Descubra
porquê.</span></em></span> </strong></p>
<p></p>


<p></p>




<p>
<strong><span>
O que acontece ao corpo?</span></strong><span>

Ao nível do mar, a atmosfera contém cerca de 21% de oxigênio. À
medida que subimos de altitude, a percentagem de oxigênio diminui e
o ar torna-se mais rarefeito. As primeiras alterações visíveis são
o aumento do batimento cardíaco e do ritmo respiratório. O corpo,
privado da concentração normal de oxigênio, ordena o aumento de
produção de hemoglobina nos glóbulos vermelhos, a molécula
responsável pelo transporte do oxigênio.</span></p>
<p><span>
Cada litro de sangue contém agora mais oxigênio do que em condições
normais e a eficiência do organismo em transformá-lo em energia é
maximizada.
Para os mais de 14 milhões de pessoas que vivem permanentemente em
altitude, estes fatores não afetam a rotina diária. Todas as
atividades anaeróbicas não requerem adaptação. Mas para atletas de
competição que se dediquem a provas de resistência, as
transformações resultantes da aclimatação podem ser
determinantes.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p>
<strong><span>
Como é beneficiada a performance
desportiva?</span></strong><span>

A hipoxia (deficiência de oxigênio) estimula a produção de
eritopoetina (EPO) na medula óssea, a responsável pelo aumento de
produção de glóbulos vermelhos e hemoglobina. Após o processo de
adaptação à alta altitude e aos níveis de oxigênio reduzidos, o
corpo como que refina os seus processos metabólicos,
apresentando-se otimizado, com uma capacidade de
oxigenação dos músculos mais eficaz e melhorada, o que se traduz em
aumentos de performance na ordem dos 3%, de acordo com os últimos
estudos apresentados. Foi esta observação que conduziu muitos
atletas ao consumo de EPO exógena, substância proibida pela Agência
Mundial Anti-Doping.</span></p>
<p><span>
</span><strong><span>Existe
uma altitude ideal para treinar?</span></strong><span>

Define-se alta altitude como qualquer local situado
entre<span></span> 1800 a 6000
metros de altitude. A maior parte dos autores defende que a
altitude média indicada para treino deve ser 2200 metros durante 4
semanas.</span></p>
<p><span>
</span><strong><span>Qual
o tempo de aclimatização à altitude?</span></strong><span>

Quanto mais alto o local, maior o período de aclimatação. A uma
altura de 2000 a 2500 metros, o período de aclimatação dura cerca
de duas semanas, período durante o qual se noção das sensações de
extremo cansaço ou fraqueza. O pico da produção de EPO atinge-se 2
a 3 dias após a exposição à hipoxia e parece desaparecer
gradualmente ao final de 25-28 dias.
No entanto, e por razões desconhecidas, nem todos os indivíduos
respondem da mesma forma ao treino de altitude. Cientistas
identificaram uma classe de non-responders, atletas
que não parecem apresentar qualquer alteração de rendimento com a
exposição a hipoxia.</span></p>
<p>
<strong><span>
Quem costuma treinar em altitude?</span></strong><span>

Como o método parece ser vantajoso em desportos de resistência, são
os atletas deste tipo de modalidades os mais populares adeptos do
treino em altitude. Real ou simulada. Em alta competição, muitos
consideram-no já um pré-requisito. Os africanos têm a vantagem
acrescida de terem crescido em altitude. Para fundistas como o
americano de origem marroquina Khalid Khannouchi, ex-recordista
mundial da maratona, e a britânica Paula Radcliffe, as tendas de
altitude fazem parte do esquema habitual de treino. Como fez
durante os sete anos consecutivos em que Lance Armstrong venceu o
Tour de France. Melhor proeza só o norueguês Bjorn Daehlie, oito
vezes campeão olímpico de ski de fundo, que utiliza tendas de
altitude durante todo o ano.
Na 8ª Conferência Internacional de Treino em Altitude, no Japão, na
sequência dos JO de Atenas, a equipa japonesa de natação apresentou
o relatório de uma das melhores presenças de sempre: 3 medalhas de
ouro, 1 de prata e 4 de bronze. Seis dos atletas tinham realizado
treinos de altitude antes de partirem para a cidade
grega.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p>
<strong><span>
Onde se pode treinar em altitude?</span></strong><span>

Para estágios de média altitude (1500 a 2500 metros), os centros
mais freqüentados são na Serra Nevada (Espanha), ilhas Canárias, e
Font Romeu, França e Davos (Suíça). A pensar nos JO de Pequim, em
2008, o Japão criou um Centro de Alto Rendimento que inclui várias
plataformas de treino (incluindo piscinas) e laboratórios de alta
altitude.
O AltiTrainer é o primeiro simulador de treino em altitude a
funcionar em Portugal. Encontra-se no Centro de Alto Rendimento de
Vila Real de Santo António e possibilita a simulação do treino para
altitudes entre os 1200 e os 5500 metros.</span></p>
<p><span>
</span><strong><span>O
que é uma tenda de hipoxia?</span></strong><span>

Para atletas de competição, com planificações de treino, um estágio
nas montanhas implica muitas vezes longas temporadas fora de casa,
em condições climáticas adversas. A solução é simular a altitude
nas chamadas tendas de hipoxia. A idéia surgiu no início dos anos
90, na Finlândia, com as casas de altitude, bombeadas
com nitrogênio para recriar o ar da montanha. Hoje, não há atleta
de competição que não tenha ouvido falar nas tendas de altitude.
São estruturas herméticas, com um compressor anexado, que diminui a
concentração de ar de forma controlada. As tendas recriam as
condições de oxigênio dos 1500 aos 4500 metros. É como dormir no
Everest... numa tenda montada no próprio quarto. Criadas para
atletas que não se adaptam a uma temporada nas montanhas, as tendas
permitem um complemento dos efeitos do treino de altitude quando se
regressa ao nível do mar.</span></p>
<p><span>
<span></span></span><strong><span><span>à</span></span></strong>
<strong><span>
Desvantagem:</span></strong> <span>
o preço. As tendas individuais de hipoxia custam, no mínimo, 5 mil
euros, mas podem facilmente chegar aos 10 mil, dependendo do
tamanho do compressor. Um investimento rentável  este valor
equivale a 3 estágios de altitude, mas um luxo para as bolsas de
alguns atletas.</span></p>
<p><span>
</span><strong><span>Alta
polemica</span></strong><span>

Apesar dos estudos e dos congressos científicos recentemente
realizados sobre o tema, o treino em altitude ainda não é
totalmente aceito por todos. No mundo do desporto há quem conteste
a utilização das tendas de hipoxia, comparando-as ao uso de doping.
As implicações físicas e éticas estão a ser estudadas pelo Comitê
Olímpico Internacional, com o apoio de seis universidades, mas
nenhuma conclusão foi ainda apresentada. Os atletas não têm
qualquer indicação da entidade sobre a legitimidade desta nova
tecnologia, mas o certo é que as tendas foram banidas da aldeia
olímpica durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2002, em Salt
Lake City.</span></p>
<p><span>
</span><strong><span>Nacional-altitude</span></strong>
<span>

Em Portugal, a Federação de Triatlon foi uma das entidades
percussoras da utilização de tendas de altitude em Portugal.
Atualmente possui duas tendas situadas Centro de Alto Rendimento de
Lisboa, a que recorrem rotativamente os seus atletas, com destaque
para Vanessa Fernandes e Bruno Pais. Para Sérgio Santos, Diretor
Técnico Nacional de Triatlon, as tendas são ótimos complementos do
treino de altitude, mas não o substitui. Permitem uma melhor
adaptação antes de subir e depois de descer. Para o técnico, o
tri-atleta é particularmente beneficiado com as alterações
fisiológicas promovidas pela hipoxia, pela forma como esta afeta
todo o processo de transporte e captação de oxigênio. Utilizadas em
regime de live high, train low (os atletas dormem nas
tendas e fazem o treino habitual ao nível do mar), sao reguladas
para simular altitudes de 2000-2400 metros, as tendas da Federação
são utilizadas em ciclos de, pelo menos 20 a 30 dias, em períodos
pré-competitivos.
Joaquim Andrade, Campeão Nacional de Estrada, tem tido boas
respostas nesse tipo de treinamento em altitude, com resultados
mais freqüentes desde que adaptou esta estratégia de treino. Este
ano, no período de preparação para a Volta a Portugal, dormiu
algumas noites numa tenda de altitude. Mas não guarda boas
memórias. O motor fazia muito barulho... Podia melhorar
o meu rendimento, mas não me deixava dormir.</span></p>


<p></p>




<p></p>
<p></p>
<p>(03/01/2009)</p>
				</div>			</content>			<id>http://allextreme.esporteblog.com.br/6251/Treino-em-Altitudes/</id>			<link href="http://allextreme.esporteblog.com.br/6251/Treino-em-Altitudes/" />			<author>				<name>allextreme</name>				<uri>http://allextreme.esporteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-01-23T14:14:10+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>OPEN!!  06/07/2008 EM KANI - SHI  - JAPAN</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>A mais nova academia do
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<ul>
<li><strong>Muay Thai</strong></li>
<li><strong>Jiu-Jitsu</strong></li>
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</ul>
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<p><strong>19:00 as 22:00
horas</strong></p>
<div><strong>Local:</strong></div>
<div><strong>Gifu - Ken</strong><strong>Kani - Shi Imawatari 314 Yamada Biru 3F
ao lado da estacao Imawatari</strong></div>
<div><strong>Informacoes:</strong> <strong>0</strong><strong>90 - 3252 -
0852 (Pereira)</strong></div>
				</div>			</content>			<id>http://allextreme.esporteblog.com.br/863/OPEN-06-07-2008-EM-KANI-SHI-JAPAN/</id>			<link href="http://allextreme.esporteblog.com.br/863/OPEN-06-07-2008-EM-KANI-SHI-JAPAN/" />			<author>				<name>allextreme</name>				<uri>http://allextreme.esporteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-06-05T16:28:44+02:00</updated>		</entry></feed>