<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://zetas.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://zetas.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[UFOVNI]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://zetas.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-01-08T15:47:02+01:00</updated>		<entry>			<title>Para descontrair...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://zetas.bloguepessoal.com/118382/Para-descontrair/</id>			<link href="http://zetas.bloguepessoal.com/118382/Para-descontrair/" />			<author>				<name>zetas</name>				<uri>http://zetas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-01-08T15:46:51+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O lado negativo das visitas extraterrestres</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Hoje ao "passear" pelo site da UFO, dei com um artigo que me
impressionou por fazer referência ao aspecto negativo das visitas
extraterrestres, ou lá de que origem sejam.</p>
<p>Realmente conheço alguns casos de testemunhas que adoeceram após
os seus encontros com OVNI´s e fenómenos associados.</p>
<p>No caso das abduções, algumas "vítimas" passaram a ter problemas
de saúde devido ao que lhes foi feito durante as mesmas.</p>
<p>Claro que tentamos sempre ver o lado positivo em que "eles" não
nos querem mal, em que eles apenas nos querem conhecer melhor antes
de se apresentarem oficialmente, que são amigáveis, que vieram com
a missão de ajudar a humanidade, etc.</p>
<p>Servirá esta preferência para esconder o medo que temos deles?
Medo de descobrir que afinal somos como que "gado" ou ratos de
laboratório? Que somos uma civilização fraca, pronta a ser
conquistada?</p>
<p>Como em tudo no Universo, aqui temos os dois lados da moeda. Yin
e Yang... Qual deles será a verdadeira, ou se ambos se aplicam, só
o tempo nos dirá.</p>
<p>Segue artigo da UFO:</p>



<strong>Ufonautas
 Seres do bem ou sádicos galácticos</strong>


<strong></strong>









A análise de alguns casos de
contatos com ETs pode revelar sua natureza agressiva



<div><span>Seja qual for a intenção dos
ufonautas, o simples fato de surgirem inesperadamente em um
ambiente que não está preparado para entendê-los já denota um modus
operandi invasivo e perturbador. As armas que utilizam, tanto para
repelir uma eventual agressão como para atacar deliberadamente,
muitas vezes gratuitamente e com requintes de sadismo, não são
inofensivas como alegam os partidários da corrente
angelical da Ufologia, mas bastante contundentes e até excessivas.
Mais do que paralisantes ou atordoantes, seus raios luminosos
chegam a cegar, podem ser cancerígenos, vampirescos e até
fulminantes, como foi apresentado no artigo Raios de Luz que Ferem
e Matam [Veja UFO Especial 030].</span> <span>Cabe ressaltar que o uso civilizado
desse poder jamais se faz desacompanhado de uma teatralidade
planejada, pois é parte do exercício do mesmo. O palco, o cenário e
os figurinos são cuidadosamente arranjados e a ação, bem ensaiada.
O espetáculo é montado preferencialmente em lugares ermos,
afastados e isolados, geralmente em períodos noturnos e em horas
intempestivas. Abusa-se de uma impressionante mis-en-scêne, com uso
de luzes que piscam incessantemente e até hipnotizam, sons
monótonos e repetitivos, indutores de estado de catalepsia e
torpor, liberação de substâncias químicas irritantes ou sufocantes
etc. A arte de nossos visitantes é, por sua própria natureza,
performática.
</span> <span>Estetização da
violência, teatro da crueldade ou festival de absurdos? Não importa
a nomenclatura que se dê às ameaçadoras encenações desses seres.
Mesmo as de baixo grau de intensidade são perigosas o bastante para
desencadear distúrbios e traumas mentais muitas vezes irreversíveis
nas vítimas. Já entrevistamos dezenas de testemunhas cujas vidas
foram seriamente prejudicadas. Em nossas visitas a hospitais
psiquiátricos, temos encontrado pacientes internados há anos e até
décadas em decorrência do encontro com inocentes
luzes noturnas [Veja UFO 049]. As seqüelas são catastróficas e
duradouras: choque nervoso, estados febris e delirantes, paranóia,
Síndrome do Pânico, depressão, insônia, pesadelos, amnésia,
enxaqueca, náusea, cólicas e desmaios prolongados. Muitos têm os
membros paralisados ou inutilizados, além de apresentar
hemorragias, tumores cancerígenos, queimaduras etc.
</span><span><strong><span>O homem que derreteu </span></strong> É
deveras significativo que um dos casos clássicos da Ufologia seja
um exemplo de comportamento hostil, reunindo as peculiaridades da
imprevisibilidade, sadismo e rudeza. Há 61 anos, no dia 04 de março
de 1946, uma segunda-feira de Carnaval, mais de um ano antes do
início da Era Moderna dos Discos Voadores, o lavrador João Prestes
Filho, 44 anos, e Salvador dos Santos  ambos moradores do
Bairro Cotiano, da então Vila de Araçariguama, distrito da cidade
de São Roque, a cerca de 70 km de São Paulo  foram pescar às
margens do Rio Tietê. Ao anoitecer, por volta das 19h00, começou
uma chuva fina e persistente, e ambos resolveram voltar para suas
casas. Prestes Filho havia combinado com sua esposa Silvina Nunes
Prestes que trancasse a porta ao sair para os festejos, já que ele
adentraria pela janela, que deveria ficar apenas encostada. Quando
empurrou a janela, no entanto, uma luz fortíssima vinda do alto lhe
acertou em cheio no rosto.</span> <span>O
clarão ofuscante queimou-lhe toda a parte desnuda do corpo 
estava com camisa de mangas curtas desabotoada até a metade, calças
arregaçadas, sem chapéu e de pés descalços  e só não lhe
queimou os olhos porque ele os protegeu com as mãos. Abalado,
correu alucinado em direção à casa de sua irmã Maria, distante uns
dois quilômetros. Gritava e pedia socorro: Me acuda, me
acuda... Várias pessoas atenderam o chamado: sua irmã, os
comerciantes Jonas de Souza e Guilherme da Silva, o corretor de
imóveis João Gennari, o arrecadador de impostos da Prefeitura de
São Roque, o tesoureiro de Araçariguama Araci Gomide, que também
atuava como boticário nas horas vagas e servira o Exército junto
com Prestes Filho, e o delegado João Malaquias.
</span><span>O rapaz não apresentava
sinais de ferimentos externos nem sentia dor, mas seus olhos
arregalados estampavam pavor. Sua pele estava enrugada, como se
tivesse sido cozida em água fervente. De repente, os músculos
começaram a se desprender dos ossos, aos pedaços, trazendo o
horror mais espantoso que poderia ter surgido na mente dos
presentes, segundo relatou Antonio Las Heras em seu livro
Informe sobre los Visitantes Extraterrestres y sus Naves Voladoras
[Relatório sobre os Visitantes Extraterrenos e suas Naves Voadoras,
Editora Rodolfo Alonso, 1974]. O jornalista e ufólogo Adilson
Machado escreveu a propósito que, aturdidos, os amigos e
parentes viam as carnes de João se soltando, rolando sobre o lençol
e o assoalho. Primeiro caíram os músculos dos braços, seguidos
pelos do peito, das mãos e das partes inferiores do
corpo.</span> <span>Os ossos e os
nervos iam ficando descobertos. O inspetor Gomide viu o nariz e as
orelhas de Prestes Filho se desprenderem e rolarem até o chão. Por
incrível que pareça, a vítima continuava lúcida, acompanhando tudo.
Com a boca deformada, ainda tentava falar, mas não conseguia
articular as palavras. Para comunicar-se, o rapaz agora movia a
cabeça, e com extrema dificuldade. Colocaram-no num caminhão e
foram para a Santa Casa, no município vizinho de Santana de
Parnaíba, à 19 km. O médico Luiz Caligiuri, ao ver o estado do
paciente, que descarnava ao menor movimento, desenganou-o. Apenas
três horas depois do incidente, às 22h00, Prestes Filho morreu. A
causa mortis apontada por Caligiuri na certidão de óbito, emitida
pelo Cartório de Santana de Parnaíba, foi colapso cardíaco e
queimaduras generalizadas de primeiro e segundo graus.
</span><span><span><strong>Repercussão mundial
</strong></span> Em setembro de 1971, Felipe Machado
Carrion, professor de cosmologia do Colégio Estadual Júlio de
Castilhos, de Porto Alegre (RS), e autor do livro Discos Voadores:
Imprevisíveis e Conturbadores [Editora Gráfica Educandário São
Luiz, 1968], participou em São Paulo do IV Colóquio Brasileiro
sobre UFOs. Na ocasião, tomou conhecimento do Caso Prestes por meio
do dentista Irineu José da Silveira  um dos primeiros a
pesquisá-lo , que alguns meses depois enviou-lhe o relatório
completo a respeito. O material serviu de base para o artigo de
Carrion publicado na revista belga Phénomènes Spatiaux e, mais
tarde, traduzido para o boletim Stendek, do Centro de Estudos
Interplanetários (CEI), de Barcelona, Espanha.</span> <span>Em dezembro de 1972, o médico Walter Karl Bühler,
então presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos
Voadores (SBEDV), procurou Irineu Silveira e Tito Lívio Gigliardi,
a fim de apurar informações mais precisas sobre o fato. Bühler,
defensor da filosofia de fraternidade cósmica, do
contatado George Adamski, soube que em meados daquele ano uma
equipe de pesquisadores  composta por Silveira, Gabliardi,
Raul Calfat, Jonas de Souza, Guilherme da Silva Pontes e João
Genari  tentou obter novos elementos que confirmassem o
relato de Gomide. Ele opunha-se aos acontecimentos e tinha a
tendência de destratar a maioria dos fenômenos de agressão e morte
causados pelos ocupantes dos UFOs, por mais claros e evidentes que
fossem. Assim, concluiu-se que Prestes morreu em decorrência de
queimaduras por lampião ou querosene.
</span></div>
<div><span>
</span>
<p><span><strong><span>Cena no filme A Guerra dos Mundos, com Tom
Cruise, mostra que não há o que fazer quando se é alvo de seres
extraterrestres. Uma abdução planejada para ocorrer é
inevitável</span></strong></span></p>
<span>Essa hipótese nunca foi aceita, até
porque esse tipo de morte ocorre em conseqüência da gravidade de
ferimentos de terceiro grau, que ultrapassam cerca de 50% do corpo,
ou por choque hipovolêmico, crise aguda de insuficiência
cardiovascular, causada geralmente por hemorragias graves ou
desidratação, em que a perda de sangue leva à diminuição da pressão
arterial. Nestes casos, a vítima falece imediatamente ou sobrevive
por alguns dias, até que os rins são afetados e a morte é
inevitável.</span> <span>Em 15 de setembro
de 1973, o ufólogo Max Berezovsky, presidente da Associação de
Pesquisas Exológicas (APEX), juntamente com os ufólogos Guilherme
Willi Wirz, João Evangelista Ferraz, E. Krishna Anaken, William Lee
Júnior e pesquisadores da Associação Brasileira de Estudos das
Civilizações Extraterrestres (ABECE), foi recebido em São Roque
pela equipe de pesquisadores acima descrita. Todos traçaram planos
preliminares para a pesquisa do caso. No ano seguinte, em 28 de
setembro, Wirz, Ivone Brandão, Luiz Jesus Braga Cavalcanti de
Araújo e Fernando Grossmann voltaram à cidade e entrevistaram Araci
Gomide, que morava num sítio às margens do Rio Tietê e era amigo de
Prestes Filho. Por ter exercido a enfermagem nas Forças Armadas,
ele foi chamado para socorrê-lo cerca de duas horas depois do
incidente com a misteriosa luz. Na ocasião, ao ver o estado do
colega, perguntou-lhe quem havia feito aquilo, pois parecia ter
sido escaldado em água fervente. Prestes Filho, ainda perfeitamente
lúcido, respondeu: Ninguém me queimou, nem com água ou
fogo. Mas ele não sabia exatamente o que tinha
acontecido.
</span><span><strong><span>Escaldado em água fervente
</span></strong> Questionado se estava com alguma dor, pois
tinha os músculos se soltando dos ossos, disse que não sentia nada.
Além disso, nenhuma parte de seu corpo estava chamuscada: nem os
cabelos, pêlos ou roupas. Gomide aproximou-se da vítima e o
cheirou. Não sentiu odor de queimaduras ou mesmo de combustível,
como querosene ou álcool. De acordo com o enfermeiro, a vítima
também não estava alcoolizada. Grossmann e Araújo concluíram que
Prestes Filho não foi queimado por chama oriunda de combustíveis
convencionais, nem por algum líquido muito quente. Mas não sabiam o
que havia acontecido exatamente.</span> <span>Durante sua viagem ao Brasil, em abril de 1980, o
astrofísico francês Jacques Vallée conferiu prioridade máxima às
ocorrências em que o contato com UFOs resultava em infortúnio
semelhante ao de Prestes Filho ou então ao Caso das Máscaras de
Chumbo [Veja UFO 087]. Vallée pesquisou minuciosamente esse último
fato, ocorrido na década de 60, e chegou a visitar o local do
incidente, no Morro do Vintém, em Niterói (RJ). Na ocasião, nenhum
sinal de violência ou luta foi encontrado em Miguel José Viana e
Manoel Pereira da Cruz, que faleceram em decorrência de uma
sinistra experiência. Seus corpos estavam próximos, um ao lado do
outro, deitados de costas no chão.
</span> <span>Várias coisas chamaram
à atenção da polícia, como um par de óculos pretos com uma aliança
em uma das hastes, um lenço com as iniciais M. A. S., duas máscaras
de chumbo e um papel com equações básicas de eletrônica. Uma delas
era a Lei de Ohm, envolvendo potência, tensão, corrente e
resistência. Junto disso estava um curioso pedaço de papel com os
dizeres: 16h30  Estar no local determinado. 18h30
 Ingerir cápsula. Após efeito, proteger metais. Aguardar
sinal  Máscara.</span> <span>Assim como o de Prestes Filho, esse caso também
não foi solucionado. Até mesmo a autópsia realizada nos cadáveres,
pelo médico legista Astor Pereira de Melo, nada revelou como causa
da morte dos rapazes, pois não havia sinais de violência,
envenenamento ou distúrbios orgânicos. Nem mesmo indícios de
contaminação por radioatividade. Vallée alarmou-se ao constatar que
a lista de vítimas desse tipo de agressão  que parte de
seres extraterrestres  era maior do que se poderia pensar
examinando a literatura ufológica. E o primeiro nome da relação era
justamente o de João Prestes Filho.
</span> <span><span><strong>Clarão que mata </strong></span>
Na segunda metade da década de 90, após permanecer vários anos sem
quaisquer novidades, resgatamos a ocorrência com o auxílio do
consultor de UFO Pablo Villarrubia Mauso, e redigimos extensas
matérias em que foi apresentada grande parte dos resultados das
análises. Elaboramos uma reconstituição do histórico acontecimento,
inferindo algumas conclusões, citando documentos, narrando as
viagens à região e transcrevendo as entrevistas que realizamos com
antigos moradores que presenciaram a agonia de Prestes Filho e a
aparição constante de fenômenos luminosos  que há décadas
fazem evoluções caprichosamente pelo céu noturno, infundindo pavor,
inquietação e enriquecendo a tradição folclórica local [Veja UFO
060].</span> <span>Na década de 70, o jovem
pesquisador de astronáutica e Ufologia Gustavo Correa entrevistou o
ex-vice-prefeito e então presidente do Sindicato dos Trabalhadores
Rurais de São Roque, Dante Bastos, e a moradora Flora Maria de
Mattos Fernandes. Bastos relatou que certa vez observou de sua
chácara que um desses objetos vinha do sul, enquanto que um
avião bimotor rumava no sentido norte. Os dois estavam em rota de
colisão. Quando já bastante próximos um do outro, o objeto não
identificado desviou bruscamente para cima, continuando a aeronave
em sua rota normal. Na época, ele empregava cerca de 20
homens em sua propriedade rural e muitos deles, senão todos, já
tinham avistado tais artefatos. Um desses trabalhadores, Jurandir
Pereira, disse que certo dia, ao levantar-se, às 05h00, viu um UFO
metálico e semelhante a uma bacia virada para baixo.
</span></div>
<div><span>
</span><span>Flora Maria, por sua
vez, contou que na noite de 02 de outubro de 1972 saiu da cidade
com o marido Jatis Fernandes, com destino à Chácara Santa Rita, a
uns 10 minutos de onde estavam. Na propriedade estava sendo
realizada a festa de aniversário de seu filho, com a presença de
várias crianças. Tudo corria bem até que, por volta das 21h40, um
objeto opaco, com de mais de 30 m de diâmetro, apareceu a apenas 30
m de altura sobre as crianças, que estavam reunidas no pátio. O UFO
tinha diversas janelas quadradas, através das quais saía uma luz
cor-de-rosa. Permaneceu por alguns minutos parado no ar, sem emitir
ruído algum. Nisso, dois cães começaram a latir muito e se
aproximaram do disco. Após algum tempo, o objeto emitiu um clarão
de luz por todo o local e partiu produzindo som semelhante ao de
uma turbina, só que muito mais suave. N</span><span>o dia seguinte à ocorrência, quando Flora foi à
feira na cidade, muitos comentaram que tinham visto algo estranho
próximo à Chácara Santa Rita. Dois dias depois da festa, um dos
cachorros amanheceu morto. Após quatro dias, o outro também morreu.
Eles tinham os olhos bem vermelhos e não apresentavam sinais
de mordidas ou fraturas. Segundo Flora, logo na manhã
posterior ao aparecimento da nave, os animais não queriam comer e
aparentavam desânimo. No dia anterior à morte do último cão,
havíamos levado o mesmo a uma Faculdade de Veterinária de São
Paulo. Ele foi examinado e não foi constatada nenhuma doença, mas o
cachorro continuava abatido e se recusava a comer. Ninguém
conseguiu descobrir a causa da morte, mas é lógico que algo os
atingiu enquanto latiam para o disco. Alguma coisa fez com
que morressem, mesmo porque não estavam doentes
anteriormente, acredita Flora. Ao que parece, o clarão
lançado pelo UFO teria matado os cães, embora não tenha afetado as
crianças que estavam no local.
</span> <span><strong><span>Queimado por uma bola de fogo
</span></strong> Há outros episódios do gênero na literatura
ufológica mundial. Um deles, pesquisado pelo então capitão Edward
J. Ruppelt, chefe do Projeto Blue Book, foi o Caso Deverges.
Ruppelt introduziu argumentos novos depois de rigorosa
investigação. Em seu livro Discos Voadores: Relatórios sobre os
Objetos Aéreos Não Identificados [Editora Difel, 1979], afirma que
o chefe de escoteiros Sonny Deverges mentiu sobre um fato
acontecido em 1952. O capitão disse que ele teria omitido algumas
informações, como se propositadamente quisesse estabelecer uma
confusão. O fato ocorreu na noite de 19 de agosto daquele ano.
Deverges, então com 30 anos, dirigia seu automóvel em companhia de
três pupilos, quando, nas proximidades de um bosque, teve a atenção
despertada por um UFO luminoso que parecia estar entre as árvores.
Ele deixou os meninos no carro e foi até o local para ver do que se
tratava. Algum tempo depois regressou aterrorizado e com vestígios
de queimaduras nos braços e no boné.
</span> <span>O chefe dos escoteiros
declarou à polícia local que, enquanto estava parado no meio da
mata, um grande objeto em forma de disco pairou sobre sua cabeça e
disparou um raio luminoso, que lhe queimou. O capitão Ruppelt foi à
Flórida entrevistar os escoteiros, que lhe disseram que as luzes
pareciam com as de um avião em pane. Como estavam munidos de duas
lanternas elétricas, acompanharam a incursão de seu chefe mata a
dentro. Deverges começou a sentir um cheiro e calor estranhos.
Alguns passos adiante deparou-se com uma sombra escura, 15 m acima,
que vedava a luz das estrelas. Voltou-se para trás e a iluminou com
a lanterna. Foi quando avistou um objeto circular com uma depressão
na parte inferior e uma torre na superior, que emitia um ruído
quase imperceptível. O mesmo disparou uma pequena bola de fogo
vermelha em sua direção, que se expandia conforme se aproximava. Ao
ser atingido, Deverges desmaiou. Os escoteiros viram quando a bola
o envolveu. Desesperados, saltaram do carro e correram em direção a
uma fazenda nas proximidades. O proprietário chamou os policiais e
todos ajudaram no resgate do rapaz que, ao voltar a si, saiu da
mata apavorado. Os investigadores encontraram uma lanterna elétrica
ainda acesa no local. No caminho, o chefe notou que seu rosto,
braços e boné estavam queimados.
</span> <span><strong><span>Lesões graves </span></strong> Diante
desse quadro, o delegado resolveu comunicar o caso à Força Aérea
Norte-Americana (USAF). Ruppelt interpelou o médico que examinou
Deverges, obtendo a confirmação de que este sofrera queimaduras
ligeiras  comparáveis às produzidas pelo Sol  nos
braços, costas das mãos e dentro do nariz. Outro aspecto deste caso
é bastante intrigante: raízes de plantas da mata estavam queimadas,
mas as folhas não. O calor necessário para tanto seria de 150 °C.
Ruppelt reexaminou o local e concluiu que não havia fontes de águas
quentes que pudessem ter aquecido a terra. Além disso, não existia
nenhuma substância química no solo e nada mais que pudesse explicar
o fenômeno. A única maneira pela qual se teria feito a
falsificação seria aquecendo o solo por baixo. Mas, como poderia
isso ser feito sem o uso de um grande equipamento e sem revirar a
terra? Até o momento as raízes chamuscadas permanecem um
mistério, declarou o oficial.
</span> <span><span><strong>Caso Lança-Chamas </strong></span>
Outro fato de gravidade ligado aos UFOs foi o levantado pelo
repórter Cataldo Bove, do jornal Diário do Povo, de Campinas (SP).
Ele apurou um caso igualmente inusitado e desconcertante, que foi
divulgado na edição de 10 de junho de 1959 e resumido por Bühler no
boletim da SBEDV. Em setembro de 1957, um fazendeiro e dois
empregados consertavam uma cerca que fazia divisa com uma usina de
açúcar, quando repentinamente um dos funcionários se jogou ao solo.
Os outros correram para ajudá-lo. Foi quando, apavorado, ele
apontou para um objeto em forma de peneira, com uma cúpula em baixo
e outra em cima, que sobrevoava o local. Eles estimaram ter ficado
observando o objeto por cerca de 20 minutos, porém, o tempo
relatado pelas testemunhas não pôde ser comprovado, pois o relógio
deles havia parado.</span> <span>O artefato
se mantinha pairando a uns dois metros do solo. Não emitia luz, nem
qualquer ruído. Inesperadamente, de sua parte superior se abriu uma
fenda, de onde emergiram três indivíduos com cerca de 1,70 m de
altura, que deslizaram pela cúpula como se estivessem patinando.
Usavam uma roupa furta-cor [Que altera sua cor conforme a
incidência da luz], de tecido colante ao corpo, como malha. Em
terra, começaram a andar observando primeiro a nave e, em seguida,
as adjacências. Um deles carregava uma espécie de radar. Em dado
momento, os extraterrestres moveram uma cúpula localizada em baixo
do UFO, de onde retiraram um instrumento com mais ou menos 40 cm de
comprimento por uns 30 cm de largura. Então, seguiram em direção ao
rio, distante uns 800 m do local onde estavam.
</span><span>A essa altura, o
fazendeiro tinha mandado um de seus empregados ir até a cidade e
trazer um fotógrafo que pudesse documentar aquilo. Mas o empregado,
apavorado, foi e não voltou. O proprietário, juntamente com o outro
rapaz, aproximou-se da nave e a rodearam em busca de alguma
abertura. Notaram pequenos espaços cobertos com algo metálico,
parecido com um coador de cafeteira. Foi então que o fazendeiro
tomou coragem e bateu com a carabina no disco. O som ecoava dentro
do UFO, como se fosse oco. Usou, então, seu facão paraguaio para
deslocar uma espécie de rebite do aparelho. Notou que o material
não era ferro ou chapa. Além disso, não se parecia com metal e sim
com algo plastificado, como uma resina acrílica.</span>
<span>O objeto tinha as cores prata e
dourada. Era redondo, com discos de tamanhos diferentes sobrepostos
e três peneiras. A parte de baixo era côncava e no centro havia uma
outra cúpula convexa, que foi retirada e deixada de lado. O disco
estava assentado sobre um tripé, tendo nas extremidades três
esferas maciças e metálicas, com diâmetro entre 1,20 m e 1,50 m,
que estavam afundadas no chão, a uns 40 cm. Essas bolas estavam
protegidas por uma espécie de cúpula, que tinha em cima alguns
pistões que manobravam o tripé. Eram cromadas e refletiam imagens
espelhadas. Havia na parte de baixo um disco em formato de volante
transparente, com mais de 20 perfurações, cujo centro era repleto
de circunferências metálicas que se movimentavam.
</span><span>As testemunhas viram
quando os três tripulantes retornaram do rio trazendo um
instrumento. Ao passarem perto de um pé de Jacarandá, um dos ETs,
que trazia um tubo nas costas, acionou uma espécie de lança-chamas
na referida árvore, queimando-a. Os três tripulantes passaram a uma
distância de 50 m das testemunhas e eram aparentemente normais,
semelhantes a humanos. O fazendeiro e o funcionário verificaram
que, da casa daquele rapaz que foi à cidade buscar ajuda, e que não
voltou, os alienígenas retiraram alguns objetos de uso doméstico,
como facas, latas de doce, conservas e até uma metralhadora alemã.
Entrevistados pelo pesquisador Bühler, os indivíduos confirmaram o
fato. Eles apenas acrescentaram que durante aproximadamente seis
meses sentiram certa fraqueza nas pernas, só se
locomovendo com o uso de bengala.
</span><span><strong><span>Embate com extraterrestres
</span></strong> Vejamos mais uma ocorrência estarrecedora.
No dia 28 de novembro de 1954, às 02h00, Gustavo Gonzales e José
Ponce iam de caminhão até o mercado municipal de Petare, Caracas,
Venezuela, quando foram obrigados a parar devido ao bloqueio da rua
principal por uma enorme esfera luminosa suspensa a dois metros do
solo. Gonzales foi averiguar o que estava acontecendo e notou uma
pequena criatura de um metro de altura, com o corpo coberto de
pêlos, vindo rapidamente em sua direção. Os olhos do ser pareciam
brilhar, como os de um felino. Ele tentou agarrá-lo, mas logo
sentiu o quanto seu corpo era rígido. O pequenino empurrou-o
violentamente e tornou a ir em sua direção, dessa vez com as mãos
estendidas, deixando à mostra longas garras. O rapaz então sacou
sua faca e golpeou o ser na altura do ombro. A lâmina, no entanto,
em vez de penetrar na carne, faiscou em contato com os pêlos, como
se fossem metálicos.</span> <span>No
desenrolar da luta, Ponce observou duas criaturas semelhantes
saírem correndo de uma rua próxima, aparentemente carregando
cascalho para dentro do objeto. Apavorado, o homem resolveu chamar
a polícia, torcendo para que seu companheiro não fosse ferido na
luta. Gonzales ainda empunhava a faca no momento em que um dos
seres saiu da esfera segurando um tubo em uma das mãos, de onde
disparou um jato de luz. Ponce relatava o caso na delegacia local
quando os policiais trouxeram Gonzales, bastante perturbado e
machucado. A polícia confirmou a história para a imprensa, segundo
informou o ufólogo Jader U. Pereira, na obra Tipologia dos
Humanóides Extraterrestres, da primeira fase da Coleção Biblioteca
UFO (...).
</span><span><strong><span>Estopa velha
</span></strong> Em 20 de dezembro de 1958, em Hoganas,
Suécia, dois jovens de 20 anos viram um disco de aproximadamente
cinco metros de diâmetro e um metro de altura estacionado, apoiado
sobre três pernas. Ao se aproximarem dele, foram atacados por
quatro criaturas amorfas de cor cinza chumbo. Os seres tinham cerca
de 1,30 m de altura e espessura de 40 cm. Pareciam adivinhar as
intenções dos jovens. Foi quando começaram lutar. Ao esmurrar um
dos seres no ombro, a mão de uma das testemunhas simplesmente
afundou no corpo gelatinoso, que exalava um cheiro semelhante a
estopa velha.</span> <span>A
luta com as criaturas durou de quatro a sete minutos, quando as
criaturas finalmente retornaram para o disco que, ao ser aberto,
emitiu um som apavorante. Os jovens ficaram paralisados devido às
vibrações do UFO. Pouco tempo depois, foram socorridos e levados a
um hospital próximo. Após um mês do ocorrido, o psiquiatra Ingeborg
Kjellin os examinou e atestou sanidade. Posteriormente, submetidos
à análise hipnótica pelos doutores Lars Erick, Essen e Kilhelm
Hellstein, confirmaram suas declarações do fato. As informações
desse caso estão guardadas no Departamento de Defesa Militar da
Suécia.</span></div>
<p><strong><span>A eterna
interrogação dos seres humanos  se nossos visitantes são
amigáveis ou hostis  só será respondida quando houver um
contacto definitivo e aberto com eles</span></strong></p>




<p></p>
<p>Fonte: Revista UFO online</p>
				</div>			</content>			<id>http://zetas.bloguepessoal.com/118380/O-lado-negativo-das-visitas-extraterrestres/</id>			<link href="http://zetas.bloguepessoal.com/118380/O-lado-negativo-das-visitas-extraterrestres/" />			<author>				<name>zetas</name>				<uri>http://zetas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-01-08T15:37:23+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Novo DVD da UFO: Fastwalker</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				


<strong>Novo DVD da
UFO apresentaque <em>"eles
estão entre nós"</em></strong>


<strong></strong>



<p>Digam o que disserem, a Revista
UFO continua a ser a minha favorita no que toca a lançamentos de
DVD´s sobre ovnilogia.</p>
<p>Tenho alguns DVD´s da UFO e
realmente recomendo aos que gostam detes tema e de tudo o que a
ovnilogia abrange. Por isso, não resisti e decidi anunciar esta
nova "ferramenta" para estudo, pois aborda factos e testemunhos
muito interessantes e pertinentes que nos fazem pensar duas vezes,
antes de usar a gaveta "ceptica" para fechar o que muitas vezes
está á nossa frente.</p>
<p>Portanto, o editor da revista que
me desculpe, mas vou deixar aqui o anuncio deles relativo ao DVD
Fastwalker, que recomendo vivamente:</p>










<div><span>" (...)
<strong>Fastwalker</strong> tem um conteúdo arrebatador, mostrando
detalhes da presença alienígena na Terra poucas vezes expostos
antes.</span></div>
<div><span>O DVD recebeu premiações em
vários países, dentro e fora dos meios ufológicos. Nos EUA, foi
vencedor do Festival Anual de Vídeos Sobre UFOs, realizado durante
o Congresso Mundial de Ufologia, após ser julgado pelos mais ativos
pesquisadores da atualidade.</span></div>
<div><span><span>Com a apresentação dos mais recentes casos
ufológicos, alternados com análises feitas por <em>experts</em> de
várias nações, <strong>Fastwalker</strong> oferece a prova
definitiva de que aliens já estão entre nós.</span></span></div>
<div><span><span>(...) apresenta detalhes da agenda
extraterrestre que nossos visitantes vêm executando na Terra
há milênios. Dados inquestionáveis do documentário mostram que
estamos numa fase avançada do acobertamento ufológico, porque as
nações envolvidas com a política de sigilo aos UFOs estão cientes
da iminência de um contato oficial com outras espécies  e
tentam impedir a todo custo que a humanidade saiba desta
realidade.
</span><span><strong>Fastwalker</strong> é também uma fonte
incomparável de novas filmagens de UFOs sobrevoando sobre grandes
cidades, aparentemente sem qualquer preocupação, por parte de seus
tripulantes, em serem vistos.</span></span></div>
<div><span><span>Personalidades da Ufologia Mundial são
entrevistadas e falam abertamente sobre ETs em nosso planeta, como
Jim Marrs, Robert Dean, Richard Boylan, Jaime Maussán e Richard
Dolan.</span></span></div>
<div><span><span>Veja declarações do monsenhor Corrado Balducci,
exorcista da Igreja que foi autorizado pelo para João Paulo
II.</span></span></div>
<div><span>Um dos pontos altos de
<strong>Fastwalker</strong> é a apresentação da nova tendência da
Ufologia, a Exopolítica, que trata dos futuros relacionamentos que
manteremos com outras espécies cósmicas.</span></div>
<div><span>Os maiores ícones desta nova
área estão no DVD, como Steven Greer, Steve Bassett, Michael Salla
e Len Horowitz (...)".
</span>
<div><strong><span>Alguns
dos melhores momentos do documentário:</span></strong></div>
<div><strong><span></span></strong></div>
<div><strong><span>
</span></strong></div>
<div><strong><span></span></strong></div>
<span><span>*</span> Os novos planos
governamentais para impedir que a realidade ufológica venha a
público, depois dos últimos casos
globais.</span><span><span>*</span> Depoimentos de ex-militares e ex-agentes
secretos norte-americanos, revelando fatos desconhecidos do
público.</span><span><span>*</span> Novos fatos sobre abduções, relatados
por especialistas com décadas de estudos, confirmam que os raptos
por ETs são seculares.</span><span><span>*</span> A estratégia do governo dos Estados
Unidos para o caso de uma eventual invasão de forças
galácticas.</span><span><span>*</span> Filmagens inéditas e impressionantes de
discos voadores em manobras sobre bases militares e grandes cidades
de todo o mundo.</span></div>




<p></p>
<p>Fonte: Revista UFO online</p>
				</div>			</content>			<id>http://zetas.bloguepessoal.com/118371/Novo-DVD-da-UFO-Fastwalker/</id>			<link href="http://zetas.bloguepessoal.com/118371/Novo-DVD-da-UFO-Fastwalker/" />			<author>				<name>zetas</name>				<uri>http://zetas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-01-08T15:17:16+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Vídeo Inexplicata 2008</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O presente vídeo apresenta um apanhado de imagens de supostos
OVNI´s, avistados durante o passado ano de 2008, no México e na
America do Sul.</p>
<p>Algumas imagens sugerem que realmente algo de origem
desconhecida partilha o nosso espaço aéreo.</p>
				</div>			</content>			<id>http://zetas.bloguepessoal.com/118129/Video-Inexplicata-2008/</id>			<link href="http://zetas.bloguepessoal.com/118129/Video-Inexplicata-2008/" />			<author>				<name>zetas</name>				<uri>http://zetas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-01-07T14:19:34+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Aimee: Um caso de abdução</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://zetas.bloguepessoal.com/116146/Aimee-Um-caso-de-abducao/</id>			<link href="http://zetas.bloguepessoal.com/116146/Aimee-Um-caso-de-abducao/" />			<author>				<name>zetas</name>				<uri>http://zetas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-12-29T21:35:53+01:00</updated>		</entry></feed>