<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Conhecer, aprender e evoluir]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-11-21T23:52:58+01:00</updated>		<entry>			<title>SOU ASSIM</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Eu...</p>
<p>Sou assim.</p>
<p>Assim, mesmo.</p>
<p>Nem pior, nem melhor,</p>
<p>Nem fruto de cuidado especial,</p>
<p>Nem de origem diferente afinal.</p>
<p></p>
<p>Sou eu.</p>
<p>Assim mesmo.</p>
<p>Olhando a vida, </p>
<p>Mais com pena,</p>
<p>Do que com alegria </p>
<p>Que valha a pena.</p>
<p>Evitando julgar, </p>
<p>Calando,</p>
<p>Mas no negando olhar,</p>
<p>Nem intervir,</p>
<p>Perante desmando.</p>
<p></p>
<p>Sem pinga de heroi,</p>
<p>Que em fogueira arde,</p>
<p>Nem a cobardia que destroi,</p>
<p>Depois, mais tarde.</p>
<p>Quando ja no ha remedio,</p>
<p>Nem salvao possivel,</p>
<p>Para quem se fez invisivel.</p>
<p></p>
<p>Pois e. Sou eu.</p>
<p>Pouco diferente que plebeu,</p>
<p>Procurando razo de viver,</p>
<p>E motivo para continuar,</p>
<p>Sem nunca encontrar,</p>
<p>Uma soo,</p>
<p>Para ca andar.</p>
<p></p>
<p>Sem jeito nem feito,</p>
<p>Que justifique tal,</p>
<p>Sempre consciente,</p>
<p>De no passar, </p>
<p>De um animal.</p>
<p>Com cio,</p>
<p>Com medo,</p>
<p>Com instinto,</p>
<p>E, por vezes, to irracional,</p>
<p>Como outro qualquer,</p>
<p>Que esta correndo,</p>
<p>Simplesmente,</p>
<p>Paramorrer.</p>
<p></p>
<p>Sou assim,</p>
<p>To estranho, fraco e debil,</p>
<p>Mas sem pena de mim.</p>
<p></p>
<p>Victor Faria</p>				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/228715/SOU-ASSIM/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/228715/SOU-ASSIM/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-21T23:52:57+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A LUTA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Peleja a experiente alma minha,</p>
<p>Contra um corpo gasto que adivinha,</p>
<p>Seu tempo estar cada vez mais perto do fim.</p>
<p>Numa luta angustiada, fratricida e ingloria,</p>
<p>Onde nenhum dos dois canta vitoria,</p>
<p>Sem que o outro saiba que no e assim.</p>
<p></p>
<p>Ses,</p>
<p>Ses,</p>
<p>Manchas em alvo pano de mortalha prometida.</p>
<p>Enquanto se vai perdendo a cada pensamento,</p>
<p>Um pouco da coragem, da fe e do genuino alento,</p>
<p>Que sempre em qualquer tempo deve gerir a vida.</p>
<p></p>
<p>E nem as frageis certezas de uma fe inabalavel,</p>
<p>Conseguem ditar treguas na intima batalha,</p>
<p>No havendo no ceu santo ou anjo que me valha.</p>
<p></p>
<p>Victor Faria</p>				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/228712/A-LUTA/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/228712/A-LUTA/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-21T23:30:51+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>MOVIMENTO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<p>Tudo a minha volta se move,</p>
<p>Com direco.</p>
<p>Tal como a agua na rua quando chove,</p>
<p>Tal como o vento furioso de um furaco.</p>
<p></p>
<p>E eu, aqui, parado, limito-me a olhar,</p>
<p>Sem ver, sem pensar, sem julgar,</p>
<p>Deixando-me, por vezes, arrastar,</p>
<p>Pela turbulencia que me varre,</p>
<p>Como se fosse uma folha castanha,</p>
<p>Caida de uma arvore estranha,</p>
<p>Levada pela aragem fria do Outono,</p>
<p>Completamente so, ao abandono.</p>
<p></p>
<p>Mas na maior parte das vezes,<span></span></p>
<p>Nada me obriga a mover,<span></span></p>
<p>E"></span></p>
<p>As sortes e os revezes,<span></span></p>
<p>Da vida em movimento,<span></span></p>
<p>Que ja n"></span></p>
<p>Nem me seduz,<span></span></p>
<p>Tal a sensa"></span></p>
<p>A que o movimento me conduz.<span></span></p>
<p><span></span></p>
<p>Depois, tambem fruto de um ver estranho,<span></span></p>
<p>Pergunto-me a mim proprio se ainda venho,<span></span></p>
<p>Buscar neste olhar tristemente descontente,<span></span></p>
<p>A realiza"></span></p>
<p>Em que a esperan"></span></p>
<p>Que empurrava o"></span></p>
<p></p>
<p>Victor Faria</p>
<p></p>
</p>
<p></p>				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/228328/MOVIMENTO/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/228328/MOVIMENTO/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-19T23:32:55+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O TERRIVEL MÊS</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Não sei se toda a gente pensa o mesmo que eu sobre este
assunto. Mas pelo que vou ouvindo por aí, haverá muito boa gente
que, independentemente de serem supersticiosos ou não, tem sempre
um mês que são capaz de identificar como sendo aquele em que, na
maioria dos anos passados, as coisas raramente correram
bem.</p>
<p>O meu. É o presente. Ou seja, Novembro.</p>
<p>Sinceramente que luto contra esta superstição sempre que
o fim de Outubro se aproxima, mas a verdade é que, depois, os
factos, acabam sempre por me obrigar a dizer: - Filho da mãe de
mês!</p>
<p>E vejam lá se eu não tenho razão:</p>
<p>- Foi em Novembro que tive o meu maior problema de saúde,
com o qual quase perdi a vida.</p>
<p>- Tem sido no mês de Novembro de vários anos, que sempre
me aparecem novos problemas de saúde.</p>
<p>- Se me esqueço do mês que corre, logo um qualquer azar,
(avarias súbitas e irremediáveis de aparelhos, assuntos que nunca
correm bem, perdas de coisas estimadas, etc.) me vem lembrar que o
mês é o malfadado Novembro.</p>
<p>Em conversa com um amigo sobre este assunto, aqui já há
algum tempo, ele apresentou-me uma teoria interessante sobre o
assunto, dizia ele:</p>
<p><em>- Quem transporta para este mês essa carga tão negativa
és tu. Quando te sucedeu o primeiro grande percalço no mês de
Novembro há alguns anos. O que é que tu fizeste no ano a seguir?
Logo que o mês começou, ou ainda antes, de certo que disseste: -
Faz agora, neste mês um ano, que tive aquele problema grave de
saúde.</em></p>
<p><em>E pronto. A partir daí, a primeira coisa desagradável que
te sucedeu, logo a associaste ao mês e achas-te que era o teu mês
de azar. A negatividade com que encaras o mês não te deixa sequer
admitir que nem tudo nele é negativo. Inconscientemente já estás há
espera que tudo corra mal e atrais para ti e para tudo o que fazes,
uma onda tão negativa que, dificilment,e as coisas te podem correr
bem.</em></p>
<p><em>O azar e a sorte, somos nós que os provocamos. Se
conseguires olhar para trás e perceber que afinal és bem capaz de
encontrar meses onde as coisas foram bem piores, deixarás de ter um
Novembro tão mau. Por isso, não te queixes. O culpado és
tu.</em></p>
<p>Bem. Esta conversa ficou-me na memória. E é por isso que
sempre procuro entrar no mês de Novembro com os pensamentos mais
positivos que consigo arranjar. Mas a verdade é que, seja por minha
culpa ou por culpa de deuses brincalhões que se divertem a ver-me
sempre em palpos de aranha neste período, o resultado é sempre do
pior.</p>
<p>Imaginem só. Ainda estamos a 18 e já me aconteceram uma
série de azares, que me levam a que eu, já peça várias vezes ao
dia, que o mês acabe. E a prova que falo verdade é este texto, que
não passa de uma lamuria de um tipo que não acredita em bruxas, mas
que as há...</p>
<p>E não me venham dizer que sou supersticioso, porque isso
não me ajuda de maneira nenhuma. Digam-me antes como dar a volta a
isto. Se souberem.</p>
<p></p>
<p>Victor Faria <span></span><span></span><span></span><span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/228167/O-TERRIVEL-M-S/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/228167/O-TERRIVEL-M-S/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-19T00:08:55+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>ATROPELADO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Quantas vezes já me senti atropelado?</p>
<p>Sei lá! Perdi-lhe a conta e há muitos anos.</p>
<p>Por acaso, felizmente, nunca fui atropelado por qualquer
veículo, de duas, quatro ou mais rodas. Embora já estivesse bem
perto disso. Mas atropelado e "comido" pelos monstros
dosistema, pela burocracia, pela inoperância de serviços do
Estado, pelo desleixo, pelo deixa andar, pela má
vontade, pela antipatia, pela intriga, pela inveja, pela traição,
pela deslealdade e pela indiferença, ah! Isso já! E de que
maneira!</p>
<p>Dirão os amigos e amigas que estão a ler este pequeno
texto: - E quem não foi?</p>
<p>É verdade. E quem não foi? Quem é que se pode gabar de
realmente nunca se ter sentido atropelado e impotente perante uma
das situações que apontei?</p>
<p>Creio que ninguém.</p>
<p>Que tristeza!</p>
<p>Pois é. Mas é a realidade.</p>
<p>Os com idade mais perto da minha, um pouco influenciados
pela diferente educação que tiveram, vão dizer que é fruto dos
tempos que correm. Os mais jovens, não se importarão de afirmar que
a culpa é dos cotas ultrapassados e gastos que não
sabem viver à maneira, mas a verdade é que a culpa é
de todos e de todos os tempos.</p>
<p>Acusam-se os portugueses de vários defeitos e de terem
características de comportamento muito próprias, que são
incompreensíveis para a maioria dos seus concidadãos da Europa, com
quem deveriam, em principio, ter maior afinidade.</p>
<p>Tretas! Só diz isso, quem nunca saiu deste rectângulo à
beira mar plantado e não conviveu, durante uns tempos, no
dia-a-dia, com outros povos.</p>
<p>Todos têm as suas manias e os seus defeitos, todos
poderiam assinar por baixo o que até aqui foi escrito, como a
realidade do seu próprio país.</p>
<p>Então o mal está na raça humana?  Perguntam vocês
 Sem dúvida!  Responderei eu.</p>
<p>No entanto, há realmente uma coisa que mais ninguém, a
não ser os portugueses, tem.</p>
<p>O português, talvez por causa da canção nacional ser o
fado, é um lamentador militante mas não um reclamador, nem um
contestatário. Lamuria-se, lamenta-se, chora e bate o pé, mas
assobia baixinho para não lhe perguntarem directamente porque carga
de água está a fazer barulho. E é por essas e outras que tudo isto
está como está e nós nos sentimos constantemente atropelados e
reduzidos a escombros, mesmo quando somos daqueles que ainda
assinam o livro de reclamações e apresentam queixa contra quem os
lesa e, por isso, somos rotulados com a célebre frase:  O
Chato do costume. Verdade?</p>
<p>Pronto. Agora fui eu que vos atropelei
com esta conversa. <span></span><span></span></p>
<p></p>
<p>Victor Faria</p>
				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/227776/ATROPELADO/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/227776/ATROPELADO/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-17T16:57:22+01:00</updated>		</entry></feed>