<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[CONHECER, APRENDER E EVOLUIR]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-07-04T00:55:25+02:00</updated>		<entry>			<title>AINDA HOJE</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p>
Ainda hoje a
tua sombra,</p>
<p>
Passeia no
jardim das minhas recordações,</p>
<p>
Pisando as
pétalas da minha saudade,</p>
<p>
E as cinzas
das minhas ilusões.</p>
<p>
</p>
<p>
Ainda hoje o
teu sorriso,</p>
<p>
É o sol que
beija as flores dos meus canteiros.</p>
<p>
Feitos de
ternura e de imensa paixão,</p>
<p>
E que são
sempre os primeiros,</p>
<p>
A florir no
jardim do meu coração.</p>
<p>
</p>
<p>
Ainda hoje
sinto o teu cheiro doce,</p>
<p>
De menina
feita mulher precoce,</p>
<p>
De mulher
sempre menina eterna,</p>
<p>
Que me fazia
criança encantada,</p>
<p>
Com seus
gestos carinhosos de fada.</p>
<p>
</p>
<p>
Ainda hoje,
tal como ontem e como amanhã,</p>
<p>
És o mar que
se espraia na areia dos meus sonhos,</p>
<p>
O rio que
alimenta a minha saudade,</p>
<p>
E a única
natureza que é verdade.</p>
<p></p>
<p>
E nesta vida em que
foste tão breve,</p>
<p>
Como a brisa fresca de uma noite de
verão,</p>
<p>
Feita de suave ternura e doce
paixão,</p>
<p>
Ainda hoje o teu olhar
recordado,</p>
<p>
Meteu
eternoenamorado.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Vitor Faria</p>
				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184956/AINDA-HOJE/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184956/AINDA-HOJE/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-07-04T00:55:09+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>PEQUENAS COISAS</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p>É sempre a mais
pequena,</p>
<p>Que mais vale a
pena.</p>
<p>É sempre a mais
escondida,</p>
<p>Que nos trás lições de
vida.</p>
<p>É sempre aquela que
quase não vê,</p>
<p>Que mais nos acaba por
dizer, porquê.</p>
<p>É sempre a mais simples
de todas,</p>
<p>Que virá a ditar as
novas modas.</p>
<p>É sempre com o que não
acreditamos,</p>
<p>Que mais vezes nos
salvamos.</p>
<p>São sempre pequenas
coisas de nada,</p>
<p>Que nos servem de
escada,</p>
<p>Que nos
elevam,</p>
<p>Nos redimem,</p>
<p>E nos
ensinam,</p>
<p>Que a vida é feita de
pequenos nadas,</p>
<p>Que bem podem fazer
desta vida,</p>
<p>Um lindo conto de
fadas.</p>
<p></p>
<p>Vitor Faria</p>
				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184928/PEQUENAS-COISAS/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184928/PEQUENAS-COISAS/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-07-04T00:10:26+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O QUE O FARIA, FARIA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p>Nos meus dourados e
saudosos tempos de estudante, houve um engraçadinho cheio de ideias
que resolveu brincar com o meu nome. E vai daí, saiu-se com
esta:</p>
<p>- Ouve lá ò Faria,
responde-me lá a esta: Se o Faria, batesse ao Faria, o que é que o
Faria, faria, ao Faria?</p>
<p>Claro que a minha
resposta, embora um tanto indelicada, foi um pouco de acordo com o
principio que sempre me regeu nestas coisas (se gostas de brincar
com os outros tens que admitir que os outros brinquem contigo) e
respondi da seguinte maneira: - Ao Faria, o Faria não faria nada,
mas a ti, de certo que te f...ia</p>
<p>Coisas de rapazolas com
a mania que são engraçados.</p>
<p>Mas a verdade é que
aquilo me ficou na memória e, anos mais tarde era mesmo eu que,
entre amigos referia a brincadeira.</p>
<p>Esta história, o facto
de eu ter a mania de falar comigo mesmo, vocês nem imaginam as
coisas que se aprendem quando se consegue ter um diálogo permanente
com o nosso eu interior, levou-me a pensar que seria interessante
dar-vos um exemplo de uma dessas conversas entre o Faria mais
recatado e ponderado e o Faria estoira vergas (que me
faz cometer os maiores dos disparates) no caso de me ter sucedido a
mim, o que ontem sucedeu ao Ministro da Economia, na Assembleia da
Republica, coisa que não seria muito provável, porque não é meu
costume perder as estribeiras mesmo quando sou verbalmente atacado
e provocadode modo menos justo, pois consigo sempre conter-me
mais ou menos bem e evitar perder a razão com explosões de mau
génio.</p>
<p>Mas vamos então ao
diálogo:</p>
<p>- Então, nova asneira e
da grossa.</p>
<p>- É verdade. Desta vez
espalhei-me ao comprido.</p>
<p>- Mas o que é que te
passou pela cabeça?</p>
<p>- Sei lá! Perdi
completamente o controle.</p>
<p>- E não
podias.</p>
<p>- Pois não. Mas os gajos
estavam a provocar-me de uma maneira...</p>
<p>- Isso não pode servir
de desculpa.</p>
<p>- Pois não.</p>
<p>- E o teu patrão deve
ter ficado pior que urso.</p>
<p>- Mas reagiu
bem.</p>
<p>- Também não tinha outro
remédio.</p>
<p>- Pois não.</p>
<p>- E agora?</p>
<p>- Agora, o que não tem
remédio remediado está.</p>
<p>- Achas que os teus
parceiros ficaram aborrecidos contigo?</p>
<p>- Um bocado.
Principalmente o Teixeira. Sobrou para ele coitado.</p>
<p>- Mas no fundo achas que
não fizeste um bom trabalho?</p>
<p>- Também tu?</p>
<p>- Vá...Diz
lá.</p>
<p>- Acho que fiz coisas
bem feitas e que se não fosse a crise, no fim seria reconhecido o
meu bom trabalho.</p>
<p>- Mesmo com as
gafes?</p>
<p>- Bem...tenho que
reconhecer que fui, nesse particular, um bocado infeliz.</p>
<p>- E agora?</p>
<p>- Erguer a cabeça e
andar para a frente.</p>
<p>- Mas não achas que a
tua carreira politica está condenada?</p>
<p>- Mas eu não sou um
político. Sou um economista.</p>
<p>- Ah! Pois é! Acreditas
que nem me lembrava mais disso?</p>
<p>- Mas convêm. Por que é
por aí que vai estar o meu futuro.</p>
<p>- Então pensas que ainda
tens futuro.</p>
<p>- Claro. Que eu saiba,
ainda não morri.</p>
<p>- Pois não.</p>
<p>- Mas vais ficar na
História como o ministro que foi demitido em plena
assembleia.</p>
<p>- Já é alguma coisa
não?</p>
<p>- Achas?</p>
<p>- Porra! És mesmo do
contra! Olha. Corninhos para ti também.</p>
<p></p>
<p>Conclusão: Neste caso, o
Faria teria batido ao Faria. E sabe-se lá o que o Faria, faria ao
Faria.</p>
<p></p>
<p>Vitor Faria</p>
				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184739/O-QUE-O-FARIA-FARIA/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184739/O-QUE-O-FARIA-FARIA/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T15:14:12+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A ARTE DIFICIL DA HUMILDADE</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>É possível que se tenha
de reconhecer que ser humilde, quando se possui grandes capacidades
na profissão que se exerce, e isso é claramente reconhecido pelos
outros, é bem capaz de ser uma arte difícil de dominar.</p>
<p>Pessoalmente, penso que
a humildade é uma qualidade que nem toda a gente possui mesmo nos
casos em que haveria mais do que razão para a pessoa ser humilde
devido às suas reconhecidas incapacidades e insuficiências do que o
contrario.</p>
<p>Será então a humildade
uma qualidade que nasce com a pessoa e que, ou se é humilde ou não
se é, porque não é coisa que se aprenda?</p>
<p>Penso que não será tanto
assim. Acho que a vida, nos vai ensinando a ter uma determinada
dose de humildade, à medida que vamos reconhecendo os nossos
limites e a real dimensão das nossas capacidades.</p>
<p>Vem isto a propósito da
nossa afamada estrela do futebol, ainda considerado o melhor do
mundo entre os seus pares.</p>
<p>Independentemente do que
eu penso sobre a justeza do seu êxito na profissão que escolheu, à
medida que o tempo vai passando, a verdade é que vamos sendo
confrontados com uma exaustiva sequência de notícias, sobre a sua
pessoa e a sua vida, com demonstração de algumas atitudes suas, que
deixam muito a desejar. Facto que, nos leva a pensar, que se
algumas vezes o rapaz nos pareceu humilde, foi puro
engano.</p>
<p>E isso obriga-nos, mesmo
sem querer, a olhar para outros exemplos que são exactamente o
contrário deste. Olhamos para um Luís Figo, um Rui Costa e um Kaká.
E nunca nos lembramos de ver uma notícia sobre eles, no mínimo,
parecida, com as que nos inundam os jornais, revistas, rádios e
televisões.</p>
<p>Alguém se lembra de
notícias sobre os amores e desamores destes senhores?</p>
<p>Alguém se lembra de ver,
por parte deles, uma atitude ou um gesto menos educado,
para</p>
<p>com os jornalistas ou
adeptos?</p>
<p>Portanto, a coisa não
deve ser tão difícil assim.</p>
<p>Podem-me dizer a frase
mais usada nestas situações, que é: A fama subiu-lhe à
cabeça.</p>
<p>Mas, embora reconheça
que há um pouco de verdade nisso, a maior percentagem, na minha
opinião, vai para outras duas questões; falta de formação adequada
e falta de humildade. O que é uma pena.</p>
<p>Comportamentos de
novo-riquismo, já se esperavam, mais ou menos, dada a sua origem
pobre e de condição social média-baixa. Mas, má educação e total
ausência de humildade, acaba por nos surpreender um pouco. E é
pena.</p>
<p>Mas isto, só vem dar
razão ao velho dito popular que afirma; - Na vida, nunca se pode
ter tudo.</p>
<p>Ao rapazote, não lhe
falta dinheiro (até ver) mordomias e fama inerente. Também não lhe
falta arte na profissão de jogador de futebol, embora esta parte
ainda vá passar por uma prova difícil que se chama Real Madrid, mas
falta-lhe claramente mais educação e humildade, que só lhe ficaria
bem aprender a ter. Mas, como já disse, não se pode ter tudo, nem
mesmo quando se pensa que se atingiu o estatuto de um deus,
esquecendo que também há deuses de pés de barro. E não estou a
dizer que é o caso, mas...</p>
<p>Claro que temos também
de considerar que a arte de ser humilde é bem capaz de ser mais
difícil do que a arte de jogar futebol. Embora eu não considere que
isso possa servir de desculpa.</p>
<p>Enfim, pelo menos desta
vez, o exemplo do moço serviu apenas para este artigo sobre a arte
difícil da humildade, e não para dar mais uma notícia do tipo
faca e alguidar.</p>
<p>É só esta minha mania de
me meter onde não sou chamado.</p>
<p></p>
<p>Vitor Faria</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184613/A-ARTE-DIFICIL-DA-HUMILDADE/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184613/A-ARTE-DIFICIL-DA-HUMILDADE/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T01:48:50+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>CARTA ABERTA DE UM ELEITOR</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p>Exmo. Sr. ou Sr.ª
Politico/a</p>
<p></p>
<p>Na qualidade de eleitor
devidamente inscrito nos cadernos eleitorais da Junta de Freguesia
da minha residência e já com idade bastante superior (infelizmente)
a 18 anos.</p>
<p>Portanto, devidamente e
legalmente autorizado a votar, venho por este meio convidar V. Exa.
a uma breve introspecção meditativa sobre algumas questões que me
começam a preocupar, tendo em atenção a proximidade de duas
importantes eleições.</p>
<p>Independentemente da
área politica e ideológica a que V. Exa. possa pertencer, creio que
terei toda a legitimidade de, junto de si, manifestar estas minhas
preocupações e dúvidas. Esperando que V. Exa. não faça com elas, a
mesma coisa que é usual, nestas alturas os políticos fazerem. Ou
seja, afivelarem o mais simpático dos sorrisos, balbuciarem os mais
cordiais e fantasistas comentários e esquecerem, segundos depois, a
minha humilde existência.</p>
<p>Esperançado que V. Exa.
seja a excepção à regra, aqui ficam sintetizadas as minhas
preocupações em algumas simples perguntas.</p>
<p>Tendo em consideração
que ainda não consegui encontrar nas intervenções de V. Exa. e seus
pares, qualquer coerente e documentado projecto politico visando a
futura governação do país, pergunto a V. Exa. se por acaso estarei
a fazer alguma delirante confusão, e as próximas eleições não são,
como eu penso, para a eleição de deputados da Assembleia da
República, e cujos resultados ditarão, naturalmente, a área
politica da futura formação de um governo e se, pelo contrário,
afinal as eleições são apenas para a designação do futuro
presidente do meu clube desportivo o glorioso  Parvónias
futebol clube?</p>
<p>Se como eu penso, a
resposta à primeira questão é que efectivamente as próximas
eleições são realmente para se concluir quem vai governar o país,
poderá V. Exa. fazer-me a gentileza, se não for muito incómodo nem
demasiado esforço em tempo de calor, de me explicar porque razão as
intervenções de todos os políticos deste país, ou quase todos, se
centram apenas nos temas que todos os eleitores já conhecem na
perfeição, tais como; o que está mal, o que resultou mal, o que se
espera que ainda corra pior, porque é que a crise veio, porque é
que a crise não se vai embora tão depressa, porque é que o politico
A disse que o politico B disse. O que
este desmente e o outro reafirma, o primeiro volta a desmentir e o
segundo torna à carga, em quanto o pessoal cá de baixo, há muito
que percebeu que os dois mentem ou maquilham a verdade com artes de
verdadeiros e experimentados palhaços. Se V. Exa. tiver uma
explicação para esta questão, que não seja a refinada e repassada
cassete, talvez este humilde eleitor consiga passar a perceber um
pouco da política que se pratica cá no burgo.</p>
<p>E como não pretendo
causar a V. Exa. um embaraço maior que aquele a que V. Exa. já está
habituado, pelo calejamento adquirido nas visitas folclóricas a
tudo o que são mercados, feiras e festivais gastronómicos, nestas
alturas do campeonato, vou terminar com as perguntas que são a
minha maior preocupação:</p>
<p>- Se V. Exa.
e os seus pares, não mostram projectos credíveis de governação, sem
mistura de pitadas de demagogia, falsas verdades estatísticas,
projecções que foram devidamente elaboradas por encomenda
específica, e falsas promessas que serão de imediato esquecidas,
como esperam V. Exas. que os eleitores votem, com a necessária
consciência de que estão a escolher o melhor para o
futuro?<span></span></p>
<p>Por último, gostaria de
convidar V. Exa. a fazer uma confidência a um eleitor um pouco
desgostoso:</p>
<p>- V. Exa. e os seus
pares têm realmente a consciência plena do que andam a fazer e a
dizer e sabem perfeitamente como vão governar esta país? Ou apenas
estão interessados no lugarzinho bem pago, proeminente e que vos
assegura um futuro risonho coisa que pouco deve interessar a quem
trabalha e vai com o seu esforço sustentando este país?</p>
<p>É que se for assim, pelo
menos poupa-me o trabalho de ir votar, pois sempre achei que a
labuta para sustentar gulosos é tempo perdido e mais vale estar
quieto.</p>
<p>Fico extremamente grato
a V. Exa. pela atenção dispensada e subscrevo-me com a máxima
consideração que merece, só por se ter dado ao trabalho de ler esta
missiva.</p>
<p>Atentamente</p>
<p>Vitor Faria</p>
				</div>			</content>			<id>http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184331/CARTA-ABERTA-DE-UM-ELEITOR/</id>			<link href="http://vitorfaria.bloguepessoal.com/184331/CARTA-ABERTA-DE-UM-ELEITOR/" />			<author>				<name>vitorfaria</name>				<uri>http://vitorfaria.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-07-02T14:52:11+02:00</updated>		</entry></feed>