<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://viegas.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://viegas.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[DIVAGAÇÕES...]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://viegas.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-11-08T15:15:12+01:00</updated>		<entry>			<title>Enfermeiros denunciam "injustiças" em concurso.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>"Há pessoas a ficar
de fora do concurso para reserva de recrutamento para enfermeiros a
contrato individual de trabalho dos Hospitais da Universidade de
Coimbra (HUC) por estarem a trabalhar no estrangeiro e lhes ser
exigida a apresentação ao serviço no dia imediatamente a seguir ao
contacto telefónico. Outras vêem a oportunidade perdida porque não
ouviram ou não puderam atender a chamada. É o Sindicato dos
Enfermeiros Portugueses que o garante.</p>
<div>
<p>Uma enfermeira que trabalha em Espanha, mas deseja regressar a
Portugal, contou, ao JN, sob anonimato, que foi contactada pelos
HUC, às 19.30 horas de quarta-feira (hora portuguesa) para se
apresentar ao serviço às 9 horas da manhã seguinte. Pediu mais
tempo, mas não lhe foi concedido. "Disseram-me só: Boa noite,
obrigada. E não deram margem para nada. Às 20 horas, não podia
ligar para a minha entidade empregadora. Trabalhava no dia a
seguir. Nem tinha voo!", explicou.</p>
<p>A história não surpreende Paulo Anacleto, coordenador da
Direcção Regional de Coimbra do Sindicato dos Enfermeiros
Portugueses, que garante ter recebido dezenas de queixas idênticas
desde fins de Outubro. "É uma profunda injustiça, um desrespeito
completo pelas pessoas", diz o sindicalista.</p>
<p>Já o Gabinete de Comunicação, Informação e Relações Públicas dos
HUC defende, em comunicado, que "a lista obtida aquando da reserva
de recrutamento" foi seguida "com rigor".</p>
<p>"A circunstância de existirem
enfermeiros que foram contactados e aos quais foi dado um curto
prazo para decisão deve-se à recente activação do nível 2 do plano
de contingência da gripe e ao facto de a admissão ser considerada
urgente", lê-se, na mesma nota. "</p>
<p>Fonte: J.N.</p>
</div>
<div></div>
<div>Contacta hoje á noite para se
apresentar no dia seguinte de manhã, boa, se assim não fôr passa á
frente, porque são muitos e isto é uma pressa, grande planeamento e
organização, os que estão melhor preparados e classificados não
interessa.</div>
<div></div>
<div><strong>O
direitaà igualdade numa verdadeira democracia, é assim o
nosso país.</strong></div>
<div></div>
<div><strong>J.V.</strong></div>
<div></div>
				</div>			</content>			<id>http://viegas.bloguepessoal.com/225456/Enfermeiros-denunciam-injusti-as-em-concurso/</id>			<link href="http://viegas.bloguepessoal.com/225456/Enfermeiros-denunciam-injusti-as-em-concurso/" />			<author>				<name>viegas</name>				<uri>http://viegas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-08T15:15:04+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Gripe A: Há médicos de família que se recusam a ver estes casos urgentes.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<h1>Doentes sem atestado!</h1>
<p>"Muitos doentes com gripe A não estão a conseguir obter as
indispensáveis baixas médicas para justificar as faltas ao
trabalho. Há médicos de família que se recusam a ver os casos
urgentes e não passam os certificados de incapacidade
temporária.</p>
<p>O problema ocorre dois meses depois de a
ministra da Saúde, Ana Jorge, ter anunciado que as declarações de
incapacidade temporária seriam dispensadas em caso de gripe A, após
acordo entre os ministérios da Saúde e do Trabalho. No entanto, até
ao momento nada se concretizou e os novos casos de infecção
disparam todos os dias: mais de 28 mil pessoas já foram infectadas
com o vírus H1N1 e 7110 novos doentes foram diagnosticados
entre os dias 26 de Outubro e 1 de Novembro.</p>
<p>O dirigente do Movimento dos Utentes dos
Serviços Públicos, Carlos Braga, critica a falta de medidas da
tutela. Sabemos que muitos cidadãos têm dificuldade em obter
as baixas médicas e estão a ser prejudicados em termos financeiros
devido a esse problema. O responsável acusa a atitude
propagandística do Governo, que deu prioridade aos actos eleitorais
e descurou as medidas para prevenir problemas decorrentes da
epidemia.</p>
<p>O bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes,
justifica a recusa de médicos de família em ver mais doentes
devido às consultas cheias. Fonte do Ministério da
Saúde justifica a falta de medidas devido à mudança de
Governo e afirma que o processo será agilizado em
breve.</p>
<p><strong>ODIVELAS RECUSA ATESTADOS</strong></p>
<p>Francisco Alves foi uma das pessoas que se
debateu com dificuldades em conseguir a justificação para entregar
na empresa onde trabalha. "A minha filha ficou doente com gripe A.
Ontem [anteontem] fui trabalhar e contei que podia estar com a
gripe. O meu chefe mandou-me logo para casa."</p>
<p>Francisco Alves foi à médica de família da
extensão de saúde da Pontinha do Centro de Saúde de Odivelas. "A
médica não me viu nem passou a baixa médica. Mandou-me para o CATUS
[Urgência do centro de saúde]", conta ao CM. Só nessa unidade,
conseguiu a justificação para cinco dias de baixa.</p>
<p><strong>FALTA DE ESPAÇO PARA OS CASOS
SUSPEITOS</strong></p>
<p>O Serviço de Atendimento à Gripe (SAG) no Centro
de Saúde de Amora, concelho do Seixal, vai disponibilizar, na
próxima semana, um novo espaço para as consultas daqueles
doentes.</p>
<p>"Vamos ter uma nova área para o atendimento dos
doentes com gripe A e vamos reforçar o número de médicos e
enfermeiros", revelou ao CM Luís Amaro, o director da unidade,
reconhecendo a falta de espaço. Pouco tempo antes, alguns utentes
sem suspeita de gripe A manifestaram-se alarmados perante a
presença de doentes suspeitos de infecção. António Fontinha, 37
anos, assistiu à confusão: "Eram 09h30 e toda a gente protestava,
alarmada, pela presença de pessoas suspeitas de gripe." Fontinha
criticou a Linha Saúde 24 pelo "atraso no envio do fax" referente
ao encaminhamento dos doentes."</p>
<p>Fonte: Correio da Manhã.</p>

<p>Era de prevêr esta situação, mas a tendência é para ser
pior....</p>
<p></p>
<p>J.V.</p>
				</div>			</content>			<id>http://viegas.bloguepessoal.com/225449/Gripe-A-H-m-dicos-de-fam-lia-que-se-recusam-a-ver-estes-casos-urgentes/</id>			<link href="http://viegas.bloguepessoal.com/225449/Gripe-A-H-m-dicos-de-fam-lia-que-se-recusam-a-ver-estes-casos-urgentes/" />			<author>				<name>viegas</name>				<uri>http://viegas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-08T15:02:59+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O director da RTP/Madeira apresentou a sua demissão do cargo.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<h2>"Após nove anos à frente da Rádio
e quatro na Televisão.</h2>
<h3>
O director da RTP/Madeira apresentou, à administração da empresa,
em Lisboa, a sua demissão do cargo.

Após quatro anos a dirigir a RTP Madeira, Leonel Freitas vai mesmo
deixar o cargo de responsável máximo, na Região, pela estação
pública de televisão, porque o seu pedido acabou por ser
aceite.

A administração da RTP ainda tentou demover Leonel Freitas mas ele
manteve a sua decisão, devendo agora manter-se em funções apenas
até ser substituido.

Terá alegado razões de natureza pessoal.

Leonel Freitas vai continuar com o seu programa quinzenal, às
quartas-feiras, na televisão, "Interesse Público", onde são
abordadas questões de natureza social e política.

Quanto à sua substituição, é natural que venha a ser alguém da
actual direcção da RTP Madeira."</h3>
<p>Fonte: RTPAçores.</p>

<h3>Porque terá pedido a demissão?...
"razões de natureza pessoal"..., será?..., Hummm...</h3>
<h3>Fica a pergunta no ar.</h3>
<p><strong>De referir:
apresentador de alguns programas, entre os quais
"Questão Social", "Rica Saúde" e "Interesse Público". Temas
pertinentes...</strong></p>
<h3>J.V.</h3>
				</div>			</content>			<id>http://viegas.bloguepessoal.com/224853/O-director-da-RTP-Madeira-apresentou-a-sua-demiss-o-do-cargo/</id>			<link href="http://viegas.bloguepessoal.com/224853/O-director-da-RTP-Madeira-apresentou-a-sua-demiss-o-do-cargo/" />			<author>				<name>viegas</name>				<uri>http://viegas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-05T23:06:13+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Boa...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://viegas.bloguepessoal.com/224556/Boa/</id>			<link href="http://viegas.bloguepessoal.com/224556/Boa/" />			<author>				<name>viegas</name>				<uri>http://viegas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-04T23:06:53+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>"Os Intocáveis".</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<h1><span>Os
intocáveis.</span></h1>
<p><span>"O processo Face
Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro
da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe
estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro.
Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era
insultuosa.</span>
<span>Agora, o despacho judicial que
descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata,
executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que
Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz
que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério
Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de
roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de
justiça.</span>
<span>O país tem de saber de tudo porque
por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do
Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga
concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça
e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados,
os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos
caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para
isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a
Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não
comento processos judiciais em curso (...)". O "Senhor
jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que
Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de
partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de
carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente.
Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma
altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em
dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como
tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram
e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras
esterlinas podem ter sido lesados no
Freeport.</span><span>Face ao que
(felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um
chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a
Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada
disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas
práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer
para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm
sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport,
sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro,
sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a
lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o
ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem
clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com
silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na
mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris
para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de
reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios
humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções
não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem
147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade
brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes
ninguém toca."</span></p>
<p><span>Artigo
de Mário Crespo no J.N.</span></p>

<p><span>Sem
dúvida um excelente artigo para lêr e
Reflectir.</span></p>
<p><span>J.V.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://viegas.bloguepessoal.com/224412/Os-Intoc-veis/</id>			<link href="http://viegas.bloguepessoal.com/224412/Os-Intoc-veis/" />			<author>				<name>viegas</name>				<uri>http://viegas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-04T15:02:39+01:00</updated>		</entry></feed>