<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] vidaviva : <![CDATA[Vida Viva]]></title>		<link>http://vidaviva.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[Vida Viva]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 21:42:06 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Mais um exemplo da hipocrisia do governo...]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" align="justify">Ora ontem vi
mais duas notícias que me fizeram constatar a tamanha
hipocrisia do nosso governo. Ora a primeira foi uma notícia
sobre um jovem de 26 anos que na madrugada de sábado para
domingo (de 8 para 9 de Dezembro) por volta das 3 ou 4 da
manhã na Nacional 125 que se despistou num carro desportivo
e furou literalmente pela parede de uma casa demolindo-a na sua
quase totalidade e transformando o respectivo bólide numa
panqueca ao passo que ele, coitado talvez tenha sido o mais
sortudo, apesar da tragédia porque teve morte
imediata.</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">Ora isto por si
só não merecia um comentário de hipocrisia do
governo não fosse pelo facto de pouco depois ter escutado
uma outra reportagem sobre o desejo do governo em combater a
sinistralidade e de ir nos próximos anos instalar mais
radares aos longo das principais estradas do país para
desencorajar o excesso de velocidade, um dos principais factores
responsáveis pelos acidentes violentes que todos os anos
ceifam centenas de pessoas e estragam a vida a não sei
quantas mais.</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">Ora agora digo
eu, se os senhores do governo que são os responsáveis
pela legislação e impostos sobre o sector
automóvel no nosso país realmente quisessem dar uma
séria machadada na sinistralidade avanço aqui uma
medida muito simples, limitem a velocidade nos veículos
vendidos em Portugal (com estranguladores nos motores, por
exemplo). Parece algo simples de dizer, mas compreendo obviamente
que isto nunca acontecerá.</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">O motivo
é simples, o montante que o ramo automóvel contribui
para as finanças nacionais não é de modo
nenhum insignificativo, e os lobbys dos fabricantes (e outros
ligados ao ramo) de automóveis (que já agora
são os principais responsáveis pelos acidentes, antes
mesmo dos condutores embriagados e dos aceleras, porque lhes
põem nas mãos armas carregadas com aceleradores de
130, 140, 150, 160, 170.... 210... km/hora que em vez de ceifarem a
vida a uma pessoa, com a embalagem levam três ou quatro)
nunca permitiriam que os seus belos modelos fossem de algum modo
limitados porque isso lhes afectaria os rendimentos.</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">Ora no que
ficamos com tudo isto, os fabricantes que continuam a construir
carros mais &ldquo;seguros&rdquo; capazes de velocidades mais
elevadas quando a velocidade máxima é constante e
não ultrapassa os 120 km/hora. E o governo que fala de
segurança na estrada, mas que na realidade não faz
nada a não ser multar os infractores porque meter dinheiro
nos cofres é sempre melhor do que o gastar na
segurança dos eleitores. E por, fim, não pensem que
me esqueci deles, mas aqueles malucos das máquina voadoras
(que acredito que quando se espetam, até voam) que deviam
ter era os carros apreendidos imediatamente assim que fosse
determinado que o veículo tivesse sido alterado de algum
modo para além do limite de velocidade permitido por lei
(que teria de ser implementado em conjunto com o estrangulamento do
resto dos motores dos automóveis vendidos em Portugal,
porque senão ainda que se possa aprovar ficariam a existir
dois pesos e duas medidas que nunca é bom numa democracia
que já tem que chegue com que se preocupar com a
inflação, o desemprego e todos os restantes problemas
que aparentemente todos conseguem agravar mas que ninguém
consegue resolver).</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">Conclusão, quando vejo alguém dizer que os
radares vão ajudar a combater a sinistralidade e a reduzir o
excesso de velocidade, alguém que tenha a honestidade e
dignidade de dizer que pelo caminho vão é encher os
bolsos à conta dos contribuintes como é costume,
porque não lhes apetece realmente, desculpem a
expressão, agarrar o problema pelos colhões e
resolvê-lo.</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">Viva a
liberdade de expressão.</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">
 
</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">dc</p>
]]></description>			<link>http://vidaviva.bloguepessoal.com/16681/Mais-um-exemplo-da-hipocrisia-do-governo/</link>			<comments>http://vidaviva.bloguepessoal.com/Mais-um-exemplo-da-hipocrisia-do-governo----10122007-213946-lp-16681.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://vidaviva.bloguepessoal.com/16681/Mais-um-exemplo-da-hipocrisia-do-governo/</guid>			<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 21:39:46 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Vamos a trabalhar meus meninos....]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal">Pois é, continuamos a ouvir
notícias que nos informam que o desemprego continua a ser um
flagelo e que cada vez mais empresas e pessoas encontram
dificuldades em assegurar a sua subsistência. Mas quando
será que alguém irá fazer a
distinção entre emprego e trabalho? Emprego sem
dúvida que há pouco, mas isso sempre houve, emprego
é aquilo que os gatos gordos e seus familiares, associados,
amigos e afins têm e como a expectativa de vida está
cada vez maior é algo que agarram com unhas e dentes e
não largam até não poderem mais. Já
trabalho, bom isso meus amigos venho eu dizer que não falta.
Não neste país pelo menos.</p>
<p class="MsoNormal">Agora o número de pessoas que
estão dispostas a aceitar os trabalhos que existem, isso
é outra conversa. Não entendam esta
exposição como uma crítica às pessoas
que perderam os seus trabalhos devido a dificuldades financeiras ou
por outros motivos que não a sua culpa, porque essas
coitadas viram-se sem a sua subsistência depois de
trabalharem, em muitos casos, décadas em trabalhos para
cuidarem dos filhos, pagarem as casas e carros e enfim, para darem
uma melhor vida aqueles pelos quais são responsáveis
por cuidar, e por tentarem ter uma vida melhor que aquela dos seus
progenitores, que ao fim ao cabo é o que qualquer um de
nós quer para si, e para os seus filhos.</p>
<p class="MsoNormal">Com isto, refiro-me aquelas pessoas, na sua
grande maioria jovens que, por terem uma educação
melhor em muitos casos que aquelas que os seus pais tiveram querem
arranjar um emprego quando terminam os seus respectivos cursos, e
que se queixam frequentemente de que não existem emprego.
Bom, o não existir emprego é explicado em cima, por
isso passemos ao trabalho. Ora são cada vez menos, devido
às circunstâncias da sua educação, as
pessoas que se querem consolar com menos do que aquilo para que
trabalharam durante os primeiros anos de formação da
sua jovem vida.</p>
<p class="MsoNormal">Não que seja uma coisa má, pelo
contrário, acho que numa sociedade ideal todos deveriam ter
direito a trabalhar naquilo que receberam formação
para fazer, porque é assim que a sociedade evolui, ao ter as
pessoas certas para os trabalhos certos. É quando essa
atitude chega ao ponto de não procurarem outros trabalhos
para iniciar a sua vida activa, só porque não
conseguem trabalho na sua área de escolha que a coisa
dá para o torto. E é esse o problema com o
&ldquo;desemprego&rdquo; ou deveria dizer
&ldquo;desemtrabalho&rdquo;, porque as pessoas não querem
aceitar coisas que consideram abaixo da sua formação
e da sua já considerável
&ldquo;experiência&rdquo; de trabalho.</p>
<p class="MsoNormal">Ora se uma pessoa, já com alguma idade e
experiência de trabalho, é despedida porque a empresa
abre falência, essa pessoa não se preocupa tanto em
pensar em não posso aceitar outro trabalho se ele surgir
porque é abaixo das minhas qualificações, mas
preocupa-se mais em pensar com o facto de que
tem<span> </span> a casa para pagar, tem o carro para pagar,
tem a educação dos filhos para pagar e um sem
número de contas para saldar no final de cada mês que
o simples orgulho e altivez de recusar um trabalho remunerado
não paga por elas.</p>
<p class="MsoNormal">A que ponto vem tudo isto? Pois bem, as
gerações mais &ldquo;novas&rdquo; ainda têm
alguma coisa para aprender mesmo depois de terminarem a sua
formação e estarem prontos para entrarem na vida
activa. Por isso é preciso também aprender essa
lição antes de clamar aos sete ventos as calamidades
do não encontrar um emprego que lhes encha as medidas logo
à primeira tentativa na primeira entrevista.</p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal">dc</p>
]]></description>			<link>http://vidaviva.bloguepessoal.com/16371/Vamos-a-trabalhar-meus-meninos/</link>			<comments>http://vidaviva.bloguepessoal.com/Vamos-a-trabalhar-meus-meninos-----08122007-114543-lp-16371.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://vidaviva.bloguepessoal.com/16371/Vamos-a-trabalhar-meus-meninos/</guid>			<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 11:45:43 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Os problemas das pessoas]]></title>			<description><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNormal" align="justify">Cada vez mais
acho estranho o comportamento das pessoas, ainda que ninguém
seja perfeito de certo que para se chegar a uma
situação de conflito são precisas duas pessoas
a puxar cada uma para seu lado.</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">No entanto
dado o nosso próprio egocentrismo (e o meu também
está incluído) ou seja lá o que lhe queiram
chamar aparentemente só vemos os problema dos outros e
não temos consciência do que estamos a projectar para
cima deles. Por miúdos, projectamos para cima dos outros os
nossos problemas e dizemos que é tudo problema dos outros,
mesmo quando aquilo de que os culpamos é problema nosso e
nunca deixou de o ser.</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">Talvez eu
seja um pouco mais iluminado (ou iludido, conforme a
interpretação de cada um a este artigo) que a maioria
das pessoas, mas eu vejo isto. Ora quando me acusam de algo que
até pode ser parcialmente culpa minha não posso
deixar de analisar as raízes do problema e chegar à
conclusão que afinal a culpa não é só
minha, e que por vezes ainda que não tenha sido eu a
começar uma coisa muitas vezes sou eu que a acabo porque
não tenho muita tolerância para hipocrisia (e com o
passar dos anos, essa tolerância tem-se vindo a reduzir cada
vez mais).</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">Agora
chegamos ao cerne da questão, a culpa é de quem,
é de todos, porque não se vêm as coisas pelo
que elas são, agora de uma pessoa levar com tudo em cima das
costas sem a culpa ser repartida por quem a ela tem direito
também cansa, e por vezes cansa de tal modo que uma pessoa
tem de ventilar a frustração em alguém ou
alguma coisa, e dizer as coisas como elas são sem rodeios ou
rodriguinhos, ainda assim só o percebe quem aceita a
situação, quem não o aceita passará uma
vida inteira a acusar os outros e a recriminá-los por algo
na qual também tiveram parte activa. E depois não
gostam de ouvir, dizem isto e aquilo, e a culpa é sempre
exclusivamente de outra pessoa, nunca cai à nossa porta mas
sempre na porta de outra pessoa.</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">Ora
acabou-se, sei que não é a melhor maneira de manter
amigos, e muito menos a melhor maneira de se ser social, mas certas
coisas precisam de ser ditas, e eu sempre tive o mau hábito
de as dizer, ainda que em determinada fase da minha vida tenha
tentado ser afável e compreensivo, claro que isso foi erro
meu só acabou por confundir as outras pessoas, por isso a
minha declaração de missão, a mal ou a bem
todos levam aquilo que derem, se pagar com bem, leva bem de troco,
se pagarem com mal, eu não dou a outra face. Fartei-me.
É daquelas coisas sabem, os problemas das pessoas.... (os
meus também).... a ver no que este circulo vicioso vai dar,
espero que pelo menos num pouco mais de honestidade, tanto para os
outros como para nós próprios, ir contra a nossa
natureza deixa-nos vazios por dentro...</p>
<div align="justify"></div>
<p class="MsoNormal" align="justify">
 
</p>
<div align="justify"><span style=
"font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'">dc</span></div>
<p> </p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://vidaviva.bloguepessoal.com/16363/Os-problemas-das-pessoas/</link>			<comments>http://vidaviva.bloguepessoal.com/Os-problemas-das-pessoas-08122007-093249-lp-16363.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://vidaviva.bloguepessoal.com/16363/Os-problemas-das-pessoas/</guid>			<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 09:32:49 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Mais uma noite bem (mal) passada]]></title>			<description><![CDATA[<p align="justify">Mais uma noite de
sábado que passa, mais uma noite bem regada, que terminou em
semi desastre, voltei para casa depois de uma ainda que bem
aproveitada noite num bar marroquino lá para os lados do
Barreiro, mas já não vinha só, vinha eu e ela,
ela a má disposição. O corpo é amigo e
compreendeu, que depois de uns shots, e de umas caipirinhas era
preciso ventilar o sistema. Ainda assim, em retrospectiva creio que
o problema começou com o estar sentado numa
posição algo imprópria para a
situação, mas de qualquer modo, a xixa, também
não deve ter ajudado muito à festa, e o chá
com aroma a canela pelo meio é capaz de ter estragado o que
faltava .</p>
<p align="justify">Mas os amigos
são compreensivos e dão uma ajuda, pela qual
agradeço. E nenhum mal ocoreu, apenas voltaram algumas
recordações de tempos de universidade, de tasquinhas
e ginginha, de shots seguidos em bares mínusculos cheios de
fumo e vida. Lá vão as noites de paródia e
longas de voltar para casa ao raiar do dia. Lá vai a
música a bombar nos ouvidos, em discotecas em que só
cabia já uma perna na porta porque lá dentro
já não havia espaço.</p>
<p align="justify">Bons tempos
</p>
<p align="justify"> Nem tudo de
mau, pois memórias também contam para alegrar.
Só os efeitos secundários é que se
dispensavam.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> dc </p>
]]></description>			<link>http://vidaviva.bloguepessoal.com/14404/Mais-uma-noite-bem-mal-passada/</link>			<comments>http://vidaviva.bloguepessoal.com/Mais-uma-noite-bem--mal--passada-25112007-123319-lp-14404.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://vidaviva.bloguepessoal.com/14404/Mais-uma-noite-bem-mal-passada/</guid>			<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 12:33:19 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Um pouco de fantasia (3)]]></title>			<description><![CDATA[Um pouco de fantasia (3)]]></description>			<link>http://vidaviva.bloguepessoal.com/14293/Um-pouco-de-fantasia-3/</link>			<comments>http://vidaviva.bloguepessoal.com/Um-pouco-de-fantasia--3--24112007-164836-lp-14293.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://vidaviva.bloguepessoal.com/14293/Um-pouco-de-fantasia-3/</guid>			<pubDate>Sat, 24 Nov 2007 16:48:36 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>