<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://stellium.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://stellium.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[STELLIUM]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://stellium.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-11-04T19:46:12+01:00</updated>		<entry>			<title>REFERENDO - VERSUS - PLEBISCITO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<h1>Referendo</h1>
<div><strong>Referendo</strong> é um
instrumento da democracia semi-direta por meio do qual os cidadãos eleitores são chamados a pronunciar-se por
sufrágio directo e secrecto, a título vinculativo, sobre
determinados assuntos de relevante interesse à nação.
Em Portugal ocorre mediante proposta da 
Assembleia da
República, ou do
Governo,
ao Presidente da República que decide da sua realização. No Brasil, depende
de expedição de decrecto legislativo pelo Senado ou
pela Câmara dos Deputados, nos termos da Lei 9.709/98, para que
seja realizado.</div>
<p>A
diferença entre plebiscito e referendo no direito latino é que o plebiscito é
convocado <strong>antes</strong> da criação da norma (acto legislativo ou administrativo), e é o
povo, por meio
do voto, que vai
aprovar ou não a questão que lhe for submetida. Já o referendo é
convocado <strong>após</strong> a edição da norma, devendo o povo
ratificá-la ou não. No direito anglo-saxonico os termos
<em>"plebiscite"</em> e <em>"referendum"</em> são usados quase como
sinónimos; sua distinção é enevoada.</p>
<p>- Por outras palavras, o referendo deveria ser um
mecanismo que serviria para que o povo em bloco se prenunciasse
sobre determinada matéria que de alguma forma pudesse pôr em causa
os hábitos e costumes, os padrões morais ou questões de
soberania.</p>
<p></p>
<p><span><strong>Referendos em
Portugal</strong></span></p>
<p>A 
Constituição da República
Portuguesa dispõe, nos
termos do seu artigo 115º, que, sob proposta da Assembleia da República, do Governo ou por iniciativa de um grupo de
cidadãos dirigida à Assembleia da República, pode o Presidente da República convocar o referendo no qual podem ser chamados a
votar todos os cidadãos recenseados no território nacional,
<strong>o que exclui deste tipo de sufrágio os
emigrantes.</strong></p>
<p></p>
<p>-Não se percebe muito bem os medos queestes
democratas instalados no podermanifestam com os resultados
que um referendo possam trazer. De facto, ao que me é dado saber,
este mecanismo, já foi praticado várias vezes por se ter achado que
por via delea legitimação de coisas
polémicase sendo as "massas" populares subjugadas aos
intentos destes, apenas seria aprovado aquilo que muito bem
entendessem.</p>
<p>Para além disto, também não se entende muito bem,
porque é que também aqui os "ditos" "emigrantes", voltam a ser
classificados de Portugueses de segunda. Provávelmente porque o
legislador sabe que tradicionalmente a Emigração vota em
determinado sentido e esse não é o que mais convém.</p>
<p>Como
em Portugal um referendo só é juridicamente vinculativo no caso de
a participação ser igual ou superior a 50%, até à data nenhum o
foi. No sufrágio sobre a regionalização e nos dois sobre o
aborto (ou interrupção voluntária da gravidez), a abstenção foi
sempre superior a 50%. Todavia, antes da realização do segundo
escrutínio sobre o aborto, uma questão profundamente fracturante na
sociedade portuguesa, o Governo português afirmou que,
independentemente do número de votantes, legislaria em consonância
com a vontade da maioria dos que foram às urnas; isso é, caso o
resultado não fosse <em>vinculativo</em> (como não foi), o governo
acataria a <em>recomendação popular</em>. O Parlamento português
aprovou, por ampla maioria, a Lei nº 16/2007 de 17 de Abril de
2007, que incorporou à legislação portuguesa o que fora recomendado
pela população no referendo sobre o aborto realizado pouco
antes.</p>
<p>Moralmente reprovável, é o facto de se fazerem
referendos em que a vontade de quem os propõe é rejeitada, mas,
porque usufruem dos poderes exigiveis voltam a convocar a repetição
dos mesmos, tendo em conta que a manipulação pode ter melhores
resultados em conformidade com o que se deseja.</p>
<p>Mas, já no que se refere ao celebérrimo tratado de
Lisboa da União Europeia, o melhor que se soube fazer foi a
anulação do mesmo, porque isso poderia dar uma grande negativa aos
intentos de uma agregação federalista, onde o papel dos Portugueses
passará a ser defenitivamente de "criados" dos Poderosos, e a
Soberania Nacional, ser mandadade vezpara as urtigas. Tudo
isto é possivel, tendo em conta que os autores desta negociata
serão os unicos beneficiados, mas, a curto prazo, porque depois
também irão sofrer as consequências de um país desertificado e
destruído para que todos os {outros países}poderosos possam
sobreviver.</p>
<p>Assim se passa à aprovação deste Tratado com os
votos do Parlamento, porque o "Povo" é "estúpido e não sabe nada de
nada" pois as eminências pardas do Poder é que são os detentores
exclusivos eabsolutos da sabedoria</p>
<p></p>
<p></p>
<p><span><strong>O uso perverso
do referendo</strong></span></p>
<p>O
referendo de 1933 em Portugal tornou-se um exemplo clássico do uso
perverso de um referendo. No referendo de 1933 não só as abstenções
foram somadas à contagem do "sim" - falseando a vontade da maioria
- como esse referendo tinha um caracter nitidamente
<em>"delegatório"</em>, que serviu para institucionalizar a
ditadura de Salazar. Embora
a constituição mencionasse a expressão plebiscito, o que houve em Portugal em 1933 foi tecnicamente um
referendo. Esse uso <em>delegatório</em> do referendo não é mais
permitido pelas modernas constituições democráticas, que instituem
salvaguardas para evitar essas distorções. A actual constituição
portuguesa incorpora múltiplas salvaguardas para evitar o uso
distorcido dos seus referendos; uma, dentre muitas, é que os
resultados do referendo só serão <em>vinculativos</em>
(obrigatoriamente adotados) se a participação tiver sido superior a
50% do eleitorado. Caso esse número não seja atingido (até 2007
ainda não tinha sido), os resultados do referendo servem apenas
como uma <em>recomendação popular</em>, encaminhada ao
Governo.</p>
<p>Será que a perversidade praticada pelas
instituições do poder em quetudo fazem para que os resultados
sejam só os que lhes convêm, excluíndo ou repetindo até que se
chegue à vitória final, não será esta formulatão má ou pior
do que a que se apresenta como exemplo perverso?!!!</p>
<p>Resumindo.... Tudo isto é treta!!!</p>
<p></p>
<p>Sou o</p>
<p>Francisco Luiz</p>
				</div>			</content>			<id>http://stellium.bloguepessoal.com/224473/REFERENDO-VERSUS-PLEBISCITO/</id>			<link href="http://stellium.bloguepessoal.com/224473/REFERENDO-VERSUS-PLEBISCITO/" />			<author>				<name>stellium</name>				<uri>http://stellium.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-04T19:43:12+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>PEDÓFILIA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>ISTO ANDA MUITO MAL....</p>
<p>LEVANTAM-SE CALÚNIAS A PESSOAS TÃO
IDÓNEAS??????</p>
<p>NÃO SERÁ QUE JÁ SE ENCONTROU O
VERDADEIRO E ÚNICO CULPADO?!!!!</p>
<p>COMO SE PODE ALIMENTAR CALÚNIAS E
DIFAMAÇÕESDESTAS A PESSOAS IMPOLUTAS E DE SERIEDADE
INDISCUTIVEL?</p>
<p>ACHO QUE SE DEVE AVANÇAR COM TUDO
CONTRA QUEM DE ALGUMA FORMA DEU ANDAMENTO A ESTA TRAMA, COMEÇANDO
PELO JUIZ RUI TEIXEIRA, PASSANDO PELAS INSTITUIÇÕES QUE COLABORARAM
NESTA CALÚNIA E PELOS ADVOGADOS QUE DE ALGUMA FORMA COLABORARAM
NESTA INJUSTIÇA eACABANDO NOS MALANDROS DOS DENUNCIADORES QUE
MESMO QUE FOSSE VERDADE, SÓ PODERIAM FICAR GRATOS POR TÃO HONROSA
PRÁTICA, E, COMO NÃO PODE DEIXAR DE SER, NO VERDADEIRO E
ÚNICOCRIMINOSO, QUE, PIOR DO QUE TODOS OS CRIMES, O MAIS
GRAVE É O DE TER NASCIDO POBRE, DE TER SIDO EMPURRADO PARA A
PRÁTICA DAQUILO QUE FEZ AOS OUTROS (E VÁ-SE LÁ SABER POR QUEM?), E,
AINDA PIOR, ONÃO USUFRUIR DE NENHUM DIPLOMA DE DOUTORAMENTO
(OU COISA QUE O VALHA) (OU POR NÃO TER DINHEIRO PARA O COMPRAR E
DEPOIS PODER MANDAR ENCERRAR) (COMO QUEIMA DE ARQUIVO)OU NÃO
TER NASCIDO COM O PREDESTINO DE SER FALA BARATO E SERMUITO
CONHECIDO NAS RÁDIOS, TVs, E OUTROS PÚLPICOS PÚBLICOS.</p>
<p><strong><span>@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@</span></strong></p>
<p>03 Novembro 2009 - 02h00</p>
<h2>Ex-Apresentador</h2>
<h1>Carlos Cruz com reforma de 3100 euros</h1>
<p>Carlos Cruz revelou ontem em tribunal que aufere mensalmente uma
reforma de 3100 euros. O ex-apresentador, que chegou a ser um dos
homens mais bem pagos da televisão, revelou ainda que tem, no
entanto, entre 2000 a 2500 euros de despesas fixas por mês, não
especificando se estes valores incluem ou não os honorários com a
sua defesa.

de
03/11/09.</p>
<p>03 Novembro 2009 - 00h30</p>
<h2>Casa Pia: Seis dos sete arguidos reclamam absolvição nas
últimas declarações</h2>
<h1>Juro solenemente que estou inocente</h1>
<p>Inocente. Foi esta a palavra mais ouvida ontem na 446ª audiência
do julgamento do processo Casa Pia. Nas últimas declarações, seis
dos sete arguidos reclamaram inocência, entre os quais Carlos Cruz,
ex-apresentador de televisão, que reafirmou ser "completamente
inocente".</p>
<p>"Nunca tive práticas homossexuais, nunca abusei
de ninguém, jovem ou criança, de nenhum sexo", afirmou Cruz, que
está a ser julgado por cinco crimes de abusos sobre ex-alunos da
Casa Pia. E acrescentou: "Eu conheço a verdade. Quem me acusa
conhece essa verdade. Porque me acusa, não sei. Juro solenemente
que estou inocente."</p>
<p>Já o embaixador Jorge Ritto, aproveitou as
declarações finais para falar pela primeira vez em julgamento. "A
minha vida foi destruída. Espero a minha absolvição", declarou o
diplomata, de 73 anos. O médico Ferreira Diniz foi mais longe e
disse estar "absolutamente convicto" da sua absolvição, revelando
que nunca irá perdoar os autores da acusação. A dona da casa de
Elvas, Gertrudes Nunes, limitou-se a dizer que está "inocente",
enquanto que o outro arguido desta cidade alentejana, Hugo Marçal,
fez o depoimento mais longo e emocionado, acabando a jurar por
Deus, pela saúde do seu filho e pela alma da mãe que está inocente.
O ex-provedor-adjunto, Manuel Abrantes, dirigiu-se aos juízes para
"exigir" o reconhecimento da sua inocência. Já Carlos Silvino, o
ex-motorista da instituição e principal arguido do processo, não
quis falar, uma vez que o seu advogado José Maria Martins não
esteve presente. O julgamento prossegue sexta-feira.</p>
<p><strong>FRASES</strong></p>
<p>"Nunca abusei de ninguém. Juro que estou
completamente inocente de todo e qualquer crime"</p>
<p>Carlos Cruz</p>
<p>"A minha vida foi destruída. Espero a minha
absolvição."</p>
<p>Jorge Ritto</p>
<p>"Nunca conseguirei perdoar quem fez esta
acusação. Estou absolutamente convicto da minha absolvição."</p>
<p>Ferreira Diniz</p>
<p>"Não haverá psiquiatras que consigam apagar a
minha mágoa. Sou inocente. Juro por Deus, pela vida do meu filho e
pela alma da minha mãe."</p>
<p>Hugo Marçal</p>
<p>"Não tenho que pedir desculpa pelo que não fiz.
Permitam-me que lhes exija o reconhecimento da minha
inocência."</p>
<p>Manuel Abrantes</p>
<div><em>Ana Luísa Nascimento</em></div>
<div>(in "Correio da
Manha" on line de 03/11/2009)</div>
<div><span>@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@</span></div>
<div>Tudo o resto deverá ser enviado às urtigas....</div>
<div>Nada do que foi dito deve ter qualquer valor, e das acusações
só se vão esperar reprimendas adequadas a quem as fez, Muito na
linha do que ficou decidido no que concerne a um tal ex-Ministro
que estava incluído neste Lote de Bons rapazes.</div>
<div>Como é que se pode condenar alguem, quando de pode considerar
que se está a julgar em causa própria? - A não ser o tal "BIBI" que
tinha uma profissão muito a condizer com o que se ajusta aos que
podem ser criminosos... Mas só esse...</div>
				</div>			</content>			<id>http://stellium.bloguepessoal.com/224203/PED-FILIA/</id>			<link href="http://stellium.bloguepessoal.com/224203/PED-FILIA/" />			<author>				<name>stellium</name>				<uri>http://stellium.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-04T19:45:46+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>EFEMÉRIDES</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				







<div>




<p><strong>Jerônimo Mendonça Ribeiro</strong></p>




</div>








<div>





<div>









<p>Nasceu em
Ituiutaba, MG, no dia primeiro de Novembro de 1939. Filho de Altíno
Mendonça e Antonia Olímpia de Jesus, sendo nono filho de uma
irmandade de dez filhos, teve uma infância pobre cheia de privações
e seus pais eram muito pobres, analfabetos, lutavam arduamente pela
sobrevivência: a mãe lavando roupa para fora e o pai fazendo
bicos pelas fazendas; conta em uma de suas histórias
com muito humor, que o único par de sapatos que teve em sua
adolescência foi achado no lixo, quando tentava entrar no cinema.
Com treze anos foi levado a conhecer a igreja presbiteriana foi
protestante até os 15 anos, era um membro ativo, dava até
palestras. Após a desencarnação de sua avó, começou a se debater
mentalmente no problema cruciante da morte e do destino da alma,
tendo ele um espírito indagador, não se sujeitou aos horizontes
estreitos da igreja no que tange a crença em Deus, o conceito de
uma vida única e de uma salvação limitada. A amizade com um
espírita fê-lo converter-se à doutrina espírita. O amigo
esclareceu-lhe as dúvidas da vida além-túmulo e conseguiu
acalmá-lo.Já na puberdade, Jerônimo começou a sentir dores nas
articulações, especialmente nos joelhos e tornozelos. Esses pontos
de seu corpo passaram a inchar e já aos dezoito anos
andava com dificuldade. Teve vários empregos, porém as dores
agravaram, não lhe deram tréguas e o impediram de permanecer por
muito tempo num mesmo trabalho e era sempre obrigado a se afastar.
Foi ele balconista, entregador de jornal, redator-chefe de uma
revista e professor. Seu passatempo preferido era o cinema, era
fascinado pelo Tarzan, sendo este o seu apelido. Enquanto sua saúde
lhe permitiu, participou ativamente das excursões com os jovens de
uma Mocidade Espírita, estava ele com dezesseis anos. Desde jovem
já mostrava interesse pelo espiritismo, freqüentando o Centro
Espírita que tinha na cidade. E isto foi de grande auxílio para
ele, pois aos 18 anos de idade se defrontava com uma das primeiras
grandes provações que tinha de vencer, passou a sofrer uma doença,
não muito rara, a artrite reumatóide, que causava enormes dores e
dificuldade de locomoção, quadro este que foi se agravando até que
aos 20 anos de idade ficou definitivamente de cama. Certo dia foi
ao cinema assistir ... E o Vento Levou, mas não havia
nenhuma poltrona vazia. Jerônimo ficou quatro horas em pé no fundo
da sala e ao terminar o filme estava petrificado, com grande
vibração de dor nos membros inferiores. Foi aí que começou a
jornada dolorosa e difícil da paralisia, como ele mesmo conta em
sua autobiografia. Passou três meses deitado, plenamente
impossibilitado de se locomover. Depois usou muletas por algum
tempo enquanto ia lecionar. Porém, acabou mesmo tendo que ficar
numa cama ortopédica, acometida de artrite reumatóide progressiva.
O quadro enfermo de Jerônimo era tão desolador que mesmo sob efeito
medicamentos, seus amigos tiveram que fabricar uma cama especial e
colocar sobre seu peito um saco de areia de 30 kilos para que ele
pudesse suportar a dor. Recebeu de um amigo a doação de uma Kombi
para poder ser levado às palestras. Jerônimo tornou-se orador
espírita. Podemos dizer que ele conseguiu transformar seu leito
numa tribuna ambulante (deu palestras pelo Brasil todo) e por meio
dela conseguiu realizar um grande e valioso trabalho. Quem o
conheceu afirma que ele estava sempre rindo, gostava de um bom papo
e de cantar também. Certa vez, o Dr. Fritz disse-lhe que ele tinha
a doença de três cês  cama, carma e calma. Os amigos sempre
levavam Jerônimo ao cinema e também a outros lugares para se
distrair. Estando, certa ocasião, justamente num cinema, uma moça
tropeçou em sua cama e explodiu: Mas não é
possível! Aonde eu vou, está o aleijado! Vou a uma festa, o
aleijado lá! Esse aleijado me persegue! Aonde eu vou, ele
está! Jerônimo pensou consigo: E agora?! A moça está
revoltada, nervosa mesmo. Tenho que lhe dar uma resposta, mas não
quero irritá-la mais ainda. O que dizer? E saiu com essa:
Mas também, minha filha, você não pára em casa, hein!
Ela olhou-o atônita e começou a rir. Riram juntos. Ficaram amigos.
Permaneceu assim cerca de trinta e dois anos preso ao leito,
paralítico e com a agravante perda da visão. Quase não dormia,
aproveitou para estudar bastante o Espiritismo. Quando ficou cego
amigos liam para ele. Nunca lhe faltaram bons amigos. Mas certa
vez, um repórter lhe perguntou o que é a felicidade. Ele respondeu
assim: A felicidade, para mim, deitado há tanto tempo nesta
cama sem poder me mexer, seria poder virar de lado. Em outra
ocasião, ele disse: Casei-me com a Doutrina Espírita no
civil e com a dor no religioso.</p>
<p>Eis alguns
casos da vida desse vulto do espiritismo: 1-Por ocasião de um
enterro, quando o cortejo seguia para o cemitério,
sua Kombi estava logo atrás. Retirado o caixão, quando as pessoas
se dirigiam para o local, um alcoolizado que passava, vendo os
amigos lhe carregando a cama, exclamou: Nossa! Dois
defuntos! Esqueceram o caixão deste! Ele aprendeu a não se
revoltar com comentários infelizes. Gostava de citar uma frase de
Cairbar Schutel: Melindres é orgulho
ferido.</p>
<p>2-
Numa palestra de Divaldo Pereira, a cama de Jerônimo estava em
evidência, na frente, para não atrapalhar os que quisessem passar.
Em certo momento, aproximou-se um homem alcoolizado, ou seja,
bêbado, na linguagem comum. Disse-lhe: -Paralítico,
levanta-se e anda! E Jerônimo lhe disse 
Depois, meu amigo, depois. Temia Jerônimo que a cena
fosse notada e atrapalha-se a palestra paralítico,
levanta-te e anda!, insistiu o bêbado.Bem que eu
queria, mas não consigo, falou baixo o Jerônimo, tentando
chamar o homem à razão. O bêbado saiu desconsolado: -Oh,
homem de pouca fé!.</p>
<p>3-Ele
costumava ser requisitado para a prece de despedida por ocasião da
desencarnação de conhecidos. Um dia, próximo ao túmulo, coube-lhe a
palavra. Depois emocionadas, as pessoas foram saindo, conversando.
Esqueceram-no no cemitério. Altas horas da noite, quando os amigos
foram visitá-lo em casa e ele não estava, é que se lembraram do
cemitério, indo buscá-lo. Em ocasiões como essa, exercitava a
resignação. Tinha que esperar que se lembrassem dele, até para um
cafezinho ou um copo de água.</p>
<p>4-
Um certo dia um Senhor foi orientado pela irmã de Jerônimo, para
que esse fosse fazer uma visita a seu irmão, e assim o fez. Quando
chegou a casa ele foi convidado a entrar e, ouvindo o barulho do
pessoal nos fundos da casa, para lá se dirigiu. As gargalhadas do
Jerônimo sobressaíam à distância. O homem estava tão desesperado
que ao ouvir os risos virou-se a D.Terezinha e disse, revoltado: -
É esse homem que ira me confortar? Fez-se silêncio o
senhor foi chamado e apresentado.  Jerônimo, aqui
está um senhor que veio de São Paulo só para conversar com você.
Por certo, desejará fazê-lo sozinho.Os jovens se retiraram,
e o senhor tomou a palavra: - Olha moço, eu era uma pessoa
muito rica até uma semana atrás. Eu tinha uma fazenda com
eletricidade, com todo conforto da vida moderna, até campo de
aviação. Tinha tudo. Fui tão incauto, que ao fazer a venda da
fazenda passei a escritura e recebi uma nota fria.O Jerônimo
estranhou o que era uma nota fria.  Uma duplicata sem
valor. Eu não tive nem condições de reclamar. O advogado falou que
era perca de tempo. A minha família antes se tolerava, porque nós
conversávamos por bilhetes, eu nos meus weekends, a minha esposa
nos seus chás, e os filhos, iam onde queriam. Agora todos, vêm em
cima de mim, me cobrando o conforto, me cobrando a fazenda; eu não
resisto a essa situação. Estava na farmácia justamente comprando um
remédio para dar fim à minha vida, quando apareceu um amigo, que
perguntou: Para que você quer isso?Como ele sabia do
negócio que eu fiz e do meu desespero, ele falou: Eu não
admito que você compre esse remédio!Eu respondi:
Como? Você não manda na minha vida!Aí ele me disse:Eu
vou deixar, sim,você cuidar de sua vida, se você me prometer que
vai conversar com o Jerônimo Mendonça, em Intuiutaba. Eu lhe dou a
passagem . Ele me deu a passagem, aqui estou eu, mas acho
que eu perdi tempo, porque você é uma pessoa feliz, que não sabe o
que é o sofrimento alheio. O Jerônimo lhe respondeu:-
Meu amigo, você é uma pessoa que realmente está sofrendo.
Você perdeu uma fazenda maravilhosa, mas vamos supor que essa
criatura que lhe comprou a fazenda voltasse agora e lhe perguntasse
:Você quer trocar a fazenda por um olho
seu?-Ah! Jerônimo, que bobagem é essa, isso é
conversa que se fale!- Não, o olho não, o olho é
muito precioso, então vamos supor... Um braço. - Ah!
Mas que bobagem! Que conversa! Onde já se viu
isso?-Oh meu amigo! E cheguei à conclusão que você
não é pobre, você não é miserável. Você é arquimilionário das
bênçãos de Deus. O homem ao sair dali mudou seu modo de pensar,
sempre que podia voltava para trocar idéias com Jerônimo, e acabou
se tornando um trabalhador da seara espírita.
</p>











</div>





</div>




				</div>			</content>			<id>http://stellium.bloguepessoal.com/223960/EFEM-RIDES/</id>			<link href="http://stellium.bloguepessoal.com/223960/EFEM-RIDES/" />			<author>				<name>stellium</name>				<uri>http://stellium.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-02T18:58:13+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>EFEMÉRIDES</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				







<div>




<p><strong>Carlos
Juliano Torres Pastorino</strong></p>




</div>








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<div>









<p>Nascido no Rio de Janeiro, em 4 de novembro de 1910, e
desencarnado em Brasília (DF), em 13 de junho de 1980, Carlos
Torres Pastorino, mais conhecido como professor Pastorino, foi
filho de José Pastorino e Eugênia Torres Pastorino. Desde criança
demonstrou inusitada inteligência e vocação para a vida
eclesiástica. Com apenas 14 anos de idade, em 1924, recebeu os
diplomas de Geografia, Corografia e Cosmografia, do Colégio D.
Pedro II e, logo em seguida, ainda no mesmo ano, o diploma de
Bacharel em Português, no mesmo colégio. Viajou para Roma a fim de
cursar o Seminário, onde em 1929 foi diplomado, pelo Cardeal
Basilio Pompili, para a Ordem Menor de Tonsura. Formou-se em
Filosofia e Teologia em 1932, sendo ordenado sacerdote em 1934.
Abandonou a vida eclesiástica da Igreja Católica Romana quando, em
1937, aguardava promoção para diácono. Surpreendeu-se com a recusa
do papa Pio XII em receber o Mahatma Gandhi em seu tradicional
traje branco. O colégio cardinalício exigia que o grande líder da
Índia vestisse casaca, para não quebrar a tradição das entrevistas
com os chefes de Estado. Pastorino, diante dessa recusa, imaginou
que se Jesus visitasse o Vaticano não se entrevistaria com o papa,
pois vestia-se de forma similar a Gandhi, e jamais se
sujeitaria ao rigor exigido pela Igreja.</p>
<p><span>Regressou de imediato ao
Brasil e desenvolveu intensa atividade pedagógica. Ingressou no
Instituto Ítalo-Brasileiro de Alta Cultura, como professor de Latim
e Grego, cargo que exerceu de 1937 a 1941. Em 1938, recebeu o
registro de professor de Psicologia, Lógica e História da Filosofia
do Ensino Secundário. Foi também professor de espanhol, além de
contribuir</span> <span>como correspondente
em jornais.</span> <span>E</span><span>x-<span>padre</span> que se dedicou ao estudo da

<span>Doutrina
Espírita</span> e da <span>
fenomenologia mediúnica</span>, é
autor do maior <em>best-seller</em> de auto-ajuda publicado no
Brasil: <em>Minutos de Sabedoria</em>. Grande inteligência,
poliglota, Pastorino ainda traduziu livros em diversos idiomas. Foi
também radialista, sendo sua obra <em>Minutos de Sabedoria</em> uma
coleção das mensagens propaladas no rádio. Foi também historiador,
autor de peças de teatro e de composições musicais.</span>
<span>Em paralelo com o magistério, exerceu
atividades jornalísticas, como correspondente dos Diários
Associados. Foi adido cultural e jornalístico da Academia
Brasileira de Belas Artes.</span> <span>Adepto do <span>
Esperanto</span>, converteu-se ao
Espiritismo em <span>1950</span>.</span> <span>Delegado especializado (<em>Faka Delegito</em>) da
Universidade Esperanto <em>Asocio</em>, com sede na Holanda, foi
fundador da Sociedade Brasileira de Esperanto no Rio de Janeiro.
Sua bibliografia é extensa, com mais de 50 livros publicados e
outros tantos inéditos.</span></p>
<p>No dia 31 de maio, de 1950, terminara a leitura de <em>O
Livro dos Espíritos</em>, de Allan Kardec, que recebera por
empréstimo de um seu colega do Colégio D. Pedro II, o que fez em
apenas dois dias. Nesse dia, declarou-se espírita e, a partir daí,
desenvolveu atividades doutrinárias muito intensas. No bairro do
Grajaú, começou a freqüentar o Centro Espírita Júlio César;
fundando mais tarde em sua própria residência, na Rua Sete de
Setembro, 223, o Grupo Espírita da Boa Vontade, que mais tarde
passaria a denominar-se <em>Grupo de Estudos Spiritus</em>. Desse
Grupo surgiram, depois, com ajuda de Jaime Rolemberg de Lima, o Lar
Fabiano de Cristo, a CAPEMI e o SEI  Serviço Espírita
de Informações. Fundou a Livraria e Editora Sabedoria e a revista
com o mesmo nome, prestando relevantes serviços à Doutrina, no
terreno cultural.</p>
<p><span>O professor Carlos Torres
Pastorino realizou muitas palestras no Rio de Janeiro e em vários
outros Estados. Participou ativamente de Congressos, Semanas
Espíritas, Simpósios, Cursos e tantos outros eventos. Fez-se sócio
de inúmeras instituições espíritas e colaborou com a imprensa
espírita nacional e do exterior. De sua vasta bibliografia
espírita, destacam-se <em>Minutos de Sabedoria</em>, que bateu
todos os recordes de vendagem, em inúmeras edições, <em>Sabedoria
do Evangelho</em>, publicado em fascículos na revista
<em>Sabedoria</em>, e <em>Técnicas da Mediunidade</em>.</span> Mais
tarde, em 1971, o Conselho Federal de Educação aprovou-o como
titular de Língua e Literatura Latina, Língua e Literatura Grega
(1972) e de Lingüística (1974) para a Universidade Federal de
Brasília. Já havia sido aprovado tradutor público de francês,
italiano e espanhol. Falava fluentemente vários idiomas e, graças a
esse talento, traduziu obras de vários autores ingleses, franceses,
espanhóis, italianos, clássicos latinos e gregos. Seu <span>grande sonho, porém, era a criação de uma
Universidade Livre, para ensinar Sabedoria. Em 1973 recebeu, por
doação, do Dr. Miguel Luz, famoso médico paulista, já desencarnado,
magnífico terreno numa área suburbana de Brasília, denominada
<em>Park Way</em>, onde iniciou as obras da Universidade. Já com
algumas dependências construídas, passou a residir no local para
administrá-la. Chegou a realizar vários cursos, estando a sua
Biblioteca em pleno funcionamento, com o respeitável número de
8.000 volumes, adquiridos ao longo de sua existência, toda voltada
para a cultura geral e o bem-estar da Humanidade.</span>
<span>Mas faleceu antes de ver concretizado
esse monumental sonho.</span></p>
<p><span>Autor de 28 obras publicadas,
incluindo-se a <em>Sabedoria do Evangelho</em>, da qual somente
oito volumes foram editados, traduziu obras de Pietro Ubaldi, de
quem foi amigo, compôs trinta e uma peças musicais para piano,
orquestra, quarteto de cordas e polifonia a três e quatro vozes.
Homem de ação, infatigável, Pastorino, após sua desencarnação, não
silenciou; prosseguiu mandando-nos páginas belíssimas do Além,
mensagens psicografadas . Eis aí, e aqui, Carlos Pastorino mais
vivo que nunca, ensinando, pregando, escrevendo: a morte é vida,
tal como podemos ver no excelente <em>Impermanência e
Imortalidade</em>, psicografado por Divaldo P. Franco, publicado em
2004 pela Editora da FEB.</span></p>
<p>(*) Os dados acima foram, em grande parte, extraídos do
livro <em>Personagens do Espiritismo</em>, de Antônio de Souza
Lucena e Paulo Alves Godoy, Ed. FEESP, 1ª ed., 1982, SP,
Brasil.
</p>









</div>





</div>




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<div>



Dia das bruxas



<span>Uma Coca iluminada.</span>


Também chamado por
<em>Haloween</em>


Tipo
Secular


Seguido por
Mundial


Data
31 de
Outubro de
2009


Início
Amanhecer


Término
Meia-noite



</div>
<p>O
<strong>Dia das Bruxas</strong>
(<em><strong>Halloween</strong></em> é o nome original na
língua
inglesa) é um evento
tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá,
Irlanda e Reino
Unido, tendo como base e
origem as celebrações dos antigos povos (não existe referências de
onde surgiram essas celebrações) Presume-se que existe aqui alguma
influência Céltica ou Gótica..</p>
<div>




<div></div>




</div>
<p>
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