<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Letras Soltas]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-09-19T02:58:08+02:00</updated>		<entry>			<title>Canibalismo Mental</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<strong>Somos canibais. Alimentamo-nos da
desgraa dos nossos semelhantes. O que fazer quando as
pessoas que julgamos serem nossas amigas, demonstram-se incapazes
de aceitar que as coisas na nossa vida corram bem, so porque
nas suas vidas acontece o contrario? Sera que o
o penoso?
E to invejar o
sucesso dos outros ao ponto de lhes querer
mal?</strong></p>
<p>
<strong>Temos sede do mundo e fome de amor.
Juntemo-nos! Sejamos parceiros no crime do amor! Basta de nos
comermos uns aos outros! Expulsemos as aberraes que
existem em nos. Vamos deixar que o melhor de nos
comande o nosso ser. Libertemo-nos do odio, do rancor, da
inveja, da maldade, do hiper-materialismo, da ambio
desmedida, de tudo que seja negativo e que possa ser prejudicial
para uma existencia pacifica e feliz. O mundo
no e meu nem teu! E
nosso!</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/55043/Canibalismo-Mental/</id>			<link href="http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/55043/Canibalismo-Mental/" />			<author>				<name>sofiaalenquer</name>				<uri>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-05-30T15:22:51+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Idealismo?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>As vezes pergunto-me se vale
realmente a pena remar contra a mare. A maior parte das
vezes que tentamos fazer a diferena, somos vistos como
seres que se julgam superiores aos outros. Lutar contra o sistema
e puro idealismo. Por isso, e que a maior parte dos
idealistas acabam por se tornar parte do sistema. O idealismo
no passa de idealismo. Se, por um lado, o idealismo
e uma das coisas que ainda nos transmite esperana,
por outro lado, temos a perfeita noo de que
no nos leva a lado nenhum. Mas a verdade e que o
idealismo esta em extino. Antes
viamos jovens idealistas e velhos corruptos. Hoje em dia,
ate a gerao mais jovem tende para uma
viso cada vez mais egoista e realista do mundo.
Ja no se iludem a pensar que e
possivel acabar com a pobreza, com a guerra, com as
discriminao se verifica
um esforo (mesmo que dissimulado) de enfrentar o sistema. A
filosofia em vigor e o podes contra eles
junta-te a eles!. E esta filosofia esta patente
no apenas na vida politico-social, como
tambem na vida amorosa. Construir uma relao
com bases solidas e cada vez mais dificil. Em
vez de alicerces como a honestidade, a fidelidade, o respeito,
encontramos mentiras, mentiras e mais mentiras! Sera uma
utopia lograr numa relao estavel, seja ela
politica, economica ou amorosa? O mundo esta
infestado de oportunistas. Como combater o oportunismo? Cada vez
mais me parece que os oportunistas e que tem sucesso
na vida. O  ja
ha muito se extinguiu. O que vigora e o cada
um por si. O idealismo foi sugado pelo oportunismo. Num
mundo de oportunistas e necessario ser realista e ter
os pes bem assentes no cho. E certo que mais
dia, menos dia, todos acabamos num caixo. Mas ate
la, e preciso viver e saber
viver!</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/31206/Idealismo/</id>			<link href="http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/31206/Idealismo/" />			<author>				<name>sofiaalenquer</name>				<uri>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-02-25T13:13:06+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Fogos-de-Artifício</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Pensei que
fossemos felizes. Julguei que tinhamos tudo. Foi ingenuidade
da minha parte. No nos bastava termo-nos um ao outro. O
amor no foi suficiente. Faltava algo.</strong></p>
<p><strong>A culpa
no e tua nem minha. Faltam-me palavras para dizer
tudo o que penso. De facto, isso e algo impossivel.
Sinto uma especie de culpa cada vez que me encaras com o teu
olhar mergulhado em dor. Transbordas de
porques. Queres saber o mesmo que eu e achas
que eu tenho as respostas. Eu no te deixei, amor. Nem tu me
deixaste. Nos deixamo-nos, mas tal como tu no sei o
motivo ou os motivos.</strong></p>
<p><strong>Tambem
sinto a tua falta apesar de te dizer para me deixares em paz.
Amo-te e garanto-te que no quero mais ninguem. No
entanto, ja no
ha maneira de o dizer sem te magoar. A verdade e que
estou farta de ti apesar de te querer. Como te posso eu explicar
que ultimamente sentia-te tanto que jao me
sentia e que isso assustou-me. Comecei a ter ataques de
panico. Estava to fundida a ti que tinha medo de
ja no saber quem sou eu.</strong></p>
<p><strong>No digas
que te trato como se fosses o meu .
No e verdade. Tu es o meu amor e eu
nas
da minha vida. Tudo o que te peo por agora e tempo.
Da-me tempo. Preciso de pensar. Preciso de voltar a sentir
que eu existo sem ti mesmo no querendo viver sem
ti.</strong></p>
<p><strong>Talvez o amor
correspondido no seja para mim. Talvez eu tenha demasiada
sorte.</strong></p>
<p><strong>Merecia estar no
lugar de uma pessoa de 21 anos que se julga condenada apenas pelo
facto de no ser correspondida pelas pessoas que deseja. Uma
pessoa que explora o carinho que os outros nutrem por ela sem
escrupulos. Alguem que ama com a
condio de ser amado de volta, demonstrando, assim,
que no sabe o que e o
amor.</strong></p>
<p><strong>O amor e
uma mistura de fogos-de-artificio. O amor e
incondicional. O amor e livre. E intemporal, e
generoso. No ve caras, mas sim
corao
faz difereno e uma palavra,
e um sentimento. No e falado nem pensado,
e sentido apenas. E magico, ebrio e
louco. E e o que eu sinto por ti.</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/21828/Fogos-de-Artif-cio/</id>			<link href="http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/21828/Fogos-de-Artif-cio/" />			<author>				<name>sofiaalenquer</name>				<uri>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-01-12T04:29:50+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>APOCALIPSE</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Mais um
final de ano se aproxima. Mais perguntas cujas respostas no
encontro acumulam-se no turbilhes e
pensamentos que e a minha mente. Somo mais tristezas do que
alegrias. Multiplico arrependimentos e divido culpas. Continuo a
desejar tudo e a obter quase nada. Objectivos no me faltam,
mas a forar e
escassa. Os meus ideais desvanecem com o tempo. A minha vontade de
viver e cada vez mais instavel. Porem, a
certeza de no querer morrer e obvia. Rio-me
para no chorar, mas as vezes, o riso torna-se choro.
Ironicamente sinto o peso do mundo nos meus ombros. Parece loucura,
mas sinto falta de coisas que nunca tive. Coisas que apenas tenho
nos meus sonhos. Procuro algo que nem eu propria sei o que
e, mas que tenho esperana de reconhecer quando
encontrar. Muita gente nes, mas
que melhor termo para definir a vida seno
, (desculpem a
expresso)?</strong></p>
<p><strong>Feliz
Natal (para quem festeja) e Melhor Ano Novo para
todos!</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/17402/APOCALIPSE/</id>			<link href="http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/17402/APOCALIPSE/" />			<author>				<name>sofiaalenquer</name>				<uri>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2007-12-14T14:00:27+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Ele para Ela II</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Ele para Ela II:</strong></p>
<p><strong><em>"Insisto: no penses em
mim!</em></strong></p>
<p><strong><em>No me ames, por
favor</em></strong></p>
<p><strong><em>No teu corao apenas causo
dor</em></strong></p>
<p><strong><em>E a tua vida no quero
por fim</em></strong></p>
<p><strong><em>Liberta-te deste amargo
sentimento</em></strong></p>
<p><strong><em>Foge com o vento</em></strong></p>
<p><strong><em>Tira proveito deste
momento</em></strong></p>
<p><strong><em>Vai! Ja disse que no te
quero</em></strong></p>
<p><strong><em>Agora estou sozinho, mas no sou
sozinho</em></strong></p>
<p><strong><em>Pois pelo meu grande amor
espero</em></strong></p>
<p><strong><em>No
porque ja no o tenho</em></strong></p>
<p><strong><em>Dei-o a uma beldade que o
recusou</em></strong></p>
<p><strong><em>Que primeiro o
lidificou</em></strong></p>
<p><strong><em>E depois usou-o para matar a sua
sede"</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/16362/Ele-para-Ela-II/</id>			<link href="http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com/16362/Ele-para-Ela-II/" />			<author>				<name>sofiaalenquer</name>				<uri>http://sofiaalenquer.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2007-12-08T06:42:18+01:00</updated>		</entry></feed>